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Teste das Matrizes Progressivas Coloridas de Raven: Estudos psicométricos e normativos com crianças dos 4 aos 6 anos

Brites, Sílvia Manuela dos Reis
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
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46.08%
A Inteligência inclui a capacidade mental de raciocinar, resolver problemas, planear, compreender ideias e aprender, sendo tradicionalmente examinada por instrumentos de avaliação fundamentados do ponto de vista teórico, psicométrico e normativo. O incremento de instrumentos disponíveis que possibilitem precocemente, em idades pré-escolares, a avaliação da inteligência corresponde no nosso país a uma necessidade sentida pelos profissionais. O teste das Matrizes Progressivas Coloridas de Raven (MPCR; Raven, 1947; Simões, 2000) é um dos instrumentos de avaliação da inteligência não verbal mais utilizados neste contexto. Porém, em Portugal não existem estudos publicados com esta prova em idade pré-escolar. Na presente investigação foi observada uma amostra de 210 crianças, de ambos os sexos, com desempenho escolar normal e frequência do pré-escolar e primeiro ciclo, oriundas de 8 agrupamentos de escolas do Distrito de Leiria, maioritariamente provenientes de escolas públicas, com o objectivo de estudar as características psicométricas e obter dados normativos numa faixa etária entre os 4 anos e 0 meses e os 6 anos e 11 meses. Para efeitos de estratificação da amostra consideraram-se adicionalmente as percentagens nacionais relativas às áreas de residência (urbana/rural). Os estudos psicométricos incluíram o exame da precisão: (i) a estabilidade temporal testereteste com um intervalo de 3 semanas (r = .75); e (ii) a análise da consistência interna (alfa de Cronbach = .73). Os estudos de validade com o teste das MPCR foram realizados com base numa amostra de 25 crianças e no recurso a 2 subtestes da WPPSI-R (Quadrados e Vocabulário) (Wechsler...

Uma nova escala de sugestionabilidade interrogativa análoga à GSS-1: estudo exploratório com uma amostra de jovens portugueses

Correia, Ana Raquel Póvoa
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
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66.27%
Este estudo teve como objectivo principal perceber se existiriam diferenças de Sugestionabilidade Interrogativa (SI) quando a informação sobre um acontecimento é apresentada aos sujeitos verbalmente ou visualmente. Para tal foi criado um instrumento de medição da SI, baseado na Escala de Sugestionabilidade Interrogativa de Gudjonsson, com duas versões: uma versão visual, que consistia na apresentação de um vídeo sem som e uma versão verbal com a descrição oral do acontecimento apresentado no vídeo. Foram, então, comparadas duas amostras, uma respeitante à apresentação visual e a outra relativa à apresentação verbal da informação, constituídas por 40 adolescentes cada, dos 15 aos 18 anos de idade, com uma distribuição igualitária no que diz respeito ao género. Foi também explorada neste estudo a memória do acontecimento apresentado e a relação entre as medidas de SI e a inteligência não-verbal, a atenção seletiva, a desejabilidade social e variáveis de personalidade como o neuroticismo, a extroversão e a amabilidade. Os resultados obtidos revelaram que as duas amostras diferiam significativamente no que diz respeito às medidas de SI e também de memória. O grupo ao qual foi aplicada a versão verbal apresentou resultados médios mais elevados na memória e mais baixos na SI. Relativamente às correlações com as outras variáveis em estudo...

R-2: Teste não-verbal de inteligência para crianças: padronização para crianças da cidade de São Paulo.; R-2: Non-verbal test of intelligence for children: standardization for children of the city of São Paulo.

