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Detecção e caracterização da resistência de Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) (Acari: Tenuipalpidae) ao acaricida propargite.; Detection and characterization of Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) (Acari: Tenuipalpidae) resistance to the acaricide propargite.

Franco, Cláudio Roberto
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 21/01/2003 PT
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O ácaro-da-leprose Brevipalpus phoenicis (Geijskes) é uma das principais pragas da citricultura por ser o vetor do vírus causador da leprose dos citros. O acaricida propargite tem sido bastante utilizado no controle deste ácaro. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi o de coletar subsídios para a implementação de um programa de manejo da resistência de B. phoenicis ao propargite. Foram conduzidos trabalhos de caracterização da linha-básica de suscetibilidade de B. phoenicis ao propargite, monitoramento da suscetibilidade ao propargite em diferentes populações de B. phoenicis, caracterização da resistência de B. phoenicis ao propargite e avaliação da interação de B. phoenicis, propargite e citros. A técnica de bioensaio adotada foi o contato residual pulverizando discos de folhas de citros com o auxílio da Torre de Potter. As CL50 (IC 95%) estimadas para as linhagens suscetível (S) e resistente (R) foram 217,51 (207,07-228,35) e 2.195,43 (1.759,23-2.808,21) mg de propargite/ml de água [I.A. (ppm)] respectivamente. A razão de resistência foi de 10 vezes. As concentrações diagnósticas definidas para o monitoramento da suscetibilidade foram 320 e 720 mg de propargite/ml de água [I.A. (ppm)]. Foram observadas diferenças significativas na suscetibilidade de populações do ácaro-da-leprose ao propargite. A partir da avaliação da interação de B. phoenicis...

Efeitos letais e subletais de inseticidas sobre Tamarixia radiata (Waterston, 1922) (Hymenoptera:Eulophidae); Lethal and sublethal effects of insecticides on Tamarixia radiata (Waterston, 1922) (Hymenoptera: Eulophidae)

Ferrari, Beatriz Maria
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 25/08/2009 PT
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Tamarixia radiata (Waterston, 1922) é um dos principais agentes de controle biológico de Diaphorina citri Kuwayama, vetor de huanglongbing, no Brasil. Esse parasitóide apresenta alta eficiência de parasitismo, grande capacidade de dispersão, estabelecimento e adaptação em campo. No entanto, a eficiência desse inimigo natural pode ser afetada devido ao uso indiscriminado de pesticidas na citricultura para o controle de diversas pragas e pela carência de estudos que avaliam o impacto total de inseticidas. Sendo assim, os objetivos do trabalho foram: avaliar os efeitos letais e subletais de alguns inseticidas sobre adultos e pupas de T. radiata. Além da mortalidade, foram também avaliados os efeitos de inseticidas sobre a capacidade de parasitismo, a longevidade, a razão sexual e a taxa instantânea de crescimento de T. radiata. Os inseticidas avaliados foram: imidacloprid (neonicotinóide), lambda-cyhalothrin (piretróide) e abamectin (avermectina) nas concentrações recomendada de 96; 7,5 e 3,2 mg de ingrediente ativo por litro de água (ppm) respectivamente, além de 10 e 50% da concentração recomendada de cada inseticida. O método de bioensaio adotado foi o de contato residual do inseticida em adultos do parasitóide...

Efeito letal e subletal de inseticidas reguladores de crescimento ao predador Ceraeochrysa cubana (Hagen, 1861) (Neuroptera: Chrysopidae) em condições de laboratório; Lethal and sublethal effects of insect growth regulators over the predator Ceraeochrysa cubana (Hagen, 1861) (Neuroptera: Chrysopidae) under laboratory conditions

