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Genealogia da crítica da cultura: um estudo sobre a Filosofia das formas simbólicas de Ernst Cassirer; The genealogy of the critic of culture: a study on The philosophy of the symbolic forms of Ernst Cassirer

Garcia, Rafael Rodrigues
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 15/10/2010 PT
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85.88%
O presente trabalho tem por objetivo apresentar as principais questões envolvidas no projeto da Filosofia das Formas Simbólicas de E. Cassirer, nome da obra considerada sua maior contribuição para a história da filosofia. Abordamos as questões epistemológicas e contextuais que motivam a elaboração da obra, sua estrutura e seus principais postulados metodológicos para, finalmente, entendermos os resultados de sua proposta, qual seja, transformar a crítica da razão iniciada por Kant numa crítica da cultura humana, entendendo por esta última o conjunto de todas as manifestações do espírito em sua atividade, caracterizada como um processo de autolibertação em relação à imediaticidade da vida. Para tanto, são apontados os principais interlocutores de Cassirer ao longo do desenvolvimento de seu programa filosófico, bem como as tendências filosóficas em relação às quais o filósofo quer marcar posição.; This text aims to show some of the main issues involved in the Project of The Philosophy of the Symbolic Forms of Ernst Cassirer, name of the work which turns out to be considered as his major contribution to the history of Philosophy. We dealt with epistemological and contextual issues that motivate the elaboration of Cassirers work...

Max Stirner como crítico da modernidade: entre dialética do esclarecimento e crítica radical da razão; Max Stirner as a critique of modernity: between dialectic of enlightenment and radical critique of reason

Otenio, Erinson Cardoso
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/05/2013 PT
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76.14%
Este trabalho teve por propósito abordar a filosofia de Max Stirner sob a perspectiva de que em seus textos os elementos delineadores do discurso filosófico moderno, dialética do esclarecimento e crítica radical da razão, convergem em uma crítica peculiar da modernidade em seu todo. Pode-se dizer que se, por um lado, tal crítica se encontra em continuidade com a filosofia jovem hegeliana, por outro, apresenta-se enquanto uma espécie de culminação antitética da mesma, colocando-se assim como que ao lado da tradição da crítica radical da razão que remonta a Nietzsche. Segundo essa nossa proposta interpretativa, aí se esboçaria um discurso filosófico da modernidade cuja peculiaridade seria de ora se assemelhar a uma, ora a outra forma de crítica que é feita à racionalidade centrada no sujeito. A análise dos textos de Stirner que então aqui se propõe visa mostrar como tal discurso se constitui e como o filósofo tem a intenção de levá-lo a um ponto culminante de onde não pode prosseguir seu rumo sem negar seus pressupostos. Isso demonstraria que a filosofia stirneriana não participa do discurso filosófico da modernidade como uma tentativa fracassada de sair dele, senão que o afirmaria enquanto momento necessário capaz de nos colocar diante de um novo limiar histórico. A crítica da modernidade que Stirner realiza quer assim...

Discurso propedêutico de Kant diante da recepção da Crítica da Razão Pura; Kants propaedeutic discourse in face of the reception of Critique of Pure Reason

Ferreira, André Luís Doneux
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 08/08/2013 PT
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O objetivo central proposto nesta dissertação é investigar como a recepção da primeira edição da Crítica da razão pura ressoa no corpus dos textos dedicados à preparar o leitor para a compreensão da obra, ou seja, como Kant reconstitui seu discurso propedêutico em relação à Crítica da razão pura a partir dos referenciais oferecidos pelos juízos do público sobre a obra publicada em 1781. O corpus, portanto, está delimitado aos três textos cuja tarefa propedêutica ou seja, a referida preparação prévia do leitor é claramente influenciada pela recepção da Crítica da razão pura. São eles: Prolegômenos a toda metafísica futura que queira apresentar-se como ciência; a Introdução à Crítica da razão pura em sua segunda edição; o Prefácio à segunda edição desta mesma obra. Esta problemática aparentemente técnica é tomada como mote para a realização de uma leitura da posição de Kant frente a acontecimentos marcantes no contexto filosófico e político dos anos seguintes à publicação da primeira edição da Crítica da razão pura marcadamente, a Pantheismusstreit e a mudança no trono prussiano em 1786, a qual, frequentemente, é tomada como causa da suposta recaída no dogmatismo, que seria observada na segunda edição da Crítica da razão pura. Não obstante...

