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Avaliação da função autonomica e do transito intestinal em pacientes com cirrose hepatica de etiologia não alcoolica; Investigation of autonomic function and orocrecal transit time in patients with non-alcoholic cirrrhosis : association of autonomic dysfunction with severity of cirrhosis and the occurrence of new onset encephalopathy

Cristiane Kibune Nagasako Vieira da Cruz
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/08/2007 PT
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71.553003%
A disfunção autonômica (DA) parece ser freqüente na cirrose hepática (CH) de etiologia alcoólica, enquanto que os dados referentes à prevalência e repercussões clínicas desta complicação na cirrose de etiologia não alcoólica são controversos. Existem evidências na literatura de que o método da análise da variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) em 24 horas é mais sensível que a pesquisa dos reflexos cardiovasculares para a avaliação da função autonômica. Esta técnica foi pouco utilizada na investigação de pacientes com CH. Estudos prévios em cirróticos demonstraram a presença de alterações da motilidade intestinal que predisporiam à ocorrência de supercrescimento bacteriano. Os mecanismos responsáveis por estas alterações não foram ainda esclarecidos. Considerando que o sistema nervoso autônomo (SNA) participa do controle da motilidade intestinal, parece provável que a DA esteja associada com as alterações da motilidade intestinal na CH. Os objetivos deste estudo foram investigar a presença de alterações do SNA parassimpático e simpático em pacientes com CH de etiologia não alcoólica, utilizando os métodos dos testes de reflexos cardiovasculares e da análise da VFC em 24 horas...

Mortalidade na rotura de varizes esofágicas em doentes com cirrose :

Fonseca, Maria da Luz Diogo da
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2010 POR
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61.419053%
INTRODUÇÃO A hemorragia digestiva alta por rotura de varizes esofágicas é uma situação de emergência médica que, apesar dos avanços nas opções e protocolos de tratamento e resultados efectivos na redução da mortalidade de mais de 40% para 15 a 20% nas últimas três décadas, continua com uma taxa de mortalidade associada significativa. Existem em Portugal alguns trabalhos relativamente à doença hepática crónica, doença hepática alcoólica e alcoolismo essenciais para a compreensão das necessidades no nosso país para lidar com a situação. Com este estudo pretendeu-se acrescentar dados à bibliografia nacional e especificar características numa população na qual a prevalência de doença hepática crónica é particularmente elevada, na Beira Interior. Além disso, múltiplas variáveis têm sido relacionadas com maior ou menor taxa de mortalidade após o episódio de rotura de varizes esofágicas em doentes com cirrose hepática. Na execução deste estudo de caso-controlo foi colocada e estudada a hipótese de que a idade, o género, a escala de Child-Pugh-Turcotte, cada uma das cinco variáveis nela incluída de forma individual, a etiologia da cirrose e o tamanho das varizes esofágicas teriam influência na mortalidade até às seis semanas após o episódio de rotura de varizes esofágicas. MATERIAIS E MÉTODOS Foram analisados os registos clínicos de noventa e oito pacientes com doença hepática crónica atendidos no Centro Hospitalar Cova da Beira...

Alcoolismo e cirrose hepática

Gonçalves, Lisa Isabel Baptista
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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92.05693%
Introdução: A despeito do desenvolvimento científico e tecnológico, ocorrido nas últimas décadas e o facto de todo o conhecimento fisiopatológico da cirrose hepática ter uma marcada influência global e empírica, o avanço na terapêutica tem sido lento, mantendo-se inúmeras áreas “cinzentas”. Concomitantemente, às elevadas taxas de mortalidade numa população demasiado jovem e activa e às taxas de morbilidade que levam a custos económico-sociais crescentes, faz com seja fundamental não só empenhar todo o esforço na uniformização do diagnóstico e tratamento precoces, mas sobretudo nas situações causais potencialmente preveníveis. Material e Métodos: Foi efectuada uma recolha de dados retrospectivos dos casos clínicos de Doença Hepática Alcoólica (número de doentes, idade, sexo, destino e diagnóstico) do ano de 2008 e um estudo comparativo com os mesmos dados de anos anteriores, 2004 - 2008, fornecidos pela Unidade de Alcoologia do Fundão, e posterior tratamento desses mesmos dados, de forma descritiva. Posteriormente, foi efectuada uma busca activa de revisões sistemáticas, meta-análises, estudos controlados e aleatorizados e estudos de Coorte sobre o tema. Resultados: De acordo com a análise descritiva dos dados estatísticos retrospectivos da Unidade de Alcoologia do Fundão...

