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Cromoblastomicose: relato de 27 casos e revisão da literatura; Chromoblastomycosis: study of 27 cases and review of medical literature

CORREIA, Rafaela Teixeira Marinho; VALENTE, Neusa Y. S.; CRIADO, Paulo Ricardo; MARTINS, José Eduardo da Costa
Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Dermatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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38.003489%
FUNDAMENTOS: A cromoblastomicose é uma micose subcutânea que acomete principalmente homens trabalhadores rurais, sendo cada vez mais observada em outras atividades profissionais. O fungo penetra na pele após inoculação, e o agente mais frequentemente isolado é a Fonsecaea pedrosoi. OBJETIVOS: Este estudo visa a avaliar os pacientes com cromoblastomicose admitidos no departamento de dermatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo no período de 1997 a 2007. MÉTODOS: É um estudo retrospectivo, utilizando a revisão de prontuários, e inclui 27 pacientes. Analisaram-se os tratamentos prévios e os atuais instituídos, o tempo entre o aparecimento das lesões e o diagnóstico, a idade, o gênero, a profissão, a procedência, a localização das lesões e os agentes isolados em cultivo. RESULTADOS: Vinte e dois pacientes eram procedentes do estado de São Paulo. Os demais eram procedentes da Bahia e Rondônia. A maioria dos pacientes estudados eram trabalhadores rurais (37%). Os homens foram os mais acometidos (85%). A maior parte dos pacientes apresentava lesões nos membros inferiores (59,2%). Em 52% dos casos foi isolado o fungo F. pedrosoi. O exame anatomopatológico mostrou corpos escleróticos em 92...

Avaliação da sensibilidade in vitro de agentes causadores de cromoblastomicose frente a diferentes antifúngicos, isolados e associados; In vitro susceptibility assessment of agents of the chromoblastomycosis againts different antifungals, isolated and combination (association)

Gimenes, Viviane Mazo Fávero
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/09/2003 PT
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37.660234%
O objetivo do presente trabalho foi estudar a ação de diversos antifúngicos isolados e associados a anfotericina B contra amostras sequenciais ou não recuperadas de pacientes com cromoblastomicose e submetidas ou não a tratamento. A partir de 18 pacientes foram isoladas 39 cepas, submetidas a testes de diluição em ágar contendo anfotericina B, cetoconazol, itraconazol, terbinafina, 5-fluorocitosina, fluconazol ou griseofulvina. Com base nas CIMs e nas concentrações séricas desses antifúngicos verificou-se que as amostras foram, de modo geral, sensíveis ao cetoconazol, a terbinafina e ao itraconazol. Somente 13 amostras foram sensíveis a anfotericina, 7 a 5-FC, 2 ao fluconazol e nenhuma à griseofulvina.Com relação as CFMs, 2 cepas foram sensíveis a AnB, 11 ao itraconazol, 20 ao cetoconazol e 3 a 5-FC. Seis não responderam a terbinafina e 38 ao fluconazol. As combinações de antifúngicos resultaram em interações principalmente aditivas ou indiferentes. O estudo de isolados seqüenciais evidenciou um ponto de corte para sensibilidade desses agentes ao itraconazol, correspondente a ClMs ≤0,06µg/ml desse azol.; The aim of the present work was to study the action of several antifungals isolated and combined with amphotericin B against sequential or non-sequential samples in patients infected with chromoblastomycosis and treated or not treated. Thirty nine strains from 18 patients were isolated and submitted to agar dilution testing containing amphotericin B...

Análise da capacidade migratória de células dendríticas na cromoblastomicose experimental; Analysis of the migratory ability of dendritic cells in experimental chromoblastomycosis

