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Neither genotype nor the gastric colonization site of Helicobacter pylori are predictive factors for the development of erosive esophagitis in patients with peptic ulcer disease, 1 year after eradication; O genótipo e o local no estômago de isolamento do Helicobacter pylori em pacientes com úlcera péptica não são fatores preditivos para o desenvolvimento de esofagite erosiva 1 ano após a erradicação da bactéria

BATISTA, Carlos Alexandre Gonçalves; SILVA, Fernando Marcuz; BARBUTI, Ricardo Correa; EISIG, Jaime Natan; MATTAR, Rejane; NAVARRO-RODRIGUEZ, Tomás
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBGSociedade Brasileira de Hepatologia - SBHSociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBGSociedade Brasileira de Hepatologia - SBHSociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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37.933743%
CONTEXT: Whether Helicobacter pylori infection is a protective or predisposing factor for the development of gastroesophageal reflux disease remains controversial. The most virulent strains, such as those expressing the cytotoxin-associated gene A (CagA), and the site of gastric colonization have been correlated with the prevention or development of esophagitis. AIM: To determine the incidence of erosive esophagitis following eradication of H. pylori in patients with peptic ulcer disease and to evaluate the association of erosive esophagitis with virulent strains of H. pylori and the site of gastric colonization. METHODS: Triple therapy with lansoprazole, amoxicillin and clarithromycin was administered to 159 patients with peptic ulcer disease. Endoscopy, histopathology, urease and carbon-14 urea breath tests were performed prior to treatment, at 3 months and 1 year following treatment. Genotyping of H. pylori strains using polymerase chain reaction was performed separately on samples from the corpus and antrum. RESULTS: One year after treatment, 148 successfully treated patients were reevaluated. Twenty-eight patients (19%) had erosive esophagitis, classified as Los Angeles grade A in 24 and B in 4. The samples taken from the corpus were CagA-positive in 18 patients (64%)...

"Doença do refluxo gastroesofágico: influência da cepa cagA do Helicobacter pylori na resposta terapêutica à inibição da bomba protônica em pacientes com esofagite erosiva leve" ; Gastroesphageal reflux disease : influence of cagA strains of Helicobacter pylori in the proton pump inhibition therapeutic response in patients with low grade erosive esophagitis

Barbuti, Ricardo Correa
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/04/2006 PT
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37.40986%
Foram estudados 83 pacientes com esofagite erosiva graus I e II, pela classificação de Savary-Miller modificada, divididos em 3 grupos. Um sem Helicobacter pylori, dois outros com Helicobacter pylori, com e sem o gene cagA. Avaliou-se a participação da bactéria e de seu gene cagA, associados à estudo histopatológico de antro e corpo e à gastrinemia basal, na cicatrização da mucosa do esôfago após tratamento com pantoprazol 40 mg ao dia por 6 semanas. Verificou-se que a presença do Helicobacter pylori, independentemente da presença do gene cagA, facilita a cicatrização esofágica. Indivíduos com gastrinemias maiores também tendem a cicatrizar melhor. Não houve relação do resultado do estudo histopatológico com a resposta terapêutica; Eighty three patients with grade I-II of the modified Savary-Miller classification have been studied. They were divided in three groups. One without Helicobacter pylori infection, two with the bacterium, one with and other without the cagA gene. We verified the influence of cagA status, histopathology of antrum and body of the stomach and gastrinemia in the esophageal healing rates after treatment with pantoprazole 40 mg once a day for six weeks. Helicobacter pylori presence but not cagA status and gastrinemia led to better healing rates. Histopathology of the gastric mucosa did not influence the response

"Estudo clínico e endoscópico em pacientes com úlcera péptica gastroduodenal após 1 ano de erradicação do Helicobater pylori. Avaliação da relação entre o surgimento da esofagite erosiva e a cepa do Helicobacter pylori erradicado" ; Clinical and endoscopic study in patients who have peptic gastroduodenal ulcer, 1 year after the eradication from Helicobacter pylori. Valuation of the relationship between the appearence of erosive esophagitis and the strains from the eradicated Helicobacter pylori

