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Influência da aplicação de fitorreguladores e do anelamento em ramos sobre a qualidade, maturação de frutos e o desenvolvimento vegetativo do pessegueiro diamante

Guerra, Denis S.; Marodin, Gilmar Arduino Bettio
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência Formato: application/pdf
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Melhoramento genético do pessegueiro e morangueiro, situação atual da cultura do morango e da indústria de conservas de pêssego no estado do Rio Grande do Sul

Wagner Júnior, Américo
Fonte: Florianópolis Publicador: Florianópolis
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 62 f.| il., tabs.
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56.17%
Trabalho de Conclusão de Curso - Universidade Federal de Santa Catarina. Curso de Agronomia.

BRS Libra: cultivar de pessegueiro lançada pela Embrapa, em 2009

Raseira,Maria do Carmo Bassols; Nakasu,Bonifácio Hideyuki; Pereira,José Francisco Martins; Citadin,Idemir
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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56%
O programa de melhoramento genético da Embrapa Clima Temperado enfatiza a criação de cultivares de maturação precoce, produtoras de frutas de polpa não fundente. Isto é devido ao interesse dos produtores e da indústria conserveira, uma vez que tais cultivares têm mais baixo custo de produção e muito boa oportunidade de mercado. A cv. BRS Libra atende a esta demanda e já foi testada por produtores da área próxima a Pelotas, por vários ciclos, contando com a cooperação do serviço de Extensão do Rio Grande do Sul. Mais recentemente, os testes foram estendidos a outras regiões com a parceria de instituições de pesquisa públicas e privadas. A cv. BRS Libra tem baixa necessidade em frio, com floração precoce e maturação iniciando geralmente, no início de outubro e ocasionalmente, ao final de setembro, no município de Pelotas. A sua exigência em frio não foi determinada precisamente, mas por comparação com outras cultivares estima-se que seja entre 100 e 200 horas.

Curva de crescimento e padrão respiratório de frutos de genótipos de pessegueiro em região de clima subtropical

Silva,Danielle Fabíola Pereira; Silva,José Osmar da Costa E; Matias,Rosana Gonçalves Pires; Ribeiro,Mariana Rodrigues; Bruckner,Claudio Horst
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 PT
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O trabalho teve como objetivos determinar a duração do ciclo e caracterizar as fases da curva e o padrão respiratório dos frutos de genótipos de pêssego cultivado em região de clima subtropical. O experimento foi conduzido no Pomar experimental da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Araponga-MG. Foram selecionados dez genótipos provenientes do programa de melhoramento genético da UFV onde, quinzenalmente, foram colhidos 50 frutos, desde a antese até o completo amadurecimento. As amostragens ocorreram de junho a novembro de 2011 e foram avaliados diâmetros (polar, equatorial e sutural), massa de matéria fresca e seca (fruto, casca, polpa e caroço) e a produção de CO2. O padrão de crescimento foi sigmoidal duplo, sendo o intervalo entre a antese e a colheita de 135 dias para os genótipos 803-10; 803-33; 803-55;1.603-51 e 5.503-25, o que permitiu classificá-los como de ciclo médio e de 180 dias para os genótipos 2.903-1; 5.003-46; 8.503-6; 9.103-1 e 9.903-2, o que os caracterizou como de ciclo longo. O crescimento dos frutos avaliados apresentou três estágios de crescimento: estágio I, com crescimento exponencial; estágio II, com pouco crescimento, e estágio III, novamente com crescimento exponencial, culminando com a maturação do fruto. A produção de CO2 diminuiu ao longo do tempo com presença de picos em determinadas épocas. No final do ciclo...

Caracterização molecular e variabilidade genética entre porta-enxertos de pessegueiro com base em marcadores codominantes.

