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Paleobiologia da Formação Bocaina (Grupo Corumbá), Ediacarano, Mato Grosso do Sul

Soares, Luana Pereira Costa de Morais
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/04/2013 PT
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65.89%
O Grupo Corumbá, SW Brasil, documenta uma etapa importante na evolução da vida por causa de seu registro fóssil de microbialitos, microfósseis, e organismos multicelulares indicativos da complexidade cada vez maior da biosfera no final do período Ediacarano. A importância paleobiológica da Formação Bocaina, inserido no meio do Grupo Corumbá, e datado em cerca de 560 Ma, é embasada em sua diversidade de microbialitos e registro de significativo evento fosfogenético, associados a supostos "microfósseis em forma de vaso", semelhantes à tecamebas, interpretadas como os primeiros protistas heterótrofos. Estes fósseis, bem como formas semelhantes reconhecidos em outras unidades geológicas do mundo, precedem o registro da explosão de organismos multicelulares macroscópicos esqueléticos (Cloudina, Corumbella) na formação sobrejacente Tamengo (543 Ma). A morfologia do microbialitos fornece evidências de variação local do nível do mar durante a deposição da Form ação Bocaina. As análises morfológicas e químicas dos microfósseis usando microscopia óptica e eletrônica de varredura, EDS e espectroscopia Raman ajudaram a esclarecer a natureza biológica desses objetos e, assim...

Manutenção da qualidade de rosas cortadas cv. Vega em soluções conservantes

Pietro, Júlia de; Mattiuz, Ben-Hur; Mattiuz, Claudia FM; Rodrigues, Teresinha de JD
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 64-70
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75.67%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); A rosa é considerada uma das flores de corte mais tradicionais e requisitadas no mercado mundial. Entretanto, após o corte, essas flores tornam-se altamente perecíveis devido à elevada atividade metabólica que conduz aos processos de senescência. Assim, o experimento foi realizado para verificar o efeito do uso de soluções conservantes na fisiologia pós-colheita de rosas vermelhas cortadas cultivar Vega. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial composto por dois fatores: sete tratamentos pós-colheita e quatro datas de avaliação. As flores permaneceram nas seguintes soluções de manutenção: 1) Água destilada; 2) 8-hidroxiquinolina (200 mg L-1); 3) 8-hidroxiquinolina (200 mg L-1) + Sacarose (20 mg L-1); 4) Ácido cítrico (75 mg L-1); 5) Ácido cítrico (75 mg L-1) + Sacarose (20 mg L-1); 6) 6-benziladenina (60 mg L-1); 7) 6 benziladenina (60 mg L-1) + Sacarose (20 mg L-1). Foram realizadas análises qualitativas e fisiológicas ao longo do período de avaliação. O tratamento com 8-hidroxiquinolina e ácido cítrico revelaram-se mais promissores para manter a qualidade e prolongar a vida de vaso das flores, o que foi evidenciado pela menor perda de massa fresca...

Soluções conservantes em sorvetão pós-colheita

Santos, Maria Herbênia Lima Cruz; Santoz, Emanuel Ernesto Fernandes; Lima, Giuseppina Pace Pereira
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Publicador: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 2354-2357
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75.93%
O objetivo deste trabalho foi estudar alguns aspectos da fisiologia pós-colheita de inflorescências de sorvetão cultivadas no Submédio São Francisco. Hastes florais recém-colhidas foram submetidas a diferentes tratamentos (água destilada; 75mg L-1 de nitrato de prata - AgNO3; 1000mg L-1 de cloreto de cobalto - CoCl2; 5mg L-1 de ácido giberélico - GA3 - Progibb® e 10mg L-1 de 6-Benzilaminopurina - BAP), em ambiente com temperatura e umidade controlada por 15 dias. A vida pós-colheita foi acompanhada a partir da escala de notas, da massa da matéria fresca e do consumo da solução conservante. O tratamento com AgNO3 em hastes de sorvetão, foi o mais eficiente na manutenção da vida de vaso de sorvetão, porém, devido a sua toxidez, recomenda-se o uso de GA3.; The objective of this research was to study some physiological post-harvest aspect of beehive ginger inflorescences grown in the lower middle San Francisco river basin. Flower stems just harvested were submitted to different treatments (distilled water; 75mg L-1 of silver nitrate - AgNO3; 1000mg L-1 of cobalt chloride - CoCl2; 5mg L-1 de GA3 - Progibb® and 10mg L-1 of 6-benzylamino purine - BAP), in an environment with controlled temperature and humidity, for 15 days. The post-harvest life was monitored from grading scale...