Batista, Carlos Alexandre Gonçalves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/04/2006 PT
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38.123892%
Atualmente, muitas são as diretrizes na literatura quanto à influência do Helicobacter pylori na Doença do Refluxo Gastroesofágico. Alguns autores acreditam que o H. pylori poderia ter um efeito protetor para o desenvolvimento na DRGE e outros até mesmo concluem que o agente possa ser um fator agravante na doença. Muitas publicações nos alertam para o desenvolvimento de sintomas da DRGE, ou mesmo da esofagite, em uma porcentagem razoável de pacientes erradicados pelo esquema tríplice para tratar o H. pylori, sendo que aproximadamente 10% teriam DRGE. Na verdade, por essas dúvidas, ainda não foi estabelecido um consenso quanto à importância do H. pylori na etiopatogenia da DRGE e suas complicações. Fato também discutido, seria a importância das cepas para a formação da esofagite em pacientes submetidos à erradicação. Talvez as mais virulentas, assim como a presença da “ilha de patogenicidade”(cagA) ou algumas cepas vacuolizantes (vacA), teriam uma maior relação com a prevenção da esofagite. Outro mecanismo importante, apontado por muitos, para a formação da esofagite em pacientes erradicados seria a elevação do índice de Massa Corpórea nesse grupo de pacientes erradicados associados ou não à presença da hérnia hiatal e justificados pela melhor qualidade de vida após melhora dos sintomas depois da erradicação. Em nosso estudo...

Influência do óxido nítrico na cicatrização da esofagite erosiva em fumantes; Influence of nitric oxide on healing of erosive esophagitis in smokers

Guimarães, Roberta Balbino Honório
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/11/2007 PT
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37.811504%
INTRODUÇÃO: O cigarro é citado como um possível fator externo que influencia sobre a fisiopatologia e a evolução da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). O cigarro contém uma quantidade significativa de óxido nítrico (NO). Os objetivos deste trabalho foram avaliar, em pacientes fumantes com DRGE erosiva, o papel do NO, pela análise de seus precursores: nitratos salivar (SNO3) e gástrico (GNO3) e nitrito salivar (SNO2), nos resultados de cicatrização após tratamento clínico, bem como comparar esta cicatrização com não-fumantes. MATERIAIS E MÉTODOS: 31 pacientes (grupo GF) adultos fumantes, com sintomas típicos de DRGE e endoscopia digestiva alta (EDA) mostrando esofagite A ou B de Los Angeles e 10 adultos não-fumantes, com mesmas características de DRGE em sintomas e EDA (grupo GNF) realizaram manometria esofágica, pHmetria de 24 horas, dosagens de bicarbonato salivar, dosagens de SNO3, GNO3 e SNO2. Foram tratados com pantoprazol 40 mg/dia por oito semanas e repetiram a EDA. Comparou-se os grupos GF e GNF e também os grupos que cicatrizaram (grupo GC=18 pacientes) e não cicatrizaram (grupo GNC=23 pacientes). RESULTADOS E DISCUSSÃO: A cicatrização da esofagite erosiva ocorreu em dez pacientes (32,2%) em GF e oito pacientes (80%) em GNF (p<0...

