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Distinção entre os tipos 1 e 2 de tireotoxicose associada à amiodarona por meio de dúplex-Doppler colorido; Differentiation between types 1 and 2 of amiodarone-associated thyrotoxicosis using color duplex sonography

Macedo, Tulio Augusto Alves
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 10/11/2006 PT
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37.810974%
INTRODUÇÃO: A amiodarona pode causar tireotoxicose, principalmente em áreas geográficas onde a ingestão de iodo é insuficiente. Dois tipos distintos de tireotoxicose associada à amiodarona (TAA) podem ser encontrados: A) o tipo 1 - a doença é secundária à sobrecarga de iodo (fenômeno Jod-Basedow), geralmente encontrada em indivíduos com doença tireóidea preexistente, B) o tipo 2 - quando a tireotoxicose deve-se a uma tireoidite destrutiva, com ruptura folicular e liberação do conteúdo folicular. A distinção entre os dois tipos é fundamental para a conduta terapêutica. Este estudo transversal, realizado no Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo entre janeiro de 2004 a março de 2006, objetivou: A) Demonstrar a utilidade da densidade de pixéis coloridos (DPC), parâmetro objetivo obtido por meio de programa de computador, na distinção entre os dois tipos de TAA. B) Determinar os melhores critérios objetivos de distinção entre os dois tipos de TAA por meio da ultra-sonografia dúplex-Doppler colorido da tireóide. C) Conhecer o grau de concordância intra-observadores e interobservadores dos padrões subjetivos de vascularização do parênquima tireóideo. MÉTODOS: Foram examinadas 158 glândulas tireóideas por meio de dúplex-Doppler colorido. Após passagem pelos critérios de seleção...

Avaliação do potencial de interacção entre o Fucus vesiculosus e a amiodarona no rato

Paiva, João Miguel Guerra
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /10/2011 POR
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38.21043%
Ao longo das últimas décadas tem-se registado um aumento do consumo de suplementos alimentares à base de plantas. Muitos destes produtos têm demonstrado interagir com medicamentos, alguns deles com margem terapêutica estreita. Este trabalho experimental pretendeu estudar o potencial de interacção entre o extracto de Fucus vesiculosus e a amiodarona, ambos administrados pela via oral, no rato. Para avaliar o potencial de interacção foram desenhados 2 estudos experimentais: um de administração única e concomitante de extracto de Fucus vesiculosus e amiodarona, e o segundo que envolveu a administração do extracto aos ratos durante 14 dias e a administração de amiodarona no 15º dia. A amostra compreendeu 20 ratos Wistar. Foram recolhidas amostras de plasma e de órgãos (coração, fígado e pulmão), as quais após processamento mediante extracção liquido-liquido (LLE) foram analisadas através de HPLC-DAD. Os resultados indicam que o extracto de Fucus vesiculosus administrado por via oral, em simultâneo e em dose única com amiodarona, influencia a velocidade e extensão de exposição sistémica ao fármaco, possivelmente por interferência na absorção ao nível do tracto gastrointestinal. Tanto a Cmax, como a AUCo-t e a AUC0-∞ sofreram uma diminuição considerável quando a amiodarona foi administrada com o extracto de Fucus vesiculosus...

