Página 1 dos resultados de 22 itens digitais encontrados em 0.025 segundos

Avalia????o de implanta????o do n??cleo descentralizado de vigil??ncia da sa??de na regi??o metropolitana II, estado do Rio de Janeiro

Abreu, Dolores Maria Franco de
Fonte: Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Dissertação
Relevância na Pesquisa
46.08%
O estudo tem por objetivo avaliar a implanta????o do N??cleo Descentralizado de Vigil??ncia da Sa??de (NDVS) da Regi??o Metropolitana II, Estado do Rio de Janeiro. Foi utilizado para tal, o Modelo L??gico do Programa (MLP) e o Modelo Te??rico de Avalia????o (MTA). A avalia????o foi conduzida atrav??s de estudo de caso ??nico com m??ltiplos n??veis de an??lise. Para definir o grau de implanta????o foi utilizada uma matriz de julgamento onde foram pontuadas as dimens??es escolhidas para essa pesquisa. Foram utilizadas as dimens??es: t??cnica e, a de gest??o e financiamento. A dimens??o t??cnica ?? composta das subdimens??es de integralidade, articula????o t??cnica e ades??o. Do mesmo modo, a dimens??o de gest??o e financiamento tamb??m ?? composta por subdimens??es, a saber: administrativa e financeira. O estudo foi desenvolvido em duas etapas. Na primeira foi realizada avalia????o do grau presumido de implanta????o dos NDVS do Estado atrav??s de estudo descritivo dos mesmos. Na segunda etapa foi realizada a avalia????o do grau observado de implanta????o da NDVS Metro II. Os dados foram coletados de v??rias fontes o que permitiu aumentar a confiabilidade dos resultados. Os par??metros aplicados para avaliar o grau de implanta????o foram definidos por meio de quartis: n??o implantado para valores menores que 25 por cento; cr??tico para valores entre 25 e 49 por cento; parcialmente implantado se entre 50 e 79 por cento e...

Contribui????es do n??cleo de apoio aos polos para a gest??o em Ead

Pinho, Denise de Sena; Garcia, Narjara Mendes; Esperan??a, Joice Ara??jo; Hartwig, Sandra Christ
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande Publicador: Universidade Federal do Rio Grande
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
POR
Relevância na Pesquisa
46.5%
O polo presencial ?? um ambiente onde os programas e cursos ofertados na modalidade a dist??ncia podem usufruir de uma estrutura que se caracteriza por condi????es que contemplam o aspecto estrutural, as rela????es interpessoais e o aspecto pedag??gico presentes nas a????es. O polo deve oferecer condi????es satisfat??rias para o atendimento das necessidades dos alunos, tendo em vista a garantia da realiza????o dos encontros presenciais, orienta????es, forma????o de grupos de estudos, avalia????es presenciais e eventos acad??micos. Com isso, ?? enfatizado a necessidade de um planejamento e de uma coordena????o efetiva das a????es nos polos, exigindo assim o comprometimento dos diferentes atores presentes neste ambiente, com destaque para a atua????o dos gestores desses polos. Para efetivar uma rela????o de comunica????o entre a universidade e os polos, houve a cria????o do N??cleo de Apoio aos Polos para prestar o suporte as equipes e a????es desenvolvidas. O n??cleo ?? apresentado como uma estrat??gia de apoio pedag??gico para os espa??os educativos, servindo de polos dos cursos a dist??ncia de uma institui????o de ensino superior p??blica. Entre as a????es do n??cleo destacam-se: a media????o entre as equipes dos polos e da Secretaria de Educa????o a Dist??ncia (SEaD); o suporte pedag??gico e a forma????o continuada da equipe dos polos; o incentivo a reflex??o sobre o acolhimento dos estudantes e o trabalho em equipe; a divulga????o das a????es e cursos em EaD nos munic??pios atendidos pelos polos. Assim...

