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Imagens da memória barroca de Ouro Preto: o espaço barroco como educador do imaginário ouro-pretano; Images of the baroque memory of Ouro Preto: the baroque space as educator of imaginary from Ouro Preto

Freitas, Alexander de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/03/2009 PT
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Esta pesquisa foi fundamentada teórico-metodologicamente por uma perspectiva de análise interpretativa e tradutora do significado de imagens e de símbolos verbais e não-verbais (hermenêutica semântico-simbólica). Seu objetivo principal foi investigar a influência e a coimplicação das imagens iconográficas e arquitetônicas pertencentes às igrejas barrocas de Ouro Preto na formação de um imaginário barroco que se prolonga até a contemporaneidade. Como fonte de pesquisa iconográfica utilizou-se principalmente imagens e símbolos presentes na Matriz de Nossa Senhora da Conceição (Antônio Dias), na Igreja da Ordem 3a de São Francisco de Assis, na Matriz de Nossa Senhora do Pilar e na Igreja de São Miguel e Almas, Sagrados Corações e Senhor Bom Jesus de Matozinhos de Ouro Preto. Como fontes de pesquisa do imaginário ouro-pretano, destacam-se: 1) fontes etnográficas: depoimentos de moradores de Ouro Preto; 2) fontes literárias: textos de Drummond, Pedro Nava, Murilo Mendes, entre outros; 3) fontes visuais: pinturas de Alberto da Veiga Guignard, pinturas realizadas por José Joaquim de Oliveira e por José Roberto Grão Mogol (Oficina de arteterapia do Centro de Atenção Psicossocial de Ouro Preto), além de fotografias de Edward Zvingila sobre a cidade. Aplicando-se a hermenêutica semântico-simbólica à iconografia barroca recolhida...

Geologia e metalogênese do ouro da mina do Pari, nordeste do Quadrilátero Ferrífero-MG

Abreu, Gustavo Correa de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/12/1995 PT
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A mina do Pari localiza-se na borda nordeste do Quadrilátero Ferrífero, no município de Santa Bárbara, distrito de Florália, Estado de Minas Gerais. A mina foi lavrada desde o século passado até 1937, por métodos exclusivamente rudimentares; na recuperação do ouro, entretanto, obtinha-se excelentes resultados. A pesquisa geológica da região da Folha Florália 1:25.000 registra os estudos da equipe do convênio USGS-DNPM de cartografia apenas por fotointerpretação e levantamentos de perfis regionais integrados, na escala 1:150.000 (Dorr, 1969), reconhecendo anfibolitos no morro do Pari. Nos trabalhos mais recentes do orientador e sua equipe, com a participação do autor, detectou-se que a mina do Pari se insere no contexto do Supergrupo Rio das Velhas, representado pela presença dos grupos Quebra Osso e Nova Lima em posição estratigráfica normal, e contínuos, regionalmente, até os locais tipo do Quadrilátero Ferrífero, a W. Nos trabalhos dessa pesquisa, realizados durante a reavaliação da mina do Pari, foi possível estudar perfis contínuos de rochas não-intemperizadas (obtidas em sondagens profundas) e elaborar, para o Grupo Nova Lima, uma subdivisão em quatro unidades litoestratigráficas locais, denominadas informalmente...

Evolução petrogenética e metalogenética da mina de ouro do Pari e arredores, NE do quadrilátero ferrífero - MG; Not available.

Abreu, Gustavo Correa de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/03/2005 PT
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A mina do Pari é a principal de várias mineralizações e depósitos de ouro menores, que ocorrem na quadrícula Florália (1:25.000), na região NE do Quadrilátero Ferrífero, hospedadas em rochas metassedimentares, clásticas, químicas e vulcanoclásticas, metavulcânicas máficas e em veleiros de quartzo e quartzo-carbonáticos do Grupo Nova Lima, que é a unidade litoestratigráfica média vulcano-sedimentar máfica e química, do greenstone belt arqueano Rio das Velhas (definido como supergrupo homônimo). As mineralizações de ouro principais da mina do Pari e arredores, Pari Norte, Patrimônio, Gambá e Bahú, foram estudadas no campo, com mapeamento de semidetalhe (escalas 1:25.000 até 1:10.000) e perfilagens detalhadas, com levantamentos de subsolo e sondagens (apenas mina do Pari), incluindo ainda estudos comparativos da mina São Bento e arredores, e das áreas Quebra Osso, Tanque Preto, Serra do Seara, Cambotas e Gongo Soco. Os estudos laboratoriais mineralógico-petrográficos e calcográficos, litogeoquímicos multielementares (FRX, ICP-MS, fire assay-AAS) e dequímica mineral (microssonda eletrônica) visaram caracterizar as associações litológicas regionais e das mineralizações de ouro (minérios, rochas encaixantes imediatas e rochas hospedeiras) para elucidar os diferentes fatores petro-metalogenéticos controladores das mineralizações e sua variação no curso da evolução geológica regional policíclica por orogêneses superimpostas arqueanas até neoproterozóicas/eopaleozoicas. Os resultados foram confrontados com a literatura de outras mineralizações de ouro do Sgr. Rio das Velhas na região do Quadrilátero Ferrífero inclusive de inclusões fluidas...

