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Imunidade ativa e passiva em suínos vacinados contra a leptospirose. Emprego de vacina experimental de subunidade e duas bacterinas comerciais de bactérias completas; Active and passive immunity in swine vaccinated against leptospirosis. Use of an experimental subunit vaccine and two commercial whole culture bacterins

Soto, Francisco Rafael Martins
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 18/12/2006 PT
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46.44%
Foi avaliado o desempenho de vacina de subunidade e bactéria completa antileptospirose em matrizes suínas analisando-se os níveis de anticorpos aglutinantes e neutralizantes. A intensidade e duração da imunidade passiva nos leitões, e ativa nas matrizes suínas foi investigada pela soroaglutinação microscópica (SAM) e teste de inibição de crescimento de leptospiras (ICL) em grupos de animais tratados com vacina experimental de subunidade e leptospira completa produzida com a mesma estirpe e com duas bacterinas comerciais. O experimento foi realizado em duas fases, na primeira, sendo utilizadas 33 matrizes. Os animais foram divididos em três grupos: grupo 1 (n=11):controle; grupo 2 (n=11): recebeu duas doses, em intervalo de 30 dias, de vacina anti-leptospirose constituída da subunidade de lipopolissacarídeo (LPS) de leptospira sorovar Canicola. Grupo 3 (n=11): recebeu duas doses, em intervalo de 30 dias, de uma bacterina de bactérias completas antileptospirose. Na segunda fase foram utilizadas 24 matrizes. Os animais foram divididos em três grupos: Grupo A (n=08): recebeu duas doses, em intervalo de 30 dias, de bacterina comercial anti-leptospirose A. Grupo B (n=08): recebeu duas doses, em intervalo de 30 dias, de bacterina comercial antileptospirose B e Grupo C (n=08): controle. Tanto na primeira fase como na segunda...

Poder imunogênico de bacterina experimental anti leptospirose canina: ensaio em hamsters desafiados com estirpes de leptospiras dos sorovares Copenhageni e Canicola isoladas no Brasil; Immunogenic power of an experimental canine antileptospirosis bacterin: assay in hamsters challenged with strains of leptospiras serovars Copenhageni and Canicola isolated in Brazil

Mucciolo, Giancarlo Balotim
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/09/2010 PT
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46.61%
A proteção induzida por uma vacina comercial anti-leptospirose importada, bivalente produzida com estirpes de referência dos sorovares Icterohaemorrhagiae e Canicola, foi comparada a promovida por uma bacterina experimental, bivalente produzida com as estirpes autóctones M64/06 e LO-4, respectivamente dos sorovares Copenhageni e Canicola, isoladas no Brasil e tipificadas com anticorpos monoclonais produzidos pelo Royal Tropical Institut, Laboratório de Referência da Organização Mundial de Saúde. O ensaio foi conduzido pelo teste de potência com desafio em hamsters. A vacina experimental, bivalente foi inativada com fenol a 37%, ajustada para concentração de 108 leptospiras por mL, por sorovar e produzida nas versões com e sem adjuvante hidróxido de alumínio a 0,15%. Os hamsters foram imunizados com 0,25 mL de vacina, via subcutânea em duas aplicações com 15 dias de intervalo. Os desafios foram efetuados com as estirpes LO4 (Canicola) ou L1-130 (Copenhageni) isoladas no Brasil, respectivamente nas diluições de 10-3 e 10-1 no volume de 0,5 mL via intraperitoneal por animal, 15 dias após a última dose da vacina. A estirpe de desafio do sorovar Copenhageni foi caracterizada, por anticorpos monoclonais, como idêntica a M64/06 e foi escolhida devido a apresentar melhor regularidade em termos de patogenicidade para os hamsters. Decorridos 20 dias do desafio os hamsters sobreviventes foram eutanasiados em câmara de CO2...

Caracterização da resposta imune celular induzida pela imunização experimental com antígenos recombinantes de  Plasmodium vivax; Characterization of the cellular immune response induced by experimental immunization with recombinant antigens of Plasmodium vivax.

