Página 1 dos resultados de 131 itens digitais encontrados em 0.002 segundos

Lesão por esmagamento do nervo isquiático de ratos: estudo da vascularização; Crush injury of the rat sciatic nerve: vascularization study.

Pachioni, Celia Aparecida Stellutti
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/05/2006 PT
Relevância na Pesquisa
69.687285%
Este trabalho teve como objetivo estudar as alterações microvasculares intraneurais agudas em nervo isquiático de rato submetido à esmagamento por diferentes cargas. Foram utilizados sessenta ratos machos da linhagem Wistar, distribuídos em dois grupos experimentais de acordo com o protocolo de injeção de vasos e subdivididos de acordo com a carga de esmagamento. Os nervos isquiáticos direitos de cada grupo experimental foram isolados e submetidos ao esmagamento com diferentes cargas (0,5 Kg, 1 Kg, 5 Kg, 10 kg e 15 kg) por 10 minutos e os nervos isquiáticos esquerdos foram utilizados como controle. Após o esmagamento, 30 animais foram submetidos ao Protocolo I, que constou de: cateterização da aorta abdominal, perfusão manual da solução composta de tinta da China e gelatina 5% em formol 10%, dissecação e retirada dos nervos direitos e esquerdos, desidratação e diafanização para análise longitudinal dos vasos intraneurais. Os outros trinta animais foram submetidos ao Protocolo II, que constou de: cateterização da aorta abdominal e perfundidos com solução composta de tinta da China e gelatina 5% em soro fisiológico e, após, mantidos em freezer -20°C por uma hora. Em seguida os nervos foram dissecados e retirados em toda a sua extensão...

Contribuição ao estudo anátomo-cirúrgico da relação topográfica do nervo isquiático com a articulação coxofemoral de cães para as intervenções operatórias de artroplastia total do quadril; An anatomic and surgical study contribution to the dog´s ischiatic nerve and hip joint topographic relation for the total hip replacement procedures

Elia, Walter Mario Cristiam
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/12/2010 PT
Relevância na Pesquisa
70.077896%
A verificação do trajeto do nervo isquiático por meio da dissecação da articulação coxofemoral de cadáveres da espécie canina, e a sintopia destas estruturas, tem relevância em ser pesquisada na medida em que tal relação neuroarticular pode estar envolvida nos casos de neuropraxia durante as intervenções cirúrgicas de artroplastia total do quadril de cães. O escopo do estudo foi o de apresentar uma contribuição aos cirurgiões em prendizado na implantação das próteses acetabular e femoral, para que possam compreender as relações anátomo-cirúrgicas entre a articulação coxofemoral e o nervo isquiático, e com a finalidade de potencializar positivamente o resultado do pós-operatório imediato dos cães. Foram utilizadas 20 articulações coxofemorais provenientes de 10 cadáveres de cães, com raças definidas ou SRD, machos ou fêmeas, com peso variável, sempre acima de 20 quilogramas, sem alterações macro-morfológicas nas referidas articulações, e dissecadas por técnica clássica. Realizou-se manobras de abdução articular para a obtenção de luxação articular, além da retração caudal do fêmur proximal, à semelhança do que ocorre no transcorrer da aplicação da técnica operatória de colocação da prótese total de quadril. A dissecação cirúrgica das estruturas estudadas revelou um aumento considerável de contato entre o nervo isquiático e a articulação coxofemoral durante as manobras de abdução articular em aproximadamente 90º...

Análise da expressão de neurotrofinas durante a regeneração de nervo periférico de rato por enxerto venoso; Analysis of the expression of neurotrophins during regeneration of peripheral nerves in rats with vein graft