Patologia da tiróide associada ao consumo de amiodarona

Lopes, Zita Maria Teixeira Castro
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /04/2013 POR
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38.21043%
A amiodarona é um antiarrítmico rico em iodo, usado no tratamento de taquiarritmias, com efeitos adversos muitas vezes subvalorizados, entre os quais se destacam as alterações sobre a tiroide. Apesar de a maioria dos pacientes permanecer eutiroideia, a amiodarona interfere no metabolismo das hormonas da tiroide, por mecanismos intrínsecos ao próprio fármaco ou pelo seu alto conteúdo em iodo. Quando clinicamente evidente, esta disfunção da tiroide iatrogénica pode manifestar-se como hipotiroidismo ou hipertiroidismo e ocorre em glândulas da tiroide normais ou com patologia subjacente. Como fatores de risco para a ocorrência do hipotiroidismo, estão a tiroidite de Hashimoto, sexo feminino e áreas geográficas com alto conteúdo em iodo envolvente. O sexo masculino e baixos níveis de iodo estão associados ao desenvolvimento do hipertiroidismo. O mecanismo mais aceite para o desenvolvimento do hipotiroidismo induzido pela amiodarona é a incapacidade de escapar do efeito de Wolff-Chaikoff agudo ou, ainda, por falhas na organificação do iodo e síntese das hormonas da tiroide. O tratamento não apresenta dificuldades, bastando a introdução da levotiroxina sódica, lentamente, sem necessidade de suspender a amiodarona. Por outro lado...

A amiodarona e a tireóide

Pavan,Renata; Jesus,Alexandre M.X. de; Maciel,Léa M.Z.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 PT
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37.904673%
A amiodarona é uma droga rica em iodo, amplamente utilizada em cardiologia clínica para o tratamento de arritmias cardíacas. O uso crônico da amiodarona está associado a uma série de efeitos colaterais, destacando-se entre eles alterações na função tireoidiana e no metabolismo dos hormônios tireoidianos, levando a indução de hipotireoidismo ou de tireotoxicose. Diversos mecanismos, incluindo distúrbios na auto-regulação tireoidiana em resposta ao excesso de iodo, fatores imunológicos e a citotoxicidade provocada pela droga, estão envolvidos na gênese da disfunção tireoidiana induzida pela amiodarona. Cerca de 50% dos indivíduos em uso crônico de amiodarona desenvolvem alguma anormalidade na função tireoidiana, o que ressalta a necessidade da monitoração das concentrações séricas dos hormônios tireoidianos e do TSH nestes pacientes.

O uso de carbonato de lítio no tratamento da tireotoxicose induzida por amiodarona

Boeving,Anke; Cubas,Elisangela R.; Santos,Carlos Maurício C.; Carvalho,Gisah A. de; Graf,Hans
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 PT
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37.810974%
Dentre as disfunções tireoidianas induzidas por amiodarona, a tireotoxicose é a mais grave e associada a maior morbi-mortalidade. O tratamento consiste no emprego de altas doses de drogas antitireoidianas e corticoesteróides, de forma isolada ou combinada. Outras terapias associadas foram propostas para o tratamento dos casos refratários. Relatamos o caso de um paciente de 40 anos com história de miocardiopatia dilatada idiopática que desenvolveu um quadro grave de tireoidite induzida por amiodarona após transplante cardíaco. Este paciente não respondeu à terapia inicial com doses altas de droga antitireoidiana e corticoesteróides, sendo, então, associado o carbonato de lítio em baixas doses e por curto período de tempo, o que resultou na normalização da função tireoidiana. Neste caso, o emprego do carbonato de lítio mostrou-se como uma terapia adjuvante eficaz e segura no controle da tireotoxicose induzida por amiodarona.

Microscopia confocal in vivo nos depósitos corneanos por amiodarona

Victor,Gustavo; Alves,Milton Ruiz; Nosé,Walton
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2007 PT
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37.810974%
OBJETIVO: Descrever os achados da microscopia confocal in vivo em pacientes nos diversos estágios de ceratopatia induzida por amiodarona, e correlacionar o estadiamento biomicroscópico com o estadiamento confocal. MÉTODOS: Vinte olhos de 10 pacientes (6 homens e 4 mulheres) em tratamento com amiodarona, que apresentavam ceratopatia induzida pela droga, foram selecionados para o estudo, com a microscopia confocal (MC). RESULTADOS: A média de idade foi 58 ± 6,2 anos (50-66 anos) e o tempo de uso da droga foi de 6 ± 3,2 anos (2-11 anos). Todos pacientes tinham acuidade visual com correção melhor ou igual a 20/40. A biomicroscopia evidenciou ceratopatia por amiodarona: dois pacientes no estágio 1, quatro no estágio 2 e quatro no estágio 3. Todas as córneas apresentaram inclusões intracelulares brilhantes e de alta refletividade na camada epitelial basal. A partir dos estágios 2 e 3, foram encontrados microdepósitos em todas camadas corneanas. Foram observados afilamento e aumento da tortuosidade dos nervos corneanos nos estágios 2 e 3 da ceratopatia. A contagem endotelial média foi de 2.524 ± 150,3 células/mm². CONCLUSÃO: O epitélio basal foi o mais acometido nos diferentes estágios da ceratopatia. Nos pacientes do estágio 1 a biomicroscopia...

