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Imaginação e profecias no 'Tratado teológico-político' de Espinosa; Imagination and profecies in Spinoza's 'theological-political treatise'

Persch, Sérgio Luis
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 10/09/2007 PT
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O foco principal da pesquisa é o capítulo I do Tratado teológico-político, no qual Espinosa discorre sobre as profecias. A exposição dos diferentes tipos de imagens proféticas mostra como, de maneira geral, a imaginação se constitui nos homens e como dela segue o conhecimento imaginativo. Os traços constitutivos da imaginação são idênticos em todo o gênero humano. Por conseguinte, Espinosa descreve a origem natural das imagens proféticas, negando a realidade do milagre ou de qualquer interferência divina extraordinária na natureza, já que a ordem natural segue leis necessárias que são, elas próprias, os decretos eternos de Deus. Tendo por exigência básica do método interpretativo prestar fidelidade à Escritura, o autor do Teológico-político a examina como uma coisa particular da natureza, elabora a história crítica dela com base na determinação natural de sua existência. À descrição histórica das profecias corresponde a dedução genética da imaginação efetuada na Parte II da Ética. Com base na estreita relação entre as duas obras, esta pesquisa consiste numa tentativa de provar que o ordenamento metódico dos diferentes tipos de profecias se funda e, ao mesmo tempo, explica a teoria espinosana da imaginação. A tipologia das imagens proféticas é um fator importante para se compreender a composição textual do Tratado e sua dimensão crítica frente à Escritura e aos intérpretes que...

A imaginação na Crítica da Razão Pura; The imagination in the Critique of pure reason

Sehnem, Claudio
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 13/04/2009 PT
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De acordo com a primeira edição da Dedução Transcendental de 1781, a faculdade da imaginação é a faculdade fundamental que une de um lado a intuição e, de outro, o entendimento. Essa união só pode ser possível, entretanto, se a imaginação possuir um caráter não apenas sensível pois ela é uma faculdade que pertence à sensibilidade mas também intelectual. Mostrar, neste sentido, que ela é essa faculdade fundamental sensível e intelectual torna possível uma «doutrina da imaginação», a partir da qual se estabelece uma determinada leitura da Crítica da Razão Pura de Kant. Para isso é necessária uma compreensão do tempo (na Estética Transcendental) e de como o pensamento categorial se constitui em relação a ele através dessa «doutrina da imaginação», ou seja, através de uma explicação das relações entre a imaginação e o tempo e dela com as categorias do pensamento.; According to the first edition (1781) of the Transcendental Deduction, the faculty of imagination is the fundamental faculty which binds, on the one hand, the intuition, and on the other hand, the understanding.This union can only be possible, however, if the imagination has not only a sensible character - for it is a faculty that belongs to the sensibility - but also an intelectual character. To show...

Mãos que tecem tapetes e realizam círculos: um estudo sobre a imaginação e a formação de educadores autores nas artes visuais; Hands that weave carpets and make circles: a study about the imagination and the formation of authors-educators in visual arts.

Araújo, Anna Rita Ferreira de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 27/04/2012 PT
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Imaginar é articular poeticamente, de maneira pessoal, única, os elementos internos, externos, materiais, imateriais, subjetivos e objetivos que perpassam e habitam a existência. Imaginação é potência, e como tal, o ser humano "faz" imaginação, e esse fazer é produto da ação/movimento do corpo todo, no sentido fenomenológico, que supera a separação corpo e alma. Seria, desde a infância, alicerçado na percepção, nas memórias, nos sonhos, na poiesis e no imaginário, que o ser constitui seu corpo-imaginante. Por entender a constituição da imaginação como um corpo físico/espiritual, concreto/abstrato, as suas qualidades e quantidades imaginantes se fazem à medida que ele se exercita ao longo de sua existência. Esta proposição teórica estabelece um estreito diálogo com os estudos fenomenológicos de Gaston Bachelard acerca da imaginação material. Para esta investigação foi realizado um curso-pesquisa no qual seriam criadas as condições necessárias para mergulhar nas possibilidades de uma formação de educadores autores das artes visuais por meio da imaginação e obter dados significativos que contribuíssem para a reflexão proposta. Os tapetes (metáforas poéticas) urdidos e encontrados pela investigação acerca da imaginação e os processos de criação docente são os tapetes revelados pelo corpo imaginante...