Inibidor da ação do etileno na conservação pós-colheita de Chrysanthemum morifolium Ramat cv. Dragon

Spricigo, Poliana Cristina; Mattiuz, Ben-Hur; Pietro, Júlia de; Mattiuz, Claudia Fabrino Machado; Oliveira, Maria Elisa Morais de
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras (UFLA) Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 1184-1190
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75.67%
A durabilidade e a qualidade pós-colheita de flores de corte são atributos fundamentais na sua valoração ao longo da cadeia produtiva e na satisfação dos consumidores. Objetivou-se, nesta pesquisa, verificar o efeito do tiossulfato de prata, associado ou não à sacarose, na manutenção da qualidade pós-colheita de hastes de crisântemos (Chrysanthemum morifolium Ramat cv. Dragon) . O experimento foi conduzido sob delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial testando soluções de manutenção com tiossulfato de prata (STS), sob cinco níveis (Água destilada; STS a 0,2 mM; STS a 0,2 mM + sacarose a 50 g L-1; STS a 0,4 mM; STS a 0,4 mM + sacarose a 50 g L-1); e data de amostragem, por três níveis (0; 3; 6 dias). Utilizaram-se três repetições com duas hastes florais em cada tratamento. Foram feitas avaliações físicas: coloração, massa fresca e conteúdo relativo de água (CRA); avaliações químicas: açúcares redutores e pigmentos; e avaliações qualitativas: turgescência, cor das flores, e número de botões, flores entreabertas e abertas. O tratamento com 0,2 mM de STS possibilitou melhor manutenção da massa fresca das hastes. A concentração de pigmentos e carboidratos redutores foi maior naqueles tratamentos em que a sacarose foi associada. A coloração e o conteúdo relativo de água foram favorecidos nos tratamentos STS a 0...

Soluções de manutenção na pós-colheita de Chrysanthemum morifolium cv. Dragon

Spricigo, Poliana Cristina; Mattiuz, Ben-Hur; Pietro, Júlia de; Mattiuz, Claudia Fabrino Machado; Oliveira, Maria Elisa Morais de
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras (UFLA) Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 1238-1244
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75.67%
O desenvolvimento e uso de técnicas que prolonguem a durabilidade das flores, mantendo a qualidade do produto, é imprescindível para redução de perdas pós-colheita. Objetivou-se, neste trabalho, avaliar soluções de manutenção, associadas ou não a sacarose, na manutenção da qualidade pós-colheita de hastes de crisântemos. O experimento foi conduzido sob delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial, com cinco tratamentos e três repetições, com 2 hastes florais cada uma. Os tratamentos utilizaram água destilada; 8-HQC a 100 mg L-1; 8-HQC a 100 mg L-1 + sacarose a 50 g L-1, 8-HQC a 200 mg L-1; 8-HQC a 200 mg L-1 + sacarose a 50 g L-1. Foram feitas avaliações físicas: coloração, massa fresca e conteúdo relativo de água (CRA); avaliações químicas: açúcares redutores e pigmentos; e avaliações qualitativas: turgescência, cor das flores, e número de botões, flores entreabertas e abertas. A combinação de 8-HQC 200 mg L-1 + sacarose a 50 g L-1 foi a que apresentou melhor desempenho para a manutenção da qualidade das hastes florais, favorecendo a abertura de botões e a turgescência das lígulas. A sacarose contribuiu para uma melhor manutenção de substâncias de reserva na haste, que tiveram a sua vida de vaso estendida.; The development and use of techniques that extend the life vase of the flowers...

