Página 1 dos resultados de 19401 itens digitais encontrados em 0.011 segundos

Exercício concorrente: análise do efeito agudo da ordem de execução sobre o gasto energético total; Concurrent exercise: analysis of the acute effect of the performance order on the total energy expenditure

Panissa, Valéria Leme Gonçalves; Bertuzzi, Rômulo Cássio de Moraes; Lira, Fábio Santos de; Júlio, Ursula Ferreira; Franchini, Emerson
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
Relevância na Pesquisa
46.64%
O objetivo do presente estudo foi analisar o efeito da ordem de execução dos exercícios de força e aeróbio sobre o gasto energético total na sessão. Para isso, dez homens tiveram seu consumo de oxigênio medido continuamente durante as seguintes sessões: aeróbio-força (AF) e força-aeróbio (FA). O exercício aeróbio consistiu de 30 minutos de corrida na esteira a 90% da velocidade do limiar anaeróbio. A sessão de força foi composta de quatro exercícios, na qual os participantes realizavam três séries de 12 repetições a 70% de 1RM. A concentração de lactato sanguíneo [La] foi mensurada após cada exercício de força e nos minutos 10, 20 e 30 do exercício aeróbio. A [La] durante a execução do exercício aeróbio permaneceu maior (p < 0,05) na situação FA quando comparado com a AF aos 10 (FA = 5,1 ± 1,3mmol.l-1; AF = 3,2 ± 1,0mmol.l-1), 20 (FA = 4,2 ± 1,0mmol.l-1; AF = 3,0 ± 0,9mmol.l-1) e 30 minutos (FA = 3,9 ± 1,3mmol.l-1; AF = 3,4 ± 1,1mmol.l-1). O gasto energético total não diferiu entre as ordens de exercício (FA = 2.793 ± 811kJ; AF = 2.893 ± 903 kJ; p > 0,05), indicando que a ordem de execução não afetou significativamente o gasto energético.; The aim of present study was to analyze the effect of aerobic and strength exercises order on the total energy expenditure in an exercise session. Ten male subjects had their VO2 continuously measured during two sessions: aerobic-resistance (AR) and resistance-aerobic (RA) to estimate caloric expenditure. The aerobic session was a 30-min treadmill run at 90% of anaerobic threshold velocity. The strength exercise session had four exercises...

Efeitos do exercicio agudo sobre biomarcadores sericos de ratos diabeticos

Milioni, Fabio; Antunes, Barbara De Moura Mello; Teixeira-arroyo, Claudia; Loures, Joao Paulo; Scariot, Pedro Paulo Menezes; Santos, Paulo Cezar Rocha Dos; Silva, Maria Souza; Luciano, Eliete
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 32-36
POR
Relevância na Pesquisa
46.72%
INTRODUÇÃO:As respostas ao exercício agudo dos biomarcadores, como a fosfatase alcalina (FA) e a creatina quinase (CK) séricas têm sido pouco investigadas em ratos diabéticos.OBJETIVOS:Verificar os efeitos do exercício físico aeróbio agudo sobre as concentrações de CK e FA, bem como, avaliar o estado hídrico em ratos diabéticos experimentais.MATERIAIS E MÉTODOSForam utilizados ratos Wistar machos, adultos jovens, distribuídos em dois grupos: diabéticos (DA) e controles (CA). O diabetes foi induzido por meio da administração de aloxana monoidratado Sigma(r) (32 mg/kg de peso corporal). Duas semanas após confirmação do diabetes, ambos os grupos foram submetidos a uma sessão aguda de natação por 30 min, com carga aeróbia (4,5 % do peso corporal). Foram avaliados: glicose, hematócrito, CK, FA, albumina e a cinética de lactato durante o exercício por meio de coletas 25 µL de sangue da cauda dos animais, nos minutos 0, 10, 20 e 30 de exercício.RESULTADOS:ANOVA de dois fatores para medidas repetidas e o teste post hoc de Tukey apontaram diminuição significativa dos valores de glicemia após o exercício para o grupo DA, aumento significativo de CK pós-exercício para o grupo DA, aumento significativo de hematócrito para ambos os grupos após exercício e manutenção da FA após exercício para o grupo DA.CONCLUSÃO:O exercício agudo aeróbio foi eficiente no controle dos níveis glicêmicos de ratos diabéticos. Entretanto...