O mundo é redondo como a rosa: imaginação poética e criação pedagógica

Almeida, Patricia Ribeiro de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/09/2013 PT
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Esta dissertação apresenta uma reflexão sobre a natureza criadora do trabalho dos professores de arte. Entendido como ação de importância fundamental na função docente, o processo de criação pedagógica direcionado ao ensino e à aprendizagem artística é o tema central desta pesquisa. A imaginação poética compõe este tema na medida em que a compreendemos como a potência humana que gera e organiza a capacidade criadora. Por considerarmos a amplitude de sua abordagem, nos debruçamos sobre a obra noturna do filósofo francês Gaston Bachelard e é por meio dela que abordaremos o conceito de imaginação. Neste trabalho, também investigamos os aspectos capazes de aproximar ou até mesmo de afastar os professores de arte desta potência criadora, transformando-os em meros instrumentos de reprodução. Neste sentido, apresentamos a análise de uma sequência de atividades práticas que buscou seguir um caminho significativo de criação pedagógica, orientado pela potência poética da imaginação.; This dissertation introduce a reflection about the natural creativeness in the art´s teachers work. Understanding how fundamental and important is the action in to instructor function, the pedagogic creation process directed for artistic learning and teaching in the central subjetct in this research. The poetic imagination composes this theme as we can understand how the human Power generate and organize the creator capacity. By consider the amplitude of his approach base for our analysis regarding the imagination concept. We also investigate aspect able to make closer or even put away the art´s teachers of this creative power...

Ética e educação em John Dewey: o homem comum e a imaginação moral na sociedade democrática; Ethics and education in John Dewey: the common man and the moral imagination in democratic society

Trindade, Christiane Coutheux
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/08/2014 PT
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John Dewey (1859-1952) responde por reflexões pedagógicas de grande disseminação, encontradas em meio a uma vasta produção que trata de múltiplas questões prementes de seu tempo, em particular aquelas relacionadas à democracia. Partindo da premissa de que sua filosofia da educação é melhor compreendida quando associada a suas reflexões mais abrangentes, elegeu-se como objetivo desta pesquisa a análise da ressonância da ética de John Dewey em seus ideais pedagógicos, diante de sua concepção de sociedade democrática. O autor se opõe à compreensão da moral como reduto exclusivo da subjetividade sua ética é social e cultural, nascendo o exercício moral de um contexto que serve de base para a busca de alternativas diante de conflitos. Impulso, dever, desejo, interesse, hábito e consequência são componentes da deliberação moral, que ocasionalmente entram em disputa e contam com o apoio da razão e da sensibilidade para descobrirem formas de se harmonizar esse ajuste é a ética, que se efetiva ao considerar as possibilidades de crescimento pessoal e comum que uma decisão traz. Importa a Dewey devolver a ética ao homem comum, nas sua ações cotidianas, para que cada um possa tomar parte das responsabilidades sobre si mesmo e sobre a vida comunitária. Somos constituídos por nossos atos e...

Imaginação, imaginario, jogos de imagens : adolescencia, escola e familia nas relações de ensino; Imagination, imaginary, playing images : adolescence, school and family in the teaching process relations

Ana Gabriela Pedrosa Andriani
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 09/02/2009 PT
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Apresentamos aqui um estudo através do qual elegemos um dos aspectos constitutivos do desenvolvimento humano e das práticas sociais como foco de investigação: o imaginário/imaginação. Considerando que o problema emergiu de uma experiência de trabalho junto a um grupo específico, tomamos como locus de investigação empírico uma escola localizada na periferia da cidade de São Paulo em que já haviam sido anteriormente realizados estudos pela pesquisadora. O trabalho foi iniciado com o convite a este grupo de alunos para que participassem de encontros de discussão. Tal grupo foi formado por seis adolescentes de idades entre 13 e 14 anos pertencentes à sétima série do ensino fundamental. Como produto dos encontros, os alunos decidiram elaborar e apresentar uma peça de teatro a partir da qual disseram o que pensavam/imaginavam ser a adolescência e suas relações. Ao longo das discussões e elaboração da peça, a temática da família mostrou-se um ponto emergente, entrelaçado nas falas sobre a adolescência. Após a apresentação do teatro, realizamos entrevistas individuais com os professores nas quais esses relataram a maneira como pensavam e entendiam seus alunos, suas famílias e a atividade desenvolvida pelo grupo ao longo do processo de pesquisa. Para Vigotski...