Ono, Éric Kodi
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 16/10/2014 PT
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O uso de inseticidas em um agroecossistema pode interferir na densidade e ação dos inimigos naturais e comprometer a eficácia do controle biológico dentro de um programa de manejo integrado de pragas. Dessa forma, objetivou-se avaliar, em laboratório, os efeitos letal e subletais de inseticidas reguladores de crescimento sobre larvas e adultos com até 24 h de idade do predador Ceraeochrysa cubana (Hagen, 1861). Para isso, larvas recém-eclodidas foram submetidas à pulverização de 2 mL de calda, do respectivo tratamento, em torre de Potter ajustada para deposição de 1,8 ± 0,1 mg cm-2. Os inseticidas e doses (g i.a. L-1) avaliados foram: piriproxifem 0,2 (Tiger 100 EC), buprofezina 0,5 (Applaud 250), tebufenozida 0,22 (Mimic 240 SC), metoxifenozida 0,75 (Intrepid 240 SC), diflubenzurom 0,12 (Micromite 240 SC), lufenurom 0,05 (Match EC). Água destilada foi utilizada como tratamento controle. A mortalidade de larvas, pupas e adultos e o número de ovos depositados pelas fêmeas foram avaliados a cada 24 h. A viabilidade de ovos foi determinada a partir da terceira oviposição das fêmeas utilizando 100 ovos de cada indivíduo. Os efeitos letais foram observados em larvas tratadas com diflubenzurom, lufenurom e piriproxifem. Os inseticidas piriproxifem...

Resíduos de calda sulfocálcica sobre a eficiência de acaricidas no controle de Brevipalpus phoenicis

Andrade, Daniel Junior de; Pattaro, Fernando César; Oliveira, Carlos Amadeu Leite de
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Publicador: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 1695-1701
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O objetivo do trabalho foi verificar a influência dos resíduos de calda sulfocálcica sobre a eficiência de acaricidas empregados no controle de Brevipalpus phoenicis. Inicialmente, o experimento foi instalado em um pomar de citros, em que foram selecionadas 10 plantas que continham frutos com verrugose. Realizou-se a aplicação de calda sulfocálcica (8g i.a. L-1 de água) em cinco plantas e as outras cinco plantas permaneceram sem aplicação de produto fitossanitário. Protegeram-se, com copos de plástico transparente de 500mL, 64 frutos nas plantas tratadas com calda e 64 frutos nas plantas não-tratadas, totalizando 128 frutos protegidos. Decorridos 30 dias da aplicação, os frutos foram colhidos e levados para o laboratório. Estes frutos foram parcialmente parafinados, deixando-se em cada fruto uma arena de 2,5cm de diâmetro com verrugose e sem parafina, delimitada com cola entomológica. em seguida, procedeu-se à aplicação sobre os frutos em Torre de Potter dos seguintes acaricidas nas concentrações expressas em mg de ingrediente ativo por litro de água: propargite a 720mg, óxido de fenbutatina a 400mg, cyhexatin a 250mg, azocyclotin a 250mg, fenpyroximate a 50mg, dicofol a 960mg e dinocap a 738mg e a testemunha sem aplicação de acaricida. Após 1...

Toxicidade diferencial de agrotóxicos utilizados em citros para Neoseiulus californicus, Euseius concordis e Brevipalpus phoenicis

Silva, Marcos Zatti da; Sato, Mário Eidi; Oliveira, Carlos Amadeu Leite de; Rais, Débora Soller
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 87-95
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Brevipalpus phoenicis (Geijskes) (Acari: Tenuipalpidae) é considerada uma das principais pragas em citros no Brasil, devido à transmissão do vírus da leprose dos citros e à necessidade de frequentes aplicações de acaricidas para seu controle. Assim, objetivou-se comparar a toxicidade dos principais agrotóxicos utilizados em citros no Brasil, sobre populações de B. phoenicis e de ácaros predadores das espécies Neoseiuluscalifornicus (McGregor) e Euseius concordis (Chant) (Acari: Phytoseiidae). Foram avaliadas duas populações de E. concordis: uma procedente de Jaboticabal (SP) e outra de Descalvado (SP). Arenas de folhas (para fitoseídeos) ou frutos (para B. phoenicis) de Citrus sinensis Osbeck (L.) cv. Pera, contendo 25 fêmeas adultas de cada espécie foram pulverizadas em torre de Potter. As avaliações de mortalidade foram realizadas 72 horas após a aplicação. Foram utilizadas 4 a 6 concentrações de cada produto (abamectina, acefato, azociclotina, bifentrina, clorfenapir, dicofol, dinocape, óxido de fembutatina, propargito e piridabem) para a obtenção das curvas de concentração-resposta. Abamectina...