Influência do etileno e do 1-MCP na senescência e longevidade das inflorescências de esporinha

Santos,Vanessa Rebouças dos; Finger,Fernando Luiz; Barbosa,José Geraldo; Barros,Raimundo Santos
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 PT
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65.82%
A aplicação de etileno e do 1-metilciclopropeno (1-MCP) têm efeitos marcantes sobre a abscisão e a longevidade em vaso das inflorescências de esporinha (Consolida ajacis). O etileno acelerou a abscisão das flores em concentrações iguais ou superiores a 1,0 mg L-1 de Ethrel quando pulverizado por duas horas em intervalos de 30 minutos. As concentrações de 100 e 1.000 mg L-1 de Ethrel induziram imediata abscisão das flores, reduzindo a longevidade de 4,4 dias nas flores-controle para 1,8 e 1,2 dias respectivamente. O tratamento com 1-MCP (0,5 g m-3 de SmartFreshTM) foi eficiente em retardar o início da abscisão das flores, mesmo quando 100 mg L-1 Ethrel foi pulverizado imediatamente após a aplicação do 1-MCP. Flores tratadas exclusivamente com 1-MCP ou tratadas antes do Ethrel tiveram a longevidade estendida em 33% em relação ao controle. Houve redução da eficiência do 1-MCP, em estender a longevidade, se aplicado após a pulverização com Ethrel, comparado com o tratamento de 1-MCP isoladamente ou 1-MCP seguido de Ethrel. Esse efeito demonstra que 1-MCP não foi capaz de bloquear completamente os receptores do etileno.

Vida de prateleira de minicrisântemos em vaso tratados com tiossulfato de prata

Barbosa,José Geraldo; Tavares,Ana Rita Rangel; Finger,Fernando Luiz; Leite,Roberto de Aquino
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2005 PT
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96.07%
Para estender a vida de plantas envasadas, soluções preservativas são aspergidas diretamente na parte aérea da planta, destacando-se as soluções à base de prata, as quais atuam como inibidoras da ação do etileno. Assim, para avaliar a eficácia desse metal na vida de prateleira de minicrisântemo de vaso, variedades Rage, Summer Time e Davis, utilizou-se o tiossulfato de prata (STS) nas concentrações 0,5, 1,0, 1,5 e 2,0 mM. O ensaio foi montado no delineamento em blocos casualizados, com arranjo fatorial (3 variedades X 4 concentrações), mais o controle, que consistiu da aplicação de água destilada. Foram avaliados os números de dias para abertura da primeira inflorescência, dias para início da vida de prateleira e descarte, vida de vaso e a vida de prateleira. A senescência de 50% das inflorescências determinou o ponto de descarte para as variedades, recomendando-se usar STS na concentração 0,5 mM para aumentar a longevidade da variedade Rage.

Influência da temperatura na respiração, produção de etileno e longevidade de inflorescências de esporinha

