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Historias de engenho : os engenhos de farinha de mandioca em Florianopolis, Economia cuidados com a produção, imagens (1917-1920)

Andermann, Adriane Schroeder
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 174[1]f.| il., tabs.+anexo
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciencias Humanas; Estudo bibliográfico e documental sobre três aspectos ligados aos engenhos de farinha de mandioca na região de Florianópolis, sendo tais aspectos: o econômico, as preocupações com a produção e a higiene, e as imagens de tradição e folclore, compreendendo a pesquisa documental o período de 1917-1920. Foram pesquisados, no esclarecimento do tema, as disposições legais, envolvendo a vigilância sanitária, os jornais O Estado e A Época, a historiografia catarinense e viajantes. Foi também analisado o foco da imprensa contemporânea, bem como depoimentos orais e fotografias, a fim de captar e interpretar diversas imagens do engenho, incluindo o açorianismo e o turismo cultural.

Caracterização do resíduo da fabricação de farinha de mandioca e seu aproveitamento no desenvolvimento de alimento em barra

Costa, Leila Aparecida da
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 69 f.| grafs., tabs.
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106.45%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Ciência dos Alimentos.; O Brasil é o segundo produtor mundial de mandioca com uma produção de 22,5 milhões de toneladas no ano de 2003. Somente o estado de Santa Catarina contribuiu com uma produção anual de 600 mil toneladas. O seu consumo, na forma de farinha, é bastante representativo, considerando que, 60% das raízes colhidas são empregadas para esse fim. Esta dissertação de mestrado teve como tema principal, estudar o resíduo final do processamento da farinha de mandioca, denominado bagacinho, popularmente conhecido no sul do Brasil como carolo. Assim, na primeira parte, foram avaliadas suas características físicas, químicas, microscópicas e microbiológicas, a fim de investigar o seu potencial de utilização na indústria alimentícia. O bagacinho apresentou, em base seca, 78,7 g/100g de carboidratos, 6,51 g/100g de fibra alimentar insolúvel, 2,41 g/100g de fibra alimentar solúvel, 1,75 g/100g de proteínas, 0,3 g/100g de lipídios, 1,14 g/100g de cinzas, 9,27 % de umidade e 2,1 % de acidez. Microscopicamente é caracterizado por fibras e amido não gelatinizado. Na segunda parte deste trabalho...

Caracterização física, físico química e potencial tecnológico de novas cultivares de mandioca

Maieves, Helayne Aparecida
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 113 p.| il., grafs., tabs.
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos, Florianópolis, 2010; O presente trabalho teve por objetivo geral a caracterização física e físico química de dez cultivares de mandioca selecionadas pela EPAGRI (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural), visando a indicação de uso em diferentes setores industriais de produção de derivados da mandioca. Foi observado que cultivares susceptíveis à fitopatologias deverão ser desconsideradas para fins comerciais. Raízes com menores tempos de cozimento podem ser indicadas para processos industriais envolvendo tratamento térmico, tal como a produção de álcool de mandioca. A Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), colabora na definição das causas das diferenças do tempo de cozimento e dureza das raízes em estudo. Cultivares contendo maior envolvimento com tecido parenquimatoso, pectina e material celulósico, tendem a ser menos macias, tanto cruas quanto cozidas. Observa-se elevada correlação entre o teor de matéria seca e o teor de amido. As cultivares mais ricas em amido apresentaram a menor geração de resíduos e consumo de água. As raízes se apresentaram ricas em minerais e em fibras comparativamente a outros estudos...