A questão da possibilidade da liberdade na Crítica da Razão Pura : uma interpretação de B 560 e B 586

Fagherazzi, Onorato Jonas
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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96.13%
É inegável que as passagens B 560 e B 586 da Crítica da Razão Pura sejam paradoxais. Isso porque, embora Kant tenha afirmado haver uma possibilidade da liberdade na solução da terceira antinomia (B 560), de forma aparentemente contraditória a esse resultado, alega, numa passagem da nona seção do segundo capítulo do segundo livro da dialética transcendental, sequer ter tido o problema de demonstrar a possibilidade daquele conceito. Esse problema, correlato à dificuldade de compatibilizar- se aquelas passagens, é a causa motriz do engendramento deste texto dissertativo. Logo, por meio dele, busca-se explicar por que razão tais passagens não são contraditórias. Não o são, porque a acepção do termo “possibilidade” nelas empregadas é ambígua, ou seja, possui mais de um significado. Como veremos, distinguindo o significado dos conceitos de possibilidade aí envolvidos, pode-se defender uma possibilidade lógica da idéia transcendental da liberdade enquanto númeno. Mas seria tal possibilidade lógica do conceito da liberdade transcendental um princípio regulativo? Que princípio regulativo seria ele? Ao se analisar esse segundo problema dissertativo, delimitando-se a segunda questão à relação da possibilidade da liberdade com os princípios regulativos em seu uso empírico...

O caminho crítico da Grundlegung à Crítica da Razão Prática; The critical path from Grundlegung to the critique of practical reason

Chagas, Flávia Carvalho
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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Este trabalho pretende investigar como Kant resolve o problema da fundamentação de um princípio moral universalmente válido baseado na hipótese de que o ser racional humano tem consciência do mesmo de um modo necessário ou a priori. Para tanto, é preciso, num primeiro momento, deixar claro que esta tese se sustenta melhor se nós fizermos um outro tipo de leitura - não muito comum - dos textos nos quais Kant aborda este problema, a saber, a KpV e a Grundlegung. Com esta mudança na estratégia de leitura, a qual consiste em partir da tese exposta na KpV da realidade e da necessidade prática da consciência moral para a tematização da III Seção da GMS, o objetivo do primeiro capítulo consiste em mostrar como Kant consegue assegurar um lugar sistemático possível e coerente para o conceito de liberdade transcendental. Com base na exposição da possibilidade teórica da idéia da liberdade transcendental, no segundo Capítulo pretende-se mostrar como Kant estabelece propriamente a fundamentação de um princípio transcendental para a moralidade baseada na figura do único fato a priori da razão. Nesta parte do trabalho o objetivo central é mostrar como deve ser entendida esta figura do fato da razão. Assim, parecenos que a consciência da lei moral não deve ser entendida 1) como um conhecimento da razão teórica-especulativa...

Do individual ao coletivo na critica da razão dialetica de Sartre : perspectivas educacionais

Cassio Donizete Marques
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 14/02/2007 PT
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A Crítica da Razão Dialética de Jean-Paul Sartre constitui o objeto de estudo central desta tese. Nela se procurou analisar especificamente a discussão que Sartre trava quando da passagem do individual ao coletivo e, após levantamento e compreensão das principais categorias envolvidas nesta discussão, promover uma possível aproximação com a filosofia da educação. Aproximação que retratou a leitura e as reflexões do autor do trabalho e não as de Sartre, uma vez que ele próprio nada escreveu sobre educação. Na ótica de Sartre, o marxismo, posteriormente a Karl Marx, acabou transformando-se numa interpretação mecânica da realidade, deixando a própria dialeticidade, aspecto central para Karl Marx, em segundo plano. O indivíduo, a subjetividade e até mesmo a racionalidade acabariam sobrepostos por uma totalidade objetiva e transcendente. Para Sartre, contudo, não há nenhum a priori que possa determinar a existência e a história. Ao analisar a passagem do individual ao coletivo Sartre, fiel à liberdade plena do indivíduo, um dos pontos centrais de sua filosofia, não reconhece a existência ontológica do coletivo. Ele é o resultado da livre práxis individual e só existe quando, num ato livre, cada qual age diante do prático-inerte e da rareté...