Coagulação mutua de ouro coloidal com oxidos de ferro

Jacinta Enzweiler
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/06/1991 PT
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Neste trabalho foi estudada a coagulação mútua de ouro coloidal com óxidos de ferro com o objetivo de contribuir no conhecimento da geoquímica do ouro associado a lateritas. Nos experimentos foram usadas as seguintes dispersões coloidais preparadas através de métodos descritos na literatura: ouro com partículas monodispersas e esféricas e diâmetro médio de 13 nm; goethita (a-FeOOH) com partículas aciculares e heterodispersas com predominância das partículas maiores, de aproximadamente 700 nm de comprimento; e hematita (a-Fe2O9), com partículas monodispersas e esféricas com diâmetro de 60 nm. Em pH levemente ácido, as partículas de ouro e dos óxidos possuem carga superficial de sinal contrário, sendo observada coagulação imediata após a mistura. Foram realizados experimentos com variação do pH, força iônica e temperatura. A 25°C, pH próximo de 5,5 e ausência de sal as quantidades de ouro adsorvidas na goethita e na hematita foram de 0,5 e 0,15 kg/kg, respectivamente. O aumento do pH diminui essas quantidades e a diminuição do pH as aumenta, pelas modificações no potencial superficial do óxidos. A adição de eletrólito aumenta a quantidade de ouro retida pelos óxidos, devido à diminuição da repulsão entre as partículas de ouro. A adsorção de ouro aumenta com o aumento da temperatura. A partir de três isotermas a temperaturas diferentes...

Mineralização de ouro paladiado em itobiritos : a jacutinga de Gongo Soco, Quadrilatero Ferrifero, Minas Gerais

Alexandre Raphael Cabral
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/02/1996 PT
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37.205762%
A mina de Gongo Soco tomou-se célebre por volta de 1830 pelo seu minério aurífero de alto teor. Em 30 anos (1826-1856) a companhia inglesa Imperial Brazilian Mining Association produziu 12.887 kg de ouro. Apesar da importância econômica e histórica da mina de Gongo Soco, a gênese de seu minério é ainda pouco conhecida devido, em parte, à inacessibilidade aos antigos trabalhos mineiros subterrâneos. O presente estudo tem contemplado os corpos auríferos recentemente expostos pela lavra de minério de ferro na mina de ferro de Gongo Soco. O empreendimento inglês lavrou estreitos leitos auríferos entremeados concordantemente ao minério de ferro brando de alto teor da formação ferrífera Itabira (FFl), paleoproterozóica, do Quadrilátero Ferrífero (QF), Minas Gerais, Brasil. Os corpos auríferos, conhecidos como jacutinga, eram compostos de hematita especular, talco, caulinita e óxido de manganês, e caracterizava-se pela ausência de minerais sulfurados. A disposição linear dos corpos de minério na direção leste é atribuído à lineação de estiramento com caimento para leste. O ouro tipicamente ocorre como partículas livres ou como inclusões em hematita especular, pirolusita ou goethita. Dois estágios de mineralização aurífera hidrotermal são propostos: (i) um estágio inicial sincrônico à formação da hematita especular e talco e (ü) uma deposição em baixa temperatura...