M?rtires de abril: o MST semeando a utopia camponesa

ABE, Marlene Naoyo
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
25.96%
A descri??o do Assentamento M?rtires de Abril e a an?lise dos processos de constru??o das pr?ticas e do discurso sobre sua organiza??o e gest?o s?o o objeto deste trabalho. Desse modo ? que se definiu como tem?tica o Estudo das Formas de Organiza??o de Assentamento do MST com a perspectiva de pensar os processos sociais que se foram construindo nos assentamentos de Reforma Agr?ria do MST no Par?, e a sua complexidade, a partir da experi?ncia do Assentamento M?rtires de Abril que apresenta peculiaridades. A forma de organiza??o da produ??o ? uma tentativa de se implantar o projeto de organiza??o de assentamento do MST, que, neste trabalho, foram assim denominados: Grupo Coletivo ou de Produ??o no Sistema de Coopera??o; Semi-coletivo ou Produ??o Familiar Integrada e Individual ou Produ??o Familiar N?o Integrada. Nesta perspectiva, definiu-se como objetivos do trabalho: compreender os limites e as possibilidades de implementa??o das formas de organiza??o de assentamento do MST, associando coletivismo e gest?o familiar, a partir da experi?ncia do Assentamento M?rtires de Abril; identificar os limites e as possibilidades das formas de organiza??o da produ??o coletiva numa perspectiva de constru??o da proposta de assentamento; identificar as representa??es sociais no processo de constru??o da organiza??o social...

A guerra das ?guas: concep??es e pr?ticas de planejamento e gest?o urbana na orla fluvial de Bel?m (PA)

AMARAL, M?rcio Douglas Brito
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
26.05%
Discute as concep??es e as pr?ticas de planejamento e gest?o urbana na orla fluvial de Bel?m, tendo como refer?ncia emp?rica de an?lise as interven??es nela realizadas pelo Governo do Estado do Par? - Complexo Esta??o das Docas e N?cleo Hist?rico Feliz Lusit?nia - e pela Prefeitura Municipal de Bel?m - Complexo Ver-o-Peso e Projeto Ver-o-Rio. A partir da an?lise desenvolvida p?de-se chegar ?s seguintes conclus?es: 1) Nas interven??es urbanas desenvolvidas na orla de Bel?m est?o presentes duas perspectivas de gest?o e planejamento urbanos: a gest?o estrat?gica de cidades, modelo adotado pelo Governo do Estado, e a gest?o participativa, utilizada pela Prefeitura de Bel?m; 2) Os conflitos existentes no plano te?rico-metodol?gico entre as duas concep??es de gest?o e planejamento urbanos, acabam se manifestando nas paisagens e espa?os por elas produzidos. Na Esta??o das Docas e no Feliz Lusit?nia, busca-se a produ??o de um espa?o caracterizado pela suntuosidade, pelo luxo e pela seletividade. No Ver-o-Peso e no Ver-o-Rio, por outro lado, procura-se resgatar espa?os marcados pelo regionalismo, a identidade ribeirinha e ao uso pelos grupos sociais historicamente exclu?dos; 3) Essas interven??es urbanas realizadas na orla t?m promovido a produ??o de uma nova imagem e de uma nova paisagem para cidade de Bel?m...

Modernizando a gest??o para a cidadania

Brasil. Minist??rio da Sa??de (MS). N??cleo Estadual do Rio de Janeiro
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Relato de Experi??ncia
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
36.05%
O trabalho apresentado visou a profissionaliza????o da gest??o dos hospitais federais no Rio de Janeiro, com implanta????o do planejamento das atividades e rigorosos sistemas de controle e gest??o or??ament??ria, gest??o de qualidade e melhoria das instala????es e equipamentos. Os resultados alcan??ados abrangeram as seguintes ??reas de atua????o: transpar??ncia na gest??o; ger??ncia de contratos continuados; estrat??gias para diminui????o das filas para atendimento; contratos de gest??o com hospitais; sistemas de apura????o de custos hospitalares; amplia????o e recupera????o do parque tecnol??gico e descentraliza????o para a gest??o municipal. A clientela principal se constitui do cidad??o-usu??rio: pacientes e familiares, mesmo que ?? primeira vista esse efeito seja indireto. Os funcion??rios, submetidos a novos processos de organiza????o do trabalho, tamb??m t??m sido atingidos de maneira bastante contundente, superando, em alguns casos, a cultura prevalecente no servi??o p??blico, voltada para o imobilismo e a falta de iniciativa. Para a implanta????o de uma nova fei????o na gest??o dos servi??os p??blicos hospitalares, foram utilizados os recursos or??ament??rios da institui????o, sem nenhum acr??scimo especial. As equipes de trabalho envolvidas foram as mais diversas...

