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Aplicação de células estaminais em Medicina Dentária

Mota, Patrícia Joana Soares
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2012 POR
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67.32%
Trabalho apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Medicina Dentária; Nos últimos anos têm-se realizado pesquisas sobre a utilidade de células estaminais em diversas áreas da saúde. Estes avanços científicos na área da bioengenharia tecidual têm levado ao desenvolvimento de novas terapias e curas de doenças que, até aos dias de hoje, não teriam cura. Recentes pesquisas têm revelado que os dentes são ótimas fontes de células estaminais. Tanto os dentes decíduos como permanentes têm células estaminais com grande potencial proliferativo e apresentam as caraterísticas de células estaminais: capacidade de autorrenovação e diferenciação em várias linhagens celulares. Mediante este contexto, o objetivo geral desta monografia foi realizar uma revisão de literatura em foco para atualizar o conhecimento acerca das células estaminais e a sua aplicação em medicina dentária. Tendo como objetivos específicos: analisar as células estaminais dentárias, ampliando o conhecimento sobre as possibilidades do seu potencial regenerativo, como fonte de células estaminais e sistematizar os conhecimentos, avanços científicos, limitações e perspetivas relativas à aplicação de células estaminais dentárias. Com esta revisão bibliográfica...

Utilização terapêutica das células estaminais

Ventura, Márcia Andreia Nogueira
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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67.02%
Projeto de Pós-Graduação/Dissertação apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas; Uma célula estaminal é uma célula indiferenciada que possui a capacidade de dar origem a outras células especializadas com diversas funções que estão de acordo com o tecido ou órgão que representam, permitindo assim uma panóplia de manipulações e utilidades clínicas. Elas podem classificar-se quanto à origem em células estaminais embrionárias e células estaminais adultas e quanto à potencialidade em células totipotentes, pluripotentes ou multipotentes. As suas aplicações terapêuticas são variadas, existindo vários estudos com resultados positivos e outros que necessitam de uma investigação futura mais profunda, no entanto estas células podem ser utilizadas até mesmo com os novos sistemas terapêuticos. Ao longo da dissertação vão ser explorados temas como a terapia do cancro, a terapia cardiovascular e a terapia neural bem como algumas futuras apostas científicas nestas áreas. A stem cell is an undifferentiated cell that has the ability to give rise to other specialized cells with different functions that are consistent with the tissue or organ they represent...

Linking open chromatin to pluripotency in ES cells : the role of the chromatin remodeler Chd1; Relacionando cromatina aberta com pluripotência em células estaminais embrionárias : o papel do remodelador da cromatina Chd1

Maia, Alexandre Gaspar
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
ENG
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67.31%
Embryonic Stem (ES) cells are the prototypical pluripotent stem cells that can self-renew indefinitely and give rise to all cell types of the body. Through a transcriptional profile using microarrays, we have discovered that the mouse embryonic germ line have high transcriptional similarities to pluripotent stem cells, including mouse ES cells. A group of about 220 genes are up-regulated in pluripotent stem cells when compared to differentiated cells. From this cluster (that we called the pluricluster) we decided to test the effect of down-regulation in ES cells self-renewal and pluripotency. We developed a lentiviral RNA-interference screen to test the role of 41 candidate genes (chosen amongst the pluricluster with a bias towards transcription factors, chromatin remodelers, DNA/RNA binding proteins, oncogenes and unknown genes). Our screen identified 18 genes with RNAi phenotype including Chd1, NFYa, NFYb and Sall4. The last three genes allowed me to follow further characterization of their role in ES cells and reprogramming, as a collaboration project. However, Chd1 was the only novel regulator that had both self-renewal defects and loss of Oct4 activity in this screen. Chd1 is a chromatin remodeler that has been shown to recognize H3K4me3 and is associated with transcriptional activation and splicing. Our work shows clear evidence that Chd1 correlates with H3K4me3 enrichment...

