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Presença do naturalismo francês no romance epistolar O marido da adúltera, de Lúcio de Mendonça

Souza, Ariane Carvalho
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 107 f. : il.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Letras - FCLAS; No romance epistolar O marido da adúltera, publicado em 1882 pelo escritor e jornalista Lúcio de Mendonça, encontram-se traços marcantes e inequívocos da estética naturalista desenvolvida, sobretudo, por Émile Zola. Neste trabalho, pretende-se verificar de que modo o idealizador da Academia Brasileira de Letras recebeu as ideias do Naturalismo e as inseriu em sua obra, verificando o processo de adaptação executado pelo autor brasileiro, que soube dialogar com a estética naturalista em voga na época, aplicando muitos de seus princípios, discordando de alguns deles. Cabe observar, igualmente, o fato de que Lúcio de Mendonça optou pelo romance epistolar, gênero pouco utilizado no Brasil do século XIX, mas fundamental para a construção desta obra. Esta pesquisa visa, portanto, analisar de que maneira o autor de O marido da adúltera utilizou-se do naturalismo francês para criar um romance epistolar brasileiro, publicado, originalmente, no periódico O Colombo, em forma de folhetim; característica, aliás, que se conserva no momento da publicação do romance em livro, em 1882; On the epistolary novel The adulterer’s husband...

Alvin Plantinga e seu macroargumento contra o naturalismo

Koslowski, Adilson Alciomar
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado
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Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Florianópolis, 2009.; O objetivo desta tese é apresentar um macroargumento proposto por Alvin Plantinga contra o naturalismo (MCN). O MCN é constituído de: (1) Se um sujeito S é epistemicamente racional e consciente, então S escolhe apenas as crenças verdadeiras ou provavelmente verdadeiras; caso contrário S é irracional. (2) Os argumentos A1, ou A2, ou A3 são sólidos, sendo suas premissas verdadeiras ou provavelmente verdadeiras. (3) Logo, S é racional se crer em A1, ou A2, ou A3. (4) Se S crer em A1, ou A2, ou A3, então S tem um anulador para o naturalismo. (5) Logo, é irracional para S crer no naturalismo. Para sustentar o MCN, vamos utilizar fundamentalmente das argumentações do filósofo americano Alvin Plantinga (1993a, 1993b, 2000 etc.) contra o naturalismo. Os principais argumentos de Plantinga contra o naturalismo podem ser resumidos a três: A1 - Toda definição naturalista fracassa na análise de função apropriada: (P1) Nenhuma das definições puramente naturalistas de função apropriada é ou necessária ou suficiente. (P2) A única análise de função apropriada provavelmente correta é advinda do comprometimento com o teísmo cristão ou algo similar. (C) Logo...

Conhecimento, ciência e natureza : cartas sobre o naturalismo

Abrantes, Paulo Cesar Coelho; Bensusan, Hilan
Fonte: Editora Universidade de Brasília Publicador: Editora Universidade de Brasília
Tipo: Parte de Livro
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Os autores deste capítulo discutem sobre o naturalismo enquanto postura meta-filosófica, que tem muitas implicações na maneira como se concebe a relação entre a filosofia e a ciência. Expõem as suas posições adotando, deliberadamente, um estilo epistolar que preserva, em grande medida, o das cartas que foram, efetivamente, trocadas entre eles. Espera-se, com esse estilo informal, não somente manter o caráter vívido de um debate que prossegue, mas também contribuir para que os leitores se sintam participando do mesmo.

Natureza, ciência e religião : uma avaliação do naturalismo

Silveira, Rodrigo Rocha
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, 2014.; O tema desta dissertação é o Naturalismo filosófico na tradição da filosofia analítica e seus objetivos são caracterizá-lo e apresentar e avaliar alguns argumentos que desafiam seu status como uma espécie de ortodoxia. Em relação ao primeiro objetivo, procura-se mostrar que o Naturalismo pode ser caracterizado, por um lado, por opor filosofia e religião e, por outro, por tentar aproximar filosofia e ciência. Argumenta-se, também, que esses dois aspectos do Naturalismo se conectam pela tese, geralmente defendida por seus adeptos, de que ciência e religião são empreendimentos conflitantes. Defende-se, por fim, que o Naturalismo pode ser considerado uma visão de mundo, uma vez que ele possui consequências em todos os campos do conhecimento e da ação. Em relação ao segundo objetivo, apresentam-se quatro argumentos antinaturalistas: o argumento da razão, formulado por C. S. Lewis; o argumento evolucionário contra o Naturalismo, proposto por Alvin Plantinga; o argumento de Thomas Nagel em Mind and Cosmos; e o argumento da dissonância formulado por Michael Rea em World without Design. Em seguida...