Influências do exercício na resposta imune

Costa Rosa,Luiz Fernando Pereira Bicudo; Vaisberg,Mauro W
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2002 PT
Relevância na Pesquisa
46.67%
RESUMO O estudo da relação entre o exercício e a resposta imune teve grande impulso a partir da metade da década de 70, tendo como principais áreas de interesse o estudo da infecção de vias aéreas superiores em atletas submetidos a grandes esforços, o exercício como modelo de estresse e a resposta do treinamento como resposta adaptativa frente a situações de estresse. A descrição da interação entre os sistemas imune e neuroendócrino foi de importância capital no desenvolvimento desses estudos. O exercício gerando um desvio da homeostase orgânica leva à reorganização das respostas de diversos sistemas, entre eles o sistema imune. É adequado dividir a resposta ao exercício em resposta aguda, resposta transitória ao estresse e resposta de adaptação crônica, na qual o treinamento capacita o organismo a lidar com o estímulo estressante de maneira mais adequada. Ambas as respostas afetam os diversos componentes do sistema imune, tanto a resposta inata em seu componente celular compreendendo neutrófilos, macrófagos e células natural killer, como em seu componente humoral, proteínas de fase aguda, sistema do complemento e enzimas, como o sistema imune adaptativo, em seu componente celular (linfócitos T e B)...

Suplementação de carboidrato não reverte o efeito deletério do exercício de endurance sobre o subseqüente desempenho de força

Aoki,Marcelo Saldanha; Pontes Jr.,Francisco Luciano; Navarro,Francisco; Uchida,Marco Carlos; Bacurau,Reury Frank Pereira
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2003 PT
Relevância na Pesquisa
46.71%
Estudos disponíveis na literatura demonstram que a realização prévia de um exercício de endurance afeta de modo adverso o desempenho no exercício de força subseqüente. Tal ocorrência pode estar relacionada a mudanças metabólicas induzidas pelo exercício de endurance. O objetivo deste trabalho foi verificar se a ingestão de carboidrato (CHO) pode atenuar os efeitos de uma sessão aguda de exercício de endurance sobre o desempenho de força. A fim de testar essa hipótese, seis estudantes universitárias (164 ± 5,9cm; 64,9 ± 7,2kg), com experiência em treinamento de força, foram submetidas a um teste para a determinação do VO2pico (44 ± 4,3ml.min-1) e um teste de 1-RM para o leg press (186 ± 22,5kg) seguido de um teste de repetições máximas (duas séries de leg press realizado a 70% de 1-RM até exaustão 1ª série 21 ± 2,6 e 2ª série 11 ± 1,9 repetições) em dias diferentes. Seguindo um protocolo duplo-cego, os sujeitos foram submetidos a duas condições experimentais, recebendo uma bebida placebo (P) ou outra contendo carboidrato (6% - maltodextrina), antes (500ml) e durante (500ml) a realização de uma sessão de exercício de endurance (corrida em esteira 70% do VO2pico por 45 minutos). Em seguida ao exercício de endurance...

Hipotensão pós-exercício em hipertensos submetidos ao exercício aeróbio de intensidades variadas e exercício de intensidade constante

Cunha,Gisela Arsa da; Rios,Aline Cristina Santos; Moreno,Juliano Rodrigues; Braga,Pedro Luiz; Campbell,Carmen Silvia Grubert; Simões,Herbert Gustavo; Denadai,Mara Lucy Dompietro Ruiz
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
Relevância na Pesquisa
46.69%
O exercício agudo pode resultar em hipotensão pós-exercício (HPE), que tem sido observada em normotensos e hipertensos, especialmente após exercícios contínuos (intensidade baixa a moderada). O objetivo foi comparar os efeitos hipotensores de exercícios de intensidade variada (EIV) e constante (EIC) e verificar se EIV potencializa a HPE. Onze hipertensos (56,8 ± 2,6 anos; IMC = 26,5 ± 0,3kg/m²) foram submetidos a teste ergométrico (TE) e a duas sessões de exercícios submáximos em esteira (45 min), em dias distintos e com intervalo de 48h, sendo uma sessão de EIV alternando-se 2 min a 55,9 ± 2,6% e 1 min a 74,5 ± 4,0% da reserva de freqüência cardíaca (RFC) e uma sessão de EIC a 60 ± 2,5% da RFC. Em ambas as sessões os participantes permaneciam em repouso por 10 min (rep) para aferição da pressão arterial (PA) e freqüência cardíaca (FC), e então executaram 5 min de aquecimento seguidos de 45 min de EIV ou EIC. A PA e a FC foram monitoradas a cada 5 min de exercício e aos 5, 10, 15, 30, 60, 90 e 120 min de recuperação pós-exercício (rec). ANOVA e teste t de Student evidenciaram HPE de pressão arterial sistólica (PAS) após ambas as sessões (p < 0,001) e em todos momentos de rec, não havendo diferenças significativas entre EIC e EIV. A pressão arterial diastólica (PAD) apresentou HPE apenas após EIC aos 5...