Identificação e caracterização de células estaminais tumorais no osteossarcoma e suas implicações na resistência à quimioterapia

Lopes, Áurio Odair Gomes
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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67.29%
Objectivo: Há evidências crescentes de que os tumores contêm uma subpopulação de células com propriedades semelhantes às encontradas nas células estaminais. Estas células são denominadas de células estaminais tumorais (CSCs), e são as responsáveis pelo início do desenvolvimento do tumor, resistência às terapias convencionais e aparecimento de recidivas. Neste trabalho, pretendemos identificar e caracterizar a presença de uma população de CSCs numa linha celular humana de osteossarcoma (MNNG/HOS) e explorar o seu papel na resposta à quimioterapia. Materiais e Métodos: As CSCs foram isoladas utilizando método de formação de esferas em meio sem de soro e em superfícies não aderentes. Depois disso, foram caracterizadas em termos de expressão de marcadores de células estaminais mesenquimatosas por citometria de fluxo, capacidade de se diferenciarem em osteoblastos, e potencial tumorigénico em ratinhos atímicos BALB/C. Avaliou-se a quimiossensibilidade das células MNNG/HOS, MNNG/SAR e das CSCs aos agentes de quimioterapia utilizados no tratamento do osteossarcoma que incluem a doxorrubicina (DOX), a cisplatina (CIS) e o metotrexato (MTX). A citotoxicidade foi avaliada através do ensaio colorimétrico de MTT após um período de incubação de 48h. A distribuição das células pelas várias fases do ciclo celular após incubação com os agentes antineoplásicos foi analisada por citometria de fluxo com iodeto de propídeo. Resultados: Foi identificada uma subpopulação de células com características de células estaminais na linha celular MNNG/HOS. Estas células formaram agregados celulares esféricos (CSCs) quando cultivadas em meio de cultura sem soro...

Proliferative mechanisms controlled by nitric oxide in neural stem cells; = Regulação dos mecanismos de proliferação de células estaminais neurais pelo óxido nítrico

Carreira, Bruno Pereira
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
ENG
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67.31%
Neural stem cells proliferate in the adult central nervous system (CNS) in two main regions, the subgranular zone (SGZ) of the dentate gyrus (DG) of the hippocampus and the subventricular zone (SVZ) of the lateral ventricles. The finding that neural stem cells are able to divide, migrate and differentiate into several cellular types raised a new hope for restorative neurology. Nitric oxide (NO), a pleiotropic signaling molecule in the CNS has been described to be able to modulate the proliferation of neural stem cells, but whether it acts as a pro- or anti-proliferative agent is still controversial. Some evidence suggests that NO is a physiological inhibitor of cell proliferation. However, under certain conditions, NO can act as a proliferative agent, favoring cell proliferation. Thus, targeting the NO system may be a powerful strategy to control cell proliferation/differentiation. However, the exact mechanisms by which NO regulates neuronal proliferation and differentiation are not yet clarified, and further investigation on this matter is needed. Therefore, the main goal of this work was to study the mechanisms that are involved in the dual effect of NO in neural stem cell proliferation. Cultures of neural stem cells isolated from the SVZ of mice were exposed to a NO donor...

Células estaminais do cancro do endométrico

Santos, Daniela Nobre Sarmento dos
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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67.06%
O cancro do endométrio é uma das patologias malignas mais comuns no mundo sendo a sétima causa de morte no sexo feminino na Europa Ocidental. A existência de populações celulares com propriedades de células estaminais que são resistentes às terapias convencionais, como por exemplo a quimioterapia, representam um problema para a cura deste tipo de cancro. O objectivo deste estudo foi isolar e identificar células com propriedades de células estaminais do cancro do endométrio, avaliar a sua importância na resposta à quimioterapia, no metabolismo glicolítico tumoral e potencial replicativo com 18F-FDG e 18F-FCHO, respectivamente, e finalmente determinar o seu comportamento in vivo. Neste trabalho submeteu-se a linha de adenocarcinoma do endométrio ECC-1 ao protocolo de formação de esferas. Tendo sido, posteriormente, o seu fenótipo caracterizado por citometria de fluxo e confirmando o seu potencial tumorigénico in vivo. A citotoxicidade da carboplatina, da ciclofosfamida, do paclitaxel e da doxorrubicina foram avaliadas, bem como a expressão da proteína p53 por western blot. Realizaram-se ainda estudos de captação com 18F-FDG e 18F-FCHO. Desenvolveu-se um modelo animal ortotópico, em que se injectaram células ECC-1 e ECC-1-G3 na trompa de Ratos RNU’s com aproximadamente 10 semanas de vida. A linha celular estudada forma esferas e as células ECC-1-G3 têm potencial tumorigénico...