PAULA, L. A. de; BIANCHI, V. J.; FACHINELLO, J. C.
Fonte: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 47, n. 2, p. 193-199, fev. 2012. Publicador: Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v. 47, n. 2, p. 193-199, fev. 2012.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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55.88%
O objetivo deste trabalho foi estabelecer um padrão para a caracterização molecular e a diferenciação de porta?enxertos de pessegueiro, bem como estimar parâmetros de variabilidade genética com base em marcadores codominantes. Catorze genótipos foram avaliados com uso de iniciadores para locos microssatélites das séries BPPCT e UDP, e para locos STS e SCAR. O perfil eletroforético foi registrado quanto à presença ou à ausência de bandas, as quais foram usadas para calcular a similaridade genética entre cultivares, por meio do coeficiente "simple matching", e para a análise de agrupamento de cultivares, pelo método das médias aritméticas não ponderadas (UPGMA). Foram calculados: número de alelos por loco, frequências alélicas, heterozigosidade esperada e observada, endogamia e conteúdo de informação polimórfica (PIC). Os 18 locos avaliados produziram 82 polimorfismos e permitiram elaborar um dendrograma que discriminou os genótipos em três grupos principais. A heterozigosidade esperada e observada nos 18 locos SSR foi de 0,66 e 0,22, respectivamente. Valores máximos para endogamia (1,0) foram identificados nos locos UDP 98407, UDP 98412, BPPCT 034, BPPCT 016, SCAR?SCAL 19 e STS OPAP4. O PIC variou de 0...

Fenologia e componentes de rendimento de pessegueiro em condições subtropicais

Scariotto, Silvia
Fonte: Pato Branco Publicador: Pato Branco
Tipo: Dissertação de Mestrado
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46.06%
Peach tree, a specie from temperate climate, modify the phenology when cultivated at subtropical climate locations. The knowledge about local microclimate conditions and its influence on peach tree blooming and leafing, endodormancy overcoming, phenology and productive behavior is fundamental to achieve a successful implantation of adapted cultivars at the region. Therefore, the objective of this work was to obtain a better understanding about the behavior of genotypes of low and medium chilling requirements at subtropical climate location, with variable winters and risks of frost occurrence during bloming and fructification period. In the first chapter the sprouting ability of genotypes and development of productive branches (brindila formation) were studied in 34 genotypes within four years of evaluation (2007 to 2010). In the second chapter flowering, fruit set and the productive ability of genotypes were evaluated in 30 peach tree genotypes within three years (2008 to 2010). In the third and last chapter quality traits of fruits were evaluated in 29 genotypes of peach tree within the harvests from 2008 to 2010 and the evaluation about preference of fruits from some selected genotypes were also performed. The following analysis were performed: beginning of budburst and flowering (5% of open buds); full flowering (50% of open buds); leaf and flower buds density; percentage of leaf and flower budbrake ; percentage of bearing shoots formations (one-year-old or productive shoots) at 45 days after the end of leafing; fruit set between 30 and 35 days after blooming; yield (kg plant-1); mean weight of the fruit (g); diameter (mm); flesh firmness (N); total soluble solids (SST); total titrable acidity (ATT); pH; SST/ATT ratio and the preference of the consumer. Temperatures below 7.2°C and 12°C...

Fenotipagem de porta-enxertos de pessegueiros para reação à Meloidogyne incognita (Kofoid e White) Chitwood (1949) e estudo da variabilidade genética com marcadores de microssatélites; Phenotyping of rootstock of peach for reaction to Meloidogyne incognita (Kofoid e White) Chitwood (1949) and study of the genetic variability of with microsatellites marker

PAULA, Luciane Arantes de
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de Pós-Graduação em Fruticultura de Clima Temperado; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Agronomia; Programa de Pós-Graduação em Fruticultura de Clima Temperado; UFPel; BR
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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56.15%
The Rio Grande do Sul state (RS) represents great importance in the stone fruit, with approximately 65% of the area cultivated with peach country. This should highlight the contribution of the breeding of new cultivars crown, which extend the period allowed for collection and quality of fruit. Still, the average productivity in the RS is still considered low, mainly due to lack of knowledge about factors related to incidence of pests, diseases and lack of root stock suitable for cultivation, because unlike other countries, the improvement in Brazil genetic of the rootstocks for stone fruit of importance has taken only a few years ago. This thesis is divided into three chapters, with chapter 1 was to evaluate the reaction of five peach rootstocks, from front to inoculation with Meloidogyne incognita, in a home-de-vegetation. And we can conclude that 'Selection UFPel-0402', 'Okinawa', 'Flordaguard', Nagano Wild‟ and 'Select NR-0080407' are immune to Meloidogyne incognita, and may be used in genetic improvement programs for the rootstocks of peach and as alternative use for the deployment of orchards in areas with occurrence of the pest, and the strength of the 'Nagano Wild' needs further studies to identify more clearly this characteristic. Chapter 2 objective evaluated the genetic variability and differentiation of 14 rootstocks...

