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Padrões geográficos das síndromes de dispersão e características dos frutos de espécies arbustivo-arbóreas em comunidades vegetais da Mata Atlântica; Geographic patterns of the fruit traits from Atlantic forest: environmental and ecological relationships of the dispersal modes

Campassi, Flavia
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 02/08/2006 PT
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Frutos com sementes que são dispersas por vertebrados são muito freqüentes em florestas tropicais. Porém há uma grande variação na proporção de frutos zoocóricos quando se comparam diferentes comunidades. A Mata Atlântica deve possuir entre suas espécies, semelhante proporção de dispersão biótica com outras comunidades de floresta tropical mas deve apresentar diferenças entre as comunidades que a compõe caso sejam consideradas suas diferenças vegetacionais. No primeiro capítulo desta dissertação as síndromes de dispersão de sementes de espécies arbustivo-arbóreas foram quantificadas de forma geral para o domínio da Mata Atlântica e suas comunidades foram comparadas entre os três tipos de vegetações florestais que a compõe. As florestas ombrófila, estacional semidecidual e estacional decidual também foram comparadas quanto a variáveis relacionadas aos frutos zoocóricos como o tipo de dispersor (aves, mamíferos ou misto), tamanho do diásporo (diâmetro e comprimento) e cor do fruto. Para isso foram compiladas informações para mais de 2000 espécies de plantas, pertencentes a 188 comunidades no domínio da Mata Atlântica. As florestas que compões seu domínio diferem entre si. As comunidades da floresta ombrófila...

Amostragem da diversidade de espécies arbóreas em florestas tropicais: padrões e limitações de algumas medidas; Sampling of tree species diversity in tropical forests: patterns and limitations of some measures

Schilling, Ana Cristina
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/04/2007 PT
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A descrição dos padrões de acumulação de espécies com o aumento da área amostrada, através da curva de acumulação de espécies, tem diversas aplicações no estudo de comunidades vegetais. Porém o uso dessa relação como uma ferramenta para determinar a suficiência amostral em estudos fitossociológicos apresenta problemas metodológicos, como a arbitrariedade da ordem de entrada das unidades amostrais na construção da curva e a pressuposição de que um patamar será obtido no ponto em que o aumento da área amostrada não acrescentar novas espécies à amostra; e também problemas relacionados ao conceito de comunidade vegetal utilizado, que é considerada como uma entidade espacialmente discreta com composição de espécies fixa e definida. Em florestas tropicais a definição desses limites é dificultada pela alta riqueza de espécies e pela falta de estabilização da curva mesmo com grandes tamanhos de amostra. Utilizando dados de três formações florestais tropicais, foram obtidas curvas médias de acumulação de espécies e seus intervalos de confiança empíricos através de procedimentos de aleatorização, que enfatizaram o caráter assintótico da curva e evidenciaram a ausência de um ponto de inflexão para a determinação objetiva de um tamanho ótimo de amostra. Entretanto...

Produção e decomposição de coberturas vegetais de inverno e sua influência na infestação  e fitossociologia de plantas daninhas; Production and decomposition of winter cover crops and their influence in the infestation and phytosociology of weeds

Marcolini, Livia Weyand
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 07/08/2009 PT
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Além dos aspectos relacionados à proteção do solo, as coberturas vegetais, vivas ou mortas, também contribuem para a redução da infestação de plantas daninhas no período da entressafra. Com o objetivo de analisar o potencial de espécies utilizadas como coberturas vegetais de inverno no manejo de plantas daninhas, conduziram-se dois ensaios em áreas pertencentes ao Departamento de produção Vegetal da ESALQ/USP, em Piracicaba SP, durante o ano de 2008. As espécies usadas como culturas de cobertura foram: Raphanus sativus L. (nabo forrageiro), Helianthus annuus L. (girassol), Avena strigosa Schreb (aveia preta), Avena bysantina L. (aveia amarela), Vicia sativa L. (ervilhaca) e Sorghum bicolor L. Moench (sorgo forrageiro), sendo que esta última espécie não foi utilizada em um dos ensaios. Realizaram-se nos dois ensaios estudos fitossociológicos, avaliações referentes à quantificação de massa seca produzida pelas coberturas, identificação e levantamento de plantas daninhas e avaliação da taxa de decomposição das coberturas. As comunidades de plantas daninhas apresentaram modificações em sua composição florística de acordo com o tipo de cobertura utilizado. D. horizontalis foi a principal espécie no primeiro ensaio...

