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"Estudos da eletroquímica do diamante dopado com boro e da sua superfície modificada com catalisadores para a oxidação de metanol e etanol"; "Studies of boron-doped diamond eletrochemistry and of their surface modified with catalyst ofr the methanol and ethanol oxidation"

Banda, Giancarlo Richard Salazar
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/09/2006 PT
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37.514897%
Este trabalho mostra estudos das propriedades eletroquímicas do eletrodo de diamante dopado com boro (DDB) e descreve a utilização de eletrodos de DDB, modificados direta ou indiretamente pelo método Sol-gel, para a oxidação de metanol e de etanol em meio ácido. Do estudo das propriedades superficiais do diamante concluiu-se que a polarização catódica é bastante apropriada para um bom desempenho do material é que não introduz diferenças estruturais detectáveis no filme de DDB, indicando que a melhora na resposta eletroquímica é devida somente a mudanças superficiais. Entretanto, polarizações catódicas consecutivas e extensivas por longos períodos de tempo produzem uma erosão da superfície do eletrodo. Adicionalmente, estudos realizados usando voltametria cíclica e espectroscopia fotoeletrônica de raios X, mostraram que a superfície de eletrodos de DDB pré-tratados catodicamente tem um comportamento eletroquímico dinâmico, apresentando uma perda da reversibilidade para o sistema Fe(CN)63-/4- em função do tempo de exposição ao ar. Isto é devido, possivelmente, à perda de hidrogênio superficial decorrente da oxidação da superfície do eletrodo pelo oxigênio do ar. Este comportamento dinâmico da superfície do DDB é inversamente dependente ao teor de boro do eletrodo. Foi observado também que a quantidade de sítios ativos disponíveis na superfície do eletrodo é diretamente proporcional à dopagem do mesmo e deve ser conseqüência da quantidade de boro superficial. Desses estudos concluiu-se que todos os eletrodos de DDB com distintas dopagens usados nesta tese (300...

Nucleação e crescimento de filmes de diamante em substratos de zircônia parcialmente estabilizada

Lucchese, Marcia Maria
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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37.663806%
Neste trabalho foi investigado o processo de deposição de filmes auto-sustentados de diamante por deposição química a vapor (CVD) sobre substrato de zircônia parcialmente estabilizada com ítria (Zr02 PE). O objetivo principal foi entender os mecanismos responsáveis pelo fato do filme não aderir a este substrato e apresentar excelente grau de cristalinidade. Tradicionalmente, filmes de diamante CVD são crescidos sobre substratos de silício monocristalino, nos quais a taxa de nucleação do diamante é baixa se não houver pré-tratamento da superfície, e os filmes crescem extremamente aderidos ao substrato, sendo necessário um ataque químico ao Si para obtenção do filme auto-sustentado. O custo deste substrato é relativamente elevado e o ataque para sua remoção gera resíduos químicos tóxicos. A zircônia parcialmente estabilizada suporta o ambiente reativo de alta temperatura do processo CVD. Os substratos são preparados através da sinterização do pó cerâmico, o que possibilita sua conformação com um perfil complexo que pode ser útil para algumas aplicações do diamante CVD, já que o filme replica a topografia da superfície. A principal vantagem do substrato de Zr02 PE em relação ao Si está relacionada ao fato do filme de diamante não ficar aderido ao substrato. final do processo CVD...

Análise de dissipadores de calor com filmes de diamante CVD

Souza, Teófilo Miguel de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Outros Formato: 59 f. : il.
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37.514897%
Dissipadores de calor recobertos com filmes de diamante CVD foram desenvolvidos para acoplar a semicondutores, utilizando-se do Laboratório de Deposição de Filmes de Diamante CVD, na UNESP - Campus de Guaratinguetá e o Laboratório de Diamantes da Universidade São Francisco, em Itatiba, SP. Analisou-se o filme de diamante CVD sobre o silício, para emprego como dissipador de calor, porque o filme de diamante CVD pode ter o valor da condutividade térmica até cinco vezes superior ao do cobre e de dez vezes a do alumínio. Os filmes foram obtidos via deposição através de reator de filamento quente, trabalhando-se com vários filamentos retilíneos em paralelo, resultando assim em um processo que visou obter um filme mais uniforme e com grande área de deposição. Os dados para análises da composição química superficial dos filmes foram obtidos por Difração de Raios-X, Dispersão de Energia de Raios-X e para a verificação da morfologia e espessura do filme foi utilizada a Microscopia Eletrônica de Varredura. Para a verificação do comportamento da temperatura sobre o dissipador com o filme de diamante CVD foi utilizada uma câmera de imagem termográfica, marca Fluke, modelo Ti 40 FT. Foram obtidos filmes de 2 e 10 ?m sobre o silício. Estas espessuras ainda não oferecem um desempenho mecânico que o torne autosustentado. Do ponto de vista de desempenho térmico as análises mostraram que...