Esofagite eosinofílica em 29 pacientes pediátricos; Eosinophilic esophagitis in 29 pediatric patients

Ferreira, Cristina Helena Targa; Vieira, Mário César; Vieira, Sandra Maria Gonçalves; Silva, Giovana Stival da; Yamamoto, Danielle Reis; Silveira, Themis Reverbel da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
POR
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37.811504%
Racional - A esofagite eosinofílica é uma entidade recentemente descrita, caracterizada por sintomas esofágicos, semelhantes aos da doença por refluxo gastroesofágico e importante eosinofilia esofágica. Objetivo - Apresentação de 29 pacientes com esofagite eosinofílica, discutindo as características clínicas, diagnóstico, tratamento e evolução. Métodos - Foram identificados 29 pacientes (22 do sexo masculino) com idade entre 1 e 18 anos, nos quais as biopsias de esôfago demonstraram contagem de 20 ou mais eosinófilos/campo de grande aumento, sem infiltração eosinofílica em antro e/ou duodeno. Avaliaram-se as manifestações clínicas, achados endoscópicos e histológicos, tratamento e evolução. Resultados - Os sintomas mais freqüentes foram vômitos em 15 pacientes (52%) e dor abdominal em 11 (38%). Os pacientes com idade inferior a 4 anos apresentavam recusa alimentar e baixo peso. Os com idades entre 5 e 8 anos apresentavam predominantemente dor abdominal e/ou pirose e/ou vômitos. Os pacientes com mais de 8 anos apresentavam dor abdominal, disfagia e/ou impactação alimentar eventual. Os achados endoscópicos incluíram estrias verticais em 14 pacientes (48%), pontilhado branco em 12 (41%), anéis circulares em 2 (7%) e esofagite erosiva em 3 (10%). Em sete pacientes a endoscopia foi normal (24%). O tratamento incluiu fluticasona tópica em 19 pacientes e restrição dietética em 7. Os pacientes acompanhados apresentaram resposta favorável ao tratamento...

Avaliação do risco de esofagite péptica endoscópica em pacientes com dispepsia funcional após a erradicação do Helicobacter pylori

Ott, Eduardo Andre
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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37.880078%
Em países onde a prevalência do Helicobacter pylori (Hp) vem declinando, tem-se constatado elevação na incidência da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). O possível papel protetor do Hp na DRGE foi sugerido, mas tem sido questionado na literatura. Na dispepsia funcional, onde o benefício do tratamento do Hp é incerto, o risco de desenvolvimento de esofagite péptica é controverso. O presente estudo foi realizado com o objetivo de avaliar o risco de desenvolvimento de esofagite péptica endoscópica em pacientes com dispepsia funcional doze meses após a erradicação do Hp. Neste ensaio clínico randomizado, controlado com placebo, foram incluídos 157 pacientes submetidos à endoscopia digestiva alta no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, no período de janeiro de 1998 a maio de 2001, nos quais o diagnóstico de dispepsia funcional foi estabelecido (critérios de Roma II). Randomização duplo-cega foi realizada para a utilização de Lansoprazol + antibióticos (grupo antibiótico) ou Lansoprazol + Placebos (grupo controle) por 10 dias. A erradicação do Hp foi estabelecida pelo teste da urease e exame histológico. Esofagite péptica endoscópica foi definida segundo a classificação de Los Angeles por dois endoscopistas “cegos”. A idade média dos pacientes estudados foi de 40...

Esofagite Eosinofílica

Piedade, S; Gaspar, A
Fonte: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 POR
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37.72081%
A esofagite eosinofílica constitui uma doença infl amatória do esófago, mundialmente emergente, caracterizada pela infiltração significativa e isolada da mucosa esofágica por eosinófilos. A sintomatologia de apresentação revela-se bastante variável, mas frequentemente manifesta -se como uma doença de refluxo gastroesofágico que não responde à terapêutica anti-refluxo. O impacto alimentar esofágico e o desenvolvimento de estenoses esofágicas são complicações graves que podem ocorrer, com necessidade de remoção urgente do alimento e dilatação esofágica via endoscópica,respectivamente. A potencial gravidade destes sintomas justifica a importância do reconhecimento e do tratamento da doença, sobretudo tendo em conta que a sua prevalência tem vindo a aumentar na última década. A presente revisão sumariza o actual conhecimento sobre epidemiologia, apresentação clínica, possíveis mecanismos fisiopatológicos, história natural, abordagem diagnóstica e terapêutica desta condição.