A Natureza das Coisas e as Coisas da Natureza. Um estudo da Crítica da Razão Pura

Borges-Duarte, Irene
Fonte: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Publicador: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Tipo: Livro
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A questão kantiana da Natureza enquadra-se no marco da filosofia crítica: a determinação das condições de possibilidade de todo o conhecimento objectivo e, em geral, de toda a relação – seja cognoscitiva, prática ou estética – entre o sujeito racional e as suas representações. Neste sentido, o termo “natureza” aparece sempre como correlato de uma instância da racionalidade, tanto ao nível meramente lógico (Ich denke), como ao nível práxico (vontade racional livre), no que se pre-figura como uma delimitação fenomenológica avant la lettre. É “natureza” tudo aquilo que, no seu conjunto, é conhecido e entendido pelo eu penso, e é “na natureza” que há-de efectuar-se a acção da Razão pura prática. Entre estes dois pólos estende-se o campo teórico em que o conceito se define, desde a sua formulação mais estrita na Crítica da Razão Pura, enquanto Natur überhaupt, até à concepção ampla e dinâmica da Crítica do Juízo, aparentemente inconciliável com a primeira, na qual o necessitarismo causal é superado por um organicismo global, laço de união entre os mundos do determinismo e da liberdade e, por conseguinte, entre a filosofia teórica e prática, constituindo assim uma chave da própria unidade do sistema da filosofia transcendental kantiana e a sua culminação superadora do Iluminismo. Circularmente...

O conceito de realidade na Crítica da Razão Pura

Luz, José Luís Brandão da
Fonte: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa Publicador: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2006 POR
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Participou no Colóquio Internacional «Kant 2004: Posteridade e Actualidade», realizado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e na Universidade de Évora, de 25 a 27 de Novembro de 2004, por ocasião do 2.º centenário da morte de Kant.; A análise do «uso puro do entendimento» foi enunciada por Kant como sendo «a tarefa de uma filosofia transcendental». Pretendemos perceber este programa da crítica kantiana a partir da formulação que conheceu antes da Crítica da Razão Pura e ver, em seguida, como esta obra o desenvolveu, através duma lógica de identificação dos elementos que permitem pensar a experiência. A tensão que as referências à realidade produzem no conhecimento, mantendo-o em permanente reajustamento, irá procurar apoio na noção de «objecto em geral». Todavia, a origem transcendental desta noção acabará por deixar obscuros os seus propósitos de articulação da realidade.

A crítica da razão em Michel de Montaigne

Ferreira, Florivaldo Floriano
Fonte: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa Publicador: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /03/2012 POR
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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Filosofia; O trabalho que se segue é uma leitura e comentário do capítulo “Apologie de Raymond Sebond”, Livro II, 12, de Michel de Montaigne. Trata-se de apresentar a crítica da razão abordada pelo autor. Com o pretexto de defender as ideias de Sebond, que em sua obra Teologia naturalis, de quem tinha traduzido do latim para o francês, que encontrava os fundamentos da fé na razão e punha o homem no primeiro nível da criação, o ensaísta apresenta de facto um pensamento muito pessoal. Recusa-se a dar valor à razão e põe o homem no mesmo nível dos animais. Vai sustentar a tese de que a razão não tem um valor de absoluta superioridade, conturbando desta forma, toda a tradição filosófica que depositava toda a confiança na razão, sobretudo como instrumento do conhecimento. Esta dissertação é desenvolvida em quatro etapas. A primeira, abordará brevemente a concepção antropológica que subjaz na “Apologie”; em segundo lugar, pretende-se perceber com maior clarividência os motivos que levaram o autor a criticar a razão que é instrumentalizada na tarefa de justificação das chamadas verdades religiosas; em terceiro lugar...

A função transcendental do Gemüt na Crítica da razão pura

Rohden,Valerio
Fonte: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG Publicador: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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86.04%
O Gemüt (ânimo) é aqui apresentado numa dupla perspectiva: de um lado, como faculdade geral de representações (cf. o quadro ao final do texto) e, de outro, como princípio de unificação das faculdades de conhecimento, especialmente de entendimento e sensibilidade, na Crítica da razão pura. Num e noutro caso, a referência ao Gemüt envolve uma relação aberta do conhecimento com as demais faculdades. É por isso que a razão, sendo vista em analogia com um organismo, articula o conhecimento com um todo humano, que remete à quarta pergunta, introduzida na Lógica, "que é o homem?", à qual podem se reduzir todas as demais. Assim homem e Gemüt se equivalem. O ânimo humano, admitido na Crítica da faculdade do juízo como princípio da vida, sobretudo pela vinculação com o corpo, torna propícia a evocação dos versos de Goethe, que contrapõem teoria e a vida enquanto uma árvore, no primeiro Fausto. Mas não se trataria de opor teoria e vida, como o reconheceu mais tarde o poeta, e sim de redescobrir seu estreito e fecundo vínculo, também no nível da produção do conhecimento humano.

