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Estudos experimentais com plantas cianogênicas em bovinos

Tokarnia,Carlos Hubinger; Peixoto,Paulo Vargas; Brito,Marilene F.; Duarte,Marcos D.; Brust,Luis A.C.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/1999 PT
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57.17%
O presente estudo experimental foi realizado com a finalidade de preencher lacunas no conhecimento sobre algumas plantas cianogênicas no Brasil. Observou-se que três bovinos gravemente intoxicados por Piptadenia macrocarpa (=Anadenanthera macrocarpa), desenvolveram o clássico quadro de intoxicação cianídrica, mas se recuperaram de imediato quando tratados pela aplicação endovenosa de 660 mg/kg de hipossulfito (tiossulfato) de sódio, associada à administração de 30 g da mesma substância, dissolvidos na água, por sonda esofagiana. Verificou-se ainda que as folhas dessa planta são mais tóxicas em outubro (fase de brotação) do que em março (folhas maduras) e que as folhas dessecadas perdem lentamente em toxidez, no decorrer de meses. As folhas frescas, e também a dessecadas, de Piptadenia viridiflora produziram quadro clínico-patológico muito semelhante ao observado na intoxicação por P. macrocarpa, também rapidamente reversível, em dois bovinos, pela administração de hipossulfito de sódio, o que permite inserila entre as plantas cianogênicas. Quatro bovinos gravemente intoxicados pelas folhas de Holocalyx glaziovii se recuperaram prontamente após a administração de hipossulfito de sódio; verificou-se que as folhas dessecadas dessa planta perdem lentamente em toxidez...

Estudos experimentais em coelhos com plantas cianogênicas

Brito,Marilene F.; França,Ticiana N.; Oliveira,Krishna D.; Cerqueira,Valiria D.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2000 PT
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56.9%
A administração por via oral das folhas dessecadas de Piptadenia macrocarpa (Benth. [=Anadenanthera macrocarpa (Benth.) Brenan], Piptadenia viridiflora (Kunth.) Benth. e Holocalyx glaziovii Taub. [=Holocalyx balansae Micheli], plantas cianogênicas da família Leguminosae Mimosoideae, revelou a sensibilidade do coelho à elas, caracterizando-se a intoxicação por sintomatologia de natureza neuromuscular. A dose letal de P. macrocarpa foi de 6 g/kg para a brotação dessecada, até 5 meses após sua coleta; 6 meses depois da coleta a planta havia perdido a toxidez. A dose letal de P. viridiflora foi também de 6 g/kg para a brotação dessecada, coletada dois meses antes dos experimentos; 10 meses após a coleta a planta havia perdido metade da toxidez. Com H. glaziovii foram realizadas duas séries experimentais; estabeleceu-se a dose letal entre 0,75 e 1,5 g/kg com a planta coletada 2 meses antes, também com perda aproximada de metade da toxidez no período de 12 meses. O experimentos indicam, que H. glaziovii, moída logo após a coleta e armazenada em vidros fechados com tampa plástica, conserva melhor a toxidez nos primeiros meses do que a planta guardada em sacos de algodão, porém, ao final de um ano, essa diferença deixa de existir. A toxidez das folhas dessecadas foi proporcional à intensidade das reações das mesmas ao teste do papel picro-sódico...

Plantas tóxicas para ruminantes e eqüídeos no Seridó Ocidental e Oriental do Rio Grande do Norte

Silva,Durval M. da; Riet-Correa,Franklin; Medeiros,Rosane M.T; Oliveira,Odaci F. de
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
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46.64%
Para determinar a ocorrência de diferentes intoxicações por plantas na região do Seridó Ocidental e Oriental do Rio Grande do Norte foram entrevistadas 82 pessoas, entre produtores e técnicos em 17 municípios. De acordo com esse inquérito as duas intoxicações mais importantes são as por Ipomoea asarifolia, que causa sinais nervosos em ovinos, caprinos e bovinos, e por Aspidosperma pyrifolium que, segundo os entrevistados, causaria abortos em caprinos, ovinos e bovinos. O efeito abortivo desta última planta foi comprovado em caprinos, mas não em bovinos e ovinos. Alguns entrevistados mencionaram, também, a intoxicação por A. pyrifolium como causa de sinais nervosos em bovinos e eqüídeos, o que ainda não foi comprovado. Intoxicações por plantas cianogênicas, incluindo Manihot spp, Anadenanthera colubrina var. cebil (=Piptadenia macrocarpa), Sorghum bicolor e Sorghum halepense são importantes na região. São importantes, também, as intoxicações por Prosopis juliflora em bovinos e, com menor freqüência, em caprinos, por Crotalaria retusa em eqüinos, ovinos e bovinos e por Mascagnia rigida em bovinos. As intoxicações por Brachiaria decumbens e Enterolobium contortisiliquum ocorrem esporadicamente. Outras intoxicações menos importantes são as causadas por Indigofera suffruticosa...