Casale, Patricia Ostermayer Athayde
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 22/11/2013 PT
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36.36%
A malária continua sendo um dos maiores problemas de saúde pública no mundo e apesar dos muitos esforços no combate a doença, as estratégias disponíveis hoje ainda não foram capazes de controlar com eficiência sua disseminação global. Por isso o desenvolvimento de uma vacina é de extrema importância. Devido a complexidade do ciclo do parasita, consideramos que uma formulação vacinal eficaz para a indução de resposta imune protetora contra o P. vivax deverá conter regiões de antígenos de vários estágios do parasita. Dentre os vários antígenos da fase sanguínea do plasmódio identificados, o Antígeno 1 de Membrana Apical (AMA1), a porção C-terminal da Proteína 1 de Superfície do Merozoíto (MSP119) e as proteínas da família MSP3 têm se mostrado promissores. Portanto, o objetivo deste estudo foi caracterizar a resposta imune celular induzida em camundongos pela imunização experimental com antígenos de P. vivax candidatos a vacina, tendo como foco principal a combinação das proteínas AMA1, MSP119 e MSP3β. Inicialmente, as imunizações experimentais com a combinação dos 3 antígenos foram realizadas na presença de Adjuvante Incompleto de Freund (AIF) em camundongos C57BL/6. Os camundongos imunizados não apresentaram respostas significativas com proliferação e secreção de IFN-γ por linfócitos T CD4+ e CD8+ após estimulação in vitro com as proteínas recombinantes ou peptídeos sintéticos baseados na proteína AMA1. Por outro lado...

Immunoprophylactic strategies against enterotoxemia caused by Clostridium perfringens type D in goats

Veschi, Josir Laine A.; Dutra, Iveraldo S.; Miyakawa, Mariano E. Fernandez; Perri, Silvia Helena V.; Uzal, Francisco A.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 51-54
ENG
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36.37%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Foi avaliada a resposta sorológica de vacina experimental contra a enterotoxemia em quatro grupos de caprinos. O Grupo 1 recebeu colostro de vacas não vacinadas e nenhuma dose de vacina. Os Grupos 2, 3 e 4 receberam colostro de vacas vacinadas, e uma dose de vacina aos 80 dias de idade nos Grupos 3 e 4. O Grupo 4 recebeu a segunda dose de vacina aos 120 dias de idade. Os níveis de anticorpos séricos foram avaliados pelo ELISA nas vacas antes e depois do parto e nos caprinos aos 3, 80, 120 e 160 dias de idade. Não houve diferença significativa nos níveis de anticorpos séricos das vacas vacinadas e não vacinadas, assim como entre os quatro grupos de caprinos avaliados aos três dias de vida. Os Grupos 3 e 4 apresentaram títulos médios de anticorpos de 0,6 UI/mL e 1,1 UI/mL, respectivamente, aos 40 dias após a primovacinação. A resposta vacinal do grupo 4, 40 dias após o reforço, foi de 1,8 UI/mL, superior ao Grupo 3 que foi de 0,2 UI/mL. Portanto, no esquema proposto, o uso de colostro não induziu a imunização passiva dos cabritos. No entanto, a primovacinação e reforço 40 dias após desencadearam níveis de anticorpos considerados satisfatórios.; The serological response to an experimental vaccine against Clostridium perfringens type D enterotoxemia was evaluated in four groups of goats. Group 1 received colostrum from unvaccinated cows and no vaccine. Groups 2...

Systemic and local antibodies induced by an experimental inactivated vaccine against bovine herpesvirus type 1

Cilento, Maria do Carmo; Pituco, Edviges Maristela; Jordão, Ricardo Spacagna; Ribeiro, Cláudia Pestana; Marchiori Filho, Moacir; Montassier, Helio Jose
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Publicador: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 307-313
ENG
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56.37%
Uma vacina experimental inativada contra o herpesvírus bovino tipo 1 (BoHV-1) foi produzida com o objetivo de se avaliar a resposta imune humoral local e sistêmica contra o BoHV-1, em 12 novilhas soronegativas, após a vacinação e a revacinação. Os soros foram submetidos à prova de vírus-neutralização para quantificação do título de anticorpos neutralizantes e a um ELISA para detecção de IgG1 e IgG2. Os swabs nasais também foram submetidos ao ELISA para detecção de IgG1 e IgG2 na secreção nasal. Os resultados demonstraram que títulos de anticorpos neutralizantes foram induzidos após a revacinação, em níveis moderados a altos, permanecendo em níveis significativos no soro sanguíneo e na secreção nasal até o dia 114 pós-vacinação. O IgG2 foi o isótipo predominante na maior parte do período pós-vacinação, tanto na secreção nasal, como no compartimento sistêmico. A vacina experimental inativada contra o BoHV-1 estimulou níveis de anticorpos potencialmente protetores dos isótipos IgG1 e IgG2, tanto no compartimento sistêmico, como nas mucosas.; An experimental inactivated vaccine against bovine herpesvirus-1 (BoHV-1) was produced aiming to evaluate the systemic and local antibody responses in 12 seronegative heifers...