Contribuição para a sintese de diamante com dopagens de boro, nitrogenio ou enxofre; Study of diamond doping with boron, sulphur and nitrogen

Washington Luiz Alves Correa
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/08/2004 PT
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37.514897%
Estudamos processos de dopagem do diamante crescido por deposição química a partir da fase vapor (diamante CVD) com a introdução de impurezas dopantes durante o crescimento do diamante em reatores do tipo filamento-quente. Focalizamos nossa pesquisa na dopagem do diamante com boro, ou nitrogênio, ou enxofre, visando obter diamantes com propriedades semicondutoras com condutividade eletrônica (tipo n) ou condutividade por lacunas (tipo p). Foram utilizadas contaminações intencionais utilizando: trimetil borano (B(CH3)3), ou amônia (NH3), ou dissulfeto de carbono (CS2), misturados com metano e diluídos em hidrogênio. As amostras foram caracterizadas por microscopia eletrônica de varredura (SEM), espectroscopia Raman, espectroscopia de foto-elétrons excitados por raios X (XPS), espectroscopia de emissão de raios X excitado por feixe de prótons (PIXE) e efeito Hall. As dopagens do diamante do tipo p e do tipo n foram obtidas com contaminações de boro e enxofre, respectivamente. O diamante dopado com nitrogênio não apresentou propriedades semicondutoras; We studied the diamond doping processes with introduction of doping impurities during the diamond growth in the chemical vapor deposition (CVD) technique, using a hot-filament reactor. Our research focused the use of boron...

Deposição e caracterização de filmes de diamante semicondutor e sua aplicação em dispositivo eletrico

Margareth Kazuyo Kobayashi Dias Franco
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 16/08/1996 PT
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37.58226%
O estudo de filmes finos de diamante tem despertado muita atenção devido a sua grande potencialidade de aplicações. Na microeletrônica um dos campos de interesse é em dispositivos semicondutores para alta frequência e alta temperatura, devido a suas propriedades como alta condutividade térmica, banda de energia larga, alta tensão de ruptura elétrica, alta velocidade de saturação eletrônica e baixa constante dielétrica. Para aplicação dos filmes de diamante em dispositivos é necessário que os mesmos sejam dopados. Contudo, para que os dispositivos a base de diamante sejam uma realidade, existem ainda inúmeros problemas, entre os quais a fabricação de filmes de qualidade desejável para estas aplicações e dopagens do diamante, que devem ser investigados e superados. Este trabalho objetiva, o estudo do crescimento e caracterização de filmes de diamante semicondutor do tipo p. O crescimento dos filmes de diamante foram feitos pela técnica de deposição química a partir da fase vapor assistida por filamento quente(HFCVD), usando o vapor constituído pela mistura etanol-acetona como fonte de carbono. A dopagem dos filmes foi efetuada de forma concomitante ao crescimento, dissolvendo-se o trióxido de boro ao líquido orgânico empregado. Para obtenção dos filmes com diferentes graus de dopagem foi variada a concentração de trióxido de boro no líquido orgânico...

Contribuições ao desenvolvimento de filmes de diamante microcristalino dopados com enxofre; Contributions to the development of sulphur doped microcrystalline diamond films