Depósito de Au, Pd e Pt associado a granito, mina buraco do ouro, cavalcante, Goiás : caracterização e modelo da mineralização

Machado, Jacqueline Menez
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
PT_BR
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37.249014%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, 2008.; A região nordeste de Goiás apresenta diversas ocorrências, garimpos e minas de ouro, documentadas desde a primeira metade do século XVIII, ainda no período colonial. O minério localiza-se, principalmente, no domínio antes considerado como pertencente ao Complexo Granito-Gnáissico. Atualmente, sabe-se que esse domínio é formado por um amplo conjunto de granitos paleoproterozóicos que se distribuem no nordeste de Goiás e compõem a Suíte Aurumina. Tais granitos são peraluminosos, sintectônicos e do tipo-S e possuem idades em torno de 2,15 Ga. Além de ouro em Cavalcante e Aurumina, a Suíte Aurumina hospeda estanho e tântalo na região de Monte Alegre de Goiás e urânio na região de Campos Belos (GO) e Arraias (TO). A mina Buraco do Ouro, na cidade de Cavalcante, é explotada de forma intermitente desde 1740. Está localizada numa zona de cisalhamento E-W, nas proximidades do contato entre o biotita-muscovita granito da Suíte Aurumina e sua rocha encaixante, pertencente à Formação Ticunzal, a qual é composta por xistos e paragnaisses grafitosos. A zona de cisalhamento, que possui zonas silicificadas, sericitizadas e com alteração hidrotermal...

Geoquímica dos filitos carbonosos do depósito Morro do Ouro, Paracatu, Minas Gerais.

Almeida, Bruna Saar de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, 2009.; O depósito de Morro do Ouro localiza-se ao norte da cidade de Paracatu, Estado de Minas Gerais. O depósito está hospedado nos filitos carbonos da base da Formação Paracatu (Membro Morro do Ouro) pertencente ao Grupo Canastra, Zona externa da Faixa Brasília. A mina Morro do Ouro é explorada com o mais baixo teor de ouro do mundo (<0,4 g/t), com uma produção de 15 toneladas por ano, o que a torna a principal produtora de ouro do Brasil. A distribuição do ouro e dos sulfetos é condicionada por uma estrutura principal (megaboudin) que mergulha 15° para SW. Esse mergulho aumenta em direção ao SW do depósito. Os boudins estão distribuídos ao longo dessa estrutura e possuem uma maior concentração e volume no centro (5%) em relação às bordas do depósito (2%). Existem diferentes tipos de boudins de diferentes tamanhos e composições. Os Boudins de quartzo ± siderita ± sulfetos representam a principal característica mineralização do depósito Morro do Ouro. Os sulfetos característicos são a arsenopirita, pirita, galena, esfalerita, pirrotita e calcopirita. A presença de boudins sulfetados, em particular quando eles contêm arsenopirita e pirita...

Depósito não-convencional de ouro, paládio e platina (±urânio) associado a granito peraluminoso, mina buraco do ouro, Cavalcante, Goiás : caracterização e modelo da mineralização

Menez, Jacqueline
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
ENG
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Geociências, Programa de Pós-Graduação em Geologia, 2013.; A região nordeste de Goiás apresenta diversas ocorrências, garimpos e minas de ouro, documentadas desde a primeira metade do século XVIII, ainda no período colonial. O minério localiza-se, principalmente, no domínio formado por um amplo conjunto de granitos paleoproterozoicos que se distribuem no nordeste de Goiás e compõem a Suíte Aurumina. Tais granitos são peraluminosos, sin-tectônicos, do tipo-S e possuem idades em torno de 2,15 Ga e sua rocha encaixante pertence a Formação Ticunzal que é formada por xisto e paragnaisse grafitosos. Além de ouro em Cavalcante e Aurumina, a Suíte Aurumina hospeda estanho e tântalo na região de Monte Alegre de Goiás e urânio na região de Campos Belos (GO) e Arraias (TO), onde alguns dos depósitos estão espacialmente relacionados à mineralização aurífera. O depósito Buraco do Ouro situa-se na cidade de Cavalcante. Embora a mina tenha sido explorada de forma intermitente por garimpeiros, que trabalharam no minério superficial desde 1740, a exploração subterrânea ocorreu apenas na década de 1970. O depósito é hospedado por muscovita-quartzo milonito hidrotermalizado e está localizado numa zona de cisalhamento E-W...

