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"Avaliação imunohistoquímica das células inflamatórias presentes na parede de artérias pulmonares periféricas de pacientes com doença vaso-oclusiva pulmonar secundária a defeitos cardíacos congênitos" ; Immunohystochemical evaluation of inflammatory cells in the walls of peripheral pulmonary arteries from patients with pulmonary vasoclusive disease secondary to cardiac congenital defects

Pinto, Rubens Fraga Alves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/08/2004 PT
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36.98566%
Para avaliar a hipótese da presença de inflamação em artérias pulmonares periféricas de pacientes com hipertensão pulmonar (HP) decorrente de cardiopatias congênitas, foram quantificadas células inflamatórias através de marcação imunohistoquímica em biópsias de 26 pacientes e comparadas com 11 controles sem cardiopatia. Detectou-se quantidades semelhantes de células inflamatórias nos dois grupos, mas com predomínio de linfócitos T no grupo controle e de macrófagos jovens no grupo HP. Esses achados podem estar relacionados com a redução do estímulo dependente de macrófagos para diferenciação e maturação de linfócitos T nos cardiopatas e/ou a deficiência imunológica primária nesses pacientes ; To evaluate the hypothesis of increased inflammation in peripheral pulmonary arteries from patients with pulmonary hypertension secondary to congenital cardiac shunts, we quantified the inflammatory cells with the aid of immunohystochemistry in 26 biopsies (HP group), comparing them to 11 patients with no cardiac disease. Similar quantities of inflammatory cells were observed in the two groups, with a predominance of T-lymphocytes in the controls and of young macrophages in the HP group. These findings could be related to a reduction of macrophagic stimulus to the differentiation and maturation of T-lymphocytes and/or to a primary immunological deficiency in patients with congenital cardiac shunts

"Análise imunohistoquímica do osteossarcoma em pacientes com e sem metástases e sua correlação prognóstica" ; Immunohistochemistry analysis of osteosarcoma in patients with and without metastasis and its prognosis correlation

Abadi, Marcia Datz
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/12/2005 PT
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36.98566%
As proteínas p53, MDM-2, c-Kit, ErbB-2, PCNA e p-glicoproteína foram estudadas em 42 amostras de osteossarcoma ao diagnóstico, através da técnica de imunohistoquímica, e foram correlacionados estes achados com o prognóstico destes pacientes. O p-53 foi positivo em 23,1% (9/39), PCNA em 71,4% (25/35), p-glicoproteína em 40,5% (15/37), MDM-2 em 34,8% (8/23), c-kit em 67,6% (25/37) e ErbB-2 em 17,9% (7/39). Na análise univariada, a presença de metástases ao diagnóstico, a positividade de p53 e ErbB-2 influenciaram o prognóstico individualmente, entretanto, na análise multivariada, a presença de metástase ao diagnóstico revelou-se o único fator de prognóstico estatisticamente significante ; We study, by imunohistochemistry technique, the proteins p53, MDM-2, c-Kit, ErbB-2, PCNA and p-glycoprotein in samples of osteosarcoma tumors at diagnosis and its correlation with the prognosis of this patients. The p-53 was positive in 23,1% (9/39), PCNA in 71,4% (25/35), p-glycoprotein in 40,5% (15/37), MDM-2 in 34,8% (8/23), c-kit in 67,8%(25/37) and ErbB-2 in 17,9% (7/39) of the samples. In the univariate analysis, the presence of metastasis at diagnosis, the positivity of p-53 and ErbB-2 influenced the prognosis individually...