Efeito da vacina gênica para tuberculose(pVAXhsp65) na encefalite autoimune experiemtal

Seger, Juliana
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 85 f.
POR
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36.54%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Doenças Tropicais - FMB; A necessidade de uma vacina mais segura e eficaz para a profilaxia da tuberculose (TB) e consenso na comunidade cientifica. A vacina genica contendo o gene da proteina de choque termico de 65 KDa (hsp65) do Mycobacterium leprae, e denominada pVAXhsp65, vem sendo investigada no Brasil. Esta vacina induz imunidade protetora contra a TB experimental em camundongos e cobaias. Como o gene desta vacina codifica uma proteina altamente conservada, existe a preocupacao de que a mesma induza autoimunidade. O objetivo deste trabalho foi, portanto, investigar se esta vacina modula o desenvolvimento da encefalite autoimune experimental (EAE), que e um modelo para estudo de Esclerose Multipla. Esta investigacao foi feita em tres etapas: padronizacao da EAE em ratos Lewis, caracterizacao da resposta imune induzida pela vacina pVAXhsp65 nestes animais e, finalmente, avaliacao do efeito desta vacina nas caracteristicas clinicas e imunologicas da EAE induzida nestes animais. Ratos Lewis femeas imunizados no coxim plantar com 50 Êg de mielina, associada ao Adjuvante Completo de Freund, desenvolveram doenca tipica, caracterizada por perda acentuada de peso...

Efeito modulador de estratégias vacinais para tuberculose na encefalite autoimune experimental (EAE)

Pezavento, Sofia Fernanda Gonçalves Zorzella
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 130 f.
POR
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36.42%
Pós-graduação em Doenças Tropicais - FMB; A única vacina disponível contra a tuberculose (TB) é o bacilo de Calmette- Guérin (BCG), que é constituída por uma cepa de Mycobacterium bovis vivo atenuado, mas que possui variabilidade de proteção de 0 a 80%. Portanto é necessário o desenvolvimento de novas vacinas para o controle dessa infecção. Dentre as novas formulações profiláticas em teste para TB destacam-se as vacinas gênicas, sendo a DNAhsp65 a vacina investigada por nosso grupo. A DNAhsp65 é uma construção que contém o gene que codifica a proteína de choque térmico de 65KDa do M. leprae. Em virtude da elevada homologia entre a hsp65 micobacteriana e a hsp60 dos mamíferos, pode ocorrer mimetismo antigênico, ou seja, reatividade cruzada entre anticorpos e células T específicas para hsp65 micobacteriana e hsp60 humana. Nesse contexto, nosso grupo tem estudado o possível efeito colateral da DNAhsp65 no desenvolvimento de doenças autoimunes. Neste projeto foi investigado o efeito (proteção, exacerbação ou inocuidade) de diferentes formulações vacinais para TB na encefalite autoimune experimental (EAE). Os objetivos foram caracterizar a resposta imune específica induzida pela DNAhsp65 em ratos Lewis e avaliar o efeito imunomodulador tanto da estratégia clássica de imunização (3 doses de DNAhsp65 por via im) quanto da estratégia prime-boost BCG / DNAhsp65...

Desenvolvimento e avaliação de uma vacina inativada contra estirpe variante brasileira do vírus da bronquite infecciosa aviária

