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Densidade mineral óssea e actividade física na Universidade Fernando Pessoa

Silva, Maria Raquel; Mourão, Joana; Fernandes, Maria Eduarda; Cerqueira, Joana; Estanqueiro, Marilene; Diz, Liliana
Fonte: Edições Universidade Fernando Pessoa Publicador: Edições Universidade Fernando Pessoa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2008 POR
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O objectivo do estudo foi estimar a densidade mineral óssea e a actividade física na comunidade da Universidade Fernando Pessoa. Foram avaliados 164 indivíduos dos 17 aos 81 anos (118 do sexo feminino e 46 do sexo masculino) entre estudantes, docentes e funcionários da Universidade Fernando Pessoa, no âmbito do Projecto Ambulatório de Saúde Oral e Pública desta Universidade, através de desnitometria óssea por ultrassons. Os parâmetros de t-score e densidade mineral óssea revelaram-se, de uma forma geral, normais. Contudo é necessário atender ao facto de a amostra em análise ser ainda jovem e pouco activa, pelo que no futuro estes valores poderão tornar-se o espelho da osteoporose. The main purpose of this study was to estimate the bone mineral density in the community of University Fernando Pessoa. There were evaluated 164 subjects with ages from 17 until 81 years old (118 females and 46 males) involving students, teachers and workers of the University Fernando Pessoa, during the Ambulatory Project of Oral and Public Health, by ultrasound densitometry. The parameters of t-score and bone mineral density were generally normal. However it is necessary to consider that this sample was young and not very active, so in the future these results could become a mirror for osteoporosis.

Variação da densidade mineral óssea em função da massa corporal no colo do fémur e coluna vertebral

Dinis, Jairson C.; Pereira, Ana I.; Fonseca, E.M.M.
Fonte: Instituto Politécnico de Bragança Publicador: Instituto Politécnico de Bragança
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
POR
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A redução da massa óssea e a deterioração da micro-arquitectura do tecido leva a uma maior fragilidade do osso e a um consequente aumento do risco de fractura. Vários autores referem as alterações da densidade mineral óssea, em função da idade, da etnia e da massa corporal do individuo. Por esse motivo, o objetivo do presente trabalho é comparar a densidade mineral óssea de diferentes partes anatómicas, em função da massa corporal, para um universo de 200 pacientes do género feminino, com idades entre os 35 e os 83 anos, com base em dados de 2011. A análise efetuada permitirá tirar conclusões comparativas com estudos efetuados noutros países (Estados Unidos, China e Japão) durante 2002.

Variação da densidade mineral óssea em função da massa corporal no colo do fémur e coluna certebral

Dinis, Jairson C.; Pereira, Ana I.; Fonseca, E.M.M.
Fonte: IDMEC Publicador: IDMEC
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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A redução da massa óssea e a deterioração da micro-arquitectura do tecido leva à uma maior fragilidade do osso e a um consequente aumento do risco de fractura. Vários autores referem as alterações da densidade mineral óssea, em função da idade, da etnia e da massa corporal do individuo. Por esse motivo, o objetivo do presente trabalho é comparar a densidade mineral óssea de diferentes partes anatómicas, em função da massa corporal, para um universo de 200 pacientes do género feminino, com idades entre os 35 e os 83 anos, com base em dados de 2011. A análise efetuada permitirá tirar conclusões comparativas com estudos efetuados noutros países (Estados Unidos, China e Japão) durante 2002.