O uso do ouro popular no norte de Portugal no século XX

Mota, Rosa Maria dos Santos
Fonte: Universidade Católica Portuguesa Publicador: Universidade Católica Portuguesa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em 14/09/2014 POR
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Com este trabalho de investigação pretendemos contribuir com uma visão de conjunto sobre o fenómeno do uso do ouro popular enquanto património material e imaterial, no século XX e no Norte de Portugal. Salientamos a forma como esta realidade se enquadrou nos movimentos sociais e económicos da região, se estabeleceu como um fenómeno duradouro e, com o decorrer das décadas, se transformou numa circunstância quase apenas folclórica. Além dessa centúria considerámos também as últimas décadas do século XIX − porque qualquer realidade surge como complemento e desenvolvimento de um passado no qual se encontra ancorada ─, e as primeiras do século XXI, pois parte da investigação engloba acontecimentos ocorridos nesse período, e que resultam da sua evolução no século anterior. Partindo de uma contextualização geográfica, social e económica do Norte de Portugal, introduzimos as tipologias constituintes do ouro popular e a sua divisão por tipologias e usos, focando as suas características técnicas, formais e decorativas. Abordámos a produção e a comercialização dos adornos áureos, destacando os diversos tipos de ourives. As suas motivações profissionais, assim como os meios, os períodos e as formas de aquisição dos adornos de ouro...

O sinclinal de Ouro Fino: an?lise descritiva e cinem?tica de um segmento do sistema Fund?o, Quadril?tero Ferr?fero, Minas Gerais.

Fonseca, Marco Ant?nio
Fonte: Programa de P?s-Gradua??o em Evolu??o Crustal e Recursos Naturais. Departamento de Geologia. Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto. Publicador: Programa de P?s-Gradua??o em Evolu??o Crustal e Recursos Naturais. Departamento de Geologia. Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto.
Tipo: Dissertação
PT_BR
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O Sinclinal de Ouro Preto, localizado nas quadriculas de Capanema e Rio de Pedras corresponde a uma complexa estrutura, intimamente relacionada a um sistema de falhamentos de express?o regional, o denominado sistema do Fund?o. A analise estrutural, realizada nas seq??ncia aflorantes na ?rea em estudo, permite o grupamento das estruturas tect?nicas em tr?s fam?lias, cada uma das quais corresponde a uma fase deformativa. A fase antiga reconhecida na ?rea em estudo (D1) associa-se um conjunto de estruturas d?ctil-rupteis-falhas, zonas de cisalhamento e dobras, em todas as escalas alem de uma proeminente folia??o, uma xistosidade (que localmente evolui para folia??es miloniticas a protomiloniticas). Toda essa estrutura, bem como a pr?pria estrutura sinclinal propriamente dita, tem como estrutura mestra e envolt?ria, o falhamento do Fund?o. A orienta??o do eixo a cinem?tico, relativo a esta fase, mostra, na por??o meridional da estrutura, valores orientados em torno de ?60-70?. Em ?reas adjacentes ao sul, notadamente no segmento do sistema fund?o compreendido entre a regi?o de Capanema e Timbopeba, estes valores s?o da ordem de 100-110?. Esta varia??o ? atribu?da ? mudan?a de car?ter da falha mestra, de geometria de rampa lateral e sul e sudeste para geometria de rampa frontal...

Estudo do material particulado atmosf?rico proveniente da extra??o e manufatura de pedra-sab?o nos munic?pios de Ouro Preto e Mariana, MG

Proti, Rafaela Soares Costa
Fonte: Programa de P?s-Gradua??o em Evolu??o Crustal e Recursos Naturais. Departamento de Geologia, Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto. Publicador: Programa de P?s-Gradua??o em Evolu??o Crustal e Recursos Naturais. Departamento de Geologia, Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto.
Tipo: Dissertação
PT_BR
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47.053447%
A utiliza??o da pedra-sab?o (esteatito) em Ouro Preto ocorre desde o s?c.XVIII quando passou a ser empregada na ornamenta??o das igrejas e na produ??o artesanal de utens?lios dom?sticos. Ainda hoje ? utilizada como mat?ria-prima para produ??o de objetos decorativos e utilit?rios, constituindo uma importante alternativa econ?mica para a popula??o local, exclu?da do mercado formal de trabalho. O esteatito ? uma rocha metam?rfica de baixa dureza, constitu?da principalmente de talco, um filossilicato de magn?sio hidratado, podendo ocorrer tamb?m clorita, serpentina, antigorita e, ocasionalmente, quartzo, magnetita e pirita. O processo de extra??o da rocha em pedreiras e de produ??o de pe?as artesanais em oficinas submete trabalhadores e artes?os a inala??o de grande quantidade de poeira. Esta exposi??o ocupacional pode levar ao desenvolvimento de pneumoconioses como a talcose ou a talcoasbestose, que s?o doen?as pulmonares decorrentes da inala??o de part?culas respir?veis de talco ou de talco contaminado por fibras de asbesto. A caracteriza??o qu?mica e f?sica do material particulado oriundo destas atividades ? importante para avalia??o dos seus efeitos ? sa?de humana e ao meio ambiente. Com este prop?sito, foram coletadas amostras de poeiras geradas em oficinas de artesanato...