Ajuste e seleção de modelos na descrição de comunidades arbóreas: estrutura, diversidade e padrões espaciais; Model fit and selection in the description of tree communities: structure, diversity and spatial patterns

Lima, Renato Augusto Ferreira de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/08/2013 PT
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46.38%
A descrição de padrões, i.e., tendências ou arranjos não aleatórios em comunidades, possui um longo histórico em ecologia vegetal. Comumente, a estrutura e diversidade de comunidades vegetais são descritas a partir de sua distribuição em classes de tamanho (SDD), distribuição espacial (SSD) e de sua distribuição abundância de espécies (SAD). Isto porque há um pressuposto de que padrões existentes nestes descritores de comunidades são assinaturas de processos fundamentais na sua organização e funcionamento. Assim, a descrição de padrões é com frequência o primeiro passo para gerar ou testar hipóteses sobre esses processos que regulam a estrutura e diversidade de comunidades. Organizada em diferentes capítulos, esta tese teve como objetivo central descrever e comparar padrões em diferentes comunidades arbóreas Neotropicais, buscando gerar hipóteses sobre os processos que regulam sua organização e funcionamento. Para tanto, buscou-se utilizar uma abordagem de inferência baseada no ajuste e seleção de modelos, que foi realizado usando máxima verossimilhança estatística. Em todos os capítulos, os dados sobre as comunidades arbóreas são oriundos de diferentes parcelas florestais permanentes, quatro delas com 10...

Fisionomia e florística de um remanescente de mata ciliar do arroio Itapuã, Viamão, RS

Leite, Sergio Luiz de Carvalho; Luz, Moisés da; Lange, Omara; Guerra, Teresinha
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
POR
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Fisionomia e florística de um remanescente de mata ciliar do arroio Itapuã, Viamão, RS1 As matas ciliares, embora de fundamental importância para a conservação dos cursos d’água e protegidas pelo Código Florestal Brasileiro, têm sido fortemente impactadas pela ação antrópica. Visando avaliar o estado de conservação das comunidades vegetais ribeirinhas e contribuir com a solução dos problemas de gerenciamento ambiental da região, realizou-se o levantamento florístico das espécies arbóreas e arbustivas e a descrição da vegetação situada às margens do arroio Itapuã, Viamão, Rio Grande do Sul. A observação das comunidades e a coleta do material botânico deram-se através de caminhamento em áreas constituídas por faixas distantes 30m de cada margem do arroio. As espécies foram identificadas em laboratório com auxílio de bibliografia, do Herbário ICN-UFRGS e de especialistas. Disponibilizou-se uma listagem das espécies arbóreas e arbustivas, designando seus nomes populares, suas famílias, seus hábitos e comunidades às quais pertencem. Classificaram-se as comunidades florestais ribeirinhas, relacionando-as com as condições ambientais e comparando-as entre si, através do índice de similaridade de Sørensen. Levantaram-se 91 espécies distribuídas em 39 famílias. As comunidades foram classificadas como Mata Psamófila da Foz...

Epifitismo vascular em três formações vegetais distintas: mata do brejo, floresta estacional semidecidual e cerradão, pertencentes ao município de Bauru, estado de São Paulo

Joanitti, Sabrina Anselmo
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 58 f.
POR
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Pós-graduação em Ciências Biológicas (Botânica) - IBB; Epiphytes are autotrophic vascular plants that germinate, take root and grow on other plants for support. In the interaction known as vascular epiphytism, the epiphyte uses only the substrate provided by the host plant, being independent of the phorophyte for water and nutrition. Epiphytes contribute to biological diversity in plant communities, play an important role in primary productivity and nutrient cycling, may be ecological indicators of successional stage of the forest and are essential in the process of degraded areas recovery and forest enrichment. The recent recognition of the tropical forest canopy as storehouses of biodiversity on the planet has encouraged studies that seek to understand the processes involved in epiphytic community, highlighting their role in ecosystem function. In addition, few studies about epiphytes in Brazil were carried out in the cerradão (woodland savanna), in the seasonal semideciduous forest without fluvial influence and, in the seasonal semideciduous forest with permanent fluvial influence (swamp forest) occurring in the same region, where there is no air relative humidity constancy throughout the year. These plant formations occur in the municipality of Bauru and were selected as study areas for the development of this research. The purpose of this dissertation is to contribute to the knowledge of the floristic composition and structure of the epiphytic component in the three plant formations...

