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Resultados filtrados por Publicador: Associação Brasileira de Polímeros

Influência de Negro de Fumo Modificado com Polianilina na Estrutura de Compósitos com Poli(Fluoreto de Vinilideno)

Zucolotto,Valtencir; Gregório Filho,Rinaldo; Avlyanov,Jamshid; Mattoso,Luiz H. C.
Fonte: Associação Brasileira de Polímeros Publicador: Associação Brasileira de Polímeros
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
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Compósitos condutores elétricos a base de poli(fluoreto de vinilideno) (PVDF) e negro de fumo modificado com polianilina (Eeonomer®) foram preparados através do processamento por fusão. Resultados de reometria de torque indicaram que a presença de polianilina no negro de fumo é vantajosa ao processamento por fusão, reduzindo a viscosidade do fundido em comparação com a aditivação com negro de fumo puro. Compósitos contendo acima de 5% em peso de Eeonomer® apresentaram condutividade da ordem de 10-2 S/cm. Esse valor se manteve estável mesmo após tratamento térmico a 150°C por 170 h em atmosfera ambiente. Análises por calorimetria diferencial de varredura (DSC) e difração de Raios-X mostraram que o tipo e a quantidade de Eeonomer®, assim como a taxa de resfriamento da amostra, podem afetar a temperatura de fusão, o grau de cristalinidade e a fase cristalina do PVDF presente no compósito.

Imobilização de proteínas do veneno do escorpião Tytius Serrulatus em blenda condutora de Polianilina-Poli(Metacrilato de Hidroxietila)

Bruno,Lívio; Barra,Guilherme; Mansur,Herman; Oréfice,Rodrigo L.
Fonte: Associação Brasileira de Polímeros Publicador: Associação Brasileira de Polímeros
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2004 PT
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Biossensores têm a função de detectar e analisar tanto quantitativa como qualitativamente a presença de uma certa molécula em um determinado meio, isto com resposta em tempo real e sem etapas intermediárias de processo. Para isso, o biossensor possui sempre em seu conjunto um sistema de reconhecimento biológico que o diferencia de qualquer outro tipo de sensor. O objetivo deste trabalho foi desenvolver hidrogéis condutores a partir da combinação de polianilina com hidrogel poli(metacrilato de hidroxietila) e avaliar alguns aspectos associados à possível utilização deste como base de um biossensor capaz de detectar a presença de frações tóxicas do antígeno do veneno do escorpião Tytius Serrulatus. Hidrogéis condutores foram sintetizados a partir da mistura, em diferentes proporções, de polianilina e poli(metacrilato de hidroxietila) em um solvente comum. A condutividade elétrica (método de quatro pontas), capacidade de inchamento e morfologia (microscopia eletrônica de varredura) foram avaliadas para blendas com diferentes composições. Antígenos relativos ao veneno do escorpião Tytius Serrulatus foram incorporados às blendas condutoras a partir do inchamento dos hidrogéis por soluções aquosas contendo as moléculas de interesse. A imobilização e bioatividade das biomacromoléculas nos hidrogéis foram constatadas através de ensaio imunoabsorvente ELISA cujos resultados foram avaliados por espectroscopia na região do ultravioleta-vísivel. Os resultados mostraram que a incorporação de baixos conteúdos de Pani (20% em massa) em hidrogéis de poli(metacrilato de hidroxietila) foi suficiente para a produção de materiais com elevada condutividade elétrica e grande capacidade de inchamento. Moléculas associadas ao veneno do escorpião Tytius Serrulatus foram imobilizadas com sucesso nos hidrogéis condutores e mantiveram suas capacidades funcionais.

Modificação da fibra de coco com polianilina e o seu uso como sensor de pressão

Souza Jr,Fernando G. de; Paiva,Luciana O.; Michel,Ricardo C.; de Oliveira,Geiza E.
Fonte: Associação Brasileira de Polímeros Publicador: Associação Brasileira de Polímeros
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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O presente trabalho teve por foco a modificação de fibras de coco, tornando-as materiais compósitos condutores de eletricidade. Para tanto, foi utilizada uma técnica de polimerização in situ, capaz de gerar nanopartículas de polianilina sobre a superfície de fibras tratadas. As fibras modificadas com polianilina foram caracterizadas por FTIR, UV-Vis, DRX e SAXS. Além disso, foram submetidas a ensaios eletromecânicos, com a finalidade de indicar quais condições de modificação são mais eficientes para a obtenção de um material sensível a esforços compressivos. Os resultados de sensibilidade a compressão sugerem que os materiais modificados com as menores quantidades de polianilina são os mais adequados para aplicações no campo de sensores de pressão de natureza resistiva, podendo ser utilizados no desenvolvimento de dispositivos inteligentes.

Desenvolvimento de membranas e filmes auto-suportados a partir de polianilina: síntese, caracterização e aplicação

Müller,Franciélli; Ferreira,Carlos A.; Amado,Franco D. Rico; Rodrigues,Marco A. S.
Fonte: Associação Brasileira de Polímeros Publicador: Associação Brasileira de Polímeros
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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Polímeros condutores são uma nova classe de polímeros que tem recebido especial interesse para a produção de membranas e filmes. A polianilina (PANI) destaca-se entre eles por sua elevada estabilidade química, fácil polimerização e baixo custo. O objetivo deste trabalho foi desenvolver uma blenda de polímero convencional (HIPS) com polímero condutor (PANI-CSA) e um filme de polianilina auto-suportado, usando ácido canforsulfônico (CSA) como dopante primário e 4-cloro-3-metil fenol (CMC) como dopante secundário. Estes dois materiais foram empregados como membranas íon-seletivas em um sistema de eletrodiálise para remoção de níquel de soluções. A membrana e o filme foram caracterizados por condutividade elétrica, MEV, espectroscopia FTIR, Raman e TGA. Os resultados obtidos apontam para a possibilidade de aplicação da membrana seletiva para eletrodiálise. A extração de níquel para a membrana sintetizada se mostrou semelhante à extração para a membrana comercial. O filme auto-suportado apesar de exibir boa resistência mecânica no estado sólido apresentou comportamento pouco satisfatório quando colocado em imersão com a solução de trabalho para eletrodiálise, devido ao seu estado quebradiço.