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Acompanhamento ultrassonográfico, análise da evolução das pieloectasias fetais leves bilaterais e proposta de seguimento pré-natal; Ultrasonographic follow-up, analysis of the evolution of mild fetal bilateral pyelectasis and proposed prenatal follow-up

Pereira, Gustavo de Paula
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/12/2013 PT
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66.27%
OBJETIVO: Este estudo teve por objetivo descrever o resultado dos casos de pieloectasia fetal leve bilateral, encaminhados ao serviço de Medicina Fetal do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), avaliados com ultrassonografias obstétricas dos rins e do trato urinário do feto e propor, com base nos dados, o melhor acompanhamento em termos de frequência de repetição de exames de ultrassonografia (US), no período pré-natal. METODOLOGIA: Pesquisa longitudinal prospectiva com 62 fetos com diagnóstico ultrassonográfico de pieloectasia leve bilateral (PELB), encaminhados de unidades de cuidados primários, realizada no HCFMUSP. PELB foi considerada quando o diâmetro anteroposterior da pelve renal (DAPPR), media >= 5,0 mm, >= 7,0 mm e >= 10,0 mm à US, respectivamente, em idades gestacionais <= 23 semanas (s) 6 dias (d), 24 s a 31 s 6 d e >= 32 s gestação, sem dilatação de ureteres e cálices. A cada 3 semanas, as US verificaram se a PELB havia progredido, regredido ou tinha ficado inalterada. Assim, quando possível, era realizada uma US de rins e vias urinárias neonatais para confirmação dos desfechos. A progressão foi considerada quando o DAPPR aumentou ou a imagem calicial foi encontrada em um ou ambos os rins. Regressão ocorreu quando os DAPPR entraram nos valores normais. A estabilidade foi considerada quando os DAPPR permaneceram dentro dos parâmetros considerados para pieloectasia leve. RESULTADOS E DISCUSSÃO: A idade gestacional ao diagnóstico foi de 19...

Dismembered pyeloplasty for ureteropelvic junction syndrome treatment in children

Pinto, João Moreira; Osório, Angélica; Vila, Fernando; Castro, João Luís Ribeiro de; Réis, Armando
Fonte: Medknow Publications Publicador: Medknow Publications
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /05/2012 ENG
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36.25%
Background: Open dismembered pyeloplasty remains the preferred surgical technique for ureteropelvic junction syndrome (UPJS) in most paediatric urology units. The authors present their experience of 230 patients and describe their form of presentation, treatment and early and long-term results. Materials and Methods: Retrospective analysis of clinical records of 230 patients submitted to dismembered pyeloplasty in an 8-year period, from 1999 until 2007. Pre-operative data, early and long-term complications were registered. Image studies included renopelvic ultrasonography, mercapto-acetyl triglycine (MAG3) renal scan with furosemide test and, in some cases, elimination urography and retrograde cystography. Pre-operative and post-operative results were compared. Results: Median age of our patients at time of surgery was 14.9 months (range: 21 days until 16.6 years). The majority of patients were male (72%, n = 166) and 74% (n = 120) had pre-natal diagnosis. The majority of hydronephrosis were in the left side (61%, n = 141). There were only 3% of complications in early post-operative period: four had acute pyelonephritis, two had renocutaneous fistula and one died due to respiratory failure. Mean follow-up period was 5 years, ranging from 12 months to 9.7 years. There was only one case of recurrence with the need of reoperation. Comparing pre-operative and post-operative imaging results...

