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"Validação de um novo método de isolamento de vírus rábico - prevalência do vírus rábico em morcegos albergados no parque estadual intevales, estado de São Paulo: estudo comparativo entre duas metodologias"; Prevalence study of the rabies virus in bats lodged in the rain forest: a comparative study of two methodologies

Nogueira, Yeda Lopes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 31/10/2001 PT
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36.2%
O estudo de prevalência do vírus rábico foi realizado em uma amostra de morcegos capturados na Mata Atlântica da região sudeste do Brasil. Os morcegos são um dos principais reservatórios silvestres do vírus rábico. No Brasil existem aproximadamente 144 espécies de morcegos, e pouco se sabe sobre a circulação do vírus rábicos nessas espécies. Foram realizadas estimativas – com duas metodologias de isolamento - para detectar a presença do vírus rábico na população estudada. Os resultados foram obtidos pelo cruzamento entre a variável infectividade (presença de vírus rábico) e as variáveis epidemiológicas (espécies de morcegos, sexo, idade, local de captura ). Observou-se que o método de isolamento que utiliza as células McCoy isolou com maior facilidade vírus de morcegos insetívoros, além de apresentar maior capacidade de detectar a infecção na fase latente (subclínica). Já as células N2A foram mais eficientes na detecção do vírus rábico em morcegos hematófagos D. rotundus. As duas metodologias utilizadas apresentaram maior proporção de isolamento do vírus rábico em morcegos insetívoros, nectarívoros e fitófagos. Tais resultados sugerem que os morcegos insetívoros desempenham importante papel na manutenção do vírus no reservatório cuja população foi estudada. Também foi possível constatar que a circulação do vírus ocorre inter e intra-espécies...

Pesquisa do vírus da raiva em quirópteros naturalmente infectados no Estado de São Paulo, Sudeste do Brasil ; Searching of rabies virus in naturally infected bats in the State of São Paulo, Southeastern Brazil

Ferreira, Karin Correa Scheffer
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/07/2005 PT
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36.19%
Pouco se conhece a respeito da incidência ou prevalência da infecção pelo vírus da raiva em morcegos, ou ainda sobre a distribuição do vírus em tecidos e órgãos não nervosos. Os objetivos deste trabalho foram: i) verificar as espécies de morcegos mais freqüentemente envolvidas com a raiva no Estado de São Paulo, Sudeste do Brasil; ii) estudar a distribuição do vírus da raiva em tecidos e órgãos não nervosos de morcegos; iii) estudar os períodos de mortalidade das amostras de vírus da raiva encontradas nos cérebros e glândulas salivares de morcegos, após inoculação intracerebral em camundongos, e iv) comparação do isolamento do vírus da raiva no sistema camundongo e cultura de células de neuroblastoma (N2A). Entre abril de 2002 a novembro de 2003, 4.393 morcegos capturados de diferentes municípios do Estado de São Paulo foram enviados à Seção de Diagnóstico da Raiva do Instituto Pasteur de São Paulo. Destes, 82 (1,87%) foram positivos para raiva pela técnica de imunofluorescência aplicada aos materiais do cérebro e 33 morcegos pertenciam ao gênero Artibeus sp; 15 Myotis sp; 10 Epitesicus sp; 5 Lasiurus sp; 4 Nyctinomops sp; 4 Tadarida sp; 3 Histiotus sp; 1 Molossus sp; 1 Eumops sp e 6 vampiros Desmodus rotundus. A distribuição do vírus em diferentes órgãos foi examinada pela inoculação de camundongos e células N2A com suspensões a 20% preparadas a partir de fragmentos do cérebro...

Relação vírus-vetor-hospedeira no patossistema da leprose dos citros; Citrus leprosis pathosystem: virus-vector-host relationship