Ahmed, Farooque Jamaluddin
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/02/2013 PT
Relevância na Pesquisa
59.856904%
Análise da expressão de neurotrofinas durante a regeneração de nervo periférico de rato por enxerto venoso Enxertos de veias têm sido empregados para preencher lacunas em nervos periféricos transeccionados para melhor recuperação funcional. No entanto, vários inconvenientes, como a constrição do enxerto secundário foram observados. Uma nova alternativa para esta técnica foi desenvolvida. Simplesmente invertendo a veia de dentro para fora, chamado do Inside- out vein graft. As neurotrofinas são uma família de fatores neurotróficos conhecidos por desempenhar um papel significativo na regeneração de nervos periféricos. A família da neurotrofina é constituído por fator de crescimento nervoso (NGF), fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), Neurotrofina-3 (NT-3) e Neurotrofina-4 (NT-4). No campo da neurobiologia, vários autores têm utilizado a técnica de PCR a fim de obter mais informações sobre os nervos regenerados. Neste estudo, foi utilizada a técnica de biologia molecular para explorar o papel e o nível das neurotrofinas durante a regeneração de nervos periféricos com enxerto de veia. O nervo isquiático de ratos foi seccionado e reparado com enxerto de veia invertida (IOVG) e técnicas de enxerto de veia padrão (SVG). No grupo controle...

Estudo comparativo de parâmetros oxidativos em regiões encefálicas de ratos e rãs em estado basal e após a secção do nervo isquiático

Scheid, Taina
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
59.856904%
Diferentes modelos experimentais podem ser empregados no estudo da injúria às fibras nervosas periféricas, sendo este um modelo de dor neuropática. Inúmeros estudos vêm relatando a participação de espécies reativas de oxigênio (EROs) no processamento da informação nociceptiva e na perpetuação de anormalidades decorrentes da secção nervosa periférica (Kim et al, 2004; Gao et al, 2007). A informação nociceptiva percorre desde centros de processamento espinais até as regiões mais superiores do neuroeixo, incluindo o córtex cerebral. Neste sentido, alguns pesquisadores observaram que a axotomia periférica promove alterações em regiões supraespinais (Pankova, 2009; Taschibana et al, 2008). Porém são escassos ou mesmo inexistentes os trabalhos que avaliam o envolvimento das espécies reativas e das defesas antioxidantes neste modelo experimental, nas regiões encefálicas e, especialmente, em distintas espécies animais, o que proporcionaria uma abordagem comparativa. Assim, este trabalho avaliou parâmetros de estresse oxidativo e defesas antioxidantes em regiões encefálicas de duas espécies distintas de vertebrados, rãs e ratos, em condições basais e após a secção do nervo isquiático. Para tanto se empregaram ratos Wistar e rãs Rana catesbeiana...

Efeito do tratamento com N-acetilcisteína sobre parâmetros nociceptivo e de estresse oxidativo e nitrosativo em medula espinal de ratos com constrição no nervo isquiático

Horst, Andréa
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
59.78577%
Estudos mostram o envolvimento das espécies reativas de oxigênio (EROs) nos distintos tipos de dor, porém ainda se desconhece o papel efetivo dessas espécies no sistema nervoso central (SNC). Um modelo para o estudo da dor neuropática (dor originada como consequência direta de uma lesão ou doença afetando o sistema somatossensorial, em seus elementos periféricos ou no SNC) é a constrição nervosa periférica. Nesta condição um quadro de estresse oxidativo é estabelecido no local da lesão. A administração de N-acetilcisteína (NAC) tem efeito analgésico nesses animais, o qual parece resultar do papel antioxidante dessa molécula no local da lesão. Como a NAC atravessa a barreira hematencefálica, a hipótese do presente estudo foi que o efeito analgésico dessa molécula também envolveria ação no SNC. Assim, este trabalho avaliou os efeitos temporais da administração intraperitoneal de NAC, na dose de 150 mg/kg/dia, sobre parâmetros nociceptivo e de estresse oxidativo e nitrosativo em medula espinal de ratos com constrição no nervo isquiático direito. Como controle foi utilizado administração de solução salina nas mesmas condições. O projeto que antecedeu o presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética no uso de animais da UFRGS (número de protocolo: 19037). Para a realização desse estudo 72 ratos Wistar machos...