Kimura, Telma Fátima Emídio
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 31/08/2012 PT
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37.660234%
A cromoblastomicose é uma micose subcutânea, com alto índice de morbidade, sendo Fonsecaea pedrosoi (F. pedrosoi) considerado o maior agente etiológico dessa micose, caracterizando uma doença crônica, geralmente confinada na pele e tecidos subcutâneos. Raramente os indivíduos apresentam cura dessa doença, pois as terapias contemporâneas mostram-se deficientes e poucos trabalhos relatam a relação parasito-hospedeiro. As células dendríticas (DCs) são especializadas na apresentação de antígenos para linfócitos T naive induzindo respostas imunes primárias. Diante disso, propomos estudar a capacidade migratória de DCs após infecção com conídios de F. pedrosoi, uma vez que o processo de migração dessas células está intimamente ligado com a sua função sobre as células T, levando ao desenvolvimento de uma resposta imune adaptativa protetora. O fenótipo de DCs foi avaliado através de células obtidas dos linfonodos poplíteos, inguinais e patas de camundongos BALB/c após 12, 24 e 72 horas de infecção com conídios do fungo. Células obtidas foram marcadas com anticorpos específicos e analisadas por citometria de fluxo. Após 24 e 72 horas de infecção verificamos uma diminuição significativa na porcentagem de DCs nas patas...

Resposta imune in situ na cromoblastomicose humana: participação de células T reguladoras e expressão de citocinas de perfil Th17; In situ immune response in human chromoblastomycosis: participation of regulatory T cells and cytokines of Th17 profile

Silva, Aline Alves de Lima
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 02/06/2014 PT
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37.864868%
A cromoblastomicose é uma infecção fúngica crônica que acomete pele e tecido subcutâneo. As lesões podem ser classificadas em tumoral, verrucosa, cicatricial e do tipo placa. A resposta imune é principalmente celular e a forma grave da doença correlaciona-se com citocinas de perfil Th2. Nós exploramos populações celulares do tipo T reguladoras e Th17. Foram utilizadas vinte e três biópsias da forma verrucosa obtidas de pacientes com diagnóstico clínico e histopatológico de cromoblastomicose, sem tratamento. Foi realizado o método de imunohistoquímica para detectar Foxp3, CD25, TGF-beta, IL-6, IL-17 e IL-23. A IL-17 predominou sobre os outros marcadores, embora haja número regular de Foxp3. TGF-beta, IL-6 e IL-23 raramente foram visualizados. A constituição de uma resposta imune local com alta expressão de IL-17 e baixa expressão de outras citocinas pode ser, ao menos em parte, uma tentativa de ajudar o sistema imunológico contra infecções fúngicas. Células Foxp3 poderiam ser capazes de interferir na resposta imune eficiente contra fungos, mas também beneficiar o hospedeiro, através da capacidade de reduzir os danos do tecido que seguem uma resposta imune local. Esses elementos celulares podem contribuir para a cronicidade que caracteriza esta doença; Chromoblastomycosis is a chronic fungal infection that affects skin and subcutaneous tissue. Lesions can be classified in tumorous...

Caracterização enzimática de agentes da cromoblastomicose com ênfase em atividade lipase

Costa, Juliana Mônica da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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27.327705%
Resumo não disponível

Respostas polares à infecção pela cromoblastomicose antes e após as terapias

Minotto, Renan
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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37.660234%
Este estudo avaliou pacientes portadores de cromoblastomicose, sendo feita uma categorização clínica em dois grupos, de acordo com a forma clínica da lesão dermatológica: o primeiro composto por indivíduos com lesões elevadas e o segundo formado por casos com lesões planas, com biópsias realizadas antes e depois dos tratamentos. Através de critérios semiquantitativos, os elementos anatomopatológicos foram analisados, constatando-se a presença do padrão granulomatoso chamado granuloma micótico misto organizado, com baixa intensidade em lesões planas e alta em elevadas. Evidenciou-se que pacientes com lesões planas evoluíram bem clinicamente, com exames micológicos negativos e sem recidivas (bons respondedores), porém aqueles com lesões elevadas apresentaram evolução clínica desfavorável, com exames micológicos positivos e doença recidivante ou recalcitrante, apesar dos tratamentos recebidos (maus respondedores). E, entre os componentes histopatológicos reacionais à invasão fúngica, verificou-se associação significativa para fibrose, podendo levar a um pior prognóstico. Estes achados clínicos e histopatológicos conferem a esta patologia uma idéia de polaridade, à guisa dos fenômenos das formas polares da hanseníase...