Reação de pessegueiros a Monilinia fructicola (wint.) Honey e sua relação com componentes bioquímicos

Fabiane, Keli Cristina
Fonte: Pato Branco Publicador: Pato Branco
Tipo: Dissertação de Mestrado
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46.24%
The brown rot caused by the fungus Monilinia fructicola (Wint.) Honey, is the main disease in stone fruit trees (Prunus spp.). It can be found in almost all fruit orchards, causing severe losses to fruit growers. The main symptoms of this disease are the blossom blight, twig cankers and necrosis and, fruits rot. Thus, the economic losses of brown rot may occur since flowering, extending to the pre-and post-harvest fruit phases. The aim of this study were (i) to test the brown rot reaction of different peach genotypes, identifying the resistant or tolerant ones to brown rot on flowers, (ii) to identify resistance and/or tolerance sources to this fruit disease and (iii) to identify resistance mechanisms associated with the physical, chemical and biochemical characteristics in peach fruits, iv) to identify superior genotypes for biochemical characteristics; v) to study the genetic divergence of peach genotypes on the UTFPR collection. The work was carried out at Laboratório de Fitossanidade, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) – Campi Dois Vizinhos and Pato Branco, in the 2009/2010 and 2010/2011 production cycles. The genotypes analyzed were the peach collection of the UTFPR, in Pato Branco, PR. Five and 16 genotypes were tested in the first and second cycles...

Seleção de progênies e genitores de pessegueiro com base nas características dos frutos

Wagner Júnior,Américo; Bruckner,Claudio Horst; Cantín,Celia María; Sánchez,María Angeles Moreno; Santos,Carlos Eduardo Magalhães dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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56.1%
Melhorar a qualidade do fruto é um dos principais objetivos dos programas de melhoramento genético do pessegueiro, tendo relação direta com as preferências de mercado e do consumidor. Quando se fala em qualidade, busca-se obter plantas produtivas, com frutos grandes e firmes, com ótimos sabor e coloração. Porém, o pêssego produzido no Brasil ainda deixa a desejar, principalmente em firmeza, quando comparado aos padrões internacionais. Os objetivos deste trabalho foram avaliar, selecionar e indicar genótipos que apresentem frutos de boa qualidade e com polpa não fundente, para utilização futura como genitor masculino no programa de melhoramento de pessegueiro da Universidade Federal de Viçosa. Os trabalhos foram desenvolvidos na Estação Experimental de Aula Dei (CSIC), Zaragoza - Espanha, durante o período de maio a agosto de 2006, sendo analisados cerca de 687 indivíduos, pertencentes a 17 populações de pessegueiro. Com base nos resultados obtidos, pólen de 'Crown Princess' e dos seedlings VADAC 0027, VADAC 0052, VADAC 0063 e VADAC0065 podem ser recomendados para utilização como genitores no programa de melhoramento do pessegueiro da UFV, visando a obter frutos de boa qualidade e com textura não fundente.

'Centenário': nova seleção de pêssego amarelo

Campo Dall'Orto,Fernando Antonio; Ojima,Mário; Barbosa,Wilson; Martins,Fernando Picarelli; Rigitano,Orlando
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1987 PT
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'Centenário' (IAC 1880-30) é uma nova seleção de pêssego obtida no programa de melhoramento varietal do Instituto Agronômico de Campinas. Provém da polinização livre do pêssego 'Ouromel-2' (IAC 171-5) e tem como características principais a alta produtividade das plantas e o excelente sabor dos frutos (Brix, 16° e pH, 4,5). Estes são graúdos, globoso-oblongos, de ótimo aspecto e maturação precoce (95 a 115 dias). A polpa é amarela, o caroço bem pequeno, solto, e a película bem vermelha (80%) sobre fundo amarelado. Pode ser caracterizado como pertencente aos tipos 'Ouromel' e 'Dourado', e assim comercializado.