Rosa, Helena Rinaldi
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/04/2000 PT
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76.37%
Apresenta a padronização de um novo teste, o “R-2 Teste não-verbal de inteligência para crianças”, que avalia o fator G da inteligência, com normas, análise de itens e estudos de precisão e validade. A amostra foi composta por 1554 crianças do município de São Paulo, de 5 a 11,5 anos, sorteadas em proporção de matriculados da rede oficial de ensino em cada tipo de escola: estadual, municipal e particular. Apresenta também os resultados da pesquisa piloto a partir dos quais foi proposta nova ordem de apresentação dos itens do teste, segundo o grau de dificuldade e o tipo de raciocínio empregado. Foram analisadas as variáveis: idade, sexo e tipo de escola que a criança freqüenta, este último como indicativo do nível sócio-econômico. As médias de pontos mostraram crescimento progressivo com a idade. Não houve diferenças significantes entre os sexos. Foram encontradas diferenças significantes entre os tipos de escola: pública (estadual e municipal) e particular, sendo as normas apresentadas em percentis para a amostra global e separadas para os dois tipos de escola. A nova ordem dos itens mostrou-se adequada, porém alguns itens poderão ser revistos para contribuírem de melhor forma na discriminação dos resultados do teste. O teste apresentou coeficientes de precisão e de validade satisfatórios...

Normatização e validação do teste não-verbal de inteligência son-r 2 1/2-7[a] para o Brasil

Jesus, Girlene Ribeiro de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
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56.34%
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Departamento de Psicologia Social e do Trabalho, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, 2009.; Os objetivos principais da presente tese foram estabelecer normas brasileiras para o teste não-verbal de inteligência SON-R 2½-7[a], originalmente desenvolvido na Holanda, e obter evidências sobre sua validade no Brasil. Para tanto, foi realizado inicialmente um estudo de validação de conteúdo de quatro subtestes (Mosaicos, Categorias, Situações e Padrões) do SON-R 2½-7, que avalia raciocínio abstrato, concreto e espacial. Esse estudo resultou em algumas mudanças, implementadas no subteste Categorias. A seguir foi realizado um estudo piloto com crianças de uma instituição de ensino regular e uma instituição destinada a crianças com problemas auditivos. Os resultados indicaram boa qualidade psicométrica do teste e todos os subtestes apresentaram índices de fidedignidade satisfatórios. Após o estudo piloto, os estudos de normatização e validação foram iniciados. O processo de normatização foi realizado com uma amostra nacional composta por 1.200 crianças de 3 anos e 3 meses a 7 anos e 9 meses de idade. As crianças que participaram do estudo eram provenientes de todas as regiões brasileiras...

Evidências de validade convergente do SON-R 6-40, um teste não-verbal de inteligência

Almeida, Gabriel Olimpio Nascimento de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
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56.52%
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Psicologia, Programa de Pós-graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, 2013.; Estudos que fornecem evidências de validade dos escores de um teste são essenciais para assegurar uma interpretação correta dos seus resultados. Assim, este estudo investigou a validade convergente do teste não-verbal de inteligência SON-R 6-40 com dois outros testes que medem nteligência: o SON-R 2½-7[a] e a forma A da Bateria de Provas de Raciocínio (BPR-5). O SON-R 6-40 é um teste não-verbal de inteligência para pessoas entre 6 e 40 anos de idade que foi publicado na Holanda em 2010. O teste foi normatizado e validado para Holanda e Alemanha. O SON-R 2½-7[a] é um teste não-verbal de inteligência para crianças entre 2 anos e 6 meses e 7 anos e 11 meses que foi normatizado para o Brasil em 2009. Ambos os testes SON-R foram desenvolvidos para medir a inteligência fluida, assim reduzindo a influência de fatores socioeconômicos no desempenho do teste. O teste BPR-5 é uma bateria de provas que avaliam cinco diferentes tipos de raciocínio: Raciocínio Verbal (RV), Raciocínio Abstrato (RA)...

Avaliação cognitiva não-verbal em populações com necessidades educativas especiais