Garita Salazar, Laura Cristina
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/02/2013 PT
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36.21%
A leprose dos citros é considerada uma das doenças mais destrutivas da indústria citrícola. O patossistema dessa doença envolve o agente causal o Citrus leprosis virus C, o vetor Brevipalpus phoenicis Geijskes (Acari: Tenuipalpidae) e as plantas hospedeiras. Este vírus com genoma conhecido é membro tipo do gênero Cilevirus. Causa sintomas localizados nas folhas, frutos e caules e está restrito ao continente Americano. Apesar de muitos esforços para se conhecer o patossistema, ainda existem muitas questões pendentes sobre as interações. O presente trabalho teve como objetivo obter informações detalhadas sobre as relações vetorvírus- hospedeiro da leprose citoplasmática, estando dividido em três objetivos: 1. Procurou-se uma planta indicadora padrão que fosse de facil obtenção, manejo e baixo custo, e que expressase em curto tempo os sintomas de CiLV-C e outros vírus transmitidos por Brevipalpus (VTBr); 2. Determinar parâmetros como o período de acesso para aquisição e inoculação do CiLV-C pelo ácaro vetor, o período de retenção do vírus pelo ácaro, avaliação da capacidade das diferentes fases do ácaro de transmitir o vírus e a % de indivíduos de uma população de ácaros colonizando plantas afetadas pela leprose capazes de transmitir o vírus; 3. Avaliar um grande número de espécies de plantas...

Efeito terapeutico de virazole sobre os virus causadores do enrolamento da folha, anel do pimentão e tristeza dos citros

Celia Regina Baptista
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/07/1995 PT
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Com o objetivo de estudar o efeito quimioterápico de Virazole (1-?-Dribofuranosil -1,2,4 - triazol-3 - carboxamida) in vitro sobre vírus de plantas, dois modelos de estudo foram realizados. No primeiro utilizou-se calos de videira Vitis vinifera, Seibel 2, infectados com o vírus do enrolamento da folha da videira (VEFV), e calos de fumo Nicotiana tabacum "TNN" e Gomphrena globosa L. infectados com o vírus do anel do pimentão (VAP). No segundo, foi utilizado um modelo aplicado, visando a obtenção de plantas de limoeiro Galego Citrus aurantifolia (Christm.) Swing) livres do vírus da tristeza dos citros "citrus tristeza virus" (CTV). Os objetivos específicos foram: 1) Testar o efeito do Virazole em calos cultivados in vitro, comparando: a) diferentes tipos de vírus (closterovirus e tobravirus) e b) efeito do. Virazole sobre um mesmo vírus em duas espécies de plantas hospedeiras. 2) Avaliar a possibilidade do uso de Virazole para obtenção de plantas cítricas livres do CTV por minienxertia realizada in vitro. Os resultados mostraram que o Virazole inibiu a multiplicação dos 3 vírus em estudo (VEFV, VAP e CTV), pertencentes a dois grupos distintos: closterovirus (VEFV e CTV) e tobravirus (V AP). A utilização de calos infectados com vírus e tratados com Virazole in vitro...

Caracterização de um novo begomovírus, Euphorbia yellow mosaic virus, no Brasil; Characterization of Brazilian begomovirus Euphorbia yellow mosaic virus

Oliveira, Cristiane Lopes de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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36.19%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Fitopatologia, 2009.; O amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) é uma importante planta daninha em diversos países por interferir na produção de plantas cultiváveis e por servir como reservatório de vírus de plantas. O objetivo desse trabalho foi estudar a diversidade dos begomovírus coletados em amendoim-bravo e caracterizar molecular e biologicamente um isolado permitindo a sua completa identificação. Sete amostras de amendoim-bravo foram coletadas apresentando sintomas de mosaico amarelo em diferentes cidades do estado de Goiás e Distrito Federal. Elas foram avaliadas por PCR usando primers universais para begomovírus, que confirmou que todas as sete amostras estavam infectadas. As amostras de DNA foram utilizadas para a realização da amplificação via círculo rolante (RCA) utilizando a enzima phi-29 DNA polimerase. Cada produto amplificado foi digerido com uma enzima de restrição que cortou o DNA em apenas um único ponto e foi clonado no vetor pBluescript (Stratagene). As sequências completas de ambos os componentes (oito clones de DNA-A e três clones de DNA-B) foram obtidas usando primers para o vetor e primers internos em seqüenciador automático. Para a caracterização biológica...