Tumores gástricos primários múltiplos e únicos: análise imunohistoquímica comparativa; Multiple and solitary primary gastric tumors: comparative immunohistochemistry analysis

Jorge, Uana Maria Miguel
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/12/2006 PT
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37.1384%
Introdução: Adenocarcinomas gástricos múltiplos primários (AGMP) são encontrados em 3,5% a 10% de todos os pacientes com câncer gástrico. A multiplicidade tumoral é amplamente reconhecida como indicador de predisposição genética para o desenvolvimento de neoplasias Além disso, as rotas de carcinogênese não estão claramente definidas nestes tumores (rota mutadora, ou supressora, ou da E-caderina). Objetivo: avaliar a imunoexpressão de hMLH1, hMSH2, e hMSH6 (rota mutadora), p53 (rota supressora) e E-caderina nos AGMP comparando-se com adenocarcinomas únicos (pareados quanto ao sexo, idade, tipo histológico, localização e estádio) e sua relação com dados clínico-patológicos. Casuística: dezenove pacientes com AGMP foram comparados a 21 pacientes com tumores gástricos únicos quanto a características imunohistoquímicas. Métodos: Blocos de tecido fixados em formalina a 10% e incluídos em parafina foram submetidos a cortes histológicos de 4 mm, para as avaliações histológica e imunohistoquímica para hMLH1, hMSH2, hMSH6, p53 e E-caderina. Resultados: A média de idade dos pacientes com AGPM foi de 66 + 9,06 anos, e de 60 + 16,9 anos nos pacientes com tumor único (P=0,56). Vinte e dois tumores estavam localizados na porção distal do estômago; 14...

Hipercromia cutânea idiopática da região orbital: avaliação clínica, histopatológica e imunohistoquímica antes e após tratamento com luz pulsada de alta energia; Cutaneous idiopathic hyperchromia of the orbital region: clinical, histopathological and immunohistochemestric evaluation before and after the treatment with intense pulsed light

Cymbalista, Natalia Cymrot
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 24/06/2004 PT
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37.1384%
Introdução: A hipercromia cutânea idiopática (HCIRO) não tem sua etiopatogenia bem esclarecida. Parecem estar envolvidos fatores genéticos (herança familiar autossômica dominante), aumento de melanina na derme, vasculatura proeminente e frouxidão da pele palpebral. Encontraram-se, na revisão da literatura, alguns artigos que contribuíram para o esclarecimento da etiopatogenia. Objetivos: Avaliar clínica e histologicamente indivíduos portadores de HCIRO, antes e após o tratamento com luz pulsada de alta energia (LPAE), considerando-se a quantidade de melanina na epiderme e na derme antes e após o tratamento e, assim, avaliar a eficácia da LPAE no clareamento da HCIRO. Avaliar possível diferença na quantidade de melanina da pálpebra inferior (afetada) em relação à pele pré-auricular (controle). Avaliar a qualidade das células dérmicas na pálpebra inferior, contendo melanina antes do tratamento (observação através de imuno-histoquímica para determinação do tipo de célula dérmica, se macrófagos ou melanócitos). Avaliar a presença ou não de hemossiderina na derme. Avaliar e seguir os indivíduos, clinicamente, após um ano do término do tratamento, para verificar a manutenção da melhora ou a recidiva da HCIRO. Casuística e Método: Selecionaram-se 12 indivíduos portadores de HCIRO...

Esplenomegalias em cães: estudo retrospectivo e análise imunohistoquímica do Fator de Crescimento Endotelial Vascular (VEGF); Splenomegaly in dogs: retrospective study and immunohistochemical analysis of Vascular Endothelial Growth Factor (VEGF)

Nitrini, Andressa Gianotti Campos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/06/2010 PT
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37.1384%
A formação de novos vasos sanguíneos é fundamental para o crescimento tumoral e a disseminação metastática, sendo o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) uma das chaves reguladoras deste processo. O objetivo do presente estudo foi avaliar a expressão imunohistoquímica de VEGF nos hemangiossarcomas e hemangiomas esplênicos, e rever a prevalência das demais afecções esplênicas através da análise retrospectiva do diagnóstico histopatológico de cães submetidos à esplenectomia. Os resultados foram confrontados com os exames laboratoriais, as manifestações clínicas, a presença de arritmias cardíacas e de hemoperitôneo. Participaram do estudo retrospectivo 109 cães atendidos no Serviço de Cirurgia de Pequenos Animais do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, entre os anos de 2002 e 2009. A média de idade foi de 10 anos (± 3), não foi observado predileção sexual. Cães sem raça definida foram os mais acometidos, com peso médio de 22 kg (± 13). Cinqüenta e dois por cento (57/109) dos animais foram esplenectomizados devido a afecções não neoplásicas, enquanto que 48% (52/109), por neoplasias esplênicas. Dentre estes, o diagnóstico mais freqüente foi o hemangiossarcoma...