O Naturalismo na pintura de José Malhoa e a sua repercussão na cultura portuguesa

Sousa, Maria Isaura Barbosa Alves de
Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Publicador: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Tipo: Tese de Doutorado
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Tese de Doutoramento em Ciências da Cultura; Esta tese de doutoramento aborda a temática do Naturalismo e a sua repercussão na cultura portuguesa, no contexto artístico do pintor José Malhoa. Malhoa desenvolveu com sucesso a sua carreira artística e académica, tornou-se um dos mais consagrados pintores naturalistas e simultaneamente representativo da cultura portuguesa, pelo tratamento que incutiu à sua temática, nomeadamente na pintura do género. Malhoa, pintor paisagista, de costumes rurais, pintor da história e retratista foi referencial em todos os seus géneros. A “Seara Invadida”, obra que enviou à exposição de Madrid, e com a qual foi muito bem recebido, trará ao artista o seu reconhecimento e incentivo à continuação do seu trabalho artístico e será a marca para Malhoa se dedicar exclusivamente à pintura. Nas suas representações pintadas, José Malhoa descreve o país real, de uma cultura popular intrínseca nos ambientes descritos nas telas, onde se pode observar as histórias do quotidiano, da gente simples e também da alta sociedade, que apreciava merecidamente o seu trabalho. Na sua obra tudo é retratado: uma panóplia de assuntos, desde a emigração, à religiosidade, aos costumes rurais e tarefas agrícolas. Essa importância de Malhoa na Cultura Portuguesa...

Falácia naturalista e naturalismo moral: do é ao deve mediante o quero

Brito,Adriano Naves de
Fonte: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG Publicador: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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O objetivo deste texto é discutir alguns argumentos contra a aceitação da falácia naturalista. Pretende-se mostrar aspectos que parecem corretos na argumentação dos que recusam aquela falácia, e, a despeito de seus acertos, demonstrar que estão fundamentalmente errados. O eixo para este desfecho é a reformulação da falácia em termos da recusa da implicação entre o ser e o querer. Espera-se, assim, tornar mais claras as relações - e a ausência delas - entre verdade e moral, bem como abrir espaço para a defesa de um naturalismo moral não comprometido com a existência de fatos morais. Este texto está dividido em cinco partes. Na primeira, apresenta-se a falácia naturalista de acordo com Moore; na segunda, distingue-se essa entre as formulações de Moore e de Hume; na terceira, apresentam-se objeções à interdição da passagem do "é" ao "deve" e se formulam respostas a essas objeções; na quarta, reapresenta-se o problema da interdição entre "é" e "deve" e se focaliza uma solução alternativa a ele mediante o querer; e, finalmente, na quinta parte, elaboram-se algumas conclusões acerca do naturalismo e do realismo na moral.

A crítica de Charles Taylor ao naturalismo na Ciência Política

Losso,Tiago
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 PT
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Os mais recentes esforços de revitalização do enfoque interpretativo na Ciência Política têm sua gênese na década de 1960, quando vários autores passaram a advogar a centralidade do estudo dos significados lingüístico e hermenêutico dos fenômenos políticos. Dentre tais autores, destaca-se o filósofo e politólogo Charles Taylor, cujos textos dos anos 1960 e 1970 desferem críticas contundentes ao naturalismo subjacente ao mainstream da Ciência Política da época. Meu objetivo é explorar a crítica de Taylor ao naturalismo, pensadas no contexto de uma proposta de abordagem interpretativa para a Ciência Política. Primeiramente, contextualizarei as contribuições de Taylor no âmbito mais amplo do interpretive turn nas Ciências Sociais. Em seguida, sumarizarei as reservas que Quentin Skinner e Clifford Geertz apresentam à crítica de Taylor.

