Página 1 dos resultados de 15 itens digitais encontrados em 0.022 segundos

Venous circulation in glaucoma

Pinto, Luís Abegão, 1981-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2012 ENG
Relevância na Pesquisa
29.593943%
Tese de doutoramento, Medicina (Oftalmologia), Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina, 2012; A pulsatilidade venosa espontânea (SVP) da veia central da retina (CRV) é um sinal oftalmológico conhecido há mais de um século. Apesar da sua utilidade ser já reconhecida em várias doenças do foro neurológico e oftalmológico, trabalhos recentes têm sugerido que poderá também ter relevância em doentes com glaucoma. Os mecanismos envolvidos na formação deste sinal não são consensuais, existindo várias teorias sobre a sua génese. Esta ausência de consensos tem levado a várias hipóteses sobre o porquê da baixa frequência desta SVP em doentes com glaucoma (glaucoma primário de ângulo aberto – POAG) quando comparados com a população em geral. O nosso estudo prospectivo, caso-controlo apresenta a maior série publicada sobre o tema, incluindo o uso de tecnologias e variáveis ainda não estudadas neste contexto. Mais ainda, pela primeira vez foram estudados doentes em que a componente vascular terá um componente significativo na patogénese e evolução da doença (doentes com glaucoma normotensional – NTG). O nosso trabalho confirmou a diminuição significativa na identificação da SVP quer em doentes POAG (50%)...

Oclusão da artéria central da retina e oxigenoterapia hiperbárica: a propósito de um caso clínico

Pina, S; Cavalheiro, D; Silva, F; Pereira, C; Santos, MJ; Pires, G; Teixeira, S
Fonte: Pan-American Association of Ophthalmology Publicador: Pan-American Association of Ophthalmology
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2011 POR
Relevância na Pesquisa
60.72743%
Introdução: A Oclusão da Artéria Central da Retina (OACR) constituí uma causa de diminuição súbita, indolor e profunda da acuidade visual. É uma emergência oftalmológica, no entanto, as opções terapêuticas são limitadas. A oxigenoterapia hiperbárica (OH) surge como uma opção terapêutica quando iniciada precocemente. Objectivo: Avaliar o resultado do tratamento de um doente com OACR submetido a oxigenoterapia hiperbárica (OH) instituída nas primeiras 24 horas. Metodos: Descrição de um caso clínico Doente, sexo feminino, 75 anos, com antecedentes pessoais de HTA e hipercolesterolémia, surge no serviço de urgência com quadro de OACR do OE com cerca de 4h de evolução, apresentando à entrada AV OD-0,5 (catarata nuclear) e OE-MM. Foi instituído de imediato tratamento com massagem ocular com lente de 3 espelhos e acetazolamida oral, tendo sido referenciada ao centro de Medicina Hiperbárica do Hospital da Marinha em Lisboa para início de OH. A primeira de 36 sessões teve início às 24h de evolução. Como exames complementares realizou Retinografia, Angiografia Fluoresceínica (AF) e OCT macular (à entrada e após término das 36 sessões), bem como estudo analítico e imagiológico para avaliação de patologia cardiovascular associada. A doente foi referenciada para consulta de Medicina Interna. Resultados: Apresentam-se os resultados funcionais e estruturais oftalmológicos na altura da apresentação...