Manuseio peri-operatório do paciente em uso de amiodarona

Ramos,Gilson; Ramos Filho,José; Pereira,Edisio; Gabriel Neto,Salustiano; Chaves,Enio
Fonte: Sociedade Brasileira de Anestesiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2004 PT
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37.904673%
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A amiodarona é um antidisrítmico bastante eficaz e indicado no tratamento de disritmias ventriculares e supraventriculares, motivo pelo qual vem sendo extensamente administrada na prática clínica. Entretanto, seu uso crônico pode estar associado com sérios efeitos colaterais, que podem ser agravados por atos anestésico-cirúrgicos, aumentando o risco dos procedimentos. O presente estudo objetiva revisar os principais efeitos da amiodarona e associá-los à prática clínica do anestesiologista. CONTEÚDO: Tratou-se das principais propriedades da amiodarona, seu uso clínico, bem como os mais importantes efeitos adversos que podem aumentar o risco cirúrgico dos pacientes em uso desse antidisrítmico. CONCLUSÕES: A amiodarona, apesar de habitualmente segura e eficiente, pode apresentar efeitos adversos exacerbados, notadamente para o aparelho cardiovascular, durante procedimentos anestésico-cirúrgicos. Isso se deve possivelmente às interações entre esse fármaco e agentes anestésicos, associados principalmente à anestesia geral. Há relatos de bradicardias graves e resistentes à terapêutica, bem como bloqueio atrioventricular (BAV) em graus variados. O paciente deve ser rigorosamente monitorizado...

Emprego de altas doses de amiodarona via oral na reversão da fibrilação atrial no pós-operatório de cirurgia cardíaca

Guaragna,João Carlos Vieira da Costa; Martins,Valério; Brunini,Tatiana Marlowe Cunha; Linhatti,José Luis; Brauner,Fábio Branco de Araújo; Pires,Renan Canibal; Bodanese,Luiz Carlos
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1997 PT
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37.904673%
OBJETIVO: Relatar a experiência no emprego de altas doses de amiodarona via oral (1800mg/d) na reversão da fibrilação atrial (FA) em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. MÉTODOS: Analisados, retrospectivamente, 80 pacientes que apresentaram FA no pós operatório de cirurgia cardíaca, constituindo 2 grupos: grupo A com 28 pacientes em uso de amiodarona e grupo B recebendo digital, sendo que este grupo foi subdividido no grupo C com 21 pacientes onde foi associada amiodarona, quando não houvesse reversão da arritmia em 48h. As diferenças foram consideradas significativas para um valor de P<0,05. RESULTADOS: A FA esteve presente em 19,4% dos pacientes operados, com predomínio no sexo masculino e entre 60-69 anos. No grupo A, a reversão ocorreu em 78,6% dos casos, grupo B, o digital obteve sucesso em 60% das vezes e no grupo C, a taxa de sucesso foi de 90%. CONCLUSÃO: O uso de altas doses de amiodarona via oral, isolada ou em combinação com digital pode ser segura e eficaz no tratamento da FA em pós operatório de cirurgia cardíaca.