Finger,Fernando Luiz; Santos,Vanessa Rebouças dos; Barbosa,José Geraldo; Barros,Raimundo Santos
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 PT
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85.89%
O objetivo do trabalho foi avaliar a influência da temperatura na respiração e produção de etileno em inflorescências de esporinha (Consolida ajacis), e se a produção de CO2 poderia ser utilizada como indicador da longevidade das flores. As hastes foram colhidas, colocadas em vasos e armazenadas em temperatura de 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35, e 40ºC até a completa senescência das flores. Ocorreu variação temporal similar na respiração e produção de etileno em função da elevação da temperatura, com produção máxima de 1.854 mL CO2 kg-1 h-1 e de 11,28 mL C2H4 kg-1 h-1 a 30 ºC e 40 ºC, respectivamente. O fator Q10 da respiração entre 5 e 30 ºC oscilou entre os valores de 1,11 e 2,89, semelhante a outros produtos hortícolas. A longevidade das flores foi inversamente proporcional ao aumento da temperatura entre 5 e 30 ºC. A vida de vaso estimada da esporinha foi reduzida de 11,9 para 4,1 dias com o aumento da temperatura de armazenamento de 5 para 30 ºC. A longevidade das flores mantidas a 35 e 40 ºC foi semelhante a das flores armazenadas a 30 ºC.

Manutenção da qualidade de rosas cortadas cv. Vega em soluções conservantes

Pietro,Júlia de; Mattiuz,Ben-Hur; Mattiuz,Claudia FM; Rodrigues,Teresinha de JD
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 PT
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75.67%
A rosa é considerada uma das flores de corte mais tradicionais e requisitadas no mercado mundial. Entretanto, após o corte, essas flores tornam-se altamente perecíveis devido à elevada atividade metabólica que conduz aos processos de senescência. Assim, o experimento foi realizado para verificar o efeito do uso de soluções conservantes na fisiologia pós-colheita de rosas vermelhas cortadas cultivar Vega. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial composto por dois fatores: sete tratamentos pós-colheita e quatro datas de avaliação. As flores permaneceram nas seguintes soluções de manutenção: 1) Água destilada; 2) 8-hidroxiquinolina (200 mg L-1); 3) 8-hidroxiquinolina (200 mg L-1) + Sacarose (20 mg L-1); 4) Ácido cítrico (75 mg L-1); 5) Ácido cítrico (75 mg L-1) + Sacarose (20 mg L-1); 6) 6-benziladenina (60 mg L-1); 7) 6 benziladenina (60 mg L-1) + Sacarose (20 mg L-1). Foram realizadas análises qualitativas e fisiológicas ao longo do período de avaliação. O tratamento com 8-hidroxiquinolina e ácido cítrico revelaram-se mais promissores para manter a qualidade e prolongar a vida de vaso das flores, o que foi evidenciado pela menor perda de massa fresca, atividade respiratória e conteúdo relativo de água; melhor manutenção do conteúdo de carboidratos solúveis e redutores...

Abertura floral de Dendranthema grandiflora Tzvelev. ´Bronze Repin´após rmazenamento a frio seguido de “pulsing”

Bellé,Rogério Antônio; Mainardi,Jucelma de Cássia Câmara Tolotti; Mello,Josué Benetti; Zachet,Divar
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 PT
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95.93%
Visando estudar a abertura de inflorescências e a vida de vaso de crisântemo (Dendranthema grandiflora Tzvelev. ‘Bronze Repin’) colhido precocemente, montou-se um experimento em delineamento inteiramente casualizado bifatorial 2 x 6 com cinco repetições, realizado no Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Santa Maria. As hastes foram armazenadas a 2ºC ou 5ºC por sete dias, sendo em seguida tratadas com soluções de “pulsing” por 24h e mantidas em vasos com água de torneira, renovada a cada dois dias. As soluções utilizadas foram: Água (testemunha); Tiosulfato de Prata-STS 11mg.L-1 (Crysal AVB); Ácido Giberélico-GA3 50mg.L-1 (Pro-gibb); Hipoclorito de Sódio-NaOCl 200mg.L-1; 8-Hidroxiquinolina-8-HQ 100mg.L-1; Tiabendazole-TIBA 100mg.L-1(Tecto 100). Com exceção da testemunha, as outras soluções continham 2% de Sacarose. Com estes tratamentos, observou-se que não foi possível uma abertura perfeita da inflorescência, mas a vantagem foi de prolongar a sua vida, podendo-se colocá-las no mercado num momento mais oportuno.