Ação de diferentes preparações de extrato pirolenhoso sobre Brevipalpus phoenicis (GEIJSKES)

Alves, Mariangela; Cazetta, Jairo Osvaldo; Nunes, Maria Andréia; Oliveira, Carlos Amadeu Leite de; Colombi, Carlos Alexandre
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 382-385
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O objetivo deste trabalho foi avaliar a forma de ação de duas preparações de extrato pirolenhoso aplicadas diretamente sobre Brevipalpus phoenicis, que é o ácaro vetor da leprose dos citros, um dos principais problemas da citricultura Paulista. Para o experimento, foram utilizados ácaros adultos mantidos numa criação-estoque no laboratório de Acarologia da UNESP - Universidade Estadual Paulista, em Jaboticabal-SP. Os tratamentos foram constituídos por duas diferentes preparações (destilado e decantado) de extrato pirolenhoso de eucalipto nas proporções EP:água de 1:600; 1:300 (normalmente recomendadas); 1:150; 1:75; 1:38; 1:19 e de água (testemunha), com 7 repetições. Cada parcela foi constituída de 10 ácaros mantidos sobre um fruto de laranja, em arena de 2,5 cm de diâmetro, delimitada com cola adesiva tipo Tanglefoot®. As aplicações foram efetuadas em Torre de Potter, pulverizando-se 2 mL por fruto das soluções correspondentes aos diferentes tratamentos. Os frutos foram mantidos em sala climatizada a 27±1ºC, e as avaliações foram realizadas 24 e 48 horas após a aplicação dos tratamentos, determinando-se o número de ácaros mortos (mortalidade) e retidos na barreira adesiva (repelência). Os dois tipos de extrato pirolenhoso testados não apresentaram repelência significativa sobre Brevipalpus phoenicis; ambos induziram mortalidade significativa somente para concentrações acima de 1:150...

Influência da dureza e potencial hidrogeniônico da calda de pulverização sobre o controle do ácaro-da-leprose em frutos de laranja doce

Prado, Evandro Pereira; Araújo, Demétrius de; Raetano, Carlos Gilberto; Pogetto, Mário Henrique Ferreira do Amaral Dal; Aguiar-Júnior, Hélio Oliveira; Christovam, Rafael de Souza
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 389-396
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Muitos são os relatos de ineficiência de agrotóxicos no controle de pragas quando estes são preparados em soluções com água dura e pH elevado. Assim, o trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da dureza da água e o pH de soluções acaricidas, em diferentes períodos de tempo após o preparo da calda (0 e 24 horas) no controle do ácaro-da-leprose Brevipalpus phoenicis (Geijskes). O bioensaio foi conduzido sobre frutos de Citrus sinensis (L.) Osbeck cv. Valência. Utilizou-se o delineamento inteiramente ao acaso, com 14 tratamentos e 4 repetições, sendo a parcela experimental composta de um fruto com 10 fêmeas do acarino por fruto. Os acaricidas testados nas dosagens registradas foram: propargite, hexitiazoxi e espirodiclofeno. A pulverização dos frutos foi feita em torre de Potter adaptada, conferindo um volume equivalente a 1616 L ha-1. As avaliações foram realizadas até 49 dias após aplicação dos produtos, contando o número de adultos, ninfas e, na avaliação final, o número de ovos do acarino por fruto. A dureza da água, pH e tempo de preparo não interferiram no controle do ácaro da leprose. Os acaricidas, após mistura com os diferentes tipos de água...

Seletividade de produtos fitossanitários sobre o ácaro predador Agistemus brasiliensis Matioli, Ueckermann & Oliveira (Acari: Stigmaeidae)

Silva, Marcos Zatti da; Oliveira, Carlos Amadeu Leite de; Sato, Mário Eidi
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 388-396
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Os ácaros predadores das famílias Phytoseiidae e Stigmaeidae constituem-se nos principais inimigos naturais de Brevipalpus phoenicis (Geijskes) em citros. Este ácaro-praga causa sérios prejuízos na produção, devido à transmissão do vírus da leprose dos citros (CiLV). Apesar do grande volume de informações sobre a sensibilidade de ácaros Phytoseiidae a agrotóxicos, praticamente não existem informações sobre o efeito desses compostos em ácaros Stigmaeidae no Brasil. Sendo assim, o trabalho teve por objetivo avaliar o efeito dos principais agrotóxicos utilizados em citros sobre o ácaro predador Agistemus brasiliensis Matioli, Ueckermann & Oliveira (Acari: Stigmaeidae), em condições de laboratório. Arenas de folhas de citros da variedade Pera, contendo 25 fêmeas adultas de A. brasiliensis, foram pulverizadas em torre de Potter. Avaliaram-se as mortalidades dos ácaros 72 horas após a aplicação. O efeito dos produtos na reprodução do acarino e a viabilidade dos ovos também foram avaliados. Quanto à seletividade, conforme proposta da Organização Internacional para o Controle Biológico (IOBC), os produtos foram classificados como: classe 1 - inócuo (E<30%), acrinathrin, bifenthrin, carbosulfan, deltamethrin; 2 - levemente nocivo (30%

