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"O trabalho do agente comunitário de saúde nos Núcleos de Saúde da Família em Ribeirão Preto-São Paulo" ; The work of the health’s communitarian agent in Health Nuclei for the Family in Ribeirão Preto, São Paulo

Lunardelo, Simone Renata
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 23/04/2004 PT
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146.24%
Este estudo busca caracterizar o agente comunitário de saúde dos Núcleos de Saúde da Família ligados ao Centro de Saúde Escola da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, bem como, identificar as repercussões que o desenvolver deste trabalho tem lhe trazido. A abordagem teórica baseia-se nas políticas de saúde do Brasil, tendo como enfoque principal a reorganização da assistência à saúde com o Programa Saúde da Família. Trata-se de um estudo exploratório e descritivo, a partir de entrevistas semi-estruturadas com dez agentes comunitários de saúde que possuíam mais de dois anos no exercício da atividade. A análise dos dados se processou de forma qualitativa, emergindo os seguintes temas: o ser agente comunitário de saúde, o cenário do trabalho e as potencialidades do trabalho do agente comunitário de saúde. Identificamos que esse profissional da saúde desempenha um trabalho complexo e possui um papel de sujeito mediador e terapeuta comunitário. Utiliza como ferramentas no seu trabalho tecnologias leves como o acolhimento, o respeito, o vínculo e a solidariedade. Responsabiliza-se pelo projeto que está inserido, vislumbrando a sua própria família e a si mesmo e aponta uma ambigüidade de sentimentos que o leva ora para a satisfação...

O agente comunitário de saúde: uma análise dos artigos produzidos nas regiões Sul e Nordeste do Brasil

Souza, Marcilia Fagundes de
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 82 f.
PT_BR
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156.12%
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Curso de Ciências Sociais.; A presente pesquisa busca refletir às ações do profissional Agente Comunitário de Saúde – ACS – identificando-o como sujeito ativo e transformador do processo de saúde e doença da comunidade dentro da Estratégia da Saúde da Família do Sistema Único de Saúde Brasileiro. Nesse sentido, nos apoiamos na sociologia compreensiva, utilizando o conceito de tipo ideal, desenvolvido por Max Weber, na perspectiva de responder a seguinte questão: existem diferenças entre o papel desempenhado pelos ACSs do Sul e do Nordeste do Brasil? Utilizamo-nos de uma abordagem quali-quantitativa originária da análise dos artigos selecionados. Foram analisados estatisticamente os artigos publicados em Revistas Científicas disponíveis na rede informatizada de computadores, identificando e verificando artigos que tenham como sujeito de pesquisa o ACS. Como referencial teórico, além das leituras dos artigos, foi necessária uma pesquisa detalhada no site do Ministério da Saúde na tentativa de compor o perfil do ACS como tipo ideal de acordo com o que a lei preconiza. Como referencial para os procedimentos metodológicos nos utilizamos dos escritos de Gil (1995...

O AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE: UMA ANÁLISE DOS ARTIGOS PRODUZIDOS NAS REGIÕES SUL E NORDESTE DO BRASIL

Souza, Marcilia Fagundes de
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 82 f.
PT_BR
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156.12%
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Curso de Ciências Sociais.; A presente pesquisa busca refletir as ações do profissional Agente Comunitário de Saúde – ACS – identificando-o como sujeito ativo e transformador do processo de saúde e doença da comunidade dentro da Estratégia da Saúde da Família do Sistema Único de Saúde brasileiro. Nesse sentido, nos apoiamos na sociologia compreensiva, utilizando o conceito de tipo ideal, desenvolvido por Max Weber, na perspectiva de responder a seguinte questão: existem diferenças entre o papel desempenhando pelos ACSs do Sul e do Nordeste do Brasil? Utilizando-nos de uma abordagem quali-quantitativa originária da análise dos artigos selecionados. Foram analisados estatisticamente os artigos publicados em Revistas Científicas disponíveis na rede informatizada de computadores, identificando e verificando artigos que tenham como sujeito de pesquisa o ACS. Como referencial teórico, além das leituras dos artigos, foi necessária uma pesquisa detalhada no site do Ministério da Saúde na tentativa de compor o perfil do ACS como tipo ideal de acordo com o que a lei preconiza. Como referencial para os procedimentos metodológicos nos utilizamos dos escritos de Gil (1995-1996)...