Crescimento, desenvolvimento e retardamento da senescência foliar em girassol de vaso (Helianthus annuus L.): fontes e doses de nitrogênio

Fagundes,Joelma Dutra; Santiago,Gisele; Mello,Anderson Machado de; Bellé,Rogério Antônio; Streck,Nereu Augusto
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 PT
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86.03%
O girassol é a quarta oleaginosa em produção de grãos no mundo e alguns genótipos são usados com finalidade ornamental para flor de corte e de vaso (girassol de vaso). O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito de diferentes fontes e doses de nitrogênio sobre alguns parâmetros de crescimento, desenvolvimento e no retardamento da senescência das folhas basais em girassol de vaso. Um experimento foi conduzido em casa de vegetação, em Santa Maria, RS. Os tratamentos foram: uréia, nitrato de amônio e nitrato de cálcio nas doses de 0, 50, 100 e 150mg L-1 de N na solução de fertirrigação, com duas aplicações semanais. O experimento foi um bi-fatorial (fontes e doses de N) no delineamento inteiramente casualizado, com seis repetições. Cada repetição foi um vaso no 15 (1,3L, 15cm de altura) com uma planta por vaso. As variáveis analisadas foram: número final de folhas, altura final de plantas, porcentagem de folhas senescentes no ponto de venda, porcentagem de folhas senescentes no final de vida de vaso, área foliar total da planta, filocrono e a soma térmica acumulada da emergência ao botão visível e da emergência ao ponto de venda. A fonte de N tem influência sobre a área foliar do girassol de vaso, sendo a uréia recomendável para o maior crescimento das folhas. A dose de N em torno de 100mg L-1 aplicada duas vezes por semana via fertirrigação favorece características desejáveis para a comercialização...

Soluções conservantes em sorvetão pós-colheita

Santos,Maria Herbênia Lima Cruz; Santoz,Emanuel Ernesto Fernandes; Lima,Giuseppina Pace Pereira
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2008 PT
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75.93%
O objetivo deste trabalho foi estudar alguns aspectos da fisiologia pós-colheita de inflorescências de sorvetão cultivadas no Submédio São Francisco. Hastes florais recém-colhidas foram submetidas a diferentes tratamentos (água destilada; 75mg L-1 de nitrato de prata - AgNO3; 1000mg L-1 de cloreto de cobalto - CoCl2; 5mg L-1 de ácido giberélico - GA3 - Progibb® e 10mg L-1 de 6-Benzilaminopurina - BAP), em ambiente com temperatura e umidade controlada por 15 dias. A vida pós-colheita foi acompanhada a partir da escala de notas, da massa da matéria fresca e do consumo da solução conservante. O tratamento com AgNO3 em hastes de sorvetão, foi o mais eficiente na manutenção da vida de vaso de sorvetão, porém, devido a sua toxidez, recomenda-se o uso de GA3.

Reidratação de inflorescências de boca-de-leão após o armazenamento refrigerado e seco

Vieira,Luciana Marques; Santos,Joice Simone dos; Finger,Fernando Luiz; Barbosa,José Geraldo; Cecon,Paulo Roberto
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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76.02%
O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes soluções sobre a reidratação e longevidade de inflorescências de boca-de-leão após armazenamento refrigerado a seco. As hastes foram colhidas com seis a sete flores abertas e, após 24 horas em água, foram embaladas em papel-craft, acondicionadas em sacos plásticos perfurados e armazenadas a 5°C por dois, quatro ou seis dias. Após o período de armazenamento a frio, as hastes foram colocadas em recipientes contendo 400mL de (1) água desionizada (controle), (2) solução de Flower® (Ecoplanet, SC) ou (3) solução preparada com 20g L-1 sacarose + 150mg L-1 ácido cítrico + 200mg L-1 de 8-HQC. As soluções foram trocadas a cada 48 horas, quando foi realizado o corte a 2cm na base da haste. Foi estabelecido o fim da vida de vaso quando as inflorescências apresentavam 50% de abscisão ou murcha das flores. A longevidade das inflorescências diferiu com o tempo de armazenamento e com a solução de vaso utilizada. A maior vida de vaso foi obtida quando as hastes foram armazenadas por dois dias e, posteriormente mantidas em solução de sacarose+ácido cítrico+8-HQC. A solução de Flower® propiciou ganho de massa fresca e aumento do teor relativo de água das pétalas durante a reidratação. O uso apenas de água desionizada não foi eficiente em manter a qualidade das inflorescências de boca-de-leão...