Dias, Bárbara Assunção Silva
Fonte: Universidade Técnica de Lisboa Publicador: Universidade Técnica de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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76.43%
Mestrado em Reabilitação Psicomotora; ARTIGO 1: O presente trabalho tem como objetivo principal a revisão da literatura sobre a avaliação cognitiva, com especial ênfase na avaliação cognitiva não-verbal, e a mais-valia da sua utilização nas populações com necessidades educativas especiais. Um tema que surge da prática clínica, no diagnóstico precoce e intervenção de crianças com necessidades educativas especiais, que remete para necessidade do aprofundamento do potencial cognitivo destas crianças e, consequentemente, de adequação dos planos e estratégias de intervenção. A pesquisa bibliográfica foca-se numa primeira linha na definição da avaliação cognitiva geral e conceitos associados à mesma, seguindo-se o enquadramento da avaliação cognitiva não-verbal e sua especificidade. O capítulo seguinte prende-se com avaliação cognitiva não-verbal em populações especiais, demonstrando a sua importância e utilização neste âmbito. Por último, o capítulo que procura enquadrar o tema da avaliação cognitiva não-verbal no âmbito da reabilitação psicomotora, nomeadamente ao nível da intervenção precoce e a sua mais-valia nesta área. ARTIGO 2: Este artigo apresenta como objetivo o estudo comparativo do QI não-verbal entre três grupos específicos de modo a averiguar as possíveis diferenças existentes. Para o efeito aplicou-se o teste Leiter – R...

Sugestionabilidade interrogativa em crianças de 8 e 9 anos de idade

Costa, André; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Universidade de Coimbra; Pinho, Maria Salomé; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, Universidade de Coimbra
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 23/11/2012 POR
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46.29%
Para estudar a influência das variáveis idade, inteligência, memória, ansiedade geral e desejabilidade social na sugestionabilidade avaliaram-se crianças de 8 e 9 anos de idade com o Bonn Test of Statement Suggestibility (BTSS). Em 145 crianças averiguou-se o efeito das variáveis memória e inteligência não verbal e, numa subamostra de 74 crianças, para além das variáveis referidas, considerou-se também a inteligência verbal, ansiedade geral e desejabilidade social. As crianças de 8 anos são mais sugestionáveis do que as crianças mais velhas. No grupo dos 8 anos, aquelas com melhores desempenhos ao nível da inteligência não verbal (medida pelas Matrizes Progressivas Coloridas de Raven – MPCR), e na evocação da história do BTSS são menos vsugestionáveis comparativamente às crianças com piores desempenhos nestas provas. De modo análogo, as crianças com 9 anos são tanto mais sugestionáveis quanto piores os desempenhos nas MPCR, evocação da história do BTSS e subtestes informação, vocabulário e aritmética da WISC–III. As crianças deste grupo etário que apresentam desejabilidade social elevada (avaliada pela RCMAS) são também mais sugestionáveis. Estes resultados são discutidos considerando a sua relevância para o âmbito forense.

Criatividade e inteligência em crianças: habilidades relacionadas?

Nakano,Tatiana de Cássia
Fonte: Instituto de Psicologia, Universidade de Brasília Publicador: Instituto de Psicologia, Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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46.08%
Diante dos questionamentos que persistem acerca da relação entre criatividade e inteligência, a pesquisa teve por objetivo investigar esses construtos junto a crianças, 90 estudantes do Ensino Fundamental (44 do sexo feminino e 46 do sexo masculino), com idades entre sete e 12 anos, que responderam a um teste não verbal de desenvolvimento cognitivo (Desenho da Figura Humana) e a um teste de criatividade (Teste de Criatividade Figural Infantil). Os resultados demonstraram que o desempenho no teste cognitivo relacionou-se significativamente com o desempenho no teste de criatividade (r=0,47; p<0,01), de forma que, no presente estudo, criatividade e inteligência encontram-se relacionadas. Conforme esperado, ambos os construtos mostraram-se sensíveis à influência da idade, sendo que a variável gênero não se mostrou significativa.

Criatividade e inteligência: analisando semelhanças e discrepâncias no desenvolvimento

Wechsler,Solange Muglia; Nunes,Maiana Farias Oliveira; Schelini,Patrícia Waltz; Ferreira,Adriana Aparecida; Pereira,Dejenane Aparecida Pascoal
Fonte: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Publicador: Programa de Pós-graduação em Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
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46.22%
As semelhanças e discrepâncias entre inteligência e criatividade foram investigadas, assim como os possíveis impactos de gênero e série educacional sobre o seu desenvolvimento. A amostra foi composta por 172 estudantes (91 mulheres, 81 homens), com idades variando dos 7 aos 17 anos. A avaliação da inteligência foi feita por meio da versão brasileira da Bateria Woodcock-Johnson III enquanto que criatividade foi avaliada pelos Testes de Pensamento Criativo de Torrance. Os resultados obtidos pelas MANOVA e ANOVA demonstraram efeitos significativos de série escolar para inteligência e criatividade figural, e de sexo para criatividade verbal. Não houve correlações significativas entre inteligência e criatividade, de acordo com as medianas nos testes de inteligência. A análise fatorial rotação Varimax apontou distinção entre inteligência, criatividade verbal e figurativa, indicando a independência entre estes construtos.