Identificação das vias de sinalização anti-apoptóticas em células estaminais cancerígenas de osteossarcoma

Gonçalves, Cláudia Borges
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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67.2%
Introdução: O osteossarcoma é o cancro ósseo maligno primário mais frequente em crianças e adolescentes. Este tumor resulta da ocorrência de mutações genéticas e epigenéticas em células estaminais mesenquimais durante o processo de diferenciação osteoblática. Estudos recentes demonstraram que o osteossarcoma contém uma subpopulação de células com características de células estaminais cancerígenas (CSCs) e que são elas as responsáveis pela iniciação e progressão do tumor, bem como pela resistência às terapias convencionais incluindo a quimioterapia e radioterapia. Este trabalho teve por objectivo explorar o papel da via intrínseca ou mitocondrial da apoptose na resposta das CSCs aos efeitos citotóxicos da doxorubicina (DOX). Métodos: As CSCs foram isoladas a partir da linha celular humana de OS MNNG/HOS pelo método de formação de esferas e incubadas com diferentes concentrações de DOX durante 48h. A citotoxicidade da DOX foi avaliada com base em vários parâmetros: efeitos sobre a viabilidade celular (método colorimétrico de MTT); proliferação celular (método de incorporação com BrdU) e indução de apoptose (ensaio de TUNEL). Os níveis de expressão das proteínas anti-apoptóticas Bcl-2 e Bcl-XL...

Células estaminais do sangue do cordão umbilical: o farmacêutica informa

Fabrício, Ana Sofia
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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67.2%
O sangue do cordão umbilical tem sido usado como fonte de células estaminais no tratamento de várias doenças, especialmente hemato-oncológicas. Desde o primeiro transplante realizado com estas células, nos anos oitenta, inúmeros transplantes têm sido efectuados, mostrando o sangue do cordão umbilical ser uma alternativa a considerar relativamente a outras fontes de células estaminais. Ensaios clínicos com células estaminais do sangue do cordão umbilical mostram resultados promissores prevendo um alargamento da sua utilização a várias doenças, especialmente com carácter degenerativo. O facto do processo de criopreservação não alterar a viabilidade destas células permite que se mantenham armazenadas por longos períodos de tempo e apenas utilizadas quando necessário. Com o conhecimento do potencial das células estaminais do sangue do cordão umbilical surgem em Portugal e no resto do Mundo bancos de recolha e criopreservação tanto públicos como privados. Com este estudo avaliaram-se os conhecimentos de uma amostra de mulheres grávidas acerca de várias questões relacionadas com as células estaminais do sangue do cordão umbilical. Concluímos que ainda existem muitas dúvidas relativas a esta temática e uma percentagem grande da amostra opta por não preservar as células do sangue do cordão umbilical dos seus filhos.; The umbilical cord blood has been used as a source of stem cells in the treatment of several diseases...

Células estaminais pluripotentes induzidas no estudo de mecanismos de doença e avaliação de novas terapias

Correia, Liliana dos Santos Tavares
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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67.22%
A obtenção de células estaminais pluripotentes induzidas (piscas) a partir da reprogramação directa de células somáticas foi um dos avanços mais importantes da biologia, nos últimos anos. As iPSCs são células somáticas que foram reprogramadas para um estado de pluripotência através da introdução de um conjunto de factores específicos. Podem ser obtidas a partir de diferentes tipos de células, como os fibroblastos, queratinócitos, hepatócitos e células do sangue. As iPSCs são similares às células estaminais embrionárias, quer na morfologia e na expressão de marcadores de pluripotência, como também na capacidade de desenvolver teratomas. Como células estaminais pluripotentes podem diferenciar-se em todas as linhagens celulares, incluindo neurónios, células do sangue e células cardíacas. O progresso da investigação no domínio das iPSCs veio demonstrar o seu enorme potencial e adquiriu uma considerável relevância científica, social e económica por contribuir para o conhecimento dos processos do desenvolvimento dos organismos vivos e os mecanismos de regeneração, e potencialmente vir a permitir transplante celular, a descoberta de novos fármacos, a identificação dos mecanismos de doenças e seu tratamento. Apesar dos imensos problemas técnicos que ainda têm que ser ultrapassados...