Amiodarona causa vasodilatação dependente do endotélio em artérias coronárias caninas

Rodrigues,Alfredo José; Evora,Paulo Roberto Barbosa; Maruo,Ayako; Schaff,Hartzell V.
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2005 PT
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38.142761%
OBJETIVO: Avaliar os efeitos vasodilatadores da amiodarona em artérias coronárias caninas empregando soluções de amiodarona dissolvida em polisorbato 80 ou em água. MÉTODOS: Anéis de artéria coronária, com e sem o endotélio íntegro, foram imersos em solução de krebs e conectadas a um transdutor para aferição de força isométrica promovida por contração vascular. As artérias foram expostas a concentrações crescentes de polisorbato 80, amiodarona dissolvida em água, amiodarona dissolvida em polisorbato 80 e uma apresentação comercial da amiodarona (Cordarone®). Os experimentos foram conduzidos na presença e na ausência dos seguintes bloqueadores enzimáticos: apenas indometacina, Nômega-nitro-L-arginina associada à indometacina e apenas Nômega-nitro-L-arginina. RESULTADOS: O polisorbato 80 causou pequeno relaxamento não dependente do endotélio. O Cordarone®, a amiodarona dissolvida em água e em polisorbato 80 promoveram relaxamento dependente do endotélio, que foi de maior magnitude para a amiodarona dissolvida em polisorbato e para o Cordarone®. Apenas a associação de indometacina com a Nômega-nitro-L-arginina foi capaz de abolir o relaxamento dependente do endotélio provocado pela amiodarona dissolvida em polisorbato 80. CONCLUSÃO: Os resultados obtidos indicam que a vasodilatação promovida pela amiodarona em artérias coronárias caninas é causada principalmente pela estimulação da liberação de óxido nítrico e fatores endoteliais relaxantes dependentes das ciclo-oxigenases.

Alta dose de amiodarona em curto período reduz incidência de fibrilação atrial e flutter atrial no pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica

Alcalde,Rafael Vieira; Guaragna,João Carlos; Bodanese,Luiz Carlos; Castro,Iran; Sussenbach,Eliana; Noer,Roberta; Goldani,Marco Antônio; Feier,Flávia; Petracco,João Batista
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 PT
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38.075537%
OBJETIVOS: Avaliar se a administração de amiodarona, em doses altas e curso rápido, reduz a incidência de fibrilação ou flutter atrial, após cirurgia de revascularização miocárdica e se reduz, também, o tempo de internação hospitalar. MÉTODOS: A amostra se constituiu de 93 pacientes randomizados, em estudo duplo-cego, para receberem amiodarona (46 pacientes) ou placebo (47 pacientes). A terapia consistia na aplicação de 600mg de amiodarona, três vezes ao dia, iniciada no mínimo 30 horas e no máximo 56 horas antes da cirurgia. RESULTADOS: Fibrilação ou flutter atrial no pós-operatório ocorreu em 8 dos 46 pacientes no grupo amiodarona (17,4%) e em 19 dos 47 pacientes no grupo placebo (40,4%) (p=0,027). A dose média de amiodarona foi de 2,8g. Os pacientes do grupo amiodarona ficaram hospitalizados por 8,9±3,1 dias, enquanto a internação dos pacientes do grupo placebo foi de 11,4± 8,7 dias (p=0,07). O tempo de internação foi significativamente prolongado nos pacientes que desenvolveram fibrilação ou flutter atrial após a cirurgia, independente do grupo randomizado. CONCLUSÃO: Esta nova alternativa de administração de amiodarona em alta dose e por um curto período, antes da cirurgia de revascularização miocárdica...