Produção de Metarhizium anisopliae (METSCH.) SOROK. e Beauveria bassiana (BALS.) VUILL. em diferentes substratos e efeito da radiação ultravioleta e da temperatura sobre estruturas infectivas desses entomopatógenos

Ottati-de-Lima, Emma Luize
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: viii, 92 f. : il., gráfs., tabs.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Agronomia (Proteção de Plantas) - FCA; Os objetivos deste trabalho foram avaliar diferentes meios de cultura na produção, semi-sólida e líquida, de propágulos de fungos de M. anisopliae e B. bassiana, bem como a tolerância desses propágulos a ação da radiação ultravioleta e da temperatura. Os experimentos foram conduzidos no Laboratório de Controle Biológico do Instituto Biológico, em Campinas, SP. Foram realizados, para M. anisopliae e B. bassiana, 6 repetições para cada um dos 17 tratamentos: amido de milho, arroz integral, arroz parboilizado, arroz tipo 1 (testemunha), arroz tipo 2, aveia em flocos, canjiquinha, farelo de trigo, farinha de mandioca crua, farinha de milho amarela, farinha de trigo especial, fubá, milho em grãos, polvilho azedo, soja em grãos, trigo moído e turfa. A viabilidade foi feita em placas de Petri plásticas contendo BDA. Para os ensaios com radiação ultravioleta e temperatura, utilizou-se a mesma metodologia para a viabilidade, mas cada tratamento sendo exposto à radiação por 0, 25 e 50 segundos e, em diferentes temperaturas: 20, 25, 30 e 35oC. Inoculou-se, em torre de Potter, 2 mL da suspensão de fungo de cada tratamento em lagartas de Diatraea saccharalis. Para a concentração os melhores tratamentos de M. anisopliae e B. bassiana foram: arroz parboilizado tipo 1...

Seletividade de inseticidas a Orius insidiosus

Torres,Fabrícia Zimermann Vilela; Carvalho,Geraldo Andrade; Souza,Jander Rodrigues de; Rocha,Liuz Carlos Dias
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 PT
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75.8%
A utilização de produtos fitossanitários seletivos a inimigos naturais é importante para o sucesso de programas de manejo integrado de pragas em agroecossistemas. Objetivou-se investigar efeitos letais e subletais de inseticidas empregados para o controle de pragas da roseira sobre ovos e ninfas de quinto ínstar de Orius insidiosus (Say) Hemiptera: Anthocoridae, em condições laboratoriais. Formulações comerciais dos seguintes inseticidas foram diluídas em água destilada (concentração em g i.a./100 ml): endosulfam (0,021), formetanato (0,04), espinosade (0,0144) e deltametrina (0,0008). O tratamento testemunha foi somente com água destilada. Os bioensaios foram mantidos em câmara climática a 25 ± 2ºC, UR de 70 ± 10% e fotofase de 12 horas. Ovos do predador colocados em hastes de picão-preto (Bidens pilosa L.) foram imersos nas caldas inseticidas por cinco segundos. As ninfas de quinto ínstar do predador foram tratadas com os inseticidas em torre de Potter. O efeito total dos inseticidas foi estimado e enquadrados em classes toxicológicas de acordo com a IOBC. O inseticida deltametrina foi nocivo a ovos e ninfas de quinto ínstar de O. insidiosus; endosulfam, formetanato e espinosade foram levemente nocivos. Endosulfam e formetanato não afetaram negativamente as características reprodutivas de fêmeas oriundas de ovos tratados. Endosulfam e espinosade reduziram o número de ovos colocados por fêmeas oriundas de ninfas de quinto ínstar que receberam tratamento...