MiRNAs expression profiling and modulation in Glioblastoma Stem Cells; Avaliação do perfil de expressão de miRNAs e sua modulação em Células Estaminais de Glioblastoma

Branco, Rúben Miguel Gonçalves
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
ENG
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67.15%
Among all brain cancers, glioblastoma multiforme (GBM) is the most common, malignant and lethal type of tumor. Standard treatment consists on the removal of the tumor mass with surgery, followed by chemotherapy and radiotherapy. Despite the recent advances in therapy, the life expectancy of GBM patients after diagnosis is very low. For this reason, new therapeutic approaches for GBM are urgently needed. The discovery of cancer stem cells opens the possibility for new types of therapy. Beyond their capacity for self-renewal and tumorigenesis, these cells are known for their high resistance to radiotherapy and chemotherapy, when compared to other cancer cells. Since these cells can remain in the tissue and form a new tumor even after treatment, it seems essential to develop therapeutic strategies that target cancer stem cells, with the ultimate goal of eradicating the tumor. In this regard, miRNAs have received special attention from the scientific community in recent years. A large number of studies has suggested that miRNAs play important roles in the development of malignant gliomas. Taking this into account, therapies for GBM based on miRNA modulation are a promising field of research. In this study, we proposed to isolate and characterize the glioblastoma stem cell (GSCs) population present in the U87 human glioblastoma cell line. Our results showed that cells isolated from this cell line...

Establishing stem cell based systems to study neuropathologies; Modelos baseados em células estaminais para estudo de neuropatologias

Carvalho, Sofia Duarte Boia de Oliveira
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
ENG
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67.35%
As células estaminais distinguem-se dos outros tipos de células pela sua capacidade de auto-regeneraração e simultaneamente diferenciação em diferentes tipos celulares. Estas células dividem-se em duas categorias: células estaminais embrionárias e somáticas. As que se enquadram no primeiro grupo originam todos os tipos celulares de um determinado organismo (pluripotentes), enquanto as células estaminais somáticas originam apenas alguns tipos celulares (multipotentes). Atualmente, células diferenciadas podem no entanto ser geneticamente reprogramadas para um estado indiferenciado através da indução de expressão de genes específicos que estão altamente expressos em células estaminais embrionárias (células estaminais de pluripotência induzida). A possibilidade de estudar neuropatologias utilizando modelos baseados em células estaminais tem sido amplamente explorada nos últimos anos. Como tal, os principais objetivos desta dissertação foram o isolamento e proliferação de células estaminais da mucosa olfativa e a sua posterior diferenciação em células derivadas de neuroesferas olfativas (ONS) e células tipo neuronal (NLC). A caracterização do sistema modelo ONS foi igualmente realizada. Sequencialmente...

Identifying chemoresistance targets in putative lung cancer stem cells; Identificação de alvos moleculares envolvidos em quimio-resistência em possíveis células estaminais cancerígenas de pulmão

Freitas, Daniela Sofia Pereira
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
ENG
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66.99%
A resistência tumoral é o maior problema relacionado com a eficácia do tratamento de cancro de pulmão, tipo de cancro com a maior taxa de mortalidade a nível mundial. Atualmente, acredita-se que uma subpopulação de células tumorais, as células estaminais cancerígenas (CECs) que possuem capacidade de autorrenovação e capacidade de sustentar o crescimento tumoral, seja parcialmente responsável pela resistência tumoral face à terapia. De facto, CECs pulmonares isoladas de tumores de pacientes com cancro de pulmão revelaram-se particularmente químio-resistentes. Embora os mecanismos subjacentes à resistência não serem completamente compreendidos, a sobre-expressão de bombas de efluxo, de proteínas anti-apoptóticas e alta eficiência na reparação do ADN parecem fazer parte das propriedades das CECs responsáveis pela resistência aos agentes químio-terapêuticos. É pretendido, neste projeto, isolar e caracterizar populações de CECs pulmonares e, tendo em conta os seus mecanismos de resistência, identificar possíveis alvos terapêuticos de forma a sensibilizá-las aos fármacos atualmente utilizados clinicamente. Linhas celulares pulmonares cancerígenas (NCI-H460, A549) foram incubadas com os fármacos cisplatina ou doxorrubicina durante três semanas...