As raias da memória e da imaginação em Manoel de Barros

Almeida, Adris André de
Fonte: Florianópolis Publicador: Florianópolis
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Literatura; O presente trabalho procura inquirir a relação entre memória e imaginação que se estabelece em "Memórias inventadas", de Manoel de Barros. Para isso, o olhar volta-se para o conjunto de sua obra, buscando em outros livros uma base interpretativa da convergência e divergência entre as duas faculdades. O poeta, como arqueólogo da palavra, está sujeito à memória que se estende à imaginação. Uma memória, portanto, que procura seu "deslimite". Em Manoel de Barros, de lado a lado, memória e imaginação tocam seus limites, produzindo "memórias inventadas".; The present paper aims to investigate the relationship between memory and imagination which is established in "Memórias inventadas" by Manoel de Barros. In order to achieve it, the paper turns its attention to his sets of work, seeking in other books an interpretative basis of convergence and divergence of both faculties. The poet, as an archeologist of word, is submitted to memory which extends to imagination. Therefore, a memory that looks for its "deslimite". In Manoel de Barros, memory and imagination reach their limits producing "invented memories".

O brincar-e-se-movimentar e a imaginação da criança

Simon, Heloisa dos Santos
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos, Programa de Pós-Gradução em Educação Física, Florianópolis, 2013.; O brincar tem sido cada vez mais estudado a fim de compreender como é formado o mundo vivido (Lebenswelt) da criança. Dois elementos marcantes, diferenciados e fluidos no mundo de movimento da criança são a intuição e a imaginação. Eles parecem conduzir o processo educativo com cuidado, envolvimento, brincadeira, arte e sentimento. Por isso, esse estudo objetiva descrever como a imaginação da criança é importante no brincar-e-se-movimentar, e como os fundamentos teóricos da Fenomenologia podem auxiliar na sua compreensão. Assim, optou-se como caminho metodológico a pesquisa qualitativa, com objetivos descritivos e procedimentos técnicos de natureza teórica e bibliográfica. O campo de pesquisa foi delineado pelo referencial teórico, que é inspirado na Fenomenologia e na cunhada #teoria do Se-movimentar#, visando, com isso, ter uma concepção dialógica do movimento humano e do objeto de estudo # o brincar da criança. Com isso, procuramos concentrar nossas bases em estudos que contribuíram para uma visão dialógica do brincar e da educação como formação humana. Essas referências nos conduziram a autores como Edmund Husserl...

O jogo de faz-de-conta como experiência social orientada para o futuro : um exame da vontade e da imaginação no interesse de jogar videojogos entre os adolescentes

Mudado, Tereza Harmendani
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
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Tese (doutorado)–Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2011.; Nesta tese, procuramos explorar o significado psicológico da atividade de jogar videojogos ou videogames entre adolescentes de 11 a 16 anos. Entendemos que o videojogo, ou videogame, se diferencia das outras formas de jogo conhecidas, a brincadeira de faz-de-conta e o jogo com regras, porque, enquanto na brincadeira a imaginação está em primeiro plano na consciência e as regras em segundo, no jogo com regras são as regras que estão em primeiro plano. No videojogo, inaugura-se um novo modo de relação com as regras do jogo. O videojogo não tem regras, ele é um conjunto de regras que podem e frequentemente são quebradas, se não pelos jogadores, pelos próprios projetistas dos jogos, em prol da imaginação. Para diferenciá-la das formas anteriores, propomos classificar essa nova forma de atividade como jogo de faz-de-conta: uma síntese e uma evolução do jogo com regras, que transforma principalmente o papel da imaginação na determinação da vontade. O jogo de faz-de-conta possibilita o retorno da imaginação para o primeiro plano da atividade, e isso redesenha os mecanismos de formação da vontade e preparação para o futuro. Associadas ao jogo de faz-de-conta...