Estudo do material particulado atmosf?rico e metais associados ?s part?culas totais em suspens?o na cidade de Ouro Preto, MG

Magalh?es, Lucas Carl?cio
Fonte: Programa de P?s-Gradua??o em Engenharia Ambiental. PRO?GUA, Pr?-Reitoria de Pesquisa e P?s Gradua??o, Universidade Federal de Ouro Preto. Publicador: Programa de P?s-Gradua??o em Engenharia Ambiental. PRO?GUA, Pr?-Reitoria de Pesquisa e P?s Gradua??o, Universidade Federal de Ouro Preto.
Tipo: Dissertação
PT_BR
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A exposi??o ?s part?culas suspensas no ar e ?s subst?ncias a elas associadas pode causar danos ? sa?de humana, ? flora e ? fauna, ?s edifica??es, de modo particular aos monumentos, dentre outros preju?zos. Portanto, o conhecimento dos seus n?veis no ar atmosf?rico ? importante para o estabelecimento de a??es preventivas. Este trabalho teve por objetivos estudar o material particulado em suspens?o na atmosfera da cidade de Ouro Preto bem como os metais a ele associados, contribuindo dessa forma para a avalia??o da qualidade do ar na cidade. As principais fontes de polui??o atmosf?rica s?o uma f?brica de alum?nio e a emiss?o veicular. Al?m dessas, uma f?brica de ferro-ligas e empresas mineradoras localizadas pr?ximas ? cidade s?o tamb?m potenciais fontes poluidoras. Para a coleta de PTS utilizaram-se dois amostradores de grande volume instalados no centro hist?rico e um terceiro nos limites da cidade. Foram estudadas 180 amostras coletadas entre maio de 2002 e maio de 2003, em per?odos de 24 horas numa freq??ncia de 6 dias. Em 60 das amostras coletadas determinaram-se as concentra??es de 13 metais, utilizando a t?cnica da espectrometria de emiss?o at?mica por plasma indutivamente acoplado (ICP-AES). Quanto aos resultados de PTS, a m?dia geom?trica anual n?o ultrapassou o padr?o secund?rio legal de 60 ?g/m3 em nenhum dos pontos amostrados. Para per?odos de 24 horas...

Distribui??o de merc?rio e ars?nio nos sedimentos da ?rea afetada por garimpo de ouro ? Rio Gualaxo do Norte, Mariana, MG

Rhodes, Valdilene da Penha
Fonte: Programa de P?s-Gradua??o em Evolu??o Crustal e Recursos Naturais. Departamento de Geologia, Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto. Publicador: Programa de P?s-Gradua??o em Evolu??o Crustal e Recursos Naturais. Departamento de Geologia, Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto.
Tipo: Dissertação
PT_BR
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O estado de Minas Gerais, principalmente em ?reas do Quadril?tero Ferr?fero, ? tradicionalmente conhecido por atividades de extra??o mineral como ferro, mangan?s, pedras preciosas e ouro. Essa ?ltima constitui uma importante fonte de elementos tra?o, j? que as associa??es minerais presentes nesses dep?sitos aur?feros s?o ricos em minerais sulfetados principalmente os que cont?m ars?nio (arsenopirita e pirita). Na regi?o do rio Gualaxo do Norte, foco desse estudo, atividades de extra??o de ouro s?o comuns na forma de garimpos. Nesses garimpos utilizam-se desde t?cnicas rudimentares at? equipamentos mais modernos, como dragas e bombas, al?m da utiliza??o do merc?rio para a amalgama??o do ouro. Tal atividade, face ?s suas peculiaridades, implica nas altera??es das condi??es ambientais, com intensidade e diversidade de efeitos, cujos riscos nem sempre se restringem aos limites da ?rea de trabalho. Com o objetivo de avaliar os impactos da minera??o de ouro na qualidade da ?gua e do sedimento no rio Gualaxo do Norte, foram realizadas duas campanhas de amostragens (per?odo seco e per?odo chuvoso). As an?lises inclu?ram determina??o de Hg e As, al?m de outros elementos tra?o e maiores (Al, Ba, Ca, Co, Cr, Cu, Fe, K, Li, Mg, Mn, Na, Ni, P, Sr...