Nutrição mineral e escleromorfismo foliar de grupos funcionais e comunidades vegetais savânicas

Souza, Marcelo Claro de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 83 f. : tabs.
POR
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Processo FAPESP: 10/07809-1; Processo FAPESP: 2012/13762-3; Pós-graduação em Ciências Biológicas (Biologia Vegetal) - IBRC; Savannas (located in Australia, Brazil and South Africa) hold the second largest biodiversity on the planet. These savannas have developed their vegetation structure on acidic and nutrient-poor soils, under a well-defined dry and rainy seasons. Among the limiting ecological filters, fire, soil fertility, water availability and herbivory are considered the most important ones. Other filters, which may be considered subfilters of the soil fertility are acidity and aluminum (Al) availability in the soil. Aluminum is considered a toxic element for most plant species, however savanna plants are insensitive to Al, and some species are Al-accumulators. We studied leaf nutritional status, Al accumulation and leaf scleromorphism of savanna species at three levels: regional, national and intercontinental. For national and intercontinental analysis we evaluated variations in the annual 9 rainfall, soil fertility and soil acidity. At the regional level, we compared leaf scleromorphism...

Interações planta/beija-flor em tres comunidades vegetais da parte sul do Parque Nacional Natural Chiribiquete, Amazonas (Colombia)

Liliana Rosero Lasprila
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/02/2003 PT
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Na parte sul do Parque Nacional Natural Chiribiquete, foram estudadas as interações planta/beija-flor em três comunidades vegetais diferenciadas em estrutura e composição florística: bosque de terra firme, bosque baixo das formações rochosas do Tepuy e bosque de "colúvio", que é transicional entre as duas anteriores comunidades. Foi determinada a composição florística das plantas ornitófilas, os atributos florais, fenologia da floração e oferta do recurso floral ao longo do ano nas três comunidades, assim como a ocorrência dos beija-flores nos diferentes tipos de bosque e seu comportamento durante a visita as flores. Para complementar os registros de campo, foram analisadas as cargas de pólen de beija-flores capturados ao longo do período de estudo. Um dos resultados importantes para destacar é a alta diversidade de recursos florais na área de estudo: 44 espécies ornitófilas, cujo total aumenta para, cerca de 80 quando consideradas as espécies registradas nas cargas do pólen. Foram encontradas diferenças em relação a oferta de recurso floral entre os três tipos de bosques, sendo maior a oferta de flores nos bosques baixos, no entanto, a diversidade nesta comunidade é menor do que nos outros dois tipos de bosques. Outro fato a salientar é o papel de Phaethomis bourcieri e Phaethomis mala ris na polinização de pelo menos 30 espécies vegetais cujo habitat habitual são os estratos baixos do sub-bosque dos bosques de terra firme e de "colúvio". Thalurania furcata poliniza...

Um estudo de estrutura de comunidades em fitocenoses originarias da exploração e abandono de pantios de eucalipto, localizadas no Horto Florestal Navarro de Andrade, Rio Claro (SP)

Leila Cunha de Moura
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 23/02/1999 PT
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Neste trabalho é apresentada uma análise do banco de sementes do solo, da estrutura florística e fitossociológica de quatro comunidades que se formaram em decorrência do plantio, exploração e abandono de talhões de eucalipto, situados no Horto Florestal Navarro de Andrade (Rio Claro - SP). Tais áreas correspondem a um talhão de E. citriodora de 9 anos (área I), dois de E. tereticornis de 82 anos (áreas II e 11I), e um talhão de E. microcorys de 39 anos (área IV). Para a avaliação do banco de sementes foram coletadas 130 amostras de solo, a uma profundidade de 5 cm, ao longo das trilhas que cortam o sub-bosque dos talhões estudados. As amostras de solo foram expostas em caixas de 56cm x 36cm x 10cm no interior de um viveiro que interceptava 50 % da luz solar, e acompanhada a germinação das sementes pelo período de um ano. No levantamento da vegetação foram distribuídas aleatoriamente, ao longo das trilhas, 10 parcelas de 10 x 10m para amostragem do estrato arbóreo, 10 parcelas de 6 x 6 m para amostragem do estrato arbustivo e 10 de 2 x.l m para amostragem do estrato herbáceo. As parcelas de 6 x 6 m e de 2 x 1 m ficaram circunscritas na parcela de 10 x 10m. Foram incluídos no estrato arbóreo, todos os indivíduos lenhosos com 10 cm ou mais de perímetro na altura do peito (P AP)...