Establishing model systems from olfactory mucosa stem cells; Sistemas modelo baseados em células estaminais da mucosa olfactiva

Sacramento, Sónia Raquel Capela
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
ENG
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67.32%
As células estaminais são uma classe distinta de células, devido às suas capacidades de regeneração e diferenciação em vários tipos de células especializadas. Os nichos onde estas se encontram servem-lhes de sustentação e permitem a sua manutenção num estado indiferenciado, afectando a sua regeneração e diferenciação através de estímulos. As células estaminais dividem-se em duas classes: embrionárias (pluripotentes) e adultas (multipotentes), embora também existam células estaminais pluripotentes induzidas. Nos últimos anos tem-se estudado a possibilidade de utilizar sistemas baseados em células estaminais no estudo de neuropatologias. Assim sendo, os objectivos desta dissertação foram o isolamento e proliferação de células estaminais da mucosa olfactiva, a indução destas células para a formação de neurosferas e a sua diferenciação para células tipo neuronais (NLC) e células derivadas de neurosferas (ONS). Também se procedeu à diferenciação das ONS e à caracterização dos modelos celulares NLC e ONS. Para se atingir os objectivos definidos, foram recolhidas biópsias de mucosa olfactiva e isolaram-se células estaminais de epitélio e da lâmina própria. As células estaminais da mucosa olfactiva proliferaram e foram induzidas a formar neurosferas com um meio de cultura específico (DMEM/F12 com ITS-X...

Aplicação de terapia regenerativa mediante recurso a células estaminais mesenquimatosas em cavalos de desporto : menção de dois casos clínicos com diagnóstico a nível articular e tendinoso

Féteira, Lúcia Espirito Santo Bértolo
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária Publicador: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 24/05/2013 POR
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67.06%
Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária; As lesões em tendões e articulações dos membros são causas frequentes de retirada antecipada de cavalos de desporto. Isto sucede, sobretudo, devido a uma incapacidade de retoma da performance anterior e a um maior risco de recidivas. Os tratamentos descritos para tais lesões não têm demonstrado grande eficácia, principalmente, no que respeita à qualidade do tecido de reparação, que se pretende o mais próximo ao tecido normal (regeneração). Nos últimos anos e tendo em vista a recuperação destes tecidos, verificou-se o crescente interesse no potencial uso das células estaminais, como terapia regenerativa. As células estaminais mesenquimatosas (MSCs), presentes no animal adulto, podem ter várias origens e podem ser aplicadas como terapia autóloga, dentro de poucos dias após a lesão. No entanto, ainda não são conhecidos quais os seus efeitos numa lesão, se efetivamente ocorre regeneração ou se as células apresentam outras ações. Neste âmbito, são apresentados dois casos clínicos de lesões em cavalos, tendo sido aplicada terapia com recurso a células estaminais de origem adiposa. Visando constatar quais os resultados desta terapia e se constitui uma alternativa de tratamento...