Agenda 21 local: consolidando as bases para o desenvolvimento sustent?vel da minera??o em pequena escala.

Oliveira, Luciano Batista de
Fonte: Programa de P?s-Gradua??o em Engenharia Mineral. Departamento de Engenharia de Minas, Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto. Publicador: Programa de P?s-Gradua??o em Engenharia Mineral. Departamento de Engenharia de Minas, Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto.
Tipo: Dissertação
PT_BR
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A presente disserta??o estuda o processo de implanta??o do Projeto Global da Agenda 21 na hist?rica Ouro Preto, Estado de Minas Gerais, como parte do Programa de Extens?o da Universidade Federal de Ouro Preto. O ciclo do ouro, no Brasil, constituiu a maior produ??o do metal na hist?ria do mundo, fazendo de Ouro Preto a capital do Estado de Minas Gerais e o principal centro econ?mico, pol?tico e cultural da ?poca. Isso porque o ouro extra?do entre 1700 e 1770 era equivalente ? produ??o inteira da Am?rica, da descoberta at? 1850, ou ? metade da produ??o mundial dos s?culos XVI, XVII e XVIII. Portanto a hist?ria da cidade e da regi?o que a circunda est? estritamente ligada ? minera??o, desde a primeira corrida do ouro, na ?ltima d?cada do s?c 17. Mesmo assim, Ouro Preto sofreu revezes econ?micos, ciclo representado pela exaust?o de reservas de ouro no fim do s?culo XVIII, e pela transfer?ncia da capital do Estado para Belo Horizonte, no fim do s?culo XIX. Hoje a cidade, declarada Patrim?nio Cultural da Humanidade pela UNESCO, tem economia muito diversa, cujas bases s?o o turismo, a educa??o (valorizada com a Universidade Federal de Ouro Preto, o Centro Federal de Educa??o Tecnol?gica de Ouro Preto e a Funda??o de Artes de Ouro Preto) e a ind?stria...

Cren?as de auto-efic?cia e motiva??o para matem?tica: um estudo com alunos do ensino fundamental de uma escola p?blica de Ouro Branco - MG

Torisu, Edmilson Minoru
Fonte: Programa de P?s-Gradua??o em Educa??o Matem?tica. Departamento de Matem?tica, Instituto de Ci?ncias Exatas e Biol?gicas, Universidade Federal de Ouro Preto. Publicador: Programa de P?s-Gradua??o em Educa??o Matem?tica. Departamento de Matem?tica, Instituto de Ci?ncias Exatas e Biol?gicas, Universidade Federal de Ouro Preto.
Tipo: Dissertação
PT_BR
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Segundo a Teoria Social Cognitiva, desenvolvida por Albert Bandura a partir da d?cada de 1950, as cren?as de autoefic?cia possuem um papel crucial na forma como as pessoas se envolvem com uma tarefa. No caso da Matem?tica, a literatura tem evidenciado como alunos que n?o possuem cren?as robustas acerca de sua pr?pria capacidade para aprender essa disciplina, tendem a n?o se perceberem capazes de realizar as tarefas e a apresentar maior dificuldade para adquirir e aplicar conceitos matem?ticos, principalmente em situa??es de avalia??o. No presente estudo, procurou-se verificar as contribui??es que um trabalho extraclasse de acompanhamento de alunos do nono ano, fundamentado nesse referencial te?rico, poderia trazer para o desenvolvimento das cren?as de autoefic?cia dos participantes e para sua motiva??o para aprender Matem?tica. Participaram da pesquisa doze alunos do nono ano de uma escola p?blica municipal da cidade de Ouro Branco (MG). O acompanhamento envolveu a realiza??o de sess?es extraclasse ao longo de aproximadamente quatro meses nas quais se procurou tratar dos conte?dos matem?ticos estudados nas aulas regulares de modo criativo e envolvendo uma gradua??o quanto ao n?vel de dificuldade das tarefas. Al?m disso, buscou-se construir uma intera??o professor-aluno e aluno-aluno que incentivasse o di?logo e a discuss?o acerca do ensino e da aprendizagem desses conceitos...