Relação entre criatividade, inteligência e autoconceito em alunos monolíngues e bilíngües

Mendonça,Patrícia Villa da Costa Ferreira; Fleith,Denise de Souza
Fonte: Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE) Publicador: Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional (ABRAPEE)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2005 PT
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46.29%
Este estudo teve como objetivo estudar a relação entre criatividade, inteligência e autoconceito em alunos bilíngües e monolíngües. Participaram deste estudo 269 alunos, do gênero masculino e feminino, adolescentes e adultos, de uma instituição particular de ensino de língua inglesa, localizada em Brasília. Os instrumentos utilizados foram o Teste Torrance de Pensamento Criativo - TTCT, Teste Não-Verbal de Raciocínio para Adultos - TNVRA e Escala Fatorial de Autoconceito - EFA. Os alunos bilíngües apresentaram escores superiores nas medidas de criatividade verbal e figurativa e de inteligência quando comparados aos alunos monolíngües. Os resultados indicaram, ainda, que os alunos do gênero masculino apresentaram escores superiores aos do gênero feminino apenas na medida de originalidade verbal. Não foram observadas diferenças entre adolescentes e adultos em relação à criatividade, inteligência e autoconceito. Foi observada uma correlação positiva entre criatividade e autoconceito para alunos bilíngües.

Consciência sintática: prováveis correlações com a coerência central e a inteligência não-verbal no autismo

Varanda,Cristina de Andrade; Fernandes,Fernanda Dreux Miranda
Fonte: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 PT
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66.37%
OBJETIVO: Avaliar consciência sintática, coerência central, inteligência não-verbal, desenvolvimento social e da comunicação, comportamentos e interesses de crianças no espectro autístico e verificar suas prováveis correlações. MÉTODOS: Participaram dez sujeitos diagnosticados dentro do espectro autístico, que utilizavam linguagem oral para a comunicação, sendo oito do gênero masculino e dois do gênero feminino, com idades entre 4 anos e 9 meses e 13 anos e 4 meses (média de idade de 9 anos). Foram utilizadas as provas de: Consciência Sintática (Adaptada); Quebra-cabeça computadorizados com figura e fundo e somente com fundo; e Matrizes Progressivas Coloridas de Raven - Escala Especial. Os pais dos sujeitos responderam ao protocolo Autism Diagnostic Interview - Revised (ADI-R). RESULTADOS: As crianças com autismo apresentaram desempenho em consciência sintática similar ao de crianças de desenvolvimento típico com 6 anos de idade. Do total, 60% das crianças apresentaram nível de inteligência não-verbal médio ou superior. Não houve correlações entre os desempenhos em consciência sintática e as outras variáveis testadas. CONCLUSÃO: Não houve relação entre o desempenho em consciência sintática e os resultados referentes a coerência central...

Efeitos da participação em oficinas de inclusão digital sobre o desempenho intelectual e depressão em idosos ativos residentes na comunidade

Luzzi, Lérida Zuccarelli
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
PORTUGUêS
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46.37%
A pesquisa trata sobre os efeitos da participação em oficinas de inclusão digital sobre o desempenho intelectual e sintomatologia depressiva em idosos ativos na comunidade. O estudo foi desenvolvido na abordagem quantitativa, na forma de estudo experimental de um só grupo. A amostra foi constituída por 32 idosos com idade entre 60 e 82 anos, com diferentes graus de escolaridade. Os dados foram coletados por meio de teste de inteligência não verbal (INV), e pelo inventário de Beck, e aos 12 meses. Os escores brutos de inteligência não verbal (fator g) e indicadores de sintomatologia depressiva tiveram diferença significativa após a intervenção, sugerindo que a mesma tem potencial para desenvolver a inteligência não-verbal e diminuir indicadores de sintomatologia depressiva. Desta forma, foi possível confirmar a tese: ”Há diferença significativa entre os resultados obtidos por idosos antes e depois de participarem de oficinas de inclusão digital, no teste de inteligência não verbal(fator g/INV) e no Inventário de Depressão de Beck (BDI). ”; The present research deals with the participation of active elderly people in digital inclusion workshops and its effects on the intellectual performance and depressive symptomatology among them. The study was developed following the quantitative approach...

