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Phytoestrogens as Alternative to the Hormone Replacement Therapy in Menopause: Cellular and Mitochondrial Interactions

Moreira, Ana Carolina dos Santos
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
ENG
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37.04%
Os sintomas associados à menopausa, que são na maioria dos casos desconfortáveis para as mulheres. As alterações hormonais observadas neste período podem aumentar a incidência de condições patológicas tais como doenças cardiovasculares, osteoporose, afrontamentos, entre outros. A terapia de substituição hormonal (TSH), baseada em 17β-estradiol (E2), é normalmente administrada às mulheres na menopausa para ultrapassar os sintomas associados a este período. Contudo, a TSH tem alguns efeitos secundários, nomeadamente o risco aumentado de cancro da mama. Fitoestrogénios (FE), compostos naturais que são estruturalmente semelhantes a E2, têm sido sugeridos como alternativa à TSH. Devido à sua semelhança com E2, os FE podem ter actividade estrogénica ou anti-estrogénica. Não obstante, os riscos e benefícios dos FE na saúde da mulher não estão ainda bem estabelecidos. O principal objectivo deste projecto foi identificar FE com baixa toxicidade mas, simultaneamente, capaz (es) de atenuar alguns sintomas conhecidos da menopausa, com especial enfase para os afrontamentos. Um screening inicial foi efectuado com os FE seleccionados (enterolactona, enterodiol, resveratrol e coumestrol) usando fracções mitocondriais de cérebro e fígado...

Deixar de ser mulher: conhecimento e significado cultural da menopausa; Leaving womanhood behind: knowledge and experience of menopause

Costa, Gabriela Maria Cavalcanti
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/02/2007 PT
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37.3%
O objetivo deste estudo foi compreender o conhecimento e a vivência da menopausa para um grupo de mulheres. Buscamos nos referenciais teórico-metodológicos da Antropologia médica, e do método etnográfico, as bases para o estudo do evento. Os métodos utilizados para a coleta de dados com 12 colaboradoras que vivenciam a menopausa foram a observação participante, a entrevista semi-estruturada e o desenho de como elas visualizavam o corpo internamente, dentro de uma silhueta feminina, previamente reproduzida. Para aquelas que não entendiam essa formulação da proposta, foi solicitado que desenhassem aquilo que está envolvido com a menstruação e a menopausa. O objetivo foi o de complementar as entrevistas; motivar as mulheres a falarem a respeito da menopausa, verificar o quanto a representação que elas têm do corpo influencia, de fato, o significados que possuem sobre a menopausa e, por fim, favorecer a interpretação compartilhada à medida que, ao desenharem, comentavam sobre seus desenhos. Os dados foram apresentados na forma de narrativa e analisados à luz da teoria abordada. Nas narrativas, identificamos categorias que foram integradas em três temas: corpo, menstruação e menopausa. Dessas categorias, emergiram seis temas culturais: a menstruação caracteriza a mulher e define seu papel; o corpo emite os sinais; o poder de Deus determina as funções do corpo; a menopausa como evento natural do corpo e a menopausa e o deixar de ser mulher. Uma vez construídas as subcategorias / categorias / temas passou-se a analisar a natureza da experiência comum entre as mulheres. Dessa forma...

Avaliação da influência da menopausa no tamanho das partículas da HDL e na sua capacidade de receber lipídios de uma nanoemulsão semelhante à LDL; Evaluation of menopause influence on HDL size and its ability of receiving lipids from a nanoemulsion resembling LDL

