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Caracterização fisionômica da comunidade marinha bentônica de substrato consolidado do infralitoral no costão oeste da enseada das Palmas, ilha Anchieta, Ubatuba - SP, Brasil; Phisiognomic characterization of marine benthic communities of infralittoral consolidated substrata on the rock shore in the west Cove of Palmas, Anchieta Island State Park, Ubatuba - SP, Brazil

Pereira, Ana Paula Valentim
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 06/11/2007 PT
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Amostragens ecológicas freqüentemente requerem técnicas não destrutivas que produzem dados quantitativos da estrutura da comunidade. Muitas das dificuldades de amostragem no infralitoral estão fortemente relacionadas com limitações da técnica de mergulho, principalmente pela pequena duração do tempo de submersão. Um caminho para solucionar esse problema é desenvolver uma técnica para aumentar o número de informações obtidas durante a descida. Neste contexto, o método do levantamento fisionômico, tendo como unidade de paisagem o povoamentos foi aplicado em um trecho de 750 m, no infralitoral, a profundidade que varia até 6,5 metros, no costão oeste da Enseada das Palmas, Ilha Anchieta. Objetivou-se neste trabalho realizar as quatro abordagens deste método, que são: descrever os povoamentos e suas espécies dominantes, determinar a repartição espacial geo-referenciada dos povoamentos e ESP, determinar quantitativamente a estrutura da comunidade bentônica e avaliar qualitativamente a composição específica de cada povoamento. A área de estudo foi dividida em quadro setores e três profundidades. Na primeira abordagem foram identificados todos os povoamentos discriminados visualmente e confeccionada uma ficha para cada um. Na segunda abordagem foi utilizado um GPS para determinação do geo-posicionamento. As posições verticais foram obtidas através do uso de profundímetro. Baseado nos dados de geo-referenciamento calculou-se os dados de freqüência relativa de cada povoamento na área total...

Análise espaço-temporal da composição da dieta, preferência alimentar e desenvolvimento de gônadas de Lytechinus variegatus (Lamarck, 1816) no infralitoral rochoso da enseada de Parati-Mirim (Paraty, RJ); Spatial-temporal analysis of diet composition, feeding preference and gonadal development of Lytechinus variegatus (Lamarck, 1816) on the rocky sublittoral of Parati-Mirim Bight in Parati-MIrim (Paraty, RJ)

Kasamatsu, Leandro Kodama
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 01/10/2012 PT
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Os ouriços do mar são extremamente importantes no que diz respeito ao funcionamento do ecossistema marinho. Sua capacidade de estruturar este ambiente causa implicações em larga escala. Baseado nisso e tomando em conta que sua faixa de distribuição é bastante larga, esforços são necessários para uma melhor compreensão de sua ecologia. Neste trabalho buscou-se compreender como diâmetro, densidade populacional e desenvolvimento gonadal se apresentam em uma escala espaço-temporal. Foi feito também um estudo para entender como são compostas as comunidades do fitobentos associada ao ouriço e a sua dieta e, como estas composições se comportam entre tempos e locais diferentes. Por fim, foi realizado um estudo com índices de preferência alimentar a fim de identificar se estes ouriços exibem preferência ou rejeição para algum item alimentar e, da mesma maneira que feito anteriormente, verificar se a seletividade é heterogênea no tempo e no espaço. No período de aproximadamente um ano, foram analisadas populações e coletados 192 ouriços da espécie Lytechinus variegatus. Foi verificado que, em relação às densidades populacionais, parece existir um padrão espacial de crescimento dos animais de sudeste a noroeste da enseada de Parati-Mirim...

Projecto - XIV Expedição Científica do Departamento de Biologia - Santa Maria 2009.

Tavares, João; Furtado, Duarte
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/2009 POR
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XIV Expedição Científica do Departamento de Biologia - Santa Maria 2009 (Projecto).; Na XIV Expedição Científica do DB à ilha de Santa Maria, pretendemos desenvolver uma série de estudos para aprofundar o conhecimento sobre a vida e o ambiente, com planos de trabalho diversos, dos quais destacamos: (i) Estudo da Flora da ilha de Santa Maria: actualização do catálogo das plantas vasculares, recolha de sementes, dados fenológicos e imagens digitais a integrar o Herbário Virtual dos Açores; (ii) Actualização das listas de vertebrados terrestres da ilha de Santa Maria; (iii) Actualização do inventario da cadeia trófica das pragas agrícolas, nomeadamente lagarta-das-pastagens e mosca-da-fruta, através da recolha de entomófagos e entomopatogénicos; (iv) Estudo da malacofauna terrestre da ilha de Santa Maria, sobretudo centrada nos géneros Drouetia, Leptaxis, Moreletina e Plutonia que apresentam as maiores taxas de endemismo; (v) Ecologia Aquática: Actualização do conhecimento da biodiversidade marinha e de água doce: caracterização ecológica dos sistemas dulceaquícolas no âmbito da DQA (microrganismos, fitoplancton, fitobentos e invertebrados); (vi) Ecologia Marinha: Amostragens no âmbito dos projectos LusoMarBol e Inspect que incluem as zonas de intertidal e subtidal...