Recidiva da ingesta alcoólica em pacientes candidatos a transplante hepático: análise de fatores de risco

Vieira,Andrea; Rolim,Ernani Geraldo; Capua Jr,Armando de; Szutan,Luiz Arnaldo
Fonte: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED Publicador: Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia - IBEPEGE ; Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva - CBCD ; Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva - SBMD ; Federação Brasileira de Gastroenterologia - FBG; Sociedade Brasileira de Hepatologia - SBH; Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva - SOBED
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2007 PT
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70.895244%
RACIONAL: A recidiva do consumo do álcool após transplante representa grande preocupação nos centros transplantadores e é objeto de debate e controvérsia. OBJETIVO: Avaliar a recidiva da ingesta alcoólica e eventuais fatores a ela relacionados, em pacientes cirróticos, referidos para transplante hepático. MÉTODOS: Estudo retrospectivo de julho de 1995 a setembro de 2005 incluindo 90 pacientes adultos com cirrose hepática, listados para transplante. Os critérios de exclusão eram: ausência de 6 meses de abstinência, não liberação da equipe de psicologia. O diagnóstico da recidiva (ingesta de qualquer quantidade de bebida alcoólica) era feito com base nas informações contidas nos prontuários e fornecidas por contato telefônico. RESULTADOS: A recidiva encontrada foi de 18,9%, que correspondeu a 14,6% do número total de homens e 62,5% do número total das mulheres. A raça, média das idades, classificação de disfunção hepática, tempo de etilismo, quantidade da ingesta alcoólica e realização ou não de transplante, não mostraram correlação significativa com a recidiva da ingesta alcoólica. A comparação tempo de abstinência e recidiva guardou relação inversamente proporcional. CONCLUSÃO: A recidiva da ingesta alcoólica é baixa. Sexo feminino e tempo de abstinência inferior a 1 ano têm influência sobre a recidiva da ingesta alcoólica.

Tempo de alcoolismo no desenvolvimento de doenças orgânicas em mulheres tratadas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, SP, Brasil

Dantas,Roberto Oliveira
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1985 PT
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60.87607%
Com o objetivo de conhecer o tempo de ingestão freqüente de bebidas alcoólicas (ingestão média de mais de 100 ml de etanol por dia, pelo menos três dias por semana), até o aparecimento de sinais e sintomas de doenças orgânicas conseqüentes ao hábito, estudamos 95 mulheres tratadas entre 1978 e 1982 no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, portadoras de doenças orgânicas associadas ao alcoolismo. Foi feito diagnóstico clínico e laboratorial de cirosse hepática em 32 pacientes, de pancreatite crônica em 13 e de outras doenças (pelagra, desnutrição, neurite periférica e hepatite alcoólica) em 50. Pacientes com apenas sintomas psiquiátricos não foram estudadas. A obtenção das informações ocorreu após alguns dias de tratamento. Em média a idade em que começaram a ter sinais e sintomas das doenças que motivaram a procura de hospital para tratamento foi de 35,30 ± 7,72 anos na pancreatite crônica, 36,53 ± 8,39 anos na cirrose hepática e de 33,90 ± 11,27 anos nas outras doenças. O tempo de ingestão da bebida foi de 15,92 ± 7,15 anos na pancreatite crônica, 14,62 ± 8,70 anos na cirrose hepática e 13,24 ± 9,58 anos nas outras doenças. Antecedentes familiares de alcoolismo estiveram presentes em 64...