Colet??nea planejamento e or??amento governamental: volume 1: pref??cio

Amaral, Helena Kerr do
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Cap??tulo de Livro
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
36.09%
Pref??cio da colet??nea, estabelece seu objetivo de fornecer material did??tico focado no desenvolvimento profissional da administra????o p??blica brasileira.; N??mero de p??ginas: 5 p.; Planejamento Governamental; Colet??nea Planejamento e Or??amento SUM??RIO Pref??cio 7 Introdu????o Jos?? Luiz Pagnussat 9 Cap??tulo I ??? Teoria do planejamento p??blico 67 Dois s??culos de teoria do planejamento: uma vis??o geral 69 John Friedmann Cap??tulo II ??? Metodologias de planejamento 113 O plano como aposta 115 Carlos Matus O Quadro L??gico: um m??todo para planejar e gerenciar mudan??as 145 Peter Pfeiffer Cap??tulo III ??? Planejamento no Brasil 191 A experi??ncia brasileira em planejamento econ??mico: uma s??ntese hist??rica 193 Paulo Roberto de Almeida A retomada do planejamento governamental no Brasil e seus desafios 229 Ariel Pares e Beatrice Valle A metodologia de gest??o estrat??gica do NAE 271 N??cleo de Assuntos Estrat??gicos (NAE)

Colet??nea planejamento e or??amento governamental: volume 1: introdu????o

Pagnussat, Jos?? Luiz
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Cap??tulo de Livro
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
36.09%
Esta introdu????o, al??m de apresentar e contextualizar cada tem??tica, objetiva ser um texto did??tico b??sico para os cursos da ENAP. Nesse sentido, traz, adicionalmente, uma s??ntese dos temas desenvolvidos nos respectivos textos da colet??nea.; N??mero de p??ginas: 60 p.; Planejamento Governamental; Colet??nea Planejamento e Or??amento SUM??RIO Pref??cio 7 Introdu????o Jos?? Luiz Pagnussat 9 Cap??tulo I ??? Teoria do planejamento p??blico 67 Dois s??culos de teoria do planejamento: uma vis??o geral 69 John Friedmann Cap??tulo II ??? Metodologias de planejamento 113 O plano como aposta 115 Carlos Matus O Quadro L??gico: um m??todo para planejar e gerenciar mudan??as 145 Peter Pfeiffer Cap??tulo III ??? Planejamento no Brasil 191 A experi??ncia brasileira em planejamento econ??mico: uma s??ntese hist??rica 193 Paulo Roberto de Almeida A retomada do planejamento governamental no Brasil e seus desafios 229 Ariel Pares e Beatrice Valle A metodologia de gest??o estrat??gica do NAE 271 N??cleo de Assuntos Estrat??gicos (NAE)

Colet??nea planejamento e or??amento governamental: volume 1: o plano como aposta

Matus, Carlos
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Cap??tulo de Livro
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
36.22%
O texto sintetiza os principais fundamentos do m??todo PES. Esse m??todo contrap??e-se ao planejamento tradicional e prop??e uma abordagem tecnopol??tica do planejamento.; N??mero de p??ginas: 33 p.; Planejamento Estrat??gico; Colet??nea Planejamento e Or??amento SUM??RIO Pref??cio 7 Introdu????o Jos?? Luiz Pagnussat 9 Cap??tulo I ??? Teoria do planejamento p??blico 67 Dois s??culos de teoria do planejamento: uma vis??o geral 69 John Friedmann Cap??tulo II ??? Metodologias de planejamento 113 O plano como aposta 115 Carlos Matus O Quadro L??gico: um m??todo para planejar e gerenciar mudan??as 145 Peter Pfeiffer Cap??tulo III ??? Planejamento no Brasil 191 A experi??ncia brasileira em planejamento econ??mico: uma s??ntese hist??rica 193 Paulo Roberto de Almeida A retomada do planejamento governamental no Brasil e seus desafios 229 Ariel Pares e Beatrice Valle A metodologia de gest??o estrat??gica do NAE 271 N??cleo de Assuntos Estrat??gicos (NAE)

Colet??nea planejamento e or??amento governamental: volume 1: o quadro l??gico - um m??todo para planejar e gerenciar mudan??as