Projecto - XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia - Flores e Corvo 2007.

Tavares, João; Porteiro, João; Furtado, Duarte
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/2007 POR
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XIII Expedição Científica do Departamento de Biologia - Flores e Corvo 2007 (Projecto).; Na XIII Expedição Científica do DB às ilhas das Flores e do Corvo, pretendemos desenvolver uma série de estudos para aprofundar o conhecimento sobre a vida e o ambiente, com planos de trabalho distintos, dos quais destacamos: (i) Estudo da orla costeira, com especial incidêmcia no levantamento e caracterização das zonas balneares: sistema de informação geográfica do domínio público marítimo; (ii) Estudo da Flora das ilhas das Flores e Corvo: actualização do catálogo das plantas vasculares, recolha de sementes, dados fenológicos e imagens digitais a integrar o Herbário Virtual dos Açores; (iii) Proceder a recolha e actualização de informação sobre a doença de Machado Joseph, no âmbito do Programa de Aconselhamento Genético e Teste Preditivo. Dar-se-á ainda continuidade ao trabalho de recolha de amostras de material biológico, visando desenvolver trabalhos de caracterização das populações humanas dos Açores; (iv) Actualização das listas de vertebrados terrestres das ilhas das Flores e do Corvo; (v) Actualização do inventário da cadeia trófica das pragas agrícolas lagarta-das-pastagens e mosca-da-fruta...

Estudo comparativo de métodos de amostragem de comunidades de Costão

SABINO,C. M.; VILLAÇA,R.
Fonte: Instituto Internacional de Ecologia Publicador: Instituto Internacional de Ecologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1999 PT
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O presente estudo compara três metodologias de amostragem de costão rochoso: estimativa visual, pontos de interseção e raspagem total do substrato. No método de estimativa visual, variou-se o tamanho do amostrador e, no de pontos de interseção, o número de pontos marcados. As amostras foram coletadas no costão da praia do Forno, Búzios, RJ, em duas faixas, uma dominada fisionomicamente por Amphiroa sp. e a outra, por Sargassum furcatum. Foram aplicados testes de ANOVA e Kruskal-Wallis aos resultados encontrados, utilizando-se como variáveis os índices bionômicos de número de espécies, porcentagem total de recobrimento, índice de diversidade e índice de uniformidade. Os resultados provaram que nenhuma metodologia de amostragem semelhante mostrou-se estatisticamente diferente da outra. Existe diferença quando se comparam os métodos não-destrutivos ao método destrutivo. No entanto, amostradores com menor área ou menor número de pontos não amostram bem o índice número de espécies. Os métodos não apresentaram diferença significativa em relação à cobertura total e aos índices de diversidade e uniformidade, salvo algumas exceções. Os resultados do presente trabalho são aplicáveis apenas a comunidades de costão rochosos com perfis similares ao da comunidade estudada. A escolha do método deve ser considerada para cada situação.

Estrutura e dinâmica de comunidades bentônicas dominadas por macrófitas na zona intramareal da Praia de Jacaraípe, Espírito Santo, Brasil

Barbosa,Sulamita Oliveira; Figueiredo,Marcia A. de O.; Testa,Viviane
Fonte: Instituto de Botânica Publicador: Instituto de Botânica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2008 PT
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O recife parcialmente exposto da Praia de Jacaraípe é formado por algas calcárias vermelhas incrustantes com até 40 cm em espessura sobre uma comunidade recifal holocênica. Este trabalho visa descrever a composição da flora atual e estrutura do fitobentos desta comunidade, todavia não estudada. O levantamento ocorreu no verão e inverno, no platô e borda recifal. Foram amostrados 10 quadrados aleatórios ao longo de transectos de 20 m em cada habitat. Os resultados apontam para a presença de doze clorofíceas, quatro feofíceas, 34 rodofíceas e uma fanerógama marinha, totalizando 35 gêneros e 51 táxons. Foi identificada uma variação sazonal na riqueza específica somente na borda recifal, a qual apresentou uma flora menos rica no inverno. As algas calcárias articuladas tiveram maior biomassa e cobertura nas duas épocas estudadas. A distribuição espacial e temporal da flora está em acordo com padrões de tipo de substrato, hidrodinâmica e turbidez da água do mar encontrados em áreas recifais de todo o Brasil.