Avaliação histopatológica e imunohistoquímica da encefalopatia em gatos infectados experimentalmente pelo vírus da imunodeficiência dos felinos; Histopathological and immunohistochemical evaluation of the encephalopathy in cats experimentally infected by feline immunodeficiency virus

Haibara, Denise
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 31/01/2012 PT
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37.1384%
Para avaliar a encefalopatia em gatos infectados experimentalmente pelo vírus da imunodeficiência dos felinos, foram obtidas amostras de encéfalo após necropsia de nove gatos previamente inoculados pelo subtipo B do vírus e monitorados por quatro anos. As amostras foram fixadas em formalina 10% para coloração em Hematoxilina-eosina, e em metacarn para avaliação análise imunohistoquímica. Através da técnica de imunohistoquímica, as lâminas de encéfalo foram incubadas com anticorpos específicos para os antígenos Proteína Glial Fibrilar Ácida (GFAP) e Vimentina para marcação de astrócitos e com anticorpos para a proteína p24 do capsídeo viral do FIV. Nas lâminas marcadas para GFAP foram observados astrócitos em substância branca e cinzenta em quantidade moderada, sugerindo astrocitose reativa. Houve marcação mais evidente da região subpial e em alguns animais das regiões perivasculares. A marcação para vimentina mostrou raras células distribuídas pelo neurópilo e forte marcação de astrócitos na região subependimária nos ventrículos laterais e IV ventrículo, o que pode indicar um aumento da proliferação e migração de células tronco. Também foram observadas alterações como: nódulos gliais...

Encefalopatias não-infecciosas em cães: análise anatomopatológica e imunohistoquímica; Noninfectious encephalopathies in dogs: anatomopathological and immunohistochemical analysis

Panigassi, Luiz Fernando Nascimento
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 31/01/2012 PT
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37.373105%
O objetivo deste estudo foi verificar o comportamento anatomopatológico e expressão imunohistoquímica das proteínas GFAP, Vimentina, COX-2 e Amilóide β em 14 casos de encefalopatias não infecciosas em cães, mais especificamente Meningoencefalite Granulomatosa (MEG), Meningoencefalite Necrotizante (MEN) e Angiopatia Amilóide Cerebral (CAA). Foram coletadas informações clínicas (gênero, raça, idade) e morfológicas (necrose, presença de proteína amilóide, infiltrado inflamatório) dos animais. Para a expressão das proteínas por imunohistoquímica foram confeccionadas lâminas próprias para tal com amostras dos tecidos, juntamente com controles positivos das reações. A avaliação da expressão das proteínas foi de como positivo ou negativo para a marcação para GFAP, Vimentina e COX-2, e para o Aβ seguiu-se a classificação proposta por Olichney (1995), com quatro graduações. Animais SRD (4/14, 28%), de raça Maltês (2/14, 14%), Labrador (2/14, 14%), Poodle (3/14, 21%), Fox Terrier (1/14, 7%), Pug (1/14, 7%) e Bichon Frisè (1/14, 7%) fizeram parte deste estudo, na maioria machos (9/14, 63%). As lesões em todos os casos foram características, sendo que em MEG foi observado manguitos perivasculares abundantes com infiltrado inflamatório disperso pelo parênquima encefálico...