O vírus da hepatite B na doença hepática alcoólica: avaliação clínica e bioquímica

Lacet,Celina M.C.; Strauss,Edna
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1993 PT
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70.121357%
Foram estudados prospectiva e seqüencialmente 107 pacientes com doença hepática alcoólica (DHA) crônica, sendo 83 casos de cirrose e 24de hepatite alcoólica. Além do etilismo, ingestão mínima de 70 gramas de etanol puro ao dia por período superior a sete anos, todos apresentaram disfunção hepatocelular. De acordo com o perfil sorológico para o VHB os pacientes foram alocados em quatro grupos a saber: grupo I infectados: AgHBs e anti-HBc positivos; grupo II imunes: anti-HBs e anti-HBc positivos; grupo III sem marcadores do VHB: AgHBs, anti-HBc e anti-HBs negativos; grupo IV anti-HBc positivo isoladamente. A prevalência de infecção pelo VHB na DHA foi alta: 42,06% apesar dos índices pouco elevados de imunidade: 26,17% sugerindo que na DHA ocorre maior exposição ao VHB com resposta imunológica deficiente. A análise dos parâmetros clínico-bioquímicos, quando considerados isoladamente, não mostrou diferenças estatisticamente significantes entre os grupos I, II, e III, entretanto a classificação de Child/Campbell, discriminou o grupo infectado, onde houve predomínio da classe C, de pior prognóstico.

Infecções bacterianas pioram o prognóstico da hepatite alcoólica

Strauss,Edna; Aerosa,José Pedro
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 PT
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61.3429%
As infecções bacterianas cursam com altos índices de morbilidade e mortalidade na cirrose hepática. O objetivo do nosso trabalho foi avaliar se também na hepatite alcoólica as infecções bacterianas são fatores de mau prognóstico. Na avaliação retrospectiva de 681 pacientes hospitalizados em um único centro, por período de 6 anos, foram bem documentados 52 (7,5%) casos de hepatite alcoólica, sendo 73,1% com biópsia hepática para análise histopatológica e os restantes por diagnóstico clínico-bioquímico. Houve predomínio do sexo masculino (relação 3,3:1,0), com idade média de 40 anos e ingestão média de etanol puro de 193g/dia por mais de 3 anos. As principais complicações foram: encefalopatia hepática (n=5), insuficiência renal (n=4) e hemorragia digestiva alta (n=3). Houve infecção bacteriana em 11 (21,1%) pacientes, sendo pulmonar (n=5), peritonite bacteriana espontânea (PBE) (n=2), urinária (n=3) e dermatológica (n=1). Óbito precoce, durante o período de internação ocorreu em 8 (15,4%) casos e a análise comparativa entre eles e os sobreviventes mostrou serem fatores de mau prognóstico a presença de encefalopatia hepática (p=0,012), bilirrubinas > 20mg% (p=0,012) e associação com infecções graves (pulmonar/PBE)...

Valor prognóstico da fibronectina plasmática e da classificação de Child-Pugh na cirrose hepática alcoólica: estudo comparativo