Calcificação prematura de artérias coronárias no lúpus eritematoso sistêmico: associação com duração de doença e densidade mineral óssea; Premature coronary artery calcification is associated with disease duration and bone mineral density in young female systemic lupus erythematosus

Ribeiro, Giovana Gomes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 13/03/2009 PT
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Objetivo: Avaliar a relevância de fatores de risco tradicionais para doença cardiovascular (FRC), fatores relacionados ao lúpus e densidade mineral óssea (DMO) na calcificação prematura de artérias coronárias (CAC) em mulheres jovens com lúpus eritematoso sistêmico (LES). Métodos: Noventa e quatro pacientes lúpicas do sexo feminino com duração de doença 5 anos e idade menor que 45 anos foram selecionadas consecutivamente para este estudo. Os fatores de risco cardiovascular analisados foram: diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica, dislipoproteinemia, fumo, índice de massa corpórea (IMC), insuficiência ovariana e renal. Fatores de risco relacionados ao LES estudados foram: duração de doença, critérios ACR, SLICC/ACR modificado (excluindo escores relacionados à aterosclerose), SLEDAI, tratamento com glicocorticóide e ciclofosfamida. A densidade mineral óssea de corpo inteiro, coluna lombar e colo do fêmur foram realizadas por densitometria de dupla emissão de fontes de raios-X (DXA). Calcificação de artérias coronárias foi determinada usando tomografia computadorizada com 16 multidetectores. Resultados: Calcificação prematura de artérias coronárias foi identificada em 12 (12,7%) dos pacientes...

Densidade mineral óssea alta em mulheres na pós menopausa: fatores determinantes; High bone mineral density in postmenopausal women: determinant factors

Pippa, Maria Guadalupe Barbosa
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 02/12/2009 PT
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O conceito de densidade mineral óssea alta (DMOAL) é controverso, e valores diferentes de DMO têm sido considerados como limite para essa classificação. Considerando que DMOAL pode estar presente em indivíduos normais e anormais, é importante analisar os possíveis fatores clínicos determinantes desta condição. Estudamos 337 mulheres pós-menopausa (180 com DMOAL e 157 grupo controle). A tecnologia DXA foi usada para medir a DMO e os compartimentos da composição corpórea. O grupo DMOAL tinha que apresentar DMO areal com valores absolutos 1,228 g/cm 2 (L1-L4) e 1,006 g/cm 2 (colo do fêmur). Além disso, o T-score deveria ser 0,1 SD (OMS) e o percentil do índice T > 100% em todos os sítios (L1, L2, L3, L4, L1-L4, DP colo do fêmur (CF) wards, trocanter e fêmur total (FT). As pacientes que não apresentavam estes critérios foram incluídas no grupo controle (GC). Todas as voluntárias realizaram testes laboratoriais e responderam questionário de Baecke para avaliar atividade física. A correlação entre as variáveis foram estimadas (coeficiente de correlação de Pearson, Deviance and Hosmer Lemeshow). Modelos de regressão múltipla foram usados para identificar os preditores independentes determinantes de DMOAL. Resultados: A média de idade no grupo DMOAL foi de 60 anos (DP = 8...

Análise preditiva da densidade mineral óssea em adolescentes brasileiros eutróficos do sexo masculino

Silva, Carla C.; Goldberg, Tamara B.L.; Teixeira, Altamir S.; Dalmas, José C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Publicador: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 105-113
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Considerada um grave problema de saúde pública, estudos indicam que a osteoporose é uma doença pediátrica com manifestações clínicas apresentadas na senilidade. O diagnóstico de osteopenia/ osteoporose é normalmente feito na prática clínica através da densitometria óssea por atenuação de raio-x de dupla energia (DXA). O exame é de alto custo e de difícil aplicação em populações pediátricas em virtude do emprego de aparelhagem específica e software especial. O presente estudo propõe equações preditivas para avaliação da densidade mineral óssea (DMO) em adolescentes do sexo masculino. Foram recrutados 61 adolescentes saudáveis na faixa de 10 a 19 anos e obtidos a idade óssea (através do raio-x de mão e punho esquerdo), maturação sexual, o peso, a estatura, a DMO na coluna lombar e no fêmur proximal total. A estruturação dos modelos de predição foi realizada pela análise de regressão múltipla stepwise. Os resultados indicaram modelos de predição para DMO com coeficientes de correlação de 0,87 para região da coluna e 0,80 para região femoral. Esses resultados confirmam que a DMO depende da idade esquelética e do crescimento físico durante a adolescência. As equações propostas são de fácil aplicação...