Avaliação imunohistoquímica da densidade microvascular em adenocarcinoma gástrico; Immunohistochemistry avaliation of microvascular density in gastric adenocarcinoma

Marinho, Eneida Ribeiro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/10/2003 PT
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36.98566%
O crescimento e a progressão tumorais estão associados à indução da angiogênese. O objetivo deste estudo foi avaliar a imunoexpressão do VEGF e a densidade de microvasos em adenocarcinomas gástricos. Espécimes cirúrgicos de 89 pacientes submetidos à ressecção gástrica com dissecção linfonodal a D2 foram analisados quanto à densidade microvascular tumoral. Testes imunohistoquímicos foram realizados utilizando-se os anticorpos CD31, CD34, Fator VIII e VEGF através do método da streptavidina-biotina. Os vasos foram contados nas áreas de maior vascularização tumoral e o VEGF foi graduado de 0 a 3, de acordo com a intensidade da imunocoloração. Os resultados imunohistoquímicos foram comparados com os dados patológicos e de extensão loco-regional da doença. Sessenta pacientes (67,4%) eram do sexo masculino e a média de idade foi 59,9 (±13,8) anos. Os tumores foram classificados em tipo intestinal em 62 casos (69,7%) e em difuso em 27 (30%). Onze pacientes (12,4%) apresentaram tumores precoces. A densidade microvascular apresentou média de 67,8 (±31,5) para o anticorpo CD31 e 94,2 (±39,0) para o CD34. A média do número de vasos corados pelo Fator VIII foi 9,2 (±8,2). Houve uma correlação entre os resultados imunohistoquímicos para CD31 e CD34...

Expressão imunohistoquímica do Chk2 e associação com características clínico-patológicas e desfecho em pacientes com câncer de cólon metastático; Immunohistochemistry expression of Chk2 and its relation with clinical-pathological features and patients outcome in metastatic colon cancer

Pansani, Fabianna
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/01/2015 PT
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37.1384%
INTRODUÇAO: O câncer de cólon é a terceira neoplasia mais prevalente no país, com aumento progressivo da incidência associada ao envelhecimento populacional. Os avanços nos tratamentos local e sistêmico do câncer de cólon metastático tem aumentado significativamente o tempo de sobrevida global. Entretanto, ainda não existem biomarcadores consolidados na literatura, capazes de predizer resposta a estes tratamentos ou o prognóstico. No processo da carcinogênese, uma das importantes vias que se encontra alterada é a via de reparo do DNA. A Chk2 é uma proteína quinase com atividade no reparo celular atuando de forma supressora no processo da carcinogênese, sendo que alterações em sua expressão e/ou função têm sido associadas à progressão tumoral em outras neoplasias como no câncer de mama, pulmão, vulva, bexiga, cólon, ovário, osteossarcoma e linfomas. OBJETIVO: Avaliar a expressão imunohistoquímica do Chk2 no câncer de cólon metastático e correlacionar sua expressão com características clínico-patológicas e sobrevida. PACIENTES E MÉTODOS: Foram incluídos 58 pacientes com diagnóstico confirmado de câncer de cólon metastático, tratados em primeira linha com quimioterapia baseada em fluorouracila e oxaliplatina. O tempo mínimo de seguimento foram de 2 anos pós-diagnóstico. Para análise da expressão do Chk2 foram utilizadas as técnicas de tissue microarray e imunohistoquímica. Estes resultados foram correlacionados com características clínicas...

Avaliação da patogenicidade de amostras de Brachyspira pilosicoli através de técnicas histopatológicas convencionais e por imunohistoquímica.

Paulovich, Fabiane
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.373105%
O presente trabalho objetivou avaliar diferenças na patogenicidade de 19 cepas de B. pilosicoli isoladas de casos de diarréia em suínos no Estado do Rio Grande do Sul. Foi utiliza o modelo experimental em pintos de um dia, que possui boa eficiência quando usado para a infecção oral com a B. pilosicoli, pois permite a consistente colonização cecal dos animais inoculados. Através dessa infecção experimental, buscou-se estabelecer diferenças de patogenicidade entre cepas de referência da B. pilosicoli e cepas dessa espécie isoladas previamente de casos de diarréia em leitões no Rio Grande do Sul. Foram inoculadas 21 cepas de origem suína e duas cepas controle (uma a referência da espécie, P43/6/78 e um isolado humano, P16). Os animais foram inoculados por via oral com uma suspensão de bactérias vivas multiplicadas em meio líquido, num inóculo de 0,8 mL contendo 1x106 espiroquetas na fase logarítmica de crescimento. Decorridos 21 dias após a infecção experimental, os animais foram sacrificados e os cecos fixados em formalina 10% tamponada, processados para exame histológico e os cortes examinados através da coloração pela prata e com uma técnica imunohistoquímica. Com o uso da coloração pela prata, 65% dos animais mostraram colonização pela B. pilosicoli do epitélio do cecal. Houve diferenças no tipo de colonização...