As Origens históricas do argumento evolutivo contra o naturalismo

Koslowski, Adilson Alciomar
Fonte: Universidade Federal de Sergipe Publicador: Universidade Federal de Sergipe
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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Este artigo “As origens históricas do argumento evolutivo contra o naturalismo” tem como finalidade buscar as origens históricas do famoso argumento do filósofo americano Alvin Plantinga contra o naturalismo (1993). Seu argumento é que se a evolução e o naturalismo são ambos verdadeiros, as faculdades cognitivas humanas envolvidas para produzir crenças têm valor de sobrevivência (alimentar-se, defender-se e reproduzir-se), não necessariamente para produzir crenças que sejam verdadeiras. Portanto, desde que as faculdades cognitivas humanas são ajustadas para sobreviver antes que a verdade no modelo evolução-e-naturalismo, incluindo igualmente o naturalismo e a evolução. Por outro lado, se Deus criou o homem “a sua imagem” pelo processo evolucionário (ou algum outro meio), então Plantinga sustente que nossas faculdades provavelmente são confiáveis. Por sugestão de Beilby (2002) fizemos uma pesquisa bibliográfica para buscar as origens do argumento no livro “Milagres” de C. S. Lewis (1947) e em “Metafísica” de Richard Taylor (1965). Pensamos que esta reconstrução ajuda a compreender melhor o argumento de Plantinga, bem como mostrar sua novidade em relação a esses dois predecessores._________________________________________________________________________________________ ABSTRACT: This article “The historical origins of evolutionary argument against naturalism” it has as purpose inquires the historical origin of famous argument of American philosophy Alvin Plantinga against the naturalism (1993). His basic argument is that if evolution and naturalism are both true...

O pag?: o naturalismo inacabado de Marques de Carvalho (1884-1887)

BARBOSA, Maurel Ferreira
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Analisaremos nesta pesquisa as linhas do naturalismo proposto por Marques de Carvalho no romance O Pag?, que veio ? p?blico como folhetim pelo peri?dico A Rep?blica em janeiro de 1887, tendo por subt?tulo a express?o ?romance naturalista.? Que naturalismo era esse? Quem era Marques de Carvalho antes da publica??o de seu mais conhecido romance Hort?ncia? Com esses questionamentos, seguiremos a trilha do intelectual por tr?s dos peri?dicos onde atuou como redator, assim como, os debates e conflitos em que se envolveu. Adentraremos o campo liter?rio paraense do final do Oitocentos, para, a partir das disputas em seu interior, enxergarmos as for?as de legitima??o de um modo de pensar. Nesse caso, a vis?o de mundo de Marques de Carvalho.; ABSTRACT: Analyzed in this study of naturalism lines proposed by Marques de Carvalho in the novel Pag?, who came to the public as serialized in the journal The Republic in January 1887, subtitled with the word "naturalistic novel." That naturalism was that? Marques de Carvalho who was before the publication of his best known novel Hort?ncia? With this questions, we follow the trail of the intellectual behind the journals where he served as editor, as well as the debates and conflicts that involved. We entered the literary field the end of the nineteenth century in Par?...

Hume e o naturalismo epistemológico : aspectos céticos e positivos de sua teoria da crença; Hume and epistemological naturalism : skeptical and positive aspects of his theory of belief

Claudiney Jose de Sousa
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/02/2012 PT
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A adoção do modelo da ciência da natureza física, por parte de Hume, para a elaboração de seu projeto de uma ciência da natureza humana, permite ao autor construir um novo sistema de conhecimento, erigido sobre um fundamento inteiramente novo e seguro, mas exige, por outro lado, uma quase completa redefinição de velhos conceitos epistemológicos e uma revisão de teorias e concepções tradicionalmente aceitas em filosofia. Neste trabalho procuraremos avaliar esse audacioso empreendimento a partir do estudo da teoria humeana das crenças (mais particularmente, das crenças causais e da crença na existência dos corpos), destacando duas grandes concepções sobre a atitude do autor, a cética e a naturalista, quase sempre vistas como radicalmente diferentes e incompatíveis: i) por um lado os que tendem a enfatizar o lado negativo de sua filosofia, por entender que ele teria restringido o espaço tradicionalmente conferido à razão, como conceito normativo em filosofia, e exaltado conceitos desautorizados dessa tarefa, como hábito e imaginação (nesse grupo de autores estão, por exemplo, Thomas Reid, Thomas Hill Green e Bertrand Russell); ii) e por outro, os que realçam aspectos positivos e a subordinação da razão aos sentimentos para destacar o caráter irresistível e inevitável de nossas crenças naturais como critério para distinção e escolha entre crenças (a figura central deste segundo grupo de autores é Norman Kemp Smith). Veremos que no século XX o debate sobre a epistemologia humeana continua estimulador: John Wright...