Evolução pós-natal das dilatações pielocaliciais de diagnóstico pré-natal: estudo interinstitucional na Região Norte de Portugal

Alegria, A.; Costa, T.
Fonte: Nascer e Crescer Publicador: Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /03/2009 POR
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56.62%
Objectivo: Avaliar a evolução das dilatações pielocaliciais de diagnóstico pré-natal. Material e Métodos: Avaliação retrospectiva do seguimento pós-natal dos 1312 casos de pielectasia (diâmetro antero-posterior do bacinete ≥5mm) em crianças nascidas entre 2003 e 2005. Resultados: Em 39% não houve confirmação pós-natal de dilatação piélica ou outra alteração. Entre os casos com confirmação pós-natal, constatou-se em 55% a resolução da pielectasia durante o primeiro ano de vida, a qual se associou a um mais baixo grau de dilatação piélica. A maioria dos casos com real patologia nefro-urológica teve uma pielectasia moderada a grave, mas uma percentagem não desprezível teve pielectasia <7mm. Em nenhum caso se constatou insuficiência renal global durante o período de vigilância. Conclusões: A sinalização prénatal das dilatações pielocaliciais permite identificar precocemente uma minoria de doentes em que um seguimento atento poderá prevenir compromisso da função renal. No entanto, a maioria dos casos de dilatação ligeira ou moderada evolui favoravelmente, sem necessidade de procedimentos invasivos de diagnóstico. ABSTRACT Objective: To evaluate the outcome of infants with antenatal hydronephrosis. Methods: Retrospective assessment of postnatal course of 1312 cases of antenatal hydronephrosis (AP diameter ≥5mm) in infants born from 2003 till 2005. Results: In 39% of the prenatally reported cases the postnatal ultrasound did not confirm any nephrourologic disturbance. Fifty percent of the postnatal confirmed cases of hydronephrosis had spontaneous resolution during the first year...

Avaliação do manejo pos-natal das hidronefroses diagnosticadas no periodo pre-natal / Luiz Henrique Pereira

Luiz Henrique Pereira
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/08/2003 PT
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66.58%
O modo de apresentação das crianças portadoras de hidronefrose sofreu uma grande mudança com a difusão da ultra-sonografia pré-natal. Estas se apresentavam freqüentemente com massas abdominais, pielonefrites ou dor abdominal e a necessidade de tratamento era óbvia. Numa freqüência cada vez maior, neonatos assintomáticos são encaminhados com achado incidental de hidronefrose na ultra-sonografia pré-natal. Este fato oferece oportunidade única de prevenir infecções urinárias e aliviar obstruções antes do aparecimento de sintomas, porém impõe a responsabilidade de evitar investigações e tratamentos excessivos. Objetivos: avaliar os resultados do manejo pós-natal das hidronefroses diagnosticadas no período pré-natal com o protocolo empregado atualmente, propondo modificações no intuito de minimizar os custos emocionais e financeiros. Sujeitos e Métodos: Os prontuários de 130 pacientes com diagnóstico pré-natal de uropatia fetal, atendidos no ambulatório de Cirurgia Pediátrica do HC-UNICAMP entre Janeiro de 1995 e Dezembro de 2002, foram revistos. Foram incluídos no estudo 57 pacientes com hidronefrose, sem alterações ureterais, vesicais e uretrais, com diagnóstico de provável obstrução da junção ureteropiélica. O acometimento bilateral ocorreu em 20 pacientes e um total de 77 unidades renais foi disponível para análise. Sessenta unidades renais foram tratadas conservadoramente e acompanhadas através de exames periódicos (DTP ...

Refluxo vésico-ureteral em crianças com diagnóstico pré-natal de hidronefrose - Características e evolução; VESICO-URETERIC REFLUX IN CHILDREN WITH PRENATALLY DIAGNOSED HYDRONEPHROSIS: CHARACTERISTICS AND EVOLUTION