Pfeiffer, Peter
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Cap??tulo de Livro
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
56.34%
O texto traz uma s??ntese do Enfoque do Quadro L??gico e constr??i um exemplo da matriz de planejamento do projeto, que ilustra para o leitor a estrutura do QL; N??mero de p??ginas: 49 p.; Planejamento Estrat??gico; Colet??nea Planejamento e Or??amento SUM??RIO Pref??cio 7 Introdu????o Jos?? Luiz Pagnussat 9 Cap??tulo I ??? Teoria do planejamento p??blico 67 Dois s??culos de teoria do planejamento: uma vis??o geral 69 John Friedmann Cap??tulo II ??? Metodologias de planejamento 113 O plano como aposta 115 Carlos Matus O Quadro L??gico: um m??todo para planejar e gerenciar mudan??as 145 Peter Pfeiffer Cap??tulo III ??? Planejamento no Brasil 191 A experi??ncia brasileira em planejamento econ??mico: uma s??ntese hist??rica 193 Paulo Roberto de Almeida A retomada do planejamento governamental no Brasil e seus desafios 229 Ariel Pares e Beatrice Valle A metodologia de gest??o estrat??gica do NAE 271 N??cleo de Assuntos Estrat??gicos (NAE)

Colet??nea planejamento e or??amento governamental: volume 1: a experi??ncia brasileira em planejamento econ??mico - uma s??ntese hist??rica

Almeida, Paulo Roberto de
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Cap??tulo de Livro
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
26.19%
O texto faz uma s??ntese did??tica dos planos de desenvolvimento e de estabiliza????o econ??mica implementados no Brasil, nas ??ltimas seis d??cadas. O relato abrange desde os primeiros exerc??cios de planejamento, no imediato p??s-Segunda Guerra Mundial, at?? os ??ltimos PPAs e, ainda, faz refer??ncias ??s tentativas de planejamento de longo prazo com o ???Brasil 2020???, no governo Fernando Henrique.; N??mero de p??ginas: 39 p.; Planejamento Estrat??gico; Colet??nea Planejamento e Or??amento SUM??RIO Pref??cio 7 Introdu????o Jos?? Luiz Pagnussat 9 Cap??tulo I ??? Teoria do planejamento p??blico 67 Dois s??culos de teoria do planejamento: uma vis??o geral 69 John Friedmann Cap??tulo II ??? Metodologias de planejamento 113 O plano como aposta 115 Carlos Matus O Quadro L??gico: um m??todo para planejar e gerenciar mudan??as 145 Peter Pfeiffer Cap??tulo III ??? Planejamento no Brasil 191 A experi??ncia brasileira em planejamento econ??mico: uma s??ntese hist??rica 193 Paulo Roberto de Almeida A retomada do planejamento governamental no Brasil e seus desafios 229 Ariel Pares e Beatrice Valle A metodologia de gest??o estrat??gica do NAE 271 N??cleo de Assuntos Estrat??gicos (NAE)

Colet??nea planejamento e or??amento governamental: volume 1: a retomada do planejamento governamental no Brasil e seus desafios

Pares, Ariel; Valle, Beatrice
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Cap??tulo de Livro
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
26.04%
O texto apresenta um cen??rio dos avan??os recentes no planejamento governamental. Em sua primeira parte, procura referenciar o debate atual acerca das possibilidades, das limita????es e dos avan??os introduzidos pelo PPA, especialmente a partir de 2000, com destaque para a integra????o ???plano-or??amento???, por meio de programas formulados com origem em problemas ou demandas da sociedade; um plano e um or??amento orientados para resultado; e o novo sistema de planejamento e or??amento como pe??a fundamental para a implanta????o da gest??o por resultados no Pa??s. A segunda parte do texto refere-se ao modelo de gest??o do plano. S??o apresentados os fundamentos do modelo de sua gest??o e os avan??os propostos para o PPA 2004-2007. Em s??ntese, a gest??o do plano ?? fundamentada no princ??pio da responsabiliza????o e nos processos de monitoramento, avalia????o e retroalimenta????o do ciclo do gasto p??blico; N??mero de p??ginas: 44 p.; Planejamento Governamental; Colet??nea Planejamento e Or??amento SUM??RIO Pref??cio 7 Introdu????o Jos?? Luiz Pagnussat 9 Cap??tulo I ??? Teoria do planejamento p??blico 67 Dois s??culos de teoria do planejamento: uma vis??o geral 69 John Friedmann Cap??tulo II ??? Metodologias de planejamento 113 O plano como aposta 115 Carlos Matus O Quadro L??gico: um m??todo para planejar e gerenciar mudan??as 145 Peter Pfeiffer Cap??tulo III ??? Planejamento no Brasil 191 A experi??ncia brasileira em planejamento econ??mico: uma s??ntese hist??rica 193 Paulo Roberto de Almeida A retomada do planejamento governamental no Brasil e seus desafios 229 Ariel Pares e Beatrice Valle A metodologia de gest??o estrat??gica do NAE 271 N??cleo de Assuntos Estrat??gicos (NAE)