Inteligência simbólica e não simbólica de crianças e adolescentes portadores de deficiência auditiva: análises baseadas no “Teste Não Verbal Universal de Inteligência” (UNIT)

Borges, Cláudia Furtado
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
POR
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66.54%
Realizou-se um estudo exploratório das inteligências simbólicas e não simbólicas de crianças e adolescentes com surdez com base no desempenho dos participantes na bateria padrão do Universal Nonverbal Intelligence Test (UNIT). Por ser um teste que provê uma medida geral (fator g) da inteligência e das habilidades cognitivas, através de procedimentos não-verbais o UNIT é uma das poucas ferramentas de avaliação da inteligência que minimiza fatores que podem desencadear interpretações errôneas que envolvem processos verbais ou de linguagem. O objetivo deste estudo foi verificar o papel da linguagem no desenvolvimento da inteligência de crianças com surdez e como variáveis como escolarização, idade, nível de perda auditiva, método lingüístico (libras, oralização, comunicação total) podem influenciar na inteligência verbal e não verbal. A pesquisa foi realizada com 55 crianças e adolescentes surdos de instituições de ensino regular ou em instituições que oferecem atividade extra-escolar (música, aula de libras, suporte pedagógico, etc) na cidade de Uberlândia e Patos de Minas. Em relação às análises na amostra geral (análises paramétricas) os principais resultados apontam que há diferença significativa entre o QI Simbólico e o QI não-simbólico (t(54)=13...

Influência da familiaridade com procedimentos judiciais de interrogatório na sugestionabilidade interrogativa de reclusos reincidentes

Penajoia, Marta Sofia; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; Pinho, Maria Salomé; Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra; Dias, Isabel Teixeira; Estabelecimento Prisional
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 23/09/2015 POR
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66.25%
O presente estudo teve como objetivo examinar se o contacto com procedimentos de inquirição usados pelo sistema de justiça criminal afeta a sugestionabilidade interrogativa, avaliada pela Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 1 (GSS 1). Foi também analisada a relação entre a sugestionabilidade interrogativa e outras variáveis psicológicas, designadamente a inteligência não-verbal, neuroticismo, desejabilidade social e simulação ou esforço insuficiente. Recrutaram-se dois grupos de indivíduos adultos, sendo um deles constituído por 42 reclusos com várias condenações e o outro por 42 sujeitos que nunca foram submetidos a inquirições judiciais. A ambos os grupos foram administrados, individualmente, além da GSS 1, os seguintes instrumentos: Matrizes Progressivas Estandardizadas de Raven, Inventário dos Cinco Fatores NEO, Escala de Desejabilidade Social de Marlowe-Crowne e Test of Memory Malingering. Os reclusos reincidentes revelaram menor sugestionabilidade interrogativa comparativamente aos sujeitos sem contacto com inquirições judiciais. Foram apenas observadas correlações significativas entre sugestionabilidade interrogativa e inteligência não-verbal e desejabilidade social, apresentando características diferenciadas em ambos os grupos. Estes resultados sugerem que tais variáveis devem ser tidas em consideração no momento da avaliação da credibilidade de depoimentos e confissões.