Relato de intervenção em psicologia: identidade social do agente comunitário de saúde

Mendes,Flávio Martins de Souza; Ceotto,Eduardo Coelho
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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156.11%
A profissão de Agente Comunitário de Saúde (ACS) é ainda nova no Sistema Único de Saúde (SUS). Em função disso, percebe-se a existência de certas dificuldades na compreensão da identidade desses profissionais, pela sua característica de atuar como elo da Unidade Básica de Saúde (UBS) com a comunidade. O objetivo deste trabalho é relatar uma intervenção em Psicologia realizada com Agentes Comunitários de Saúde de uma UBS da região continental de Vitória (ES). A intervenção teve como intuito identificar aspectos da identidade social que interferem na qualidade de vida e no trabalho desses profissionais. Foram realizadas 15 oficinas com média de 11 participantes, entre junho e dezembro de 2008. Algumas questões foram percebidas no grupo: dificuldade de interação entre si e com os demais profissionais da unidade; pouco sentimento de pertença; baixa auto-estima; dificuldade em construir alternativas para mudança. Com o trabalho realizado pela Psicologia, foi possível perceber mudanças na forma como as agentes lidavam com os problemas do dia a dia, pensando no grupo de maneira mais coletiva, percebendo sua profissão como importante para o SUS, o que permitiu, apesar das questões inerentes à prática profissional...

O cotidiano de trabalho do agente comunitário de saúde no PSF em Porto Alegre

Ferraz,Lucimare; Aerts,Denise Rangel Ganzo de Castro
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 PT
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146.22%
Esta pesquisa teve como objetivo estudar o cotidiano de trabalho do agente comunitário de saúde (ACS) no Programa Saúde da Família (PSF) de Porto Alegre. O delineamento utilizado foi o de série de casos, sendo a população em estudo 114 ACS e 46 profissionais das equipes do PSF. As equipes que participaram dessa etapa da pesquisa foram selecionadas em uma amostragem estratificada de cerca de 50% dos serviços do PSF presentes em cada Distrito Sanitário de Porto Alegre. Para a obtenção dos dados foram utilizados questionários semi-estruturados e a técnica do grupo focal. A principal atividade do agente comunitário de saúde é a visita domiciliar, destacada por 2/3 dos profissionais. A educação em saúde é a segunda mais desenvolvida pelos agentes. Outra atividade do agente é o trabalho de apoio às equipes, auxiliando na recepção de paciente, busca de prontuários; telefonia e organização e controle do almoxarifado. Apesar de a visita domiciliar ser a principal atividade do agente comunitário, a pesquisa revela que esta não é realizada com total efetividade, uma vez que parte de seu tempo é dedicada a atividades administrativas o que descaracteriza sua função. Além disso, o horário destinado para as visitas não está adequado à realidade local. O estudo aponta estratégias para potencializar o trabalho do agente no PSF em Porto Alegre.

Agente comunitário de saúde: sujeito da prática em saúde bucal em Alagoinhas, Bahia

Rodrigues,Ana Áurea Alécio de Oliveira; Santos,Adriano Maia dos; Assis,Marluce Maria Araújo
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2010 PT
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156.11%
Este estudo sobre a micropolítica do trabalho da Equipe de Saúde Bucal (ESB) no Programa de Saúde da Família (PSF) de Alagoinhas (BA) toma por pressuposto teórico central as formas específicas e singulares no exercício do trabalho cotidiano, utilizando-se das tecnologias (duras, leveduras e leves). A trajetória metodológica é fundamentada na corrente histórico-social, à luz de uma abordagem dialética de natureza qualitativa. As técnicas de coleta de dados utilizadas foram entrevista semiestruturada; observação do processo de trabalho e análise documental. A análise dos dados foi orientada pela hermenêutica-dialética, permitindo confrontar os diferentes níveis de análise, articulando o teórico com o empírico. Os resultados revelam que as Equipes de Saúde da Família são multidisciplinares, mas ainda não desenvolvem um trabalho interdisciplinar, ocorrendo justaposição de saberes. Cada unidade planeja seu processo de trabalho de acordo com as singularidades dos sujeitos sociais, implementando características diferentes no acolher, informar, atender e encaminhar. Percebe-se um esforço em mudar o processo de trabalho, na perspectiva da clínica ampliada, com o agente comunitário de saúde se destacando como sujeito social/coletivo.