Giribela, Aricia Helena Galvão
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 21/08/2007 PT
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37.04%
Concentração de apolipoproteína A-1 (1.5±0.3; 1.5±0.2g/l). O tamanho da HDL também foi igual entre os dois grupos (8.8±0.8; 9.0±0.5 nm, respectivamente). A menopausa também não afetou a transferência de lípides da LDE para a HDL (em % total de radioatividade/10mg HDL/h), CE (0.5±0.3; 0.5±0.2, respectivamente), CL (0.9±0.2; 0.9±0.2), TG (0.6±0.2;0.6±0.2) e PL (3.0±0.7; 3.3±1.0). Conclusão: A menopausa não Introdução: A concentração plasmática da HDL é um fator de risco importante e independente para a prevenção da doença aterosclerótica, principalmente na mulher. Seu metabolismo e suas características estruturais e funcionais também têm sido estudados como fatores de risco. Neste estudo, foram comparadas mulheres de mesma faixa etária na pré e na pós-menopausa, para determinar a influência da menopausa sobre o tamanho da HDL e sobre a habilidade desta lipoproteína em receber lipídios de lipoproteínas doadoras, um processo que depende de proteínas de transferência e da composição e estrutura da HDL. Métodos: Vinte e duas mulheres saudáveis, normolipidêmicas na pré e dezoito na pós-menopausa, de idades entre 40-50 anos foram estudadas. Os grupos não diferiam em IMC, glicemia, colesterol total...

A subjetividade feminina na menopausa : uma visão psicanalitica; The feminine subjectivity in the menopause: a psychoanalitic viewpoint

Vera Aparecida de Carvalho Zoldan
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/02/2006 PT
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37.04%
Esta pesquisa propôs investigar as possibilidades de elaboração da posição feminina após o término da fertilidade. Partindo da hipótese de que a extinção do ciclo reprodutivo pode dar lugar a uma nova elaboração da sexualidade, resultando em diferentes modos de organização da subjetividade feminina, investigou-se as possíveis vias e dificuldades encontradas na realização de tais processos psíquicos, através da escuta psicanalítica de mulheres que se encontram na menopausa. As entrevistas foram realizadas segundo o método da livre associação, visando obter dados sobre as mudanças percebidas pelas mulheres com a passagem para a menopausa. Tais dados foram analisados dentro da dimensão histórica e subjetiva de cada paciente, procurando-se estabelecer relações significativas entre as mesmas, a fim de evidenciar os principais aspectos psíquicos presentes. A análise qualitativa dos mesmos foi realizada segundo o método descritivo, à luz do referencial teórico de Freud e Lacan. Os resultados da pesquisa levaram à confirmação da hipótese inicial, permitindo concluir que a menopausa introduz mudanças subjetivas, as quais se apresentam de acordo com as significações atribuídas por cada mulher à fertilidade e à posição feminina...

Avaliação da qualidade de vida e dos sintomas de stress em mulheres menopausadas com disfunção da articulação temporomandibular; Evaluation of the quality of life and the symptoms of stress in menopause women with temporomandibular joint disorder

Claudia Maria Peres
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 22/02/2008 PT
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37.11%
A literatura relata que, a menopausa tem início entre 38 e 55 anos (dependendo do fator genético). Devido a diminuição na produção do hormônio estrogênio em 75% a 80% das mulheres ocorrerão sintomas tipo: suores noturnos, fogachos (ondas de calor), secura vaginal tornando a relação sexual desagradável, diminuição da libido, do brilho da pele, da memória e da atenção, insônia, irritabilidade, baixa auto-estima, osteoporose em 25% das mulheres (perda de massa óssea em 1% ao ano) e outras doenças ósteo-musculares. Nessa fase também ocorrerá aumento da gordura corporal na região do abdome com elevação da incidência de doenças cardiovasculares. As mulheres menopausadas com sintomas de disfunção temporomandibular (DTM) podem apresentar depressão, ansiedade e stress pela constância da sintomatologia de desconforto e dor. Dessa forma, o objetivo geral desta pesquisa foi de avaliar a qualidade de vida e os sintomas de stress em mulheres menopausadas com DTM que freqüentavam o serviço do Centro de Saúde da Comunidade/ Coordenadoria de Serviços Sociais da Universidade Estadual de Campinas. Foram selecionadas 30 voluntárias, funcionárias e alunas da UNICAMP, com idades entre 38 e 65 anos, diagnosticadas como portadoras da sintomatologia de DTM e com menopausa clinicamente comprovada (12 meses sem menstruações). As voluntárias foram avaliadas através de uma ficha de anamnese...