Colet??nea planejamento e or??amento governamental: volume 1: a metodologia de gest??o estrat??gica do NAE

Brasil. Presid??ncia da Rep??blica (PR). N??cleo de Assuntos Estrat??gicos (NAE)
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP)
Tipo: Cap??tulo de Livro
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
76.61%
O texto incorpora uma diversidade de ferramentas de planejamento estrat??gico. Sua principal caracter??stica ?? a de ver o planejamento estrat??gico como um processo e n??o apenas como um projeto que se finda com a antevis??o de cen??rios prospectivos e suas poss??veis solu????es estrat??gicas.; N??mero de p??ginas: 26 p.; Planejamento Estrat??gico; Colet??nea Planejamento e Or??amento SUM??RIO Pref??cio 7 Introdu????o Jos?? Luiz Pagnussat 9 Cap??tulo I ??? Teoria do planejamento p??blico 67 Dois s??culos de teoria do planejamento: uma vis??o geral 69 John Friedmann Cap??tulo II ??? Metodologias de planejamento 113 O plano como aposta 115 Carlos Matus O Quadro L??gico: um m??todo para planejar e gerenciar mudan??as 145 Peter Pfeiffer Cap??tulo III ??? Planejamento no Brasil 191 A experi??ncia brasileira em planejamento econ??mico: uma s??ntese hist??rica 193 Paulo Roberto de Almeida A retomada do planejamento governamental no Brasil e seus desafios 229 Ariel Pares e Beatrice Valle A metodologia de gest??o estrat??gica do NAE 271 N??cleo de Assuntos Estrat??gicos (NAE)

Metas do Conselho Nacional de Justi??a 2012/2013: uma an??lise dos contornos gerenciais assumidos pela reforma do poder judici??rio no Brasil; Objetivos del Consejo Nacional de Justicia 2012/2013: un an??lisis de los contornos de gesti??n asumidos por la reforma Judicial en Brasil; Goals of the National Council of Justice/Brazil 2012/2013: an analysis of the Judicial reform in Brazil

Sena, Gabriel Astoni
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP); Revista do Servi??o P??blico (RSP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP); Revista do Servi??o P??blico (RSP)
Tipo: Artigo de Revista Científica
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
56.3%
Este artigo tem como objetivo avan??ar no estudo do processo de reforma do Poder Judici??rio brasileiro, o qual se insere no processo de reforma do Estado p??trio. A partir das contribui????es de Osborne e Gaebler (1992) e Abrucio (2006), buscou-se tra??ar um paralelo entre as l??gicas gerencial e fiscal e esclarecer como as mesmas refletiram nos indicadores de efic??cia, efici??ncia e efetividade do Poder Judici??rio no Brasil. Para atingir o objetivo proposto, optou-se por utilizar como m??todo a an??lise de conte??do de Bardin (2002), pela regra de enumera????o do tipo frequ??ncia, buscando, com isso, observar o papel que o Conselho Nacional de Justi??a exerceu nesse processo e a l??gica do plano de metas estabelecido pela institui????o para os anos de 2012 e 2013. Como resultado, observou-se que as metas estabelecidas para o bi??nio buscaram implantar uma gest??o mais eficaz nesse n??cleo estrat??gico do Estado, com ??nfase na celeridade processual, gest??o administrativa e informatiza????o dos procedimentos. Percebeu-se que a l??gica gerencial continua exercendo grande influ??ncia no modelo de gest??o adotado. Como novidade, verificou-se a inser????o de indicadores de efetividade, os quais podem permitir aproximar os objetivos dessa esfera de poder com os da sociedade brasileira...