Marcio Augusto Sampaio Pinto
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 30/07/2007 PT
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37.629211%
Apresentamos neste trabalho o desenvolvimento de filmes de diamante crescidos com adição de enxofre. Foram crescidos por deposição química a partir da fase vapor (diamante CVD) utilizando reatores do tipo filamento quente. Para a obtenção de diamante com condução do tipo-n, diluímos diferentes concentrações de dissulfeto de carbono (CS2) em etanol, cujo vapor foi arrastado para o reator pelo hidrogênio. Isto foi feito, pois o enxofre pode agir como doador em diamante. A espectroscopia Raman mostrou a boa qualidade dos filmes de diamante crescidos mesmo com o aumento da concentração de CS2. Ocorreu o deslocamento do pico do diamante indicando que houve um aumento médio nos comprimentos das ligações detectadas nas amostras, possivelmente devido à expansão da rede do diamante pela incorporação do enxofre. As imagens revelam uma perda da cristalinidade das amostras intermediárias e o ótimo facetamento das amostras iniciais e finais (baixa e alta concentração de CS2). Medidas elétricas pela sonda de quatro pontas revelaram que quanto mais o CS2 era adicionado, mais a resistividade dos filmes produzidos diminuía e que depois voltou a subir nas últimas amostras. Ao tratar as amostras com ácidos nítrico e sulfúrico para fazer medidas por efeito Hall...

Revestimentos de diamante CVD em Si3N4: Atrito e desgaste no deslizamento de pares próprios sem lubrificação

Abreu, C. S.; Oliveira, F. J.; Belmonte, M.; Fernandes, A. J. S.; Silva, R. F.; Gomes, J. R.
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /06/2005 POR
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37.629211%
O diamante natural, dada a sua extrema dureza, apresenta elevada resistência ao desgaste. No entanto, além do seu elevado custo, caracteriza-se por uma forte anisotropia no comportamento tribológico. Estas limitações são ultrapassadas pela utilização de revestimentos de diamante obtidos por deposição química em fase vapor (CVD), que pela sua natureza policristalina combinada com a retenção das propriedades de excepção do diamante, proporcionam superfícies com elevado desempenho tribológico. Os revestimentos de diamante CVD podem ser depositados sobre substratos de natureza diversa. Porém, de modo a garantir elevados níveis de adesão, os cerâmicos à base de nitreto de silício (Si3N4) são substratos particularmente atractivos dado possuírem natureza carburígena e um coeficiente de expansão térmica próximo do do diamante. Deste modo, a nucleação do diamante é potenciada e as tensões de origem térmica na interface substancialmente reduzidas. Neste trabalho foram produzidas por sinterização amostras densas de Si3N4, as quais foram posteriormente revestidas a diamante obtido por deposição química a partir da fase gasosa activada por plasma de micro-ondas (MPCVD). Os testes tribológicos foram realizados na configuração esfera-placa...

Ferramentas odontológicas de Si3N4 revestidas com diamante CVD

Salgueiredo, Ermelinda da Conceição Portela
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.58226%
Os filmes de diamante depositados por deposição Química em Fase Vapor (CVD) apresentam um grande potencial para aplicação como brocas para odontologia. No presente trabalho, brocas de cerâmicos à base de nitreto de silício, Si3N4, foram produzidas a partir de pós comerciais, sinterizadas sem pressão aplicada e maquinadas até à forma final, usando como modelo uma broca comercial de aço. O nitreto de silício usado como substrato garante elevados níveis de adesão para os filmes de diamante microcristalino e nanocristalino. Antes de efectuar a deposição dos filmes de diamante, as brocas sofreram um tratamento superficial por plasma de CF4 para aumentar a adesão dos filmes ao substrato, seguindo-se uma riscagem em suspensão de pó de diamante visando favorecer a nucleação do diamante durante a deposição. Filmes de diamante foram depositados pela técnica de CVD assistida por Filamento Quente (HFCVD) sobre brocas de Si3N4, começando por uma camada de diamante microcristalino que apresenta excelente adesão nestes cerâmicos, seguindo-se uma camada de diamante nanocristalino de baixa rugosidade. Os filmes foram caracterizados microestruturalmente por SEM e espectroscopia Raman. Por SEM foi possível observar a densidade e homogeneidade dos filmes depositados e por espectroscopia Raman verificouse a qualidade dos filmes depositados. Antes da colocação de um implante dentário no leito mandibular é necessário proceder à furação do osso com brocas de dimensão adequada. Para efectuar os ensaios de furação foi utilizada uma máquina de ensaios mecânicos universal...