Toxicidade diferencial de agrotóxicos utilizados em citros para Neoseiulus californicus, Euseius concordis e Brevipalpus phoenicis

Silva,Marcos Zatti da; Sato,Mário Eidi; Oliveira,Carlos Amadeu Leite de; Rais,Débora Soller
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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65.8%
Brevipalpus phoenicis (Geijskes) (Acari: Tenuipalpidae) é considerada uma das principais pragas em citros no Brasil, devido à transmissão do vírus da leprose dos citros e à necessidade de frequentes aplicações de acaricidas para seu controle. Assim, objetivou-se comparar a toxicidade dos principais agrotóxicos utilizados em citros no Brasil, sobre populações de B. phoenicis e de ácaros predadores das espécies Neoseiuluscalifornicus (McGregor) e Euseius concordis (Chant) (Acari: Phytoseiidae). Foram avaliadas duas populações de E. concordis: uma procedente de Jaboticabal (SP) e outra de Descalvado (SP). Arenas de folhas (para fitoseídeos) ou frutos (para B. phoenicis) de Citrus sinensis Osbeck (L.) cv. Pera, contendo 25 fêmeas adultas de cada espécie foram pulverizadas em torre de Potter. As avaliações de mortalidade foram realizadas 72 horas após a aplicação. Foram utilizadas 4 a 6 concentrações de cada produto (abamectina, acefato, azociclotina, bifentrina, clorfenapir, dicofol, dinocape, óxido de fembutatina, propargito e piridabem) para a obtenção das curvas de concentração-resposta. Abamectina, azociclotina, clorfenapir, dicofol, dinocape, óxido de fembutatin, propargito e piridabem foram altamente tóxicos a B. phoenicis...

Influência da dureza e potencial hidrogeniônico da calda de pulverização sobre o controle do ácaro-da-leprose em frutos de laranja doce

Prado,Evandro Pereira; Araújo,Demétrius de; Raetano,Carlos Gilberto; Pogetto,Mário Henrique Ferreira do Amaral Dal; Aguiar-Júnior,Hélio Oliveira; Christovam,Rafael de Souza
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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75.8%
Muitos são os relatos de ineficiência de agrotóxicos no controle de pragas quando estes são preparados em soluções com água dura e pH elevado. Assim, o trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da dureza da água e o pH de soluções acaricidas, em diferentes períodos de tempo após o preparo da calda (0 e 24 horas) no controle do ácaro-da-leprose Brevipalpus phoenicis (Geijskes). O bioensaio foi conduzido sobre frutos de Citrus sinensis (L.) Osbeck cv. Valência. Utilizou-se o delineamento inteiramente ao acaso, com 14 tratamentos e 4 repetições, sendo a parcela experimental composta de um fruto com 10 fêmeas do acarino por fruto. Os acaricidas testados nas dosagens registradas foram: propargite, hexitiazoxi e espirodiclofeno. A pulverização dos frutos foi feita em torre de Potter adaptada, conferindo um volume equivalente a 1616 L ha-1. As avaliações foram realizadas até 49 dias após aplicação dos produtos, contando o número de adultos, ninfas e, na avaliação final, o número de ovos do acarino por fruto. A dureza da água, pH e tempo de preparo não interferiram no controle do ácaro da leprose. Os acaricidas, após mistura com os diferentes tipos de água, não alteraram o pH das soluções, os quais mostraram pequenas variações de pH no decorrer de 24 horas. Todos os acaricidas propiciaram alta eficácia de controle do acarino nas diferentes condições de preparo de calda...

Seletividade de alguns agrotóxicos em uso na citricultura ao ácaro predador Neoseiulus californicus (McGregor) (Acari: Phytoseiidae)

Silva,Marcos Zatti da; Oliveira,Carlos Amadeu Leite de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 PT
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75.8%
Objetivou-se avaliar o efeito dos principais agrotóxicos utilizados em citros sobre Neoseiulus californicus (McGregor), em condições de laboratório, por tratar-se de um fitoseídeo com grande potencialidade para ser utilizado no controle dos ácaros fitófagos na cultura. O método de bioensaio adotado foi o de contato direto e residual. Folhas de citros da variedade Pêra, contendo 25 fêmeas adultas de N. californicus procedentes de uma criação-estoque, foram pulverizadas em torre de Potter. Avaliaram-se a mortalidade do ácaro 72 horas após a aplicação e o efeito dos produtos na viabilidade dos ovos. Quanto à seletividade, conforme proposta da "Organização Internacional para o Controle Biológico e Integrado de Plantas e Animais Nocivos" (IOBC), os produtos foram classificados como: classe 1 inócuo (E<30%), acrinathrin, deltamethrin, dinocap, enxofre, óxido de fenbutatin e propargite; 2 levemente nocivo (30%99%), clorfenapyr, dicofol e pyridaben. N. californicus mostrou-se tolerante a diversos agrotóxicos, o que viabiliza sua utilização, juntamente com produtos químicos pertencentes a grupamentos distintos e de diferentes mecanismos de ação...