A interface entre o trabalho do agente comunitário de saúde e do fisioterapeuta na atenção básica à saúde

Loures,Liliany Fontes; Silva,Maria Cecília de Souza
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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156.18%
O estudo tem o objetivo de identificar as ações do fisioterapeuta e do agente comunitário de saúde na perspectiva da integração de suas atuações na atenção básica à saúde. Realizou-se uma revisão sistemática com o propósito de conhecer quais são essas atuações e, posteriormente, relacioná-las. O interesse surgiu durante o "Estágio Supervisionado em Atenção Primária à Saúde" e da observação de suas atuações. A partir da revisão de legislações e de trabalhos científicos atualizados acerca do assunto, verificou-se que tanto o agente comunitário de saúde quanto o fisioterapeuta são profissionais importantes na composição de uma equipe de saúde, pois contribuem à qualificação das ações de saúde junto à comunidade e à efetividade de um sistema de saúde universal, integral e equitativo. Ao final, constatou-se que há uma interação entre esses profissionais e uma integração entre suas atividades.

Perfil e práticas de saúde bucal do agente comunitário de saúde em municípios piauienses de pequeno porte

Moura,Marcoeli Silva de; Carvalho,Claro José de; Amorim,José Tadeu Cavalcante de; Marques,Maurílio Francisco Soares Siqueira; Moura,Lúcia de Fátima Almeida de Deus; Mendes,Regina Ferraz
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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156.12%
O objetivo desta pesquisa foi traçar o perfil demográfico e práticas de saúde bucal do ACS, em cidades de pequeno porte do Estado do Piauí. Foram selecionados quatro municípios: Água Branca, Piracuruca, Queimada Nova e Simões. O método utilizado foi o transversal observacional descritivo. Foram aplicados questionários a 109 ACS, constituídos de 28 perguntas fechadas. Os dados foram transferidos para planilha do programa ExcelÒ, tabulados e analisados. Pelos dados obtidos, foi possível concluir que: (1) o agente comunitário de saúde do interior do Piauí é predominantemente do sexo feminino, casado, com idade entre 20-39 anos, tem em média de um a três filhos, com grau de escolaridade médio acima de nove anos, renda de um salário mínimo, residindo em média há 24 anos na comunidade; (2) a grande maioria dos ACS não foi capacitada, não assistiu palestras educativas sobre saúde bucal; entretanto, quase a metade realiza atividades em saúde bucal, mas não as registra; (3) a autopercepção sobre o conhecimento em saúde bucal pelos ACS predominou entre conceitos regular e bom, o que coincidiu com o percentual de acertos ao questionário aplicado.

Desvendando os processos de trabalho do agente comunitário de saúde nos cenários revelados na Estratégia Saúde da Família no município de Vitória (ES, Brasil)

