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Trombocitopenia induzida por heparina: aspectos clínicos e laboratoriais; Heparin induced thrombocytopenia: clinical and laboratory aspects

Oliveira, Samantha Carlos de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 28/08/2008 PT
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37.81136%
A trombocitopenia induzida por heparina (TIH) é uma síndrome imunohematológica mediada por um anticorpo que causa ativação plaquetária na presença de heparina, induz à agregação plaquetária e pode estar associada a graves e paradoxais complicações trombóticas e morte. A freqüência de TIH nos pacientes que recebem heparina por mais de cinco dias é de 1% a 5%, e está relacionada a vários fatores. Este é um estudo pioneiro no Brasil, que objetivou avaliar aqui a freqüência de TIH nos pacientes em uso de heparina, a relação ao gênero, ao tipo de heparina e a associação do genótipo da FcRIIa de receptores plaquetários. Foram selecionados 278 pacientes das Unidades de Terapia Intensiva e Unidades Coronariana do InCor-HCFMUSP, que receberam anticoagulação por heparina não fracionada (HNF) e/ou heparina de baixo peso molecular (HBPM), por pelo menos 5 dias, e excluídas as possíveis causas conhecidas de trombocitopenia. Foi realizada a contagem plaquetária pré e pós terapia com heparina, e o teste de detecção do anticorpo anti-fator 4 plaquetário/heparina (ID-PaGIA, DiaMed; e Asserachrom®-HPIA, Stago). O estudo da genotipagem da FcRIIa de receptores plaquetários foi realizado pelo método de digestão com enzima de restrição alelo específica. A freqüência de TIH encontrada foi de 6 (2...

Interação heparina-antitrombina : reconhecimento molecular caracterizado por ferramentas de modelagem molecular

Verli, Hugo
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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37.81136%
A heparina foi isolada no início do século XX e permanece, até os dias atuais, como um dos mais importantes e eficientes agentes terapêuticos de ação antitrombótica. Sua atividade anticoagulante deve-se à ativação da antitrombina (AT), uma serpina responsável pela inibição fisiológica de serino-proteinases plasmáticas, tais como fIIa e fXa. Os esforços no sentido da elucidação dos aspectos estruturais e dinâmicos associados ao reconhecimento molecular da heparina pela AT, em nível atômico, vêm encontrando diversas dificuldades, principalmente associadas aos compostos sacarídicos. Em decorrência de sua elevada polaridade e flexibilidade, glicosaminoglicanos como a heparina são difíceis de estudar e modelar. Soma-se a isto o fato de que os resíduos de iduronato presentes na heparina (IdoA) apresentam um incomum equilíbrio conformacional entre estados de cadeira (1C4) e bote-torcido (2SO), sendo esta última estrutura postulada como a possível conformação bioativa. Sendo assim, este trabalho apresenta um estudo de modelagem molecular do perfil conformacional da heparina, tanto em solução quanto complexada à AT, utilizando cálculos ab initio e simulações de dinâmica molecular (DM) Em decorrência da ausência de parâmetros capazes de descrever polissacarídeos nos campos de força atualmente disponíveis...

Glicobiologia estrutural da modulação da cascata de coagulação sanguínea por heparina

Fachin, Laércio Pol
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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Antitrombina (AT), uma proteína membro da família dos inibidores de serino proteases, é uma glicoproteína que co-existe em duas isoformas, a e b, que se diferenciam pelo conteúdo de glicosilação e pela afinidade por glicosaminoglicanos (GAG), um grupo de polissacarídeos polisulfatados, dentre as quais se destaca a heparina. AT é ativada quando ligada a GAGs, tornando-se assim capaz de inibir, com alta eficiência, proteases da cascata de coagulação como trombina e fXa. Essas enzimas formam complexos ternários com heparina e AT, sendo cada uma subsequentemente inibidas preferencialmente por um mecanismo de ação distinto: [1] baseado em mudanças conformacionais (fXa), ou pelo [2] mecanismo de ponte (trombina). Adicionalmente, já foi observado que heparina isoladamente pode modular a atividade catalítica de fIIa e fXa. Considerando a falta de dados estruturais a respeito dos efeitos da glicosilação sobre a estrutura e flexibilidade de AT, bem como sobre o reconhecimento heparina-AT, e que as bases moleculares da inibição alostérica de fIIa e fXa por GAGs não é bem compreendida, o presente trabalho visa caracterizar o reconhecimento molecular de heparina por essas proteínas, através de dinâmica molecular (DM). Os resultados obtidos indicam que a heparina interage de forma diferente nas glicoformas de AT devido a uma interferência da glicana ligada à Asn135. Da mesma forma...