Santos, Romeu Moreira dos
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: xi, 69 p. : il.
POR
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46.48%
Pós-graduação em Medicina Veterinária - FCAV; The infectious bronchitis (BIG) is an infectious disease caused by avian coronavirus (infectious bronchitis virus - IBV) that is widespread among commercial poultry flocks in the world. There are currently in Brazil, a predominance of infections caused by strains of IBV classified in variant genotype (BR-I), which reveal striking differences in antigenicity with regard to the vaccine strain Massachusetts, routinely used in this country. The consequence is a low cross-immunity and lower level of protection against Brazilian field isolates of genotype BR-I. Thus, the main objectives of this study were to formulate an experimental inactivated vaccine with a variant strain of IBV previously characterized as genotype BR-I and added of a new oil adjuvant and test it after an administration, at 1 day old, of a commercial attenuated Massachusetts vaccine, followed by the evaluation of humoral and cellular immune (CMI) responses, as well as the state of protection upon challenge with this variant strain of IBV by histopathological examination and absolute quantification of viral load present in the trachea, and kidneys of these birds vaccinated and challenged with this variant strain. The results of this study demonstrated that this immunoprophylactic approach (vaccination of birds with 1 day old with attenuated commercial vaccine and revaccination at 14 days of age with annual experimental inactivated vaccine) was able to elicit significant increases in the serum and tear levels of anti-IBV antibodies of IgG isotype...

Proteção fetal contra o vírus da diarréia viral bovina (BVDV) em vacas prenhes previamente imunizadas com uma vacina experimental atenuada

Arenhart,Sandra; Silva,Letícia Frizzo da; Henzel,Andréia; Ferreira,Rogério; Weiblen,Rudi; Flores,Eduardo Furtado
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2008 PT
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66.51%
Esse artigo relata a avaliação da resposta sorológica e proteção fetal conferida por uma vacina experimental contendo duas amostras atenuadas do vírus da diarréia viral bovina tipos 1 (BVDV-1) e 2 (BVDV-2). Vacas foram imunizadas com a vacina experimental (n=19) e juntamente com controles não-vacinadas (n=18) foram colocadas em cobertura e desafiadas, entre os dias 60 e 90 de gestação, pela inoculação intranasal de quatro amostras heterólogas de BVDV-1 e BVDV-2. A resposta sorológica foi avaliada por testes de soro-neutralização realizados a diferentes intervalos após a vacinação (dias 34, 78 e 138 pós-vacinação [pv]). A proteção fetal foi monitorada por exames ultra-sonográficos e clínicos realizados durante o restante da gestação; e pela pesquisa de vírus e anticorpos no sangue pré-colostral coletado dos fetos abortados e/ou dos bezerros recém nascidos. No dia do desafio (dia 138 pv), todas as vacas vacinadas apresentavam anticorpos neutralizantes em títulos altos contra o BVDV-1 (1.280- >10.240) e, com exceção de uma vaca (título 20), todas apresentavam títulos médios a altos contra o BVDV-2 (80-1.280). O monitoramento da gestação revelou que, dentre as 18 vacas não-vacinadas, apenas três (16...

Vacina experimental produzida em cultivo celular confere proteção parcial contra o ectima contagioso em ovinos

Schmidt,Candice; Cargnelutti,Juliana Felipetto; Martins,Mathias; Weiblen,Rudi; Flores,Eduardo Furtado
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 PT
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56.37%
O ectima contagioso (também conhecido como orf), é uma doença debilitante de ovinos e caprinos causada pelo vírus do orf (ORFV). A vacinação tem sido usada com relativo sucesso no controle da doença. No entanto, as vacinas atuais contêm amostras virulentas do agente, são produzidas por escarificação cutânea de animais, e apresentam eficácia questionável. Assim, o presente trabalho teve como objetivo produzir e testar a eficácia de uma vacina experimental produzida em cultivo celular. A cepa IA-82 do ORFV foi submetida a 21 passagens em cultivo de células BHK-21 e usada para vacinar ovinos jovens (n=30), por escarificação cutânea na face interna da coxa. A vacinação produziu pústulas e crostas em 16 dos 30 ovinos vacinados, indicando imunização adequada. Noventa dias após a vacinação, ovinos vacinados (n=16) e controles (n=16) foram inoculados com uma cepa virulenta do ORFV (10(6,9)DICC50/mL) após escarificação na comissura labial. Todos os animais desenvolveram lesões típicas de ectima, incluindo hiperemia, vesículas, pústulas e crostas. No entanto, os animais vacinados desenvolveram lesões mais leves e passageiras do que os controles, e os escores clínicos foram estatisticamente diferentes (p<0...