Partição de recursos hídricos em comunidades vegetais de campo rupestre e campo de altitude no Sudeste brasileiro; Partitioning of water resource in plant communities of campo rupestre and campo de altitude in Southeast Brazil

Mauro Brum Junior
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/02/2013 PT
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46.51%
A partição de recursos hídricos do solo é um dos modelos plausíveis para explicar os mecanismos que promovem a coexistência e a diferenciação de nicho entre espécies em comunidades vegetais. As raízes constituem a principal interface de troca de água entre a planta e o solo, de modo que profundidade radicular é um atributo chave que pode influenciar o funcionamento hidráulico das plantas. O campo rupestre e o campo de altitude são vegetações campestres que ocorrem em montanhas ou chapadas sob diferentes regimes de água devido às diferenças climáticas e pedológicas, sendo o campo rupestre mais árido que o campo de altitude. Essas comunidades são bem conhecidas devido à alta diversidade de espécies, mas pouco se sabe a respeito da diversidade de estratégias de uso de água. Entender as estratégias hidráulicas das plantas é importante para fazer previsões das respostas das comunidades em relação às mudanças climáticas. Diante disso, o nosso objetivo foi responder: quais são os padrões de aquisição e uso de água por plantas que coexistem em uma vegetação de campo rupestre e outra de campo de altitude? Além disso, quais são as estratégias de uso de água entre as plantas com sistemas subterrâneos contrastantes nessas comunidades? Nós avaliamos a composição de isótopos estáveis da água do solo e contrastamos com a composição isotópica da água do xilema de 15 espécies de plantas em cada comunidade. A composição isotópica da água do xilema foi usada como um indicador para estimar a profundidade do solo na qual as plantas estão absorvendo a água. Também fizemos escavações das raízes para verificar qual é o tipo morfológico de cada espécie e contrastar com os resultados da composição isotópica da água do xilema. Além disso...

Contribuição para o conhecimento das comunidades anfíbias no sul de Portugal

Pereira,Marízia Menezes Dias; Silva Neto,Carlos
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 PT
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As comunidades anfíbias pioneiras da bacia hidrográfica do Rio Sado (Setor Mariânico-Monchiquense, Subprovíncia Luso-Extremadurense e Setor Ribatagano-Sadense, Subprovíncia Sadense-Divisório Portuguesa) foram objeto do presente estudo. Destacando-se a composição florística de cada fitocenose, bem como os dados referentes à sua ecologia, corologia e sintaxonomia, são apresentadas as principais comunidades vegetais anfíbias identificadas: Junco capitati-Isoetetum hystricis Braun-Blanquet 1936, Junco pygmaei-Isoetetum velati Rivas Goday 1956, Periballio laevis-Illecebretum verticillati Rivas Goday 1954, Loto subbiflori-Chaetopogonetum fasciculati Rivas-Martínez & Costa in Rivas-Martínez, Costa, Castroviejo & E. Valdés 1980, Hyperico elodis-Rhynchosporetum rugosae Neto, Capelo, J.C. Costa & Lousã in Neto 1997, Anagallido tenellae-Juncetum bulbosi Braun-Blanquet 1967, Utriculario exoletae-Sphagnetum auriculati Neto, Capelo, J.C. Costa & Lousã 1996 e Cirsio palustris-Juncetum rugosi Neto, Capelo, J.C. Costa & Lousã 1996). Este estudo mostrou que essas comunidades vegetais são, em sua maioria, relictos, com áreas de distribuição restritas e encontram-se fortemente pressionadas pela crescente ação antrópica e pelas alterações climáticas. Embora com características claramente atlânticas...

