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Da velhice da praça a velhice da roça : revisitando mitos e certezas sobre velhos e familias na cidade e no rural; The age of the age the square country : revisiting certainties on myths and old families in the city and country

Adriana de Oliveira Alcantara
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
PT
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A questão central desta pesquisa foi saber como as trocas intergeracionais de apoio familiar se configuravam em unidades domésticas, compostas de, pelo menos, três gerações, no meio rural e urbano, levando em conta a oposição cunhada por Camarano entre "família de idosos", em que o chefe da unidade doméstica é o idoso, e "família com idosos", em que o idoso é parente do chefe. Com base em etnografias realizadas em Fortaleza (CE) e no Distrito de Jordão (Sobral-CE), o trabalho aponta as singularidades do processo de envelhecimento nesses dois contextos. A descrição do cotidiano de tais famílias, dos significados atribuídos às relações entre gerações e do impacto das transformações acarretadas pelo direito à aposentadoria exige uma revisão de determinadas convenções, pois as experiências aqui trazidas revelam-se de tal modo heterogêneas, que bloqueiam a tentativa de padronizar seja a família, seja a velhice; The central question of this research was how the Intergeneration relations of family support is configured in households composed of at least three generations in country and urban areas, taking into account the opposition coined by Camarano and "family nursing" in which the head of household is elderly and "elderly family" in which the elderly is related to the head. Based on ethnographic studies conducted in Fortaleza (CE) and the District of Jordan (Sobral-CE)...

Envelhecer num pais de jovens : significados de velho e velhice segundo brasileiros não idosos

Anita Liberalesso Neri
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Livre Docência Formato: application/pdf
Publicado em //1988 PT
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Foi desenvolvido um estudo de levantamento com 4.300 brasileiros - 1.550 homens e 2.750 mulheres (de 13 a 18; 19 a 24; 25 a 34 e 35 a 45 anos de idade). Os objetivos foram: a) ava¬liar dimensões de significado associadas aos conceitos "O Ve¬lho É" e "Quando Eu For Velho Eu Serei", bem como atitudes frente a velhice; b) avaliar a qualidade e a intensidade des¬ses eventos mediadores; c) avaliar relações entre os signifi¬cados e atitudes, e com as variáveis sexo, idade, nível de escolaridade e região geográfica de residência dos sujeitos; d) avaliar o critério de categorização etária utilizado pelos informantes em relação a velhos, bem como suas relações com os significados e atitudes encontrados e as variáveis dos sujei¬tos. Os dados foram coletados por intermédio de uma Escala Diferencial Semântica (Neri, 1986) avaliando os conceitos "0 Velho É" e "Quando Eu Ficar Velho Eu Serei"; o Inventário Sheppard de Atitudes de Pessoas Não-Idosas, Em Relação à Velhice (Sheppard, 1980), e uma pergunta sobre categorização etária. Os resultados foram: a) A analise fatorial sobre os dados de "O Velho É" resultou numa estrutura de 5 fatores: 1. Instrumentalidade-Ineficácia; 2. Autonomia – Dependência; 3. Valorização-Desvalorização; 4. Desejabilidade-Rejeição e 5. Adaptação-Desadaptação; b) Os dois primeiros fatores explicaram a variância dos significados de "Quando Eu Ficar Velho Eu Serei"; c) Os sujeitos foram significantemente mais positivos ao avaliar este conceito do que o primeiro; d) A analise fatorial das atitudes frente à Velhice revelou 4 fatores: 1. É possível ser feliz na velhice; 2. A velhice prenuncia dependência...