Controle da leptospirose em bovinos de leite com vacina autógena em Santo Antônio do Monte, Minas Gerais

Chiareli,Denise; Cosate,Maria R.V.; Moreira,Elvio C.; Leite,Rômulo C.; Lobato,Francisco C.F.; Silva,José A.da; Teixeira,Juliana F.B.; Marcelino,Andreza P.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 PT
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46.37%
Um surto de leptospirose foi observado em bovinos leiteiros em Santo Antônio do Monte, Minas Gerais. O rebanho apresentava reações positivas anti-leptospira sorovar Hardjo no teste de microaglutinação (MAT) e havia sido vacinado anteriormente com vacina experimental contendo a sorovariedade Hardjo. O MAT revelou 48,06% dos bovinos positivos para sorovariedade Hardjo genótipo Hardjobovis, 36,82% para sorovariedade Hardjo genótipo Hardjoprajitno. Os animais apresentavam aborto e mastite com presença de sangue no leite. A presente pesquisa teve como objetivos isolar as sorovariedades existentes a partir da urina de vacas sorologicamente positivas, elaborar uma vacina experimental com as sorovariedades isoladas no rebanho, avaliar a eficiência do programa de vacinação por um período de dois anos por meio da sorologia do rebanho. Foi isolada Leptospira spp. a partir da urina de duas vacas com sinais sugestivos da doença. As amostras isoladas foram identificadas pela sorologia com anticorpos monoclonais e seqüenciamento do gene 16S rRNA como pertencentes à espécie Leptospira interrogans, sorogrupo Sejroe, sorovariedade Hardjo e genótipo Hardjoprajitno. O uso da vacina autógena foi eficaz no controle da leptospirose no rebanho no período de dois anos. Os resultados da sorologia revelaram ausência de animais positivos na última prova realizada no rebanho.

Anticorpos neutralizantes contra o vírus da Diarréia Viral Bovina (BVDV): comparação entre um imunógeno experimental atenuado e três vacinas comerciais inativadas

Lima,Marcelo de; Vogel,Fernanda Silveira Flôres; Flores,Eduardo Furtado; Weiblen,Rudi
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2005 PT
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36.57%
Os títulos e duração de anticorpos neutralizantes contra o vírus da Diarréia Viral Bovina (BVDV) induzidos por uma vacina experimental atenuada (vacina A: dose única) foram comparados com os induzidos por três vacinas comerciais inativadas (B, C e D: duas doses com intervalo de 30 dias). Trinta dias após a vacinação (vacina A) ou após a segunda dose (vacinas B, C e D), anticorpos neutralizantes contra o BVDV-1 foram detectados em todos os animais (12/12) do grupo A (título médio geométrico GMT=1612,7); em 32 de 36 animais do grupo B (GMT=14,3); 22 de 28 do grupo C (GMT=25,1); e em 16 de 30 do grupo D (GMT=40,0). Anticorpos frente ao BVDV-2 foram detectados em todos os animais do grupo A (GMT=151,0); em 27 de 36 do grupo B (GMT=10,0); 12 de 28 do grupo C (GMT=11,5) e em 10 de 30 animais do grupo D (GMT=10,0). No dia 180 após a vacinação, o número de animais que ainda apresentava anticorpos contra o BVDV-1 e os GMTs para cada grupo foram: vacina A (12/12, GMT=905,0); vacina B (30/36, GMT=28,3); vacina C (20/28, GMT=28,3); vacina D (14/30, GMT=16,1); e contra o BVDV-2 foram: vacina A (12/12, GMT=56,6); vacina B (18/36, GMT=16,8); vacina C (10/28, GMT=21,6) e vacina D (6/30, GMT=16,1). Os títulos médios (GMTs) induzidos pela vacina A foram significativamente superiores aos demais...

Eficácia de vacina inativada contra a doença de Aujeszky: infecção experimental de suínos