Importância da toxicidade pulmonar pela amiodarona no diagnóstico diferencial de paciente com dispnéia em fila para transplante cardíaco

Silva,Christiano Pereira; Bacal,Fernando; Pires,Philippe Vieira; Drager,Luciano F.; Souza,Germano Emílio Conceição; Fajardo,Ginny Michele G.; Demarchi,Léa Maria Macruz F.; Bocchi,Edimar Alcides
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2006 PT
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37.904673%
A amiodarona é um antiarrítmico da classe III, amplamente utilizado em arritmias ventriculares¹. Farmacologicamente é classificado como uma drogra ampifílica catiônica, pelos seus constituintes polares e apolares. Nos últimos anos, a amiodarona obteve destaque pelo seu uso em portadores de disfunção ventricular por qualquer etiologia, em especial a chagásica, quando ocorrem arritmias ventriculares². Entretanto, a despeito de seus benefícios hemodinâmicos e eletrofisiológicos, a amiodarona produz efeitos colaterais relevantes, como coloração azulada da pele, fotossensibilidade, disfunção tireoidiana, depósito corneal, neuropatia periférica, supressão da medula óssea, hepatite, bloqueios cardíacos, pneumonites e outros³. Este relato de caso se propõe a abordar uma de suas mais sérias complicações, a toxicidade pulmonar, aqui especialmente descrita como diagnóstico diferencial em um paciente chagásico que aguardava em fila de transplante cardíaco. Pneumonite por amiodarona constitui-se em um importante diagnóstico diferencial entre os pacientes que se apresentam na sala de emergência com dispnéia, quando estes são portadores de insuficiência cardíaca (IC) e estão em uso dessa droga.

Prevenção de fibrilação atrial com amiodarona em moderada dosagem no pós-operatório de cirurgia cardíaca é segura e eficaz em pacientes de alto risco para desenvolver essa arritmia

Alves,Renato Jorge; Geovanini,Glaucylara Reis; Brito,Gisele de; Miguel,Gabriel A. S.; Glauser,Valéria A.; Nakiri,Kenji
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2007 PT
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37.904673%
OBJETIVO: Avaliar se a profilaxia com amiodarona em moderada dosagem, no pós-operatório de cirurgia cardíaca (revascularização miocárdica e/ou cirurgia valvar), reduz a incidência de fibrilação atrial em pacientes de alto risco para desenvolver essa arritmia. MÉTODOS: Estudo clínico, randomizado e prospectivo, realizado em 68 pacientes submetidos a cirurgia cardíaca eletiva. A média de idade foi de 64 anos e 59% dos participantes eram do sexo masculino. Os pacientes com três ou mais fatores de risco para fibrilação atrial, de acordo com a literatura, foram randomizados em dois grupos, para receber ou não profilaxia com amiodarona no primeiro dia de pós-operatório. A dose administrada foi de 600 mg/dia a 900 mg/dia, por via intravenosa, no primeiro dia de pós-operatório, seguida de 400 mg/dia por via oral até a alta hospitalar ou até completar sete dias. Os demais pacientes, com dois ou menos fatores de risco, foram seguidos até a alta hospitalar. Todos os pacientes foram observados por monitorização cardíaca e/ou eletrocardiografia. RESULTADOS: No grupo que recebeu amiodarona, 7% dos pacientes apresentaram fibrilação atrial, enquanto no grupo controle 70% desenvolveram a arritmia. Nos indivíduos não-randomizados (com dois ou menos fatores de risco)...

Amiodarona e tireotoxicose: relatos de casos

Tavares,Ana Beatriz Winter; Paula,Simone Kalil de; Vaisman,Mario; Teixeira,Patrícia de Fátima dos Santos
Fonte: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC Publicador: Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2010 PT
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37.904673%
Relata-se que a disfunção tireoidiana induzida pela amiodarona afeta de 2 a 24% dos usuários. Embora seja fácil tratar o hipotireoidismo induzido pela amiodarona, o desenvolvimento da tireotoxicose leva a uma abordagem difícil na maioria dos casos. O objetivo deste estudo é descrever três casos diferentes de pacientes com tireotoxicose induzida por amiodarona e discutir os aspectos clínicos e laboratoriais, e as diferentes abordagens para esses casos. É essencial avaliar cuidadosamente os pacientes antes e durante o tratamento com amiodarona, tendo em vista que o diagnóstico e o tratamento imediato dessa condição são cruciais em pacientes com alto risco cardiovascular.