Baculovírus como vetor para expressão da glicoproteína do vírus da raiva em células de inseto e de mamífero e análise transcricional de células infectadas com vírus da dengue

Martins, Greice Kelly Menezes
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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36.2%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Pós-Graduação em Patologia Molecular, 2011.; No Brasil, a raiva e a dengue podem ser citadas como duas doenças que causam prejuízos econômicos. A raiva é uma doença causada por um vírus do gênero Lyssavirus, transmitida pela saliva de mamíferos infectados, e uma vez iniciados os sintomas, a mortalidade ocorre em praticamente todos os casos. O vírus da raiva é formado por cinco proteínas: a nucleoproteína, a fosfoproteína, a proteína de matriz, a RNA polimerase e a glicoproteína (GPV), principal proteína viral imunogênica. Neste trabalho, a GPV foi expressa em células de mamíferos utilizando um baculovírus recombinante. Baculovirus são vírus de insetos que têm sido amplamente utilizados como biopesticidas e como ferramenta para a expressão de proteínas heterólogas em células de inseto e de mamíferos. Eles são considerados seguros devido à sua especificidade ao hospedeiro e a incapacidade de se replicar em linhagens de células não-inseto, embora eles possam entrar nas células de mamíferos. Para a construção do vírus recombinante, um fragmento gênico contendo o promotor CMV e o gene GPV foi clonado no vetor pFastBac1. O vírus recombinante AcCMV-GPV foi obtido através do sistema Bac-to-Bac (Invitrogen) e foi usado para infectar células de inseto. O extrato celular foi analisado por SDS-PAGE e a presença da proteína GPV foi confirmada por western blot usando um anticorpo anti-vírus da raiva. Células HeLa...

Estudo dos fatores que influenciam a predominância do begomovírus Tomato severe rugose virus no Brasil

Macêdo, Mônica Alves de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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36.21%
Dissertação (mestrado)–Universidade de Brasília, Departamento de Fitopatologia, Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia, 2011.; O tomateiro é uma das principais hortaliças cultivadas no país, sendo também uma das culturas que mais sofre danos pelo ataque de diversos patógenos. Dentre os patógenos de origem viral que infectam o tomateiro as principais espécies são Tomato sereve rugose virus – ToSRV e Tomato golden vein virus – TGVV (Begomovirus); Tomato spotted wilt virus – TSWV e Grounut ringspot virus - GRSV (Tospovirus); Cucumber mosaic virus – CMV (Cucumovirus); Peper yellow mosaic virus - PepYMV e Potato virus Y - PVY (Potyvirus) e; Tomato mosaic virus – ToMV (Tobamovirus); e mais recentemente Tomato chlorosis virus - ToCV (Crinivirus). Os begomovírus se destacam, na atualidade, devido à diversidade de espécies e pela maior incidência na cultura. Esses vírus pertencem à família Geminiviridae, podem apresentar um ou dois (DNA-A e DNA-B) componentes genômicos e são transmitidos por moscas-brancas, insetos sugadores de seiva. O objetivo deste trabalho foi avaliar o grau de susceptibilidade de materiais de tomate plantados no país a oito dos principais vírus que afetam a cultura; determinar as espécies de begomovírus predominantes no país nos anos de 2009-2010...

Detection of enteric virus in human faeces and residual waters; Detecção de vírus entéricos em fezes humanas e águas residuais

Ribeiro, Andreia Marques
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
ENG
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36.19%
A presença de microrganismos patogénicos que provêm do esgoto e que são libertados nas águas ambientais determinam a qualidade da água e consequentemente afectam a saúde pública. A gastroenterite viral constitui uma das doenças humanas mais comuns em todo o mundo sendo transmitida feco-oralmente através do consumo e utilização de águas contaminadas com vírus entéricos como o rotavírus, norovírus e adenovírus. Por esse motivo, é epidemiologicamente relevante documentar a presença dos principais vírus entéricos em águas superficiais e fezes humanas. A detecção dos agentes etiológicos responsáveis pelas gastroenterites virais em amostras de águas, de modo a avaliar o risco da sua libertação no meio ambiente, requer a prévia concentração dos vírus presentes nas amostras. Com o advento das técnicas moleculares tornou-se possível a eficaz detecção de vírus presentes em amostras de águas e fezes. Actualmente, em amostras clínicas são geralmente utilizados testes imunocromatográficos como VIKIA® Rota-Adeno (BioMérieux) que permitem a detecção qualitativa dos vírus. Para testar a sensibilidade e especificidade do método imunológico VIKIA® Rota-Adeno utilizado na dupla detecção de rotavírus A e adenovírus em amostras de fezes de pacientes com sintomas gastrointestinais do Hospital Infante D. Pedro...