Crescimento e caracterização de filmes de diamante em substratos de aço

Vaz, Raquel Maria Amaro
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
ENG
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37.55188%
Os revestimentos de diamante têm um grande potencial em diversasaplicações tecnológicas, devido às suas excelentes propriedades, permitindo uma melhoria no desempenho de componentes mecânicos e o aumento doseu tempo de vida útil. Os aços possuem um interesse especial, dada a suaviabilidade no fabrico de uma vasta gama de componentes de engenharia.Ainda assim, para aplicações de maior exigência, a deposição por via químicaem fase de vapor (CVD) de um revestimento de diamante aderente sobre o aço, poderá trazer grandes vantagens. A indústria em geral, e particularmente, o sector da produção de moldes parainjecção de plásticos, tem vindo a investir rumo a novas soluções no sentido de aumentar a resistência ao atrito e desgaste dos moldes. Os revestimentos de diamante CVD poderão aumentara vida dos moldes e melhorar potencialmente a qualidade das peças produzidas, diminuindo a percentagem de não conformidades. Contudo, a implementação deste processode revestimento a nível industrial ainda não foi possível, dadas, entre outras, asdificuldades que estão associadas à deposição de diamante em substratos de aço. Esta dissertaçãorelata um estudo sobre o crescimento de filmes de diamanteem substratos de aço. Os substratos testados consistiram em amostras de aço AISI P20 modificado...

Estudo do desempenho tribológico de vedantes mecânicos recobertos por diamante CVD

Tomé, Marcelo Augusto Martins
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.514897%
O objectivo fundamental do presente trabalho é a produção e caracterização do comportamento tribológico de novos sistemas vedantes de anéis cerâmicos de nitreto de silício (Si3N4) recobertos com diamante CVD (“Chemical Vapour Deposition”). Os anéis de empanque asseguram a vedação de veios em sistemas de circulação de fluidos de natureza diversa sendo sujeitos a solicitações tribológicas drásticas de natureza mecânica e/ou química. Os materiais cerâmicos são por isso uma classe em desenvolvimento para este tipo de aplicação. O Si3N4, de entre os cerâmicos técnicos, é um dos materiais com melhores propriedades mecânicas. Por sua vez, o diamante é um material inexcedível quanto à dureza e inércia química. Em estudos publicados sobre a potencial utilização do diamante CVD em sistemas vedantes, verificou-se que a baixa adesão a substratos convencionais de metal duro constituía o principal factor limitativo do tempo de vida, inviabilizando esta aplicação. No entanto, trabalhos anteriores do grupo de investigação em que se insere esta dissertação comprovaram a elevada adesão dos filmes de diamante CVD ao Si3N4. Por outro lado, há uma capacidade adquirida no fabrico de protótipos de anéis vedantes deste cerâmico. Com base nesta conjugação de experiência e perspectiva da excelência do sistema...

Termistores de diamante para aplicações biomédicas

Esteves, Diogo António da Costa e Veiga
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.514897%
O presente trabalho consistiu no desenvolvimento de um termistor de diamante CVD (chemical vapour deposition) dopado com boro, através da deposição de um filme por deposição química em fase de vapor assistida por filamento quente (HFCVD) num substrato cerâmico de nitreto de silício (Si3N4). O objectivo deste termistor é a sua aplicação na biomedicina, nomeadamente na medicina dentária, funcionando como um sensor de temperatura na ajuda ao diagnóstico à vitalidade dos dentes. A adição de boro foi realizada através da dissolução de B2O3 em etanol, sendo o transporte da mistura realizado com árgon através de um borbulhador. Os substratos de nitreto de silício foram produzidos através de uma mistura de pós comerciais de 89,3% α – Si3N4 (Starck Grade C) + 7,0% Y2O3 (Starck Grade M11) + 3,7% Al2O3 (ALCOA CT-3000SG) em um meio de isopropanol. A suspensão resultante foi seca e peneirada, de seguida foi sujeita a uma maquinação através de pressão uniaxial isostática, sendo sinterizada sem pressão aplicada numa atmosfera de nitrogénio. Este tipo de substrato apresenta-se como um candidato ideal para deposição de diamante, devido á sua elevada dureza, mas sobretudo devido ao seu coeficiente de expansão térmica ser bastante próximo do diamante. Os substratos sofreram um tratamento superficial prévio através de dois métodos: riscagem mecânica (ou manual) com um pó de diamante monocristalino com granolumetria entre 0...