Caracterização físico-quimica de farinhas oriundas de variedades de mandioca utilizadas no vale do Juruá, Acre

Souza,Joana Maria Leite de; Álvares,Virgínia de Souza; Leite,Felícia Maria Nogueira; Reis,Fabiana Silva; Felisberto,Francisco Álvaro Viana
Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia Publicador: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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106.51%
Algumas características de farinha de mandioca dependem da variedade da raiz utilizada para o processamento. Objetivou-se avaliar as características físico-químicas da farinha de mandioca oriundas de variedades utilizadas no estado do Acre. Os tratamentos foram compostos pelas variedades: T1= Paxiubão, T2= Im221, T3 = Caboquinha, T4 = Araçá, T5 = Colonial, T6 = Branquinha, T7 = Panati e T8 = Mansa e Brava. Foram coletadas amostras das oito variedades de mandioca em casas-de-farinha no município de Cruzeiro do Sul, Acre. As raízes foram transportadas via aérea para o Laboratório de Tecnologia de Alimentos da Embrapa-AC, na cidade de Rio Branco, Acre. Foram avaliados: teor de umidade, cinzas, lipídios, proteína, fibra bruta, carboidratos, acidez, pH e atividade de água. Todas as amostras se apresentaram de acordo com os padrões estabelecidos pela Legislação Brasileira para farinha de mandioca quanto ao teor de umidade, cinzas e carboidratos. As farinhas analisadas apresentam teores baixos de fibras e baixa acidez. A atividade de água das farinhas analisadas esteve abaixo do limite mínimo capaz de permitir o desenvolvimento de microrganismos. As variedades Araçá, Colonial e Branquinha se mostraram adequadas para a fabricação de farinha de mandioca devido...

Variabilidade físico-química da farinha de mandioca

Souza,Joana Maria Leite de; Negreiros,Jacson Rondinelli da Silva; Álvares,Virgínia de Souza; Leite,Felícia Maria Nogueira; Souza,Maria Luzenira de; Reis,Fabiana Silva; Felisberto,Francisco Álvaro Viana
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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116.37%
Este trabalho teve como objetivo avaliar a variabilidade físico-química da farinha de mandioca comercializada no município de Cruzeiro do Sul - AC por meio da análise multivariada. Foram analisadas 18 amostras de diferentes farinhas de mandioca, quanto às variáveis: umidade, cinzas, lipídios, proteína bruta, fibra bruta, carboidratos totais, acidez e pH. A aplicação da análise multivariada de agrupamento segundo o método de Tocher permitiu o estabelecimento de cinco grupos de farinhas. Os grupos IV e V foram considerados de alta qualidade, o primeiro por apresentar o menor teor de cinzas e o maior de proteína bruta, e o segundo por apresentar o menor teor de umidade e o maior teor de carboidratos dentre os grupos. As técnicas de análise multivariada foram coerentes para identificar as farinhas mais heterogêneas. A identificação de grupos distintos indica a existência de variabilidade nas farinhas de mandioca comercializadas na região de Cruzeiro do Sul - AC, podendo esta variabilidade estar relacionada, especialmente com o processo de produção.

A roda, a prensa, o forno, o tacho: cultura material e farinha de mandioca no litoral do Paraná

Leandro,José Augusto
Fonte: Associação Nacional de História - ANPUH Publicador: Associação Nacional de História - ANPUH
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 PT
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O presente artigo destaca que a farinha de mandioca constituiu a principal atividade de trabalho e a principal referência alimentar dos trabalhadores rurais da comarca de Paranaguá na segunda metade do século XIX. Com base na análise de um conjunto de inventários do período 1849-1887, é possível afirmar a existência de um modo de vida rural na comarca pautado pela quase onipresença da cultura material da farinha de mandioca.

Microbiologia de farinhas de mandioca (Manihot esculenta Crantz) durante o armazenamento