Cromoblastomicose produzida por Fonsecaea pedrosoi no Estado do Maranhão. I - aspectos clínicos, epidemiológicos e evolutivos

Silva,Ana Carla C. Mello e; Serra Neto,Artur; Galvão,Cloves Eduardo S.; Marques,Sirley G.; Saldanha,Ana Cristina R.; Silva,Conceição de Maria Pedroso e; Fischman,Olga; Silva,Raimunda Ribeiro da; Costa,Maria do Rosário da S. R.; Costa,Jackson Maurício
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1992 PT
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38.003489%
Com o objetivo de verificar o comportamento clínico-epidemiológico da cromoblastomicose no Estado do Maranhão, foi feito um estudo retrospectivo e prospectivo de 13 casos, no serviço de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Hospital dos Servidores do Estado do Maranhão no período de nov/88 a julho/91. Para a investigação, foi utilizada uma ficha protocolo com todos os dados necessários para uma análise posterior. Nos casos analisados observou-se maior prevalência na faixa etária entre 50 e 60 anos (46,1%) e do sexo masculino (84,6%). Doze pacientes eram procedentes do Estado do Maranhão, dentre os quais 10 da microrregião da baixada ocidental maranhense. Quanto à profissão, 12 (92,3%) eram lavradores. Na sua maioria apresentavam as lesões nos membros inferiores deforma verrugo- confluentes, cor acastanhada, com prurido. O tempo de evolução variou de 0 a 15 anos em 12 casos (92,3%). Quanto aos aspectos laboratoriais, o exame histológico feito em 12 pacientes, diagnosticando cromoblastomicose em 100% deles e a cultura isolou Fonsecaea pedrosoi em 9 casos (70%). O tratamento realizado em todos os pacientes, com algumas variações foi feito com 5 - fluorocitosina apresentando bons resultados evolutivamente. Constatou-se neste trabalho uma provável zona endêmica de cromoblastomicose na microrregião da baixada ocidental maranhense...

O babaçu (Orbignya phalerata martins) como provável fator de risco de infecção humana pelo agente da cromoblastomicose no Estado do Maranhão, Brasil

Silva,Conceição de Maria P. e; Rocha,Raquel M. da; Moreno,Janise S.; Branco,Maria dos Remédios F. C.; Silva,Raimunda R.; Marques,Sirley G.; Costa,Jackson Maurício L.
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1995 PT
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37.864868%
Após estudo de 30pacientes portadores de cromoblastomicose, acompanhados no hospital dos servidores do Estado do Maranhão, verificou-se em 2 (6,6%) lesões ná região glútea, diferindo do que geralmente se observa, pois na cromoblastomicose existe sempre história de microtraumatismo sofridos durante o trabalho na lavoura, propiciando o desenvolvimento mais freqüente das lesões nas extremidades, principalmente dos membros inferiores. Ambos pacientes, doentes há 10 anos, apresentavam lesões nodulares e verrugo-confluentes em placas coalescentes na região glútea direita. O diagnóstico etiológico foi firmado através de exame histopatológico e cultura, com isolamento de Fonsecaea pedrosoi. Na investigação epidemiológica do tipo de exposição verificou-se que os mesmos desempenhavam a profissão de quebradores de coco-babaçu, atividade relativamente comum no Estado. Parece evidente a relação entre o tipo de atividade profissional e o desenvolvimento da infecção.

Cromoblastomicose no Rio Grande do Sul: relato de 12 casos

Matte,Shirley M.W.; Lopes,Jorge O.; Melo,Ivanir S.; Espadim,Luís Eduardo R.; Pinto,Marcelo Souza
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1997 PT
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37.660234%
São relatados 12 casos de cromoblastomicose diagnosticados no interior do Rio Grande do Sul, no período 1988-1995. Os aspectos clínicos e evolutivos são analisados e comparados com a literatura. O único agente isolado foi Fonsecaea pedrosoi.