Terapêutica com interferão-w em gatos infectados pelo vírus da imunodeficiência felina e/ou pelo vírus da leucemia felina : avaliação clínica, análises laboratoriais e excreção de vírus concomitantes do tracto digestivo

Azevedo, Inês Ribeiro Pereira Siborro
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária Publicador: Universidade Técnica de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 30/07/2012 POR
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36.19%
Os interferões são as proteínas da inflamação mais bem estudadas, encontram-se no mercado dois tipos de interferão: o interferão recombinante humano alfa (reHuIFN-α) e o interferão recombinante felino ómega (reFeIFN-ω). Ambos podem ser usados no tratamento dos sintomas das duas retroviroses felinas, o vírus da imunodeficiência felina (FIV) e o vírus da leucemia felina (FeLV), duas doenças infecto-contagiosas de importante expressão na prática clínica, que afectam fortemente o estado hígido dos animais infectados e que, até ao momento, não tem cura. O reHuIFN-α encontrasse no mercado a um preço acessível, no entanto, a rápida produção de anticorpos levou à criação do reFeIFN-ω, específico para a espécie felina. O reHuIFN-ω já mostrou a sua eficácia, in vitro, contra o FIV, FeLV e coronavírus felino (FCoV), entre outros vírus que afectam estes animais. Com o objectivo de estudar os efeitos deste interferão em gatos naturalmente infectados e que ainda não estejam numa fase terminal da doença, assim como da excreção de vírus concomitantes do tracto digestivo, foram avaliados os seguintes parâmetros: sinais clínicos, hemograma, análises bioquímicas, proteinograma, carga de provírus de FeLV e excreção de FCoV e o vírus da panleucopénia felina (FPV) nas fezes. Foi administrado reFeIFN-ω a 16 gatos (7 FIV...

Expressão e purificação da proteína E3 do vírus chikungunya (CHIKV)

Pinto, Tatiana Priscilla Coelho 
Fonte: Expressão e purificação da proteína E3 do vírus chikungunya (CHIKV) Publicador: Expressão e purificação da proteína E3 do vírus chikungunya (CHIKV)
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 POR
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46.07%
RESUMO: O vírus chikungunya (CHIKV) é um vírus de RNA, com invólucro, da família Togaviridae, transmitido por mosquitos Aedes spp. Distribuído por largas regiões de África e Ásia, causa grandes epidemias de artrite grave. A semelhança de sintomas com outras doenças como a dengue e a malária e a persistência de IgM específicas, dificultam o diagnóstico da infeção por CHIKV. A deteção no sangue de E3, uma glicoproteína viral secretada, a incluir num ensaio imunoenzimático poderá melhorar o diagnóstico nos países onde as técnicas de biologia molecular são de difícil acesso. Para testar a utilidade de E3 num ensaio de diagnóstico, esta deverá ser expressa em quantidade, purificada e usada para produção de anticorpos específicos. Para expressar E3 numa forma solúvel, suscetível de ser purificada num único passo cromatográfico sem proteases, recorreu-se à estratégia da fusão com o domínio de ligação à quitina (CBD)-inteína (IMPACT™ System, NEB). A sequência codificadora de E3 foi amplificada a partir de RNA viral, clonada em pTYB21 e expressa em E. coli como uma proteína de fusão insolúvel de 64 kDa. A expressão a 12ºC induzida por IPTG 0,1 mM aumentou a solubilidade de CBD-inteína-E3. A aplicação de lisados celulares em colunas de quitina originou a retenção de CBD-inteína-E3 na matriz. Porém...

Interaction of Classical Swine Fever Virus with Membrane-Associated Heparan Sulfate: Role for Virus Replication In Vivo and Virulence