Esofagite Eosinofílica

Piedade, S; Gaspar, A
Fonte: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2009 POR
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37.72081%
A esofagite eosinofílica constitui uma doença infl amatória do esófago, mundialmente emergente, caracterizada pela infiltração significativa e isolada da mucosa esofágica por eosinófilos. A sintomatologia de apresentação revela-se bastante variável, mas frequentemente manifesta -se como uma doença de refluxo gastroesofágico que não responde à terapêutica anti-refluxo. O impacto alimentar esofágico e o desenvolvimento de estenoses esofágicas são complicações graves que podem ocorrer, com necessidade de remoção urgente do alimento e dilatação esofágica via endoscópica,respectivamente. A potencial gravidade destes sintomas justifica a importância do reconhecimento e do tratamento da doença, sobretudo tendo em conta que a sua prevalência tem vindo a aumentar na última década. A presente revisão sumariza o actual conhecimento sobre epidemiologia, apresentação clínica, possíveis mecanismos fisiopatológicos, história natural, abordagem diagnóstica e terapêutica desta condição.

Critérios histológicos de esofagite na doença do refluxo gastroesofágico. Reavaliação da sensibilidade da pHmetria esofágica de 24 horas

FLORA-FILHO,Rowilson; CÂMARA-LOPES,Luiz Heraldo; ZILBERSTEIN,Bruno
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2000 PT
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37.72081%
Os critérios de esofagite histológica pouco se modificaram desde os achados de Ismail-Beiji, Pope (1970) e Weinstein (1975). O diagnóstico da doença do refluxo gastroesofágico modificou-se com o advento da pHmetria esofágica ambulatorial de 24 horas que foi proposta como um método de elevada sensibilidade. Neste estudo selecionaram-se 35 pacientes com esofagite histológica que foram, na seqüência, submetidos a pHmetria esofágica ambulatorial de 24 horas. Determinaram-se diferenças dos achados histológicos de acordo com padrão de refluxo, graus de esofagite endoscópica e grupos etários. Concluiu-se que a sensibilidade da pHmetria esofágica ambulatorial de 24 horas foi de 60.0%, notando-se tendência a maiores alterações teciduais em pacientes com padrões mais severos de refluxo (supino e combinado). Demonstrou-se que nas esofagites endoscópicas mais severas, ocorreu maior exocitose de células inflamatórias no epitélio esofágico. Não houve diferenças de achados histológicos em pacientes com doença do refluxo gastroesofágico conforme grupos etários.

Doença do refluxo gastroesofágico: comparação entre as formas com e sem esofagite, em relação aos dados demográficos e às manifestações sintomáticas

NASI,Ary; MORAES-FILHO,Joaquim Prado Pinto de; ZILBERSTEIN,Bruno; CECCONELLO,Ivan; GAMA-RODRIGUES,Joaquim
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2001 PT
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38.067095%
Racional — Os portadores da doença do refluxo gastroesofágico podem apresentar ou não esofagite por refluxo. Imagina-se que os portadores de esofagite são mais sintomáticos que os pacientes sem esofagite. Contudo, poucos estudos comparam adequadamente esses grupos de pacientes entre si. Objetivos - Comparar as formas com e sem esofagite da doença do refluxo gastroesofágico em relação à idade, sexo, presença e intensidade de sintomas. Material e Métodos - Foram estudados, por meio de entrevista clínica, 122 portadores da doença — 90 com e 32 sem esofagite — identificados por estudo endoscópico do esôfago e por pHmetria esofágica prolongada. Foram considerados idade, sexo e a presença das seguintes queixas: pirose, disfagia, dor torácica não-cardíaca e sintomas respiratórios. A queixa de pirose foi analisada com mais detalhes, levando-se em conta além da presença do sintoma, a intensidade, a freqüência e a duração da queixa. Em função dessas variáveis, a pirose foi caracterizada, quando presente, como sendo de grau leve/moderado ou intenso/muito intenso. Resultados - Não houve diferença significativa entre os grupos em relação à idade, ao sexo e à presença dos sintomas. Observou-se...