A influencia da heparina em baixa concentração sobre a miotoxicidade do veneno de Bothrops jararacussu e bothropstoxina da heparina -I; The influence of heparin at a low concentration agaist the myotoxicity of Bothrops jararacussu and bothropstoxin-I

Sandro Rostelato Ferreira
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/07/2007 PT
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O veneno de Bothrops jararacussu (Bjssu) e sua miotoxina bothropstoxina-I (BthTX-I), induzem neurotoxicidade e miotoxicidade. Como o tratamento com o antiveneno é pouco eficaz contra a miotoxicidade, muitos estudos têm sido realizados utilizando substâncias que neutralizem a atividade miotóxica induzida pelo veneno, entre elas, a heparina. Os objetivos deste trabalho foram: 1) verificar o efeito da heparina sobre a miotoxicidade induzida pelo veneno e toxina, utilizando-se uma baixa concentração de heparina, porém capaz de impedir o bloqueio neuromuscular e, 2) esclarecer o papel protetor da heparina contra Bjssu. Controles foram realizados com antiveneno botrópico (AVB) comercial ou solução nutritiva de Tyrode ou salina. Para avaliar a neurotoxicidade empregou-se técnica miográfica convencional em preparações nervo frênico-diafragma de camundongos (in vitro) e nervo ciático poplíteo externo-tibial anterior de ratos (in vivo); para avaliar a miotoxicidade in vitro empregou-se a técnica histológica (microscopia óptica) e in vivo a dosagem bioquímica da creatinoquinase (CK); para avaliar o papel protetor da heparina empregou-se a protamina, um antagonista farmacológico. Os resultados obtidos in vitro mostraram que a resposta contrátil de 12 ± 2% (n=6) frente à incubação com Bjssu (40 µg/mL) por 120 min foi aumentada para 79...

Preparação e caracterização de nanoparticulas com heparina e sua avaliação em modelo animal de trombose venosa; Preparation and characterization of heparin-loaded nanoparticles and its evaluation in animal model of venous thrombosis

Carla Pazzini
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 12/03/2010 PT
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A heparina é um anticoagulante amplamente empregado no tratamento e profilaxia da trombose venosa profunda (TVP). Algumas limitações do seu uso são o custo e a via de administração, endovenosa ou subcutânea, às vezes em doses repetidas em 24 horas. Assim, o desenvolvimento de um produto que possa ser administrado por via subcutânea em um menor número de aplicações ou por via oral, torna-se um importante desafio, e de grande aplicabilidade clínica. A utilização de um sistema de liberação sustentada de fármacos pode vir ao encontro desse objetivo, pois permite que o agente seja protegido e liberado gradativamente. Este projeto consistiu na preparação e caracterização de nanopartículas biodegradáveis de poli (e-caprolactona) (PCL) como carreador de heparina de baixo peso molecular, e avaliação de sua atividade anticoagulante e antitrombótica in vivo. As nanopartículas foram preparadas pelo método de dupla emulsão a/o/a e evaporação de solvente. A caracterização das nanopartículas foi realizada por microscopia eletrônica de varredura (MEV), observando-se nanopartículas esféricas e homogêneas. O diâmetro médio das nanopartículas foi de 269 ± 36 nm e o potencial zeta foi de -1,20 ± 1,93 mV, indicando que as mesmas apresentam carga negativa. A eficiência de encapsulação...