Expressão imunohistoquímica do p53 e ki-67 na carcinogênese esofágica induzida pela dietilnitrosamina: modelo experimental em camundongos

Castro Junior, Miguel Angelo Martins de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.316602%
O carcinoma epidermóide do esôfago é neoplasia com alta taxa de mortalidade e distribuição geográfica peculiar. O estudo da célula tumoral ou suas diferenciações pré-tumorais, demonstraram ter por análise imunohistoquímica e genética, inúmeros determinantes que podem ajudar no tratamento. Neste trabalho foi avaliada a expressão imunohistoquímica de p53 e ki-67 na carcinogênese esofágica induzida quimicamente através do uso de dietilnitrosamina, em um grupo de 100 camundongos fêmeas. O estudo experimental foi realizado com 4 grupos de animais, onde os grupos I e II foram considerados controles, sendo diferenciados por gavagem esofágica, uma vez semana, com água fria (temperatura ambiente) ou quente (60º-70ºC). E os grupos III e IV foram considerados estudos, os quais receberam dietilnitrosamina por 3 dias consecutivos semanalmente, também sendo diferenciados por gavagem, uma vez por semana, com água fria ou quente. O estudo apresentou data progressiva de sacrifícios com colheita de peças esofágicas, que iniciava aos 30 dias de experimento e terminava aos 150 dias. Demonstrou-se que não houve diferença na incidência tumoral quando foi acrescida a variável temperatura da água; provavelmente devido ao episódio único semanal que era adicionado ao animal em experimentação. A análise imunohistoquímica do p53 não evidenciou diferença estatística durante a evolução da carcinogênese até 150 dias...

Expressão imunohistoquímica do C-MYC na seqüência metaplasia-displasia-adenocarcinoma no esôfago

Schmidt, Marcelo Kruel
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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36.98566%
Introdução e Objetivos: O esôfago de Barrett (BE) desenvolve-se como conseqüência de uma agressão acentuada sobre a mucosa esofágica causada pelo refluxo gastresofágico crônico. É uma lesão precursora e exerce papel importante no desenvolvimento do adenocarcinoma esofágico (ACE). Inúmeras alterações genéticas estão presentes ao longo da transformação tumoral de uma célula, sendo o c-Myc um dos principais genes envolvidos na carcinogênese humana. O objetivo do presente estudo foi determinar a expressão do c-myc em pacientes com EB e com adenocarcinoma esofágico, e avaliar esta prevalência relacionada com a seqüência metaplasia-displasia-adenocarcinoma. Métodos: A expressão da proteína do C-myc foi determinada através da análise imunohistoquímica em quatro grupos diferentes: 31 pacientes com tecido normal, 43 pacientes com EB sem displasia, 11 pacientes com displasia em EB e 37 pacientes com o adenocarcinoma esofágico. O material foi obtido de peças de biópsias ou de ressecção cirúrgica de pacientes atendidos pelo Grupo de Cirurgia de Esôfago, Estômago e Intestino Delgado (GCEEID) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) no período de janeiro 1998 a fevereiro 2004. Dados demográficos e endoscópicos (sexo...

