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Eficácia e tolerância de Imunoterapia sublingual com Pru p 3 em doentes com alergia grave ao pêssego: evolução clínica e imunológica ao longo de 12 meses

Costa,Ana Célia; Melo,Alcinda; Duarte,Fátima; Pereira-Barbosa,Manuel; Santos,M Conceição Pereira
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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Introdução: A alergia ao pêssego é prevalente, persistente e potencialmente grave, sendo as proteínas de transferência lipídica (LTPs) - Pru p 3 e as profilinas - Pru p 4, os principais alergénios envolvidos.A presença oculta de Pru p 3 em produtos alimentares pode desencadear reacções acidentais graves, incluindo anafilaxia e os doentes podem reagir a outros alimentos que contêm LTPs (síndrome LTP). Este tipo de alergia pode ser considerado um alvo importante para imunoterapia (IT) a alergénios. Objectivo: Demonstrar a eficácia e segurança da IT sublingual (SLIT) com Pru p 3 (SLIT-Pru p 3) em doentes com reacções sistémicas (RS) associadas à ingestão de pêssego, através da avaliação de parâmetros clínicos e imunológicos, ao longo de 12 meses. Material e métodos: Oito doentes (7F,1M; média de idades -25,6;19-41 anos) com história de alergia ao pêssego, confirmada por Prova de Provocação Oral (excepto se anafilaxia e evidência de sensibilização) submetidos a SLIT -Pru p 3 (Alk -Abelló) durante 1 ano. Todos os doentes tiveram RS (75% anafilaxia) associadas à ingestão de pêssego (62,5% referiam sintomas com outros alimentos com LTP). Realizaram testes cutâneos por picada (TCP) com bateria de aeroalergénios...

Um caso peculiar de anafilaxia a maçã e feijão-verde

Gomes,Raquel; Viana,Jorge; Carrapatoso,Isabel; Loureiro,Carlos; Borja,Bartolomé; Todo-Bom,Ana
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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Introdução: Na alergia alimentar é frequente a reatividade cruzada entre aeroalergénios e alergénios alimentares, tendo como exemplo a síndrome bétula -maçã. No entanto, a alergia a Rosaceas (maçã) por sensibilização a Bet v 1 é caracterizada mais frequentemente por manifestações clínicas ligeiras (síndrome de alergia oral), sendo um fenótipo típico do norte da Europa. Descrição do caso: Doente do sexo masculino, 54 anos, residente em Portugal, com antecedentes de rinite e três reações anafiláticas após ingestão de maçã e feijão -verde. Do estudo alergológico salientam-se testes cutâneos e/ou IgE específica positivos para pólen de Betula sp., maçã e feijão-verde associados a um perfil de sensibilização a Bet v 1 e Gly m 4. Discussão/Conclusão: A análise inicial, atendendo ao quadro clínico, sugere alergia a Rosaceas por sensibilização a LTP, que não se confirma, identificando -se antes sensibilização a Bet v 1 e cuja gravidade parece estar associada à cosensibilização a Gly m 4