Contribución al estudio del conocimiento del fitobentos esciáfilo superficial en el litoral levantino

Boisset, F.; Barceló i Martí, M.C.
Fonte: Murcia : Universidad de Murcia, Servicio de Publicaciones Publicador: Murcia : Universidad de Murcia, Servicio de Publicaciones
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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Fitobentos de una laguna costera : el Mar Menor / M. Isabel Pérez Ruzafa ; directores Joandomenec Ros i Aragonés, Mario Honrubia García.

Pérez Ruzafa, Isabel María
Fonte: Murcia : Universidad de Murcia, Departamento de Biología, Publicador: Murcia : Universidad de Murcia, Departamento de Biología,
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
SPA
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Tesis-Universidad de Murcia.; Consulte la tesis en: BCA. GENERAL. ARCHIVO UNIVERSITARIO. D 243.; Consulte la tesis en: BCA. GENERAL. ARCHIVO UNIVERSITARIO. T.M.-358.

A review: Macrophytes in the assessment of Spanish lakes ecological status under the Water Framework Directive (WFD)

Ruiz, Celia; Mart??nez, Guillermo; Toro, Manuel; Camacho, Antonio
Fonte: Universidade de Granada Publicador: Universidade de Granada
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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Bas??ndose en que los procesos de biomonitorizaci??n aportan informaci??n muy valiosa sobre los impactos en organismos y consecuentemente en el estado ecol??gico de los ecosistemas, la Directiva Marco del Agua (WFD; Uni??n Europea, 2000) incorpora el uso de indicadores biol??gicos y m??tricos para la evaluaci??n del estado ecol??gico de las masas de agua. Uno de los elementos biol??gicos definidos en la Directiva es ???Otra flora acu??tica??? incluyendo macr??fitos y fitobentos; la composici??n y abundancia de macr??fitos debe ser estimada y evaluada en los lagos definidos como masas de agua dentro de la WFD. Los macr??fitos tienen muchas de las caracter??sticas destacadas para ser un buen bioindicador; responden a fluctuaciones naturales de los reg??menes hidrol??gicos, situaci??n muy habitual en pa??ses mediterr??neos, y adem??s, podr??an detectar cambios atribuibles a presiones e impactos antropog??nicos. Existen dos tipos principales de evaluaci??n basados en el uso de las comunidades de macr??fitos; ??ndices de diversidad (englobando diferentes variables) e ??ndices basados en el estado tr??fico de las aguas. En la pr??ctica, ambos sistemas convergen para la evaluaci??n de estado ecol??gico en el sistema; sin embargo los ??ndices tr??ficos no son capaces de desvelar suficiente informaci??n sobre otro tipo de perturbaciones...

Alimentación y conducta alimentaria de la almeja de agua dulce Diplodon Chilensis (BIVALVIA: HYRIIDAE)

Fonte: Universidad de Concepción, Facultad de Ciencias Naturales y Oceanográficas. Publicador: Universidad de Concepción, Facultad de Ciencias Naturales y Oceanográficas.
Tipo: Artículo de Revista
ES
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Con el propósito de conocer cualitativamente la alimentación y la conducta alimentaria de la almeja de agua dulce Diplodon chilensis, se analizó mediante estudios de laboratorio y de campo el comportamiento alimentario y el contenido digestivo de especímenes procedentes de sustratos areno-pedregosos y arenosos del Lago Panguipulli y se relacionó con la oferta ambiental existente en el sustrato (fitobentos) y en el agua (fito-plancton). El análisis del contenido digestivo de los especímenes y los resultados experimentales, indican que Diplodon chilensis tiene una alimentación mixta en base a fitoplancton, fitobentos y materia orgánica existente en el plancton y en el bentos.; To determine qualitatively, feeding and alimentary behavior of the freshwater mussel, Diplodon chilensis, it was studied by means of field and laboratory studies the alimentary behavior and the digestive content of specimens inhabiting sand-gravel and sandy substrates of Lake Panguipulli; the digestive content of D. chilensis specimens was correlated to the environmental food offer existing in the substrate (phytobenthos) and in the water (phytoplankton). The digestive content analysis of the specimens and the experimental results show that D. chilensis has a mixed feeding based on phytoplankton...