Nature and the Good: An exploration of ancient ethical naturalism in Cicero’s De finibus; La naturaleza y el bien: Una exploración del naturalismo ético antiguo en el De Finibus de Cicerón; La Nature et le Bien: Une exploration du naturalisme éthique antique dans De Finibus de Cicéron

Bermúdez-Rey, Juan Pablo; Coordinador de publicaciones científicas.
Fonte: Universidad de la Sabana Publicador: Universidad de la Sabana
Tipo: Artigo de Revista Científica
SPA
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This paper investigates the differences between ancient Greek and modern ethical naturalism,through the account of the whole classical tradition provided by Cicero in De finibus bonorum et malorum. Eversince Hume’s remarks on the topic, it is usually held that derivations of normative claims from factual claimsrequire some kind of proper justification. It´s a the presence of such justifications in the Epicurean, Stoic, andAcademic-Peripatetic ethical theories (as portrayed in De finibus), and, after a negative conclusion, I argue thatwe should conceive of this issue within a social-historical perspective: The radical difference between ancientand modern naturalistic ethics is due (in Weber’s terms) to the rationalization processes that generated themodern outlook on nature.; Este ensayo explora las diferencias entre el naturalismo ético griego antiguo y el moderno, através de la presentación de la tradición clásica ofrecida por Cicerón en su De finibus bonorum et malorum. Desdelas observaciones de Hume al respecto, es usual sostener que las derivaciones de aserciones normativasa partir de aserciones descriptivas requieren algún tipo de justificación adecuada. Esta es una búsqueda dela presencia de tales justificaciones en las teorías éticas epicúrea...

O Realismo-Naturalismo de Stendhal e Shimazaki Tôson. Uma análise psicológica das personagens centrais: Julien e Ushimatsu.; O Realismo-Naturalismo de Stendhal e Shimazaki Tôson. Uma análise psicológica das personagens centrais: Julien e Ushimatsu.

Okamoto, Monica Setuyo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 25/11/2013 POR
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This article focuses, comparatively, the central characters of books Hakai (The Broken Commandment, 1906) Japanese writer Shimazaki Tōson and Le Rouge et le Noir (The Red and the Black, 1830) of the French realist Stendhal. Although the Japanese Realism-Naturalism received greater influence of Guy de Maupassant and German authors, noted many similarities between the works of Stendhal and Tōson which will be exposed in this article. We emphasize, however, that the comparative study here will be restricted to the analysis of social role and psychological profile of the two characters, Ushimatsu and Julien, within their respective historical contexts, without the intention, therefore, to address other aspects of the two works.; Este artigo enfoca, de forma comparativa, as personagens centrais das obras Hakai (1906) do escritor japonês Shimazaki Tôson (1872-1943) e O Vermelho e o Negro (Le Rouge et Le Noir, 1830) do realista francês Stendhal. Embora o Realismo-Naturalismo japonês tenha recebido maior influência de Guy de Maupassant e dos autores alemães, notamos grandes similitudes entre as obras de Tôson e Stendhal, as quais serão expostas neste artigo. Ressaltamos, porém, que o estudo comparativo aqui será restrito à análise do papel social e do perfil psicológico das duas personagens...

Naturalismo, Falibilismo e Ceticismo

Dutra, Luiz Henrique de A.
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 03/12/1998 POR
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Nesse artigo, procuramos mostrar que duas alternativas célebres aos fundacionalismos tradicionais - o falibilismo de Popper e o naturalismo de Quine - apresentam consequências indesejáveis a respeito do problema da base empírica. Propomos uma terceira alternativa - o ceticismo alético -, que pode lidar adequadamente com esse problema. Além disso, compreendemos o ceticismo alético como uma doutrina diferente do ceticismo pirrônico tradicional (e outras versões antigas e modernas de ceticismo), no que diz respeito ao objetivo da investigação, embora ele coincida com o pirronismo em seu método. O ceticismo alético evita não apenas o naturalismo, mas também o falibilismo.