Imaginação

Salis, Fiora
Fonte: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Publicador: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2014 POR
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Nesta entrada irei apresentar uma nova taxonomia sistemática das nossas capacidades imaginativas, coerente com os tratamentos convencionais em ciência cognitiva, filosofia da mente e estética. Em particular, irei distinguir entre a imaginação não-proposicional e a imaginação proposicional, o que inclui ainda outras subvariedades, como a imaginação objectual, a imagética, a imaginação experiencial, a suposição, o faz-de-conta e outras.

Para uma tentativa de Fundamentação da Imaginação

Castro, Maria Gabriela
Fonte: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Publicador: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Publicado em /10/2002 POR
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I Congresso Internacional da AFFEN: "A Fenomenologia Hoje", Universidade da Beira Interior, Covilhã 17, 18 e 19 de Outubro 2002.; A questão da tentativa de uma fundamentação da imaginação aparece como uma necessidade de quem estuda a imaginação em Paul Ricoeur. Com a recomendação de Jean Ladrière de que o que é necessário "é encontrar o fundamento", o estudo foi avançando e este texto nascendo. Pretendemos apenas uma tentativa de fundamentação da imaginação tendo assentado este trabalho em três pontos: 1º - quais os contributos de Ricoeur para uma possível fundamentação da imaginação?, 2º - O que é fundamentar? e 3º - O que poderia ser a fundamentação da imaginação?

Uma discussão epistemológica sobre a imaginação científica: a construção do conhecimento através da visão de Albert Einstein

Gurgel,Ivã; Pietrocola,Maurício
Fonte: Sociedade Brasileira de Física Publicador: Sociedade Brasileira de Física
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 PT
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Este trabalho tem como objetivo discutir o papel da imaginação científica na construção do conhecimento. O estudo teórico foi realizado em duas etapas. Primeiramente, discutimos a relação da racionalidade com a imaginação na epistemologia contemporânea. A discussão teórica é complementada com uma análise histórica do pensamento de Albert Einstein, para tornar possível a apresentação de uma visão de construção do conhecimento científico que considere e valorize o papel da imaginação.

Efeitos de curto prazo de um programa de imaginação sobre o medo de queda de indivíduos pós acidente vascular encefálico

Silva,Larissa Rebola Volpi da; Rodacki,André Luiz Felix; Rebutini,Vanessa Zadorosnei; Góes,Suelen Meira; Coelho,Ricardo Weigert; Stefanello,Joice Mara Facco
Fonte: Universidade Estadual Paulista Publicador: Universidade Estadual Paulista
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 PT
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O medo de cair é um dos principais problemas em indivíduos pós acidente vascular encefálico (AVE). A imaginação pode ser uma experiência sucedida para diminuir este aspecto. O objetivo deste estudo foi verificar o efeito de um programa de imaginação de curto prazo no medo de quedas em indivíduos pós-AVE. Sete indivíduos acometidos por AVE participaram do estudo. A Escala Internacional de Eficácia de Quedas (FES-I-Brasil) foi aplicada antes (PRÉ), depois (PÓS) e sete dias após a intervenção (RET). Foram realizadas quatro sessões de familiarização e seis de prática da imaginação. Não houve diferença significativa no escore total da FES-I-Brasil após intervenção (p=0,46), exceto na tarefa subir/descer escadas (PRÉ e PÓS, p=0,04; PRÉ e RET; p=0,01). Apesar da melhoria na tarefa subir/descer escadas, alterações nos demais itens da escala não foram encontradas o que pode representar um efeito relativamente reduzido do programa de imaginação de curto prazo.