Síntese e caracterização de heparina de baixa massa molar

Coelho, Thalia Camila
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 33 f.
PT_BR
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TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Físicas e Matemáticas, Curso de Química.; Este trabalho teve como proposta a síntese e caracterização de heparina de baixa massa molar para ser utilizada na liberação controlada de heparin6ide a partir de matrizes de quitosana, visando estabelecer novas vias de formulação de medicamentos por via oral em uso na profilaxia e no tratamento de eventos de tromboses agudas. A heparina, um polissacarideo extraído de fontes naturais, apresenta importantes propriedades farmacológicas como anticoagulante no tratamento de enfarto do miocárdio e antitrombose no tratamento de tromboses venosas pós-operatórias. Entretanto, uma grande desvantagem da heparina é que ela só pode ser administrada por via injetável, pois é desativada oralmente. A fragmentação das heparinas em moléculas de baixa massa molar média na faixa de 2000 a 10000 daltons é uma alternativa para preparar heparinas que tenham atividade antitrombose elevada, boa atividade anticoagulante e baixa toxicidade. As etapas do processo de síntese de heparina de baixa massa molar envolveram a purificação da heparina comercial, a preparação do sal de amônio quaternário de heparina, a esterificação do sal de heparina e despolimerização do éster de heparina. A caracterização dos heparináides sintetizados foi realizada por espectroscopia no infravermelho e análise elementar. Os graus de substituição da heparina e heparináides foram determinados por titulação condutimétrica. A determinação de massa molar foi feita por cromatografia liquida de alta eficiência e a atividade anticoagulante por tempo de tromboplastina parcial.

Dosagem da heparina em cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea

Moraes,Fernando; Helena,Nader; Carlos P,Dietrich; Ênio,Buffolo
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1996 PT
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Com o objetivo de quantificar o nível sérico de heparina, sua atenuação em função do tempo e o valor residual após a neutralização com sulfato de protamina, foram coletadas amostras de sangue em tempos pré-estabelecidos em 27 pacientes submetidos a revascularização do miocárdio com circulação extracorpórea. Após a heparinização (400 Ul/kg) as amostras de sangue foram coletadas nos tempos de 5, 10,30 e 60 minutos e subseqüentemente a cada 30 minutos, dependendo do tempo da circulação extracorpórea. A cada hora, após a heparinização, administrava-se nova dose de heparina (200 Ul/kg). As amostras eram armazenadas à temperatura de 4ºC antes do processo de extração da heparina que foi realizado por métodos físico-químicos. As dosagens mostraram que 5 minutos após a heparinização os pacientes apresentaram concentração sangüínea máxima de heparina e, ao tempo de 60 minutos, a sua concentração é de aproximadamente 68% da encontrada aos 5 minutos. Ao tempo de 90 minutos, ou seja, após a reheparinização a concentração de heparina é 96% da evidenciada aos cinco minutos e, após a neutralização com sulfato de protamina (1,5:1), ainda se encontra um valor residual de heparina que corresponde a 4% do observado inicialmente. Observou-se que os pacientes mais idosos têm uma tendência a manter um nível sérico mais prolongado e através da equação (Cone. de heparina = 104...

Avaliação da protamina na neutralização da heparina após circulação extracorpórea