Efeitos do treinamento físico sobre a regeneração do nervo isquiático no diabetes experimental

Sarzenski, Tais Malysz
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
60.2076%
O objetivo deste estudo foi descrever os efeitos do treinamento físico sobre a regeneração nervosa periférica no diabetes experimental. Ratos Wistar machos foram aleatoriamente distribuídos nos grupos não-diabético (ND; n=6), não-diabético treinado (NDT; n=6), não-diabético com lesão isquiática por esmagamento (NDE; n=6), não-diabético com lesão isquiática por esmagamento e treinado (NDET; n=6), diabético (D; n=6), diabético treinado (DT; n=8), diabético com lesão isquiática por esmagamento (DE; n=9) ou diabético com lesão isquiática por esmagamento e treinado (DET; n=7). O diabetes foi induzido pela injeção intravenosa de estreptozotocina (50 mg/kg) e o treinamento na esteira ergométrica (2X ao dia, 5 dias/semana/10 semanas) foi iniciado 4 semanas após o esmagamento cirúrgico do nervo isquiático direito. Semanalmente após o procedimento cirúrgico a recuperação funcional da marcha foi monitorada através do índice de funcionalidade no nervo isquiático (IFI). Testes de esforço máximo foram realizados para cada rato antes (TEM 1), durante (TEM 2) e após o término do protocolo de treinamento físico (TEM 3). A glicemia capilar e o peso corporal foram monitorados desde o início até o final do protocolo experimental. Os animais foram mortos e porções do nervo isquiático (segmento proximal e segmento distal à lesão) e do músculo sóleo foram retiradas...

Efeito da secção do nervo isquiático sobre parâmetros ultraestrutural, histoquímico, imunoistoquímico e de captação de análogos da glicose em gânglio da raiz dorsal de rãs Lithobates catesbianus

Rigon, Fabiana
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
70.201743%
As rãs são utilizadas como modelos experimentais em diferentes situações experimentais. Uma delas é o estudo dos efeitos da seção do nervo isquiático (SNI) sobre o tecido nervoso. Essa ampla utilização desses animais como modelos experimentais justifica a realização de estudos que visam o conhecimento morfofuncional de seus tecidos. Inúmeros estudos mostram que, assim como nos mamíferos, o principal substrato energético no tecido nervoso de rãs é a glicose. Porém, é desconhecida a distribuição dos transportadores de glicose no tecido nervoso de rãs, bem como se a SNI altera esse transporte. Outra questão em aberto é se o lactato, cuja concentração está aumentada no plasma de rãs durante períodos de hibernação e após atividades motoras, é usado como substrato energético pelo tecido nervoso, o que está demonstrado em outras espécies de vertebrados. É desconhecida ainda no gânglio da raiz dorsal (GRD) de rãs a distribuição e os efeitos da SNT sobre a reação à nicotinamida adenina dinucleotídeo fosfato diaforase (NADPH-diaforase), enzima considerada equivalente a óxido nítrico sintase, responsável pela síntese de óxido nítrico, e a reação ao ácido periódico-reativo de Schiff (PAS)...

Lesão por esmagamento do nervo isquiático de ratos: estudo da vascularização

Pachioni, Célia Aparecida Stellutti; Mazzer, Nilton; Barbieri, Cláudio Henrique; Fazan, Valéria Paula Sassoli; Padovani, Carlos Roberto; Moro, Carlos Alberto; Silva, Carlos Alberto Aguiar da
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 203-207
POR
Relevância na Pesquisa
69.35248%
Este trabalho teve como objetivo estudar as alterações microvasculares intraneurais aguda em nervo isquiático de rato submetido a esmagamento por diferentes cargas. Foram utilizados 60 ratos machos da linhagem Wistar, distribuídos em grupos experimentais de acordo com a injeção de vasos e com a carga de esmagamento. Os nervos isquiáticos direitos foram isolados e submetidos ao esmagamento com cargas (0,5 Kg, 1 Kg, 5 Kg, 10 kg e 15 kg) por 10 minutos e os nervos isquiáticos esquerdos foram utilizados como controle. Após esmagamento, os animais foram submetidos à cateterização da aorta abdominal e injeção dos vasos, em seguida 30 nervos direitos e esquerdos foram fixados em formol 10%, desidratados e diafanizados para análise longitudinal dos vasos intraneurais e os restantes retirados em toda a sua extensão, cortados em 3 fragmentos, congelados em isopentano em gelo seco e armazenados em freezer -70°C, seccionados transversalmente para análise e contagem dos vasos intraneurais. As análises macroscópica e microscópica mostraram regiões de hematoma endoneural e epineural nas diferentes cargas de esmagamento. A análise morfométrica sugere que a lesão aos vasos intraneurais foi proporcional à carga de esmagamento...