Menopause and midlife: menopausal symptoms, body weight and well-being

Pimenta, Filipa
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2011 ENG
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37.2%
Dissertação apresentado ao ISPA-Instituto Universitário para obtenção do grau de Doutor em Psicologia Aplicada: Especialidade Psicologia da Saúde; A menopausa tem sido genericamente definida como um fenómeno bio-médico, tendo como consequência a emergência de sintomas físicos e psicológicos decorrentes da diminuição de estrogénios endógenos. O presente trabalho pretende alargar esta conceptualização da menopausa, contextualizando-a no modelo bio-psico-sócio-cultural, explorando se variáveis pessoais (como a espiritualidade) e contextuais (por exemplo, acontecimentos de vida) podem predizer sintomas reconhecidos como de menopausa. É ainda objectivo deste estudo explorar que variáveis estão associadas ao aumento de peso na transição para a menopausa e na pós-menopausa, e se uma intervenção breve cognitivo-comportamental pode promover a diminuição de peso em mulheres com obesidade e excesso de peso. Finalmente, pretende-se construir um modelo causal de bem-estar subjectivo na meia-idade. Uma amostra comunitária constituída por 1.003 mulheres com idades compreendidas entre os 42 e os 60 anos, recolhida maioritariamente através de estabelecimentos de ensino na área de Lisboa, preencheu um questionário para recolha de informação sócio-demográfica...

Autosomal Translocation Patient Who Experienced Premature Menopause: A Case Report

Kim, Tae-Hee; Kim, Yesol; Jeong, Do-won; Lee, Eun-gyeong; Jeon, Dong-Su; Kim, Jun-Mo
Fonte: The Korean Society of Menopause Publicador: The Korean Society of Menopause
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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Premature ovarian failure (POF) is a condition in which the ovarian functions of hormone production and oocyte development become impaired before the typical age for menopause. POF and early menopause are present in a broad spectrum of gonad dysgenesis, from a complete cessation of ovarian function to an intermittent follicle maturation failure. Actually POF has been identified as a genetic entity (especially chromosome X), but data on genetic factors of premature menopause are limited. Until now, several cases revealed that inactivation of X chromosomes has an effect on ages of premature menopause and females with balanced or unbalanced X-autosome translocations can have several reproductive problems. On the other hand, there have been a few data that was caused by autosome-autosome translocation can lead. Therefore we report a relevant case of POF with translocation between chromosomes 1 and 4. She had her first menstrual period at the age of 12, and after 7 years she stopped menstruation. Chromosomal analysis showed 46, XX, t (1;4) (p22.3;q31.3). While evaluating this rare case, we could review various causes (especially genetic factors) of POF. To remind clinicians about this disease, we report a case of POF caused by autosome-autosome translocation with a literature review.

Where is the evidence for effectiveness of treatments for the menopause? Introducing the Cochrane Collaboration

Farquhar, C.; MacLennan, A.
Fonte: Universidade de Adelaide Publicador: Universidade de Adelaide
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //1998 EN
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37.04%
The past two decades have seen an explosion of research surrounding the menopause. This ever-increasing volume of research has made it an impossible task for health professionals involved in the management of the menopause to be able to assimilate the information easily. There is an urgent need for the findings from research to be synthesized into simple, easy-to-read reviews that are of high quality and are based on the best evidence available. The Menstrual Disorders and Subfertility Group of the Cochrane Collaboration is attempting to address these issues by collecting a register of all the randomized controlled trials in the treatments of the menopause and preparing systematic reviews on a number of topics that will be of interest to health-care workers and consumers. Readers are invited to participate in this process by identifying published and unpublished data and by helping in the process of preparing protocols and systematic reviews for inclusion in the Cochrane Library.; C. M. Farquhar and A. H. MacLennan

Cardiovascular risk assessment in women : impact of ageing, polycystic ovarian syndrome and menopause on nitric oxide signalling.

Chan, Wai Ping Alicia
Fonte: Universidade de Adelaide Publicador: Universidade de Adelaide
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2013
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37.11%
Ageing represents an independent and strong risk factor for cardiovascular disease (Lakatta and Levy 2003), and in women, menopause appears to trigger a substantial increase in cardiovascular disease incidence (Castelli 1984). One potential basis for this observation is impairment of vascular endothelial function (Yasue, Matsuyama et al. 1990; Egashira, Inou et al. 1993). However no stratified comparisons of endothelial function or tissue responsiveness to nitric oxide (NO) with increasing age have previously been reported in either gender. The objectives of the experiments contained in this thesis were therefore to:- 1) Characterise the putative variability in platelet and vascular responsiveness to NO in women of ages 18 to 60 years. 2) Compare this variability with that in vascular endothelial function and its biochemical determinants. 3) Compare the above-mentioned putative fluctuations to those present in age-matched patients with PCOS, a condition characterised by presence of impaired NO signalling in early adult life. 4) Determine the possible impact of menopause on NO signalling in vessels and platelets. Methods In order to examine these objectives, we conducted a case-control study of women aged between 18 and 60 years, which allowed us to firstly...