Inibidor da ação do etileno na conservação pós-colheita de Chrysanthemum morifolium Ramat cv. Dragon

Spricigo,Poliana Cristina; Mattiuz,Ben-Hur; Pietro,Júlia de; Mattiuz,Claudia Fabrino Machado; Oliveira,Maria Elisa Morais de
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2010 PT
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75.67%
A durabilidade e a qualidade pós-colheita de flores de corte são atributos fundamentais na sua valoração ao longo da cadeia produtiva e na satisfação dos consumidores. Objetivou-se, nesta pesquisa, verificar o efeito do tiossulfato de prata, associado ou não à sacarose, na manutenção da qualidade pós-colheita de hastes de crisântemos (Chrysanthemum morifolium Ramat cv. Dragon) . O experimento foi conduzido sob delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial testando soluções de manutenção com tiossulfato de prata (STS), sob cinco níveis (Água destilada; STS a 0,2 mM; STS a 0,2 mM + sacarose a 50 g L-1; STS a 0,4 mM; STS a 0,4 mM + sacarose a 50 g L-1); e data de amostragem, por três níveis (0; 3; 6 dias). Utilizaram-se três repetições com duas hastes florais em cada tratamento. Foram feitas avaliações físicas: coloração, massa fresca e conteúdo relativo de água (CRA); avaliações químicas: açúcares redutores e pigmentos; e avaliações qualitativas: turgescência, cor das flores, e número de botões, flores entreabertas e abertas. O tratamento com 0,2 mM de STS possibilitou melhor manutenção da massa fresca das hastes. A concentração de pigmentos e carboidratos redutores foi maior naqueles tratamentos em que a sacarose foi associada. A coloração e o conteúdo relativo de água foram favorecidos nos tratamentos STS a 0...

Soluções de manutenção na pós-colheita de Chrysanthemum morifolium cv. Dragon

Spricigo,Poliana Cristina; Mattiuz,Ben-Hur; Pietro,Júlia De; Mattiuz,Claudia Fabrino Machado; Oliveira,Maria Elisa Morais de
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2010 PT
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75.67%
O desenvolvimento e uso de técnicas que prolonguem a durabilidade das flores, mantendo a qualidade do produto, é imprescindível para redução de perdas pós-colheita. Objetivou-se, neste trabalho, avaliar soluções de manutenção, associadas ou não a sacarose, na manutenção da qualidade pós-colheita de hastes de crisântemos. O experimento foi conduzido sob delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial, com cinco tratamentos e três repetições, com 2 hastes florais cada uma. Os tratamentos utilizaram água destilada; 8-HQC a 100 mg L-1; 8-HQC a 100 mg L-1 + sacarose a 50 g L-1, 8-HQC a 200 mg L-1; 8-HQC a 200 mg L-1 + sacarose a 50 g L-1. Foram feitas avaliações físicas: coloração, massa fresca e conteúdo relativo de água (CRA); avaliações químicas: açúcares redutores e pigmentos; e avaliações qualitativas: turgescência, cor das flores, e número de botões, flores entreabertas e abertas. A combinação de 8-HQC 200 mg L-1 + sacarose a 50 g L-1 foi a que apresentou melhor desempenho para a manutenção da qualidade das hastes florais, favorecendo a abertura de botões e a turgescência das lígulas. A sacarose contribuiu para uma melhor manutenção de substâncias de reserva na haste, que tiveram a sua vida de vaso estendida.