Expressão imunohistoquímica da proteína pRb na mucosa esofágica de indivíduos sob risco para carcinoma epidermóide de esôfago

Contu, Simone Santana
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.1384%
O câncer de esôfago é a sexta neoplasia maligna mais comum no mundo. No Rio Grande do Sul, Brasil, o carcinoma epidermóide de esôfago apresenta coeficientes de mortalidade elevados e com tendência ascendente com, pelo menos, o dobro dos coeficientes padronizados de mortalidade encontrados em outros estados brasileiros ou em países do cone sul da América latina. O diagnóstico tardio parece ser o principal responsável pelo mau prognóstico. Nos últimos anos, diversos estudos têm demonstrado a possibilidade de identificação das lesões precursoras do câncer esofágico, mas sem repercussão no prognóstico, até o momento. Considera-se, atualmente, que a carcinogênese esofágica está relacionada a uma interação entre fatores ambientais e anormalidades genéticas Recentemente, estudos em biologia molecular têm demonstrado a influência dos fatores reguladores do ciclo celular no prognóstico de diversas moléstias, inclusive o câncer. O Rb é um gene supressor tumoral envolvido no mecanismo de controle do ciclo celular, cuja expressão tem sido demonstrada no câncer do esôfago. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência da perda da expressão da proteína pRb na mucosa esofágica de indivíduos sob risco para o carcinoma epidermóide de esôfago...

Identificação imunohistoquímica de receptores para hormônio luteinizante, estrôgeno e progesterona no trato reprodutivo extragonadal da égua; Immunohistochemical identification of luteinizing, estrogen and progesterone receptors in the extra-gonadal reproductive tract of mares

Esmeraldino, Anamaria Telles
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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37.1384%
O objetivo deste trabalho foi verificar a presença e a localização de receptores para hormônios esteróides e gonadotróficos, através da técnica de imunohistoquímica, pelo método de peroxidase-antiperoxidase (PAP), nos diferentes tecidos que compõe o trato genital da égua e a variação de reatividade destes receptores durante o ciclo estral e no anestro fisiológico. Também se objetivou verificar se há diferença de reatividade em éguas com e sem endometrose. Foram coletadas amostras de útero, cérvice e oviduto, de 41 éguas sem raça definida e com histórico reprodutivo desconhecido, em um abatedouro. Quinze éguas se encontravam em estro, dezoito em diestro e oito éguas em anestro. Concluiu-se que a intensidade e a distribuição da coloração para os receptores de estrógeno (RE), progesterona (RP) e hormônio luteinizante (RLH) variaram de acordo com o tipo de célula e o estágio do ciclo estral. Nas amostras de endométrio observou-se imunorreatividade alta no epitélio luminal para RE e RP tanto no estro quanto no diestro; o epitélio glandular, estroma e miométrio mostraram reatividade moderada para os dois receptores durante as duas fases. Durante o anestro os resultados foram semelhantes aos encontrados durante a fase cíclica. Na avaliação da reatividade para RLH...

Expressão imunohistoquímica de moléculas HLA não clássicas (HLA-G E HLA-E) e receptores CD4, CD28 em lesões de mucosa oral, associada a infecção pelo papilomavírus humano (HPV)

Fregonezi, Paula Andréa Gabrielli
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 145 f.
POR
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36.98566%
Pós-graduação em Biociências e Biotecnologia Aplicadas à Farmácia - FCFAR; As células tumorais infectadas pelo HPV podem apresentar estratégias para escapar da resposta imunológica resultando na persistência da infecção viral e na transformação celular maligna. O objetivo do presente estudo foi investigar o papel das células T e, indiretamente, das células Natural Killer (NK), em lesões orais causadas pelo HPV. A avaliação imunohistoquímica dos receptores de células T em infiltrado linfocitário foi realizada nas 79 biópsias de mucosa oral divididas de acordo com sua diferenciação histológica. Tipos de HPV de alto risco foram mais freqüentes em todas as lesões orais e infecções por diferentes tipos de HPV foram observados na mesma lesão. Diminuição da expressão de CD4/CD25 e CD25/CD28 ( P=0,037) foi observada nas lesões malignas e em todas as lesões com HPV. Menor expressão de CD4 e maior expressão de CD28 foram observadas em lesões orais malignas quando comparadas com as lesões benignas (P=0,005). Em 51 pacientes, elevada expressão de HLA-G foi observada em lesões orais benignas (p<0,01) e progressivamente diminuiu nas lesões pré-malignas e malignas.Correlação inversa (r = - 0,3944, p<0...