Desafios da administra????o p??blica brasileira: governan??a, autonomia, neutralidade; Desaf??os de la administraci??n p??blica brasile??a: gobernaci??n, autonom??a, neutralidad; Challenges facing the brazilian public administration: governance, autonomy and neutrality

Rua, Maria das Gra??as
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP); Revista do Servi??o P??blico (RSP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP); Revista do Servi??o P??blico (RSP)
Tipo: Artigo de Revista Científica
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
56.3%
O objetivo deste texto ?? iniciar um levantamento da dificuldades impostas ?? reforma administrativa a partir da considera????o do problema da neutralidade da burocracia versus o requisito da autonomia de decis??o, elemento fundamental do Modelo de Administra????o P??blica Gerencial. Tal problema assume especial relev??ncia frente aos objetivos de aumentar a governan??a do Estado e constitui um dos desafios centrais do Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado, particularmente no que diz respeito ?? forma de administra????o do chamado ???n??cleo estrat??gico??? ??? respons??vel pela defini????o das leis e pol??ticas p??blicas ??? e das ???atividades exclusivas de Estado??? ??? caracterizadas pelo exerc??cio do poder de legislar e tributar, fiscalizando, regulamentando e transferindo recursos. Para isso, a discuss??o est?? organizada em quatro se????es. Na primeira, s??o rapidamente apresentados os conceitos de governabilidade e governan??a, com ??nfase no fato de que a distin????o entre eles representa apenas um recurso anal??tico. Na segunda se????o, a partir das distin????es cl??ssicas de Max Weber entre pol??tica e administra????o, pol??ticos e burocratas, busca-se caracterizar a neutralidade burocr??tica e mostrar que representa...

Carreiras p??blicas e a reforma administrativa do estado brasileiro: problemas e impasses

Machado, Ros??ngela Aparecida dos Reis
Fonte: Associa????o Nacional dos Especialistas em Pol??ticas P??blicas e Gest??o Governamental (ANESP) Publicador: Associa????o Nacional dos Especialistas em Pol??ticas P??blicas e Gest??o Governamental (ANESP)
Tipo: Artigo de Revista Científica
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
46.04%
Esse trabalho analisa o Plano de Reforma Administrativa do Governo FHC, no que se refere ?? profissionaliza????o de uma das carreiras do n??cleo estrat??gico do Estado, identificados no contexto da reforma como Especialistas em Pol??ticas P??blicas e Gest??o Governamental, tendo em vista identificar seus fundamentos te??ricos e sua estrat??gia operacional, confrontando-os, por um lado, com as an??lises que exploram a complexa intera????o entre o Sistema Pol??tico e a Administra????o P??blica Federal no Brasil e, por outro, com experi??ncias internacionais de constitui????o de burocracias, especificamente a Fran??a por ser um modelo de burocracia organizacional e por ter influenciado o modelo brasileiro e os Estados Unidos por ser um modelo de burocracia profissional. Pretendemos investigar se h?? uma atua????o t??pica dos gestores governamentais na Administra????o P??blica Federal que os caracterize como uma carreira espec??fica.; N??mero de p??ginas: 14 p.; Administra????o P??blica; Moderniza????o. Reforma Administrativa; Texto publicado no DVD: EPPGG 25 anos a servi??o da cidadania - 30 textos fundamentais sobre a Carreira EPPGG

Carreiras de executivos p??blicos e o ciclo de pol??ticas p??blicas: a experi??ncia dos gestores governamentais no governo federal do Brasil

Santos, Luiz Alberto dos; Cardoso, Regina Luna Santos
Fonte: Associa????o Nacional dos Especialistas em Pol??ticas P??blicas e Gest??o Governamental (ANESP) Publicador: Associa????o Nacional dos Especialistas em Pol??ticas P??blicas e Gest??o Governamental (ANESP)
Tipo: Artigo de Revista Científica
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
45.95%
Este estudo coloca em discuss??o o papel do corpo de administradores p??blicos do Governo Federal brasileiro, constitu??do pela Carreira de Especialistas em Pol??ticas P??blicas e Gest??o Governamental, na fun????o de formuladores, implementadores e avaliadores de pol??ticas p??blicas na Administra????o P??blica Federal Brasileira. A carreira foi criada pelo Governo Federal em 1989, com a inten????o do Governo Federal de prover a Administra????o P??blica de quadros altamente qualificados com miss??o de implementar uma reforma de Estado que garantisse maior transpar??ncia e melhoria da qualidade dos servi??os p??blicos oferecidos ?? sociedade. No entanto, o modelo original foi bastante modificado, perdendo algumas de suas caracter??sticas essenciais, devido ?? influ??ncia de grupos de press??o, como outras carreiras e institui????es do governo federal. Uma das principais mudan??as diz respeito ?? posi????o que a carreira ocuparia dentro do desenho do Estado. Em sua concep????o inicial, ela se situaria acima das demais carreiras existentes, tanto em hierarquia quanto em termos remunerat??rios, na implementa????o do projeto, contudo, foi igualada ??s demais, passando a compor um corpo profissional altamente qualificado e vers??til...