Carcinoma epidermoide como complicação letal de lesões crônicas de cromoblastomicose

Torres,Edoardo; Beristain,Javier Gil; Lievanos,Zahide; Arenas,Roberto
Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Dermatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2010 PT
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37.864868%
A cromoblastomicose é uma micose subcutânea, ocasionada por fungos dermatófitos, dos gêneros: Fonsecaea, Phialophora e Cladophialophora. As complicações habituais são: infecções secundárias, linfedema e elefantíase. Em lesões crônicas, tem-se documentado malignização. Relatamos um caso de um homem de 72 anos de idade, com cromoblastomicose de 30 anos de evolução, em região glútea, com desenvolvimento de carcinoma epidermoide.

Cromoblastomicose: relato de 27 casos e revisão da literatura

Correia,Rafaela Teixeira Marinho; Valente,Neusa Y. S.; Criado,Paulo Ricardo; Martins,José Eduardo da Costa
Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Dermatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2010 PT
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38.003489%
FUNDAMENTOS: A cromoblastomicose é uma micose subcutânea que acomete principalmente homens trabalhadores rurais, sendo cada vez mais observada em outras atividades profissionais. O fungo penetra na pele após inoculação, e o agente mais frequentemente isolado é a Fonsecaea pedrosoi. OBJETIVOS: Este estudo visa a avaliar os pacientes com cromoblastomicose admitidos no departamento de dermatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo no período de 1997 a 2007. MÉTODOS: É um estudo retrospectivo, utilizando a revisão de prontuários, e inclui 27 pacientes. Analisaram-se os tratamentos prévios e os atuais instituídos, o tempo entre o aparecimento das lesões e o diagnóstico, a idade, o gênero, a profissão, a procedência, a localização das lesões e os agentes isolados em cultivo. RESULTADOS: Vinte e dois pacientes eram procedentes do estado de São Paulo. Os demais eram procedentes da Bahia e Rondônia. A maioria dos pacientes estudados eram trabalhadores rurais (37%). Os homens foram os mais acometidos (85%). A maior parte dos pacientes apresentava lesões nos membros inferiores (59,2%). Em 52% dos casos foi isolado o fungo F. pedrosoi. O exame anatomopatológico mostrou corpos escleróticos em 92...

Determina??o das concentra??es plasm?ticas e teciduais de itraconazol em pacientes com cromoblastomicose

ARA?JO, Daniella Paternostro de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.864868%
Cromoblastomicose ? micose subcut?nea causada pela implanta??o transcut?nea de diversas esp?cies de fungos dem?ceos, isto ?, fungos melanizados. Considerando a incid?ncia desta doen?a no estado do Par? e a conseq?ente morbidade dos pacientes afetados, com repercuss?es sociais e econ?micas, fez-se necess?rio a otimiza??o dos esquemas terap?uticos adotados, objetivando o melhor conhecimento da rela??o dose x resposta. O itraconazol ? um dos poucos f?rmacos dispon?veis para o tratamento, que apresenta marcada variabilidade cin?tica intra e inter individual, que compromete o estabelecimento da rela??o dose e resposta, bem como as concentra??es plasm?ticas e teciduais alcan?adas. Neste sentido, este trabalho objetivou a valida??o da metodologia anal?tica por Cromatografia L?quida de Alta Efici?ncia e posterior determina??o de itraconazol em amostras de plasma e tecido em 20 pacientes com cromoblastomicose, atendidos no laborat?rio de Dermato-Imunologia Dr. Marcello Candia, Marituba, Par?, que utilizaram o medicamento nas doses de 200mg/dia e 400mg/dia. A t?cnica validada demonstrou resultados adequados de acordo com a legisla??o vigente. As concentra??es plasm?ticas e teciduais de itraconazol na dose de 200mg/dia foram 121.3 87.9 ng/mL e 5.36 5.9 ?g/g a concentra??o plasm?tica m?dia de itraconazol em pacientes usando 400mg/dia foi de 290 234 ng/mL...