Imaginaçao e razao no tratado da natureza humana

Alves, Derley Menezes
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
PORTUGUêS
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Resumo: O objetivo do presente trabalho é compreender como se articulam no Tratado da Natureza Humana os conceitos de razão e imaginação. Para tanto, estabelecemos dois grandes momentos em nossa leitura, em primeiro lugar, analisamos a explicação humeana acerca da causalidade e apontamos neste passo, que o fundamento da causalidade reside na faculdade de imaginar, na medida em que tal faculdade opera associando idéias segundo regras gerais fundadas na experiência. O segundo momento de nosso trabalho foi entender em que medida é possível para Hume, a partir dos resultados alcançados com a análise da causalidade resolver o problema da existência contínua e distinta. Pretendemos mostrar que esta crença é explicada de modo suficiente na medida em que Hume empreende e explicação do processo da imaginação que lhe dá origem. Chamamos a solução presente neste momento de solução naturalista, uma vez que, a crença na existência contínua e distinta se resolve em tendências naturais de nossa imaginação.

A imaginação na produção narrativa de crianças : contando, recontando e imaginando histórias

Vieira, Débora Cristina Sales da Cruz
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação, 2015.; A produção narrativa das crianças pequenas se constitui um processo configurado por dimensões linguísticas, psicológicas, sociológicas e filosóficas. Entendemos que a disciplinarização do conhecimento, restringe a complexidade do objeto estudado, entretanto essa pesquisa fundamenta-se na perspectiva histórico-cultural e na perspectiva histórico-cultural da subjetividade. A presente pesquisa se norteia a partir do seguinte questionamento: como podemos perceber a presença de processos imaginativos nas narrativas produzidas pelas crianças na Educação Infantil? A partir desta questão levantada, visamos compreender a imaginação na produção narrativa de crianças de uma turma de 2° período de uma instituição pública de Educação Infantil do Distrito Federal. A revisão de literatura contempla um levantamento da produção científica sobre o tema e da produção teórica, na qual discutimos a infância como categoria social (ARIÈS 1981, BENJAMIN 2012a, MÜLLER 2010, SARMENTO 2007, 2008, 2013); o desenvolvimento cultural na infância (PINO 2005, ROGOFF 2005, VIGOTSKI 2012b, VIGOTSKI E LURIA 1996); dimensão linguística da narrativa (CAGLIARI 1992...

Imaginação ao poder em educação visual

Ribeiro, Alexandra Patrícia Neves
Fonte: Universidade de Aveiro Publicador: Universidade de Aveiro
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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As atividades desenvolvidas em contexto de estágio tiveram como base o reavivar da Imaginação ao poder aliada à educação visual. A Imaginação ao poder nos anos 60 foi o apelo à renovação. Ainda hoje é necessário difundir esta velha máxima mas precisamos de saber o que é que ela representa aos olhos da sociedade de hoje. As escolas, como pilares fundamentais no desenvolvimento educativo dos alunos, devem incentivá-los à imaginação e à transformação de consciências. Existem inúmeras escolas alternativas que o fazem em oposição à escola normativa a que estamos habituados. Este estudo teve como momentos centrais o desenvolvimento de três ações artísticas que decorreram no espaço escolar numa tentativa de aproximar a arte ao resto da escola. Com estas ações pretendíamos incentivar as pessoas a questionar e a pensar. Cada ação teve um tema que os alunos exploraram e criaram para que o público pudesse intervir e contribuir com as suas opiniões e ideias. A escola, comumente associada a uma instituição que valoriza as disciplinas associadas à razão, despertou para a imaginação e para a criatividade num espaço de interfaces onde o conhecimento se liga.; The activities that took place during this internship were mostly based on the revival of the All power to the imagination...