Oclusão isolada da artéria ciliorretiniana

Amaral, Cláudia Sofia Pimentel
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2013 POR
Relevância na Pesquisa
61.756113%
Uma Oclusão é um bloqueio que ocorre em vasos sanguíneos devido a: resíduos na corrente sanguínea, a inflamação ou pressão sanguínea elevada. Na presença de êmbolos em circulação, o pequeno calibre dos vasos propícia o seu alojamento, provocando Oclusão da Artéria Central da Retina (CRAO). A artéria cicliorretiniana, quando presente, contribui adicionalmente para o fornecimento de sangue para a região macular, podendo assim resultar na preservação da mácula e por conseguinte da visão central. Deste modo, mesmo havendo CRAO é possível que a visão seja pouco afetada na presença de uma artéria ciliorretiniana. A oclusão das artérias ciliorretinianas pode ocorrer de diversas formas: isoladamente, situação rara e objecto do caso clinico descrito neste trabalho; em combinação com a oclusão da veia central da retina; ou no contexto da Neuropatia Ótica Isquémica Anterior (NOIA). É importante salientar que qualquer tipo de oclusão arterial deve ser considerado como uma situação de verdadeira emergência oftalmológica dado que 105 minutos de isquemia da retina são o suficiente para provocar um lesão irreversível levando à perda permanente da visão. Existem, no entanto, métodos para diminuir as hipóteses de ocorrência de uma oclusão...

Oclusão venosa da retina : oclusão da veia central da retina

Lopes, Maria Inês Valadinha Mendes
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2013 POR
Relevância na Pesquisa
61.34768%
A oclusão da veia central da retina é uma patologia ocular que provoca bloqueio da circulação sanguínea retiniana causada por obstrução da veia central da retina ou, consequentemente, dos seus ramos. Esta, subdivide-se em: isquémica ou não-isquémica, dependendo do grau de oclusão da veia, sendo a primeira a mais alarmante. A oclusão pode ocorrer em torno de toda a área vascularizada da retina, desde a artéria central da retina á veia central da retina, sendo que a localização da oclusão permite enquadrar esta patologia num quadro clínico específico e característico. Esta patologia é muito característica de determinadas doenças pré-existentes que proporcionam o desenvolvimento de alterações vasculares. Quando as doenças interagem com a organização celular das estruturas das veias e artérias podem provocar o rompimento desta barreira e levar ao derrame dos líquidos internos. Esses líquidos ao serem absorvidos pelos tecidos em redor provocam um inchaço dessas camadas evoluindo para um edema generalizado com lesões permanentes. A perda repentina de visão unilateral é o principal sintoma que o paciente apresenta, e assim que detetada essa falta o paciente deve dirigir-se ou ser reencaminhado para um oftalmologista com caracter de urgência. É importante salientar que nem sempre esta perda é reversível...

Síndrome ocular isquêmica secundária à arterite de Takayasu: relato de caso

Vale,Marcos Antonio Barbosa do; Brito,Patrícia; Ribeiro,Marco Polo; Bulhões,Maria Amélia
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
Relevância na Pesquisa
38.656152%
A síndrome ocular isquêmica representa manifestação da hipoperfusão crônica do suprimento arterial ocular. A arterite de Takayasu caracteriza-se pelo acometimento de grandes vasos, com graus variáveis de obstrução, geralmente ramos da aorta. O objetivo deste trabalho é relatar um caso de síndrome ocular isquêmica secundário à arterite de Takayasu. O exame da angiografia fluoresceínica digital evidenciou presença de sinais de hipoperfusão coriorretiniana e shunts arteriovenosos, e a arteriografia mostrou sinais de diminuição acentuada do fluxo sangüíneo de ambas as carótidas, direita e esquerda, acima de 90%.

Oclusão de ramo da veia central da retina

Rosa,Alexandre Antonio Marques
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 PT
Relevância na Pesquisa
49.738164%
As oclusões venosas retinianas são a segunda causa mais comum de doenças vasculares da retina, atrás apenas da retinopatia diabética. A obstrução venosa de ramo é definida como a oclusão focal de uma veia retiniana em nível de um cruzamento arteriovenoso, no qual a artéria passa anteriormente à veia. Serão revisto o estudo multicêntrico sobre o tratamento com fotocoagulação a "laser" para esta doença, bem como abordadas as novas terapêuticas cirúrgicas propostas.