Composição e estrutura espacial da comunidade macrofitobêntica de fundos consolidados das baías da Ilha de Santa Catarina (SC)

Bouzon, Janayna Lehmkuhl
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: viii, 68 f.| il., tabs., grafs.
POR
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Biologia Vegetal; O litoral catarinense apresenta inúmeros trabalhos envolvendo macroflora, no entanto, as Baías da Ilha de Santa Catarina (27º35'S 48º33'W) foram pobremente descritas sob o ponto de vista ficológico, assim como estudos envolvendo estrutura de comunidades destes organismos. A região representa um ambiente que vem sofrendo interferências antrópicas marcantes com o avanço da urbanização. Com o intuito de descrever a variação espacial da composição e da estrutura das comunidades macrofitobênticas das Baías da Ilha de Santa Catarina e relacionar estes atributos aos eventuais impactos do crescimento urbano sobre os respectivos ambientes, foram selecionadas doze estações amostrais de modo que pudessem representar distintas fisionomias das comunidades. Foram identificados 107 táxons infragenéricos, onde alguns táxons são citados pela primeira vez para a região sul do Brasil, como Pleonosporium polysthicum, Neosiphonia sphaerocarpa e Acinetospora crinita. Os índices ficogeográficos de Feldmann e Cheney encontrados para estas Baías caracterizaram-na como parte da província Temperada Quente...

Potencial para maricultura da carragenófita Hypnea musciformis (Wulfen) J.V. Lamour. (Gigartinales - Rhodophyta) na Ilha da Marambaia, Baía de Sepetiba, RJ, Brasil

Reis,Renata Perpetuo; Caldeira,Aline Queiroz; Miranda,Ana Paula dos Santos; Barros-Barreto,Maria Beatriz
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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A falta da prática de cultivo comercial de macroalgas no Brasil junto com a crescente demanda do mercado nacional de ficocolóides é suprida pela importação de algas e colheita em bancos naturais, principalmente na costa nordestina. Na busca de um cultivo em pequena escala para uso das comunidades litorâneas foi implantado um cultivo experimental com H. musciformis, na Ilha da Marambaia, RJ (43º59'35" W e 23º04'00" S). Ao todo foram testadas nove técnicas de fixação da alga nas unidades experimentais de maricultura (UEM). Nos experimentos realizados entre a primavera de 2003 e o outono de 2004, as taxas de crescimento geralmente foram negativas. Entre os invernos de 2004 e 2005, foram na maioria positivas. O fitobentos próximo à UEM foi analisado para verificar o crescimento dessa espécie na assembléia e no cultivo. Observou-se maior percentual de anfípodas e de matéria orgânica nas UEM e a presença de carposporófitos em épocas de baixa salinidade em ambos os locais. Atribuiu-se o baixo rendimento da taxa de crescimento aos fatores ambientais como: ressacas, aderência de matéria orgânica nas algas, herbivoria e danos as UEM por ação antrópica. Constatou-se que o tratamento fixando a muda com abraçadeira foi o de mais fácil manuseio e baixo custo e que somente com a conscientização da comunidade litorânea e remuneração salarial para esta atividade será possível exercer o cultivo de H. musciformis com sucesso.

Dinámica poblacional de dos especies de anfípodos y su relación con la vegetación acuática en un microambiente de la cuenca del río Luján (Argentina)

Casset,María A; Momo,Fernando R; Giorgi,Adonis DN
Fonte: Ecología austral Publicador: Ecología austral
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2001 ES
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Se estudió la dinámica anual de las poblaciones de dos especies de anfípodos en un microambiente de agua dulce del arroyo Las Flores, afluente del río Luján. Hyalella (Mesohyallela) curvispina es un anfípodo herbívoro que se alimenta principalmente de las algas del fitobentos; Hyalella (Mesohyalella) sp. utiliza como refugio a las plantas macrófitas acuáticas y es un carnívoro depredador de Hyalella (M.) curvispina. Las comunidades vegetales del arroyo siguen una diná mica escalonada a lo largo del año, con un máximo de perifiton en junio, de fitobentos en octubre y de macrófitas entre noviembre y febrero. H. (M.) curvispina tiene su mayor densidad (1267 individuos/ m²) y su producción secundaria más alta (2225 mg.m-2.mes-1) en coincidencia con el pico de fitobentos de octubre, con cuya abundancia se correlaciona positivamente. Hyalella (Mesohyalella) sp. presenta su abundancia máxima (7067 individuos/m²) y su mayor producción secundaria (1018 g.m-2.mes-1) en enero; ambas cantidades se correlacionan positivamente con la biomasa de macrófitas en el ambiente.