O ensino da arte na educação especial: um olhar para a imaginação

Sbardeloto, Fernanda Alves da Silva
Fonte: Universidade do Extremo Sul Catarinense Publicador: Universidade do Extremo Sul Catarinense
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
PT_BR
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Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciatura no curso de Artes Visuais, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.; A pesquisa que deu forma ao Trabalho de Conclusão de Curso tem como tema: O Ensino da Arte na Educação Especial e busca refletir sobre o problema “O que dizem os professores da APAE de Criciúma, sobre a imaginação dos alunos com deficiência? A escolha do tema surgiu através de uma experiência da inclusão de alunos com deficiência no ensino regular. A presente pesquisa traz aprofundamentos teóricos sobre a imaginação, a história das APAES no Brasil e sobre o ensino da arte na educação especial destacando a importância das aulas de Artes para estimular a imaginação dos alunos. O objetivo dessa pesquisa é analisar na fala dos professores como eles percebem em suas atuações a contribuição e o aprimoramento da imaginação dos alunos com deficiência. Tendo como objetivo específico aprofundar teoricamente a questão da imaginação dos alunos com deficiência nas aulas de Artes, observar na fala dos professores como organizam suas aulas tendo como base a imaginação de seus alunos. A abordagem do problema é qualitativa. Para construção da fundamentação teórica dialoga com autores como Vigotski...

O exercício da imaginação geográfica e a cartografia escolar: práticas educativas com mapas através de Atlas Escolares Municipais

Aguiar, Lígia Maria Brochado
Fonte: Departamento e Programa de Pos-Graduação em Geografia da UFES Publicador: Departamento e Programa de Pos-Graduação em Geografia da UFES
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Avaliado pelos pares; Formato: application/pdf
Publicado em 28/06/2012 POR
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Nossa proposta é pensar as práticas educativas com mapas através de Atlas Escolares Municipais como exercício da imaginação geográfica, o que supõe oralidade e a visualidade e, o mapa como suporte operatório e imagético. Porque a composição visual do lugar ou a sua visualização é sempre um exercício de imaginação geográfica, ou seja, um movimento de abstração, de distanciamento do mundo objetivo em direção à nossa própria subjetividade para nos tornarmos sujeitos deste mundo, dos seus territórios. Por isso, precisamos tomar distância deste mundo para podermos pensar sobre ele. Por outro lado, segundo Flusser (2008) o que é visto subjetivamente precisa ser comunicado, por isso, a cultura ocidental pode ser considerada como uma tentativa de “explicar a imaginação, de explicar as imagens”. O mundo contemporâneo resulta do desenvolvimento do pensamento que parte da imaginação, colocada sob suspeita, em direção ao conceito para apreender o real. No entanto, este desenvolvimento nos coloca em uma situação inédita: a imaginação não está mais sob a crítica da razão, ao contrário, através das imagens e da nossa capacidade imaginativa estamos aprendendo a lidar com o mundo conceitual, ou ainda...

Filosofia e imaginação: uma discussão sobre a hermenêutica de Friedrich Schleiermacher [doi: 10.7443/problemata.v4i1.15874]

Ruedel, Aloisio
Fonte: Universidade Federal da Paraíba -UFPB Publicador: Universidade Federal da Paraíba -UFPB
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 14/06/2013 POR
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A questão da imaginação sempre esteve presente na história da filosofia. E a faculdade da imaginação identifica-se, de certa forma, com a faculdade de pensar. Isso ainda fica mais claro na perspectiva da hermenêutica, para a qual a linguagem não é transparente, porque sempre situada em circunstâncias históricas concretas. Sua compreensão requer interpretação e certo exercício de imaginação, em direção às circunstâncias particulares que a constituem. O propósito deste artigo é examinar brevemente a questão da imaginação na hermenêutica de Friedrich Schleiermacher, de modo a evidenciar a importância dessa questão na filosofia e em toda produção do conhecimento.

Considerações sobre a imaginação moral em John Dewey

Trindade, Christiane Coutheux; Umeda, Guilherme Mirage
Fonte: Filosofia e Educação Publicador: Filosofia e Educação
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa bibliográfica Formato: application/pdf
Publicado em 24/05/2015 POR
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A ética de John Dewey tem sido revistada por diversos autores como fonte fecunda e relativamente inexplorada de seu pensamento. Dentre as características mais marcantes de seus escritos está o destaque dado à imaginação, como faculdade essencial à deliberação moral. O filósofo caracteriza a imaginação moral como a capacidade de se projetar na condição de outro e de desenhar cursos de ação possíveis diante de um impasse. A imaginação é indissociável da experiência democrática, cujas marcas são a convivência com o diferente e a incompletude. O lugar da imaginação na educação adquire um contorno que extrapola a estratégia didática, tornando-se imprescindível na formação integral do homem.