Seletividade de produtos fitossanitários sobre o ácaro predador Agistemus brasiliensis Matioli, Ueckermann & Oliveira (Acari: Stigmaeidae)

Silva,Marcos Zatti da; Oliveira,Carlos Amadeu Leite de; Sato,Mário Eidi
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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75.8%
Os ácaros predadores das famílias Phytoseiidae e Stigmaeidae constituem-se nos principais inimigos naturais de Brevipalpus phoenicis (Geijskes) em citros. Este ácaro-praga causa sérios prejuízos na produção, devido à transmissão do vírus da leprose dos citros (CiLV). Apesar do grande volume de informações sobre a sensibilidade de ácaros Phytoseiidae a agrotóxicos, praticamente não existem informações sobre o efeito desses compostos em ácaros Stigmaeidae no Brasil. Sendo assim, o trabalho teve por objetivo avaliar o efeito dos principais agrotóxicos utilizados em citros sobre o ácaro predador Agistemus brasiliensis Matioli, Ueckermann & Oliveira (Acari: Stigmaeidae), em condições de laboratório. Arenas de folhas de citros da variedade Pera, contendo 25 fêmeas adultas de A. brasiliensis, foram pulverizadas em torre de Potter. Avaliaram-se as mortalidades dos ácaros 72 horas após a aplicação. O efeito dos produtos na reprodução do acarino e a viabilidade dos ovos também foram avaliados. Quanto à seletividade, conforme proposta da "Organização Internacional para o Controle Biológico" (IOBC), os produtos foram classificados como: classe 1 - inócuo (E<30%), acrinathrin, bifenthrin, carbosulfan, deltamethrin; 2 - levemente nocivo (30%

Toxicidade diferencial de produtos à base de abamectina ao ácaro Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) (Acari: Tenuipalpidae) em citros

Andrade,Daniel Júnior de; Oliveira,Carlos Amadeu Leite de; Santos,Natali Calazança dos; Morais,Matheus Rovere de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 PT
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75.8%
O ácaro Brevipalpus phoenicis é uma das principais pragas dos citros por ser vetor do "Citrus Leprosis Virus" (CiLV), agente causal da leprose, uma das mais graves doenças da citricultura. Objetivou-se avaliar o efeito tóxico de produtos à base de abamectina sobre o ácaro B. phoenicis. Foram realizados um experimento de ação direta e três de ação residual no Laboratório de Acarologia do Departamento de Proteção de Plantas (Fitossanidade) da FCAV - UNESP, Jaboticabal-SP. O delineamento adotado nos bioensaios foi o inteiramente casualizado, onde 10 tratamentos foram repetidos 7 vezes, sendo cada repetição composta por um fruto de laranja. Os tratamentos estudados (mL p.c./100 L de água) foram: Acaramik a 20; 30; 40 e 50 mL; Vertimec a 30 e 40 mL; Abamectin Nortox a 30 e 40 mL; Tricofol a 77 mL e uma testemunha sem aplicação. Utilizaram-se frutos com presença de verrugose, que foram lavados e parcialmente parafinados, deixando-se uma área sem parafina, que foi circundada com cola entomológica para contenção dos ácaros. Transferiram-se 20 ácaros adultos B. phoenicis para cada fruto. No bioensaio de ação direta, a transferência foi realizada antes das aplicações e, nos bioensaios de ação residual, aos 5; 10 e 15 dias após a aplicação dos produtos. A aplicação dos produtos sobre os frutos foi realizada em Torre de Potter. Os resultados obtidos nos bioensaios evidenciaram que os melhores tratamentos foram: Tricofol a 77 mL...