Ferreira Neto,Cândido; Nascimento,Erika Medeiros do; Figueirêdo,Rossana Maria de; Queiroz,Alexandre José de Melo
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2004 PT
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Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar as características microbiológicas em farinhas de mandioca (Manihot esculenta Crantz) simples e temperadas, armazenadas durante 180 dias. Os materiais consistiram de cinco amostras, sendo uma de farinha de mandioca sem mistura (simples) e as demais de farinhas de mandioca temperadas. A farinha simples foi embalada em sacos de polietileno de baixa densidade com capacidade de 1,0kg e as farinhas temperadas foram embaladas em sacos plásticos de polipropileno pigmentado, com capacidade 0,5kg. Em todas as amostras, foram realizadas contagens de coliformes fecais, Staphylococcus aureus, bactérias mesófilas, bolores e leveduras e pesquisa de Salmonella sp. As análises foram realizadas em intervalos de 30 dias. Não foram detectadas diferenças entre as características microbiológicas das amostras simples e das temperadas. O armazenamento não alterou os padrões microbiológicos das amostras. As amostras apresentaram esterilidade para coliformes fecais, Salmonella sp. e Staphylococcus aureus. Os valores encontrados para coliformes fecais, Salmonella sp., Staphylococcus aureus, bactérias mesófilas e para bolores e leveduras estavam dentro dos padrões fixados pela legislação brasileira.

Engenho sim, de açúcar não o engenho de farinha de Frans Post

Soares,Mariza de Carvalho
Fonte: Pós-Graduação em História, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais. Publicador: Pós-Graduação em História, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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O capítulo toma um recém-lançado catálogo das obras completas de Frans Post para pensar o processamento da cana-de-açúcar e da mandioca no Brasil colonial. O pintor holandês do século XVII viveu no Brasil de 1637 a 1644, durante a ocupação holandesa e deixou uma rica coleção de óleos e desenhos, a maior parte deles representando paisagens do Nordeste, em particular engenhos de açúcar e grandes propriedades rurais. O texto se apóia em fontes escritas de época para demonstrar como as telas de Post podem nos levar a uma interessante análise sobre a produção e o consumo da farinha de mandioca e do açúcar na primeira metade do século XVII.

Farinha de mandioca enriquecida com bioproteínas (Saccharomyces cerevisiae), em associação ao feijão e arroz, na dieta de ratos em crescimento

Metri,Anastácia Cavalcanti; Bion,Francisca Martins; Oliveira,Silvana Ribeiro Passos de; Lopes,Silvia Maria Limonge
Fonte: Pontifícia Universidade Católica de Campinas Publicador: Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 PT
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Avaliou-se o efeito da mistura de feijão, arroz e farinha de mandioca enriquecida com bioproteína (Saccharomyces cerevisiae), em ratos wistar machos recém-desmamados (n=60), durante 28 dias. Foram utilizadas as seguintes dietas: experimentais (feijão, arroz e farinha de mandioca enriquecida com leveduras; feijão, arroz e farinha de mandioca comum); controle (farinha de mandioca enriquecida com levedura); e padrão (caseína). Determinaram-se os testes biológicos. Os orgãos foram removidos para análise de pesos úmido e seco (rim esquerdo, baço e amostras do fígado e cérebro), teor de proteína (fígado e cérebro) e histopatologia (fígado, coração e rim direito). Foram ainda quantificados os lipídios totais da carcaça dos animais. Os dados foram estatisticamente avaliados pelo teste Não Paramétrico de Kruskal-Wallis e pelo teste de Comparações Múltiplas (p<0,05). Em todos os parâmetros foram evidenciados melhores resultados com a dieta padrão, seguida das experimentais. Conclui-se que a farinha de mandioca enriquecida com bioproteína poderá ser usada como complemento alimentar para humanos, visando combater as deficiências nutricionais de segmentos populacionais carentes.

Perfil da classificação da farinha de mandioca do território da cidadania do Vale do Juruá, Acre.

ALVARES, V. de S.; MADRUGA, A. L. S.; LIMA, A. C. de; CAMPOS FILHO, M. D.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 14.; FEIRA BRASILEIRA DA MANDIOCA, 1., 2011, Maceió. Mandioca: fonte de alimento e energia: anais. Maceió: ABAM: SBM, 2011. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 14.; FEIRA BRASILEIRA DA MANDIOCA, 1., 2011, Maceió. Mandioca: fonte de alimento e energia: anais. Maceió: ABAM: SBM, 2011.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: 5 p.
PT_BR
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106.28%
2011; Categoria Processamento e agroindústria: resumo 164.