Da administra????o p??blica burocr??tica ?? gerencial; De Ia administraci??n p??blica burocr??tica a Ia gerencial; From bureaucratic to managerial public administration

Bresser-Pereira, Luiz Carlos
Fonte: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP); Revista do Servi??o P??blico (RSP) Publicador: Escola Nacional de Administra????o P??blica (ENAP); Revista do Servi??o P??blico (RSP)
Tipo: Artigo de Revista Científica
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
56.2%
Este artigo analisa os aspectos essenciais da reforma administrativa do Estado que est?? sendo proposta pelo Governo Fernando Henrique Cardoso. Como resposta ?? crise do Estado e ao processo de globaliza????o da economia mundial, essa proposta visa funda?? mentalmente implantar uma administra????o do tipo gerencial no setor p??blico brasileiro, cm contraposi????o a uma administra????o do tipo burocr??tica, atualmente predominante. No texto, faz-se uma an??lise da crise da administra????o p??blica burocr??tica brasileira e s??o definidas as linhas mestras para a implanta????o da administra????o p??blica gerencial, fun?? damental para responder ?? redefini????o das fun????es do Estado. Finalmente, relacionam-sc as a????es realizadas pelo Estado, que podem ser divididas em quatro tipos ??? n??cleo es?? trat??gico, atividades exclusivas de Estado, servi??os sociais competitivos ou n??o exclusi?? vos, e produ????o para o mercado ??? com tr??s tipos de propriedade. Os primeiros dois tipos de a????es est??o relacionados ?? propriedade p??blica estatal; o terceiro tipo de a????o ?? pro?? priedade p??blica n??o-estatal; c o quarto tipo de a????o ?? propriedade privada.; El art??culo liacc un est??dio de los aspectos cscncialcs de la reforma administrativa que ha sido elegido por cl Gobierno de Fernando Henrique Cardoso. En contestaci??n a la crisis dei Estado y al proceso de globalizaci??n de la economia mundial...

A reestrutura????o da carreira de especialista em pol??ticas p??blicas e gest??o governamental e seu impacto na reforma administrativa de 1995

Bonfim, Genivaldo de Freitas
Fonte: Associa????o Nacional dos Especialistas em Pol??ticas P??blicas e Gest??o Governamental (ANESP) Publicador: Associa????o Nacional dos Especialistas em Pol??ticas P??blicas e Gest??o Governamental (ANESP)
Tipo: Monografia/ TCC
IDIOMA::PORTUGU??S:PORTUGU??S:PT
Relevância na Pesquisa
86.55%
As reformas administrativas brasileiras sempre foram uma forma de tentar aprimorar a gest??o p??blica em nosso pa??s, mas ?? verdade tamb??m que in??meras vezes elas foram usadas como plataforma eleitoral ou ret??rica em esbo??os de programas de Governo. Podemos considerar como a primeira dessas reformas a realizada na d??cada de 1930 pelo Governo de Get??lio Vargas que reduziu bastante as pr??ticas patrimonialistas de gerir o Estado. Posteriormente tivemos, sem muito sucesso, a tentativa de reforma implantada atrav??s edi????o do Decreto-Lei 200 de 1967, durante os governos militares. Com a redemocratiza????o, tentou-se uma reforma no Governo Sarney, da qual resultou como pontos positivos a cria????o da Escola Nacional de Administra????o P??blica e a cria????o da Carreira de Especialista em Pol??ticas P??blicas e Gest??o Governamental (EPPGG). No Governo Collor tentou-se fazer nova reforma administrativa, que n??o logrou ??xito. J?? no Governo Fernando Henrique Cardoso, o Ministro Bresser Pereira foi respons??vel, a partir de 1995, por implementar uma nova e grande reforma administrativa no Brasil. Um dos objetivos dessa Reforma era o fortalecimento do N??cleo Estrat??gico do Estado; para realizar essa tarefa, Bresser Pereira optou por fortalecer as carreiras do chamado Ciclo de Gest??o do Estado...