Determinação da densidade mineral óssea da extremidade distal do rádio-ulna em gatos: correlação entre peso, sexo e idade

Vulcano, Luiz Carlos; Santos, Flávio Augusto Marques dos; Godoy, Carmen Lice Buchmann de
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Publicador: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 124-128
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Os valores de normalidade da densidade mineral óssea (DMO) da extremidade distal de rádio-ulna em 120 gatos clinicamente saudáveis foram determinados usando-se a técnica de densitometria óptica em imagens radiográficas. Para a padronização da técnica e interpretação da DMO, foi utilizado um programa computacional especialmente desenvolvido para a medida de densidade óptica em imagens radiográficas, que contém a imagem radiográfica da extremidade distal de rádio-ulna, e uma escala de alumínio (penetrômetro), usada como referencial densitométrico, permitindo a medida da densidade mineral óssea do rádio-ulna correspondente ao valor em milímetros da escala. Os valores médios da densidade mineral óssea da extremidade distal do rádio-ulna foram de 1,98 ± 0,52mmAl para os machos e de 1,76 ± 0,41mmAl para as fêmeas. Foram observadas correlações estatisticamente significativas entre a DMO, o peso e a idade dos animais estudados (P<0,0005).; The normal values of bone mineral density (BMD) at the distal end of the radius-ulna were established in 120 clinically healthy cats, using the technique of optical densitometry in radiographic images. The interpretation of BMD was performed using a computer software especially developed for measuring the optical density of the radiographic films...

Densidade mineral óssea em crianças: associação com dor músculo-esquelética e/ou hipermobilidade articular

Roberto,Adriana Madureira; Terreri,Maria Teresa R.A.; Szejnfeld,Vera; Hilário,Maria Odete E.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 PT
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Introdução: a hipermobilidade articular pode estar associada à dor músculo-esquelética. A relação da hipermobilidade com a redução da densidade mineral óssea ainda é desconhecida. Existem relatos de osteoporose em associação com doenças genéticas que cursam com hipermobilidade articular. O nosso objetivo foi detectar a possível associação entre hipermobilidade articular e alterações na densidade mineral óssea (DMO) em crianças com e sem dor músculo-esquelética. Casuística e métodos: foram avaliadas 93 crianças, com idade entre 5 e 10 anos, quanto à presença de hipermobilidade articular e quanto à presença de dor músculo-esquelética, através de questionário dirigido aos pais. Todas as crianças realizaram densitometria óssea de coluna lombar ao nível das vértebras L2-L4. Resultados: as crianças foram distribuídas de acordo com a presença ou não de hipermobilidade articular associada ou não à dor músculo-esquelética: 29 (31,2%) com hipermobilidade e com dor músculo-esquelética, 20 (21,5%) com hipermobilidade e sem dor, 22 (23,6%) sem hipermobilidade e com dor e 22 (23,6%) sem hipermobilidade e sem dor (grupo controle). Vinte e quatro (25,8%) crianças apresentaram perda de DMO maior que 10% com relação à DMO adequada para a idade e sexo. A DMO mostrou-se significantemente menor em relação ao grupo controle nos grupos: com hipermobilidade (independente da presença de dor)...