Avaliação do efeito de dendrímeros com diferentes grupos funcionais à superfície na diferenciação de células estaminais mesenquimais

Gonçalves, Mara Isabel Jesus
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /10/2011 POR
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67.21%
A evolução da ciência tem proporcionado novas oportunidades que resultaram num prolongamento e aumento da qualidade da vida humana. Uma dessas descobertas foi a utilização de células estaminais para terapia celular, com o intuito de ajudar a reparar, substituir ou regenerar tecidos ou órgãos. As células estaminais apresentam duas propriedades especiais: o potencial de se diferenciarem em múltiplas linhagens e a capacidade de se auto-renovarem. Existem dois tipos principais de células estaminais, as embrionárias e as adultas. Entre estas últimas, estão as células estaminais mesenquimais que são detentoras de um potencial multipotente, o que as torna muito atractivas para aplicações clínicas, além de serem livres de objecções éticas. Os dendrímeros são macromoléculas esféricas, com uma estrutura bem definida e com uma superfície multivalente. Os dendrímeros de poli(amidoamina) (PAMAM) foram os primeiros a ser sintetizados, caracterizados e comercializados. Estes podem apresentar diferentes grupos funcionais à superfície que fazem variar as suas propriedades. De facto, à semelhança do que acontece com outros nanomateriais, é cada vez mais comum a utilização de dendrímeros em associação com as células estaminais mesenquimais...

Estudo da protecção de lesões dopaminérgicas exercidas por meios condicionados por células estaminais e por astrócitos

Parente, Ana Rita Nunes
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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67.06%
A doença de Parkinson (DP) é causada por uma progressiva e selectiva perda de neurónios dopaminérgicos mesencefálicos da via nigroestriatal. Para além da perda de neurónios dopaminérgicos, inclusões proteicas intraneurais citoplasmáticas denominadas por “Corpos de Lewy”, contendo α-sinucleína e ubiquitina, são também características desta patologia. Os mecanismos moleculares e celulares responsáveis pelo desenvolvimento da DP não se encontram totalmente compreendidos. Estudos anteriores sugeriram, que os astrócitos exercem um efeito neuroprotector na DP, nomeadamente na protecção dos neurónios dopaminérgicos da toxicidade exercida pela 6OHDA. Os astrócitos secretam vários factores neurotróficos que estão envolvidos na sobrevivência neuronal quer durante o desenvolvimento quer após lesões cerebrais. Por outro lado, tem havido tentativas de aplicar a terapia com células estaminais em várias doenças neurodegenerativas, como por exemplo a DP. Pensa-se que um dos possíveis mecanismos envolvidos na acção destas células envolve a libertação de citocinas, factores de crescimento e moléculas neuroreguladoras. Com base nestes dados neste trabalho propusemos comparar o efeito neuroprotector exercido por meios condicionados por astrócitos e por células estaminais do cordão umbilical humano...

Autotransplantação de células estaminais olfactivas no tratamento das lesões traumáticas crónicas da medula espinal : estudos da região olfactiva e da sua mucosa 

Escada, Pedro Alberto Batista Brissos de Sousa
Fonte: Faculdade de Ciências Médicas. Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Médicas. Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2010 POR
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67.08%
O objectivo principal dos estudos descritos nesta dissertação foi descrever a anatomia cirúrgica da região olfactiva, determinar a área de distribuição da mucosa olfactiva nas fossas nasais e estudar as células estaminais nela presentes para fundamentar e desenvolver uma técnica cirúrgica destinada à sua colheita por via transnasal endoscópica. O objectivo secundário foi avaliar a exequibilidade, segurança e eficácia da utilização da mucosa olfactiva na reparação das lesões traumáticas crónicas e severas da medula espinal. As investigações incluíram a dissecção endoscópica e estudos morfométricos da região olfactiva de cadáveres recentes, o exame histológico de especímenes de um banco de peças anatómicas da região olfactiva e a cultura de células estaminais olfactivas obtidas a partir de amostras de indivíduos sem patologia naso-sinusal. Realizaram-se ainda estudos clínicos experimentais nos quais se transplantou a mucosa olfactiva colhida das fossas nasais na medula espinal de doentes com lesões traumáticas da medula espinal. Os estudos foram realizados num hospital de nível terciário com afiliação universitária, o Hospital de Egas Moniz do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental: em serviços clínicos (Serviço de Otorrinolaringologia) ou em unidades vocacionadas para a investigação (Unidade de Microcirurgia...