Pessegueiro: cultivar BRS kampai

Raseira,Maria do Carmo Bassols; Nakasu,Bonifácio Hideyuki; Ueno,Bernardo; Scaranari,Ciro
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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35.87%
RESUMO O programa de Melhoramento Genético de Pessegueiros da Embrapa Clima Temperado tem, entre seus objetivos, a obtenção de cultivares produtoras de frutas para consumo in natura, com características que satisfaçam às exigências dos consumidores. Alguns dos grandes centros consumidores, como é o caso de São Paulo e Curitiba, preferem pêssegos de polpa branca e sabor doce. A cultivar BRS Kampai, obtida de um cruzamento entre 'Chimarrita' e 'Flordaprince', alia a baixa necessidade em frio, o que é uma vantagem em regiões subtropicais, à boa aparência, com sabor superior a qualquer um dos parentais. A colheita dos frutos desta cultivar inicia-se geralmente, em meados de novembro, em Pelotas-RS (em Atibaia, São Paulo, inicia-se na segunda quinzena de outubro), poucos dias antes das cultivares Rubimel (polpa amarela) e Premier (polpa branca), sendo ótima substituta para esta última.

Relação entre as características químicas e o valor dos pêssegos comercializados pelo sistema veiling frutas Holambra em Paranapanema-SP

Almeida,Gabriel Vicente Bitencourt de; Durigan,José Fernando
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 PT
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46.06%
O valor de comercialização do pêssego é reflexo da demanda e de sua apreciação pelo consumidor. A compreensão da diferença de valor entre os frutos das diferentes cultivares e da sua relação com as características que determinam o gosto do fruto, torna possível o estabelecimento de uma estratégia de comercialização visando ao aumento no consumo e na receita do produtor, além de dar subsídios aos programas de melhoramento genético. Neste trabalho, foram avaliadas as características de gosto de duas cultivares, 'Douradão' e 'Tropic Beauty', e de duas séries de cultivares, 'Aurora' e 'Dourado', que são as cultivares de pêssego mais produzidas no município de Paranapanema, maior produtor do Estado de São Paulo. Trabalhou-se com os valores de comercialização do leilão reverso, ou veiling, da Cooperativa Agroindustrial Holambra, no período de maior oferta do produto, entre 15 de outubro a 15 de novembro de 2004. A caracterização do gosto dos frutos foi feita através da determinação dos conteúdos de sólidos solúveis (SS) e de acidez titulável (AT), e da relação SS/AT dos frutos comercializados no Entreposto Terminal de São Paulo da CEAGESP. As médias dos conteúdos de sólidos solúveis (SS) não se mostraram significativamente diferentes. A acidez titulável (AT) e a relação SS/AT apresentaram valores médios significativamente diferentes. A cultivar 'Douradão' apresentou a maior relação SS/AT...

Comportamento do pêssego 'Flordaprince': nova seleção bem precoce introduzida da Flórida

Ojima,Mario; Campo Dall'Orto,Fernando Antonio; Barbosa,Wilson; Tombolato,Antonio Fernando Caetano
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1984 PT
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46.05%
Flordaprince (Fla. 5-2) é um novo cultivar de pêssego selecionado na Flórida, EUA, que encontrou boa adaptação nas condições climáticas de inverno brando do Estado de São Paulo. Os frutos apresentam pele avermelhada bem atraente, polpa amarela e sabor doce-acidulado forte. As características de bela aparência dos frutos, baixa exigência de frio e especialmente a precocidade na maturação, motivaram a escolha deste cultivar para sua inclusão em lotes comerciais em São Paulo, como opção varietal ao 'Maravilha', e para utilização no programa de melhoramento do pessegueiro, do Instituto Agronômico.

'Precoce de Itupeva' e 'Branca de Guapiara': novos cultivares IAC de nectarina branca

Ojima,Mário; Campo Dall'Orto,Fernando Antonio; Tombolato,Antonio Fernando Caetano; Barbosa,Wilson; Rigitano,Orlando; Castro,Jairo Lopes de; Scaranari,Hélio José; Martins,Fernando Picarelli; Alves,Sebastião
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1984 PT
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55.88%
'Precoce de Itupeva' (IAC N 4474-5) e 'Branca de Guapiara' (IAC N 2374-8) são dois novos cultivares de nectarina, obtidos no Instituto Agronômico de Campinas, dentro do seu programa de melhoramento genético. Trata-se de seleções obtidas na geração F2, através de cruzamentos originais entre cultivares locais de pêssego e os de nectarina procedentes da Flórida (EUA). Os frutos são de polpa branca, de caroço solto e de paladar doce-acidulado agradável, com doçura pronunciada. As plantas apresentam alta produtividade, demonstrando assim pequena exigência de frio, o que propicia novas opções para a escolha do material a ser cultivado nas condições de inverno ameno do Estado de São Paulo e nas regiões de ecologia similar.