Identificação imunohistoquimica de celulas imunologicas e inflamatorias em polpas dentais normais e inflamadas; Immunohistochemical identification of immunocompetent and inflammatory cells in healthy and inflamed dental pulps

Jose Flavio Affonso de Almeida
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/05/2006 PT
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37.1384%
Este estudo teve como objetivos identificar por técnica de imunohistoquímica linfócitos T4, linfócitos T8, linfócitos B, macrófagos e mastócitos em tecidos pulpares normais e inflamados de dentes humanos e correlacionar a presença dessas células com os sinais e sintomas apresentados pelos pacientes e aspectos clínicos dos dentes. Após a determinação do diagnóstico clínico das condições pulpares, 24 polpas normais e 18 polpas inflamadas foram coletadas de dentes extraídos clivados ou por extirpação em dentes que foram submetidos à endodontia. As polpas foram processadas histologicamente, sendo que uma secção tecidual de cada amostra foi corada por hematoxilina e eosina e as demais foram utilizadas para a imunohistoquímica. As lâminas foram analisadas em microscopia de luz. Cinco campos com maior intensidade de marcação foram capturados, tiveram suas áreas mensuradas e o número de células contado. Em polpas normais, os linfócitos T8 apresentaram maior número de células marcadas, seguidos pelos linfócitos T4, macrófagos, linfócitos B e mastócitos. Diferenças significantes foram encontradas, com maior número de linfócitos T8 quando comparados aos linfócitos B e mastócitos (Kruskal-Wallis - p< 0...

Imunohistoquímica

Ferro, Amadeu Borges
Fonte: Amadeu Borges Ferro Publicador: Amadeu Borges Ferro
Tipo: Livro
Publicado em /10/2014 POR
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37.1384%
Desde o seu surgimento que as técnicas que utilizam a reação anticorpo-antigénio para a deteção e caracterização de moléculas no seu local de origem têm sido denominadas de Imunohistoquímica e/ou Imunocitoquímica. Ao longo do tempo esta terminologia tem sido utilizada de forma frequente para identificar as mesmas metodologias de forma, por vezes, indiscriminada. Numa tentativa de evitar as incorreções e diminuir as associações erróneas de palavras-chave em livros e artigos, que podem provocar uma pulverização ou a omissão da bibliografia relevante existente, alguns autores têm tentado clarificar a nomenclatura utilizada, principalmente com base na natureza da amostra biológica que é analisada. O termo Imunohistoquímica é associado a metodologias que usam imuno-ensaios para co-localizar um epítopo de interesse em cortes de tecido. Também se englobam os métodos que recorrem a blocos de células ou de coágulos preparados a partir de materiais citológicos e hematológicos. Na maioria dos casos, o tecido é removido do ser vivo e conservado/fixado por congelação ou por métodos químicos (e.g. formaldeído) e embebido em parafina. Posteriormente são obtidas secções muito finas, de cerca de 4μm, a partir do material congelado ou incluído em parafina e colocadas em lâminas de vidro. Desta forma...

Utilização de imunohistoquímica e AgELISA para detecção de portadores do vírus da diarreia bovina viral em bovinos de engorda

Noiva, Rute Marina Garcia da
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária Publicador: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Publicado em 06/07/2010 POR
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Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária; A Diarreia Bovina Viral é uma das doenças infecciosas dos bovinos de engorda com maior impacto económico, afectando negativamente todas as fases de produção. Os animais imunotolerantes, persistentemente infectados (PI) pelo BVDV constituem o seu principal reservatório, e a sua detecção e eliminação é importante no controlo da transmissão do vírus na manada. O objectivo deste estudo consistiu em utilizar imunohistoquímica e AgELISA em amostras de biópsia de pele de bovinos de engorda, para detectar infecções persistentes. Adicionalmente, procedeu-se à revisão do conhecimento actual sobre a Diarreia Bovina Viral. Foram testados 100 vitelos, entre as duas e as 84 semanas de idade. As amostras de pele, fixadas em formol, foram marcadas para antigénios do BVDV por imunohistoquímica, e os resultados comparados com os obtidos por AgELISA, em amostras frescas de pele. Os resultados obtidos foram incompatíveis com infecções persistentes, para todas as amostras, pelo que nenhum dos animais testados foi classificado como PI. Contudo, doze animais que foram negativos ao AgELISA exibiram padrões de marcação imunohistoquímica compatíveis com infecção aguda. Uma vez que a prevalência elevada de animais persistentemente infectados pode aumentar o número de infecções agudas...