Hulst, M. M.; van Gennip, H. G. P.; Vlot, A. C.; Schooten, E.; de Smit, A. J.; Moormann, R. J. M.
Fonte: American Society for Microbiology Publicador: American Society for Microbiology
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /10/2001 EN
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36.19%
Passage of native classical swine fever virus (CSFV) in cultured swine kidney cells (SK6 cells) selects virus variants that attach to the surface of cells by interaction with membrane-associated heparan sulfate (HS). A Ser-to-Arg change in the C terminus of envelope glycoprotein Erns (amino acid 476 in the open reading frame of CSFV) is responsible for selection of these HS-binding virus variants (M. M. Hulst, H. G. P. van Gennip, and R. J. M. Moormann, J. Virol. 74:9553–9561, 2000). In this investigation we studied the role of binding of CSFV to HS in vivo. Using reverse genetics, an HS-independent recombinant virus (S-ST virus) with Ser476 and an HS-dependent recombinant virus (S-RT virus) with Arg476 were constructed. Animal experiments indicated that this adaptive Ser-to-Arg mutation had no effect on the virulence of CSFV. Analysis of viruses reisolated from pigs infected with these recombinant viruses indicated that replication in vivo introduced no mutations in the genes of the envelope proteins Erns, E1, and E2. However, the blood of one of the three pigs infected with the S-RT virus contained also a low level of virus particles that, when grown under a methylcellulose overlay, produced relative large plaques, characteristic of an HS-independent virus. Sequence analysis of such a large-plaque phenotype showed that Arg476 was mutated back to Ser476. Removal of HS from the cell surface and addition of heparin to the medium inhibited infection of cultured (SK6) and primary swine kidney cells with S-ST virus reisolated from pigs by about 70% whereas infection with the administered S-ST recombinant virus produced in SK6 cells was not affected. Furthermore...

Molecular analysis of acute and chronic duck hepatitis B virus (DHBV) infections in ducks.

Low, Huey Chi
Fonte: Universidade de Adelaide Publicador: Universidade de Adelaide
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2012
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36.22%
The hepadnavirus family contains two genera, Orthohepadnaviruses that infect mammals and Avihepadnaviruses that infect birds. The most thoroughly studied members of the hepadnavirus family include hepatitis B virus (HBV), which infects humans and chimpanzees, woodchuck hepatitis virus (WHV), which infects woodchucks, and duck hepatitis B virus (DHBV), which infects ducks. All hepadnaviruses have similar genome structure and organisation of the open reading frames on their genome, and also show extensive nucleotide sequence homology within, but not between, genera. All hepadnaviruses primarily infect hepatocytes and have similar infection outcomes in their natural hosts. The outcome of hepadnavirus infection can be divided into either acute, with successful clearance of infection from the host and establishment of immune control, or chronic, where infection is not cleared, resulting in persistent lifelong infection that is linked to various forms of liver disease. The mechanisms involved in immune clearance of hepadnavirus infections are poorly understood. It has been hypothesised that virus DNA and proteins are, 1) cleared from the liver cytolytically by killing of the infected hepatocytes, or 2) can be destroyed noncytolytically by cytokines...

RNA de interferencia en nicotiana benthamiana como modelo para el desarrollo de plantas resistentes a virus

Bruno Urbina, Consuelo
Fonte: Universidad Andrés Bello Publicador: Universidad Andrés Bello
Tipo: Tesis
ES
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36.21%
Tesis (Doctor en Biotecnología); RESUMEN: El cultivo de las vides es uno de los de mayor importancia económica para Chile, sin embargo, se ve afectado por numerosos factores, tanto bióticos como abióticos. Los virus se consideran entre los patógenos de mayor importancia para este cultivo y hasta el momento se han descrito más de 60 especies de virus que afectan vides. La mayoría de ellos se transmiten a través de vectores, como nemátodos o áfidos. Se piensa que las metodologías de propagación a través de estacas serían las responsables del incremento y amplia diseminación de estos virus en los últimos años. No existen antecedentes de resistencia natural en vides frente a la infección por virus y la búsqueda de nuevas variedades resistentes ha sido blanco de muchos esfuerzos en este campo de investigación. En este trabajo se describe el desarrollo de resistencia a virus de vides a través de la inducción de silenciamiento génico en plantas de tabaco. Consideramos de gran importancia trabajar con los virus más comunes en Chile, como son: Grapevine leafroll associated virus 2 y 3, Grapevine virus A, Grapevine fanleaf virus y Grapevine fleck virus, y utilizar secuencias de aislados chilenos para inducir el silenciamiento génico contra los virus. Se realizó un análisis de las secuencias disponibles...