Intoxicações por plantas em ruminantes e equídeos no Sertão Paraibano

Assis,Tales S.; Medeiros,Rosane M.T.; Araújo,José Allan S. de; Dantas,Antônio F.M.; Riet-Correa,Franklin
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2009 PT
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46.65%
Foi realizado um levantamento das intoxicações por plantas em 20 municípios do Sertão Paraibano, onde foram entrevistados 50 produtores e 11 médicos veterinários. De acordo com o levantamento realizado, Ipomoea asarifolia e Mascagnia rigida são as intoxicações mais importantes. Indigofera suffruticosa, as plantas cianogênicas (Sorghum vulgare, Piptadenia macrocarpa e Manihot spp.), Mimosa tenuiflora, Aspidosperma pyrifolium e Crotalaria retusa são plantas importantes como causa de intoxicações na região. Os entrevistados relataram casos esporádicos de intoxicação por Ricinus communis, Enterolobium contortisiliquum, Prosopis juliflorae Brachiaria decumbens. Ziziphus joazeiro, Passiflora sp., Caesalpina ferrea e Crescentia cujete foram mencionadas como causa de abortos em ruminantes. Frutos de Crescentia cujete foram administrados a duas cabras prenhes causando mortalidade perinatal e abortos. As cascas de feijão (Phaseolus vulgaris e Vigna unguiculata) e as folhas de Licania rigida (oiticica) são associadas à sobrecarga ruminal em bovinos. As frutas de Mangifera indica (manga)e Anacardium occidentale (cajú) são responsabilizadas por causarem intoxicação etílica. Dalechampia sp. e Croton sp. foram citadas pelos entrevistados como possíveis plantas tóxicas...

Plantas tóxicas para ruminantes e eqüídeos no Norte Piauiense

Mello,Gustavo W.S.; Oliveira,Diego M.; Carvalho,Ciro J.S.; Pires,Lidiany Viana; Costa,Francisco A. L.; Riet-Correa,Franklin; Silva,Silvana M.M.
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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57.03%
Este trabalho teve por objetivo realizar um levantamento sobre as plantas tóxicas para ruminantes e equídeos na Mesorregião Norte do Piauí. Foram feitas 71 entrevistas a médicos veterinários, engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas e produtores de 16 municípios, entrevistando pelo menos quatro pessoas por município. As plantas comprovadamente tóxicas que foram apontadas com maior frequência na região estudada foram Ipomoea asarifolia, que causa intoxicações em pequenos ruminantes em todas as áreas visitadas. Stryphnodendron coriaceum pelas mortes que ocasiona é, aparentemente, a planta que causa maiores perdas econômicas na mesorregião estudada. Enterolobium contortisiliquum também foi citada como causa importante de sinais digestivos, abortamentos e fotossensibilização em bovinos da região. Os entrevistados confirmaram a ocorrência de surtos de intoxicação em bovinos por Thiloa glaucocarpa no inicio do período chuvoso. Manihot spp. e Piptadenia macrocarpa são plantas cianogênicas apontadas como causa de mortes superagudas em bovinos. Outras plantas relatadas como tóxicas pelos entrevistados, mas sem que haja comprovação de sua toxicidade, foram Buchenavia tomentosa, Caesalpinia sp., Brunfelsia sp....