Análise de agrupamento na classificação físico-química de farinha de mandioca.

MIQUELONI, D. P.; ALVARES, V. de S.; SILCA, S. F. da; FELISBERTO, F. A. V.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 14.; FEIRA BRASILEIRA DA MANDIOCA, 1., 2011, Maceió. Mandioca: fonte de alimento e energia: anais. Maceió: ABAM: SBM, 2011. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 14.; FEIRA BRASILEIRA DA MANDIOCA, 1., 2011, Maceió. Mandioca: fonte de alimento e energia: anais. Maceió: ABAM: SBM, 2011.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: 5 p.
PT_BR
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2011; Categoria Processamento e agroindústria: resumo 162.

Estudo físico-químico da farinha de mandioca por análise de componentes principais.

MIQUELONI, D. P.; ALVARES, V. de S.; SILVA, S. F. da; FELISBERTO, F. A. V.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 14.; FEIRA BRASILEIRA DA MANDIOCA, 1., 2011, Maceió. Mandioca: fonte de alimento e energia: anais. Maceió: ABAM: SBM, 2011. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 14.; FEIRA BRASILEIRA DA MANDIOCA, 1., 2011, Maceió. Mandioca: fonte de alimento e energia: anais. Maceió: ABAM: SBM, 2011.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 5 p.
PT_BR
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O Território da cidadania do Vale do Juruá (TCVJ), no Acre, composto por cinco municípios: Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Rodrigues Alves (MDA, 2011), é extremamente conhecido no Estado por sua produção de farinha de mandioca. A farinha é um alimento de alto valor energético, rico em amido e fibras, além de minerais como potássio, cálcio, fósforo, sódio e ferro (DIAS; LEONEL, 2006), baixo teor de proteína e elevado teor de carboidratos (FERREIRA NETO et al., 2003). Dessa forma, a determinação da qualidade físico-química da farinha do estado é indispensável, principalmente devido ao seu amplo consumo e processamento tipicamente artesanal. A análise de componentes principais se mostra como uma boa ferramenta para tal, reduzindo as dimensões dos conjuntos de dados e mantendo a maior variação original possível das variáveis (HAIR, et al. 2005), oferecendo uma análise otimizada e eficiente. Assim, o objetivo deste estudo foi identificar quais características físico-químicas que mais influenciam na qualidade da farinha de mandioca produzida no Território da Cidadania do Vale do Juruá, Acre, por meio da análise de componentes principais.; 2011; Categoria Processamento e agroindústria: resumo 163

Caracterização físico-química de farinhas de mandioca oriundas do município de Cruzeiro do Sul, Acre.

SOUZA, J. M. L. de; ALVARES, V. de S.; LEITE, F. M. N.; REIS, F. S.; FELISBERTO, F. A. V.; NEGREIROS, J. R. da S.
Fonte: Ciências Exatas da Terra, Ponta Grossa, v. 14, n. 1, p. 43-49, abr. 2008. Publicador: Ciências Exatas da Terra, Ponta Grossa, v. 14, n. 1, p. 43-49, abr. 2008.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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106.53%
O município de Cruzeiro do Sul é conhecido, no estado do Acre, por sua grande tradição em produzir farinha de mandioca; não se conhece, porém, suas características para classifi cá-la como de qualidade. Objetivou-se avaliar as características físico-químicas da farinha de mandioca, produzida no município de Cruzeiro do Sul, Acre. Foram coletadas 10 amostras de cada tratamento, em uma casa-de-farinha nesse município; sendo que os tratamentos foram compostos pelas classificações particulares do fabricante: T1= farinha com coco; T2= farinha grossa e T3= farinha peneirada; tendo sido transportadas, via aérea, para Rio Branco, Acre, para o Laboratório de Tecnologia de Alimentos da Embrapa-AC. Foram avaliadas as variáveis: umidade, cinzas, lipídeos, proteína bruta, fibra bruta, carboidratos totais, acidez e pH. Todas as amostras estão de acordo com os padrões, estabelecidos pela Legislação Brasileira, para farinha de mandioca quanto ao teor de umidade, de cinzas e de carboidratos. As farinhas analisadas apresentam teores, baixos a moderados, de fibras, sendo pouco ácidas. A incorporação de coco à farinha de mandioca é uma alternativa para aumentar o teor de proteína e de lipídeos no produto.; 2008