Estudo da protecção de lesões dopaminérgicas exercidas por meios condicionados por células estaminais e por astrócitos

Parente, Ana Rita Nunes
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 POR
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67.06%
A doença de Parkinson (DP) é causada por uma progressiva e selectiva perda de neurónios dopaminérgicos mesencefálicos da via nigroestriatal. Para além da perda de neurónios dopaminérgicos, inclusões proteicas intraneurais citoplasmáticas denominadas por “Corpos de Lewy”, contendo α-sinucleína e ubiquitina, são também características desta patologia. Os mecanismos moleculares e celulares responsáveis pelo desenvolvimento da DP não se encontram totalmente compreendidos. Estudos anteriores sugeriram, que os astrócitos exercem um efeito neuroprotector na DP, nomeadamente na protecção dos neurónios dopaminérgicos da toxicidade exercida pela 6OHDA. Os astrócitos secretam vários factores neurotróficos que estão envolvidos na sobrevivência neuronal quer durante o desenvolvimento quer após lesões cerebrais. Por outro lado, tem havido tentativas de aplicar a terapia com células estaminais em várias doenças neurodegenerativas, como por exemplo a DP. Pensa-se que um dos possíveis mecanismos envolvidos na acção destas células envolve a libertação de citocinas, factores de crescimento e moléculas neuroreguladoras. Com base nestes dados neste trabalho propusemos comparar o efeito neuroprotector exercido por meios condicionados por astrócitos e por células estaminais do cordão umbilical humano...

Avaliação do efeito de dendrímeros com diferentes grupos funcionais à superfície na diferenciação de células estaminais mesenquimais

Gonçalves, Mara Isabel Jesus
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /10/2011 POR
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67.21%
A evolução da ciência tem proporcionado novas oportunidades que resultaram num prolongamento e aumento da qualidade da vida humana. Uma dessas descobertas foi a utilização de células estaminais para terapia celular, com o intuito de ajudar a reparar, substituir ou regenerar tecidos ou órgãos. As células estaminais apresentam duas propriedades especiais: o potencial de se diferenciarem em múltiplas linhagens e a capacidade de se auto-renovarem. Existem dois tipos principais de células estaminais, as embrionárias e as adultas. Entre estas últimas, estão as células estaminais mesenquimais que são detentoras de um potencial multipotente, o que as torna muito atractivas para aplicações clínicas, além de serem livres de objecções éticas. Os dendrímeros são macromoléculas esféricas, com uma estrutura bem definida e com uma superfície multivalente. Os dendrímeros de poli(amidoamina) (PAMAM) foram os primeiros a ser sintetizados, caracterizados e comercializados. Estes podem apresentar diferentes grupos funcionais à superfície que fazem variar as suas propriedades. De facto, à semelhança do que acontece com outros nanomateriais, é cada vez mais comum a utilização de dendrímeros em associação com as células estaminais mesenquimais...

Efeitos da terapêutica com células estaminais mesenquimatosas derivadas da medula óssea na expressão da citocina pró-fibrótica tgf-β1 no endométrio de éguas com endometrose

Cardoso, Ana Catarina Jorge
Fonte: Universidade de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária Publicador: Universidade de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 20/11/2015 POR
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67.1%
Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária; A endometrose equina é uma doença crónica, progressiva e degenerativa responsável por alterações glandulares e pela presença de fibrose no endométrio. É uma das principais causas de infertilidade em éguas e atualmente não há nenhum tratamento eficaz. A citocina Transforming Growth Factor β1 (TGF-β1) é responsável por diversas funções em vários tipos de células, incluindo o controlo do crescimento, proliferação e diferenciação celular e apoptose. Quando a homeostase do tecido é perturbada, o TGF-β1 aumenta o recrutamento, a proliferação e a diferenciação de fibroblastos em miofibroblastos e a produção de componentes da matriz extracelular levando à fibrose, o que o torna um dos principais indutores de fibrose nos tecidos. Novas terapêuticas estão a ser investigadas e a terapêutica celular é considerada uma das melhores candidatas para a resolução da fibrose. As células estaminais mesenquimatosas (MSCs) libertam várias moléculas bioativas, algumas das quais modulam a resposta inflamatória enquanto outras contribuem para a regeneração e remodelação de um tecido lesionado. Os seus efeitos imunomoduladores e a sua capacidade de agir sobre fatores pró-fibróticos...