Esofagite de refluxo em crianças: estudo histológico e morfométrico

MADER,Ana Maria A. A.; ALVES,Maria Teresa de Seixas; KAWAKAMI,Elisabete; PATRÍCIO,Francy R. S.
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2002 PT
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37.933743%
Racional - Refluxo gastroesofágico é afecção relativamente comum na infância e pode causar morbidade, havendo porém poucos estudos histológicos e morfométricos em biopsias esofágicas de crianças. Objetivo - Estudar aspectos histológicos e morfométricos da esofagite de refluxo em crianças. Material e Métodos - Foram analisadas 26 biopsias esofágicas (média de idade de 4,1 ± 3,4 anos), com diagnóstico histológico prévio de esofagite de refluxo. Refluxo gastroesofágico também foi confirmado pela radiologia em 18, pHmetria em 5 e cintilografia em 3 pacientes. O sexo masculino predominou (84,6%); vômitos pós-prandiais (76,9%) e broncopneumonia de repetição foram os sintomas mais freqüentes. O grupo controle constou de sete crianças assintomáticas para refluxo gastroesofágico, cuja causa da morte foi meningococcemia (quatro casos) e cardiopatia congênita (três casos) (média de idade de 2,5 ± 2,3 anos). Utilizaram-se as técnicas histoquímicas hematoxilina-eosina e ácido periódico de Schiff para avaliar infiltrado inflamatório, espessura do epitélio, da camada basal e o comprimento papilar. A morfometria foi feita por meio de sistema digital conectado ao software Pro-Image. Para análise estatística utilizou-se o teste t de Student...

Esofagite ulcerativa associada ao uso de alendronato de sódio: achados histopatológicos e endoscópicos

Fernandes,Paula Ávila; Pires,Marcelo Soares; Gouvêa,Agostinho Pinto
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2002 PT
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37.72081%
RACIONAL: A esofagite induzida por drogas pode ser decorrente do contato prolongado do medicamento com a mucosa ou de alterações das condições locais da mucosa esofágica. O uso de alendronato de sódio, um inibidor da reabsorção óssea utilizado na prevenção e tratamento da osteoporose, tem sido recentemente citado como causa de lesões no trato gastrointestinal superior. OBJETIVO: Descrever os achados clínicos, endoscópicos e histopatológicos de pacientes com esofagite ulcerativa associada ao uso de alendronato de sódio. PACIENTES: Quatro pacientes do sexo feminino e um do sexo masculino, em tratamento de osteoporose com alendronato de sódio, submetidos a endoscopia digestiva alta seguida de biopsia esofágica. RESULTADOS: Os pacientes apresentavam idade entre 64 e 84 anos e sintomatologia dispéptica após um período de 2 a 12 meses de uso de alendronato de sódio. A endoscopia digestiva mostrou área de mucosa friável, com erosão e/ou ulceração recobertas por fibrina, localizadas no terço distal do esôfago. O exame histopatológico mostrou esofagite ulcerativa caracterizada por material necrofibrinopurulento e tecido de granulação, além de material amarelado e refringente à luz polarizada. Os pacientes evoluíram com remissão completa dos sintomas após suspensão da droga. CONCLUSÕES: As lesões esofágicas associadas ao uso de alendronato de sódio não são freqüentes e parecem estar relacionadas ao uso incorreto da medicação. Os endoscopistas e patologistas devem ficar atentos à possibilidade do uso de alendronato de sódio diante do diagnóstico de úlceras esofágicas em pacientes idosos...