Diamante nanocristalino CVD sobre graus WC-Co submicrométricos

Pires, Filipe de Sousa
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.58226%
O diamante possui propriedades mecânicas, térmicas e eléctricas excepcionais que o tornam um material de eleição para várias aplicações. A deposição de filmes finos de diamante CVD encontrou uma das suas mais promissoras aplicações na área das ferramentas de corte. Devido à elevada dureza, estes revestimentos são muito interessantes para aplicações tribológicas. O objectivo deste trabalho consistiu no estudo da adesão de revestimentos de diamante obtidos pela técnica de HFCVD em substratos de metal submicrométricos. Estudou-se o efeito de diferentes teores de cobalto e tamanhos de grão de WC. Foram realizados ataques químicos de modo a preparar a superfície de WC-Co para a deposição de diamante, minimizando assim o efeito prejudicial do cobalto e melhorando a ancoragem mecânica do diamante. Produziram-se assim amostras com vários tipos de revestimento, nomeadamente, diamante microcristalino (MCD) e diamante nanocristalino facetado (f-NCD). Através das técnicas de microscopia electrónica de varrimento, espectroscopia de Raman, perfilometria e microscopia de força atómica, foi possível caracterizar os diferentes substratos e filmes de diamante. Foi estudado o comportamento tribológico dos diversos filmes...

Maquinação de metal duro pré-sinterizado com diamante CVD

Duarte, Pedro Gonçalo Pereira
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.514897%
A maquinação no estado pré-sinterizado é uma das etapas mais importantes na produção de peças em metal duro, pois determina a sua integridade em etapas posteriores, a qualidade do produto e a capacidade de cumprir prazos. Em algumas peças o tempo pode atingir 15 h, pelo que qualquer solução deverá diminuir o tempo de maquinação, garantindo níveis iguais de qualidade de acabamento e de integridade da peça e de fiabilidade do processo. O objetivo do trabalho é a produção e teste de ferramentas revestidas com um filme fino de diamante como alternativa às ferramentas convencionais. Neste trabalho foi utilizado um reator de grande dimensão (50000 cm3) e foram otimizadas as condições de deposição de dois tipos de revestimento de diamante, adaptadas de um reator de pequena dimensão, modificando o número de filamentos, a corrente elétrica por filamento, a pressão do reator, a composição dos gases e a temperatura de substrato. No caso das brocas revestidas individualmente as melhores condições são, para o diamante nanocristalino (NCD): P=20mbar, Ts=900 °C, Tf= 2075 °C e CH4/H2=0,0204; e para o diamante microcristalino (MCD): P=20mbar, Ts=900 °C, Tf= 2075 °C e CH4/H2=0,0152. Para os ensaios de furação foram produzidas 5 brocas simultaneamente para cada uma das condições acima referidas...

Análise do fluxo polimérico em micro cavidades revestidas com diamante

Santos, Cátia Sofia Castanheira dos
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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37.55188%
Com o aumento da produção de micro-componentes é necessário vencer vários desafios tecnológicos presentes na adaptação do processo de moldação por injeção: desgaste da ferramenta moldante, elevada influência do mecanismo de transferência de calor, razão de aspeto das cavidades a preencher, reologia do material à escala micrométrica, entre outros. Uma possível solução passa por aplicar sistemas de revestimento avançados que contenham elevada dureza, elevada condutividade térmica, elevada capacidade de resistência ao choque térmico e baixo coeficiente de atrito. Neste trabalho, um postiço microestruturado foi revestido com nitreto de crómio (comercial) numa das vias de moldacão e revestido com nanodiamante na via oposta, através de uma metodologia adequada e da tecnologia deposição química a partir da fase de vapor por filamento quente (HFCVD). Este postiço foi posteriormente utilizado para a produção de micro-peças de polipropileno, com o objetivo de se analisar a posição relativa da linha de soldadura e, assim, avaliar o fluxo do polímero semicristalino fundido nas micro-cavidades. Numa primeira fase, analisaram-se através das técnicas de caracterização SEM e espetroscopia de Raman, a morfologia...