Caracterização das proteinas humanas Mov34 e PACT e analise da sua interação com o RNA do virus da dengue; Characterization of the human Mov34 and PACT proteins and analyses of their interaction with dengue virus RNA

Beatriz Santos Capela Alves
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/08/2008 PT
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36.2%
O combate à dengue atualmente está limitado praticamente aos esforços de eliminação do mosquito transmissor, o Aedes aegypti, porém esta estratégia não tem se mostrado eficiente. O desenvolvimento de novos instrumentos de combate à dengue requer, portanto, maior conhecimento sobre a biologia do vírus com relação à sua interação com seus hospedeiros. O genoma do vírus é constituído por um RNA simples-fita de polaridade positiva e possui duas regiões não traduzidas (5’ e 3’ UTR). A região 5’UTR viral possui organização similar à dos mRNAs eucarióticos, diferentemente da região 3’UTR que é longa e não possui cauda de poli(A). Em vez disso, na região 3’UTR encontram-se estruturas conservadas entre os diferentes Flavivirus, dentre elas a estrutura 3’ stem-loop (3’SL) que é indispensável para a replicação do RNA viral. O objetivo do nosso estudo foi identificar novas proteínas humanas capazes de interagir com a estrutura 3’SL do RNA do vírus da dengue. Dados da literatura descrevem que a proteína Mov34 de camundongo interage com 3’SL do vírus da encefalite japonesa. Devido à alta similaridade entre as proteínas ortólogas humana e de camundongo, bem como das respectivas estruturas 3’SL dos vírus da dengue e da encefalite japonesa...

Caracterização molecular do Sugarcane yellow leaf virus, desenvolvimento de um metodo de diagnostico altamente sensivel e aspectos moleculares da interação luteovirus/vetor

Marcos Cesar Gonçalves
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 06/02/2002 PT
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36.2%
O vírus do amarelecimento foliar da cana-de-açúcar, Sugarcane yellow leaf vírus (ScYL V) constitui atualmente um grande problema nos principais países produtores de cana-de-açúcar. Este vírus possui diversas características físicas e biológicas, como tamanho e morfologia da partícula, reações serológicas, alterações morfológicas no hospedeiro e aspectos de transmissão, comuns aos membros da família Luteovírídae. As informações da sequência genõmica do isolado brasileiro obtidas nesse trabalho, referentes às regiões codificantes para capa protéica do vírus (CP), proteína de movimento (17 kOa ou MP) e parte da RNA polimerase dependente de RNA (RdRp), mostram um alto grau de identidade e similaridade de aminoácidos com sequências de luteovirus conhecidos. Isso permite estabelecer o ScYLV como um membro definitivo da família Luteovíridae. Análises filogenéticas empregando as sequências deduzidas de aminoácidos da CP e da região C-terminal da RdRp do ScYL V sugerem diferentes afinidades taxonõmicas desse vírus dentro da família Luteovírídae, de maneira similar ao que acontece com o Soybean dwarf vírus (SOV). Análises comparativas de seqüência entre o isolado brasileiro e um isolado norte-americano revelaram diferenças de apenas dois nucleotídeos nas posições 4201(G por T) e 4232 (A por C) do genoma do ScYLV...

Construcción y evaluación de virus MVA recombinantes que expresan la glicoproteína D del virus BoHV-1; Development and evaluation of recombinant MVA viruses expressing bohv-1 glycoprotein D

Ferrer, María Florencia
Fonte: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires Publicador: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires
Tipo: info:eu-repo/semantics/doctoralThesis; tesis doctoral; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //2010 SPA
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36.2%
El virus vaccinia Ankara modificado (MVA) es un virus altamente atenuado que se utiliza eficientemente como vector viral no replicativo para el desarrollo de nuevas vacunas. En este trabajo de Tesis se desarrolló un nuevo inmunógeno basado en MVA que expresa como antígeno de interés la glicoproteína D (versión secretada, gDs) del virus herpes bovino tipo I (BoHV-1), un agente infeccioso ampliamente distribuido en Argentina. Primeramente, se diseñó y construyó el vector de transferencia para obtener MVA recombinantes utilizando como sitio blanco de inserción el gen no esencial MVA086R. Se obtuvieron virus MVA-gDs recombinantes y se demostró la correcta expresión, antigenicidad y N-glicosilación de la glicoproteína D expresada a partir de dichos virus. Posteriormente, se evaluó la capacidad inmunogénica de los virus MVA-gDs en animales de experimentación (ratones y conejos). En el modelo de ratón, se observó que los virus MVA-gDs desencadenaron una respuesta inmune específica, de tipo humoral, que se mantuvo en niveles similares durante un período de siete meses (luego de la aplicación de dos dosis del inmunógeno). Además, se demostró que la síntesis de novo de la glicoproteína D a partir del vector viral no replicativo MVA-gDs fue la responsable de la respuesta inmune específica. La inoculación de conejos con virus MVA-gDs (por vía intramuscular o subcutánea) desencadenó una respuesta inmune específica de tipo humoral...