Estereotipo psico-socio-cultural de la menopausia en mujeres rurales.; Psychosocial and cultural stereotype of menopause in rural women.

Leno González, D.; Leno González, J.L.; Lozano Guerrero, Mª J.
Fonte: Murcia : Servicio de Publicaciones de la Universidad de Murcia Publicador: Murcia : Servicio de Publicaciones de la Universidad de Murcia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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37.16%
1. INTRODUCCIÓN: La menopausia es el término médico que designa la fecha de la última menstruación. Es una parte natural del proceso de envejecimiento debido a la menor producción de hormonas ováricas. Los cambios que conducen al cese de la función menstrual y al reajuste metabólico duran varios años que es el periodo que se denomina Climaterio. Ha sido objeto de mitos y creencias, y víctima de temores y malentendidos durante mucho tiempo. La sintomatología no es una experiencia similar universal, sino condicionada a factores socioculturales, los cuales también se presentan como determinantes a la hora de la percepción y respuesta a dicha sintomatología. 2. OBJETIVO: Intentar construir el estereotipo (percepción, actitud y conocimientos) sobre la menopausia y climaterio en mujeres de 40 a 60 años de poblaciones rurales. 3. MATERIAL Y MÉTODOS: Con el método cualitativo de grupos focales se llevó a cabo el estudio en los meses de julio, agosto y septiembre durante tres años consecutivos (2003, 2004 y 2005). La población objeto de estudio pertenece a diferentes pueblos de la provincia de Cáceres, y eran mujeres entre 40 y 60 años, residentes todo el año en el pueblo y amas de casa. Con la intervención de un moderador por grupo se utilizó una lista de tópicos generales de la salud y específicos sobre la menopausia...

A longitudinal study of bone-related biochemical changes at the menopause

Nordin, B.; Wishart, J.; Clifton, P.; McArthur, R.; Scopacasa, F.; Need, A.; Morris, H.; O'Loughlin, P.; Horowitz, M.
Fonte: Blackwell Science Ltd Publicador: Blackwell Science Ltd
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2004 EN
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37.16%
Objective: To evaluate the effects of the menopause on bone-related biochemical variables in a longitudinal study. Design: Recruitment by advertisement of premenopausal women over the age of 44 for measurement of selected variables and collection of blood and urine samples for deep freezing, followed by annual check of menopausal status and repeat collection of blood and urine samples for deep freezing after the menopausal transition. Patients: A total of 104 women with confirmed premenopausal status and on no treatment likely to affect calcium or bone metabolism were admitted to the study over a period of 2 years. After 8 years, 43 of the volunteers had passed through the menopause and the study was closed. Measurements: Radiocalcium absorption was measured at the first attendance and again after the menopausal transition. Calcium and other relevant variables were measured consecutively on paired thawed-out samples of blood and urine. Results: The data were complete in 34 subjects. In these women, there were highly significant correlations between the first and second measurements of most variables – serum calcium and fractions, radiocalcium absorption, vitamin D metabolites, PTH and others – indicating significant ‘tracking’ of these variables across the menopause. Within that framework there were significant rises in serum total and calculated ionized calcium (both P < 0·001) without change in mean serum parathyroid hormone (PTH). Radiocalcium absorption fell (P < 0·001) without change in serum 1...

Intersections of feminist and medical constructions of menopause in primary medical care and mass media: risk, choice and agency / Madeleine Josephine Murtagh.