Bloqueio do nervo isquiático via médio lateral da coxa como opção anestésica no trauma: relato de caso

Geier,Karl Otto
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2006 PT
Relevância na Pesquisa
69.815605%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Nos pacientes com trauma de membros inferiores e com estômago cheio, tantos os bloqueios de plexos nervosos como os bloqueios de nervos periféricos isolados são procedimentos incomuns, prevalecendo os bloqueios peridural e subaracnóideo como primeira indicação. Este relato de caso registrou a escolha do bloqueio do nervo isquiático, como melhor indicação para anestesia em paciente de estômago cheio e traumatismo grave de pé. RELATO DO CASO: Paciente do sexo masculino, 50 anos, estado físico ASA II, obeso moderado (IMC = 29,8), hipertenso, motorista de ônibus por 29 anos, com laminectomia lombar descompressiva (L4-L5 e L5-S1), prévia há 10 anos, em uso de antidepressivos, vítima de acidente de motocicleta, após ter-se alimentado. O teste de Mallampati mostrou-se classe III. Após terem sido excluídas várias alternativas de técnicas para a execução da anestesia, a escolha recaiu no bloqueio isquiático como a melhor opção. A mistura anestésica administrada consistiu de 10 mL de lidocaína a 2% e 15 mL de bupivacaína a 0,5%, ambas com adrenalina a 1:200.000, resultando em mais de 15 horas de analgesia. CONCLUSÕES: A escolha do bloqueio do nervo isquiático por via médio lateral da coxa...

Bloqueio do nervo isquiático por abordagem posterior simplificada no ponto médio do sulco glúteo-femoral: estudo com diferentes volumes de lidocaína a 1%

Fonseca,Neuber Martins; Mandim,Beatriz Lemos; Ruzi,Roberto Araújo; Tavares,Fabiana Rosa
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2006 PT
Relevância na Pesquisa
70.077896%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O bloqueio do nervo isquiático por via subglútea foi descrito com sucesso em estudo anterior, sendo mais uma opção entre as várias abordagens possíveis. O nervo isquiático torna-se superficial na borda inferior do músculo glúteo máximo, permitindo seu acesso com fácil localização, pouco desconforto e baixo risco de punção acidental de grandes vasos. O objetivo deste estudo foi avaliar o bloqueio do nervo isquiático por esta abordagem simplificada com diferentes volumes de lidocaína a 1%. MÉTODO: Foram estudados 40 pacientes com intervenções cirúrgicas na perna ou no pé distribuídos em dois grupos. Após monitorização, eles foram posicionados em decúbito ventral e realizado bloqueio no ponto médio do sulco glúteo-femoral, com auxílio de neuroestimulador e agulha de 5 cm eletricamente isolada, utilizando 300 mg (G1) ou 200 mg (G2) de lidocaína a 1% sem adrenalina. RESULTADOS: Obteve-se anestesia adequada em todos os casos com o volume e a concentração usados. O tempo de execução do bloqueio foi de 8,6 ± 5,7 min (G1) e 5,6 ± 5,7 min (G2). A latência foi de 5,98 ± 1,4 min (G1) e 6,7 ± 2,9 min (G2). A duração sensitiva e motora do bloqueio foi de 243 ± 37 min e 152 ± 30 min (G1) e 235 ± 39 min e 149 ± 59 min (G2)...

Controle da dor pós-operatória da artroplastia total do joelho: é necessário associar o bloqueio do nervo isquiático ao bloqueio do nervo femoral?