Hipotensão pós-exercício aeróbio: uma revisão sistemática

Casonatto,Juliano; Polito,Marcos Doederlein
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2009 PT
Relevância na Pesquisa
46.69%
Diversos estudos investigaram os efeitos hipotensores após uma sessão de exercício aeróbio em humanos. No entanto, vários aspectos permanecem obscuros em relação à hipotensão pós-exercício (HPE), uma vez que diversas variáveis podem influenciar a resposta hipotensora, como intensidade, duração, tipo de exercício, estado clínico, faixa etária, etnia, sexo e estado de treinamento. Nesse sentido, o objetivo do presente estudo foi revisar sistematicamente a literatura, relacionando as principais variáveis da prescrição de uma sessão de exercício aeróbio e a HPE, assim como apresentar os possíveis mecanismos envolvidos. Foram encontrados 55 estudos que abrangeram a temática HPE e exercício aeróbio em humanos. A ocorrência da HPE está bem estabelecida na literatura, já que vários estudos identificaram reduções da pressão arterial em normotensos e hipertensos. Porém, os possíveis moduladores das respostas hipotensoras, como intensidade e duração da sessão de exercício, ainda são contraditórios. Em relação ao tipo de exercício, porém, existem indicativos de que os realizados de forma intermitente e que utilizam maior massa muscular podem acarretar maior HPE. Além disso, hipertensos devem apresentar maior magnitude e duração da HPE. Contudo...

Imunoglobulina A salivar (IgA-s) e exercício: relevância do controle em atletas e implicações metodológicas

Silva,Rafael Pires da; Natali,Antônio José; Paula,Sérgio Oliveira de; Locatelli,Jamille; Marins,João Carlos Bouzas
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
Relevância na Pesquisa
46.67%
O objetivo do presente estudo é realizar uma análise e discussão dos principais achados envolvendo o comportamento da imunoglobulina A salivar (IgA-s) em relação ao estímulo do exercício e evidenciar a importância de seu controle em atletas. O exercício físico é um importante modulador das características do sistema imune, sobretudo do comportamento da IgA-s, componente fundamental na proteção de infecções do trato respiratório superior (ITRS). No entanto, a relação direta entre baixas concentrações de IgA-s e ITRS precisa de mais evidências para ser confirmada. As concentrações de IgA-s durante e logo após um exercício intenso diminuem, deixando o indivíduo mais suscetível à infecção, porém, atletas envolvidos em atividades extenuantes não são clinicamente imunodeficientes, comparados com indivíduos sedentários. Essas modificações são transitórias, com retorno aos valores normais após aproximadamente 48 horas de repouso. A razão dessas alterações não é clara, mas se apresenta multifatorial: elevação de hormônios estressores; fatores nutricionais; ação de espécies reativas de oxigênio; e estresse psicológico. Apesar do efeito transitório das alterações provocadas nos elementos do sistema imune frente ao exercício...