Parise,Edison Roberto; Parisi,Flávio Hugo; Leite-Mór,Marilisa de Moraes B.; Nogueira,Marie Doki
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2004 PT
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61.04623%
OBJETIVOS: Avaliar o valor prognóstico da fibronectina plasmática (FN), comparativamente à classificação numérica de Child-Pugh e os parâmetros bioquímicos que a compõem, no acompanhamento prospectivo de portadores de cirrose alcoólica durante 18 meses. MÉTODOS: Incluídos 50 pacientes com cirrose alcoólica, diagnosticada por biópsia ou critérios clínico-bioquímicos, excluídos aqueles com hepatocarcinoma ou hemorragia digestiva, infecção ou ingestão alcoólica continuada nos últimos 30 dias. A idade média do grupo foi 51,3±12,6 anos, 72% deles do sexo masculino e classificados 17 como Child-Pugh A, 18 como B e 15 como C. Os valores das bilirrubinas foram dosados pelo método automatizado, eletroforese de proteínas em acetato de celulose e o tempo de protrombina pelo método de Quick. A FN plasmática foi dosada por imunodifusão radial, com anticorpos contra FN humana em géis de agarose a 1%. RESULTADOS: Um paciente foi excluído por óbito de causa não natural e 12 foram a óbito por doença hepática. Os melhores preditores de óbito foram a pontuação de Child-Pugh [escore>10, risco relativo (RR) de 11,33) e os valores de bilirrubina (>2,5mg/dL, RR=9,47). A concentração de FN foi significantemente maior nos sobreviventes que naqueles que foram a óbito (185±66 mg/L x 131±38mg/L...

Representações sociais sobre cirrose hepática alcoólica elaboradas por seus portadores

Rocha,Edilma Gomes; Pereira,Maria Lúcia Duarte
Fonte: Universidade Federal do Rio de Janeiro Publicador: Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 PT
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91.60013%
O abuso do álcool pode levar à cirrose hepática alcoólica, problema de saúde pública e de alto custo social. Objetivou-se apreender as representações sobre cirrose hepática alcoólica elaboradas por seus portadores. Metodologia: estudo descritivo, exploratório, com abordagem qualitativa desenvolvido em duas instituições públicas no município de Fortaleza-CE. Participaram quinze sujeitos com diagnóstico de cirrose hepática alcoólica. Aplicou-se entrevista semi-estruturada, e foi utilizada técnica de análise de conteúdo temática. Resultados : Emergiram cinco categorias, porém apresentaremos três: Concepções sobre cirrose, Percepções sobre cirrose e Conseqüências da cirrose, que evidenciaram a cirrose representada como doença que destrói e causa morte. A vivência é permeada por dificuldades, principalmente sócio-econômicas e emocionais. Conclusões: Faz-se necessária uma mudança de atitude do profissional de saúde, para humanizar o cuidado e assim minimizar o sofrimento destes pacientes.

Prevalência da pancreatite crônica em pacientes portadores de cirrose hepática alcoólica: estudo histopatológico

Santos,Júlia de Fátima Gonçalves; Rocha,Ademir; Oliveira,Luiz Carlos Marques de
Fonte: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Patologia Clínica; Sociedade Brasileira de Patologia; Sociedade Brasileira de Citopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2007 PT
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101.2277%
INTRODUÇÃO: O abuso crônico do álcool é importante causa de cirrose hepática e de pancreatite crônica. OBJETIVO: Avaliar a freqüência de pancreatite crônica (PC) em pacientes portadores de cirrose hepática alcoólica (CHA) por exame histopatológico. Casuística: Analisaram-se necropsias de 18 homens e sete mulheres portadores de CHA, com idade média e desvio padrão de 47,2 ± 13,8 anos (24 a 83 anos), que consumiam em média 239,6 ± 155,3 g de etanol/dia por um período médio de 16,7 ± 7,2 anos. MÉTODOS: O diagnóstico histopatológico de cirrose hepática baseou-se na fibrose sistematizada com formação de septos delimitando nódulos, associada à inflamação crônica inespecífica. O diagnóstico histológico de PC baseou-se na identificação de exsudato mononuclear (EM) em torno dos ductos e no tecido conjuntivo inter e intralobular, acompanhado de traves de fibrose. A PC foi classificada como leve quando havia discreto EM em região periductal, interlobular ou intralobular acompanhado por finas traves de fibrose; moderada, pelo aumento da intensidade do exsudato e da fibrose, ocasionalmente associado com pequena dilatação dos ductos; a forma grave caracterizou-se pelo EM, densa fibrose, presença de rolhas...