Murtagh, Madeleine Josephine
Fonte: Universidade de Adelaide Publicador: Universidade de Adelaide
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 226008 bytes; application/pdf
Publicado em //2001 EN
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37.04%
Examines language used by general practitioners and in mass media to ask 'what are the implications of constructions of menopause for health care practice and public health for women at menopause?'. Presents the findings of qualitative analysis of semi-structured interviews with nine general practitioners working in rural South Australia and qualitative and quantitative analyses of 345 south Australian newspaper articles from 1986 to 1998.; Thesis (Ph.D.)--University of Adelaide, Dept. of Public Health, 2001?; Includes bibliographical references (leaves 254-288).; x, 288 leaves ; 30 cm.

The effect of menopause on bone mineral density and bone-related biochemical variables in Indonesian women

Oemardi, M.; Horowitz, M.; Wishart, J.; Morris, H.; Need, A.; O'Loughlin, P.; Nordin, B.
Fonte: Blackwell Science Ltd Publicador: Blackwell Science Ltd
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2007 EN
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37.04%
Objective To determine the effects of menopause on bone-related variables in Indonesian women and to compare them with corresponding data in Caucasian Australian women. Design A study of bone-related variables in women aged 45–55 years in Jakarta compared with corresponding historical data from Caucasian Australian women. Measurements Dietary intakes, bone mineral density (BMD) and calcium-related variables in blood and urine. Results Dietary calcium, phosphorus and protein intakes were significantly lower in the women from Jakarta than in those from Adelaide (all P < 0·001), probably because of lower milk consumption, but energy intake was similar in the two cities. Indonesian women were shorter and lighter than Australian women (P < 0·001) but had a comparable body mass index (BMI). The Indonesians also had a lower spinal BMD than the Australians but this was accounted for by the differences in height and weight between the two populations. The differences in serum and urinary calcium and phosphate and serum alkaline phosphatase across the menopause were comparable in Indonesian and Australian women but creatinine excretion was 25% lower in Jakarta than in Adelaide (P < 0·001) and this was probably sufficient to account for higher ratios of some urinary solutes to urinary creatinine in the Indonesians. Serum 25-hydroxyvitamin D (25OHD) levels were significantly lower (P < 0·001) and serum PTH levels significantly higher (P = 0·0045) in Jakarta than in Adelaide. Conclusions The differences in bone-related biochemical variables across the menopause were similar in the two populations...

Hip fracture incidence in relation to age, menopausal status, and age at menopause: prospective analysis

Banks, Emily; Reeves, Gillian K.; Beral, Valerie; Balkwill, Angela; Liu, Bette; Roddam, Andrew
Fonte: Public Library of Science Publicador: Public Library of Science
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 9 pages
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37.26%
BACKGROUND Bone mineral density is known to decrease rapidly after the menopause. There is limited evidence about the separate contributions of a woman's age, menopausal status and age at menopause to the incidence of hip fracture. METHODS AND FINDINGS Over one million middle-aged women joined the UK Million Women Study in 1996-2001 providing information on their menopausal status, age at menopause, and other factors, which was updated, where possible, 3 y later. All women were registered with the UK National Health Service (NHS) and were routinely linked to information on cause-specific admissions to NHS hospitals. 561,609 women who had never used hormone replacement therapy and who provided complete information on menopausal variables (at baseline 25% were pre/perimenopausal and 75% postmenopausal) were followed up for a total of 3.4 million woman-years (an average 6.2 y per woman). During follow-up 1,676 (0.3%) were admitted to hospital with a first incident hip fracture. Among women aged 50-54 y the relative risk (RR) of hip fracture risk was significantly higher in postmenopausal than premenopausal women (adjusted RR 2.22, 95% confidence interval [CI] 1.22-4.04; p = 0.009); there were too few premenopausal women aged 55 y and over for valid comparisons. Among postmenopausal women...