Efeito da vibração na qualidade de lirios orientais em vaso; Efects of vibration on quality of pot lities

Tais de Oliveira Pelegrina Lopes
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/02/2009 PT
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65.94%
No Brasil a perda de produtos agrícolas na produção e comercialização pode chegar a 30% devido, aos danos mecânicos ocorridos, durante a colheita, o transporte e o armazenamento, resultando em matérias primas não comerciáveis. As más condições de transporte estão relacionadas a falta de capacitação na maioria dos segmentos da cadeia, ao mal estado de conservação das estradas, caminhões com suspensões inadequadas para a maioria dos produtos, motoristas mal-treinados e quebras na cadeia do frio. O setor de flores e plantas ornamentais vem apresentando destaque na economia brasileira nos últimos anos, devido ao grande volume de produção e exportação de flores de corte e vaso. Vasos de lírios são expostos ao estresse mecânico tais como vibrações durante o transporte, ocasionando danos mecânicos nos tecidos das plantas e influenciando em sua resposta fisiológica e vida útil. As embalagens que condicionam os produtos e o modo de manuseá-las também não são apropriadas para garantir a qualidade do produto. Os objetivos deste trabalho foram identificar os tipos de danos mecânicos gerados por vibração, simulando o transporte rodoviário em lírios orientais 'Muscadet' em vasos utilizando uma mesa vibratória. Foi proposto um critério de notas de aparência para avaliação dos mesmos e investigação da mudança de coloração das pétalas e botões como indicador de estádio de maturação e senêscencia com auxilio de um colorímetro. Os lírios em dois estádios de maturação...

Soluções conservantes prolongam a vida de vaso de inflorescências cortadas de boca-de-leão

Vieira,Luciana Marques; Mendes,Teresa Drummond Correia; Finger,Fernando Luiz; Barbosa,José Geraldo
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2010 PT
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96.12%
O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de soluções de vaso na longevidade pós-colheita de inflorescências de boca-de-leão. Hastes de boca-de-leão ('Potomac White'), colhidas com seis a sete flores abertas na inflorescência, foram condicionadas em: (1) água desionizada a 20°C (controle); (2) água quente a 43°C, por uma hora, seguida de água desionizada (20°C) como solução de vaso; (3) solução de Flower® a 20°C; (4) solução de vaso preparada com 200mg L-1 de 8-HQC+20g L-1 sacarose+150mg L-1 ácido cítrico a 20°C; (5) água quente (43°C) por uma hora e Flower® em solução de vaso (20°C); e (6) água quente (43°C) por uma hora e solução contendo 200mg L-1 de 8-HQC+20g L-1 sacarose+150mg L-1 ácido cítrico como solução de vaso (20°C). A vida de vaso das inflorescências de boca-de-leão variou de três a sete dias de acordo com o tratamento utilizado. A maior longevidade foi obtida com a solução contendo 8-HQC, sacarose e ácido cítrico, tratamento que não comprometeu a abertura floral. Além disso, as inflorescências condicionadas nessa solução apresentaram ganho de massa fresca superior à massa daquelas mantidas em água desionizada ou Flower®, a partir de 24 horas...