Prevalência da pancreatite crônica em pacientes portadores de cirrose hepática alcoólica: estudo histopatológico

Santos, Júlia de Fátima Gonçalves
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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101.62058%
Objetivo - Avaliar a prevalência de pancreatite crônica (PC) em pacientes portadores de cirrose hepática alcoólica (CHA) através da histopatologia. Casuística - Analisaram-se necropsias de 18 homens e sete mulheres portadores de CHA com idade média (desvio padrão) de 47,2 ± 13,8 anos (24 a 83 anos) que consumiam em média 239,6 ± 155,3 gramas de etanol/dia por um período de 16,7 ± 7,2 anos. O grupo controle foi composto por dez homens sem cirrose hepática, com idade média de 43,1 ± 21,8 anos (22 a 77 anos), submetidos a necropsias obrigatórias por mortes violentas. Métodos - O diagnóstico histopatológico de cirrose hepática baseou-se na fibrose sistematizada com formação de septos delimitando nódulos de tamanhos variados, associada a inflamação crônica inespecífica. O diagnóstico histopatológico de pancreatite crônica fundamentou-se no infiltrado mononuclear (IM) presente em torno dos ductos e no tecido conjuntivo inter e intralobular. A PC foi classificada como leve, quando havia discreto IM em região periductal, interlobular ou intralobular, eventualmente acompanhado por finas traves de fibrose; moderada, pelo aumento da intensidade do exsudato e da fibrose, ocasionalmente associado com pequena dilatação dos ductos e...

Avaliação do estado nutricional de pacientes portadores de cirrose hepática em atendimento ambulatorial: parâmetros clínicos, antropométricos, bioquímico e hematológico

Vieira, Patrícia Maria
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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70.737236%
OBJETIVO - Avaliar a freqüência de desnutrição em pacientes portadores de cirrose hepática (CH) atendidos em ambulatório. MÉTODOS - Foram avaliados 78 pacientes, sendo 56,4% homens e 43,6% mulheres, idade média (desvio-padrão) de 53,0 ± 7,7 anos, com etiologia alcoólica em 56,4% dos casos; vírus da hepatite C em 17,9% e da hepatite B em 15,4%; auto-imune em 2,6% e criptogenética em 7,7%. De acordo com a classificação de Child-Pugh, 48,7% eram A, 26,9% eram B e 24,3% eram C. O estado nutricional foi determinado pela avaliação global subjetiva (AGS); índice de massa corpórea (IMC); porcentagem de adequação do peso corporal (%PC), da prega cutânea tricipital (%PCT), da circunferência braquial (%CB) e da circunferência muscular do braço (%CMB); albumina sérica (ALB) e contagem total de linfócitos (CTL). RESULTADOS - Graus variáveis de desnutrição foram diagnosticados em 61,5% (AGS); 16,7% (IMC); 17,9% (%PC); 93,5% (%PCT); 62,8% (%CB) e 38,5% (%CMB) dos pacientes. Os níveis de ALB e a CTL foram compatíveis com diagnóstico de desnutrição em 43,5% e 69,3% dos pacientes, respectivamente. A freqüência de diagnóstico de desnutrição aumentou com a gravidade da CH e nos pacientes com etiologia alcoólica. Foi demonstrado maior depleção de tecido adiposo entre as mulheres e de massa muscular entre os homens. CONCLUSÕES - A desnutrição é comum em pacientes com CH em atendimento ambulatorial...

Ascites in patients with alcoholic liver cirrhosis.; Estudo da ascite em doentes com cirrose hepática alcoólica.