Galavote,Heletícia Scabelo; Prado,Thiago Nascimento do; Maciel,Ethel Leonor Noia; Lima,Rita de Cássia Duarte
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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156.12%
O agente comunitário de saúde (ACS) tem um papel singular como "elo" entre a comunidade e o serviço de saúde. O objetivo deste estudo foi avaliar a produção dos processos de trabalho dos ACSs na Estratégia Saúde da Família no município de Vitória (ES). Trata-se de um estudo descritivo de caráter qualitativo, desenvolvido na região de saúde da Grande Maruípe. A amostra foi constituída por 14 ACS, sendo empregada, na coleta dos dados, a entrevista semiestruturada, com base em um roteiro-guia contendo 24 questões. O processo de trabalho em saúde foi conceituado pelos agentes em estudo como "prevenção e promoção à saúde", e as visitas domiciliares foram referidas como a atividade básica do cotidiano. Os agentes detêm interpretações diversas sobre o processo de trabalho e associam a equipe ao conceito de união. Verifica-se uma idealização das competências referentes ao trabalho do ACS, o que gera um sentimento de impotência e limitação em face dos desafios impostos. Conclui-se que o ACS necessita de ferramentas e habilidades que superem o conhecimento técnico, permitindo-lhe atuar no âmbito social de cada família, considerando o campo das necessidades de saúde de cada usuário.

A crescente escolarização do agente comunitário de saúde: uma indução do processo de trabalho?

Mota,Roberta Rodrigues de Alencar; David,Helena Maria Scherlowski Leal
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio Publicador: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2010 PT
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156.1%
O agente comunitário de saúde (ACS) é um dos atores profissionais que compõem as equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF), sendo sua atuação considerada fundamental para a ampliação e consolidação dessa estratégia. Desde as primeiras experiências locais com ACS em fins dos anos 1970, seu perfil sociodemográfico vem apresentando mudanças. Este artigo tem por objetivo apresentar e discutir o aspecto da escolaridade e da capacitação dos ACS que atuam na Área Programática (AP) 5.2 do município do Rio de Janeiro, articulando trabalho e educação e entendendo o trabalho como um princípio emancipatório. Este estudo foi formulado com base na ideia de triangulação metodológica, aqui alcançada a partir da formulação original de Denzin. Os dados sobre a escolaridade dos ACS foram obtidos mediante questionário autoaplicável individual, respondidos por 301 ACS dos 12 módulos de ESF e seis módulos da Estratégia de Agentes Comunitários de Saúde (EACS) da AP 5.2. A apresentação e a discussão dos dados mostram mudanças no perfil de escolaridade desse trabalhador, concluindo-se que o ACS é um trabalhador que busca alternativas de escolarização e formação profissional. Defende-se a ampliação da escolaridade e o ensino técnico como processo para a consolidação do Sistema Único de Saúde.

Uso de metodologias ativas na formação técnica do agente comunitário de saúde

Pedrosa,Ivanilda Lacerda; Lira,Gildeci Alves de; Oliveira,Bernadete de; Silva,Maria do Socorro Moura Lins; Santos,Maria Betânea dos; Silva,Eliete Alves da; Freire,Djacyr Magna Cabral
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio Publicador: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2011 PT
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156.09%
O objetivo deste relato é sistematizar a experiência com metodologias ativas dentro da formação técnica do agente comunitário de saúde da Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal da Paraíba. O curso está organizado em etapas, tendo sido concluída a primeira, cujo propósito foi o de contribuir para a construção da identidade dos agentes comunitários de saúde. A aplicação de metodologias ativas leva o discente a refletir sobre o seu processo de trabalho e a transformar a sua realidade, beneficiando-a, tendo em vista que desperta nele o senso crítico e a busca de mudanças em sua relação consigo mesmo, com o usuário e com a comunidade em geral. Os resultados foram positivos, inclusive no que diz respeito ao fortalecimento do uso de metodologias ativas no processo ensino-aprendizagem da escola formadora.

A institucionalização do trabalho do agente comunitário de saúde

Queirós,Agleildes Arichele Leal de; Lima,Luci Praciano
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio Publicador: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2012 PT
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156.09%
O objetivo desta pesquisa é analisar a prática social do trabalho do agente comunitário de saúde (ACS) no Recife, Pernambuco, Brasil. Para tanto, adotou-se uma abordagem qualitativa, cuja ferramenta teórico-metodológica está alicerçada no materialismo histórico e dialético. O ACS é singular na sua conformação, pois tem no seu contexto de trabalho e de moradia um importante recorte de classe social. Apesar da institucionalização do trabalho do ACS, ele mantém na sua prática referências forjadas na sua atuação popular e comunitária. Destacamos que a institucionalização do trabalho do ACS, por si só, é um processo contraditório e conflituoso do ponto de vista da política institucional, já que a prática desenvolvida por ele incorpora saberes e práticas populares que podem gerar tensões. Ao mesmo tempo, é importante lembrar que o território onde vive e atua o ACS exerce influência na produção do seu trabalho.