Densidade mineral óssea, composição corporal e ingestão alimentar de adolescentes modelos de passarela

Rodrigues,Alexandra M.; Cintra,Isa P.; Santos,Luana C.; Martini,Ligia A.; Mello,Marco T.; Fisberg,Mauro
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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OBJETIVO: Avaliar a densidade mineral óssea (DMO) e relacioná-la com a ingestão alimentar e composição corporal de adolescentes modelos de passarela. MÉTODOS: Estudo transversal avaliando 33 modelos e 33 não modelos de 15 a 18 anos pareadas por idade e índice de massa corporal (IMC). A densidade mineral óssea da coluna (L1-L4) foi avaliada por meio da técnica da absorciometria de feixe duplo de energia (Lunar® DPX Alpha), e a composição corporal, pela técnica de pletismografia. A ingestão alimentar foi avaliada por meio do registro alimentar de 3 dias. RESULTADOS: A média de idade das adolescentes foi de 16,75±1,04 anos, sendo que 24% apresentaram IMC abaixo dos valores ideais para a idade. Não houve diferença de DMO entre modelos (1,108±0,080 g/cm2) e não modelos (1,096±0,102 g/cm2) (p > 0,05), sendo identificada uma porcentagem de 6% de baixa DMO para a idade. Observou-se que a média de ingestão de energia foi menor entre as modelos em comparação às adolescentes não modelos (1.480,93±582,95 versus 1.973,00±557,63 kcal) (p > 0,05) e que a maioria das adolescentes de ambos os grupos apresentou consumo inadequado de micronutrientes, ressaltando-se a baixa ingestão de cálcio. Verificou-se correlação significativa da DMO apenas com a massa magra (kg) (modelos r = 0...

Impacto da maturação esquelética em biomarcadores do metabolismo ósseo e na densidade mineral óssea em adolescentes brasileiros saudáveis

Silva,Carla C.; Goldberg,Tamara B. L.; Nga,Hong S.; Kurokawa,Cilmery S.; Capela,Renata C.; Teixeira,Altamir S.; Dalmas,José C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2011 PT
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OBJETIVO: Avaliar o comportamento de biomarcadores de formação e reabsorção óssea em adolescentes brasileiros em função da sua maturação biológica. MÉTODOS: Oitenta e sete voluntários foram divididos em grupos segundo a idade óssea (IO): 10-12 anos (n = 25), 13-15 anos (n = 36) e 16-18 anos (n = 26). Foram analisados peso (kg), estatura (m), índice de massa corporal (kg/m2), ingestão de cálcio de 3 dias (mg/dia), avaliação dos eventos pubertários pelos critérios de Tanner, níveis dos biomarcadores [osteocalcina (OC) (ng/mL), fosfatase alcalina óssea (FAO) (U/L), telopeptídeo carboxiterminal sérico (S-CTx) (ng/mL)] e sua correlação com a densidade mineral óssea (DMO) (g/cm2) por atenuação de raios X de dupla energia da coluna lombar, do fêmur proximal e de corpo total. RESULTADOS: Os biomarcadores mostraram comportamento semelhante, apresentando medianas elevadas dos 13 aos 15 anos (FAO = 154,71 U/L, OC = 43,0 ng/mL, S-CTx = 2,09 ng/mL; p < 0,01) e no estágio puberal G4. As medianas decresceram com o avançar da IO e da maturação sexual. Os níveis dos biomarcadores mostraram paralelismo com pico de velocidade em estatura, e, curiosamente, os biomarcadores de formação indicaram correlação negativa com a DMO...

Densidade mineral óssea, função pulmonar, idade cronológica e idade de diagnóstico em crianças e adolescentes com fibrose cística