A CRÍTICA DE CHARLES TAYLOR AO NATURALISMO NA CIÊNCIA POLÍTICA

Losso, Tiago; Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 28/04/2013 POR
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Os mais recentes esforços de revitalização do enfoque interpretativo na Ciência Política têm sua gênese nadécada de 1960, quando vários autores passaram a advogar a centralidade do estudo dos significadoslingüístico e hermenêutico dos fenômenos políticos. Dentre tais autores, destaca-se o filósofo e politólogoCharles Taylor, cujos textos dos anos 1960 e 1970 desferem críticas contundentes ao naturalismo subjacenteao mainstream da Ciência Política da época. Meu objetivo é explorar a crítica de Taylor ao naturalismo,pensadas no contexto de uma proposta de abordagem interpretativa para a Ciência Política. Primeiramente,contextualizarei as contribuições de Taylor no âmbito mais amplo do interpretive turn nas CiênciasSociais. Em seguida, sumarizarei as reservas que Quentin Skinner e Clifford Geertz apresentam à crítica deTaylor.

Realismo cognitivo, naturalismo e pragmatismo ético: a estrutura normativa das “formas de vida” segundo Habermas e Putnam; Realismo cognitivo, naturalismo e pragmatismo ético: a estrutura normativa das “formas de vida” segundo Habermas e Putnam

Lima, Erick
Fonte: Federal University of Santa Catarina – UFSC Publicador: Federal University of Santa Catarina – UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 31/12/2013 POR
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http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2013v17n3p459 Pretendo explicitar algumas implicações epistemológicas do debate entre Putnam e Habermas acerca da objetividade dos valores. Inicialmente, gostaria de construir, recorrendo a reflexões em filosofia da linguagem e no neopragmatismo, o horizonte teórico no qual se possa entender de maneira menos unilateral a relação entre naturalismo e a normatividade das “formas de vida” (1). Tais considerações devem funcionar como uma explanação do contexto filosófico em que se desenvolve o debate Habermas/Putnam. Em seguida, gostaria de resumir a posição de Putnam (2). Em terceiro lugar, a partir daquilo que parece ser a direção argumentativa compartilhada, pretendo evidenciar a pertinência do debate para os atuais questionamentos em filosofia prática, delineando os contornos do “pragmatismo ético” (3). Finalmente, procuro mostrar que Habermas escapa à crítica de Putnam aderindo implicitamente à tese da vinculação da moral deontológica a uma orientação axiológica em termos de vulnerabilidade (4).; http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2013v17n3p459 The paper aims at recovering some epistemological issues in the debate between Putnam and Habermas about the objectivity of values. To begin with...

Proposta de argumento contra o naturalismo metafísico; Proposta de argumento contra o naturalismo metafísico

Faria, Domingos; Universidade de Lisboa
Fonte: Federal University of Santa Catarina – UFSC Publicador: Federal University of Santa Catarina – UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/2014 POR
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http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2014v18n3p361In this paper I present a proposal to reformulate the argument of Alvin Plantinga (2011) against metaphysical naturalism. Contrary to Plantinga’s argument, in this new version I propose to consider the probability of the reliability of cognitive faculties, not with regard to any kind of beliefs, but only with respect to metaphysical beliefs. I claim that those who accept naturalism have a defeater for the belief that their cognitive faculties are reliable with respect to metaphysical beliefs and, thus, they have a defeater for any of their metaphysical beliefs, including the belief in metaphysical naturalism. Therefore, those who accept naturalism have a defeater for naturalism; in other words, metaphysical naturalism is self-defeating.; http://dx.doi.org/10.5007/1808-1711.2014v18n3p361Neste artigo proponho uma reformulação do argumento de Alvin Plantinga (2011) contra o naturalismo metafísico. Ao contrário do argumento de Plantinga, nesta nova versão proponho considerar a probabilidade da fiabilidade das faculdades cognitivas, não em relação a todo o tipo de crenças, mas apenas em relação a crenças metafísicas. Argumento que quem aceita o naturalismo tem um anulador para a crença de que as suas faculdades cognitivas são fiáveis com respeito a crenças metafísicas e...