Zugliani,Affonso H.; Verçosa,Nubia; Amaral,José Luiz Gomes do; Barrucand,Louis; Salgado,Cátia; Karam,Márcia Borges Hage
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 PT
Relevância na Pesquisa
70.08109%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A artroplastia total do joelho (ATJ) promove grande trauma tecidual, produzindo intensa dor no pós-operatório. A analgesia pós-operatória de boa qualidade é fundamental, devendo-se considerar que a mobilização articular precoce é um importante aspecto para obtenção de bons resultados. Há controvérsias na literatura sobre a eficácia do bloqueio isolado do nervo femoral. O objetivo deste estudo foi avaliar a analgesia pós-operatória com a associação do bloqueio dos nervos isquiático e femoral. MÉTODO: Foram estudados 17 pacientes submetidos à ATJ sob raquianestesia, divididos em dois grupos: A e B. No Grupo A (n = 9) foi realizado bloqueio do nervo femoral e no Grupo B (n = 8), bloqueio dos nervos femoral e isquiático. Os bloqueios foram realizados no pós-operatório imediato utilizando-se 20 mL de ropivacaína a 0,5% em cada um. A dor foi aferida nas primeiras 24 horas pela Escala Analógica Visual e escala verbal. Foi observado o tempo decorrido entre os bloqueios e a primeira queixa de dor (M1). RESULTADOS: A mediana do tempo de analgesia (M1) no Grupo A foi de 110 min. e no Grupo B de 1.285 min. (p = 0,0001). Não foram observadas complicações atribuíveis às técnicas utilizadas. CONCLUSÃO: O bloqueio do nervo isquiático...

Comparação da concentração máxima plasmática da mistura com excesso enantiomérico de 50% (S75/R25) de bupivacaína a 0,5% com epinefrina 1: 200.000 entre os acessos parassacral e infraglúteo do bloqueio do nervo isquiático

Helayel,Pablo Escovedo; Bussman,André Roberto; Conceição,Diogo Brüggemann da; Oliveira Filho,Getúlio Rodrigues de
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2008 PT
Relevância na Pesquisa
69.35248%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Anestésicos locais (AL) são fármacos seguros se administrados em dose e localização corretas. A velocidade de absorção do anestésico local depende de sua massa e vascularização do local de injeção. O objetivo deste estudo foi analisar a concentração sérica da mistura com excesso enantiomérico de 50% (S75/R25) de bupivacaína 0,5% com epinefrina 1:200.000, utilizada para bloqueio do nervo isquiático (BNI) nas vias parassacral (PS) e infraglútea (IG). MÉTODO: Vinte e oito pacientes agendados para operações no tornozelo e pé foram, aleatoriamente, distribuídos em dois grupos de maneira prospectiva. No Grupo 1, foi realizado BNI com neuroestimulação por via IG, enquanto no Grupo 2 foi utilizada a via PS. Nos dois grupos foram injetados 30 mL de bupivacaína (S75/R25) a 0,5% com adrenalina 1:200.000. Foram coletadas amostras de 5 mL de sangue arterial com 0, 15, 30, 60 e 90 minutos após injeção do AL. A análise da concentração sérica foi realizada pela cromatografia líquida de alto desempenho. Dados demográficos foram comparados, entre grupos, pelo teste t de Student para amostras independentes e pelo teste Exato de Fisher. Dados referentes às concentrações plasmáticas foram submetidos à Análise de Variância bifatorial para amostras repetidas. RESULTADOS: Os Grupos 1 e 2 não apresentaram diferenças demográficas significativas. A concentração máxima (Cmáx.) do Grupo 1 (308 ± 91 ng.mL-1) foi obtida nas amostras 5 (90 minutos)...

Volumes anestésicos efetivos no bloqueio do nervo isquiático: comparação entre as abordagens parassacral e infraglútea-arabiceptal com bupivacaína a 0,5% com adrenalina e ropivacaína a 0,5%

Helayel,Pablo Escovedo; Conceição,Diogo Brüggemann da; Knaesel,Julian Alexander; Ceccon,Maurício Sperotto; Mago,Adilson José Dal; Oliveira Filho,Getúlio Rodrigues de
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2009 PT
Relevância na Pesquisa
69.687285%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O volume e a massa das soluções de anestésico local (AL) influenciam a taxa de sucesso dos bloqueios periféricos. Desta forma, o objetivo principal do estudo foi determinar os volumes de anestésico local para o bloqueio do nervo isquiático (BNI) nas abordagens parassacral e infraglútea-parabiceptal. MÉTODO: Cento e um pacientes foram alocados aleatoriamente em 4 grupos e submetidos ao BNI nas abordagens infraglútea-parabiceptal ou parassacral, utilizando ropivacaína a 0,5% ou bupivacaína a 0,5% com adrenalina 5 µg.mL-1. Sucesso foi definido como bloqueio sensitivo e motor completo do nervo isquiático 30 minutos após a injeção do AL. Os volumes foram calculados pelo método up-and-down. RESULTADOS: Na abordagem parassacral o volume efetivo médio da ropivacaína foi 17,6 mL (IC 95%: 14,9 - 20,8) e da bupivacaína 16,4 mL (IC 95%: 12,3 - 21,9). Na abordagem infraglútea-parabiceptal o volume efetivo médio da ropivacaína foi 21,8 mL (IC 95%: 18,7 - 25,5) e bupivacaína 20,4 mL (IC 95%: 18,6 - 22,5). Volumes foram significativamente menores (p < 0,01) na abordagem parassacral comparativamente à infraglútea-parabiceptal. Na estimativa da regressão de Probits para volumes efetivos em 95% dos pacientes...