Variabilidade físico-química da farinha de mandioca.

SOUZA, J. M. L. de; NEGREIROS, J. R. da S.; ALVARES, V. de S.; LEITE, F. M. N.; SOUZA, M. L. de; REIS, F. S.; FELISBERTO, F. A. V.
Fonte: Ciência e Tecnologia de Alimentos, CCampinas, v. 28, n. 4, p. 1-6, out.dez. 2008. Publicador: Ciência e Tecnologia de Alimentos, CCampinas, v. 28, n. 4, p. 1-6, out.dez. 2008.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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126.37%
Este trabalho teve como objetivo avaliar a variabilidade físico-química da farinha de mandioca comercializada no município de Cruzeiro do Sul - AC por meio da análise multivariada. Foram analisadas 18 amostras de diferentes farinhas de mandioca, quanto às variáveis: umidade, cinzas, lipídios, proteína bruta, fibra bruta, carboidratos totais, acidez e pH. A aplicação da análise multivariada de agrupamento segundo o método de Tocher permitiu o estabelecimento de cinco grupos de farinhas. Os grupos IV e V foram considerados de alta qualidade, o primeiro por apresentar o menor teor de cinzas e o maior de proteína bruta, e o segundo por apresentar o menor teor de umidade e o maior teor de carboidratos dentre os grupos. As técnicas de análise multivariada foram coerentes para identificar as farinhas mais heterogêneas. A identificação de grupos distintos indica a existência de variabilidade nas farinhas de mandioca comercializadas na região de Cruzeiro do Sul - AC, podendo esta variabilidade estar relacionada, especialmente com o processo de produção.; 2008

Potencial da IG da farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul.

SOUZA, J. M. L. de; CARTAXO, C. B. da C.; NÓBREGA, M. de S.; ALVES, P. A. de O.; SILVA, F. de A. C.; NOBRE, I.
Fonte: Cadernos de Prospecção, Salvador, v. 8, n. 1, p. 182-191, 2015. Publicador: Cadernos de Prospecção, Salvador, v. 8, n. 1, p. 182-191, 2015.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
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Indicações Geográficas (IG) qualificam produtos e serviços por apresentarem características genuínas que os vinculam à região de produção. A farinha constitui um dos principais derivados da mandioca, apresentando particularidades em função da cultura local e do acesso às tecnologias. O objetivo deste trabalho foi demonstrar o potencial de IG da farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul/AC. Para tanto, realizou-se uma análise bibliográfica sobre IG?s; revisão de questionários e resultados de pesquisas realizadas pela Embrapa Acre e parceiros com produtores familiares do Território da Cidadania do Vale do Juruá/Acre; pesquisas em jornais antigos; e relatos utilizando a metodologia do INRC. A farinha de Cruzeiro do Sul apresenta sabor diferenciado, levemente adocicado e textura granulada. O produto é classificado como do Subgrupo Bijusada, Classe amarela e Tipo Único. A farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul apresenta grande potencial para se constituir na primeira Indicação Geográfica por Procedência, da Amazônia.; 2015

Classificação física de farinhas oriundas do Estado do Acre/Brasil.