Respostas metabólicas à suplementação com frutose em exercício de força de membros inferiores

Sá,Clodoaldo Antônio de; Fernández,Juan Marcelo; Silva-Grigoletto,Marzo Edir Da
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
Relevância na Pesquisa
46.72%
A frutose, por seu metabolismo independente da insulina, realiza significativas alterações no metabolismo hepático, promovendo um entorno metabólico favorável ao metabolismo tanto da glicose como dos lipídios, durante o exercício. Essa condição tem sido bastante estudada em exercício de endurance; no entanto, nenhum estudo sobre a suplementação com frutose no exercício de força (EF) foi encontrado. O objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos agudos da adição de frutose a um suplemento de glicose sobre o metabolismo de lipídios em EF. Vinte homens treinados ingeriram suplemento de glicose (G) ou glicose mais frutose (G+F), 15 minutos antes de realizar exercício de força (10 séries de 10 repetições). Os sujeitos foram testados em ordem randômica em um desenho cruzado e com uma semana de intervalo em duas condições experimentais: EF+(G) e EF+(G+F). A análise dos resultados mostrou que os valores de triglicérides durante o exercício foram maiores (p < 0,05) quando os sujeitos foram suplementados com G+F do que quando suplementados apenas com G. Ao final do exercício, os valores de ácidos graxos livres foram maiores quando os sujeitos foram suplementados G+F (p < 0,05). A glicemia foi menor durante o exercício e maior na recuperação (p < 0...

Influência da cafeína na resposta pressórica ao exercício aeróbio em sujeitos hipertensos

Cazé,Raquel Freire; Franco,Gisele Augusto Maciel; Porpino,Suênia Karla Pacheco; Souza,Alesandra Araújo de; Padilhas,Orranette Pereira; Silva,Alexandre Sérgio
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2010 PT
Relevância na Pesquisa
46.67%
A redução da pressão arterial (PA) promovida pelo exercício físico é evidente segundo a literatura atual. Mecanismos neuro-humorais explicam essa resposta hipotensora, em que a diminuição da atividade simpática apresenta-se como um dos principais mecanismos. Porém, a ingestão de alimentos ricos em cafeína (CA) pode suprimir esta atenuação simpática. O objetivo desse estudo foi elucidar o impacto da ingestão de CA na resposta pressórica ao exercício em pessoas hipertensas. Sete hipertensos (52,3 ± 3,3 anos), sendo cinco mulheres, realizaram duas sessões de caminhada com 40 minutos de duração, em dois dias de treinamento, tendo previamente ingerido CA (4mg/kg de peso corporal) ou placebo (PL). A PA e a frequência cardíaca foram verificadas anteriormente a ingestão, após 15, 30, 45, 60 minutos da ingestão em estado de repouso e com 10, 20 e 30 minutos após o exercício. Os dados foram tratados por meio de estatística descritiva, e pelo teste não paramétrico de Wilcoxon (p < 0,05). A média da PA aumentou de 124,9/80,9mmHg antes da ingestão de CA para 129,4/84,3mmHg 60 minutos após, ainda no repouso (p < 0,05). Trinta minutos após o exercício observou-se resposta hipotensora no procedimento PL (queda da PA de 122...

Respostas cardiovasculares pós-exercício de natação

Esteves,Leandro Monteiro Zein Sammour; Simões,Herbert Gustavo; Oliveira,Samantha Maria Lemes de; Cunha,Verusca Najara de Carvalho; Coelho,João Maurício de Oliveira; Botelho Neto,Willson; Lima,Laila Cândida de Jesus; Almeida,Wesley Salazar de; Silva,Ca
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 PT
Relevância na Pesquisa
46.69%
INTRODUÇÃO: A crescente procura da natação como um tratamento não-farmacológico da hipertensão arterial tem aumentado. Objetivo: Analisar as respostas da pressão arterial (PA) após o exercício de natação e durante a rotina diária de trabalho de indivíduos pré-hipertensos. MÉTODOS: Oito indivíduos pré-hipertensos (128,2 ± 7,8 / 77,8 ± 6,0mmHg; 41,8 ± 3,2 anos; 84,7 ± 17,9kg; 180,4 ± 4,8cm; 27,3 ± 5,8kg.m2(-1)) foram submetidos a duas sessões, sendo uma de natação (SN) e a outra de controle (SC). A PA foi medida no repouso pré-exercício e durante 12 horas de recuperação pós-exercício. Na SN, os pacientes nadaram por 45min em uma intensidade moderada a alta (PSE 14,5 ± 1,6), e, durante a SC, os sujeitos permaneceram em repouso na posição sentada pelo mesmo período de tempo. RESULTADOS: ANOVA para medidas repetidas evidenciou diminuição significativa (p < 0,05) na PAS por duas horas após a SN em relação ao repouso, e uma diferença significativa entre os deltas do PAS (Δ - PAS variação na recuperação pós-exercício em relação ao repouso pré-exercício) foi observada entre as sessões na primeira e segunda horas após a recuperação, respectivamente (ΔSS = -10,4 e -9,3 vs. ΔCS = 0...