Multilayered micro/nanocrystalline CVD diamond coatings for biotribology; Revestimentos multicamada de diamante CVD micro/nanocristalino para biotribologia

Salgueiredo, Ermelinda da Conceição Portela
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Tese de Doutorado
ENG
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37.55188%
In the present work multilayered micro/nanocrystalline (MCD/NCD) diamond coatings were developed by Hot Filament Chemical Vapour Deposition (HFCVD). The aim was to minimize the surface roughness with a top NCD layer, to maximize adhesion onto the Si3N4 ceramic substrates with a starting MCD coating and to improve the mechanical resistance by the presence of MCD/NCD interfaces in these composite coatings. This set of features assures high wear resistance and low friction coefficients which, combined to diamond biocompatibility, set this material as ideal for biotribological applications. The deposition parameters of MCD were optimized using the Taguchi method, and two varieties of NCD were used: NCD-1, grown in a methane rich gas phase, and NCD-2 where a third gas, Argon, was added to the gas mixture. The best combination of surface pre-treatments in the Si3N4 substrates is obtained by polishing the substrates with a 15 μm diamond slurry, further dry etching with CF4 plasma for 10 minutes and final ultrasonic seeding in a diamond powder suspension in ethanol for 1 hour. The interfaces of the multilayered CVD diamond films were characterized with high detail using HRTEM, STEM-EDX and EELS. The results show that at the transition from MCD to NCD a thin precursor graphitic film is formed. On the contrary...

Diamond microelectrodes for corrosion studies; Microeléctrodos de diamante para estudos de corrosão

Silva, Eduardo Luís Trindade da
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Tese de Doutorado
ENG
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Este trabalho teve como objetivos a produção, caracterização e aplicação de microelétrodos (MEs) de diamante como sensores amperométricos e potenciométricos em sistemas de corrosão nos quais a agressividade do meio e a presença de produtos de corrosão, constituem obstáculos que podem diminuir o desempenho, ou inviabilizar a utilização, de outros tipos de sensores. Os microeléctrodos são baseados em filmes finos de diamante dopado com boro (BDD – Boron Doped Diamond) depositados sobre fios de tungsténio afiados, através do método de deposição química a partir da fase vapor, assistida por filamento quente (HFCVD – Hot Filament Chemical Vapor Deposition). A otimização das diversas etapas de fabricação dos MEs deu origem ao desenvolvimento de um novo sistema de afiamento eletroquímico para obtenção destes fios e a várias opções para a obtenção dos filmes de diamante condutor e seu isolamento com resinas para exposição apenas da ponta cilíndrica. A qualidade cristalina dos filmes de diamante foi avaliada por espectroscopia de Raman. Esta informação foi complementada com uma caracterização microestrutural dos filmes de diamante por microscopia eletrónica de varrimento (SEM), em que se fez a identificação da tipologia dos cristais como pertencendo às gamas de diamante nanocristalino ou microcristalino. Os filmes de BDD foram utilizados na sua forma não modificada...

Caracterização dosimétrica de feixes de fótons com detector de diamante

Sabino,Talita; Rodrigues,Laura Natal; Furnari,Laura; Watanabe,Érika Yumi; Menegussi,Gisela
Fonte: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem Publicador: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2012 PT
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OBJETIVO: Este trabalho foi realizado com o objetivo de caracterizar o detector de diamante, bem como observar seu comportamento. MATERIAIS E MÉTODOS: As características dosimétricas de feixes de fótons de 6 MV de energia foram medidas utilizando o sistema automático de varredura MP3 da PTW com um detector de diamante e foram comparadas com medidas usando uma câmara de ionização 31010 da PTW. RESULTADOS: As características dosimétricas do detector de diamante foram observadas por meio de medidas de linearidade com a dose, dependência com a taxa de dose e distribuições de dose em profundidade, bem como perfis. CONCLUSÃO: Algumas medidas com diamante e câmara de ionização foram validadas com resultados publicados na literatura, o que demonstrou um bom comportamento do detector de diamante na comparação com a câmara de ionização, muito utilizada para dosimetria em radioterapia, evidenciando que o diamante é uma boa escolha de detector para dosimetria de campos pequenos.

Análise quantitativa na fidelidade de microestruturas em réplicas de diamante e recobrimentos de DLC.; Quantitative analysis of microstructure's fidelity in diamond replicas and DLC coantings.