BARROSO,Roberto Cardoso; MENDONÇA,José Teles de; CARVALHO,Marcos Ramos; COSTA,Rika Kakuda; SANTOS,José Edivaldo dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2002 PT
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INTRODUÇÃO: A protamina é o antídoto universalmente usado para neutralizar a heparina no final da circulação extracorpórea; porém não existe até o momento consenso sobre uma dose ideal necessária. OBJETIVO: Avaliar a efetividade da neutralização da heparina, com doses variadas de protamina após circulação extracorpórea, com três protocolos diferentes. CASUÍSTICA E MÉTODOS: Foram randomizados prospectivamente 45 pacientes, no período de abril a agosto de 2000, e divididos em três protocolos: I, II e III, com 15 pacientes cada. O protocolo I avalia a neutralização da heparina, com dose de protamina calculada pela dose inicial de heparina. O protocolo II avalia a neutralização da dose total de heparina usada durante a circulação extracorpórea. O protocolo III avalia a neutralização da dose total de heparina mais um reforço de 30% dessa dose, administrada em veia periférica durante 4 horas. RESULTADOS: No protocolo I, 60% dos pacientes tiveram necessidade de reforço da dose de protamina e 20% apresentaram complicações hemorrágicas, necessitando de reoperação. Desses 20%, um paciente foi a óbito e outro apresentou acidente vascular cerebral; 53% dos pacientes do protocolo II tiveram necessidade de reforço da dose de protamina. Os pacientes dos protocolos II e III não apresentaram complicações hemorrágicas nem reoperações. CONCLUSÕES: 1- A dose de protamina para neutralizar a heparina na proporção menor que 1:1 não é suficiente. Os pacientes necessitam de doses de reforço...

Padronização da dose de heparina sódica utilizada na cirurgia de revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea

Lobo Filho,José Glauco; Leitão,Maria Cláudia; Lobo,Roberto Augusto Mesquita; Lima Júnior,José Mário de; Ribeiro,João Paulo Aguiar; Cavalcante,Fernanda; Rebouças,Glício; Borges,Allison; Sales,Dadson Leandro; Teles Júnior,Newton
Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Publicador: Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 PT
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OBJETIVO: Propor uma metodologia de anticoagulação com heparina sódica monitorizada pelo Tempo de Coagulação Ativada (TCA) nos pacientes submetidos à cirurgia de revascularização miocárdica (RM) sem circulação extracorpórea (CEC), que promova uma anticoagulação segura (TCA >200 segundos), utilizando uma dose inicial de 1mg heparina sódica/kg de peso. MÉTODO: Quarenta pacientes (30 homens e 10 mulheres), entre 41 e 85 anos, foram submetidos à cirurgia de RM sem CEC, utilizando uma dose inicial de 1mg heparina sódica/kg de peso. Dez minutos após a administração da droga, quando TCA > 200 segundos, iniciava-se a confecção das anastomoses coronarianas. Caso contrário, administrava-se 0,5mg/kg de heparina suplementar. Durante a cirurgia, a cada 30 minutos, novos valores de TCA foram obtidos. Concluídas as anastomoses coronarianas, a heparina foi revertida na proporção de 1:1 utilizando cloridrato de protamina. RESULTADOS: O valor médio de TCA dez minutos pós-heparinização foi de 372,2(+/-104,31) segundos, sem variação estatisticamente significante entre os sexos ou grupos etários (p>0,05). Os valores de TCA, 30 e 60 minutos pós-heparinização, mantiveram-se acima de 200 segundos. Aos 30 minutos, verificou-se diferença estatisticamente significante dos valores do TCA entre os sexos e diferentes idades (p<0...