Oclusão artério-venosa da retina após bloqueio retrobulbar: relato de dois casos

Torres,Rogil José de Almeida; Luchini,Andréa; Weis,Wilma; Frecceiro,Paulo Roberto; Casella,Marcelo
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
Relevância na Pesquisa
59.896445%
São descritos dois casos de oclusão artério-venosa da retina após cirurgia intra-ocular. As duas pacientes foram submetidas à anestesia peribulbar. Devido à sensação dolorosa e à mobilidade ocular foi necessário a realização de bloqueio retrobulbar. Ao final da cirurgia, ambas receberam injeção subconjuntival de gentamicina associada à dexametasona. No primeiro dia pós-cirúrgico as pacientes apresentaram arreflexia pupilar e acuidade visual de percepção luminosa, sendo referidas para nosso serviço. A confirmação do diagnóstico de oclusão vascular retiniana mista foi feito por meio do exame de retinografia fluorescente. As pacientes não manifestaram, em nenhum momento, alterações neurológicas, porém a perda visual foi grave e permanente. Por meio da descrição cirúrgica, da história clínica e dos achados oftalmoscópicos e angiográficos discutem-se as possíveis causas desta grave lesão vascular retiniana, dando ênfase à presumida injeção de anestésico na bainha do nervo óptico durante o bloqueio retrobulbar. Ao mesmo tempo, abordam-se medidas preventivas para evitar tal complicação.

Oclusão da artéria central da retina secundária a cineangiocoronariografia via artéria braquial: relato de caso

Nakashima,Augusto; Negretto,Alan Diego; Rosa,Alexandre Antonio Marques; Nakashima,Yoshitaka; Nasser,Luciano Sólia
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 PT
Relevância na Pesquisa
60.47195%
Os autores relatam o caso de um paciente com insuficiência coronariana que desenvolveu quadro de oclusão de artéria central da retina após ser submetido a cateterização cardíaca por via braquial e realização de cineangiocoronariografia. Este procedimento pode desencadear fenômenos embólicos oculares consistentes com o quadro descrito.

Síndrome do anticorpo antifosfolípide causando oclusão bilateral de artérias e veias centrais da retina: relato de caso

Beckhauser,Ana Paula; Arana,Luís Augusto; Skare,Thelma Larocca
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2008 PT
Relevância na Pesquisa
50.042817%
A síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAF) tem sido associada a trombose de vasos arteriais e periféricos e de grande ou pequeno calibre. Também os vasos oculares estão sujeitos à ação destes auto-anticorpos que podem promover o aparecimento de perda visual transitória, diplopia, neuropatia óptica isquêmica e oclusão de artéria ou veia da retina. É descrito aqui, um caso de síndrome do anticorpo antifosfolípide com oclusão de vasos centrais arteriais e venosos da retina no intuito de chamar a atenção para este tipo de diagnóstico.

Diagnóstico clínico diferencial entre oclusão da artéria carótida interna e da artéria cerebral média

Melaragno,Roberto; Sanvito,Wilson Luíz; Cinelli Junior,Mario; Cordeiro,Anoi Castro
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1971 PT
Relevância na Pesquisa
50.72366%
Foi feito um estudo comparativo entre o quadro clínico inicial de 61 casos de oclusão da artéria carótida interna e o de 23 casos de oclusão da artéria cerebral média, diagnosticados pela angiografia cerebral e/ou pela necropsia em pacientes submetidos ou não à cirurgia vascular. Os autores comparam a idade dos pacientes, o sexo, o modo de início da afecção, a existência ou não de convulsões e/ou cefaléias, a ocorrência do acidente cerebral durante o sono ou em vigília, a existência de ictos prévios, os níveis de pressão arterial, o grau de consciência, a força muscular, os achados eletrencefalográficos, a palpação e ausculta das carótidas em nível cervical. Os resultados são demonstrados em índices percentuais, pelos quais os autores inferem que não há significância estatística nesses elementos com três exceções: a maior ocorrência de convulsões nas oclusões da artéria cerebral média em relação às da carótida, a oftalmodinamometria e a sintomatologia carotídea cervical. A oftalmodinamometria revela valores significantemente menores nas pressões da artéria central da retina, no mesmo lado da trombose da carótida em 70,0% dos casos, enquanto que medidas normais e simétricas verificaram-se em todos os casos de oclusão da artéria cerebral média em que o exame foi realizado. No que concerne a sinais arteriais no pescoço...