Herpevirus humà 8 infecció i patogènia en relació amb el virus d'Epstein Barr /

Martró Català, Elisa
Fonte: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: Bellaterra : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis Formato: application/pdf
Publicado em //2006 CAT; CAT
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36.2%
Consultable des del TDX; Títol obtingut de la portada digitalitzada; L'Herpesvirus humà 8 (HVH-8) és l'agent etiològic del Sarcoma de Kaposi (SK). Aquesta neoplàsia endotelial multifocal és la primera causa de neoplàsia en pacients de sida. En països on l'HVH-8 no és endèmic (nord d'Europa, EUA), el SK afecta sobretot a homes homo o bisexuals (MSM) VIH positius, entre els quals el virus es transmet sexualment, mentre que en països endèmics (Àfrica central) representa la primera neoplàsia tant en adults com en nens, i el virus es transmet a través de la saliva. Pocs estudis han avaluat la presència del virus en nens en zones no endèmiques. L'HVH-8 s'ha detectat per PCR en cèl·lules mononuclears de sang perifèrica (PBMC), però només en el 50% dels casos de SK associat a la sida. Respecte la detecció de la infecció per l'HVH-8, aquesta tesis es planteja dos objectius; 1) determinar, mitjançant mètodes serològics, quin és l'abast de la infecció per l'HVH-8 en zones no endèmiques durant les dues primeres dècades de vida, per tal de determinar si la infecció primària té lloc durant aquesta etapa en comparació amb el virus d'Epstein-Barr (VEB), y 2) estudiar, mitjançant la detecció del propi virus, quin és l'abast de la virèmia en individus seropositius per l'HVH-8 i el VIH...

Suscetibilidade por via oral dos mosquitos Aedes albifasciatus e do complexo Culex pipiens (Diptera: Culicidae) da Argentina ao virus da encefalite eqüina tipo oeste; Peroral susceptibility of Aedes albifasciatus and Culex pipiens complex mosquitoes (Diptera: Culicidae) from Argentina to western equine encephalitis virus

Aviles, Gabriela; Sabattini, Marta S.; Mitchell, Carl J.
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/1990 ENG
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Desconhece-se o ciclo de transmissão da encefalite eqüina tipo oeste (WEE) na América do Sul. Uma cepa do vírus foi isolada na Argentina, durante a epizootia de 1982-1983, a partir de Aedes albifasciatus. Sob o ponto de vista experimental, o Culex pipiens da Argentina revelou-se capaz de transmitir o vírus WEE, porém outros resultados têm indicado que o Cx. pipiens dos Estados Unidos é refratário a esse vírus. Assim, procurou-se determinar a suscetibilidade de cepas argentinas de Ae. albifasciatus e complexo Culex pipiens, à infecção do vírus WEE por via oral. As fêmeas adultas foram alimentadas em pintos infectados com cepa do vírus isolada na Província de Córdoba, Argentina, ou então alimentadas em suspensão do vírus e sangue. Cada mosquito ingeriu entre 10(1,6) e 10(6,4) unidades virais formadoras de placas de cultura de célula ("vero cell"). Cada um dos 28 Ae. albifasciatus mostrou-se a partir do quarto dia pós-prandial e houve evidência de replicação viral. Em contraposição, 0/44 Cx. p. quinquefasciatus e apenas 1/15 Cx. p. pipiens revelou-se positivo. Aedes albifasciatus é suscetível à infecção pelo vírus WEE e deveria ser considerado vetor potencial desse agente na Argentina. Ambas subespécies de Cx. pipiens são refratárias à infecção por via oral e provavelmente não desempenham papel do ciclo do vírus WEE na Argentina.; The transmission cycle of western equine encephalitis (WEE) virus in South America is unknown. A WEE virus strain was isolated from Aedes albifasciatus in Argentina during the WEE epizootic of 1982-83. Also...