Origem e distribuição anatômica do nervo isquiático de mão-pelada (Procyon cancrivorus)

Pereira,Kleber F; Paranaiba,Juliana F.F.e S; Helrigle,Carla; Araújo,Eugênio G. de
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
Relevância na Pesquisa
70.27835%
O nervo isquiático é considerado o maior nervo do corpo, pertence tanto ao plexo sacral quanto ao lombossacral em carnívoros, continuando até a extremidade distal do membro pélvico, recebe fiibras dos ramos ventrais do sexto e sétimo nervos lombares e do primeiro nervo sacral. O objetivo do presente estudo é descrever a distribuição do nervo isquiático em mão-pelada (Procyon cancrivorus) e comparar com dados literários de animais domésticos e silvestres. Os animais são procedentes de coleta em rodovias, entre as cidades de Goiânia e Jataí, principalmente na BR 364 ou BR 060. (mortos por acidente) e fiixados em solução aquosa, a 10% de formaldeído. Doados ao Museu de Anatomia Humana e Comparada da UFG (Universidade Federal de Goiás, Campus de Jataí, Proc.CAJ-287/2008). As dissecações e documentação fotográfiica permitiram observar a distribuição do nervo isquiático. O nervo isquiático de mão-pelada inerva o membro pélvico passando entre os músculos glúteo médio e profundo, emitindo ramos para a musculatura da região glútea e da coxa, respectivamente, para os músculos glúteo médio, glúteo bíceps, semimembranáceo, semitendíneo, bíceps femoral, gêmeos, quadrado femoral e adutor magno, emitindo nervo cutâneo lateral e caudal da sura para suprir a pele na superfiície lateral e caudal da perna...

Origem e distribuição do nervo isquiático no veado-catingueiro (Mazama gouazoubira)

Martins,Tracy Martina M.; Pereira,Kleber F.; Lima,Fabiano Campos; Santos,André L.Q.; Malysz,Taís
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2013 PT
Relevância na Pesquisa
70.539497%
Este estudo teve como objetivo descrever a origem e a distribuição do nervo isquiático no veado-catingueiro (Mazama gouazoubira). Dois animais da espécie, obtidos post mortem por atropelamento em rodovia, foram utilizados para o estudo, obedecendo aos critérios da Lei Vigente (Lei 1.153/95). Através da dissecação, a pele foi completamente removida e os animais foram fixados em solução aquosa de formaldeído a 10%. Através de um acesso dorso-lateral, os músculos glúteo superficial, bíceps femoral e glúteo médio foram seccionados no seu local de inserção e rebatidos. Desta forma foi possível visualizar a origem e a distribuição do nervo isquiático, em ambos os antímeros dos animais. As imagens foram registradas com câmera fotográfica digital (Câmera Sony a200, 10.2mpx) e os resultados foram descritos com base na Nomina Anatômica Veterinária. Os dados da origem do nervo isquiático nos dois espécimes estudados mostraram que esta ocorre a partir dos ramos ventrais de L6 e S1, podendo ter contribuição de S2. Após a sua emergência pelo forame isquiático maior, em ambos os antímeros, o nervo isquiático fornece ramos para suprir os músculos glúteo médio, glúteo profundo, glúteo superficial, gluteobíceps...