Donadio,Márcio V.F.; Souza,Guilherme C. de; Tiecher,Gabriele; Heinzmann-Filho,João P.; Paim,Taísa F.; Hommerding,Patrícia X.; Marostica,Paulo J.C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria Publicador: Sociedade Brasileira de Pediatria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 PT
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OBJETIVO: Avaliar a densidade mineral óssea de pacientes com fibrose cística (FC) e correlacioná-la com possíveis variáveis intervenientes. MÉTODOS: Foram incluídos crianças e adolescentes com diagnóstico clínico de FC, idade entre seis e dezoito anos, e em acompanhamento ambulatorial. Primeiramente, foram coletados os dados demográficos, para posterior realização do teste espirométrico. Todos os pacientes responderam ao questionário de qualidade de vida em FC (QFC) e realizaram o teste de caminhada dos seis minutos (TC6) e o exame de densitometria óssea (DXA). RESULTADOS: Foram incluídos 25 pacientes fibrocísticos, sendo 56% do sexo masculino. A média de idade foi de 12,3 ± 3,4 anos, altura de 149,2 ± 14,4 cm e peso de 44,4 ± 13,9 kg. A maioria dos dados de função pulmonar e de densidade mineral óssea (DMO) encontrou-se dentro dos limites de normalidade. A média do volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) foi de 92,5 ± 23,6 (% do previsto), capacidade vital forçada (CVF) de 104,4 ± 21,3 (% do previsto) e o escore z da DMO de 0,1 ± 1,0. A DMO correlacionou-se de forma moderada com o VEF1 (r = 0,43; p = 0,03) e com a CVF (r = 0,57; p = 0,003). Em relação à idade cronológica e à idade de diagnóstico...

Determinação da densidade mineral óssea da extremidade distal do rádio-ulna em gatos: correlação entre peso, sexo e idade

Vulcano,Luiz Carlos; Santos,Flávio Augusto Marques dos; Godoy,Carmen Lice Buchmann de
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2008 PT
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Os valores de normalidade da densidade mineral óssea (DMO) da extremidade distal de rádio-ulna em 120 gatos clinicamente saudáveis foram determinados usando-se a técnica de densitometria óptica em imagens radiográficas. Para a padronização da técnica e interpretação da DMO, foi utilizado um programa computacional especialmente desenvolvido para a medida de densidade óptica em imagens radiográficas, que contém a imagem radiográfica da extremidade distal de rádio-ulna, e uma escala de alumínio (penetrômetro), usada como referencial densitométrico, permitindo a medida da densidade mineral óssea do rádio-ulna correspondente ao valor em milímetros da escala. Os valores médios da densidade mineral óssea da extremidade distal do rádio-ulna foram de 1,98 ± 0,52mmAl para os machos e de 1,76 ± 0,41mmAl para as fêmeas. Foram observadas correlações estatisticamente significativas entre a DMO, o peso e a idade dos animais estudados (P<0,0005).

Densidade mineral óssea em crianças talassêmicas: uma experiência brasileira

Vicari,Perla; Correa,Margarida M. P.; Szejnfeld,Vera L.; Figueiredo,Maria Stella; Cavalheiro,Rita de Cássia R.; Yamamoto,Mihoko
Fonte: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular Publicador: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 PT
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A osteoporose, caracterizada por aumento da fragilidade óssea e suscetibilidade a fraturas, é inversamente proporcional ao pico de massa óssea adquirido na infância. Por outro lado, a doença óssea é uma importante causa de morbidade em pacientes portadores de beta-talassemia maior (TM). Apesar de intensamente descrita em pacientes talassêmicos adultos, não existem estudos sobre as alterações de densidade óssea em crianças talassêmicas brasileiras. Foram avaliados 11 pacientes (idade mediana de 10,0, variando de 5 a 12 anos), portadores de TM, e 24 crianças (idade mediana de 9,5, variando de 6 a 12 anos) saudáveis, utilizando medida de emissão dupla de raios-X para avaliar a densidade mineral óssea (DMO). A análise de marcadores bioquímicos tais como concentração de ferritina sérica, cálcio ionizado, fosfatase alcalina, fósforo, albumina, tempo de protrombina e fator V foi realizada. A estatura foi significativamente diferente entre os dois grupos estudados, p<0,05. Os pacientes talassêmicos mostraram valores significativamente inferiores de DMO (mediana 0,61 g/cm²) quando comparados aos indivíduos controles (mediana 0,69 g/cm²), p < 0,05. A relevante perda óssea encontrada na maioria das crianças talassêmicas estudadas reforça a necessidade de identificação e tratamento adequado da osteopenia...