Trindade, J.; Serviço de Medicina II. Hospital Universitário de Santa Maria. Lisboa. Portugal; Bivar, L.; Serviço de Medicina II. Hospital Universitário de Santa Maria. Lisboa. Portugal; Saragoça, A.; Serviço de Medicina II. Hospital Universitário
Fonte: Ordem dos Médicos Publicador: Ordem dos Médicos
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; article; article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 31/12/1980 POR
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70.020083%
Estudou-se o líquido Ascítico (LA) de 56 doentes com Cirrose Hepática Alcoólica (CHA). 7 com ascite maligna e 5 com ascite de causa pancreática, com o objectivo de definir as suas características químicas ( proteínas, amilase, glucose e desidrogenase láctica), citológicas e bacteriológicas, tendo-se tentado igualmente determinar a incidência da Peritonite Bacteriana Espontânea (PBE). O líquido ascítico tinha aspecto límpido em 82,5% dos doentes com CH e em 62.5% dos doentes com ascites malignas. Os valores médios e a variação das diferentes substâncias foram proteínas, 1,77 g/dl (0,2-6,7); glucose, 132 mg/dl (20-423); amilase, 132 unid/dl (16-179) e DHL, 1-17 unid/l (20-2200). 26% dos doentes com CHA tinham proteínas superiores a 3,0 g/dl. Na ascite pancreática o valor médio da amilase foi 271,9 unid/l com uma variação de 68-5850 unid/l. Nos doentes com ascite e CHA, a média do número de leucócitos foi de 872 mm3 (variação 0-2790). 74% desses doentes tinham leucócitos superiores a 500/mm3 enquanto 40% dos doentes com ascites malignas apresentavam valores inferiores a esse número. A pesquisa de células neoplásicas foi sempre negativa. Os exames bacteriológicos apenas mostraram a presença de bactérias em dois doentes com CHA: um caso com uma estirpe de Staphylocuccus aureus (provável contaminação cutânea)...

Determinação da razão hidroximetronidazol/metronidazol no plasma de pacientes com doença hepatica por alcool e por hepatite C

Claudia Maria Ferreira da Silva
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em //1997 PT
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71.230303%
Elevações dos níveis séricos de transaminases (AST e AL T) não refletem a gravidade da doença hepática, e a bilirrubina sérica, albumina e tempo de protrombina podem estar normais nos indivíduos que ainda não desenvolveram, ou apresentam-se em estágios iniciais de cirrose. Testes dinâmicos de função hepática como clearance de verde de indocianina, bromosulfaleína, lidocaína, galactose, têm sido utilizados paracomplementar os testes bioquímicosconvencionais. Contudo, estes testes não se alteram na presença de lesões histológicas mínimas. Neste trabalho, foi avaliada a razão plasmática hidroximetronidazol/ metronidazol em indivíduos com: cirrose hepática alcoólica, classificados de acordo com Child-Pugh nos graus A (n = 9), B (n = 9) e C (n = 8), hepatite alcoólica (n = 23), hepatite C crônica (n = 13), portadores assintomáticos de hepatite C (n = 14), que foram comparados a um grupo controle (n = 12). As concentrações plasmáticas foram medidas por cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) de fase reversa com detecção por absorção ultra violeta. Para a análise estatística foram utilizados os métodos de análise de variância (ANOV A) e o teste de Student-Newman-Keuls para múltiplas comparações. A razão hidroximetronidazol/metronidazol demonstrou...