Época e ciclo de maturação de pêssegos e nectarinas no estado de São Paulo

Barbosa,Wilson; Ojima,Mario; Campo Dall'orto,Fernando Antonio; Martins,Fernando Picarelli
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1990 PT
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45.87%
Na Estação Experimental de Jundiaí (23°08'S), do Instituto Agronômico (IAC), controlou-se o número de dias entre a antese e a maturação dos frutos de vinte cultivates de pêssegos (Prvnus persica L. Batsch) e nectarinas (P. persica L. Batsch var. nucipersica). Com base nos resultados obtidos, elaborou-se nova tabela classificatória para ciclos de frutificação, da qual constam, respectivamente, a faixa de maturação, o número de dias entre a flora da e a colheita dos frutos e os cultivares: ultraprecoce,<74dias (Fia. 7-3); bem precoce, 75-90 dias (Flordaprince, Tropical e Maravilha); precoce, 91-120 dias (Régis-1, Jóia-1, Jóia-4, Delicioso Precoce, Centenária, Doura do-1, Aurora-1, Aurora-2, Ouromel-3 e Josefina); mediana, 121-150 dias (Canário, Cristal e Talismã); tardia, 151-180 dias (Biuti e Rei da Conserva) e bem tardia,>181 dias (Bolão).

Concentrações de 6-benzilaminopurina no desenvolvimento in vitro de embriões de pêssegos e nectarinas precoces

Barbosa,Wilson; Campo-Dall'orto,Fernando Antonio; Ojima,Mario
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1990 PT
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45.88%
Objetivando melhorar o desenvolvimento in vitro de embriões de pêssegos e nectarinas, de maturação precoce, adicionou-se, em meio básico de cultura, o regulador de crescimento 6-benzilaminopurina (BAP) nas concentrações de 0,5,10,15 e 20µM. Esse meio consistiu na solução salina de Murashige & Skoog acrescido de tiamina, 1mg/l; ácido nicotínico, 0,5mg/l; inositol, 100mg/1, glicina, 250mg/l; glutamina, 500mg/l; asparagina, 250mg/l, ácido giberélico, 0,1mg/l; sacarose, 30g/l, e ágar, 6g/l. A melhor taxa de desenvolvimento dos embriões, após 30dias de cultura, ocorreu nas concentrações de 5 e 10µM de BAP, com uma emissão média de 4,5 brotos por embrião. Nas concentrações de 15 e 20mM de BAP, o número de brotações foi maior, porém com menor aproveitamento, devido à presença dos sintomas indesejáveis de vitrificação. O BAP não eliminou, totalmente, a roseta e o ananismo fisiológico dos embriões.

'Dourado- 1' e 'Dourado-2': novos cultivares de pêssego amarelo para mesa

Ojima,Mário; Dall'Orto,Fernando Antonio Campo; Barbosa,Wilson; Tombolato,Antonio Fernando Caetano; Rigitano,Orlando; Scaranari,Hélio José; Martins,Fernando Picarelli; Santos,Rui Ribeiro dos
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1985 PT
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86.2%
'Dourado-l' (IAC 976-6) e 'Dourado-2' (IAC 976-11) são dois novos cultivares de pêssego, obtidos no Instituto Agronômico, mediante o cruzamento 'Tutu' (IAC 1353-1) x 'Maravilha' (Fla. 13-72). Trata-se de pêssegos de tamanho grande, bela aparência, polpa amarela e sabor doce-acidulado bem agradável. As plantas são vigorosas e de alta produtividade; 'Dourado-l', de maturação precoce, e 'Dourado-2, semiprecoce, oferecem novas opções para a escolha do material a ser cultivado nas condições de inverno brando do Estado de São Paulo.