Esofagite eosinofílica em 29 pacientes pediátricos

Ferreira,Cristina Targa; Vieira,Mário C.; Vieira,Sandra Maria Gonçalves; Silva,Giovana Stival da; Yamamoto,Danielle Reis; Silveira,Themis Reverbel da
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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37.811504%
RACIONAL: A esofagite eosinofílica é uma entidade recentemente descrita, caracterizada por sintomas esofágicos, semelhantes aos da doença por refluxo gastroesofágico e importante eosinofilia esofágica. OBJETIVO: Apresentação de 29 pacientes com esofagite eosinofílica, discutindo as características clínicas, diagnóstico, tratamento e evolução. MÉTODOS: Foram identificados 29 pacientes (22 do sexo masculino) com idade entre 1 e 18 anos, nos quais as biopsias de esôfago demonstraram contagem de 20 ou mais eosinófilos/campo de grande aumento, sem infiltração eosinofílica em antro e/ou duodeno. Avaliaram-se as manifestações clínicas, achados endoscópicos e histológicos, tratamento e evolução. RESULTADOS: Os sintomas mais freqüentes foram vômitos em 15 pacientes (52%) e dor abdominal em 11 (38%). Os pacientes com idade inferior a 4 anos apresentavam recusa alimentar e baixo peso. Os com idades entre 5 e 8 anos apresentavam predominantemente dor abdominal e/ou pirose e/ou vômitos. Os pacientes com mais de 8 anos apresentavam dor abdominal, disfagia e/ou impactação alimentar eventual. Os achados endoscópicos incluíram estrias verticais em 14 pacientes (48%), pontilhado branco em 12 (41%), anéis circulares em 2 (7%) e esofagite erosiva em 3 (10%). Em sete pacientes a endoscopia foi normal (24%). O tratamento incluiu fluticasona tópica em 19 pacientes e restrição dietética em 7. Os pacientes acompanhados apresentaram resposta favorável ao tratamento...

Diagnóstico de esofagite de refluxo em lactentes: a histologia do esôfago distal deve complementar a endoscopia digestiva alta

Vieira,Mário C.; Pisani,Julio C.; Mulinari,Rogério A.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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38.012327%
OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi o de validar os resultados do exame de endoscopia digestiva alta contra a histologia do esôfago distal para o diagnóstico da esofagite de refluxo em lactentes. MÉTODOS: Foram revisados os prontuários de 167 pacientes (88 do sexo masculino e 79 do sexo feminino) com idade de 38 a 364 dias, encaminhados para investigação de esofagite de refluxo no período de janeiro de 1995 a dezembro de 2000. Analisou-se a associação entre as variáveis nominais (presença ou ausência de esofagite) e ordinais (graus de esofagite) através da comparação entre os resultados da endoscopia digestiva alta e histologia. RESULTADOS: A endoscopia digestiva alta, quando comparada à histologia, apresentou sensibilidade de 45%, especificidade de 71%, valores preditivos positivo de 89% e negativo de 21%, e acurácia de 50%. Verificou-se baixa concordância entre os achados endoscópicos e histológicos na endoscopia digestiva alta normal ou na esofagite grau I (eritema leve ao nível da transição epitelial, apagamento, friabilidade e perda do brilho da mucosa) (p = 0,10). A endoscopia digestiva alta normal não identificou 79,2% dos pacientes com esofagite histológica. Entre os pacientes com esofagite grau I à endoscopia digestiva alta...