Qualidade de rosas de corte tratadas com produtos naturais

Pietro,Júlia De; Mattiuz,Ben-Hur; Mattiuz,Claudia Fabrino Machado; Rodrigues,Teresinha de Jesus Deléo
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2012 PT
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75.67%
O uso de produtos naturais como conservantes florais vem contribuir para a redução do uso indiscriminado de produtos químicos potencialmente tóxicos. Assim, objetivou-se neste trabalho testar soluções para manter a qualidade e aumentar a durabilidade comercial de rosas vermelhas cortadas da cv. 'Vega'. Foi empregado o delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial composto por seis tratamentos pós-colheita e quatro datas de avaliação. Os tratamentos realizados foram os seguintes: 1) Água destilada; 2) Metil jasmonato (350µM); aplicado na forma de pulsing, por quatro horas; 3) Pulverização de Metil jasmonato (500µM); 4) Óleo de menta (100ppm); 5) Óleo de gengibre (100ppm); e 6) Própolis (0,05%), utilizados na forma de solução de manutenção. As flores foram mantidas em ambiente com temperatura de 20±2°C e umidade relativa de 67±3%. Procedeu-se a avaliações fisiológicas e qualitativas. De modo geral, os produtos naturais apresentaram ação benéfica sobre a vida de vaso das flores, entretanto, o uso do metil jasmonato em pulverização mostrou, em todos os parâmetros avaliados, ser o produto mais eficiente para manutenção da qualidade floral, promovendo menor perda de massa fresca e menor taxa respiratória das flores...

Conservantes florais comerciais nas soluções de manutenção de hastes florais de gérbera de corte

Schmitt,Fernanda; Milani,Marília; Duarte,Valmir; Schafer,Gilmar; Bender,Renar João
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
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As flores de corte são produtos altamente perecíveis e sua vida pós-colheita deve ser prolongada ao máximo para garantir a fidelidade dos consumidores. Uma possível medida para ampliar o período pós-colheita é a adição de fontes exógenas como biocidas, açúcares e substâncias acidificantes, compostos presentes nos conservantes florais comerciais. Nesse sentido, objetivou-se avaliar a eficácia do uso de conservantes florais na longevidade pós-colheita e na redução do número de bactérias em hastes florais de gérbera de corte. Seis hastes florais por unidade experimental de gérberas 'Essandre', colhidas em produtor comercial, foram condicionadas em frascos de vidro com 1L das seguintes soluções: T1 - água destilada (tratamento testemunha); T2-1,0% (v/v) Flower(r); T3-1,5% (v/v) Flower(r); T4-1,0% (v/v) Flower Plus(r); T5-1,5% (v/v) Flower Plus(r); e T6-1 tablete de Florissant 500(c). Ao final de 7 dias, observou-se o conteúdo de carboidratos totais e, ao final do experimento: a longevidade; a massa fresca relativa; e a absorção de solução. Nas soluções de vaso, durante o período experimental...

Armazenamento refrigerado de inflorescências cortadas de Oncidium varicosum 'Samurai'

Mattiuz,Claudia Fabrino Machado; Rodrigues,Teresinha de Jesus Deléo; Mattiuz,Ben-Hur; Pietro,Júlia de; Martins,Ramilo Nogueira
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2010 PT
Relevância na Pesquisa
75.67%
A eficiência da baixa temperatura no prolongamento da vida de vaso de várias flores de corte tem sido bastante estudada. No entanto, o efeito da temperatura depende da duração do armazenamento e da espécie floral. O experimento foi realizado objetivando avaliar a longevidade e as alterações metabólicas ocorridas durante o armazenamento refrigerado de inflorescências cortadas de Oncidium varicosum 'Samurai', armazenadas em diferentes temperaturas (5, 10 e 20°C). Foram avaliados os seguintes parâmetros: conteúdo relativo de água, carboidratos solúveis e açúcares redutores, conteúdo de carotenóides, coloração e longevidade. Os resultados indicaram diferenças nos parâmetros avaliados nas três temperaturas de armazenamento. As flores de Oncidium varicosum 'Samurai', armazenadas a 5°C, apresentaram melhor manutenção da qualidade do que nas outras temperaturas, o que foi evidenciado pela menor redução do conteúdo relativo de água, melhor manutenção do conteúdo de carotenóides, dos carboidratos solúveis e açúcares redutores, coloração e maior longevidade.