Farmacovigilância da heparina no Brasil

Junqueira,Daniela Rezende Garcia; Viana,Thércia Guedes; Peixoto,Eliane R. de M; Barros,Fabiana C. R. de; Carvalho,Maria das Graças; Perini,Edson
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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OBJETIVO: Investigar a origem das preparações de heparina, na forma farmacêutica injetável, disponíveis no mercado brasileiro, discutindo o impacto do perfil dos produtos comercializados e das alterações na monografia da heparina na segurança do fármaco. MÉTODOS: Pesquisou-se o banco de dados de Produtos Registrados das Empresas de Medicamentos da Anvisa e o Dicionário de Especialidades Farmacêuticas (DEF 2008/2009). Foi realizado inquérito com as indústrias com autorização ativa para o comércio do fármaco no Brasil. RESULTADOS: Cinco indústrias possuem autorização para o comércio de heparina não fracionada no Brasil. Três são de origem suína e duas de origem bovina, sendo que apenas uma possui essa informação explicitada na bula. A efetividade e a segurança da heparina, estudadas em populações estrangeiras, podem não representar a nossa realidade, já que a maioria dos países não produz a heparina bovina. A heparina atualmente comercializada tem, ainda, aproximadamente 10% menos atividade anticoagulante que a anteriormente produzida, e essa alteração pode ter implicações clínicas. CONCLUSÃO: Evidências acerca da ausência de intercambialidade de doses entre as heparinas de origem bovina e suína e o diferenciado perfil de segurança entre esses fármacos indicam necessidade de acompanhamento do tratamento e da resposta dos pacientes. Eventos que ameacem a segurança do paciente devem ser comunicados ao sistema da farmacovigilância do país.

Trombocitopenia induzida por heparina

Longhi,Fernanda; Laks,Dani; Kalil,Nelson G.N.
Fonte: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular Publicador: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2001 PT
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O objetivo deste relato é fazer uma revisão a fim de obter informações atualizadas sobre trombocitopenia induzida por heparina, suas manifestações clínicas, seu diagnóstico e seu manejo terapêutico. Após, concluímos que a trombocitopenia induzida por heparina é uma complicação comum em pacientes submetidos a tratamento com heparina, indiferentemente da doença de base. Complicações trombóticas potencialmente fatais têm sido descritas. Por essa razão, se houver suspeita de trombocitopenia induzida por heparina, uma abordagem adequada incluindo suspensão precoce da heparina é mandatória. Produtos que substituem a heparina incluem hirudina e danaparóide sódico. Heparina de baixo peso molecular é contra-indicada.

Viabilizacao da heparina como suporte para carrear gentamicina

Bezerra de Oliveira, Givanildo; da Paz Carvalho da Silva, Maria (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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Muitos polímeros usados como carreadores de drogas em sistemas de liberação controlada são polissacarídeos. O presente trabalho propõe o uso do glicosaminoglicano heparina, como carreador para o antibiótico aminoglicosídico gentamicina. Devido à natureza química, estes compostos possuem uma afinidade iônica intrínseca, entretanto, utilizou-se uma carbodiimida para promover uma ligação covalente (amida) entre estas moléculas. O conjugado heparinagentamicina após a diálise apresentou atividade antimicrobiana in vitro. Este conjugado ainda apresentou menor migração eletroforética, quando comparado à heparina sozinha. Quando submetido a degradação enzimática pelas liases da heparina, mostrou-se estável. O espectro de infravermelho deste conjugado apresentou bandas características de ligação amida, sugerindo que a ligação covalente está presente. Em uma segunda etapa do trabalho, observou-se o efeito de concentrações crescentes de carbodiimida, sobre as atividades físico-químicas e biológicas da heparina. Os resultados demonstram que a ativação afeta a atividade de fixação aos corantes, azul de metileno e azul de toluidina, sendo este efeito dependente da concentração do agente ativante. Estas heparinas ativadas quando submetidas à eletroforese no sistema descontínuo acetato de bário/acetato de diaminopropano...

Imobilização de heparina em membranas de óxido de alumínio anódico revestidas com polianilina como matriz de afinidade para purificação de antitrombina