Seletividade de agrotóxicos utilizados em pessegueiro sobre ovos e pupas do predador Chrysoperla externa

Castilhos,Rodolfo Vargas; Grützmacher,Anderson Dionei; Siqueira,Paulo Ricardo Baier; Moraes,Ítalo Lucas de; Gauer,Cleiton Jair
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2014 PT
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75.8%
Objetivou-se com este trabalho avaliar a seletividade de dezenove agrotóxicos utilizados na cultura do pessegueiro sobre ovos e pupas do predador Chrysoperla externa em condições laboratoriais (temperatura 25±1ºC, umidade relativa 70±10% e fotofase 14 horas). Os agrotóxicos foram pulverizados diretamente sobre ovos e pupas por meio de uma torre de Potter, utilizando a máxima dosagem recomendada para a cultura do pessegueiro. Foi avaliada a viabilidade de ovos e pupas, além da fecundidade e fertilidade de adultos emergidos de pupas tratadas. Os agrotóxicos foram classificados para ovos em função da redução na eclosão e, para pupas, em função do efeito total, conforme a escala de toxicidade proposta pela IOBC. A maioria dos agrotóxicos avaliados (8 inseticidas, 8 fungicidas e 2 herbicidas) se mostrou inócua (classe 1) a ovos e pupas, com redução na eclosão de larvas e efeito total em pupas inferiores a 30%. A exceção se deu para o inseticida óleo mineral, que reduziu a eclosão de larvas em 69,55% quando pulverizado em ovos e proporcionou efeito total em pupas de 36,22%, sendo classificado como levemente nocivo (classe 2) a ovos e pupas de C. externa

Seletividade de Metarhizium anisopliae à Telenomus podisi (Hymenoptera: Scelionidae).

SILVA, D. M.; FERREIRA-AGUERO, M. A.; CARVALHO, M. G.; DUTRA, V.; NEVES, P. M. O. J.; BUENO, A. F.
Fonte: In: SIMPÓSIO DE CONTROLE BIOLÓGICO, 12., 2011, São Paulo. Mudanças climáticas e sustentabilidade: quebra de paradigmas: anais. São Paulo: Sociedade Entomológica do Brasil, 2011. Publicador: In: SIMPÓSIO DE CONTROLE BIOLÓGICO, 12., 2011, São Paulo. Mudanças climáticas e sustentabilidade: quebra de paradigmas: anais. São Paulo: Sociedade Entomológica do Brasil, 2011.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.; PT.03.24.
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Telenomus podisi e Metarhizium anisopliae são agentes de controle biológico que ocorrem ou podem ser utilizados conjuntamente. Entretanto, estudos de compatibilidade entre parasitoides e fungos entomopatogênicos são escassos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a seletividade do fungo M. anisopliae a adultos do parasitoide de ovos T. podisi. Suspensões de M. anisopliae (1,0×109 conídios/ml) foram pulverizadas sobre placas de vidro em Torre de Potter e secas à temperatura ambiente, formando uma película. Como testemunha foi utilizada água destilada estéril + Tween 80 (0,01%). As placas de vidro pulverizadas foram utilizadas na construção de gaiolas de exposição (IOBC) e em seu interior foram liberados adultos de T. podisi com 24 h de idade. As gaiolas foram mantidas em condições controladas de temperatura, umidade e fotoperiodo (25±1º C, 80% UR, 14 h) e os parasitóides foram alimentados com mel. Cartelas contendo ovos de Euschistus heros foram oferecidas às fêmeas de T. podisi 24 h, 48 h, 72 h e 144 h após a pulverização e, sendo posteriormente, acondicionadas em sacos plásticos para avaliar a porcentagem de parasitismo e viabilidade dos parasitoides. Os resultados obtidos indicam que mesmo com as aplicações de M. anisopliae...

Seletividade de inseticidas inibidores de processos metabólicos a adultos de Podisus nigrispinus em laboratório.

STECCA, C. S.; MANTOVANI, M. A.; FRANÇA, L. F. T.; SILVA, D. M.; DENEZ, M. M.; PASINI, A.; BUENO, A. de F.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENTOMOLOGIA, 24., 2012, Curitiba. SEB-40 anos de avanços da Ciência Entomológica Brasileira: anais. [Curitiba]: SEB, 2012. Disponível em: . Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENTOMOLOGIA, 24., 2012, Curitiba. SEB-40 anos de avanços da Ciência Entomológica Brasileira: anais. [Curitiba]: SEB, 2012. Disponível em: .
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE)
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O objetivo do trabalho foi determinar o efeito de inseticidas inibidores de processos metabólicos, utilizados na cultura da soja, ao predador Podisus nigrispinus. Os testes de seletividade foram conduzidos em laboratório sob condições controladas (25 ± 1oC, 70 ± 10% UR, e fotofase de 12 h) em delineamento inteiramente casualizado. Os inseticidas testados, em gramas de ingrediente ativo por hectare (g.i.a./ha) foram: flubendiamida 33,6; clorantraniliprole 10; clorantraniliprole 7,5 + lambda-cialotrina 3,75; clorpirifós 480 (testemunha positiva) e água (testemunha negativa), de acordo com protocolos padronizados pela International Organisation of Biological Control (IOBC). Os testes foram realizados em placas de vidro plana (13cm2), aprisionando o predador com o auxílio de uma superfície circular, anel de PVC, com 3 cm de altura e 7,5 cm de diâmetro. A extremidade superior do anel foi protegida com tecido (tuli), onde os adultos receberam aplicação tópica dos inseticidas por meio de uma torre de Potter. Avaliou-se a sobrevivência nos intervalos de 24, 48, 72, 96 e 120 horas após a exposição dos adultos aos respectivos tratamentos. Com os adultos sobreviventes de cada tratamento foram formados casais, avaliando-se o número de ovos postos até 10 dias...