Surtos de vírus Vaccinia-like nos Estados de São Paulo e Goiás, Brasil: detecção, isolamento e identificação viral; Human vaccinia-like virus outbreaks in São Paulo and Goiás States, Brazil: virus detection, isolation and identification

Nagasse-Sugahara, Teresa Keico; Kisielius, Jonas José; Ueda-Ito, Marli; Curti, Suely Pires; Figueiredo, Cristina Adelaide; Cruz, Áurea Silveira; Silva, Maysa Madalena J.; Ramos, Carmen Helena; Silva, Maria Claudia C.; Sakurai, Tiyo; Salles-Gomes, Luis F
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 04/12/2004 ENG
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A partir de outubro de 2001, o Instituto Adolfo Lutz tem recebido amostras de líquido vesicular e crostas de lesões de pele de pacientes das regiões do Vale do Paraíba, Estado de São Paulo e do Vale do São Patricio, Estado de Goiás. Os dados clínicos e epidemiológicos sugeriam que os surtos poderiam ser causados por Cowpox virus ou Vaccinia virus. A maioria dos pacientes era ordenhadores que tinham lesões vesicopustulares nas mãos, braços, antebraços e alguns na face. A análise por microscopia eletrônica direta (MED) detectou partículas com morfologia de vírus do gênero Orthopoxvirus em amostras de 49 (66,21%) pacientes dos 74 analisados. Os vírus foram isolados em membrana corioalantóide (MCA) de ovo embrionado de galinha e em linhagem celular Vero com confirmação por MED e PCR. Das 21 amostras de lesões submetidas ao PCR utilizando iniciadores para o gene da hemaglutinina (HA), 19 foram positivas. A digestão por enzima de restrição TaqI resultou em quatro fragmentos característicos de Vaccinia virus. A análise nucleotídica do seqüenciamento revelou que esses vírus apresentam 99,9% de similaridade com o Cantagalo virus, descrito como uma cepa de Vaccinia virus, havendo apenas alteração de um nucleotídeo na posição 616 com mudança de um aminoácido na proteína na posição 206. A análise filogenética mostrou que os isolados se agruparam junto aos Cantagalo virus...

Padrões clínicos e sazonalidade das hospitalizações causadas pelo vírus respiratório sincicial em São Paulo, Brasil; Clinical patterns and seasonal trends in respiratory syncytial virus hospitalizations in São Paulo, Brazil

VIEIRA, Sandra E.; STEWIEN, Klaus E.; QUEIROZ, Divina A. O.; DURIGON, Edison L.; TÖRÖK, Thomas J.; ANDERSON, Larry J.; MIYAO, Cristina R.; HEIN, Noely; BOTOSSO, Viviane F.; PAHL, Márcia M.; GILIO, Alfredo E.; EJZENBERG, Bernardo; OKAY, Yassuhiko
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2001 ENG
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Os vírus respiratórios são reconhecidos como os mais frequentes patógenos do trato respiratório inferior para lactentes e crianças de idade reduzida em países desenvolvidos, mas o conhecimento sobre este fato é menor nos países em desenvolvimento.Os autores realizaram um estudo prospectivo para avaliar a ocorrência, os padrões clínicos e a sazonalidade das infecções virais entre as crianças hospitalizadas com doença do trato respiratório inferior (grupo A). A presença de vírus respiratórios na nasofaringe das crianças foi avaliada à admissão em uma enfermaria de pediatria. A cultura celular e a imunofluorescência foram utilizadas para identificação viral. Exames complementares incluiram culturas de sangue e líquido pleural para detecção de bactérias. Dados clínicos e exames radiológicos foram anotados na admissão e durante o período de internação. Para avaliar adequadamente os resultados foi constituído um grupo sem doença respiratória para comparação. Com início em fevereiro de 1995, durante um período de 18 meses, 414 crianças foram incluídas - 239 no grupo A e 175 no grupo B. No grupo A, 111 crianças (46,4%) tinham vírus enquanto somente 5 (2,9%) apresentavam vírus no grupo B. O Vírus Respiratório Sincicial foi detectado em 100 crianças do grupo A (41...