Martins, Deilton Reis
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 25/09/2006 PT
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Uma das técnicas para fabricar microestruturas em diamante é usar moldes em silício microfabricados. Assim, microestruturas são produzidas em laminas de silício, um filme de diamante é depositado sobre essa lamina e o silício é corroído. Dessa forma é possível se obter réplicas de diamante das microestruturas que estavam presentes na superfície do molde de silício. Nesta técnica é muito importante a fidelidade morfológica da réplica de diamante, quando comparada ao molde de silício, previamente microfabricado. Um dos objetivos deste trabalho é analisar quantitativamente a fidelidade de reprodução de microestruturas em filmes de diamante, utilizando moldes de silício microfabricados. Nossos resultados mostram que a rugosidade das réplicas de diamante é sistematicamente maior que a rugosidade dos moldes de silício. Medindo degraus em escala de centenas de nanômetros, o erro na reprodução morfológica está entre 6 e 11 %. No caso de medidas de degraus em escala de dezenas de nanômetros, o erro na reprodução é de aproximadamente 18 %. O segundo objetivo deste trabalho consiste em comparar a variação da rugosidade de uma superfície devido ao recobrimento com filmes de DLC. Os resultados sugerem que, para substratos com rugosidade original de centenas de nanômetros...

Geologia e Mineralogia do Diamante da Serra do Espinhaço em Minas Gerais; not available

Chaves, Mario Luiz de Sá Carneiro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 05/08/1997 PT
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A Serra do Espinhaço é conhecida como a região mais clássica em termos de produção de diamantes no Brasil, embora seja atualmente responsável por somente 20% dessa produção. O Supergrupo Espinhaço, de idade mesoproterozóica, é a seqüência geológica que sustenta a serra, e na qual ocorrem intercalados em sua porção basal conglomerados diamantíferos (o \"Conglomerado Sopa\", da Formação Sopa Brumadinho) que constituem a virtual fonte espalhadora do mineral na região. Para o conhecimento da geologia e da mineralogia do diamante do Espinhaço, desenvolveram-se estudos nos três principais distritos: Diamantina, Grão Mogol e Serra do Cabral, objetivando o mapeamento geológico em escalas adequadas, os minerais pesados por meio de amostragem dos conglomerados pré-cambrianos e dos aluviões recentes, e ainda a caracterização da mineralogia do próprio diamante através de populações representativas. No Distrito de Diamantina, o Conglomerado Sopa foi estudado nos quatro campos diamantíferos onde ocorrem: Sopa-Guinda, São João da Chapada, Datas e Extração. Os conglomerados foram depositados em diversos sistemas de leques aluviais, progradantes de oeste para leste, os quais trouxeram os diamantes de uma fonte próxima. A existência de possíveis rochas primárias na região foi testada de duas maneiras. Inicialmente a matriz dos conglomerados foi analisada em vários locais onde se apresentava pelítica...

Revestimentos de diamante CVD em Si3N4: Atrito e desgaste no deslizamento de pares próprios sem lubrificação

Abreu,C.S.; Oliveira,F.J.; Belmonte,M.; Fernandes,A.J.S.; Silva,R.F.; Gomes,J.R.
Fonte: Sociedade Portuguesa de Materiais Publicador: Sociedade Portuguesa de Materiais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 PT
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O diamante natural, dada a sua extrema dureza, apresenta elevada resistência ao desgaste. No entanto, além do seu elevado custo, caracteriza-se por uma forte anisotropia no comportamento tribológico. Estas limitações são ultrapassadas pela utilização de revestimentos de diamante obtidos por deposição química em fase vapor (CVD), que pela sua natureza policristalina combinada com a retenção das propriedades de excepção do diamante, proporcionam superfícies com elevado desempenho tribológico. Os revestimentos de diamante CVD podem ser depositados sobre substratos de natureza diversa. Porém, de modo a garantir elevados níveis de adesão, os cerâmicos à base de nitreto de silício (Si3N4) são substratos particularmente atractivos dado possuírem natureza carburígena e um coeficiente de expansão térmica próximo do do diamante. No presente trabalho foram produzidas por sinterização amostras densas de Si3N4, as quais foram posteriormente revestidas a diamante obtido por deposição química a partir da fase gasosa activada por plasma de micro-ondas (MPCVD). Os testes tribológicos foram realizados na configuração esfera-placa (BOF), na ausência de lubrificação e em atmosfera ambiente, envolvendo pares próprios de diamante CVD. A carga normal aplicada variou entre 10 N e 80 N...