Oclusão de artéria central da retina associada ao forame oval patente

Tavares,Patrícia Regina de Pinho; Oliveira,Mariana Rezende de; Diniz,Eduardo de Castro Miranda; Agostini,Rafael Mourão; Aguiar,Daniela Vieira de
Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia Publicador: Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2014 EN
Relevância na Pesquisa
39.38632%
Oclusão da artéria central da retina é uma doença comumente encontrada em pacientes idosos, mas pode também ser vista em crianças e adultos jovens. Nestes, as principais causas são anomalias cardíacas, sendo o forame oval patente o mais observado. O objetivo do trabalho é relatar o caso de um paciente jovem com oclusão da artéria central da retina apresentando persistência de forame oval e, também, salientar a importância de uma propedêutica detalhada nos casos de oclusões vasculares da retina.

Oclusão arteriolar retiniana e a oxigenoterapia hiperbárica

Pereira, C; Pina, S; Azevedo, AR; Silva, I; Franco, M; Filipe, H; Cavalheiro, D; Guerreiro, F
Fonte: Sociedade Portuguesa de Oftalmologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2014 POR
Relevância na Pesquisa
60.99297%
Introdução: A oxigenoterapia hiperbárica (OTHB) consiste na administração de uma fracção inspirada de oxigénio próximo de 100%, num ambiente com uma pressão superior (2,5 atm) a pressão atmosférica a nível do mar. este aumento de pressão irá resultar num aumento da pressão arterial e tecidular de oxigénio, em que o volume de oxigénio dissolvido e transportado pelo plasma, aumenta mais de 22 vezes, o que estará na base da maioria dos efeitos fisiológicos e terapêuticos do oxigénio hiperbárico. O principio de actuação da OTHB na oclusão arteriolar retiniana é o aumento de oxigénio ligado à hemoglobina e fundamentalmente no plasma, com consequentemente aumento da concentração de oxigénio no território vascular da coroideia. De acordo com as recomendações baseadas na evidência cientifica emitidas pelo European Committee for Hyperbaric Medicine (ECHM) as doenças oftalmológicas isquémicas agudas têm uma medicação de tipo III-opcional. Objectivos: Avaliar os resultados funcionais e estruturais em doentes com oclusão arteriolar retiniana tratados co OTHB. Métodos: Os autores apresentam os resultados funcionais e estruturais de três doentes submetidos a esta terapêutica, no contexto de oclusão da artéria central da retina (doente 1) da artéria cilio-retiniana (doente 2) e de ramo da artéria central da retina (doente 3). Os casos foram documentados com retinografia e tomografia de coerência óptica de forma seriada. Resultados: Nos casos clínicos apresentados...

Obstrução arterial retiniana periférica associada com hiper-homocisteinemia: relato de caso; Peripheral retinal arterial obstruction associated with hyperhomocysteinemia: case report