Mors tua vita mea : elementos para uma reflexão sobre o problema do racismo de Estado a partir da crítica da razão governamental de Michel Foucault

Regina Ody Bernardes, Célia; Jader de Magalhães Melo, Fernando (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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O racismo de Estado é estudado por Michel Foucault como um dos paradoxos do biopoder: o dispositivo que garante a função assassina do Estado em um regime de poder que se exerce sobre a vida. A genealogia do racismo se desenvolve enquanto fragmento da ontologia histórica do presente no contexto da crítica da razão governamental, atividade filosófica que se ocupa da análise dos tipos de racionalidade (histórica) que informam os mecanismos pelos quais o Estado dirige a conduta dos homens e, ao mesmo tempo, das possibilidades de sua superação. A questão é uma possível via de acesso a uma compreensão mais aguda do modo contemporâneo de exercício do poder, o que introduz, no domínio da vida, o corte entre o que deve viver e o que deve morrer, de acordo com o princípio segundo o qual a morte do outro implica o fortalecimento biológico de si próprio na medida em que se é membro de uma população, elemento de uma pluralidade unitária e viva. O problema das resistências frente aos totalitarismos é enfrentado a partir da introdução da noção de governamentalidade, através da qual Foucault incorpora a questão da constituição do sujeito autônomo à problemática das relações entre saber e poder, perspectiva a partir da qual o sujeito assujeitado da analítica do poder cede lugar ao sujeito agente da estética da existência. E é neste plano...

Da liberdade transcendental à liberdade prática: a transição da crítica da razão pura para a crítica da razão prática

Orben, Douglas João
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
PORTUGUêS
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Com o propósito de apresentar a transição filosófica da liberdade teórica à liberdade prática em Kant, a presente dissertação centra-se na Crítica da razão pura (Dialética Transcendental, sobretudo) e na Crítica da razão prática. Na tentativa de superar uma leitura que reduz o escopo da primeira Crítica à delimitação do conhecimento possível, pretende-se demonstrar a naturalidade transcendental bem como a relevância sistemática que as ideias metafísicas assumem já na filosofia teórica. A partir daí, a discussão enfoca o conceito de liberdade transcendental, o qual se apresenta como não contraditório para a razão especulativa, podendo ser pensado sem contradizer as rigorosas leis naturais. Ao apaziguar o conflito entre uma causalidade espontânea (livre) e a causalidade fenomênica (determinada), visualizam-se as condições para a edificação do âmbito prático, mediante a possibilidade de um domínio incondicionado, assegurado pela liberdade teórica. Neste sentido, a despeito da autossuficiência da filosofia prática kantiana, a mesma não é indiferente aos resultados alcançados pela razão teórica, pois é através destes que o empreendimento moral ganha legitimidade investigativa. Por outro lado...

Formação cultural e moral: a crítica da razão; Cultural and moral formation : a critique of reason

Resende, Maria do Rosário Silva; Roure, Susie Amâncio Gonçalves de
Fonte: Cristóvão Giovani Burgarelli Publicador: Cristóvão Giovani Burgarelli
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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v.37,n.1,p.147-159,jan./jun. 2012.; No presente artigo o objetivo é refletir sobre a relação entre moral, razão e emancipação na sociedade contemporânea. Interessa-se, sobretudo, em confrontar a ideia de moralidade à premência de uma crítica da razão no sentido da busca pelo esclarecimento e pela autonomia, segundo o referencial da Teoria Crítica da Escola de Frankfurt. Entende-se que discutir sobre a perspectiva da ética no contexto da sociedade que se institui a partir da modernidade torna-se um passo fundamental para a apreensão das possibilidades de um processo formativo que permita a superação da heteronomia intelectual e moral do homem contemporâneo. _______________________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT _______________________________________________________________________________________________________________________ This paper set out to reflect on the relationship between morality, reason and emancipation in contemporary society. It is mainly interested in confronting the idea of morality with the urgency of a critique of reason in the sense of searching for enlightenment and autonomy, using the Critical Theory of the Frankfurt School as a reference. It is understood that discussing the perspective of ethics in a society based on modernity is an essential step towards understanding the possibilities of a formation process which leads to overcoming the intellectual and moral heteronomy of contemporary man.; Programa de Apoio às Publicações Periódicas Científicas (PROAPUPEC) da UFG