CUNHA,Elenice Maria Sequetin; PEIXOTO,Zélia Maria Pinheiro; KOTAIT,Ivanete; BERSANO,Josete Garcia; ISHIZUKA,Massaio Misuno; BACCARO,Maria Regina
Fonte: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia / Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia / Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1998 PT
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36.4%
Uma vacina experimental contra a doença de Aujeszky (DA), inativada e adsorvida em adjuvante oleoso, foi testada em relação à indução de imunidade, grau de proteção clínica e capacidade de reduzir a infecção, após desafio pela via intranasal. Grupos de 6 suínos, com 45 dias de idade, foram vacinados com uma ou duas doses de vacina, pelas vias intramuscular ou subcutânea, sendo mantido um grupo-testemunha, sem vacinação. Todos os suínos vacinados apresentaram títulos de anticorpos neutralizantes, detectáveis através da prova de soroneutralização, sendo estatisticamente superiores nos animais que receberam duas doses de vacina. A vacinação preveniu as manifestações clínicas da doença, após desafio, principalmente nos animais que receberam duas doses de vacina quando comparado com os que receberam 1 dose. Em todos os animais, vacinados e não-vacinados, foi possível a detecção do vírus da doença de Aujeszky (VDA) nas amígdalas, através da técnica de imunofluorescência direta. A porcentagem de amígdalas positivas nos suínos vacinados com duas doses foi inferior quando comparada àquela de suínos não-vacinados, no 2º e 7º dias pós-infecção. Em suínos vacinados com duas doses de vacina, pela via subcutânea...

É possível uma vacina gênica auxiliar no controle da tuberculose?

Rodrigues Júnior,José Maciel; Lima,Karla de Melo; Castelo,Arlete Aparecida Martins Coelho; Martins,Vânia Luiza Deperon Bonato; Santos,Sandra Aparecida dos; Faccioli,Lucia Helena; Silva,Célio Lopes
Fonte: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2004 PT
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36.36%
Vacinas de DNA, ainda em fase de experimentação e testes clínicos, podem se tornar uma importante ferramenta de combate a doenças infecciosas para as quais, até hoje, não existe prevenção segura e eficaz, como a tuberculose. Nos últimos anos vários estudos têm sido dedicados ao desenvolvimento de vacinas de DNA que codificam proteínas de micobactérias, entre as quais destacam-se as que codificam o antígeno 85 (Ag 85) e a proteína de choque térmico de 65 kDa (hsp65). Estes dois antígenos foram os mais estudados apresentando resultados bastante satisfatórios em ensaios pré-clínicos e com grande volume de dados registrados na literatura. Além de proteger contra infecção experimental por Mycobacterium tuberculosis virulenta, a vacina DNA-hsp65 também apresenta atividade terapêutica, ou seja, é capaz de curar os animais previamente infectados, inclusive aqueles com bacilos resistentes a múltiplas drogas. Esta vacina, hoje em avaliação clínica no Brasil também para o tratamento de câncer, é capaz de induzir a produção de citocinas de padrão Th1 tal como IFN- interferon-gama, associadas ao controle da doença. Além disso, a vacina de DNA-hsp65 é capaz de estimular clones de células CD8 citotóxicos e CD4 que podem ser caracterizados como células de memória sendo responsáveis por conferir imunidade duradoura contra a infecção. Quando utilizada na terapia da infecção...

Avaliação de vacina recombinante de ortologo de subolesin em cães contra o carrapato Rhipicephalus snguineus (Latreille, 1806); Subolesin recombinant of ortholog vaccine evaluation in dogs against tick Rhipicephalus sanguineus (Latreille, 1806)

Tsuruta, Suzana Akemi
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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36.45%
O R. sanguineus é o carrapato com a mais ampla distribuição mundial, e representa, a saber, a única espécie do gênero no Brasil. Este ácaro está associado à presença do seu hospedeiro, o cão, e serve de vetor para agentes de várias doenças de elevada importância como a erliquiose e babesiose canina e a febre botonosa e maculosa nos humano. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a eficácia e caracterizar a resposta imune induzida por uma vacina recombinante de subolesin de mosquito e ortologo daquele do carrapato Ixodes scapularis contra o R. sanguineus. Nesta avaliação seis cães foram inoculados com a vacina e seis inoculados apenas com o adjuvante. Os animais foram então desafiados com infestação experimental para avaliar a eficácia da vacina. A reação cutânea dos cães aos carrapatos foi avaliada por histopatologia. Teste cutâneo de hipersensibilidade com antígenos do carrapato foi feito para analisar alterações na resposta imune dos cães vacinados. Títulos de anticorpos contra o antígeno vacinal foram avaliados por ELISA. Apesar de uma diminuição na taxa de recuperação de larvas e ninfas em animais vacinados não houve diferença estatística nos parâmetros biológicos entre os dois grupos experimentais. Os animais vacinados apresentaram hemorragia...