Indu??o de escler?ticas in vitro e an?lise da resposta imune dos pacientes de cromoblastomicose em tratamento com itraconazol

SILVA, Mois?s Batista da
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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37.660234%
A cromoblastomicose (CBM) ? uma doen?a f?ngica cr?nica que acomete a pele, caracterizada pelo desenvolvimento de les?es polim?rficas, que apresentam infiltrado inflamat?rio granulomatoso na presen?a de c?lulas escler?ticas, patognom?nicas desta doen?a. Um dos objetivos deste estudo foi avaliar a indu??o de c?lulas escler?ticas por meios naturais, com biomassas de Bactris gasipaes e de Theobroma grandiflorum, cujas respectivas esp?cies induziram in vitro c?lulas escler?ticas similares ?quelas encontradas nos tecidos de les?es humanas, em 10 e 2 dias, respectivamente, o que viabilizou a produ??o de um meio indutor em p?, j? disponibilizado a outros grupos que estudam a CBM. Outro objetivo foi avaliar a imunopatologia da CBM nos pacientes, antes e durante a utiliza??o de itraconazol (ITZ). Para isto, foi utilizada a t?cnica de ELISA para as citocinas TNF-?, IL-4 e IL-10 circulantes, e a imunohistoqu?mica de bi?psias das les?es em diferentes tempos de tratamento ? que permitiu analisar as altera??es quantitativas e qualitativas dos tipos celulares durante 12 meses do tratamento com ITZ na dose de 200 mg/dia ? com anticorpos anti-CD20, anti-CD8 e anti-CD68. Quanto as citocinas, a IL-10 circulante n?o mostrou nenhuma mudan?a significativa...

Clinical, epidemiological and mycological report on 65 patients from the Eastern Amazon region with chromoblastomycosis

PIRES, Carla Andr?a Avelar; XAVIER, Mar?lia Brasil; QUARESMA, Juarez Ant?nio Sim?es; MACEDO, Geraldo Mariano Moraes de; SOUSA, Bruna Ranyelle de Marinho; BRITO, Arival Cardoso de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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27.864868%
FUNDAMENTOS: A cromoblastomicose ? uma infec??o f?ngica cr?nica, causada por fungos da fam?lia Dematiaceae, sendo Fonsecaea pedrosoi a mais comum, segundo v?rios estudos. ? mais frequente em pa?ses tropicais e o estado do Par? possui grande casu?stica mundial. A doen?a ? de dif?cil tratamento e apresenta recorr?ncia frequente. OBJETIVOS: Descrever os aspectos epidemiol?gicos, micol?gicos e formas cl?nicas dos casos de cromoblastomicose procedentes do estado do Par? - Brasil. M?TODOS: Foram realizados exames micol?gicos (direto, cultura e microcultivo) e observa??o clinicoepidemiol?gica em 65 pacientes do Servi?o de Dermatologia da Universidade Federal do Par?, atendidos no per?odo de 2000 a 2007. Empregou-se a classifica??o cl?nica proposta por Carri?n em 1950. RESULTADOS: Os pacientes eram, em sua maioria, homens (93,8%), lavradores (89,2%), faixa et?ria entre 45-55 anos, com predomin?ncia de les?es verruciformes (55,4%), localizadas principalmente nos membros inferiores (81,5%). A maioria dos casos pesquisados (61,5%) apresentou um longo tempo de doen?a, com uma m?dia de 11 anos. O exame micol?gico direto foi realizado em 86,2% (n=56) dos pacientes; destes, 96,4% (n=54) apresentaram resultado positivo. Foram realizados cultura e microcultivo in vitro de 47 pacientes com exame micol?gico positivo e os resultados mostraram o Fonsecaea pedrosoi como ?nico agente etiol?gico identificado nesta amostra. CONCLUS?O: Este estudo mostrou o quanto a cromoblastomicose ainda compromete a qualidade de vida da popula??o local...

Identificação e caracterização de proteínas imunogênicas de exoantígenos do fungo Fonsecaea pedrosoi; Identification and characterization of immunogenic exoantigens proteins of the fungus Fonsecaea pedrosoi.