Hernandez, T.; Madalena, C.; Teixeira, P.; Matos, P.
Fonte: Revista Nascer e Crescer Publicador: Revista Nascer e Crescer
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2004 POR
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76.61%
Objectivo: conhecer as características e evolução do Refluxo vésicoureteral ( RVU) de diagnóstico pré-natal, nas crianças vigiadas numa na Consulta de Nefrologia Pediátrica nos último 10 anos. Material e Métodos: entre Janeiro de 1992 e Dezembro de 2002 foram enviados à consulta 322 crianças com diagnóstico pré-natal de uropatia malformativa. Destas, 216 tinham critérios para realizar Cistouretrografia miccional seriada (CUMS) e 29 apresentaram RVU primário (foram excluídos os casos de RVU associados a duplicação do pieloureteral, síndrome de junção ou válvulas da uretra posterior). Os parâmetros analisados neste grupo de doentes foram: sexo, frequência de infecção urinária, evolução ecográfica, avaliação das lesões renais através da gamagrafia renal com DMSA e CUMS seriada. Resultados: verificámos um predomínio do sexo masculino, numa relação de 4:1, e do RVU unilateral, num total de 41 Unidades refluxivas ( UR). A ecografia pós-natal do rim homolateral foi normal em 14/41 UR. A gravidade do RVU foi maior no sexo masculino relativamente ao feminino ( dos RVU graus IV e V, 13/ 15 eram rapazes); a lesão renal difusa predominou também nos rapazes: 10/11 casos. Na maioria dos casos o RVU revelou-se uma situação benigna: 26/41 das UR apresentavam RVU moderado...

VESICOURETERAL REFLUX IN CHILDREN: A REVIEW; REFLUXO VESICOURETERAL EM CRIANÇAS: ARTIGO DE REVISÃO

Nery, Juliane; Universidade Federal do Paraná; Nascimento, Fabio Augusto; Universidade Federal do Paraná; Tambara Filho, Renato; Universidade Federal do Paraná
Fonte: Setor de Ciência da Saúde - Universidade Federal do Paraná Publicador: Setor de Ciência da Saúde - Universidade Federal do Paraná
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Revisão bibliográfica; Review Formato: application/pdf
Publicado em 01/03/2014 POR
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36.23%
Vesicoureteral reflux (VUR) is the abnormal retrograde flow of urine from the bladder into the upper urinary tract – ureters and kidneys. According to the extent of the abnormal flow through the urinary tract and the severity of the lesions in the renal collecting system (caused by the reflux), both assessed by voiding cystourethrogram, this pathology may be classified in 5 different grades (I to V).VUR can be suspected prenatally by ultrasound findings of fetal hydronephrosis. Postnatally, on the other hand, this condition is usually diagnosed either after an investigation in an infant presenting with recurrent urinary tract infections (UTIs) or during screening of infants with a positive family history for significant VUR. The majority of infant patients who suffer from VUR will be cured without any intervention as they grow old. However, some of them will experience recurrent UTIs, which may result in kidney scarring. In terms of how to treat children with VUR, it is far from being a consensus among the experts. Some advocate a prophylactic antibiotic therapy only, whereas others believe that a surgical procedure is usually necessary. Our goal is to review the main aspects related to classification, clinical features, diagnosis...

Clinical care of vesicoureteral reflux: preventing adoption of a procedure-driven algorithm

Mevorach,Robert A.; Hulbert,William C.; Kline,Cheryl D.; Rabinowitz,Ronald
Fonte: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa) Publicador: Archivos Españoles de Urología (Ed. impresa)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2008 ENG
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35.94%
Objectives: Although minimally invasive procedures have created a groundswell, supportive of early intervention as an expedient alternative to surveillance, we present a patient-driven model of care that weighs risk and benefit for each individual. Methods: A practice review was performed for the period 2000-2006. The records of all patients diagnosed by, or referred to, our group (three full-time Pediatric Urologists with a regional service population of 1.7 million) were included in an analysis of vesicoureteral incidence, initial management, and surgical approach. Results: During the review period, the incidence of newly diagnosed VUR increased at a rate of 4% per year, with 66% of these accrued from evaluation of pre-natal hydronephrosis and asymptomatic siblings of known reflux patients. The number of children with VUR and a significant component of DES also increased over time. During this period of higher case volume, surgical intervention failed to increase significantly, but did show a dramatic procedural shift toward minimally invasive techniques for all providers and probable delayed intervention in a substantive number of cases until endoscopic treatment was freely accessible between 2002-2004. Conclusion: Our patient-driven model respects current literature and clinical experience...