Does menopause start earlier in smokers? Evidence from the Pro-Saude Study

Mendes,Paula de Holanda; Faerstein,Eduardo; Junger,Washington Leite
Fonte: Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira Publicador: Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 EN
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37.26%
OBJECTIVES: cigarette smoking has been the modifiable risk factor most consistently associated with earlier menopause. This preliminary study based on cross-sectional data aimed to analyze the association between smoking status and age of onset of menopause in a Brazilian population. METHODS: a cross-sectional study was carried out with 1,222 female employees of Rio de Janeiro university campuses aged over 35 years who were at risk of natural menopause. A Cox proportional hazards model was used to investigate the association between smoking status and age at the onset of menopause, adjusting for education, parity and alcohol consumption. RESULTS: current smokers showed a 56% increase in the risk of menopause, being 1.8 years younger at menopause onset compared with women who had never smoked. However, no differences were observed between former smokers and women who had never smoked. The adjusted median age at menopause was 49.5 years for current smokers and 51.3 years for women who had never smoked (p<0.05). CONCLUSIONS: the results suggest a deleterious but potentially reversible effect of smoking on the age of onset of menopause, which should receive greater attention in tobacco control efforts. Longitudinal analyses of this association will be carried out in the future in a follow-up study of this population.

Do Estrogens improve bone mass in osteoporotic women over ten years of menopause

Szejnfeld,Vera Lucia; Souen,Jorge Saad; Baracat,Edmund Chada; Atra,Edgard; Lima,Geraldo Rodrigues de
Fonte: Associação Paulista de Medicina - APM Publicador: Associação Paulista de Medicina - APM
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/1994 EN
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37.11%
A retrospective analysis of 24 patients with established osteoporosis and with ten or more years of menopause treated with conjugated estrogen, progesterone and calcium followed for one year has been performed. Treated women received 0.625 mg/day of conjugated estrogen from day 1 to 25, 5 mg/day of medroxiprogesterone from day 13 to 25, of each cycle, plus calcium (500 - 1000 mg/day), during one year (12 cycles). As control group was used 18 age-matched that received only calcium (500 a 1000 mg/day). All patients had at least two dual-photon spine and proximal femur (neck, Ward's triangle and trocanter) densities measurements performed 12 months apart. Estrogen treatment was associated with increased bone mineral density at spine and trocanter. Control group did not present any statistically change after one year in any site studied. We concluded that women with ten or more years of menopause and established osteoporosis treated with replacement hormonal therapy and calcium results in improvement of bone mineral density. These data support that women with ten or more years of menopause respond to estrogen replacement therapy with absolute increments in bone density similar to those seen in younger women, in the early menopause.

Age-of-onset of menopause is associated with enhanced painful and non-painful sensitivity in fibromyalgia

Martinez Jauand, Mercedes; Sitges Quirós, Carol; Femenia, Joan Reines; Cifre, Ignacio; Gonzalez, Susana Laura; Chialvo, Dante Renato; Montoya Jimenez, Pedro José
Fonte: Springer Publicador: Springer
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:ar-repo/semantics/artículo; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
ENG
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37.28%
Fibromyalgia (FM) is a chronic pain condition characterized by high prevalence in women. In particular, estrogen deficit has been considered as a potentially promoting factor of FM symptoms. This study was aimed to examine the relationship between age-of-onset of menopause and pain sensitivity in FM. For this purpose, pain sensitivity was assessed in 74 FM and 32 pain-free control women. All participants were postmenopausal and underwent a detailed semi-structured clinical interview, including data about menopause transition, previous history of hysterectomy or ovariectomy, and menses time. Participants were divided into two groups depending on age-of-onset of menopause: early menopause [≤49 years] vs. late menopause [>49 years]. Pain and non-pain thresholds were assessed by using cold, heat, mechanical, and electrical stimulation. FM women showed higher overall pain sensitivity as compared with healthy subjects. FM women with early age-of-onset of menopause displayed greater pain and non-pain sensitivity than FM women with late age-of-onset of menopause, whereas no differences were observed in healthy women due to age-of-onset of menopause. These results suggest that an early transition to menopause (shortening the time of exposure to estrogens) may influence pain hypersensitivity and could be related to aggravation of FM symptoms.; Fil: Martinez Jauand...

Menopausa ou Menopausas?; Menopause or Menopauses?