Estudo do efeito da amiodarona sobre o peso corpóreo e sobre determinantes morfológicos e citopatológicos do pulmão em ratos machos e fêmeas das linhagens Wistar, Wistar-Kyoto e SHR

QUELUZ,THAIS THOMAZ; SILVA,MARIA HELENA DE CASTRO E; ZANATTI,SILMÉIA GARCIA; OLIVEIRA,FREDERICO SOBRAL DE; BAZAN,RODRIGO; DEFAVERI,JÚLIO
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2002 PT
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38.030964%
Introdução: A maioria dos estudos experimentais sobre a toxicidade pulmonar induzida por amiodarona tem sido realizada em ratos machos da linhagem Fischer-344. Objetivos: Investigar o efeito da amiodarona sobre o peso corpóreo e sobre determinantes morfológicos e citopatológicos do pulmão em outras linhagens de ratos de ambos os sexos. Métodos: Grupos de ratos machos e de fêmeas das linhagens Wistar, Wistar-Kyoto (WKY) e espontaneamente hipertenso (SHR) receberam, por gavagem, durante quatro semanas, 175mg/kg/dia de amiodarona em suspensão salina. Os grupos controles receberam apenas salina. Foram estudados ganho de peso corpóreo, celularidade total e diferencial do lavado broncoalveolar (LBA) e histopatologia dos pulmões. Resultados: Mortalidade pela amiodarona foi observada nos ratos WKY tratados, sendo maior em machos. Animais SHR tratados de ambos os sexos apresentaram o menor ganho de peso entre as linhagens estudadas. Ratos machos Wistar e SHR tratados apresentaram maior ganho de peso do que as fêmeas das suas respectivas linhagens. O LBA de ratos SHR tratados de ambos os sexos era hemorrágico. A celularidade do LBA foi maior em machos tratados (WKY > Wistar > SHR). Entretanto, nos machos e fêmeas WKY a contagem diferencial mostrou o menor percentual de macrófagos e o maior de neutrófilos entre as três linhagens. Macrófagos do LBA de ratos Wistar tratados apresentavam fosfolipidose...

Patologia da tiróide associada ao consumo de amiodarona

Lopes, Zita Maria Teixeira Castro
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /04/2013 POR
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38.21043%
A amiodarona é um antiarrítmico rico em iodo, usado no tratamento de taquiarritmias, com efeitos adversos muitas vezes subvalorizados, entre os quais se destacam as alterações sobre a tiroide. Apesar de a maioria dos pacientes permanecer eutiroideia, a amiodarona interfere no metabolismo das hormonas da tiroide, por mecanismos intrínsecos ao próprio fármaco ou pelo seu alto conteúdo em iodo. Quando clinicamente evidente, esta disfunção da tiroide iatrogénica pode manifestar-se como hipotiroidismo ou hipertiroidismo e ocorre em glândulas da tiroide normais ou com patologia subjacente. Como fatores de risco para a ocorrência do hipotiroidismo, estão a tiroidite de Hashimoto, sexo feminino e áreas geográficas com alto conteúdo em iodo envolvente. O sexo masculino e baixos níveis de iodo estão associados ao desenvolvimento do hipertiroidismo. O mecanismo mais aceite para o desenvolvimento do hipotiroidismo induzido pela amiodarona é a incapacidade de escapar do efeito de Wolff-Chaikoff agudo ou, ainda, por falhas na organificação do iodo e síntese das hormonas da tiroide. O tratamento não apresenta dificuldades, bastando a introdução da levotiroxina sódica, lentamente, sem necessidade de suspender a amiodarona. Por outro lado...