Lesão por esmagamento do nervo isquiático de ratos: estudo da vascularização

Pachioni,Célia Aparecida Stellutti; Mazzer,Nilton; Barbieri,Cláudio Henrique; Fazan,Valéria Paula Sassoli; Padovani,Carlos Roberto; Moro,Carlos Alberto; Silva,Carlos Alberto Aguiar da
Fonte: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 PT
Relevância na Pesquisa
69.35248%
Este trabalho teve como objetivo estudar as alterações microvasculares intraneurais aguda em nervo isquiático de rato submetido a esmagamento por diferentes cargas. Foram utilizados 60 ratos machos da linhagem Wistar, distribuídos em grupos experimentais de acordo com a injeção de vasos e com a carga de esmagamento. Os nervos isquiáticos direitos foram isolados e submetidos ao esmagamento com cargas (0,5 Kg, 1 Kg, 5 Kg, 10 kg e 15 kg) por 10 minutos e os nervos isquiáticos esquerdos foram utilizados como controle. Após esmagamento, os animais foram submetidos à cateterização da aorta abdominal e injeção dos vasos, em seguida 30 nervos direitos e esquerdos foram fixados em formol 10%, desidratados e diafanizados para análise longitudinal dos vasos intraneurais e os restantes retirados em toda a sua extensão, cortados em 3 fragmentos, congelados em isopentano em gelo seco e armazenados em freezer -70°C, seccionados transversalmente para análise e contagem dos vasos intraneurais. As análises macroscópica e microscópica mostraram regiões de hematoma endoneural e epineural nas diferentes cargas de esmagamento. A análise morfométrica sugere que a lesão aos vasos intraneurais foi proporcional à carga de esmagamento...

Ultraestrutura de nervos no diabete experimental em ratos: comparação entre um nervo espinal (nervo isquiático) e um nervo craniano (nervo vestíbulo-coclear)

Augusto Carvalho de Vasconcelos, Carlos; Moraes Valença, Marcelo (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
Relevância na Pesquisa
70.148125%
O nervo isquiático (nervo espinal) é constituído por fibras mielínicas aferentes somáticas e eferentes somáticas e autonômicas. Distribui-se extensamente aos membros inferiores e é comumente afetado pelas neuropatias, principalmente a diabética. O nervo vestíbulo-coclear (VIII nervo craniano) é um nervo aferente puramente sensitivo, constituído por prolongamentos de neurônios bipolares localizados no gânglio espiral (de Corti). Muito tem sido descrito na literatura a respeito das alterações morfológicas e morfométricas nos nervos espinais, tanto em pacientes diabéticos quanto em modelos experimentais da doença. Entretanto, uma comparação entre essas alterações e as eventuais lesões observadas em nervos cranianos ainda não foi realizada. Mais ainda, é amplamente descrito na literatura que pacientes diabéticos apresentam distúrbios da audição. Apesar das alterações histológicas das estruturas da orelha interna de pacientes e em modelos experimentais, uma avaliação histológica do nervo vestíbulo-coclear ainda não foi descrita. No presente estudo, foram descritas alterações ultraestruturais na comparação entre um nervo espinal e um craniano, em ratos com diabete crônico induzido experimentalmente. Foram utilizados ratos machos da linhagem Wistar (n=12)...

Procyon cancrivorus (mão-pelada): aspectos morfológicos das glândulas salivares e distribuição do nervo isquiático; Procyon cancrivorus (Raccoon): Morphological aspects of salivary glands and distribution of the ischiatic nerve

PEREIRA, Kleber Fernando
Fonte: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Doutorado em Ciência Animal; Ciências Agrárias Publicador: Universidade Federal de Goiás; BR; UFG; Doutorado em Ciência Animal; Ciências Agrárias
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
Relevância na Pesquisa
70.360303%
The raccoon (Procyon cancrivorus) is a wild carnivore, reaching one meter in length including the tail, and weigh up to 10 kg. Known as raccoon or mouse naked hand washer has the peculiarity to dive in the water everything she eats. It has nocturnal and crepuscular, terrestrial and arboreal climber, a resident of shrub areas, preferably near water courses, is a good swimmer with great ability to dig, climb and is living alone. This thesis has generated the production of two articles. In the first article, entitled "Origin and anatomical distribution of the ischiatic nerve of raccoon", it was proposed to study the anatomy of the ischiatic nerve of raccoon in order to build morphological basis of this nerve with the aim of comparative neurology, and thus provide necessary support especially for the practices used in clinical medicine and surgery. The ischiatic nerve of the raccoon comes from the ventral ramus of the sixth and seventh nerves lumbar and first sacral nerve, resembling the origin of the guinea pig. Leaves the pelvic cavity through the greater ischiatic foramen, presenting themselves surrounded by the superficial gluteal muscles, biceps femoris and caudal crural abductor, this path similar to the dog and is distributed to the gluteus biceps...