Trench, Belkis; Santos, Claudete Gomes dos
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/04/2005 POR
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37.16%
Na vida das mulheres existem marcos concretos e objetivos que sinalizam diferentes fases ou passagens de suas vidas, tais como a menarca, o rompimento do hímen, a última menstruação. São marcos visíveis no corpo físico e cada cultura os investe de sua rubrica. Na nossa cultura, historicamente, associam-se à menopausa inúmeras afecções (físicas e psíquicas). A partir do trabalho de Robert Wilson, publicado no livro Eternamente Feminina (1966), a menopausa adquire o estatuto de doença e a sua prevenção, tratamento e cura vinculam-se à terapia de reposição hormonal (TRH). Os diferentes discursos que circulam sobre a menopausa em nossa cultura não só contribuem para que tal associação seja mantida, como partem do pressuposto que as questões relacionadas à menopausa e envelhecimentos se apresentam igualitariamente às mulheres, independentemente de sua condição física, psíquica, social, econômica e cultural. O estudo tem como objetivo abordar alguns aspectos da construção da menopausa em nossa cultura e simultaneamente mostrar o quanto este evento deve ser percebido em seu caráter particular e relativo, e não como sendo da ordem do universal ou padronizado.; There are concrete and objective signs in women's lives that mark different phases or passages of their lives such as the menarche...

Reproductive and lifestyle factors associated with early menopause in Mexican women

Ortega-Ceballos,Paola A.; Morán,Carlos; Blanco-Muñoz,Julia; Yunes-Díaz,Elsa; Castañeda-Iñiguez,Maura S.; Salmerón,Jorge
Fonte: Instituto Nacional de Salud Pública Publicador: Instituto Nacional de Salud Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 EN
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37.11%
OBJECTIVE: The purpose of this study was to evaluate the relationship between certain reproductive and lifestyle factors and the occurrence of early natural menopause. MATERIAL AND METHODS: A case/control study was conducted on a basal population of 2 510 women participating in the "Mexican Institute of Social Security health workers cohort study". Cases were defined as those women for whom natural menopause presented by age 47. Information was obtained through a self-administered questionnaire. RESULTS: The risk of early menopause is associated with short menstrual cycles [< 26 days, OR=3.79 (IC 95%1.37-10.52)], a short period of oral contraceptives use [<1 year, OR=2.63 (IC 95% 1.10-6.29)], a lower number of pregnancies [<2, OR=1.63 (IC 95% 1.03-2.57)], low body mass index [< 27 kg/m², OR=1.64 (IC 95% 1.10-2.43)], low schooling level [<6 years, OR=3.02 (IC 95% 1.26-7.23)], smoking history [>15 cigarettes/day, OR=2.7 (IC 95% 1.00-7.30)], and birth cohorts [>1950, OR=4.09 (IC 95% 2.62-6.39)]. COCLUSIONS: The findings of this study suggest that both reproductive and lifestyle factors are significant elements in the occurrence of early menopause in Mexican women.

Reproductive and lifestyle factors associated with early menopause in Mexican women

Ortega-Ceballos,Paola A.; Morán,Carlos; Blanco-Muñoz,Julia; Yunes-Díaz,Elsa; Castañeda-Iñiguez,Maura S.; Salmerón,Jorge
Fonte: Instituto Nacional de Salud Pública Publicador: Instituto Nacional de Salud Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 EN
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37.11%
OBJECTIVE: The purpose of this study was to evaluate the relationship between certain reproductive and lifestyle factors and the occurrence of early natural menopause. MATERIAL AND METHODS: A case/control study was conducted on a basal population of 2 510 women participating in the "Mexican Institute of Social Security health workers cohort study". Cases were defined as those women for whom natural menopause presented by age 47. Information was obtained through a self-administered questionnaire. RESULTS: The risk of early menopause is associated with short menstrual cycles [< 26 days, OR=3.79 (IC 95%1.37-10.52)], a short period of oral contraceptives use [<1 year, OR=2.63 (IC 95% 1.10-6.29)], a lower number of pregnancies [<2, OR=1.63 (IC 95% 1.03-2.57)], low body mass index [< 27 kg/m², OR=1.64 (IC 95% 1.10-2.43)], low schooling level [<6 years, OR=3.02 (IC 95% 1.26-7.23)], smoking history [>15 cigarettes/day, OR=2.7 (IC 95% 1.00-7.30)], and birth cohorts [>1950, OR=4.09 (IC 95% 2.62-6.39)]. COCLUSIONS: The findings of this study suggest that both reproductive and lifestyle factors are significant elements in the occurrence of early menopause in Mexican women.