Parâmetros, considerações e modulação de programas de exercício físico para pacientes oncológicos: uma revisão sistemática

Soares,Wodyson Thiago Escriboni
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2011 PT
Relevância na Pesquisa
46.69%
INTRODUÇÃO: Este trabalho buscou dados que descrevessem a utilização do exercício físico, não como método preventivo, mas sim como modalidade terapêutica adjuvante no enfrentamento do câncer (CA) e seu tratamento desde o diagnóstico até a recuperação, visto que são muitos os prejuízos e efeitos colaterais vivenciados pelos pacientes que podem ser modificados através da prática de exercícios físicos. OBJETIVOS: Identificar e selecionar referências que demonstrassem parâmetros necessários para prescrição de programas de exercício físico para pacientes oncológicos. MÉTODO: Foi utilizado o modelo sistemático de pesquisa nas bases de dados Medline, Liliacs e PubMed, utilizando os descritores: cancer, physical exercise, physical activity, exercise, sendo considerados artigos publicados entre 1997 e 2008, nos idiomas português, inglês, espanhol e alemão. Foram selecionados os artigos que apresentaram dados que embasassem a utilização do exercício físico como método terapêutico, bem como sua modulação, indicação, contraindicação e sua interação com outros tratamentos. RESULTADOS: Na literatura revisada, foram encontrados subsídios que embasam a utilização do exercício físico como adjuvante no enfrentamento do CA e seu tratamento...

Efeito do exercício físico contínuo e intervalado no peso e perfil bioquímico de ratas Wistar prenhes e consequências no peso da prole

Barbalho,Sandra Maria; Souza,Maricelma da Silva Soares de; Paula e Silva,Júlio César de; Coqueiro,Daniel Pereira; Oliveira,Gabriela Aparecida de; Costa,Tainara; Oshiiwa,Marie
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
Relevância na Pesquisa
46.71%
INTRODUÇÃO: A prática de atividade física é reconhecida como fator importante para a preservação, recuperação e manutenção da saúde. O estímulo à prática de exercícios é crescente, mas quando relacionado à gravidez, dúvidas surgem sobre os efeitos deletérios ou salutares na mãe e no feto. OBJETIVO: O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos do exercício físico intervalado e contínuo no perfil bioquímico de ratas Wistar prenhes e avaliar o efeito destes exercícios no peso da placenta e dos filhotes. MÉTODOS: Utilizou-se 45 ratas Wistar divididas em grupos de 15 animais segundo o tipo de exercício: controle (GC), exercício contínuo (GCO) e exercício intermitente (GIN). Os exercícios constituíram-se de natação forçada, cinco dias por semana, em piscinas individuais: exercício contínuo (duração de 45 minutos diários com sobrecarga de 5% do peso corporal) e intermitente (45 minutos com estímulos de 15 segundos de exercício e 15 de repouso com sobrecarga de 15% do peso corporal). O exercício foi praticado do primeiro ao 20º dia de prenhez. Após este período avaliou-se o peso e os níveis de glicemia, colesterol total, LDL-C, HDL-C e triglicérides das ratas, assim como o peso da placenta e dos filhotes. RESULTADOS: Não se observou modificação no peso das mães. Houve redução significativa nos níveis de LDL-C. O peso das placentas não variou...

Pressão arterial e variabilidade de frequência cardíaca após o exercício aeróbio e com pesos realizados na mesma sessão