Martins, Pollyanna Christina da Silva
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/04/2015 PT
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27.864868%
A cromoblastomicose é uma micose subcutânea, com alto índice de morbidade, causada por fungos demácios, sendo o mais recorrente agente etiológico o Fonsecaea pedrosoi. Já foi descrito em todos continentes e é mais recorrente em países de clima quente, sua incidência é de grande importância no Brasil. Raramente os indivíduos se curam, pois, não há terapia padrão por conta da baixa eficácia das terapêuticas antifúngicas atuais contra a cromoblastomicose. Pouco se sabe sobre a relação parasita hospedeiro desta infeção. Os métodos de diagnóstico laboratorial se limitam a visualização das estruturas fúngicas presentes nos tecidos do hospedeiro. Decorrente da falta de informação sobre a cromoblastomicose uma doença de tamanha morbidade, surge à necessidade de estudar melhor a resposta imunológica e seus antígenos. Nosso trabalho mostrou que algumas proteínas secretadas em meio nutricionalmente pobre (exoantígenos) se mostraram imunorreativas, contra os soros de camundongos BALB/c com diferentes tempos de infecção, assim como proteínas derivadas da ruptura do fungo total através da sonicação. A proteína que se mostrou majoritariamente imunorreativa foi a de aproximadamente 50KDa, outros trabalhos descrevem proteínas de alta relevância com peso molecular próximo deste...

Associação de cromoblastomicose e hanseníase: relato de dois casos

Silva,Conceição de Maria P. e; Silva,Ana Carla de M. e; Marques,Sirley C.; Saldanha,Ana Cristina R.; Nascimento,Jeanne D'Arc L.; Branco,Maria dos Remédios F.C.; Silva,Raimunda R.; Costa,Jackson M. L.
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1994 PT
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38.003489%
Ao estudar 30 casos de cromoblastomicose diagnosticados no Hospital dos Servidores do Estado do Maranhão, no período de novembro de 1988 a março de 1993, os autores observaram 2 (6,6 %) casos, que apresentaram associação desta doença com hanseníase. O primeiro paciente desenvolveu as duas doenças concomitantemente, apresentando espessamento no nervo cubital bilateral, mal perfurante plantar em pé direito e lesões em placas verrucóides na perna esquerda, com biópsia de nervo cubital direito positiva para hanseníase dimorfa T e biópsia da lesão em placa, positiva para Fonsccaea pedrosoi. O segundo caso, paciente com história de hanseníase virchowiana há 30 anos, em pausa terapêutica por "cura", com lesões verrugo-confluentes em cotovelo direito há 12 meses, histopatológico e cultura positiva, para cromoblastomicose. Os possíveis fatores para o desenvolvimento da cromoblastomicose nestes pacientes são discutidos.

Feohifomicose cerebral ("cromoblastomicose") por Fonsecaea pedrosoi: primeiro caso demonstrado por cultura do fungo no Brasil; Fonsecaea pedrosoi cerebral phaeohyphomycosis ("chromoblastomycosis"): first human culture-proven case reported in Brazil

Nóbrega, José Paulo S.; Rosemberg, Sergio; Adami, Ana Maria; Heins-Vaccari, Elizabeth Maria; Lacaz, Carlos da Silva; Brito, Thales de
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2003 ENG
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27.660234%
A Feohifomicose cerebral ("cromoblastomicose") é uma lesão rara. Apresentamos o primeiro caso desta entidade com cultura do abscesso cerebral, devido a Fonsecaea pedrosoi. O paciente, um homem de 28 anos de idade, imunocompetente, apresentou manifestações oculares e síndrome de hipertensão intracraniana. Imagens de ressonância magnética (MRI) cerebral mostraram massa tumoral envolvendo a área temporo-occipital direita e outra lesão menor, possivelmente cicatricial, no lobo occipital esquerdo. Biopsia cerebral mostrou cromoblastomicose cerebral. A lesão principal foi enucleada cirurgicamente e Fonsecaea pedrosoi foi cultivado da massa necrótica e supurada. O paciente tinha tido um ferimento por faca 16 anos antes de ser visto no nosso hospital e, mais recentemente, uma lesão pulmonar granulomatosa no pulmão direito onde foi identificada uma forma isolada, não pigmentada, de fungo. A possibilidade de que o fungo tenha penetrado no organismo do paciente através da lesão de pele foi considerada, mas não se pode excluir uma eventual lesão primária pulmonar. O paciente teve alta hospitalar e foi seguido durante oito meses sem recorrência da doença. Meses depois, entretanto, desenvolveu complicações relacionadas à neurocirurgia...