Alcoolismo e cirrose hepática

Gonçalves, Lisa Isabel Baptista
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 POR
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92.05693%
Introdução: A despeito do desenvolvimento científico e tecnológico, ocorrido nas últimas décadas e o facto de todo o conhecimento fisiopatológico da cirrose hepática ter uma marcada influência global e empírica, o avanço na terapêutica tem sido lento, mantendo-se inúmeras áreas “cinzentas”. Concomitantemente, às elevadas taxas de mortalidade numa população demasiado jovem e activa e às taxas de morbilidade que levam a custos económico-sociais crescentes, faz com seja fundamental não só empenhar todo o esforço na uniformização do diagnóstico e tratamento precoces, mas sobretudo nas situações causais potencialmente preveníveis. Material e Métodos: Foi efectuada uma recolha de dados retrospectivos dos casos clínicos de Doença Hepática Alcoólica (número de doentes, idade, sexo, destino e diagnóstico) do ano de 2008 e um estudo comparativo com os mesmos dados de anos anteriores, 2004 - 2008, fornecidos pela Unidade de Alcoologia do Fundão, e posterior tratamento desses mesmos dados, de forma descritiva. Posteriormente, foi efectuada uma busca activa de revisões sistemáticas, meta-análises, estudos controlados e aleatorizados e estudos de Coorte sobre o tema. Resultados: De acordo com a análise descritiva dos dados estatísticos retrospectivos da Unidade de Alcoologia do Fundão...

Mortalidade na rotura de varizes esofágicas em doentes com cirrose :; factores de prognóstico

Fonseca, Maria da Luz Diogo da
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2010 POR
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61.419053%
INTRODUÇÃO A hemorragia digestiva alta por rotura de varizes esofágicas é uma situação de emergência médica que, apesar dos avanços nas opções e protocolos de tratamento e resultados efectivos na redução da mortalidade de mais de 40% para 15 a 20% nas últimas três décadas, continua com uma taxa de mortalidade associada significativa. Existem em Portugal alguns trabalhos relativamente à doença hepática crónica, doença hepática alcoólica e alcoolismo essenciais para a compreensão das necessidades no nosso país para lidar com a situação. Com este estudo pretendeu-se acrescentar dados à bibliografia nacional e especificar características numa população na qual a prevalência de doença hepática crónica é particularmente elevada, na Beira Interior. Além disso, múltiplas variáveis têm sido relacionadas com maior ou menor taxa de mortalidade após o episódio de rotura de varizes esofágicas em doentes com cirrose hepática. Na execução deste estudo de caso-controlo foi colocada e estudada a hipótese de que a idade, o género, a escala de Child-Pugh-Turcotte, cada uma das cinco variáveis nela incluída de forma individual, a etiologia da cirrose e o tamanho das varizes esofágicas teriam influência na mortalidade até às seis semanas após o episódio de rotura de varizes esofágicas. MATERIAIS E MÉTODOS Foram analisados os registos clínicos de noventa e oito pacientes com doença hepática crónica atendidos no Centro Hospitalar Cova da Beira...

Tempo de alcoolismo no desenvolvimento de doenças orgânicas em mulheres tratadas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, SP, Brasil; Effect of time of alcoholism on the development of organic diseases in women treated at the University Hospital of Ribeirão Preto, S. Paulo, Brazil

Dantas, Roberto Oliveira
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/1985 POR
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60.87607%
Com o objetivo de conhecer o tempo de ingestão freqüente de bebidas alcoólicas (ingestão média de mais de 100 ml de etanol por dia, pelo menos três dias por semana), até o aparecimento de sinais e sintomas de doenças orgânicas conseqüentes ao hábito, estudamos 95 mulheres tratadas entre 1978 e 1982 no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, portadoras de doenças orgânicas associadas ao alcoolismo. Foi feito diagnóstico clínico e laboratorial de cirosse hepática em 32 pacientes, de pancreatite crônica em 13 e de outras doenças (pelagra, desnutrição, neurite periférica e hepatite alcoólica) em 50. Pacientes com apenas sintomas psiquiátricos não foram estudadas. A obtenção das informações ocorreu após alguns dias de tratamento. Em média a idade em que começaram a ter sinais e sintomas das doenças que motivaram a procura de hospital para tratamento foi de 35,30 ± 7,72 anos na pancreatite crônica, 36,53 ± 8,39 anos na cirrose hepática e de 33,90 ± 11,27 anos nas outras doenças. O tempo de ingestão da bebida foi de 15,92 ± 7,15 anos na pancreatite crônica, 14,62 ± 8,70 anos na cirrose hepática e 13,24 ± 9,58 anos nas outras doenças. Antecedentes familiares de alcoolismo estiveram presentes em 64...