Lovato,Natalia Serra; Anunciação,Paulo Gomes; Polito,Marcos Doederlein
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2012 PT
Relevância na Pesquisa
46.69%
OBJETIVO: Verificar o comportamento da PA sistólica (PAS), diastólica (PAD), média (PAM), frequência cardíaca (FC) e a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) após sessões de exercício aeróbio e com pesos combinadas em diferentes ordens. MÉTODOS: Nove homens normotensos realizaram aleatoriamente em dias diferentes uma sessão de exercício aeróbio (cicloergômetro; 60% do O2pico; 50 min) seguido pelo exercício com pesos (oito exercícios, três séries de 10-15 repetições, 60% de 1RM) e outra sessão iniciada pelo exercício com pesos seguido pelo exercício aeróbio. PA, FC e VFC foram medidas antes do exercício e durante 60 min após o término das sessões em intervalos de 10 min. RESULTADOS: Não foram observadas diferenças entre as sessões experimentais. A média dos 60 min do período de acompanhamento foi menor para a PAS (repouso = 121,3 ± 3,9; pós = 114,4 ± 2,1mmHg) e maior para a FC (repouso = 75,8 ± 4,3; pós = 89,5 ± 5,8bpm) na sessão iniciada pelo exercício aeróbio. Em contrapartida, não houve diferenças na média do período de recuperação para a PAD, PAM e VFC. CONCLUSÃO: Como não houve diferenças entre as variáveis das diferentes sessões...

Efeitos de um tratamento combinado (vitamina C pré-exercício e alongamento FNP, tratamento com ultrassom pós-exercício) sobre marcadores de dano muscular induzido por exercício

Jalalvand,Ali; Anbarian,Mehrdad; Khorjahani,Ali
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2012 PT
Relevância na Pesquisa
46.73%
CONTEXTO: Várias estratégias de recuperação têm sido utilizadas na tentativa de minimizar os sintomas da dor muscular de início tardio (DMIT). Contudo, evidências científicas que apoiem este efeito profilático (pré-exercício) e terapêutico (pós-exercício) de um tratamento combinado (FNP e vitamina C, ultrassom) no dano muscular são inexistentes. OBJETIVO: Investigar os efeitos de um tratamento combinado (FNP e vitamina C, ultrassom) nos marcadores bioquímicos (níveis enzimáticos) e funcionais (ângulo do cotovelo, circunferência de braço, taxa de dor) de dano muscular induzido por exercício. MÉTODO: Amostra randomizada controlada. LOCAL: Laboratório da Universidade. PARTICIPANTES: Alunos universitários masculinos participaram voluntariamente do estudo, o qual não reportou nenhuma dor muscular de início tardio por no mínimo seis meses antes do estudo. Posteriormente, os sujeitos foram agrupados aleatoriamente em subgrupos com mão controle e mão experimental. INTERVENÇÃO(ÕES): Programa de exercício para indução de dano muscular induzido por exercício envolvendo o teste de bíceps Scott (contração excêntrica com duas mãos). PROCEDIMENTO(S) PRINCIPAL(IS): Circunferência de braço relaxado, circunferência de braço flexionado...

Influência do grupamento muscular na recuperação da frequência cardíaca após o exercício resistido

Peçanha,Tiago; Vianna,Jeferson Macedo; Sousa,Élder Dutra de; Panza,Patrícia Silva; Lima,Jorge Roberto Perrout de; Reis,Victor Machado
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
Relevância na Pesquisa
46.67%
INTRODUÇÃO: O exercício resistido (ER) é um tipo de exercício amplamente praticado, sendo recomendado para a manutenção ou aprimoramento da força e massa musculares e utilizado com fins estéticos e de saúde. Apesar disto, pouco se sabe sobre o impacto deste tipo de exercício sobre o controle autonômico cardíaco, tampouco da influência do grupamento muscular nesta resposta. OBJETIVO: Verificar a influência do grupamento muscular utilizado durante o ER, na recuperação da frequência cardíaca (REC-FC) pós-exercício. MÉTODOS: Participaram deste estudo 14 indivíduos do sexo masculino (27,4 ± 6,1 anos; 79,4 ± 10,4 kg; 1,77 ± 0,1 m; 10,5 ± 4,6 %G) experientes na prática de ER. O protocolo experimental constou da realização de teste e reteste de 1RM nos exercícios supino horizontal e meio agachamento para determinação da força dinâmica máxima e execução do número máximo de repetições a 80% de 1RM com avaliação da REC-FC durante um minuto pós-exercício. RESULTADOS: Os resultados encontrados indicam menor REC-FC nos 10, 20, 30 e 40 segundos após o exercício meio agachamento em comparação ao supino horizontal. CONCLUSÃO: Os achados confirmam a influência do grupamento muscular na resposta autonômica cardíaca pós-esforço...