Aspectos florísticos e fitossociológicos do componente arbóreo-arbustivo de uma floresta ombrófila mista aluvial - Araucária, PR

Barddal, Murilo Lacerda
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.29%
Resumo: Este estudo teve por objetivo caracterizar a florística e fitossociologia do componente arbóreo-arbustivo de um trecho da floresta periodicamente inundável localizada na planície aluvial do rio Barigüi, no município de Araucária - PR. Buscou-se, também, relacionar os parâmetros fitossociológicos com os aspectos físicos do local. Para tanto, utilizaram-se parcelas fixas agrupadas em diferentes posições da planície, todas sobre mesma classe de solo, pertencente aos Gleissolos (estes coletados e analisados em laboratório), observando também a variação semanal do lençol freático em um ponto central a cada uma delas. Foram definidos dois compartimentos para a floresta, o superior formado por indivíduos com PAP maior ou igual a 15 cm e o inferior pelos demais exemplares até uma altura mínima de 1,30 m. Das 44 espécies amostradas, a mais importante foi Sebastiania commersoniana (Bâillon) L.B. Smith & R.J. Downs, com um valor de importância (VI) muito maior que as demais, comandando a estrutura geral da vegetação. Por ter índole pioneira, no sub-bosque, S. commersoniana cedeu seu posto de mais importante para Allophylus edulis (A. St.-Hil., Cambess. & A. Juss.) Radlk., que demonstrou grande plasticidade quanto à saturação hídrica do terreno...

Estrutura funcional e filogenética de assembleias vegetais de campos naturais na região dos campos gerais do Paraná

Moraes, Daniele Aparecida de
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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56.62%
Resumo: Teorias que associam as diferenças e semelhanças nos nichos das espécies à forma de interação entre elas e o meio em que habitam têm sido estudadas com base nos atributos funcionais e na filogenia de comunidades. O meio físico pode ter papel importante em estruturar comunidades quando há convergência funcional; por outro lado, as interações interespecíficas com o propósito de limitar a similaridade de nichos de espécies coexistentes podem ser importantes em estruturar comunidades que exibem padrões de divergência funcional. A estrutura filogenética de uma comunidade pode seguir a mesma tendência, desde que haja sinal filogenético nos atributos relacionados a esses padrões. Nesse sentido a análise da estrutura funcional e filogenética de comunidades torna-se um meio importante de compreensão dos processos que ditam sua montagem. Nesse trabalho nós averiguamos a existência de padrões de convergência e divergência funcional e filogenética em comunidades vegetais de campo natural do sul do Brasil submetidas a diferentes condições edáficas, com o propósito de inferir o principal processo atuante na sua organização: filtros bióticos ou abióticos. As áreas de estudo estão inseridas na região dos Campos Gerais do Paraná...

Estudo florístico e fitossociológico de três comunidades vegetais em San Ignácio, província de Misiones, Argentina

Velazco, Santiago José Elias
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.52%
Resumo: Este trabalho foi realizado com o objetivo de estudar a floristica e a fitossociologia do componente arboreo de tres comunidades vegetais, florestal, savana e rupestre, da Reserva Privada Osununu (RPO), do Parque Provincial Teyu Cuare (PPTC) e de um trecho de Savana, no departamento de San Ignacio, Misiones, Argentina. A fitofisionomia florestal foi compartimentalizada em: I) areas situadas na parte inferior do vale e as margens do rio; II) no sope das encostas; III) nas encostas mais ingremes; IV) nos topos; e, V) caracterizado pela alta densidade de Eugenia psidiiflora. Dentro de cada compartimento foram instaladas unidades amostrais em conglomerados constituidos de quatro subunidades de 100 m2. Dentro da RPO foram instalados um total de 13 conglomerados e 51 parcelas e no PPTC sete conglomerados e 28 parcelas. Em cada parcela foi medido a profundidade do solo e a declividade, a correlacao entre essas variaveis e o valor de cobertura das especies foram analisadas por meio de Analise de Correspondencia Canonica. Foram mensurados todos os individuos arboreos iguais ou maiores a 10 cm de perimetro a altura do peito. Para a fitofisionomia de savana foram utilizados 12 parcelas quadradas de 400 m2, enquanto que para as areas com vegetacao rupicola...