Crítica da razão pura: uma crítica à metafísica. 19/05/2009

Piza, Suze
Fonte: Universidade Metodista de São Paulo Publicador: Universidade Metodista de São Paulo
Tipo: Trabalho em Andamento
OTHER
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Proporcionar atividades que favoreçam a apropriação de conceitos essenciais ao estudo da crítica à metafísica realizada por Kant. A base do trabalho está focada na obra Crítica da razão pura. Link teleaula: http://www.umesp.edu.br/ead/1-2009/fil/030/suze_1905/video.swf

A liberdade pratica na critica da razão pura de Kant : o problema da compatibilidade entre a solução critica da terceira antinomia e o canone; Practical freedom in the critique of pure reason : the problem of compatibility between the critical resolution of the third antinomy and the canon

Fabiano Queiroz da Silva
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/03/2010 PT
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86.01%
Ao afirmar no Cânone da Crítica da Razão Pura: "A liberdade prática pode ser provada por experiência" (Die praktische Freiheit kann durch Erfahrung bewiesen werden) (KrV, A 802/ B 830), Kant impõe ao intérprete uma série de dificuldades com respeito aos conceitos de "liberdade" e de "experiência" que outrora apresentou na Terceira antinomia, pois mediante o conflito antinômico e sua solução crítica, apenas provou que a liberdade é logicamente possível por poder ser pensada em outro domínio que não o fenomênico, não podendo, portanto, ser provada por experiência. Nesse sentido, apresenta-se um aparente problema de compatibilidade, que diria, por ora, semântico; apresentarei duas correntes possíveis de soluções: a solução lógica, isto é, de uma resolução do problema mediante a verificação da compatibilidade ou incompatibilidade conceitual; e a solução genética, ou seja, de uma resolução do problema por meio de considerações baseadas nos diferentes períodos de produção do texto kantiano. Contudo, desenvolverei, como hipótese principal, a leitura semântica --- uma das soluções lógicas proposta por Loparic. Em tal leitura, defende-se que o impasse entre a solução crítica da Terceira antinomia e o Cânone surgiu pelo fato de Kant não dispor um domínio de sensificação distinto da experiência cognitiva...

O juízo como subordinação intensional e a Analítica Transcendental da Crítica da Razão Pura

Godoy, Evandro C.
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
POR
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Interpretações com diferentes nuances têm sido oferecidas para a concepção de juízo enunciada na Crítica da Razão Pura, mas, grosso modo, pode-se classificálas sob duas linhas gerais, a interpretação analítica e a interpretação a partir de Port-Royal. Ambas as linhas interpretativas, entretanto, se identificam na tese de que no juízo são também subordinadas representações singulares. Esta concepção, designada de interpretação extensional do juízo, leva de modo geral a uma leitura pouco caridosa da obra. A finalidade deste texto é propor e esboçar a defesa de outro modo de conceber o juízo pautado pelas seguintes teses: i) intuições e conceitos não se relacionam no ou pelo juízo; ii) a relação extensional não é suficiente para a determinação de qual conceito é superior ou inferior (gênero ou espécie) e iii) a relação que estabelece a série intensional do conceito determina a hierarquia superior/inferior e por isto é a relação de maior relevância cognitiva. Fazendo frente à concepção extensional, a proposta aqui defendida é designada de interpretação intensional e demanda que a distinção entre intuições e conceitos seja levada às últimas consequências. A potência elucidativa e a conformidade com o texto desta abordagem do juízo mostram-se pela possibilidade de compatibilização das diferentes partes da Analítica transcendental...