Efecto del azufre, aceite y spinosad sobre Cryptolaemus montrouzieri Mulsant y Pseudaphycus flavidulus (Brethés) bajo condiciones de laboratorio

Osorio Rojas, Gabriela
Fonte: Universidad de Chile Publicador: Universidad de Chile
Tipo: Tesis
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No disponible a texto completo; Memoria para optar al Título Profesional de Ingeniero Agrónomo Mención: Sanidad Vegetal; En este trabajo se evaluó el efecto de azufre (Azufre floable AN 600, 600 g/ hL), aceite mineral (Purespray 22E, 1,5%) y spinosad (Entrust*, 20 g/ hL) sobre Pseudaphycus flavidulus y Cryptolaemus montrouzieri bajo condiciones de laboratorio. Los productos fueron aplicados usando dos modalidades: aspersión con Torre de Potter a 15 lb/in2 durante 25 segundos e inmersión por 5 segundos en la solución insecticida. Se empleó un diseño de aleatorización completa con 4 tratamientos, 4 repeticiones por tratamiento y 25 individuos por unidad experimental. Se evaluó la mortalidad al día 1, 3 y 7 post aplicación. Los valores expresados en porcentaje se normalizaron mediante la transformación angular de Bliss y luego se sometieron a Andeva y prueba de Snk para separación de medias. El estudio determinó que azufre, aceite y spinosad asperjados sobre P. flavidulus, tienen un efecto significativo en la mortalidad de la microavispa, mientras que en la modalidad de inmersión los insecticidas produjeron la mortalidad de la totalidad de los individuos al no tener el intercambio gaseoso necesario para su sobrevivencia. En el caso de C. montrouzieri el producto asperjado que más afecta la mortalidad de este depredador es el azufre...

Toxicidad de algunos insecticidas de origen vegetal sobre Xanthogaleruca luteola Müller (Coleoptera: Chrysomelidae)

Vergottini Toro, Gianella Mariolin
Fonte: Universidad de Chile Publicador: Universidad de Chile
Tipo: Tesis
ES
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Memoria para optar al Título Profesional de Ingeniero Agrónomo Mención Sanidad Vegetal; Durante la temporada 2008-2009, se evaluó en laboratorio la toxicidad de cuatro insecticidas de origen botánico; Biomilbe, Biobug, Bugitol y Garlic Barrier, sobre larvas y adultos de la vaquita del olmo, Xanthogaleruca luteola Müller (Coleoptera: Chrysomelidae), colectados desde árboles ubicados en el Parque O`Higgins, Región Metropolitana. Los insecticidas se aplicaron en cuatro dosis distintas cada uno, mediante una torre de Potter, y su acción se evaluó de tres formas, directa, para determinar la toxicidad por contacto, sobre hojas, para medir el efecto residual, y una prueba con una bandeja que contenía por un lado hojas asperjadas con la mezcla insecticida y por el otro hojas sólo asperjadas con agua, para observar cualquier efecto de repelencia. Para los ensayos se utilizó un diseño estadístico completamente aleatorio, con los cuatro insecticidas en el primer y segundo ensayos, más un testigo sin insecticida, y cuatro repeticiones por tratamiento. La unidad experimental consistió en una placa Petri con 20 individuos. La mortalidad se evaluó 24 y 48 horas después de la aspersión sobre hojas, y a los 30 y 60 minutos en el experimento por aplicación directa. Los porcentajes de mortalidad se sometieron a pruebas no paramétricas sin normalización de datos y pruebas de separación de promedios. Para el ensayo en bandejas se comparó el porcentaje de larvas ubicadas en cada sector...