Esofagite eosinofílica em pacientes com paralisia cerebral

Nápolis, Ana Carolina Ramos de
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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37.933743%
Introdução: Pacientes com paralisia cerebral, frequentemente, apresentam disfunção do trato gastrointestinal e a esofagite eosinofílica pode estar presente. Objetivo: O objetivo deste estudo é descrever prontuários médicos de pacientes pediátricos com paralisia cerebral associada a esofagite eosinofílica. Métodos: Estudo transversal, retrospectivo e descritivo que avalia os dados de prontuários médicos de pacientes pediátricos com diagnóstico de paralisia cerebral e esofagite eosinofílica em um centro terciário de Gastroenterologia Pediátrica entre agosto de 2005 e agosto de 2013. Resultados: 131 pacientes com paralisia cerebral foram acompanhados no Ambulatório de Gastroenterologia Pediátrica da Universidade Federal de Uberlândia. Sete tinham esofagite eosinofílica associada. A idade variou de 70 a 156 meses com uma média de 104,7 meses. A idade de detecção da eosinofilia esofágica variou de 23 a 112 meses, com uma média de 52,3 meses. Cinco dos sete pacientes preencheram critérios diagnósticos de esofagite eosinofílica. Conclusão: Desordens gastrointestinais são o principal problema crônico na maioria das crianças com paralisia cerebral. A investigação de esofagite eosinofílica deve ser realizada regularmente nesses pacientes...

Esofagite herpética: um diagnóstico a não esquecer; Herpetic esophagitis: a diagnosis to remember

Pinheiro, M.; Raposo, F.; Carneiro, A.; Veiga, M.; Lopes, L.; Araújo, A.; Martinho, I.
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /03/2015 POR
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37.72081%
Introdução: A esofagite herpética é uma doença frequente em doentes imunodeprimidos, sendo raros os casos descritos em indivíduos imunocompetentes. Caso clínico: Os autores descrevem o caso de uma adolescente, admitida no serviço de urgência com febre, odinofagia, disfagia para líquidos e sólidos e dor retroesternal, com três dias de evolução. Realizou endoscopia digestiva alta, que revelou erosões lineares e redondas no terço inferior do esófago. O estudo anatomo-patológico das biópsias realizadas foi sugestivo de esofagite herpética. Conclusão: A esofagite herpética é uma doença frequentemente subdiagnosticada na criança e adolescente imunocompetentes, pelo que não deve ser esquecida. O diagnóstico definitivo depende da realização de endoscopia digestiva alta com colheita tecidular. Habitualmente é autolimitada e o tratamento é de suporte. A utilização do aciclovir é controversa, mas o seu início precoce parece encurtar a duração da doença.

Características clínicas e prevalência de sensibilização a alérgenos alimentares e inalantes em pacientes pediátricos portadores de esofagite eosinofílica

Rezende, Érica Rodrigues Mariano de Almeida
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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A Esofagite Eosinofílica (EoE) é uma entidade clínica patológica emergente, cujo reconhecimento tem cerca de três décadas. É definida como uma desordem inflamatória crônica primária do esôfago, imunologicamente mediada e caracterizada por sintomas de disfunção do trato gastrointestinal superior, associada a um aumento de eosinófilos intraepiteliais na mucosa esofágica, em número superior a quinze eosinófilos (EOS) por campo de grande aumento (CGA), em mais de um fragmento de biópsia obtido durante o exame de endoscopia digestiva alta (EDA). A prevalência e a incidência da EoE no Brasil não são conhecidas. Com o objetivo de descrever os aspectos clínicos, endoscópicos, histológicos, epidemiológicos e avaliar a sensibilização alergênica a alimentos e inalantes dos pacientes na faixa etária pediátrica com diagnóstico prévio de EoE, foram avaliados 35 portadores da doença no período de janeiro de 2010 a janeiro de 2011. Os responsáveis por eles foram submetidos a um questionário e os pacientes realizaram testes para avaliação da sensibilização alergênica IgE e não IgE mediada a alimentos e um teste para avaliar sensibilização alergênica imediata a inalantes, através dos teste cutâneo de puntura (TCP) e teste cutâneo de leitura tardia (TCLT). A maioria das características epidemiológicas...