Interferência da L-arginina e do exercício físico sobre a morfologia do músculo estriado esquelético em ratos jovens

Melo,Maria Patrícia Pereira; Vasconcelos,Anna Carolina de Sena e; Santos,Patrícia Clara Pereira dos; Monteiro,Heloísa Mirelle Costa; Santos,Ângela Amâncio dos; Maia,Luciana Maria Silva de Seixas; Evêncio,Liriane Baratella
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 PT
Relevância na Pesquisa
46.67%
INTRODUÇÃO: O exercício físico pode promover alterações anatomofisiológicas no músculo estriado esquelético e a ingestão do aminoácido L-arginina pode influenciar na morfometria da fibra muscular esquelética. OBJETIVO: Analisar a influência da L-arginina associada ao exercício físico sobre a fibra muscular esquelética. MÉTODOS: Foram utilizados 24 ratos da linhagem Wistar. Aos sete dias de vida, esses animais foram divididos em dois grupos: tratados com L-arginina (grupo-Ar; 300 mg/kg/dia) e tratados com volume equivalente do veículo - água destilada (grupo-Ag; controle). A L-arginina ou a água foi administrada diariamente por gavagem. Aos 15 dias de idade, os animais dos grupos Ar e Ag foram subdivididos de acordo com a condição de exercício físico a que foram submetidos: exercitados em esteira (grupo E) e não exercitado (grupo N). O exercício foi realizado em esteira (ET 2000 Insight) cinco dias por semana com duração diária de 30 minutos. Os grupos foram assim distribuídos (n = 6): AgN, AgE, ArN e ArE. Ao atingirem a idade de 35-45 dias de vida, os animais foram pesados, sacrificados e retidado o músculo gastrocnêmio. Este foi medido, pesado e processado para análise histológica. As imagens do músculo foram capturadas na objetiva de 100x para cálculo do diâmetro médio da fibra muscular. Os dados foram expressos na forma de média ± desvio padrão...

Exercício aeróbico ou com pesos melhora o desempenho nas atividades da vida diária de mulheres idosas; Aerobic or resistance exercise improves performance in activities of daily living in elderly women

Raso, Vagner; Greve, Júlia Maria D'Andrea
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
Relevância na Pesquisa
46.72%
Este estudo aleatorizado não controlado teve como objetivo determinar o efeito de um protocolo de exercício com pesos ou aeróbico no desempenho das atividades da vida diária em mulheres idosas. Para tanto, a amostra foi constituída por 41 mulheres idosas aparentemente saudáveis na faixa etária de 60 a 85 anos de idade (x: 65,1 ± 7,9 anos) divididas aleatoriamente em grupo exercício com pesos (n: 22) ou aeróbico (n: 19). O grupo exercício com pesos consistiu na execução de três séries de oito a 12 repetições a 60% de uma repetição máxima no exercício leg press 45º. O grupo exercício aeróbico consistiu em pedalar em cicloergômetro durante 40 minutos a 60% da frequência cardíaca de reserva. Os dois protocolos foram realizados três vezes por semana durante cinco semanas. As atividades da vida diária selecionadas foram velocidade para se levantar de uma posição sentada (VLPS), velocidade para se levantar de uma posição deitada (VLPD), velocidade para subir escada (VSE) e velocidade para calçar e amarrar o tênis (VCAT). O grupo exercício aeróbico melhorou significativamente o desempenho em VCAT (19,1%), enquanto o exercício com pesos incrementou significativamente o desempenho em VSE (4,3%) e VLPS (8...

Hidratação durante o exercício: a sede é suficiente?