Densidade mineral óssea associada a características físicas e estilo de vida em adolescentes

Fonseca,Romulo Maia Carlos; Oliveira,Ricardo Jacó de; Pereira,Rinaldo Wellerson; França,Nanci Maria de
Fonte: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte Publicador: Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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INTRODUÇÃO: No Brasil, ainda são poucos os estudos que apresentam dados relevantes sobre fatores relacionados às características físicas ou estilo de vida e a densidade mineral óssea (DMO) de adolescentes do sexo feminino. OBJETIVO: Identificar e verificar a contribuição das características físicas e de estilo de vida relacionadas à DMO de adolescentes do sexo feminino. MÉTODOS: A amostra deste estudo foi composta por 329 meninas com idades entre 10 e 20 anos. Como características físicas, foram avaliados: peso corporal, estatura, índice de massa corporal, estágio de maturação sexual, raça e pigmentação cutânea. Já para o estilo de vida, os seguintes fatores foram avaliados: consumo diário de cálcio, nível de atividade física (NAF) e nível socioeconômico (NSE). A densidade mineral óssea (DMO) do corpo inteiro, da coluna lombar e do colo do fêmur foram avaliados pela densitometria óssea. As relações existentes entre variáveis dependentes e independentes foram avaliadas pela correlação de Pearson (r) e regressão múltipla Stepwise (p < 0,05). RESULTADOS: A DMO dos três sítios ósseos tende a aumentar conforme o aumento do peso corporal, estatura, IMC, idade e estágio de maturação sexual (r ≥ 0...

Conteúdo e densidade mineral óssea de adolescentes do sexo feminino

Fonseca,Romulo Maia Carlos; Pereira,Rinaldo Wellerson; França,Nanci Maria de
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2011 PT
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O presente estudo teve como objetivo caracterizar o conteúdo mineral ósseo (CMO) e a densidade mineral óssea (DMO) de adolescentes do sexo feminino de acordo com a faixa etária e o estágio de maturação sexual. A amostra desse estudo foi composta por 329 meninas com idades entre 10 e 20 anos. Foram avaliados o peso corporal, estatura, índice de massa corporal, estágio de maturação sexual, a raça, o consumo diário de cálcio e o tempo dispendido em atividades físicas de intensidades moderada a vigorosa por semana (AFMV). A densidade e o conteúdo mineral ósseo da coluna lombar e do colo do fêmur foram avaliados pela densitometria óssea. As diferenças da DMO e do CMO, de acordo com a idade e a maturação sexual, foram avaliadas por uma análise de variância One-way ANOVA com o teste post-hoc de Tukey (p<0,05). O consumo diário de cálcio reportado pelas adolescentes é inadequado, pois representa uma variação de 26 a 47% do que é recomendado. Por outro lado, o tempo dispendido em AFMV, por semana, foi muito superior ao mínimo recomendado, em todas as idades. Ocorreram diferenças significativas tanto na DMO quanto no CMO das adolescentes no período dos 10 e 14 anos de idade. Além disso, os valores de DMO da coluna lombar e do colo do fêmur das adolescentes pós-púberes foram 58% e 31% maiores...

Densidade Mineral Óssea em Adolescentes Portugueses

Rego, Cada; Guerra, António; Pereira, Jorge; Silva, Diana; Lourenço, Susana; Ramos, Isabel; Santos, Norberto Teixeira
Fonte: Sociedade Portuguesa de Pediatria Publicador: Sociedade Portuguesa de Pediatria
Formato: application/pdf
Publicado em 24/09/2014 PT
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Introdução: A osteoporose é hoje considerada um grave problema de saúde pública nos países desenvolvidos, não só devido ao elevado índice de absentismo ao trabalho que condiciona, mas também aos elevados custos que acarreta. Embora as manifestações clínicas ocorram apenas na idade adulta, a osteoporose é uma doença com início na idade pediátrica, consistindo pois a prevenção na melhor arma terapêutica disponível. Para além de determinantes genéticos, outros factores, nomeadamente endócrinos e ambientais, são responsáveis pela modulação da expressão individual do pico de massa óssea. De entre estes últimos, o cálcio e o exercício físico são os mais apontados como condicionantes do acréscimo de massa óssea registado durante a infância e adolescência. Sendo conhecida no nosso país a situação referente à ocorrência da doença e suas consequências na idade adulta, ela é totalmente desconhecida no que respeita à população adolescente. É assim objectivo do presente trabalho caracterizar transversalmente o estado de mineralização óssea de uma população de adolescentes portugueses.População e métodos: Foram avaliados 200 adolescentes.Protocolo de estudo: avaliação nutricional e da maturidade sexual (Tanner)...