Plasticidade morfológica, alometria e dinâmica populacional de Echinodorus paniculatus Micheli (Alismataceae) em resposta ao regime de cheia e seca do Pantanal, sub-regiões de Miranda e Abobral

Neves, Ana Carolina de Oliveira
Fonte: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Publicador: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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46.45%
Em locais inundados, o nível d’água é um dos mais importantes fatores, se não o principal, influenciando na composição, zonação e processos das comunidades vegetais. As variações do nível d’água provocam mudanças no ambiente, que vão desde a redução da oxigenação e da luminosidade, até alterações na composição da comunidade, incluindo mudanças nas características dos sedimentos, na velocidade d’água e na exposição a ventos e ondas, que em última instância afetam as taxas de fotossíntese. As macrófitas aquáticas são um dos grupos com maior plasticidade fenotípica. Desenvolveram várias adaptações para sobreviver em ambientes sazonais, as quais são refletidas na sua dinâmica populacional. Echinodorus paniculatus, popularmente conhecida como chapéu-de-couro-folha-fina, é uma macrófita emergente com estratégias de propagação mixtas (sexuada, por brotamentos de rizomas e por pseudoviviparidade), comum em lagoas rasas ou temporárias no Pantanal. As inundações na planície ocorrem anualmente no verão, sendo seguidas por meses de seca, embora também ocorram flutuações plurianuais, que produzem períodos prolongados de fortes secas e inundações. Nesse trabalho analisamos as respostas de E. paniculatus às variações espaciais e temporais do nível d’água...

Floristica e caracterização das comunidades vegetais da planice costeira de Picinguaba, Ubatuba-SP

Marco Antonio de Assis
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/11/1999 PT
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56.46%
No presente estudo buscamos um melhor conhecimento florístico e delimitação mais precisa das diversas comunidades que compõem o complexo de vegetação nas planícies costeiras da zona costeira do Litoral Sudeste, mais especificamente em Picinguaba. Essa planície possui cerca de 8 Km2, situada no município de Ubatuba, litoral extremo norte do estado de São Paulo, (23°20'-23°22'S 144°48'-44°52'W), e faz parte de uma Unidade de Conservação do Parque Estadual da Serra do Mar. Essa região litorânea caracteriza-se pela ocorrência descontínua de pequenas baías e praias estreitas, intercaladas pelos avanços da Serra do Mar. O clima regional é do tipo tropical úmido (Af), apresenta temperatura média acima de 18°C e índice pluviométrico médio anual acima de 2.200 mm, não havendo estação com déficit hídrico. A vegetação é constituída por um complexo de comunidades, cujas diversificações se relacionam às variações fisiográficas, edáficas e de drenagens da planície. Para a seleção das comunidades que foram estudadas nos baseamos em observações feitas em campo e em mapeamentos de unidades fitoecológicas e geomoriológicas desta mesma planície. Para a análise florística geral da planície consideramos a coleção Flórura de Picinguaba do HRCB...

Organização e estrutura das comunidades vegetais de cerrado em um gradiente topografico no Brasil central

Raimundo Paulo Barros Henriques
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em //1993 PT
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66.63%
Várias evidências sugerem que a variação fisionômica nos cerrados pode ser determinada e mantida pela ação do fogo. O objetivo desta tese foi, determinar e descrever o desenvolvimento das comunidades vegetais de cerrado, após 19 anos de proteção contra o fogo. A hipótese deste estudo é de que o cerrado protegido do fogo, converge para uma vegetação com maior densidade e cobertura independente do tipo de habitat. Foram realizadas amostragem da composição e abundância de espécies, em três parcelas ao longo de um gradiente topográfico.Os resultados mostraram que aumentaram ao longo do gradiente: número de famílias; número de gêneros; número de espécies, número de caules e número de indivíduos. Análise de gradiente direto revelou que existem diferenças nos padrões de distribuição das espécies, mas foi possível reconhecer a presença de 2 grupos ecológicos de espécies, que apresentavam comportamentos semelhantes em cada grupo. Os resultados da ordenação por Análise de Correspondência ('DCA') mostrou, que independente das diferenças de habitat, algumas amostras de cada um dos habitat apresentavam alta similaridade indicando convergência. A comunidade de convergência é caracterizada por maior área basal...