Avalia????o de uma vacina de aplica????o intravaginal contra o Herpesv??rus bovino tipo 5 (BoHV-5) associada a subunidade B recombinante da enterotoxina termol??bil de Escherichia coli (rLTB); Avalia????o de uma vacina de aplica????o intravaginal contra o Herpesv??rus bovino tipo 5 (BoHV-5) associada a subunidade B recombinante da enterotoxina termol??bil de Escherichia coli (rLTB)

SIEDLER, Bianca Sica
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Veterin??ria; Programa de P??s-Gradua????o em Veterin??ria; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Veterin??ria; Programa de P??s-Gradua????o em Veterin??ria; UFPel; BR
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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46.45%
Mucosal immune system represents the initial barrier against many pathogens, including bovine herpesviruses (BoHV). After infection of mucous membranes, mainly nasal and genital, these viruses disseminate locally followed by viremia and neural spread. Innate defense mechanisms along with adaptive immunity confer protection to mucosal surfaces. In this context, secretory IgA (sIgA) plays an essential role in the mucosal humoral immunity, conferring protection to these body surfaces through different mechanisms, including viral neutralization. This class of antibody predominates in the vaginal mucosa of cattle playing an important role in the local defense against infections. Considering the importance of this infection route in herpesviruses pathogenesis, there is a growing interest in the development of vaccines that provide mucosal immunity against these viruses. In the present study, eight cows were divided in two groups (G1 and G2) and inoculated intravaginally with inactivated BoHV-5 associated with recombinant Escherichia coli heat-labile enterotoxin B subunit (rLTB) and xanthan (G1) and inactivated BoHV-5 associated with xanthan (G2). Local and systemic humoral immune response (IgA and IgG) induced after inoculation was measured by indirect ELISA. An increment in the levels of IgA and IgG was detected in sera...

Imunogenicidade e segurança da vacina recombinante de Hepatite B combinada com a vacina BCG; Immunogenicity and safety of conbined recombinantc Hepatite B with BCG vaccines at birth

Emilia de Faria Carniel
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/16/2009 PT
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Introdução: A possibilidade de combinar vacinas sem causar interferência com a segurança e a eficácia contribui para reduzir os custos, melhorar as dificuldades logísticas e para a adesão da população aos esquemas de imunização propostos. Com isso, o controle de doenças imunopreveníveis, objetivo do Programa Nacional de Imunizações, poderá ser facilitado. Objetivos: Avaliar a imunogenicidade e a segurança da vacina recombinante contra a hepatite B (Butang®) combinada com a vacina BCG, produzidas pelo Instituto Butantan (SP-Brasil). Métodos: Realizou-se um ensaio clínico aberto e randomizado comparando a vacina Butang® (HbsAg recombinante 10 µg; hidróxido de alumínio 0,625 mg; timerosal 0,05 mg; qsp 0,5ml) administrada separada ou combinada com a BCG (BCG em suspensão - cepa Moreau - Rio de Janeiro - 0,1mg; glutamato de sódio 1,1mg; NaCl 0,85%; qsp 0,1ml). Foram selecionados 552 recém-nascidos saudáveis, cujas mães eram HbsAg, HIV e sífilis negativas, que foram alocados aleatoriamente em dois grupos: Grupo I: Butang® combinada com a BCG por via intradérmica (ID) nas primeiras 24 horas de nascimento e Butang® por via intramuscular (IM) com um e seis meses de vida e Grupo II: uma dose de BCG ID e uma dose de Butang® IM nas primeiras 24 horas...

Equine influenza: evaluation of the humoral immune response through the hemagglutination inhibition and single radial haemolysis, in vaccinated horses with commercial and experimental vaccines; Influenza eqüina: avaliação da resposta imune humoral, através das reações de inibição da hemaglutinação e de hemólise radial simples, em soro de animais vacinados com vacina comercial e experimental

Mancini, Dalva Assunção Portari; Mendonça, Rita Maria Zucatelli; Pinto, José Ricardo; Almeida, Sebastião Teixeira de
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1996 POR
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Equine Influenza: evaluation of the humoral immune response through the hemagglutination inhibition and single radial haemolysis, in horses vaccinated with commercial and experimental vaccines. From 4 equine groups, the antibody protection levels against influenza were evaluted through the hemagglutination inhibition and single radial haemolysis. One group of these animals received immunization from 2 doses of influenza vaccine, of experimental preparation, at the Butantan Institute, São Paulo, Brasil (IB). Two other horse groups, regularly vaccinated received the annual booster dose from both commercial and experimental vaccines (IB). A control group remained without vaccination. Differences were observed among the antibody level medians of the serum samples harvested prior and post immunization of those vaccinated animals. No evident differences were detected among the antibody level medians from animals that received annual booster doses, due to the persistence of the protective antibody level, 12 months after the regular immunization. In the control group, the animals showed low antibody levels, for both serum samples. In fact these results suggested the good serologic response of both vaccines, the commercial and the experimental...