Alternativas de concep??o e gest?o de sistemas de abastecimento de ?gua de cidades que utilizam v?rios mananciais: caso Ouro Preto ? MG.

Paulino, Margareth Peret
Fonte: Programa de P?s-Gradua??o em Engenharia Ambiental. PRO?GUA, Pr?-Reitoria de Pesquisa e P?s Gradua??o, Universidade Federal de Ouro Preto. Publicador: Programa de P?s-Gradua??o em Engenharia Ambiental. PRO?GUA, Pr?-Reitoria de Pesquisa e P?s Gradua??o, Universidade Federal de Ouro Preto.
Tipo: Dissertação
PT_BR
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Antes de ser um trabalho de inova??o em pesquisa cient?fica e tecnol?gica este trabalho visou realizar um resgate de informa??es sobre o sistema de abastecimento de ?gua da cidade de Ouro Preto ? MG , Patrim?nio Art?stico, Hist?rico e Cultural da Humanidade e avaliar o seu estado geral nos dias de hoje . Muitas das informa??es obtidas encontram-se somente na ?Mem?ria Viva?, sem qualquer tipo de documenta??o t?cnica comprobat?ria e, em outros casos, em arquivos localizados em acervos t?cnicos de outras cidades como Belo Horizonte e Petr?polis e que precisam ser devolvidos ?s suas origens. Por esse motivo esse trabalho tomou um cunho investigativo com a finalidade de resgatar, a tempo, informa??es essenciais que permitam tomadas de decis?es no sentido de aprimorar o sistema de gest?o e gerenciamento do abastecimento de ?gua da cidade, constitu?do de m?ltiplos mananciais. A falta de uma gest?o e gerenciamento adequados do sistema provoca graves problemas como: consumo exagerado de ?gua (cerca de 385 l/hab.dia), causado por desperd?cios e perdas ao longo da rede de distribui??o, falta de qualidade do produto final, aus?ncia total da consci?ncia ambiental de que a ?gua doce ? um recurso finito e que precisa ser preservado e ainda altos custos de opera??o e manuten??o do sistema. Como agravante...

Lúcio Costa em Ouro Preto: A invenção de uma "cidade barroca"

Barel Filho, Ezequiel
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Este trabalho propõe-se investigar mais a fundo o momento em que os temas “Lúcio Costa”, “Ouro Preto” e “Sphan” reuniram-se numa mesma conjuntura histórica: as décadas de 1930 a 1970, momento definidor das práticas preservacionistas no Brasil. Ao estudar tais assuntos, procura-se analisar a atuação do Sphan e, principalmente, de Lúcio Costa (principal teórico da instituição) em Ouro Preto, cidade que se tornou o símbolo da nacionalidade brasileira e paradigma para a política de preservação do património arquitetónico no Brasil. Procuramos entender a criação do Sphan, instituição responsável pela eleição dos patrimónios nacionais do Brasil, a atuação de Lúcio Costa como um de seus principais teóricos e as intervenções ocorridas em Ouro Preto, como produtos de um determinado contexto histórico em que diversos grupos, cada qual com uma proposta distinta para a Nação, lutavam entre si pela hegemonia. Compreendendo este contexto, procuramos mostrar que a atuação do Sphan e de Lúcio Costa em Ouro Preto, através dos tombamentos, reformas, restauros e demolições, contribuíram para reafirmar a cidade de Ouro Preto e o “barroco mineiro” como génese da cultura brasileira. Assim como, permitiu à arquitetura moderna...

Mineração do ouro no período colonial: alterações paisagísticas antrópicas na serra de Ouro Preto, Minas Gerais

Sobreira, Frederico; Universidade Federal de Ouro Preto
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 26/09/2014 POR
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A descoberta do ouro nas cabeceiras da bacia do ribeirão do Carmo em fins do século XVII provocou um processo migratório na província de Minas Gerais e o surgimento de vários povoados, que originaram posteriormente as vilas que hoje são as cidades de Ouro Preto e Mariana. As atividades de mineração ocorreram tanto no leito dos cursos de água como nas vertentes da serra de Ouro Preto e no interior dos maciços, neste caso por trabalhos subterrâneos. Entre os processos utilizados, o desmonte manual ou hidráulico dos depósitos de vertentes e do substrato mais friável foi o procedimento que deixou os vestígios mais marcantes das atividades mineiras, representados por grandes áreas escavadas e totalmente modificadas em relação à sua morfologia e estabilidade originais. Os principais sítios destas atividades, pela extensão e volume de material mobilizado, estão nas vertentes da serra nos atuais limites a norte da área urbana de Ouro Preto, já parcialmente ocupada pela malha urbana, e nas encostas e topos a montante da área urbana do distrito de Passagem de Mariana (Mariana), cobrindo uma área total de cerca de 300 hectares. Estas áreas foram delimitadas e caracterizadas como áreas de erosão tecnogênica, sendo possível em alguns locais a reconstituição da paisagem original a partir de testemunhos topográficos e a estimativa do volume de material retirado. Porém...