Efeitos da atividade física sobre densidade mineral óssea de mulheres saudáveis na pré-menopausa; Physical activity effects on bone mineral density of healthy women in pre-menopause

Silva, Cristiane F.F.; Rodrigues, Elaine S.C.; Natali, Antônio J.; Lima, Luciana M.
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 30/06/2014 POR
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Modelo de estudo: Revisão sistemática da literatura.Objetivo: A atividade física representa um importante estímulo ao aumento da densidade mineral óssea (DMO). Como a resistência dos ossos está associada tanto a DMO, quanto a microestrutura e propriedades do material, melhorias na massa óssea são importantes na prevenção de osteoporose na idade mais avançada. Apesar de muitos estudos sobre o tema, não existe consenso sobre qual seria o melhor tipo de atividade física, intensidade e frequência para melhorias na osteogênese e promoção do ganho de DMO. O objetivo deste estudo foi investigar os tipos de atividades físicas com melhor efeito osteogênico de aumento da DMO em mulheres saudáveis na pré-menopausa.Metodologia: Realizou-se levantamento bibliográfico de artigos científicos nas bases de dados Pubmed e Direct Science publicados nos últimos dez anos. Foram selecionados estudos controlados com exercícios de alto impacto e resistido. Utilizou-se análise sistematizada dos artigos selecionados.Resultados: Foram incluídos 15 artigos nesta revisão, os quais foram separados em dois grupos, conforme o tipo de exercício. Foi realizada análise comparativa de metodologias utilizadas e resultados alcançados. Constatou-se maior eficiência do protocolo de exercício de alto impacto...

Determinação e padronização dos valores normais da densidade mineral óssea (DMO) do carpo acessório de eqüinos em crescimento da raça puro sangue inglês (PSI) por meio da densitometria óptica em imagem radiográfica; Determination and padronization of normal values of bone mineral density (BMD) of the acessory carpus bone in young Thoroughbred horse using optical densitometry in radiographic image

Vulcano, Luiz Carlos; Santos, Flavio Augusto Marques dos
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2003 ENG
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Em 12 fêmeas e 12 machos da raça Puro Sangue Inglês com idade média de 12 meses, avaliou-se os valores normais da densidade mineral óssea do carpo acessório em milímetros de alumínio (mmAl) até o momento do fechamento completo da epífise distal do rádio, por meio do método de densitometria óptica em imagens radiográficas. A avaliação foi realizada por meio de um programa computacional (software) especialmente desenvolvido para medida de densidade óptica em filmes de raios-X, o qual contém a imagem radiográfica do osso carpo acessório, região de partes moles adjacente ao carpo acessório e os degraus de uma escala de alumínio (phatom), que permitiu a medida de densidade mineral óssea, sendo esta a média aritmética da região de interesse determinada no osso carpo acessório correspondente ao valor em milímetros da escala. Os valores da densidade mineral óssea em mmAl do acessório do carpo em função da idade não apresentaram diferenças entre os sexos (p=0,86) permitindo que uma equação de reta fosse ajustada para ambos os sexos (densidade mineral óssea (DMO) mmAl = 3.109 + 0,056 x idade em meses), na faixa etária estudada.; The bone mineral density (BMD) of the accessory carpus bone was measured (in aluminum milimeters - mmAl) in 12 female and 12 male thoroughbred horses aging from 12 months old until the moment of complete closure of the radio distal epiphysis...