SOUZA, J. M. L. de; LEITE, F. M. N.; MACIEL, V. T.; SILVA, R. F. da; FELISBERTO, F. A. V.; SOUZA, E. L. de
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 13.; WORKSHOP SOBRE TECNOLOGIAS EM AGROINDÚSTRIAS DE TUBEROSAS TROPICAIS, 7., 2009, Botucatu. Inovações e desafios. Botucatu: CERAT: Unesp, 2009. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 13.; WORKSHOP SOBRE TECNOLOGIAS EM AGROINDÚSTRIAS DE TUBEROSAS TROPICAIS, 7., 2009, Botucatu. Inovações e desafios. Botucatu: CERAT: Unesp, 2009.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD ROM.
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106.29%
O objetivo deste trabalho foi caracterizar farinhas de mandioca produzidas na regional do Juruá/Acre, esperando com isso fornecer informações sobre composição nutricional e características do produto. Foram analisadas 18 amostras de farinhas comerciais de mandioca com diferentes procedências, quanto à granulometria e colorimetria. As farinhas de mandioca analisadas pertencem ao grupo seca, subgrupos, bijusada e grossa, classe, amarela e tipo 1 e por apresentaram valores de reflectância do croma b* tendendo ao amarelo, com elevado valor médio de luminosidade L* na ordem de 80 reflectância, pertencem à classe de farinha de cor amarela.; 2009

Cadeia produtiva da farinha de mandioca na perspectiva da análise de filière e supply chain management :um estudo de caso das relações entre a agroindústria e a distribuição

Ferreira, Nildete Maria da Costa
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção; Estratégia; Qualidade; Gestão Ambiental; Gestão da Produção e Operações Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção; Estratégia; Qualidade; Gestão Ambiental; Gestão da Produção e Operações
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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106.38%
This research aims to study the manioc flour productive chain in order to understand how the relationship between its segments happens, specially between the flour agroindustry and the distribuition. This research was made from a study of case that envolved three agro industries from the Potiguar wasteland and a company of food distribution. The filiére and the supply chain management analysis were applied to identify the functioning and the organization of the manioc flour productive chain. From the study of case it s noticed that the existing contracts, even the informal ones, has mutual benefits and it suggests that they be legalized; Este trabalho tem por objetivo estudar a cadeia produtiva da farinha de mandioca buscando compreender como seus segmentos, especialmente as agroindústrias farinheiras e a distribuição, estão se relacionando para manter a cadeia de suprimento num contexto de uma economia globalizada. Em termos metodológicos, aplicou-se a análise de filière e supply chain management, além de um estudo de caso, realizado através de entrevista, buscando identificar como funciona e como se organiza a cadeia produtiva agroindustrial da farinha de mandioca, envolvendo três agroindústrias na região Agreste Potiguar e a Distribuidora de Produtos Kero-kero. Buscou-se descrever como funciona a cadeia produtiva...

Estudo das propriedades físico-químicas e microbiológicas no processamento da farinha de mandioca do grupo d'água.

CHISTÉ, R. C.; COHEN, K. de O.; MATHIAS, E. de A.; RAMOA JÚNIOR, A. G. A.
Fonte: Ciência e Tecnologia de Alimentos, Campinas, v. 27, n. 2, p. 265-269, jul./set. 2007. Publicador: Ciência e Tecnologia de Alimentos, Campinas, v. 27, n. 2, p. 265-269, jul./set. 2007.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
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106.56%
O objetivo deste trabalho foi realizar a caracterização físico-química das etapas de processamento da farinha de mandioca do grupo d?água, bem como a identificação de contaminantes microbiológicos e físicos. As coletas das amostras foram realizadas em uma Casa de Farinha, no Município de Castanhal - PA. Selecionou-se os pontos de coleta: mandioca descascada e lavada após o período de molho (MD); mandioca triturada (MT); mandioca prensada (MP); e farinha de mandioca (FM), realizando-se as análises de umidade e acidez em todos os pontos de coleta e, para a farinha de mandioca, além destas, cinzas, atividade de água, proteínas, lipídios e amido. A umidade inicial da amostra MD foi de 59,22 a 62,64%, obtendo o produto final (FM) umidade de 1,43 a 2,12%. A acidez inicial foi alta (4,91 a 5,96 meq NaOH.100 g -1) na MD, ocorrendo aumento progressivo até a obtenção da farinha (6,54 a 10,19 meq NaOH.100 g -1), onde o exigido pela legislação é de 3 meq NaOH.100 g -1. Para o amido, o valor obtido foi de 73,19 a 75,31%, conforme o exigido pela legislação (mínimo 70%). A farinha apresentou-se aceitável pela legislação para Coliformes (<3 NMP.g -1). Para Bacillus cereus, a farinha apresentou valor <1 x 101 UFC.g -1, permitido pela legislação...