MISAWA, Alexandre Kazuo; SUZUKI, Hisashi; MAIA JÚNIOR, Otacílio de Oliveira; BONANOMI, Maria Teresa Brizzi Chizzotti; MELO, Carlos Sérgio Nascimento de
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
Relevância na Pesquisa
49.449917%
A hiperhomocisteinemia é fator de risco para fenômenos trombo-embólicos retinianos associados a quadro de oclusão vascular venosa e arterial. Descrevemos um paciente com obstrução arterial retiniana periférica, sem sinais de vasculite ativa, associada a proliferação de neovasos com tração vítreo-retiniana e hemorragia vítrea recidivante. O alto nível sérico de homocisteína decorrente de deficiência de vitamina B12 e ácido fólico, sem outras alterações na cascata da coagulação, inclusive com a pesquisa do fator V de Leiden, sugere que a hiper-homocisteinemia esteja diretamente ligada como fator causal deste quadro clínico. Embora apresentasse PPD elevado, o diagnóstico diferencial mais importante de doença de Eales foi menos considerado por ser diagnóstico de exclusão. O controle do quadro clínico foi feito com suplemento de vitaminas (B12 e ácido fólico) e fotocoagulação retiniana periférica. A homocisteína plasmática total deve ser dosada em pacientes com obstrução vascular retiniana, já que a hiper-homocisteinemia é fator de risco modificável e de fácil tratamento por meio de dieta ou suplementação vitamínica.; Hyperhomocysteinemia is a risk factor for thromboembolic events of the retina associated with vascular venous or arterial occlusion. We describe a patient with occlusion of the peripheral arteriolar network without active vasculitis...

Oclusão isolada da artéria ciliorretiniana

Amaral, Cláudia Sofia Pimentel
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2013 POR
Relevância na Pesquisa
61.756113%
Uma Oclusão é um bloqueio que ocorre em vasos sanguíneos devido a: resíduos na corrente sanguínea, a inflamação ou pressão sanguínea elevada. Na presença de êmbolos em circulação, o pequeno calibre dos vasos propícia o seu alojamento, provocando Oclusão da Artéria Central da Retina (CRAO). A artéria cicliorretiniana, quando presente, contribui adicionalmente para o fornecimento de sangue para a região macular, podendo assim resultar na preservação da mácula e por conseguinte da visão central. Deste modo, mesmo havendo CRAO é possível que a visão seja pouco afetada na presença de uma artéria ciliorretiniana. A oclusão das artérias ciliorretinianas pode ocorrer de diversas formas: isoladamente, situação rara e objecto do caso clinico descrito neste trabalho; em combinação com a oclusão da veia central da retina; ou no contexto da Neuropatia Ótica Isquémica Anterior (NOIA). É importante salientar que qualquer tipo de oclusão arterial deve ser considerado como uma situação de verdadeira emergência oftalmológica dado que 105 minutos de isquemia da retina são o suficiente para provocar um lesão irreversível levando à perda permanente da visão. Existem, no entanto, métodos para diminuir as hipóteses de ocorrência de uma oclusão...

Oclusão venosa da retina : oclusão da veia central da retina

Lopes, Maria Inês Valadinha Mendes
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2013 POR
Relevância na Pesquisa
61.34768%
A oclusão da veia central da retina é uma patologia ocular que provoca bloqueio da circulação sanguínea retiniana causada por obstrução da veia central da retina ou, consequentemente, dos seus ramos. Esta, subdivide-se em: isquémica ou não-isquémica, dependendo do grau de oclusão da veia, sendo a primeira a mais alarmante. A oclusão pode ocorrer em torno de toda a área vascularizada da retina, desde a artéria central da retina á veia central da retina, sendo que a localização da oclusão permite enquadrar esta patologia num quadro clínico específico e característico. Esta patologia é muito característica de determinadas doenças pré-existentes que proporcionam o desenvolvimento de alterações vasculares. Quando as doenças interagem com a organização celular das estruturas das veias e artérias podem provocar o rompimento desta barreira e levar ao derrame dos líquidos internos. Esses líquidos ao serem absorvidos pelos tecidos em redor provocam um inchaço dessas camadas evoluindo para um edema generalizado com lesões permanentes. A perda repentina de visão unilateral é o principal sintoma que o paciente apresenta, e assim que detetada essa falta o paciente deve dirigir-se ou ser reencaminhado para um oftalmologista com caracter de urgência. É importante salientar que nem sempre esta perda é reversível...