Vieira, Renata; Carvalho Junior, Luiz Bezerra de (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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Antitrombina (AT) é uma serpina que está envolvida na regulação da coagulação sanguínea através da inibição de enzimas pró-coagulativas. A heparina é um ativador alostérico da AT que se liga a ela e causa uma mudança conformacional no sítio reativo, o que faz aumentar sua ação anticoagulante. Sendo assim, a fim de obter AT purificada através de separação por afinidade, este trabalho propôs imobilizar heparina utilizando a sua propriedade de se ligar à AT. O suporte para imobilização foram as membranas nanoporosas de óxido de alumínio anódico (AAO), adquiridas da Whatman®. Estas foram tratadas com solução de permanganato de potássio a 0,1 M, 50 ºC por 12 horas e revestidas com polianilina (PANI) a 0,5 M por 2 horas. Posteriormente, uma solução de heparina de 3 mg/mL foi imobilizada ao suporte por 12 horas a 25 ºC e então foi determinada a quantidade de heparina fixada à membrana. O suporte foi incubado com plasma humano por 1 hora à 4 ºC. A remoção das proteínas ligadas ao suporte foi realizada mediante aumento da força iônica, utilizando soluções de NaCl 0,5 M, 1,0 M, 1,5 M e 2,0 M tipo stepwise. Em seguida, os eluatos foram submetidos à eletroforese (SDS-PAGE), segundo metodologia de Laemmli (1970). O percentual da quantidade de heparina imobilizada foi 53...

Purificação de proteínas plasmáticas empregando compósito de Sephadex-polianilina-heparina

Moura, Rosemery Batista de; Carvalho Júnior, Luiz Bezerra de (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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Hemoderivados são medicamentos produzidos pelo fracionamento industrial do plasma humano. O principal método para purificação de proteínas plasmáticas humanas é baseado no método de precipitação com etanol desenvolvido por Cohn-Oncley. O uso de metodologias simples, de baixo custo e eficientes constitui um avanço tecnológico para obtenção desses hemoderivados. O objetivo deste trabalho foi imobilizar heparina comercial em Sephadex G-25 revestido com polianilina e posteriormente utilizar o derivado imobilizado como matriz de afinidade para purificação de proteínas do plasma humano. Para síntese do derivado imobilizado, Sephadex G-25 foi revestido com polianilina e tratado com glutaraldeído, em seguida, incubado com solução de heparina ativada com 1-etil-3-(dimetilaminopropil) carbodiimida e N-hidroxisuccinimida. A fim de determinar a influencia de variáveis na imobilização de heparina em Sephadex-polianilina, foi realizado planejamento experimental fatorial fracionário (24-1) no qual se avaliou quatro variáveis independentes: concentração e tempo de reação do glutaraldeído e concentração e tempo de reação da heparina. Nas condições otimizadas desses níveis, a heparina imobilizada em Sephadex-polianilina foi utilizada para purificação de proteínas do plasma humano. As variáveis concentração de glutaraldeído e concentração de heparina foram estatisticamente significativas na imobilização de heparina ao Sephadex-PANI e foi obtido melhor rendimento de heparina imobilizada (6...

Influência do tempo e dose de heparina em modelo de peritonite aguda

Arimatéia, Dayse Santos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Bioquímica; Bioquímica; Biologia Molecular Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Bioquímica; Bioquímica; Biologia Molecular
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.666658%
In the last years, heparin has become target of many studies related to inflammation due its ability of biding to proteins involved on immune response. Recently, it was demonstrated, at our laboratory, using a thIoglycollate-induced peritonitis model, heparin s capacity of reduce cellular influx into the peritoneal cavity, 3 hours after the inflammatory stimulus. Once neutrophilic infiltration is highest around 8 hours after the inflammatory stimulus, at the present work, using the same peritonitis model, it was assessed heparin s ability of keeping the interference on leukocyte infiltration, 8 hours after inflammation induction. Moreover, using cellular differential count, it was evaluated how the cellular populations involved in the inflammatory process would be affected by the treatment. Eight hours after the inflammatory stimulus, only heparin dosage of 1 μg/Kg was able to reduce the cellular influx to peritoneum, 62.8% of reduction when compared to positive control (p < 0.001). Furthermore, heparin dosage of 15 μg/Kg presented a pro-inflammatory effect in whole blood verified by the increase of 60.9% (p < 0.001) and 117.8% (p < 0.001) on neutrophils and monocytes proportion, respectively, when compared to positive control. In addition...