Ética, giro experimentalista y naturalismo débil

Lariguet,Guillermo
Fonte: Estudios de filosofía práctica e historia de las ideas Publicador: Estudios de filosofía práctica e historia de las ideas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 ES
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En este trabajo muestro la existencia de un "giro experimentalista" en ética que pertenece a una tendencia de la filosofía en general hacia la experimentación. Explicito la conexión entre este giro y un tipo de naturalismo que denominaré "débil". En el trabajo reflexiono sobre la manera en que este giro experimental, en tanto forma de un tipo de naturalismo, tiene un doble impacto en la ética como disciplina filosófica. En realidad, examino la manera en que el naturalismo subyacente al experimentalismo afecta la naturaleza del análisis conceptual y el carácter normativo de la ética.

El naturalismo normativo y sus problemas (normativos)

Guillaumin,Godfrey
Fonte: UAM, Unidad Iztapalapa, División de Ciencias Sociales y Humanidades Publicador: UAM, Unidad Iztapalapa, División de Ciencias Sociales y Humanidades
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 ES
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El naturalismo normativo de Larry Laudan es una de las tesis más importantes en filosofía de la ciencia, entre otras razones, porque permite evaluar las diferentes teorías filosóficas acerca de la naturaleza de la metodología científica. Su rasgo central es que incorpora tanto un aspecto descriptivo como uno normativo evitando la falacia naturalista. Sin embargo, desde mi punto de vista, el naturalismo normativo no explica adecuadamente dos situaciones relativamente frecuentes que se presentan en la historia de la ciencia, a saber, episodios en donde situaciones metodológicas son inéditas y ocasiones en donde reglas exitosas no funcionan en situaciones en que deberían hacerlo. En este artículo exploro cómo es que el naturalismo normativo reacciona ante esas dos situaciones y la conclusión a la que llego es que el naturalismo normativo presenta fisuras normativas importantes.

El naturalismo pedagógico y su influencia en el movimiento de la escuela nueva venezolana

Luque,Guillermo
Fonte: Universidad Pedagógica Experimental Libertador. Vicerectorado de Investigación y Postgardo Publicador: Universidad Pedagógica Experimental Libertador. Vicerectorado de Investigación y Postgardo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 ES
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El naturalismo pedagógico es un poderoso principio que sirvió de fundamento al surgimiento de la Escuela Nueva o Activa; junto con la libertad del niño, la autoactividad, el laicismo y la coeducación, entre otros, abrió nuevos cauces con base en los desarrollos de la biología y la psicología en las primeras décadas del siglo XX. Tanto en su crítica como en su elaboración teórica, el naturalismo pedagógico halló en la obra de John Dewey su elaboración más elevada. En razón de su contenido antidogmático, fue y sigue siendo combatido por la iglesia católica y los sectores conservadores defensores del dogma del pecado original en el niño. En Venezuela, los educadores que propugnaron el movimiento de la Escuela Nueva hacia finales de la dictadura de Juan Vicente Gómez, orientaron su pensamiento y acción basados en el naturalismo pedagógico y otros principios de ese movimiento transformador de la educación y de la sociedad.

Naturalismo o antinaturalismo en la investigación

Montoya,César; Cendrós Guasch,Jesús; Govea de Guerrero,María
Fonte: Instituto de Investigaciones Universidad del Zulia (LUZ) Publicador: Instituto de Investigaciones Universidad del Zulia (LUZ)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 ES
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37.54%
Con el presente artículo se reflexiona sobre la pretendida capacidad del naturalismo, en su acepción tanto cuantitativa como cualitativa, como vía única e infalible para abordar la porción de la verdad que es vislumbrada en la actividad investigativa. Desde una perspectiva hermenéutica se interpretan diferentes autores, para arribar por medio del análisis a sus ventajas y desventajas. Este trabajo no se podría hacer sin tocar los conceptos de verdad, realidad y naturaleza, por lo tanto son abordados. También contempla la inconveniencia de la discusión, heredera de la crítica al naturalismo positivista entre metodología cualitativa y cuantitativa. Se concluye que el naturalismo es usado tanto por “cualitativistas” y “cuantitativistas” de una manera reduccionista, al limitar la realidad (sensorial, espiritual y material) como expresión única de la materia, situación conveniente de evitar en un mundo donde convergen distintos discursos del saber configurando la transdisciplinaridad y transversalidad. Para obviar el reduccionismo se propone ampliar el término de lo empírico al abordaje no solo de lo experimental, sino de lo experiencial, por medio del cual se pueden lograr de igual forma la transmisión, reproducibilidad y verificabilidad provenientes de otras fuentes de realidades distintas a la material como son la mental y la espiritual.