O turismo em Ouro Preto - Minas Gerais, Brasil - na perspectiva dos moradores

Machado, Simone Fernandes; Universidade Federal de Ouro Preto; Alves, Kerley dos Santos; Universidade Federal de Ouro Preto
Fonte: Departamento de Turismo (DETUR - UFPR) Publicador: Departamento de Turismo (DETUR - UFPR)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado por pares; entrevista controlada Formato: application/pdf
Publicado em 25/08/2013 POR
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Este trabalho objetivou conhecer a percepção dos moradores da cidade de Ouro Preto - Minas Gerais, Brasil, acerca da conversão de seu lugar de morada em destino turístico. Teve como ponto de referência o Centro Histórico do município de Ouro Preto, o qual possui 12 distritos, além da sede, e foi palco de vários acontecimentos que marcaram a história brasileira, atraindo a preferência dos turistas - nacionais e internacionais - que buscam conhecer a história, a cultura e a religiosidade mineiras. A metodologia da pesquisa envolveu entrevista direta, aleatória, por conveniência, e aplicação de 100 questionários junto a moradores em bairros localizados no entorno da Praça Tiradentes, local onde estão localizados os atrativos turísticos que apresentam maior fluxo de visitaçãoem Ouro Preto, tais como o Museu da Inconfidência, o Museu do Oratório e o Museu da Escola de Minas, visando, assim, avaliar os impactos resultantes da atividade turística na perspectiva dos moradores e o nível de aceitação dos mesmos quanto à presença dos turistas. Nos resultados, verificou-se que há boa aceitação dos turistas por parte dos moradores; porém, constatou-se a ausência de planejamento adequado que promova o desenvolvimento de medidas que amenizem os impactos negativos causados pela visitação turística em 2012.

Os espaços da hospitalidade e as representações da mineiridade nas repúblicas estudantis de Ouro Preto (MG) = The spaces of the hospitality and the representations of the mineirdade at the student republics of Ouro Preto (MG); The spaces of the hospitality and the representations of the mineirdade at the student republics of Ouro Preto (MG)

Silva, Giordana Priscila Costa; Universidade Federal de Ouro Preto; Brusadin, Leandro Benedini; Universidade Federal de Ouro Preto
Fonte: Revista Cenário Publicador: Revista Cenário
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 18/09/2014 POR
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O entendimento dos espaços de hospitalidade apreendidos como forma de acolhimento territorial e temporal na cidade, na casa ou nos meios de hospedagem pode auxiliar na compreensão das trocas sociais. Este estudo é resultado de uma pesquisa vinculada as práticas e as representações da mineiridade nas repúblicas estudantis da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Objetivou-se compreender as dimensões do acolhimento sob os âmbitos doméstico e comercial postulados entre o “anfitrião-morador” e o “turista-hóspede”. A pesquisa quali- quantitativa se deu por meio da aplicação de questionário estruturado, em amostragem aleatória e não probabilística, aos turistas que se hospedaram nessas repúblicas. Os resultados indicaram pontos dinâmicos dessa hospitalidade expostos em uma análise SWOT. Conclui-se que existe nesse espaço uma prática comercial hospitaleira, o qual se utiliza do aparato doméstico da tradição republicana da UFOP e da cultura mineira em uma troca social de dádiva.; Understanding the areas of hospitality seized as a form of spatial and temporal host in the city, in the house or in the lodging facilities can assist in understanding of social exchanges. This study is the result of a survey regarding the areas of hospitality and the representation of the mineiridade at the student republics of the Federal University of Ouro Preto (UFOP). This study aimed to understand the dimensions of the host in the domestic and commercial areas postulates between the “host-resident” and “tourist-guest”. The quantitative method was through the application of a structured questionnaire in a random sampling and non-probability...