Avaliação do efeito do composto tipo heparina isolado do caranguejo Chaceon fenneri na hemostasia e na morte celular

Araujo, Raquel Helen Brito de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Bioquímica; Bioquímica; Biologia Molecular Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Bioquímica; Bioquímica; Biologia Molecular
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.628008%
Heparin is a pharmaceutical animal widely used in medicine due to its potent anticoagulant effect. Furthermore, it has the ability to inhibit the proliferation, invasion and adhesion of cancer cells to vascular endothelium. However, its clinical applicability can be compromised by side effects such as bleeding. Thus, the search for natural compounds with low bleeding risk and possible therapeutic applicability has been targeted by several research groups. From this perspective, this study aims to evaluate the hemorrhagic and anticoagulant activities and citotoxic effect for different tumor cell lines (HeLa, B16-F10, HepG2, HS-5,) and fibroblast cells (3T3) of the Heparin-like from the crab Chaceon fenneri (HEP-like). The HEP-like was purified after proteolysis, ion-exchange chromatography, fractionation with acetone and characterized by electrophoresis (agarose gel) and enzymatic degradation. Hep-like showed eletroforetic behavior similar to mammalian heparin, and high trisulfated /Nacetylated disaccharides ratio. In addition, HEP-like presented low in vitro anticoagulant activity using aPTT and a minor hemorrhagic effect when compared to mammalian heparin. Furthermore, the HEP-like showed significant cytotoxic effect (p<0.001) on HeLa...

Avaliação do potencial anti-inflamatório de composto tipo heparina (cCTH) extraído do caranguejo Goniopsis cruentata em modelo experimental de peritonite

Azevedo, Fernanda Marques de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Bioquímica; Bioquímica; Biologia Molecular Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Bioquímica; Bioquímica; Biologia Molecular
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.628008%
Heparin, a sulfated polysaccharide, was the first compound used as an anticoagulant and antithrombotic agent. Due to their structural characteristics, also has great potential anti-inflammatory, though such use is limited in inflammation because of their marked effects on coagulation. The occurrence of heparin-like compounds that exhibit anticoagulant activity decreased in aquatic invertebrates, such as crab Goniopsis cruentata, sparked interest for the study of such compounds as anti-inflammatory drugs. Therefore, the objective of this study was to evaluate the potential modulator of heparin-like compound extracted from Goniopsis cruentata in inflammatory events, coagulation, and to evaluate some aspects of its structure. The heparin-type compound had a high degree of N-sulphation in its structure, being able to reduce leukocyte migration into the peritoneal cavity at lower doses compared to heparin and diclofenac sodium (anti-inflammatory commercial). Furthermore, it was also able to inhibit the production of nitric oxide and tumor necrosis factor alpha by activated macrophages, inhibited the activation of the enzyme neutrophil elastase in low concentrations and showed a lower anticoagulant effect in high doses as compared to porcine mucosal heparin. Because of these observations...

Influência da heparina na invasão de células de retina por Toxoplasma gondii

Mastrantonio, Eneida César
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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O objetivo deste estudo foi determinar, em modelo in vitro, a influência de heparina na susceptibilidade de células da retina à infecção por Toxoplasma gondii. Culturas primárias de retina de embrião de galinha de 8 e 11 dias (E8 e E11) e de astrócitos da cabeça do nervo óptico humano foram mantidas em lamínulas durante aproximadamente uma semana, quando foram infectadas com taquizoítas de T. gondii por 24 horas. Fibroblastos de embrião de galinha e fibroblastos de prepúcio humano foram usados como controle. Parasitos foram pré-tratados com heparina e anticorpos anti-SAG-1, enquanto astrócitos humanos foram estimulados com IFN-y antes e após a infecção, sendo realizada dosagem de nitritos no sobrenadante destas células. As taxas de infecção (invasão), o índice global de infecção (invasão) e as taxas de replicação celular, foram determinados pela contagem de, no mínimo, 100 células por condição experimental. Anticorpo monoclonal antiheparina foi utilizado para determinar a distribuição de heparina na superfície das células. Pré-tratamento com heparina diminuiu o número de células E8 infectadas, porém, aumentou as taxas de replicação intracelular do parasito nos astrócitos humanos. A marcação para heparina foi discreta na maioria dos fibroblastos de embrião de galinha enquanto que...