Avaliação do potencial de interacção entre o Fucus vesiculosus e a amiodarona no rato

Paiva, João Miguel Guerra
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /10/2011 POR
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38.21043%
Ao longo das últimas décadas tem-se registado um aumento do consumo de suplementos alimentares à base de plantas. Muitos destes produtos têm demonstrado interagir com medicamentos, alguns deles com margem terapêutica estreita. Este trabalho experimental pretendeu estudar o potencial de interacção entre o extracto de Fucus vesiculosus e a amiodarona, ambos administrados pela via oral, no rato. Para avaliar o potencial de interacção foram desenhados 2 estudos experimentais: um de administração única e concomitante de extracto de Fucus vesiculosus e amiodarona, e o segundo que envolveu a administração do extracto aos ratos durante 14 dias e a administração de amiodarona no 15º dia. A amostra compreendeu 20 ratos Wistar. Foram recolhidas amostras de plasma e de órgãos (coração, fígado e pulmão), as quais após processamento mediante extracção liquido-liquido (LLE) foram analisadas através de HPLC-DAD. Os resultados indicam que o extracto de Fucus vesiculosus administrado por via oral, em simultâneo e em dose única com amiodarona, influencia a velocidade e extensão de exposição sistémica ao fármaco, possivelmente por interferência na absorção ao nível do tracto gastrointestinal. Tanto a Cmax, como a AUCo-t e a AUC0-∞ sofreram uma diminuição considerável quando a amiodarona foi administrada com o extracto de Fucus vesiculosus...

Trastornos tiroideos por amiodarona

Toni,M.; Anda,E.; Pineda,J.; Martínez de Esteban,J.P.; Ollero,M.D.
Fonte: Anales del Sistema Sanitario de Navarra Publicador: Anales del Sistema Sanitario de Navarra
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/12/2009 SPA
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38.112148%
Fundamento. Muchos pacientes reciben tratamiento con amiodarona por su eficacia como antiarrítmico. Aproximadamente el 16% desarrollan alteraciones de la función tiroidea. El objetivo de este estudio es valorar la relevancia de dichas alteraciones en la población navarra, estudiada entre 2001 y 2007. Material y métodos. Se trata de un estudio retrospectivo, en el que se han analizado las características de 182 pacientes remitidos a la consulta de endocrinología, por desarrollar disfunción tiroidea mientras se encontraban en tratamiento con amiodarona. Para ello se han medido en plasma los niveles de hormonas tiroideas y anticuerpos antitiroideos y, cuando ha sido necesario, se ha realizado estudio tiroideo de imagen, ya sea mediante gammagrafía con tecnecio 99 o ecografía. Resultados. El screening de la función tiroidea, recomendado previamente al inicio de tratamiento con amiodarona, se efectúo solamente en el 20,9% de los pacientes estudiados. El 41% presentaban hipotiroidismo; de éstos, en el 76% se suspendió el tratamiento con amiodarona. El tiempo medio de aparición del mismo fue de 21 ±12 meses desde el inicio de la toma del fármaco. El 48,6% desarrolló hipotiroidismo permanente. Este grupo presentaba niveles de TSH (tirotropina) mayores y llevaban menos tiempo de tratamiento con amiodarona. El 59% presentaban tirotoxicosis: el 59...

Toxicidade da Amiodarona: Caso Clínico

Melo,Natália; Jaraquemada,Teresa; Gonçalves,Anabela
Fonte: ArquiMed - Edições Científicas AEFMUP Publicador: ArquiMed - Edições Científicas AEFMUP
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 PT
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37.904673%
Os autores descrevem o caso de um doente do sexo masculino, de 49 anos de idade, com fibrilação auricular permanente diagnosticada há dois anos e medicado desde então com amiodarona (200 mg/dia), que foi internado por quadro de astenia, anorexia e emagrecimento acentuados, acompanhado posteriormente de icterícia, rouquidão e trémulo dos membros superiores. Após estudo exaustivo foi feito o diagnóstico provável de toxicidade múltipla da amiodarona (tiróideia, hepática, cutânea, ocular). É importante salientar neste caso, a presença dos múltiplos efeitos secundários da amiodarona num doente medicado com doses baixas deste fármaco, durante um curto período de tempo. Pretende-se também alertar para a necessidade do uso da amiodarona apenas quando estritamente necessário e com a monitorização adequada.