Estudo anatômico da porção intrapélvica do nervo isquiático em fetos de bovinos azebuados; Anatomical study of the intrapelvic portion of ischiatic nerve in fetuses in crossbred zebu cattle

Ferraz, Rosa Helena dos Santos; Lopes, Gilmar Rodrigues; Melo, Alan Peres Ferraz de; Prada, Irvênia Luiza de Santis
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2006 POR
Relevância na Pesquisa
70.566914%
O nervo isquiático é o maior de todos os nervos do organismo. Ele emerge da cavidade pélvica pelo forame isquiático maior como um cordão amplo, plano e acinzentado. Dirige-se caudal e ventralmente sobre a parte distal e lateral do ligamento largo da pelve. Há muitas evidências clínicas e experimentais de que a maior parte das injúrias que acometem o nervo isquiático, em bovinos, envolve a contribuição do 6º nervo lombar para o referido nervo. Neste estudo foram analisados por meio de dissecção, a origem e sintopia do nervo isquiático, em 33 fetos de bovinos azebuados. O nervo isquiático mostra sua origem a partir dos ramos ventrais do 5º e 6º nervos lombares e do 1º, 2º e 3° nervos sacrais. A origem mais freqüente para o nervo isquiático é representada pelo ramo ventral do 6º nervo lombar e 1º e 2º nervos sacrais (100%). Em 39,4% desses casos, o nervo recebe contribuição do 5º nervo lombar e, em 12,1% dos casos, também do 3º nervo sacral. A participação mais conspícua na formação do nervo isquiático é a do 6º nervo lombar e 1º nervo sacral (39,4%), seguida somente do 1º nervo sacral em 33,33% e da associação do 1º e 2º nervos sacrais em 18,18%. O nervo isquiático revela íntima aposição na face ventral do sacro e em relação às raízes ventrais do 5º e 6º nervos lombares. De modo geral...

Anatomia do nervo isquiático em mocós (Kerodon rupestris WIED, 1820) aplicada a clínica de animais silvestres; Values of Red Blood Cell Distribution Width (RDW) in thoroughbred horse submitted to exercise of different intensity

Santos, Renata Celis dos; Albuquerque, José Fernando Gomes de; Silva, Márcio César Vasconcelos; Moura, Carlos Eduardo Bezerra de; Chagas, Roberto Sergio Nunes; Barbosa, Roméria Rodrigues; Miglino, Maria Angélica
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2006 POR
Relevância na Pesquisa
70.039%
Para conhecer a origem do nervo isquiático de mocós (Kerodon rupestris WIED,1820) junto aos forames intervertebrais e a musculatura envolvida em seu trajeto, foram utilizados 10 animais adultos, oriundos do Centro de Multiplicação de Animais Silvestres da Escola Superior de Agricultura de Mossoró (CEMAS-ESAM). Após o óbito natural, estes foram fixados em formol a 10%, e foram dissecados para exposição e visualização do nervo isquiático. Os resultados foram expressos em percentual. Foram verificadas variações na quantidade de vértebras lombares e sacrais. Cinco animais (50%) apresentaram sete vértebras lombares e três sacrais, dois (20%) apresentaram sete vértebras lombares e quatro sacrais, e dois (20%) apresentaram seis vértebras lombares e três sacrais. Um animal (10%) apresentou seis vértebras lombares e quatro sacrais. Portanto, a origem do nervo foi diferenciada. Cinco animais (50%) tiveram a participação de L7, S1, S2; dois animais (20%) L7, S1, com pequena contribuição de S2. Dois animais (20%), de L6, S1, S2; e um animal (10%), de L6, S1 com uma pequena contribuição de S2. A última raiz do nervo isquiático em todas as suas origens, contribuiu para a formação da primeira raiz do nervo pudendo. Constatou-se que ao longo de seu trajeto os nervos isquiáticos cederam ramos para os músculos glúteo médio...