As formações vegetais da planicie litoranea da Ilha do Mel, Parana, Brasil : composição floristica e principais caracteristicas estruturais

Sandro Menezes-Silva
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/11/1998 PT
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46.32%
A Ilha do Mel situa-se na entrada da baía de Paranaguá, região central do litoral paranaense, entre as coordenadas 25°29'-25°34'32"8 e 48°17'15"-48°23'16"W; tem perímetro aproximado de 35 Km e área de 2.762 ha. Cerca de 85% de sua área é uma planície sedimentar arenosa holocênica, formada principalmente por alinhamentos de cordões litorâneos, mais ou menos definidos. Nesta planície a vegetação varia de formações herbáceas nas regiões próximas às praias, passando a arbustivas, fechadas ou abertas, e florestais, inundáveis ou não, nas partes interiores. Este trabalho teve como objetivos caracterizar floristica e estruturalmente as principais formações vegetais ocorrentes na planície costeira da Ilha, baseando-se em mais de 10 anos de coletas, observações e amostragens nos seus principais tipos vegetacionais. Na denominação e descrição das diferentes formações vegetais foram empregados termos relacionados às respectivas formas biológicas predominantes (campo, fruticeto e floresta), cobertura da sinúsia dominante (fechado e aberto), e grau de inundação do substrato (não inundável e inundável). As técnicas utilizadas no levantamento florístico foram as usuais em trabalhos desta natureza, com coleta de material botânico fértil...

A estruturação de comunidades vegetais em áreas sucessionais da Floresta Atlântica em diferentes tipos de solo

Cardoso, Fernanda Cristina Gil
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 139 f. : il. (algumas color.) ; 31 cm.; application/pdf
PORTUGUêS
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46.51%
Orientadora : Profª Drª Márcia C. M. Marques; Tese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação. Defesa: Curitiba, 29/08/2014; Inclui bibliografia; Área de concentração : Ecologia e conservação; Resumo: O século XX culminou uma fase de desmatamentos de origem antrópica sem precedentes nas florestas tropicais do planeta. Com o desaparecimento de quase a totalidade das florestas primárias pelo mundo, houve um grande aumento na importância das florestas secundárias, já que estas podem oferecer habitats para imensa biodiversidade, participam do equilíbrio climático do planeta e prestam os mais variados serviços ecossistêmicos, incluindo o sequestro de carbono. Quando uma floresta passa por um distúrbio, há uma série de fatores que influenciam na sua capacidade de regeneração e quão rápido isso irá acontecer, tais como características da paisagem, histórico de uso da área, tipo de manejo e fatores edáficos. Neste trabalho abordamos os efeitos de diferentes fatores sobre a estruturação de comunidades vegetais em áreas sucessionais da Floresta Atlântica, em Antonina, Paraná (25o19'15''S e 48o42'24''W). As áreas florestais foram transformadas em pastagens para búfalos e depois abandonadas em diferentes períodos ao longo dos últimos 80 anos. As áreas estão sendo restauradas por meio de regeneração natural (isolamento do gado) e de plantio direto de mudas de espécies nativas...

Caracterização florística de comunidades vegetais de restinga em Bertioga, SP, Brasil

Martins,Suzana Ehlin; Rossi,Lucia; Sampaio,Paulo de Salles Penteado; Magenta,Mara Angelina Galvão
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 PT
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O município de Bertioga, no litoral central do Estado de São Paulo, apresenta grandes extensões de restingas ainda preservadas, com reduzido número de coletas de material botânico. A rápida devastação desse tipo de ambiente, por pressão de empreendedores do ramo imobiliário e outras intervenções antrópicas, torna urgente a compilação de dados que subsidiem estratégias conservacionistas. Nesse aspecto, é aqui apresentada a caracterização florística das comunidades vegetais da região que abrange as restingas de Itaguaré, São Lourenço e Guaratuba, situada entre 23º44'-23º46'S e 45º55'-46º02'W. A classificação das comunidades vegetais seguiu, sempre que possível, os critérios estabelecidos pela Resolução CONAMA n. 7/96, legislação ambiental federal, que aprova diretrizes para análise dos estágios de sucessão de vegetação de restinga para o Estado de São Paulo. Foram reconhecidas as comunidades vegetais de Praia e Dunas (33 espécies), Escrube (101), Floresta Alta de Restinga (301), Floresta Alta de Restinga Úmida (434) e Vegetação Entre Cordões (45). Foram registradas 611 espécies, representando 351 gêneros distribuídos em 106 famílias, das quais as de maior riqueza específica são: Orchidaceae (47 espécies)...