Aspectos subjetivos do morar e trabalhar na mesma comunidade: a realidade vivenciada pelo agente comunitário de saúde; Subjective aspects of living and working within the same community: the realities experienced by community healthcare agents; Aspectos subjetivos de vivir y trabajar en la misma comunidad: la realidad vivida por el agente comunitario de salud

JARDIM, Tatiana de Andrade; LANCMAN, Selma
Fonte: Revista Interface - Comunicação, Saúde, Educação Publicador: Revista Interface - Comunicação, Saúde, Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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156.24%
O Agente Comunitário de Saúde (ACS) é o elo entre comunidade e sistema de saúde no Programa Saúde da Família (PSF), sendo o único trabalhador que obrigatoriamente reside na comunidade onde trabalha. Seu trabalho é pautado no contato direto, contínuo e ininterrupto com a comunidade. Este artigo discute o processo de construção e manutenção da credibilidade dos agentes nas relações com a comunidade e os fatores subjetivos resultantes da congruência entre morar e trabalhar. Utilizou-se a metodologia proposta em Psicodinâmica do Trabalho, com ACS de Pirituba/SP. Concluiu-se que os agentes vivenciam constrangimentos no trabalho decorrentes de pertencerem à mesma comunidade na qual desempenham seu papel profissional e que o funcionamento do PSF e a precariedade dos demais níveis do sistema de saúde são fonte de sofrimento adicional. Essa porosidade entre trabalhar e morar na mesma comunidade expõe excessivamente os trabalhadores e há elevada contaminação do tempo do não trabalho.; Community health agents (CHAs) provide links between communities and the health system within the Family Health Program (FHP) and are the only workers required to live in the community where they work. They maintain direct, continuous and uninterrupted community contact. This paper discusses the process of constructing and maintaining agents' credibility in relationships with their community and the subjective factors resulting from living and working congruently. The methodology proposed for work psychodynamics was used among CHAs in Pirituba...

Saberes e práticas do agente comunitário de saúde no universo do transtorno mental

Barros,Márcia Maria Mont'Alverne de; Chagas,Maristela Inês Osawa; Dias,Maria Socorro de Araújo
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2009 PT
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156.1%
Esta investigação, de natureza qualitativa, objetivou conhecer os saberes e práticas do agente comunitário de saúde no universo do transtorno mental. Foram entrevistados catorze agentes que atuam na Estratégia Saúde da Família de Sobral, Ceará. Inferimos que a construção dos conceitos acerca do transtorno mental é um processo influenciado por fatores subjetivos e socioculturais e vinculado à vivência de experiências concretas. Os agentes comunitários de saúde utilizam diferentes parâmetros para conceituar uma pessoa com transtornos mentais, como padrões de normalidade ou anormalidade do comportamento e capacidade de realizar julgamentos de fato. O isolamento social emergiu como importante fator, tendo sido relatado, pelos diferentes sujeitos da pesquisa, como causa, conseqüência e como o próprio transtorno mental. O medo, como conseqüência da estranheza causada pelo comportamento das pessoas com transtornos mentais, foi identificado como um importante entrave à atuação dos agentes comunitários de saúde. As estratégias adotadas por estes profissionais, pautadas fundamentalmente no diálogo, revelam a preocupação com a inserção social e com a necessidade de envolvimento das famílias no cuidado das pessoas com transtornos mentais.