Cirrose hepática revisitada: a propósito de um caso clínico

Faria,Rita; Santos,João; Almeida,Paulo; Banza,Maria Jesus
Fonte: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 PT
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61.72726%
A cirrose hepática criptogénica é um diagnóstico de exclusão. A prevalência de obesidade e diabetes mellitus é superior nos doentes com cirrose criptogénica, sendo sobreponível em doentes com esteatohepatite não alcoólica. Actualmente, a esteatohepatite não alcoólica surge como possível etapa precedente à cirrose criptogénica. Os autores descrevem o caso clínico de um doente obeso e diabético com pancitopénia de etiologia a esclarecer. Apurou-se o diagnóstico de cirrose hepática, cuja investigação etiológica se revelou um desafio. Os resultados obtidos sugerem uma possível evolução de esteatohepatite não alcoólica a cirrose hepática. Perante a crescente prevalência do síndrome metabólico, esteatose hepática e esteatohepatite não alcoólica, o risco de evolução para cirrose hepática deve ser travado e deve ser promovida a educação da população.

Um Caso Raro de Peritonite Fúngica Espontânea em Doente com Cirrose Hepática Não-Hospitalizado

Bispo,Miguel; Valente,Ana; Glória,Helena; Alexandrino,Paula
Fonte: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia Publicador: Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2011 PT
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A peritonite fúngica, na ausência de uma fonte identificável de infecção, é uma entidade rara, com um número escasso de casos relatados na literatura em doentescirróticos não-hospitalizados. O seu diagnóstico é habitualmente tardio, apresentando elevada mortalidade intra-hospitalar. Os autores descrevem o caso clínico de uma mulher de 64 anos, internada por cirrose hepática alcoólica descompensada (Child- Pugh C) e peritonite. A evolução clínica foi desfavorável, com choque séptico refractário e óbito ao quarto dia de internamento. O isolamento de Candidaalbicans no líquido ascítico foi apenas conhecido postmortem, sem uma fonte de infecção identificável na autópsia. São revistos alguns aspectos particulares na abordagem da peritonite fúngica, que é aparentemente subdiagnosticada na prática clínica.

Tempo de alcoolismo no desenvolvimento de doenças orgânicas em mulheres tratadas no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, SP, Brasil

Dantas,Roberto Oliveira
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/1985 PT
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Com o objetivo de conhecer o tempo de ingestão freqüente de bebidas alcoólicas (ingestão média de mais de 100 ml de etanol por dia, pelo menos três dias por semana), até o aparecimento de sinais e sintomas de doenças orgânicas conseqüentes ao hábito, estudamos 95 mulheres tratadas entre 1978 e 1982 no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, portadoras de doenças orgânicas associadas ao alcoolismo. Foi feito diagnóstico clínico e laboratorial de cirosse hepática em 32 pacientes, de pancreatite crônica em 13 e de outras doenças (pelagra, desnutrição, neurite periférica e hepatite alcoólica) em 50. Pacientes com apenas sintomas psiquiátricos não foram estudadas. A obtenção das informações ocorreu após alguns dias de tratamento. Em média a idade em que começaram a ter sinais e sintomas das doenças que motivaram a procura de hospital para tratamento foi de 35,30 ± 7,72 anos na pancreatite crônica, 36,53 ± 8,39 anos na cirrose hepática e de 33,90 ± 11,27 anos nas outras doenças. O tempo de ingestão da bebida foi de 15,92 ± 7,15 anos na pancreatite crônica, 14,62 ± 8,70 anos na cirrose hepática e 13,24 ± 9,58 anos nas outras doenças. Antecedentes familiares de alcoolismo estiveram presentes em 64...