Eficácia de vacina inativada contra a doença de Aujeszky: infecção experimental de suínos; Efficacy of an inactivated Aujeszky's disease virus vaccine: experimental infection of pigs

Cunha, Elenice Maria Sequetin; Peixoto, Zélia Maria Pinheiro; Kotait, Ivanete; Bersano, Josete Garcia; Ishizuka, Massaio Misuno; Baccaro, Maria Regina
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1998 POR
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Uma vacina experimental contra a doença de Aujeszky (DA), inativada e adsorvida em adjuvante oleoso, foi testada em relação à indução de imunidade, grau de proteção clínica e capacidade de reduzir a infecção, após desafio pela via intranasal. Grupos de 6 suínos, com 45 dias de idade, foram vacinados com uma ou duas doses de vacina, pelas vias intramuscular ou subcutânea, sendo mantido um grupo-testemunha, sem vacinação. Todos os suínos vacinados apresentaram títulos de anticorpos neutralizantes, detectáveis através da prova de soroneutralização, sendo estatisticamente superiores nos animais que receberam duas doses de vacina. A vacinação preveniu as manifestações clínicas da doença, após desafio, principalmente nos animais que receberam duas doses de vacina quando comparado com os que receberam 1 dose. Em todos os animais, vacinados e não-vacinados, foi possível a detecção do vírus da doença de Aujeszky (VDA) nas amígdalas, através da técnica de imunofluorescência direta. A porcentagem de amígdalas positivas nos suínos vacinados com duas doses foi inferior quando comparada àquela de suínos não-vacinados, no 2º e 7º dias pós-infecção. Em suínos vacinados com duas doses de vacina, pela via subcutânea...

Anticorpos neutralizantes contra herpesvírus bovinos tipos 1 (BHV-1) e 5 (BHV-5) induzidos por uma vacina experimental anti-BHV-1 com adjuvante oleoso; Neutralizing antibodies to bovine herpesviruses types 1 (BHV-1) and 5 (BHV-5) induced by an experimental, oil-adjuvanted, BHV-1 vaccine

Petzhold, Sylio Alfredo; Reckziegel, Paulo Estanislao; Prado, José Antonio Pires; Teixeira, João Carlos; Wald, Vera Beatriz; Esteves, Paulo Augusto; Spilki, Fernando Rosado; Roehe, Paulo Michel
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2001 ENG
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Foi avaliada a capacidade de uma vacina experimental oleosa inativada contra o herpesvírus bovino tipo 1 induzir anticorpos contra o herpesvírus bovino tipo 1 (BHV-1.1 e BHV-1.2) e herpesvírus bovino tipo 5 (BHV-5). Bovinos foram vacinados com duas doses de vacina, aplicadas com um intervalo de 90 dias. Foi medido o título de anticorpos nos dias 0, 30, 90, 120, 180, 270 e 450 após a primeira vacinação (DPV). Os títulos de anticorpos contra BHV-1.1 e BHV-1.2 foram significativamente maiores que os contra BHV-5, ao longo do experimento. Enquanto todos os animais soroconverteram para BHV-1.1 e BHV-1.2 após a primeira dose de vacina, apenas dois em 23 animais (8,7%) soroconverteram para o BHV-5. No entanto, após o reforço, todos os animais soroconverteram contra BHV-1.1, 1.2 e BHV-5. Aos 450 DPV, 79% (15/19 animais) e 84% (10/19) ainda se encontravam soropositivos para BHV-1.1 e BHV-1.2, enquanto apenas 50% dos animais (10/19) se demonstraram positivos contra o BHV-5. Foi concluído que, embora uma vacina com alta capacidade de indução de anticorpos contra o BHV-1 possa induzir anticorpos capazes de neutralizar o BHV-5, os níveis de tais anticorpos são significativamente mais baixos e de menor duração do que aqueles induzidos contra BHV-1.1 e BHV-1.2.; An experimental oil-adjuvanted...