Relato de intervenção em psicologia: identidade social do agente comunitário de saúde; Psychology intervention report: social identity of the community health agent

Mendes, Flávio Martins de Souza; Ceotto, Eduardo Coelho
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2011 POR
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A profissão de Agente Comunitário de Saúde (ACS) é ainda nova no Sistema Único de Saúde (SUS). Em função disso, percebe-se a existência de certas dificuldades na compreensão da identidade desses profissionais, pela sua característica de atuar como elo da Unidade Básica de Saúde (UBS) com a comunidade. O objetivo deste trabalho é relatar uma intervenção em Psicologia realizada com Agentes Comunitários de Saúde de uma UBS da região continental de Vitória (ES). A intervenção teve como intuito identificar aspectos da identidade social que interferem na qualidade de vida e no trabalho desses profissionais. Foram realizadas 15 oficinas com média de 11 participantes, entre junho e dezembro de 2008. Algumas questões foram percebidas no grupo: dificuldade de interação entre si e com os demais profissionais da unidade; pouco sentimento de pertença; baixa auto-estima; dificuldade em construir alternativas para mudança. Com o trabalho realizado pela Psicologia, foi possível perceber mudanças na forma como as agentes lidavam com os problemas do dia a dia, pensando no grupo de maneira mais coletiva, percebendo sua profissão como importante para o SUS, o que permitiu, apesar das questões inerentes à prática profissional...

A interface entre o trabalho do agente comunitário de saúde e do fisioterapeuta na atenção básica à saúde

Loures,Liliany Fontes; Silva,Maria Cecília de Souza
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2010 PT
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O estudo tem o objetivo de identificar as ações do fisioterapeuta e do agente comunitário de saúde na perspectiva da integração de suas atuações na atenção básica à saúde. Realizou-se uma revisão sistemática com o propósito de conhecer quais são essas atuações e, posteriormente, relacioná-las. O interesse surgiu durante o "Estágio Supervisionado em Atenção Primária à Saúde" e da observação de suas atuações. A partir da revisão de legislações e de trabalhos científicos atualizados acerca do assunto, verificou-se que tanto o agente comunitário de saúde quanto o fisioterapeuta são profissionais importantes na composição de uma equipe de saúde, pois contribuem à qualificação das ações de saúde junto à comunidade e à efetividade de um sistema de saúde universal, integral e equitativo. Ao final, constatou-se que há uma interação entre esses profissionais e uma integração entre suas atividades.

Desvendando os processos de trabalho do agente comunitário de saúde nos cenários revelados na Estratégia Saúde da Família no município de Vitória (ES, Brasil)

Galavote,Heletícia Scabelo; Prado,Thiago Nascimento do; Maciel,Ethel Leonor Noia; Lima,Rita de Cássia Duarte
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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O agente comunitário de saúde (ACS) tem um papel singular como "elo" entre a comunidade e o serviço de saúde. O objetivo deste estudo foi avaliar a produção dos processos de trabalho dos ACSs na Estratégia Saúde da Família no município de Vitória (ES). Trata-se de um estudo descritivo de caráter qualitativo, desenvolvido na região de saúde da Grande Maruípe. A amostra foi constituída por 14 ACS, sendo empregada, na coleta dos dados, a entrevista semiestruturada, com base em um roteiro-guia contendo 24 questões. O processo de trabalho em saúde foi conceituado pelos agentes em estudo como "prevenção e promoção à saúde", e as visitas domiciliares foram referidas como a atividade básica do cotidiano. Os agentes detêm interpretações diversas sobre o processo de trabalho e associam a equipe ao conceito de união. Verifica-se uma idealização das competências referentes ao trabalho do ACS, o que gera um sentimento de impotência e limitação em face dos desafios impostos. Conclui-se que o ACS necessita de ferramentas e habilidades que superem o conhecimento técnico, permitindo-lhe atuar no âmbito social de cada família, considerando o campo das necessidades de saúde de cada usuário.