Tratamento com posaconazol de casos de cromoblastomicose e micetoma maduromicótico resistentes a outros antifúngicos; Posaconazole treatment of refractory eumycetoma and chromoblastomycosis

Negroni, Ricardo; Tobón, Angela; Bustamante, Beatriz; Shikanai-Yasuda, Maria Aparecida; Patino, Hernando; Restrepo, Angela
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2005 ENG
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28.003489%
Eumicetoma e cromoblastomicose são infecções fúngicas crônicas do tecido subcutâneo que evoluem com aspecto desfigurado, raramente involuindo espontaneamente. A maioria dos pacientes não apresenta melhora sustentada por longo tempo com os tratamentos disponíveis, sendo de grande importância as novas opções terapêuticas. A eficácia do posaconazol, um novo agente antifúngico de amplo espectro do grupo dos triazóis, foi estudada em 12 pacientes com eumicetoma ou cromoblastomicose refratária às terapêuticas antifúngicas disponíveis. Os pacientes receberam por no máximo 34 meses, doses divididas de 800 mg/dia de posaconazol. Resposta clínica parcial ou completa foi considerada como sucesso; doença estável ou falha terapêutica foi considerada como insucesso. Todos os 12 pacientes tinham infecções comprovadas ou prováveis, refratárias à terapêutica padrão preconizada. Sucesso clínico foi registrado em cinco de seis pacientes com eumicetoma e cinco de seis pacientes com cromoblastomicose. Em dois pacientes observou-se doença estável. Como parte do protocolo de extensão do tratamento, dois pacientes com eumicetoma que inicialmente tinham tido sucesso terapêutico e que após um intervalo maior de 10 meses apresentaram recidiva da micose...

Tratamento de cromoblastomicose severa com a associação itraconazole e 5-flucitosina; Treatment of severe chromoblastomycosis with itraconazole and 5-flucytosine association

Antonello, Vicente Sperb; Silva, Marcelo Campos Appel da; Cambruzzi, Eduardo; Kliemann, Dimas Alexandre; Santos, Breno Riegel; Queiroz-Telles, Flávio
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2010 ENG
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27.660234%
Cromoblastomicose é uma infecção fúngica crônica do tecido subcutâneo causada pela inoculação traumática de um grupo específico de fungos através da pele, encontrados eventualmente em trabalhadores do campo descalços em países de clima tropical e subtropical. Relatamos aqui o caso de um paciente do sexo masculino com uma lesão dermatológica de crescimento lento e pruriginosa nos membros inferiores por 20 anos, diagnosticada e tratada com sucesso para cromoblastomicose. Apesar da prevalência desta doença em nossa região, o tratamento ainda é um desafio.; Chromoblastomycosis is a chronic human melanized fungi infection of the subcutaneous tissue caused by traumatic inoculation of a specific group of dematiaceous fungi through the skin, often found in barefooted agricultural workers, in tropical and subtropical climate countries. We report the case of a male patient presenting a slow-growing pruriginous lesion on the limbs for 20 years, mistreated over that time, which was diagnosed and successfully treated as chromoblastomycosis. Besides the prevalence of this disease, treatment is still a clinical challenge.

Cromoblastomicose auricular: relato de um caso; Auricular chromoblastomycosis: case report

Bittencourt, Achiléa Lisboa; Londero, Alberto T.; Andrade, Jacy A. F.
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/1994 ENG
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37.864868%
É apresentado um caso de cromoblastomicose auricular apresentado sob forma de lesão eritemato-escamosa, tendo tido o diagnóstico clínico de eczema. Os AA discutem sobre a raridade desta localização e aspecto clínico. Embora os poucos casos relatados de cromoblastomicose auricular tenham sido causados pela Fonsecaea pedrosoi, neste o agente etiológico foi a Phialophora verrucosa.; It is presented a case of auricular chromoblastomycosis mimicking an eczematous lesion. The authors refer the rarity of this localization. All reported cases of auricular chromoblastomycosis have been caused by Fonsecaea pedrosoi but in the present case the etiologic agent was Phialophora verrucosa.