A imputabilidade moral na Crítica da Razão Pura; The moral imputability in Critique of Pure Reason

Pavão, Aguinaldo
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 24/12/2000 POR
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Este artigo analisa o tratamento dado por Kant na Primeira Crítica à imputabilidade moral, concentrando-se basicamente na III parte do capítulo II do livro segundo da Dialética Transcendental, denominado "Solução das idéias cosmológicas da totalidade da divisão dos eventos a partir das suas causas". Nesta parte da Crítica da Razão Pura, Kant apresenta, dentro de sua estratégia argumentativa que visa resolver o problema da terceira antinomia, a distinção entre o caráter empírico e caráter inteligível. A partir da dupla maneira de consideração do sujeito agente, procura-se entender a tese de Kant sobre a imputabilidade moral. É questionada a posição de Kant defendida em B 583 de que um juízo de imputação requer o desprezo pelas condições empíricas, sejam estas internas ou externas.; The article analyzes the treatment given for Kant in the First Critical to the moral imputability, concentrating basically in III part of chapter II of the book second of the Transcendental Dialetic, called "Solution  of the cosmological ideas of the totality of the division of the events from its causes". In this part of the Critique of Pure Reason, Kant presents, inside of its argumentativa strategy that aims to decide the problem of the third antinomy...

Razão e conhecimento: a questão das ideias no Apêndice à dialética transcendental da Crítica da Razão Pura; Reason and knowledge: the problem of ideas in the Appendix to transcendental dialetic of the Critique of Pure Reason

Barreto, André Assi
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/11/2015 PT
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O objetivo desta dissertação é problematizar o papel exercido pelas ideias da razão da formulação do conhecimento, isto é, mostrar como as ideias contribuem para que seja possível conceber a natureza como uma totalidade sistemática cognoscível, bem como para que seja possível uma experiência sistemática que confira sentido ao ato conceitualizador do entendimento e à atividade científica como um todo, algo que, conforme defendemos, depende inevitavelmente que seja possível pensar o mundo como algo organizável. Na Crítica da Razão Pura Kant afirma que o conhecimento começa com intuições, passa por conceitos e termina com ideias e ainda que toda ciência tem uma ideia por base, de forma que, o que fazemos na primeira parte do texto, é justamente aclarar a natureza mesma das ideias, de forma que não paire dúvida sobre o que são, bem como procuramos enfrentar as objeções de alguns comentadores sobre a necessidade do emprego das ideias para o estabelecimento de conhecimento seguro. Na segunda parte analisamos o primeiro momento do Apêndice, localizando ali a questão aqui travada e mostrando como Kant estabelece os usos adequados para as ideias da razão de forma que os velhos erros da metafísica não sejam ressuscitados e por fim...

Kant e a ideia de uma história universal no contexto da Crítica da Razão Pura

Klein, Joel Thiago; UFRN
Fonte: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem Publicador: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 12/09/2015 POR
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É opinião corrente entre intérpretes de Kant que a história universal não se funda sobre uma teoria mecânica e constitutiva da natureza, mas sim sobre um uso regulativo das ideias da razão. O que ainda permanece em aberto é como e em que medida a capacidade reflexiva de julgar ou o uso regulativo das ideias na filosofia da história está relacionado com o uso teórico ou com o uso prático da razão. Este artigo defende que o ensaio Ideia de uma história universal com um propósito cosmopolita se legitima essencialmente a partir de um interesse prático ao invés de um interesse teórico da razão. Como resultado, a ideia de uma historia universal é válida e útil apenas para o campo do agir e não para o campo do conhecimento. Abstract It is a common opinion among Kantian scholars that universal history is not grounded in a constitutive and mechanical theory of nature but is based, instead, on the regulative use of the ideas of pure reason. What remains under debate is how and to what extent the reflective capacity to judge or the regulative use of ideas in the philosophy of history is related either to the theoretical or to the practical use of reason. This paper defends that Kant's essay Idea for a universal history with a cosmopolitan aim establishes its legitimacy essentially in that practical rather than a theoretical interest of reason. As a result...

Os problemas da razão pura e a semântica transcendental

Loparic, Zeljko
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 30/11/2005 POR
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O presente artigo tem como objetivo mostrar que a teoria kantiana da possibilidade de juízos a priori, o conteúdo essencial da sua crítica da razão pura, foi elaborada no intuito de garantir a solubilidade dos problemas necessários da razão pura e que essa teoria pode ser interpretada como uma semântica transcendental (a priori). The problems of pure reason and the transcendental semantics Abstract This article aims at showing that Kant´s theory of possibility of a priori judgments, which is the essential content of his critique of pure reason, was elaborated in order to guarantee the solubility of necessary problems of pure reason and that this theory can be interpreted as atranscendental semantics.