Machado-Moreira,Christiano Antônio; Vimieiro-Gomes,Ana Carolina; Silami-Garcia,Emerson; Rodrigues,Luiz Oswaldo Carneiro
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 PT
Relevância na Pesquisa
46.72%
O objetivo deste trabalho é fazer uma revisão sobre a hidratação e discutir se, durante o exercício, a reposição de líquidos de acordo com a sede é suficiente para hidratar o indivíduo. A perda hídrica pela sudorese induzida pelo exercício, especialmente realizado em ambientes quentes, pode levar à desidratação, pode alterar o equilíbrio hidroeletrolítico, dificultar a termorregulação e, assim, representar um risco para a saúde e/ou provocar uma diminuição no desempenho esportivo. Tem sido citado que os atletas não ingerem voluntariamente água suficiente para prevenir a desidratação durante uma atividade física. Em função disso, têm sido propostas recomendações internacionais sobre a hidratação. Segundo o American College of Sports Medicine (ACSM), deve-se ingerir aproximadamente 500mL de líquidos nas duas horas antecedentes ao exercício. Durante o exercício, os atletas devem começar a beber desde o início e em intervalos regulares, em volume suficiente para repor as perdas pela sudorese ou o máximo tolerado. A National Athletic Trainer's Association (NATA) faz as seguintes recomendações: ingerir 500 a 600mL de água ou outra bebida esportiva duas a três horas antes do exercício e 200 a 300mL 10 a 20 minutos antes do exercício; durante o exercício...

Exercício aeróbico ou com pesos melhora o desempenho nas atividades da vida diária de mulheres idosas

Raso,Vagner; Greve,Júlia Maria D'Andrea
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2012 PT
Relevância na Pesquisa
46.72%
Este estudo aleatorizado não controlado teve como objetivo determinar o efeito de um protocolo de exercício com pesos ou aeróbico no desempenho das atividades da vida diária em mulheres idosas. Para tanto, a amostra foi constituída por 41 mulheres idosas aparentemente saudáveis na faixa etária de 60 a 85 anos de idade (x: 65,1 ± 7,9 anos) divididas aleatoriamente em grupo exercício com pesos (n: 22) ou aeróbico (n: 19). O grupo exercício com pesos consistiu na execução de três séries de oito a 12 repetições a 60% de uma repetição máxima no exercício leg press 45º. O grupo exercício aeróbico consistiu em pedalar em cicloergômetro durante 40 minutos a 60% da frequência cardíaca de reserva. Os dois protocolos foram realizados três vezes por semana durante cinco semanas. As atividades da vida diária selecionadas foram velocidade para se levantar de uma posição sentada (VLPS), velocidade para se levantar de uma posição deitada (VLPD), velocidade para subir escada (VSE) e velocidade para calçar e amarrar o tênis (VCAT). O grupo exercício aeróbico melhorou significativamente o desempenho em VCAT (19,1%), enquanto o exercício com pesos incrementou significativamente o desempenho em VSE (4,3%) e VLPS (8...

Metabolismo de gordura durante o exercício físico: mecanismos de regulação; Fat metabolism during exercise: mechanisms of regulation

Lima-Silva, Adriano Eduardo; UDESC; Adami, Fernando; Laboratório de Pesquisa Morfo – Funcional. Centro de Educação Física e Des; Nakamura, Fábio Yuzo; Grupo de Estudo e Pesquisa em Metabolismo, Nutrição e Exercício. Centro de Ed; de-Oliveira, Fe
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; "Avaliado por Pares","Artigo Solicitado"; "Avaliado por Pares", "Artigo Solicitado"; Bibliográfica Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 19/12/2006 POR; ENG
Relevância na Pesquisa
46.67%
Os lipídios são considerados importantes fontes energéticas para a realização de exercícios físicos. Entretanto, os mecanismos de regulação do consumo desse substrato durante o exercício não estão totalmente esclarecidos. O objetivo principal da presente revisão foi abordar mecanismos fisiológicos de controle da mobilização, transporte e utilização de gordura durante o exercício. Os trabalhos indexados no banco de dados Pubmed e Lilacs sobre metabolismo de gordura, foram analisados e os clássicos e recentes foram preferencialmente utilizados. A partir dos dados recentes da literatura, especula-se que o transporte de ácidos graxos do meio extracelular para o meio intracelular pode constituir um dos principais mecanismos limitantes no consumo desse substrato. Estudos sobre o consumo de lipídios durante o exercício devem ser focados sobre esse mecanismo. Em exercício intenso, o menor fl uxo de sangue para o tecido adiposo e a maior taxa de reesterifi cação dos ácidos graxos causa um menor consumo de lipídios durante o exercício. Suplementação de TG tem sido utilizada, mas a quantidade ideal e as formas de evitar desconfortos gastrintestinais não foram determinadas. Os estoques de TG intramuscular podem ser mais efi cientes do ponto de vista biológico...