Sugestionabilidade interrogativa em crianças dos 4 aos 9 anos: estudo normativo com o Bonn Test Statement of Suggestibility (BTSS) e análises de variáveis relacionadas com a sugestionabilidade

Ribeiro, Ana Catarina Mourão Alves
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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66.36%
O interesse pelo estudo da sugestionabilidade interrogativa nas crianças tem vindo a fazer-se notar em psicologia do desenvolvimento. Neste sentido, a presente investigação tem como objetivo primordial obter informação normativa do desempenho de crianças portuguesas dos 4 aos 9 anos num instrumento de avaliação da sugestionabilidade interrogativa específico para crianças: The Bonn Test Statement of Suggestibility (BTSS). Adicionalmente, pretende-se averiguar em que medida as variáveis sexo, idade, inteligência não verbal, desempenho mnésico e problemas de comportamento externalizantes e internalizantes se correlacionam com a sugestionabilidade interrogativa. A amostra é constituída por 600 crianças com idades compreendidas entre os 4 e os 9 anos, de ambos os sexos (50% do sexo masculino e 50% do sexo feminino), que frequentam creches, infantários ou escolas pré-primárias e escolas de 1º ciclo de ensino básico nos Distritos do Porto, Aveiro e Braga. No que que concerne aos resultados da análise em componentes principais verificou-se uma estrutura diferente do BTSS da que foi concebida pelos autores. Os resultados deste estudo demonstraram que no que respeita ao grau de sugestionabilidade, não existem diferenças estatisticamente significativas entre rapazes e raparigas. O mesmo se verificou em relação à idade...

Consciência sintática: prováveis correlações com a coerência central e a inteligência não-verbal no autismo; Syntactic awareness: probable correlations with central coherence and non-verbal intelligence in autism

VARANDA, Cristina de Andrade; FERNANDES, Fernanda Dreux Miranda
Fonte: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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66.43%
OBJETIVO: Avaliar consciência sintática, coerência central, inteligência não-verbal, desenvolvimento social e da comunicação, comportamentos e interesses de crianças no espectro autístico e verificar suas prováveis correlações. MÉTODOS: Participaram dez sujeitos diagnosticados dentro do espectro autístico, que utilizavam linguagem oral para a comunicação, sendo oito do gênero masculino e dois do gênero feminino, com idades entre 4 anos e 9 meses e 13 anos e 4 meses (média de idade de 9 anos). Foram utilizadas as provas de: Consciência Sintática (Adaptada); Quebra-cabeça computadorizados com figura e fundo e somente com fundo; e Matrizes Progressivas Coloridas de Raven - Escala Especial. Os pais dos sujeitos responderam ao protocolo Autism Diagnostic Interview - Revised (ADI-R). RESULTADOS: As crianças com autismo apresentaram desempenho em consciência sintática similar ao de crianças de desenvolvimento típico com 6 anos de idade. Do total, 60% das crianças apresentaram nível de inteligência não-verbal médio ou superior. Não houve correlações entre os desempenhos em consciência sintática e as outras variáveis testadas. CONCLUSÃO: Não houve relação entre o desempenho em consciência sintática e os resultados referentes a coerência central...

Evidências de Validade de Construto do Teste não-verbal de Inteligência SON- R 6-40.

Alves, Talita de Araújo
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: Texto
PT_BR
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76.31%
Estudos sobre a validade dos testes psicológicos são fundamentais para assegurar uma interpretação correta dos resultados de um teste. Desta forma, o presente trabalho objetiva verificar a validade de construto do teste não-verbal de inteligência SON-R 6-40. Os testes SON foram desenvolvidos na Holanda para a avaliação da inteligência e caracterizam-se como instrumentos não-verbais. O SON-R 6-40 apresenta quatro subtestes: Analogias, Mosaicos, Categorias e Padrões. Participaram do estudo 111 estudantes com idades entre 5 e 18 anos. Os quatro subtestes medem um único fator com cargas fatoriais acima de 0,60. A consistência interna do escore geral foi 0,97. Concluiu-se que os resultados fornecem evidências satisfatórias de validade de construto do SON-R 6-40 na amostra pesquisada de crianças e adolescentes.; Psicologia

Normas do Teste de Inteligência Não Verbal R-1 para adultos não alfabetizados; R-1 Non-Verbal Intelligence Test norms for illiterate adults