Imunohistoquímica em cães positivos para leishmaniose visceral

Costardi, Marcel Lekevicius
Fonte: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Publicador: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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O estudo objetivou a determinação do tecido de eleição para o diagnóstico imunohistoquimico da Leishmaniose visceral canina. Examinaram-se amostras obtidas em 40 cadáveres de cães positivos para leishmaniose visceral pelos testes de reação de imunofluorescencia indireta (RIFI) e ensaio de adsorção enzimática (ELISA), eutanasiados no Centro de Controle de Zoonoses de Campo Grande, MS. Os cadáveres de 20 animais que em vida manifestavam pelo menos três sinais da doença formaram um grupo denominado de grupo 1, enquanto os animais clinicamente normais formaram o grupo 2. Amostras da pele da ponta da orelha; linfonodos mandibulares, cervicais superficiais e poplíteos; fígado e baço colhidas. Processadas pela técnica rotineira de inclusão em parafina, microtomizada, um fragmento foi submetido à marcação imunohistoquímica específica e examinada em microscópio de luz. A imunohistoquímica possibilitou a confirmação da doença em todos os animais positivos. Os animais do grupo sem sinais a marcação na pele foi menor do que nos demais tecidos. No grupo com sinais, os três linfonodos e fígado mostraram maior sensibilidade à imunohistoquímica. Os resultados permitiram concluir que os linfonodos são os órgãos de eleição para o diagnóstico da LVC pelo método de imunohistoquímica.; The aim of the present study was to look for the most sensitive tissue for diagnose of canine visceral leishmaniasis using immunohistochemistry. Forty serologic positive cadavers of dogs diagnosed by indirect immunofluorecence and enzyme linked immuno sorbent assay were euthanatized and provided by the Zoonosis Control Center of Campo Grande...

Avaliação imunohistoquímica do perfil citocínico da mucosa colônica em colite experimental induzida por ácido acético; Immunohistochemical assessment of mucosal cytokine profile in acetic acid experimental colitis

Bertevello, Pedro L.; Logullo, Ângela Flávia; Nonogaki, Sueli; Campos, Fabio M.; Chiferi, Valcir; Alves, Claudia C.; Torrinhas, Raquel S.; Gama-Rodrigues, Joaquim José; Waitzberg, Dan L.
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2005 ENG
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O modelo de colite experimental induzida por ácido acético (CEAA) vem sendo extensamente utilizado em estudos sobre doenças inflamatórias intestinais (DII). Lesões no tecido colônico em portadores de DII parecem estar relacionados à produção local aumentada de citocinas pró-inflamatórias (IL-1, IL-6, TNF-alfa e IFN-gama). OBJETIVO: Avaliar o padrão de expressão de citocinas identificadas por imunohistoquímica em tecido colônico após CEAA e relacioná-lo à presença de lesões macroscópicas. MATERIAL E MÉTODOS: Ratos machos Wistar adultos (n=39) foram submetidos ou não à CEAA e sacrificados para retirada do tecido colônico em dois períodos distintos, perfazendo 4 grupos aleatórios: SC45 e SC24 (sem colite; sacrifício 45 minutos e 24 horas, respectivamente); CC45 e CC24 (com colite; sacrifício 45 minutos e 24 horas, respectivamente). Avaliaram-se alterações macro e microscópicas do cólon e sua expressão de citocinas foi avaliada por imunohistoquímica. RESULTADOS: Após 24 horas, a expressão de IL-1 foi maior no grupo com colite, em relação ao sem colite. IL-4 foi mais expressa no grupo CC45. Houve aumento de INF-gama e IL-6, relacionados à presença de necrose da mucosa colônica, nos grupos com colite...