Manifestações clínicas, terapêutica e evolução de crianças e adolescentes com esofagite eosinofílica

Rodrigues,Maraci; D'Amico,Maria Fernanda M.; Patiño,Fatima Regina Almeida; Barbieri,Dorina; Damião,Aderson Omar Mourão Cintra; Sipahy,Aytan M.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 PT
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OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi descrever as características clínicas, endoscópicas e histológicas, assim como a resposta ao tratamento convencional de pacientes pediátricos com a forma clássica de esofagite eosinofílica (EEo). MÉTODOS: Levantamento de dados clínicos, laboratoriais, endoscópicos, histológicos e da resposta ao tratamento convencional de 43 pacientes pediátricos acompanhados previamente com a forma clássica de EEo. RESULTADOS: Foram incluídos 43 pacientes com diagnóstico de EEo, sendo 37 do sexo masculino (86%), com idade média de 8,4 anos. Os sintomas mais encontrados foram: náusea, vômito e dor abdominal (100%) em crianças menores de sete anos; e inapetência (60%), queimação retroesternal (52%) e impactação alimentar (48%) em crianças maiores de sete anos e adolescentes. Em relação aos achados endoscópicos, 12 (28%) pacientes apresentavam placas esbranquiçadas na mucosa do esôfago, oito (18,5%) sulcos longitudinais, dois (4,5%) anéis concêntricos, três (7%) sulcos longitudinais e placas esbranquiçadas, e os outros 18 (42%) apresentavam aparência normal da mucosa esofágica. Apesar da resposta favorável inicial, 76,7% dos pacientes necessitaram realizar mais de um ciclo terapêutico com corticoterapia (aerossol ou sistêmica) e dieta (de exclusão ou eliminação dos alérgenos alimentares ou elementares). Persistência do infiltrado eosinofílico foi encontrada em uma parcela dos pacientes...

Esofagite eosinofílica e alergia

Sousa,Filipa; Costa,Ana Célia; Barbosa,Manuel
Fonte: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2013 PT
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A esofagite eosinofílica (EEo) é uma doença inflamatória crónica do esófago, de caráter emergente, mediada imunologicamente e caracterizada por sintomas relacionados com disfunção esofágica e infiltração da mucosa esofágica por eosinófilos. É essencial excluir outras patologias que cursem com infiltração da mucosa esofágica por eosinófilos. As respostas alérgicas a alimentos e a aeroalergénios têm sido cada vez mais implicadas na etiologia desta doença, pelo que a avaliação alergológica tem um papel relevante no estudo dos doentes com EEo. A identificação de sensibilização alérgica pode otimizar o tratamento, nomeadamente na orientação de dietas de evicção, associadas aos corticoticoides tópicos e, em casos mais graves, corticoides orais e dilatação esofágica. A história natural não é ainda bem conhecida mas parece ter um caráter crónico e recidivante. Atualmente, não existem diretrizes definidas para o tratamento ou seguimento destes doentes.

Esofagite herpética: um diagnóstico a não esquecer

Pinheiro,Marina; Raposo,Filipa; Carneiro,Ana; Veiga,Manuel; Lopes,Luís; Araújo,Ana Rita; Martinho,Isabel
Fonte: Centro Hospitalar do Porto Publicador: Centro Hospitalar do Porto
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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Introdução: A esofagite herpética é uma doença frequente em doentes imunodeprimidos, sendo raros os casos descritos em indivíduos imunocompetentes. Caso clínico: Os autores descrevem o caso de uma adolescente, admitida no serviço de urgência com febre, odinofagia, disfagia para líquidos e sólidos e dor retroesternal, com três dias de evolução. Realizou endoscopia digestiva alta, que revelou erosões lineares e redondas no terço inferior do esófago. O estudo anatomo-patológico das biópsias realizadas foi sugestivo de esofagite herpética. Conclusão: A esofagite herpética é uma doença frequentemente subdiagnosticada na criança e adolescente imunocompetentes, pelo que não deve ser esquecida. O diagnóstico definitivo depende da realização de endoscopia digestiva alta com colheita tecidular. Habitualmente é autolimitada e o tratamento é de suporte. A utilização do aciclovir é controversa, mas o seu início precoce parece encurtar a duração da doença.