Amiodarona como profilaxis de la fibrilación auricular en el postoperatorio de cirugía cardíaca

IRIGOIN,JAVIER; ZÓCALO,YANINA; POUSO,JORGE; VARELA,GONZALO; BIGALLI,DANIEL; RUSSO,NICOLÁS; MONTES DE OCA,OMAR; REYES CAORSI,WALTER
Fonte: Revista Uruguaya de Cardiología Publicador: Revista Uruguaya de Cardiología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 ES
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RESUMEN La fibrilación auricular (FA) es la arritmia más común del postoperatorio de cirugía cardíaca. Genera morbilidad y aumenta los tiempos de internación y costos hospitalarios. Múltiples estudios randomizados han demostrado la eficacia de la amiodarona en su profilaxis. En nuestro servicio se comenzó a utilizar un protocolo de profilaxis de FA postoperatoria con amiodarona intravenosa. Objetivo: analizar la factibilidad de este protocolo en la práctica clínica habitual, luego de un año de iniciado. Material y método: se consideraron todos los pacientes intervenidos desde octubre de 2006 a setiembre de 2007. De los pacientes elegibles para recibir la profilaxis (n=272), ésta se comenzó en 67% (n=183). Se administró amiodarona intravenosa comenzando en las primeras 24 horas de postoperatorio con una dosis mínima de 1 gramo. Se determinó la incidencia acumulada de FA para los pacientes con y sin profilaxis, y la estadía hospitalaria para los mismos pacientes, y para aquellos con y sin FA. Resultados: la mediana de seguimiento fue de 32 días. De los pacientes que iniciaron el protocolo, 27% (49/183) debieron suspenderlo. La incidencia acumulada de FA fue de 28% (77/272) para los pacientes elegibles. La incidencia acumulada de FA fue menor para los pacientes tratados con amiodarona. El tiempo de internación fue significativamente menor en los pacientes que recibieron amiodarona y en los que no presentaron FA. Conclusiones: el protocolo fue factible en dos terceras partes de los pacientes intervenidos...

Depósitos corneales secundarios al tratamiento crónico con amiodarona: frecuencia, relación con la dosis, los días de suspensión y la duración del tratamiento

VIDAL,INÉS; ANTES,ADRIÁN
Fonte: Revista Uruguaya de Cardiología Publicador: Revista Uruguaya de Cardiología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 ES
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En poblaciones tratadas con dosis superiores de amiodarona a las usadas en nuestro medio y sin períodos de suspensión, la literatura correlaciona la frecuencia y la magnitud de los depósitos corneales con la dosis total y la duración del tratamiento. Nos propusimos conocer la frecuencia y la magnitud de los depósitos corneales inducidos por la amiodarona y evaluar su relación con la dosis, los días de suspensión semanal y la duración del tratamiento. Fueron incluidos todos los pacientes de la institución tratados crónicamente con amiodarona por la autora (IV), entre setiembre de 1999 y setiembre de 2000, que consintieron en ser estudiados con lámpara de hendidura. Los depósitos corneales se clasificaron en ausentes, muy leves, leves, moderados y severos. En el análisis estadístico, las proporciones fueron comparadas a través del test exacto de Fisher, las medias entre dos o más grupos a través del test de Kruskal-Wallis y para correlacionar las dosis con el grado de depósitos se utilizó el coeficiente de correlación de Spearman. Se incluyó un total de 21 pacientes (90% hombres), con una edad media de 71,3 años (DS=9,4). El 76% presentó depósitos corneales. Se observó una correlación positiva entre el grado de depósitos y la dosis total de amiodarona (r=0...