Saberes quilombolas: um estudo no processo de produção da farinha de mandioca

Vizolli,Idemar; Santos,Rosa Maria Gonçalves; Machado,Renato Francisco
Fonte: UNESP - Universidade Estadual Paulista, Pró-Reitoria de Pesquisa; Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática Publicador: UNESP - Universidade Estadual Paulista, Pró-Reitoria de Pesquisa; Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
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Esse estudo tem como objetivo identificar ideias matemáticas presentes no processo de produção da farinha de mandioca na Comunidade Quilombola Lagoa da Pedra, Arraias, TO. Autores como D'Ambrosio, Knijnik, entre outros, indicam que as pessoas, em suas práticas cotidianas, encontram modos próprios para solucionar problemas que envolvem conceitos matemáticos e que esses modos apresentam traços típicos de sua cultura. Inspirados na metodologia da pesquisa etnográfica, os dados e informações foram coletados por meio de filmagens, fotos, anotações, observações, entrevistas e na participação no processo de fabricação da farinha de mandioca. Os resultados indicam que os Quilombolas da Lagoa da Pedra desenvolveram uma série de conhecimentos matemáticos que se manifestam no processo da produção de farinha de mandioca, entre os quais se destaca a utilização de sistema de medidas convencionais como, por exemplo, metro, tonelada, quilograma e medidas de tempo, entre outras; e não convencionais como, por exemplo, vara, braça, quadro, tarefa, entre outras.

Valorização do produto de grupos produtivos de pequeno porte a partir de uma nova embalagem: o caso de uma embalagem de farinha de mandioca

Pasquali Plentz, Bruna; UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina NGD - Núcleo de Gestão de Design; da Silva, Douglas; UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina NGD - Núcleo de Gestão de Design; Schmidt Díaz Merino, Giselle; UFSC - Universi
Fonte: Pró-Reitoria de Extensão Publicador: Pró-Reitoria de Extensão
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Levantamentos técnicos, históricos e culturais; Aplicação de Metogologia Processual de Design. Formato: application/pdf
Publicado em 08/03/2013 POR
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126.38%
http://dx.doi.org/10.5007/1807-0221.2012v9n14p55A necessidade de valorizar a produção e conseqüentemente os produtos gerados por pequenos produtores vem requerendo o envolvimento de diversas áreas, dentre elas o design. Por meio da criação de identidades visuais (marcas) e embalagens, vem auxiliando estes produtos na sua inserção no mercado. Desta forma, este artigo objetiva apresentar o desenvolvimento de uma embalagem para o acondicionamento de farinha de mandioca Premium para ser levada à mesa, tendo como base aspectos culturais e de identificação do produto para uma das cooperativas atendidas. A atividade de criação da embalagem foi feita para o projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Catarina, intitulado “Valorização e Proteção da Produção de Pequenos Produtores: Cooperativas em Santa Catarina”, coordenado pelo Professor Eugenio Andrés Díaz Merino. Este projeto também é parte dos resultados alcançados por um projeto internacional denominado Valorização da Produção de Grupos Produtivos de Pequeno Porte Vinculados a Sua Origem, Com Base na Competitividade, Diferenciação e Sustentabilidade, que contou com a participação da Venezuela, Peru e Brasil. A metodologia utilizada se dividiu em duas fases...