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Densidade do coberto vegetal e monda dos cachos - efeito no comportamento da casta Alfrocheiro na Região do Dão

Botelho, Manuel; Cruz, Amândio; Costa-Rodrigues, Carlos; Rodrigues, Ana; Castro, Rogério
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa Publicador: Universidade Técnica de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2009 POR
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46.95%
Na casta Alfrocheiro foram estudados, ao longo de três anos (2004 a 2006), os efeitos de três intervenções em verde (densidade de sarmentos, desfolha e monda). O ensaio, instalado na região do Dão numa vinha privada (Dão Sul S.A.), comportou três densidades de sarmentos (testemunha, 18 e 12 sarmentos/m de sebe), duas modalidades de desfolha (desfolha basal ao pintor e testemunha). Em 2005 e 2006 avaliaram-se ainda duas modalidades de monda (monda ao pintor, dos cachos mais atrasados e de menor qualidade - “monda qualitativa” e não monda). A supressão de sarmentos e a desfolha originaram redução do número de camadas de folhas, da percentagem de cachos interiores e aumento da penetração da PAR na zona de frutificação, melhorando o microclima dos cachos. A redução da densidade de sarmentos e a monda diminuíram o rendimento nos dois anos, enquanto a desfolha não influenciou este parâmetro. Ao nível da composição das uvas, apenas o factor “ano” assumiu importância preponderante. De facto, apesar de a correcção da densidade de sarmentos provocar reduções da produção da ordem das 3t/ha, o TAP aumentou somente 0,4% (V/V). No caso da monda de cachos as diferenças de produção são maiores (ca. 6t/ha)...

Efeitos da densidade do coberto e da monda no comportamento agronómico e ecofisiológico da casta Alfrocheiro

Botelho, Manuel; Cruz, Amândio; Rodrigues, Carlos; Rodrigues, Ana; Gomes, Casimiro; Castro, Rogério
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa Publicador: Universidade Técnica de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2007 POR
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57.05%
Na casta ‘Alfrocheiro’ foram estudados, ao longo de três anos (2004 a 2006), os efeitos de três intervenções em verde (densidade de sarmentos, desfolha e monda). O ensaio, instalado na região do Dão numa vinha privada (Dão Sul – Soc. Vitivinícola, S.A.), comportou três densidades de sarmentos (26, 18 e 12 sarmentos/m de sebe), duas modalidades de desfolha (desfolha basal ao pintor e testemunha). Em 2005 e 2006 avaliaram-se ainda duas modalidades de monda (monda ao pintor, dos cachos mais atrasados e de menor qualidade - “monda qualitativa” e testemunha). A supressão de sarmentos e a desfolha originaram redução do número de camadas de folhas, percentagem de cachos interiores e aumento da penetração da PAR na zona de frutificação, melhorando o microclima dos cachos. A menor densidade de sarmentos, tal como a monda, reduziu o rendimento nos 3 anos. A desfolha aumentou o rendimento em 2004, em resultado de cachos mais pesados. Ao nível da composição das uvas o factor “ano” assumiu uma importância preponderante. Relativamente às 3 intervenções em verde estudadas, a intensidade corante foi o único parâmetro tendencialmente incrementado por todas as intervenções em estudo. Na poda, o resultado mais relevante foi a redução do tempo de poda registado nas densidades mais baixas

Potencial de maturação da casta Touriga Nacional em diferentes itinerários tecnológicos e regiões (Dão, Bairrada, Vinhos Verdes

Castro, Rogério; Gomes, Casimiro; Rodrigues, Carlos; Castro, Joana; Alberto, Sandra; Ribeiro, Fernando; Rodrigues, Ana; Baptista, Manuel A.; Botelho, Manuel; Cruz, Amândio
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa Publicador: Universidade Técnica de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2007 POR
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37.04%
Antevendo mudanças climáticas, o ano de 2005 por ora anormalmente quente e seco poderá ser revelador do comportamento de algumas castas em diferentes condições climáticas. Em três ensaios a decorrer em empresas privadas (Dão Sul, Caves Messias e Quinta de Lourosa), estudou-se o comportamento da Touriga Nacional com diferentes itinerários tecnológicos. No Dão avaliou-se a influência da densidade de sarmentos (23, 17 e 11 por metro linear de sebe) e monda qualitativa ao pintor. Na Bairrada, comparou-se o modo de condução tradicional com o sistema Lys. Em ambos os sistemas de condução se avaliou a influência da monda qualitativa de cachos ao pintor. Na região dos Vinhos Verdes, no sistema LYS 2/3, avaliou-se o efeito da densidade de sarmentos (29 e 20 por metro linear de sebe), e da desfolha associada a ligeira monda qualitativa ao pintor. Nestas três regiões, duas das quais não tradicionais desta casta, a Touriga Nacional revelou níveis elevados de rendimento e qualidade em itinerários tecnológicos adequados. A monda reduziu o rendimento em todos os casos como seria de esperar, com ganhos de TAP apenas na Bairrada. De um modo geral, o efeito dos diferentes níveis de intervenção em verde (desfolha e supressão de lançamentos) não foi relevante. No Dão...

Estratégias de gestão do coberto vegetal e da produção na casta Touriga Nacional na Região do Dão

Costa-Rodrigues, Carlos; Cruz, Amândio; Botelho, Manuel; Rodrigues, Carlos; Castro, Rogério
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa Publicador: Universidade Técnica de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em //2010 POR
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36.75%
Entre 2004 e 2006, na região do Dão, numa vinha plantada em 1990 com a casta Touriga-Nacional, conduzida em MVA, avaliaram-se os efeitos de diferentes densidades de varas por metro de sebe (D23; D17; D11), de realizar, ou não, quer desfolha (F1; F0), quer monda ao pintor (M1; M0), no microclima do coberto, no rendimento e na qualidade da uva e do vinho. Nenhuma das intervenções provocou alterações significativas na expressão vegetativa, sendo possível produzir vinhos de qualidade para valores de lenha de poda até 1,0kg/m de sebe. A monda, a desfolha e a redução de D23 para D11 não se traduziram na melhoria de qualquer dos parâmetros qualitativos avaliados nos bagos à vindima, no mosto e no vinho. O rendimento foi elevado: 8,5 a 13,1t/ha em 2004; 10,2 a 16,4t/ha em 2005 e 12,2 a 17,9t/ha em 2006. A grande desvantagem verificada em D23 foi o tempo de poda, que aumentou de ≈30hr/ha em D11 e D17 para cerca de 90hr/ha em D23. Os resultados obtidos, sugerem, como melhor estratégia para obter um produto que maximize produtividade e qualidade, efectuar a espoldra no tronco e braços, deixando cerca de 17 varas/m de sebe, sem desfolha e sem monda (D17F0M0).