Gottsfritz, Maria Olinda; Universidade Presbiteriana Mackenzie; Alves, Irai Cristina Boccato; Universidade de São Paulo
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; avaliado por pares; Formato: application/pdf
Publicado em 29/10/2009 POR
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56.19%
The R-1: Non-Verbal Intelligence Test is a Brazilian test to measure general intelligence. It was created to assess future drivers. However, the last published test manual does not have standards for illiterate adults. This study was designed to establish norms in the R-1 Test among illiterate adults and to present an analysis of frequencies of success for each item. The sample was composed by 151 adults, aged from 16 to 77 years of both sexes, enrolled in literacy courses in São Paulo city. The R-1 Test was collectively administered, with no time limits. Results indicated that illiterate adult’s means were lower than more educated people, confirming that education influences intelligence test scores, as it was suggested by literature. A comparison of the relative frequencies of passing individual items between the illiterate group and the more educated sample, revealed that items presented the same relative difficulty to both, although success percentages were lower for the illiterate group.   Keywords: R-1 Test; illiteracy; intellectual development; intelligence tests.; O R-1: Teste de Inteligência Não Verbal é um teste de fator g brasileiro, que foi criado para ser utilizado na avaliação de motoristas...

Sugestionabilidade interrogativa em crianças de 8 e 9 anos de idade

Costa,André; Pinho,Maria Salomé
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 PT
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46.29%
Para estudar a influência das variáveis idade, inteligência, memória, ansiedade geral e desejabilidade social na sugestionabilidade avaliaram-se crianças de 8 e 9 anos de idade com o Bonn Test of Statement Suggestibility (BTSS). Em 145 crianças averiguou-se o efeito das variáveis memória e inteligência não verbal e, numa subamostra de 74 crianças, para além das variáveis referidas, considerou-se também a inteligência verbal, ansiedade geral e desejabilidade social. As crianças de 8 anos são mais sugestionáveis do que as crianças mais velhas. No grupo dos 8 anos, aquelas com melhores desempenhos ao nível da inteligência não verbal (medida pelas Matrizes Progressivas Coloridas de Raven - MPCR), e na evocação da história do BTSS são menos sugestionáveis comparativamente às crianças com piores desempenhos nestas provas. De modo análogo, as crianças com 9 anos são tanto mais sugestionáveis quanto piores os desempenhos nas MPCR, evocação da história do BTSS e subtestes informação, vocabulário e aritmética da WISC-III. As crianças deste grupo etário que apresentam desejabilidade social elevada (avaliada pela RCMAS) são também mais sugestionáveis. Estes resultados são discutidos considerando a sua relevância para o âmbito forense.

Influência da familiaridade com procedimentos judiciais de interrogatório na sugestionabilidade interrogativa de reclusos reincidentes

Penajoia,Marta Sofia; Pinho,Maria Salomé; Dias,Isabel Teixeira
Fonte: Instituto Superior de Psicologia Aplicada Publicador: Instituto Superior de Psicologia Aplicada
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2015 PT
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66.25%
Reconhecida a necessidade de um estudo mais rigoroso e fundamentado de factores que influenciam a exactidão dos testemunhos em contextos forenses, temos assistido a um interesse crescente, por parte da comunidade científica, pelas condições de ocorrência da sugestionabilidade interrogativa. O presente estudo teve como objetivo examinar se o contacto com procedimentos de inquirição usados pelo sistema de justiça criminal afeta a sugestionabilidade interrogativa, avaliada pela Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 1 (GSS 1). Foi também analisada a relação entre a sugestionabilidade interrogativa e outras variáveis psicológicas, designadamente a inteligência não-verbal, neuroticismo, desejabilidade social e simulação ou esforço insuficiente. Recrutaram-se dois grupos de indivíduos adultos, sendo um deles constituído por 42 reclusos com várias condenações e o outro por 42 sujeitos que nunca foram submetidos a inquirições judiciais. A ambos os grupos foram administrados, individualmente, além da GSS 1, os seguintes instrumentos: Matrizes Progressivas Estandardizadas de Raven, Inventário dos Cinco Fatores NEO, Escala de Desejabilidade Social de Marlowe-Crowne e Test of Memory Malingering. Os reclusos reincidentes revelaram menor sugestionabilidade interrogativa comparativamente aos sujeitos sem contacto com inquirições judiciais. Foram apenas observadas correlações significativas entre sugestionabilidade interrogativa e inteligência não-verbal e desejabilidade social...