Desenvolvimento local sustent?vel como liberdade: uma experi?ncia de planejamento estrat?gico do Grupo de Mulheres Erva Vida

SILVA, Cleber Gomes da
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
Relevância na Pesquisa
66.34%
A presente disserta??o intitulada Desenvolvimento Local Sustent?vel como Liberdade: uma Experi?ncia de Planejamento Estrat?gico do Grupo de Mulheres Erva Vida tem como objetivo principal analisar as perspectivas das participantes do grupo Erva Vida na discuss?o de estrat?gias que contribuam para o processo de desenvolvimento local sustent?vel. Alicer?a seu arcabou?o te?rico, na apropria??o do conceito de Instrumental Freedoms (IF?s) , discutidas por Amartya Sen (2000). S?o ao mesmo tempo o fim e o meio do processo de desenvolvimento. Est?o entrela?adas e se fortalecem ? medida que s?o alcan?adas. Essas liberdades instrumentais foram denominadas de political freedom; econ?mic facilities; social opportunities; transparency e guarantees e measures ensurig social protection and security. Para alcance dos resultados desta pesquisa, foram observados os aspectos internos e externos de uma organiza??o social e an?lise das perspectivas de remo??o de restri??es a essas liberdades, a partir de uma experi?ncia de Planejamento Estrat?gico conduzido junto ao grupo de mulheres Erva Vida, em Marapanim (PA). O grupo foi selecionado a partir de uma a??o de economia solid?ria, desenvolvida pelo laborat?rio de Etnofarm?cia, do N?cleo de Meio Ambiente da UFPA com uma associa??o de mulheres do bairro Sossego...

Mapeamento f?sico dos retrotransposons boudicca e perere no genoma do Schistosoma mansoni.

Valentim, Cl?udia Laignier Lage
Fonte: Programa de P?s-Gradua??o em Ci?ncias Biol?gicas. N?cleo de Pesquisas em Ci?ncias Biol?gicas, Pr?-Reitoria de Pesquisa e P?s Gradua??o, Universidade Federal de Ouro Preto. Publicador: Programa de P?s-Gradua??o em Ci?ncias Biol?gicas. N?cleo de Pesquisas em Ci?ncias Biol?gicas, Pr?-Reitoria de Pesquisa e P?s Gradua??o, Universidade Federal de Ouro Preto.
Tipo: Dissertação
PT_BR
Relevância na Pesquisa
35.96%
O Schistosoma mansoni? o agente etiol?gico da esquistossomose, uma doen?a end?mica em v?rios pa?ses. O estudo do seu genoma, estimado em 270Mb ? de grande import?ncia para se entender a sua biologia, os mecanismos de resist?ncia a drogas e sua varia??o antig?nica. O mapeamento f?sico do genoma do S. mansoniest? sendo constru?do e a localiza??o de genes pelas t?cnicas de FISH (Fluorescence in situhybridization) e PRINS (Primed in situlabeling), s?o estrat?gias utilizadas neste estudo, entretanto, h? pouca informa??o dispon?vel sobre estemapeamento. O principal objetivo deste trabalho foi a localiza??o do retrotransposon Perere, com grande n?vel de express?o g?nica e o Boudicca, que est? presente em grande n?mero de c?pias, e que representam as fam?lias deretrotransposon, respectivamente, n?o-LTR e LTR. Os BAC clones 1A e 11A foram selecionados por bioinform?tica por apresentaram similaridade para o Perere e Boudicca, respectivamente. Utilizando cromossomos metaf?sicos obtidos a partir de esporocistos da cepa LE do S. mansonie as t?cnicas de FISH e PRINS foi poss?vel, pela primeira vez, localizarfisicamente estes retrotransposons. O Perere foi localizado nas regi?es de eucromatina do par de cromossomos hom?logos 2 e o Boudicca...