Estudio piloto comparativo de dos soluciones de sellado en catéteres de hemodiálisis: heparina sódica al 5% frente a fibrilin®

Rivera Fernández,Constantino; Lamela Rivas,Lucía; Ornosa Agra,Carmen
Fonte: Enfermería Nefrológica Publicador: Enfermería Nefrológica
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/06/2013 SPA
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El sellado de catéteres en hemodiálisis suele ser motivo de controversia entre los distintos profesionales dedicados a la hemodiálisis. El objetivo del presente estudio es comparar dos soluciones de sellado de catéter para hemodiálisis: heparina al 5% y fibrilin (heparina 20ui/ml + metil y propilparaben). Estudiamos 8 pacientes (mujeres) de 69±12 años portadoras de catéter tunelizado de 17±7 meses de duración del catéter, estables y que habían dado su consentimiento para el estudio. Inicialmente se selló con fibrilin durante un mes (12 sesiones) y posteriormente con heparina al 5% el mismo periodo de tiempo. Se registró velocidad de bomba, flujo efectivo, presión venosa, KT, necesidad de utilizar fibrinolíticos, infecciones, nº de manipulaciones, hipotensiones, recirculación, KT/V, TP, TPTA. Se compararon los estudios mediante t student. Después de dos meses de estudio se observó mayor flujo efectivo 318±23 ml/m en catéteres sellados con heparina frente a 307±17 ml/m con fibrilin (p= 0,008), menor presión venosa 147±12 mm Hg en heparina frente a 168±17 en fibrilin (p=0,006), mayor KT en heparina 43±3 litros frente a 41±4 litros en fibrilin. A pesar de estas mejores condiciones, clínicamente no supusieron diferencias en la eficacia dialítica KT/V heparina 1...

Tratamiento del tromboembolismo pulmonar agudo con heparina de bajo peso molecular subcutánea: Comparación con heparina no fracionada intravenosa

Alonso Martínez,J. L.; Abínzano Guillén,M. L.; Solano Remírez,M.; Álvarez Frías,M. T.; Gutiérrez Dubois,J.; Munuera García,L.
Fonte: Anales de Medicina Interna Publicador: Anales de Medicina Interna
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/04/2005 SPA
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Fundamento y objetivos: Desde la introducción en la terapéutica de las heparinas de bajo peso molecular, éstas se han venido utilizando con una eficacia similar o superior a la heparina no fraccionada para el tratamiento de la enfermedad tromboembólica venosa. Nuestro propósito fue conocer la eficacia de enoxaparina en el tratamiento del tromboembolismo pulmonar agudo. Métodos: Comparamos la eficacia de enoxaparina subcutánea dos veces al día a dosis de 1 mg/kg de peso con la de heparina no fraccionada por vía endovenosa de forma continua en pacientes diagnosticados de tromboembolismo pulmonar agudo determinando la tasa de hemorragia mayor, muerte en el episodio índice y tasa de reicidiva. Como tromboembolismo pulmonar masivo se consideró la visualización de trombos en las arterias pulmonares principales. Resultados: Treinta y ocho pacientes fueron tratados con heparina no fraccionada intravenosa de forma continua (edad 72 ± 9 años, varón 58%, tromboembolismo pulmonar masivo 24%) y 65 pacientes fueron tratados con enoxaparina (edad 71 ± 12 años, varón 52%, tromboembolismo pulmonar masivo 49%). La tasa de hemorragia mayor durante la hospitalización índice fue de 8% en el grupo de heparina no fraccionada y de 3% en el grupo de enoxaparina (riesgo relativo 5...