Perfil e práticas de saúde bucal do agente comunitário de saúde em municípios piauienses de pequeno porte

Moura,Marcoeli Silva de; Carvalho,Claro José de; Amorim,José Tadeu Cavalcante de; Marques,Maurílio Francisco Soares Siqueira; Moura,Lúcia de Fátima Almeida de Deus; Mendes,Regina Ferraz
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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O objetivo desta pesquisa foi traçar o perfil demográfico e práticas de saúde bucal do ACS, em cidades de pequeno porte do Estado do Piauí. Foram selecionados quatro municípios: Água Branca, Piracuruca, Queimada Nova e Simões. O método utilizado foi o transversal observacional descritivo. Foram aplicados questionários a 109 ACS, constituídos de 28 perguntas fechadas. Os dados foram transferidos para planilha do programa ExcelÒ, tabulados e analisados. Pelos dados obtidos, foi possível concluir que: (1) o agente comunitário de saúde do interior do Piauí é predominantemente do sexo feminino, casado, com idade entre 20-39 anos, tem em média de um a três filhos, com grau de escolaridade médio acima de nove anos, renda de um salário mínimo, residindo em média há 24 anos na comunidade; (2) a grande maioria dos ACS não foi capacitada, não assistiu palestras educativas sobre saúde bucal; entretanto, quase a metade realiza atividades em saúde bucal, mas não as registra; (3) a autopercepção sobre o conhecimento em saúde bucal pelos ACS predominou entre conceitos regular e bom, o que coincidiu com o percentual de acertos ao questionário aplicado.

Agente comunitário de saúde: sujeito da prática em saúde bucal em Alagoinhas, Bahia

Rodrigues,Ana Áurea Alécio de Oliveira; Santos,Adriano Maia dos; Assis,Marluce Maria Araújo
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2010 PT
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Este estudo sobre a micropolítica do trabalho da Equipe de Saúde Bucal (ESB) no Programa de Saúde da Família (PSF) de Alagoinhas (BA) toma por pressuposto teórico central as formas específicas e singulares no exercício do trabalho cotidiano, utilizando-se das tecnologias (duras, leveduras e leves). A trajetória metodológica é fundamentada na corrente histórico-social, à luz de uma abordagem dialética de natureza qualitativa. As técnicas de coleta de dados utilizadas foram entrevista semiestruturada; observação do processo de trabalho e análise documental. A análise dos dados foi orientada pela hermenêutica-dialética, permitindo confrontar os diferentes níveis de análise, articulando o teórico com o empírico. Os resultados revelam que as Equipes de Saúde da Família são multidisciplinares, mas ainda não desenvolvem um trabalho interdisciplinar, ocorrendo justaposição de saberes. Cada unidade planeja seu processo de trabalho de acordo com as singularidades dos sujeitos sociais, implementando características diferentes no acolher, informar, atender e encaminhar. Percebe-se um esforço em mudar o processo de trabalho, na perspectiva da clínica ampliada, com o agente comunitário de saúde se destacando como sujeito social/coletivo.

Saberes e práticas do agente comunitário de saúde no universo do transtorno mental

Barros,Márcia Maria Mont'Alverne de; Chagas,Maristela Inês Osawa; Dias,Maria Socorro de Araújo
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2009 PT
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Esta investigação, de natureza qualitativa, objetivou conhecer os saberes e práticas do agente comunitário de saúde no universo do transtorno mental. Foram entrevistados catorze agentes que atuam na Estratégia Saúde da Família de Sobral, Ceará. Inferimos que a construção dos conceitos acerca do transtorno mental é um processo influenciado por fatores subjetivos e socioculturais e vinculado à vivência de experiências concretas. Os agentes comunitários de saúde utilizam diferentes parâmetros para conceituar uma pessoa com transtornos mentais, como padrões de normalidade ou anormalidade do comportamento e capacidade de realizar julgamentos de fato. O isolamento social emergiu como importante fator, tendo sido relatado, pelos diferentes sujeitos da pesquisa, como causa, conseqüência e como o próprio transtorno mental. O medo, como conseqüência da estranheza causada pelo comportamento das pessoas com transtornos mentais, foi identificado como um importante entrave à atuação dos agentes comunitários de saúde. As estratégias adotadas por estes profissionais, pautadas fundamentalmente no diálogo, revelam a preocupação com a inserção social e com a necessidade de envolvimento das famílias no cuidado das pessoas com transtornos mentais.