Cultura de embriões in vitro para o melhoramento de pessegueiros precoces

Barbosa,Wilson; Dall'Orto,Fernando Antonio Campo; Ojima,Mario
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1985 PT
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66.06%
Efetuou-se o experimento de germinação das sementes de quinze seleções de pêssegos e nectarinas, a maioria de maturação bem precoce, através do método da cultura in vitro, de embriões imaturos, em confronto com a germinação obtida pelo processo de estratificação prévia das amêndoas a frio úmido, em substrato de algodão. Para a cultura in vitro, utilizaram-se embriões acompanhados de cotilédones, extraídos de frutos semimaduros, que foram "semeados" em meio de cultura, compostos de macro e microelementos de Murashige e Skoog, acrescido de tiamina a 0,1mg/litro, ácido nicotínico a 0,5mg/litro, inositol a 100mg/litro, glicina a 20mg/litro„ácido giberélico a 0,1mg/litro, glicoce a 3% e ágar a 0,7%. Os resultados mostraram que houve excelente desenvolvimento dos embriões in vitro para a maioria das seleções de ciclo bem precoce, e os "seedlings" resultantes tiveram crescimento normal. Ao contrário, o processo de estratificação prévia para as mesmas seleções proporcionou porcentagem de germinação mediana, quando as sementes foram estratificadas logo que extraídas dos frutos, e bastante baixa ou nula quando elas ficaram expostas ao ambiente natural por 96 horas antes da estratificação. Tais resultados indicam que o método de cultura in vitro de embriões imaturos constitui prática indispensável ao programa de melhoramento de pessegueiro...

Melhoramento da nectarina em São Paulo I. Cruzamento de 1970: seleção nas gerações F1 e F2

Ojima,Mário; Dall'Orto,Fernando Antonio Campo; Rigitano,Orlando; Tombolato,Antonio Fernando Caetano; Barbosa,Wilson
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1983 PT
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46%
Objetivando criar novos cultivares especialmente adaptados às condições de inverno ameno paulista, o Instituto Agronômico iniciou, em 1970, um programa de melhoramento genético da nectarina. Os primeiros híbridos F1 foram obtidos de cruzamentos efetuados naquele ano, utilizando como progenitores femininos dezesseis cultivares de pêssego bem conhecidos - basicamente, as principais seleções do IAC - e, como masculinos, três nectarinas introduzidas da Flórida, EUA: 'Rubro-sol', 'Colombina' e 'Fla 44-28'. Da primeira geração, foram selecionadas seis plantas que, multiplicadas por enxertia, vêm revelando promissoras características de produtividade, qualidade dos frutos e precocidade de maturação, capazes de justificar o seu lançamento como novas seleções de pêssegos para mesa: IAC 170-14, IAC 270-10, IAC 370-5, IAC 370-8, IAC 1870-2 e IAC 2370-3. Em 1974, com as plântulas obtidas de sementes provenientes de autofecundação e de polinização aberta no lote de F1, formou-se o lote da geração F2, no qual foram selecionadas preliminarmente 24 plantas de nectarina com grandes variações na cor da polpa (amarela a branca); na aderência de caroço (preso a solto) e no sabor (doce-acidulado forte a agridoce equilibrado ou a doce acentuado). O comportamento dessas seleções vem sendo observado em quatro estações experimentais do Instituto Agronômico e em quatro propriedades particulares...

Comportamento do pessegueiro 'douradão' em Itupeva

Barbosa,Wilson; Ojima,Mário; Dall' Orto,Fernando Antonio Campo
Fonte: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" Publicador: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1999 PT
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35.88%
Plantas do novo cultivar Douradão, observadas em Itupeva, SP (23º05'S), sob espaçamento de 6 x 4m, apresentaram vigor médio e crescimento compacto. Com seis anos, suas copas atingiram volume de l3,4m3 em troncos de 437cm² de área de secção transversal. Os ramos produtivos desenvolveram 67 folhas de 43cm² por metro de ramo (m.r.) e 2,24 gemas.nó-1, sendo l,58 reprodutivas. As plantas floresceram entre 1 e 10 de julho, exibindo 65 flores rosáceas e auto-férteis.m.r.-1, 4l,3 anteras.flor1 e 1345 grãos de pólen.antera-1, com 58% de germinação in vitro. A frutificação efetiva foi de 44,9%, apresentando 18,1 e 8,2 frutos.m.r-1., antes e após o raleio respectivamente. Os frutos amadureceram no segundo decêndio de outubro, concomitante ao 'Aurora-1, e após 25 dias ao 'Flordaprince'. A produção de 23, 48, 60 e 65 kg.planta-1, no 3º, 4º, 5º e 6º ano de cultivo foi equivalente a 9,6; 20; 25 e 27,1 ton.ha-1 respectivamente. As plantas de Douradão produziram, em média, frutos bem grandes, 160g e 6cm de diâmetro transversal, globoso-oblongos, atraentes e de coloração externa até 90% vermelha estriada, sobre fundo amarelo-claro. A polpa amarela mostrou-se espessa, firme, fibrosa, medianamente suculenta e sem aderência ao caroço...