Effects of rhytmic gynnastics on bone mineral density in pre-puberal adolescents; Efeitos da prática da GRD sobre a densidade mineral óssea em adolescentes pré-púberes

Segura, Dora de Castro Agulhon; Mestrado em Engenharia de Produção. Área Ergonomia, EPS/CTC/UFSC
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; "Artigo Não Avaliado por Pares"; Descritiva Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 20/06/2006 POR; ENG
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O objetivo do estudo foi analisar os efeitos da prática da GRD sobre a densidade mineral óssea em adolescentes pré-púberes. Participaram do estudo 15 meninas, com idade de 13 anos, atletas de GRD, iniciantes na modalidade e não-praticantes de treinamento físico. Foram incluídas na amostra as adolescentes que tiveram maior homogeneidade com as atletas em relação à idade e maturação sexual. Para obtenção dos dados referentes à prática da atividade física e ingestão calórica utilizou-se um recordatório alimentar e um recordatório de atividades físicas. Para mensuração dos dados antropométricos foi utilizada uma balança tipo Filizola elétrica, um estadiômetro e um compasso de pregas cutâneas Lange. A densidade mineral óssea foi realizada através do DEXA, com densitômetro da marca Lunar, modelo DPX, na região da coluna lombar (L2-L4). Para tratamento dos dados utilizou-se a estatística descritiva (média, desvio-padrão, valores mínimo e máximo) e inferencial (análise de variância – ANOVA). Em casos de diferença estatística foi realizado o teste de Tukey. Pelas evidências encontradas neste estudo, pode-se concluir que: 1) a ingestão calórica, bem como a ingestão de cálcio, estão abaixo das recomendações diárias; 2) as variáveis antropométricas (peso...

Bone mineral density and content in adolescent girls. DOI: 10.5007/1980-0037.2011v13n5p354; Conteúdo e densidade mineral óssea de adolescentes do sexo feminino. DOI: 10.5007/1980-0037.2011v13n5p354

Fonseca, Romulo Maia Carlos; Universidade Católica de Brasília. Programa de Pós-Graduação em Educação Física, Brasília, DF. Brasil; Pereira, Rinaldo Wellerson; Universidade Católica de Brasília. Programa de Pós-Graduação em Educação Físic
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC. Brasil
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; "Avaliado por Pares",; Descreptive; Avaliado por Pares; Descritiva Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 26/08/2011 ENG
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The aim of the present study was to characterize bone mineral density (BMD) and content (BMC) in Brazilian adolescent girls according to age and pubertal stage. A total of 329 girls ranging in age from 10 to 20 years participated in this study. Body weight, height, body mass index, pubertal stage, race, daily calcium intake, and time spent per week performing moderate to vigorous-intensity physical activity (MVPA) were evaluated. Lumbar spine and femoral neck BMD and BMC were assessed by dual-energy x-ray absorptiometry. One-way ANOVA with Tukey post-hoc test was used to identify differences in bone mass between ages and pubertal stages (p≤0.05). The daily calcium intake reported by the adolescents was inadequate, corresponding to only 26-47% of the recommended allowance (1,300 mg/day). On the other hand, weekly MVPA was higher than that recommended for adolescents. Significant differences in BMD and BMC were observed for girls aged 10-14 years. In addition, lumbar spine and femoral neck BMD was 58 and 31% higher in postpubertal girls, respectively, when compared to prepubertal adolescents.; O presente estudo teve como objetivo caracterizar o conteúdo mineral ósseo (CMO) e a densidade mineral óssea (DMO) de adolescentes do sexo feminino de acordo com a faixa etária e o estágio de maturação sexual. A amostra desse estudo foi composta por 329 meninas com idades entre 10 e 20 anos. Foram avaliados o peso corporal...