Intoxicação experimental por Passiflora foetida (Passifloraceae) em caprinos

Carvalho,Fabrício K. de L.; Medeiros,Rosane M.T. de; Araujo,José A.S. de; Riet-Correa,Franklin
Fonte: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) Publicador: Colégio Brasileiro de Patologia Animal - CBPA; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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26.47%
Passiflora foetida é mencionada por produtores da região Nordeste como causa de intoxicação espontânea em animais. Este trabalho teve por objetivos avaliar a toxicidade de P. foetida em caprinos e determinar seu princípio ativo e a época do ano em que a mesma é tóxica. Inicialmente a planta administrada em duas doses diárias de 40g por kg de peso animal (g/kg) coletada dois dias antes da administração não resultou tóxica. Posteriormente a planta administrada imediatamente após a coleta resultou tóxica nas doses que variaram de 4 a 8 g/kg, em quatro caprinos. O animal que recebeu 8g/kg apresentou sinais clínicos graves e recuperou-se após a administração de tiossulfato de sódio. Os demais caprinos apresentaram sinais menos graves e se recuperaram espontaneamente. Posteriormente, a planta foi administrada em diferentes épocas a 23 caprinos na dose de 10g/kg. A planta foi significativamente mais tóxica (P<0,05) na época seca; no total, dos 14 caprinos que receberam a planta na época seca, 11 apresentaram sinais clínicos de intoxicação e dos 13 caprinos que receberam a planta na época das chuvas, apenas 3 apresentaram sinais clínicos. Todos os animais que apresentaram sinais clínicos, se recuperaram após a administração de tiosulfato de sódio. Os sinais clínicos caracterizavam-se por apatia...

Cianogênese em esporófitos de pteridófitas avaliada pelo teste do ácido pícrico

Santos,Marcelo Guerra; Carvalho,Carlos Eduardo Martins; Kelecom,Alphonse; Ribeiro,Maria Luiza Ribeiro da Costa; Freitas,Camila Vaz Chagas de; Costa,Leonardo Moreira da; Fernandes,Livia Viana de Godoy
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 PT
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26.33%
Os glicosídeos cianogênicos são substâncias de defesa encontradas em alguns vegetais, capazes de liberar ácido cianídrico por meio de reações de hidrólise. O presente estudo teve como objetivo avaliar a ocorrência da cianogênese em esporófitos de pteridófitas num afloramento rochoso localizado no Parque Estadual da Serra da Tiririca, Rio de Janeiro, Brasil. Foram analisadas mensalmente durante um ano, folhas férteis, estéreis, jovens (báculos) e caules de 19 espécies de pteridófitas, distribuídas em 13 gêneros e nove famílias. A cianogênese foi caracterizada pelo teste do papel de filtro gotejado com ácido pícrico. Das pteridófitas estudadas, 14 foram pela primeira vez analisadas e 14 espécies apresentaram resultado positivo para a cianogênese. Os resultados encontrados demonstraram haver variação na liberação do ácido cianídrico nas espécies em diferentes partes do vegetal ao longo do período analisado. Microgramma vacciniifolia (Langsd. & Fisch.) Copel. (Polypodiaceae) e Pteridium aquilinum (L.) Kuhn var. arachnoideum (Kaulf.) Brade (Dennstaedtiaceae) mostraram-se cianogênicas durante todo o período analisado.

Evaluación del efecto fitotóxico de rizobacterias deletéreas sobre el crecimiento radical de Axonopus affinis (Chase) y Lens esculenta (Moench)

Pacheco-Hernández,X.J.; Rodríguez-Dorantes,A.; González-Rivera,R.; Amora-Lazcano,E.; Guerrero-Zúñiga,L.A.; Rodríguez-Tovar,A.V.
Fonte: Instituto Politécnico Nacional, Escuela Nacional de Ciencias Biológicas Publicador: Instituto Politécnico Nacional, Escuela Nacional de Ciencias Biológicas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2015 ES
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16.33%
Las malezas ocasionan una gran pérdida en las tierras agrícolas y comúnmente, las medidas de manejo y contención de estas especies se dan con la aplicación de herbicidas, sin embargo; en años recientes se ha presentado un interés en establecer mecanismos de biocontrol seguros, con el empleo de bacterias inhibidoras del crecimiento conocidas como rizobacterias deletéreas (Deleterious rhizobacteria: DRB)que se consideran generalmente como no parasíticas, y causan, de manera sutil, efectos deletéreos a través de la producción de metabolitos dañinos a las plantas. El presente trabajo tuvo como objetivo caracterizar la producción de ácido cianhídrico de pseudomonas rizobacterianas de malezas de un cultivo de alfalfa (Medicago sativa L.) y evaluar el efecto fitotóxico de éstas sobre el crecimiento radical de plántulas de Axonopus affinis (Chase) y Lens esculenta (Moench). De acuerdo con los resultados obtenidos con relación a la evidencia de que los aislados de pseudomonadas son rizobacterias cianogénicas y de su efecto fitotóxico medido sobre las especies vegetales bajo estudio; se sugieren a éstas como posibles agentes de biocontrol con pastos que sean considerados malezas; ya que en general se observó que inhiben su crecimiento radical; sin embargo...