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Estudos epidemiológicos da ferrugem do eucalipto causado por Puccinia psidii em plantios irrigados

Santos, Carlos André Gaspar dos
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: vii, 66 f. : il. color, grafs., tabs.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Agronomia (Proteção de Plantas) - FCA; A ferrugem do eucalipto é uma das doenças que mais tem preocupado o setor florestal nos últimos anos, principalmente pelo aumento de sua ocorrência no território nacional e pelos danos causados. Novas informações sobre a influência do clima, tratos culturais, análise espacial, análise temporal e danos ocasionados, possibilitam a evolução do manejo integrado desta doença, tornando-o mais eficiente, econômico e sustentável. Apesar de alguns grupos de pesquisadores terem desenvolvido importantes trabalhos sobre o assunto, outras informações a respeito da epidemiologia da doença são necessárias para o seu melhor entendimento. Os objetivos do presente trabalho são: a) comparar o índice de infecção no macroclima (região) e microclima (local) com manejo irrigado; b) analisar o melhor modelo para a curva de progresso de doença; c) fazer a análise espacial em linha de plantio e temporal; d) avaliar a influência da umidade do solo e do sombreamento sobre a incidência e severidade da doença; e) avaliar os danos causados pela doença. Para comparação dos índices de infecção, utilizou-se um modelo matemático proposto em literatura...

Efeito do tratamento de sementes com fungicida sobre o controle de doenças na parte aérea do trigo

Picinini,Edson Clodoveu; Fernandes,José Maurício Cunha
Fonte: Sociedade Brasileira de Fitopatologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2003 PT
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O controle das doenças foliares do trigo (Triticum aestivum) através do tratamento de sementes foi avaliado em Passo Fundo, RS em 1999. A cultivar usada no experimento foi OR 1, conhecida por sua suscetibilidade ao oídio e à ferrugem da folha. Todos os fungicidas diferiram (p > 0,05) da testemunha, não tratada em rendimento de grãos (REND) e peso do hectolitro (PH). Os maiores rendimentos foram obtidos nos tratamentos fluquinconazole + procloraz nas doses de 250,0 g + 51,0 g e 125,0 g + 25,0 g (2.943 kg/ha e 2.864 kg/ha), 132 e 125 %, respectivamente, superiores ao rendimento da testemunha (1.270 kg/ha). Os fungicidas triazóis indicados pela pesquisa (triticonazole, difenoconazole e triadimenol) produziram 1.908 kg/ha, 1.821 kg/ha e 1.815 kg/ha, respectivamente e não diferiram entre si. Não foram observados efeitos fitotóxicos dos tratamentos de sementes com os diferentes fungicidas e doses em teste. O controle do oídio (Blumeria graminis f. sp. tritici) e da ferrugem da folha (Puccinia triticina) foi efetivo até aos 98 DAE (dias após a emergência), a partir do qual atingiu-se o limiar indicado para pulverização na parte aérea recomendado. Aos 108 DAE os fungicidas começaram a perder a persistência e aos 118 DAE...

Espaçamento entre linhas e severidade da ferrugem-asiática da soja

Roese,Alexandre Dinnys; Melo,Carlos Lasaro Pereira de; Goulart,Augusto César Pereira
Fonte: Grupo Paulista de Fitopatologia Publicador: Grupo Paulista de Fitopatologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 PT
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No Brasil, a cultura da soja é tradicionalmente semeada em linhas espaçadas de 45 cm a 50 cm. Alterações nesse espaçamento podem mudar o micro clima e a eficiência de aplicação de fungicidas. Este trabalho teve como objetivo estudar a influência de diferentes espaçamentos na severidade da ferrugem-asiática e na produtividade das cultivares de soja BRS 256 RR, BRS 246 RR e BRS 318 RR, respectivamente nas safras 2007/2008, 2009/2010 e 2010/2011. Foram avaliados quatro espaçamentos entre linhas (35, 45, 55 e 65 cm), com e sem aplicação de fungicida na parte aérea das plantas. Confirmou-se a eficiência do fungicida no controle da doença nas três safras e observou-se que o espaçamento entre linhas não foi significativo para nenhuma variável avaliada na primeira safra do experimento, quando a doença iniciou antes do florescimento. Na segunda e terceira safras, quando a doença iniciou no florescimento pleno e a severidade final foi menor que na primeira safra, o espaçamento entre linhas influenciou a produtividade nas parcelas sem fungicida da cultivar BRS 246 RR (na segunda safra) e a severidade da doença na cultivar BRS 318 RR (na terceira safra).

Relato de elaboração do sistema de produção de mandioca para o Extremo Sul da Bahia.

SILVA, J. da; OLIVEIRA, A. M. G.; DINIZ, M. de S.; CARDOSO, C. E. L.; RODRIGUEZ, M. A. D.; NORONHA, A. C. da S.; FERREIRA FILHO, J. R.; SANTOS, V. da S.
Fonte: Revista Raízes e Amidos Tropicais, Botucatu, v. 5, p. 539-540, jul. 2009. Publicador: Revista Raízes e Amidos Tropicais, Botucatu, v. 5, p. 539-540, jul. 2009.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
PT_BR
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Utilizando-se metodologias participativas de grupo focal, em outubro de 2007, foram realizadas visitas técnicas e painéis a fim de organizar as demandas de produtores e técnicos da região, objetivando a elaboração de sistema de produção de mandioca para a Região Extremo Sul da Bahia. Observou-se que a maior parte da mandioca produzida é originária da agricultura familiar, com quadro agrário de propriedades com área média variando de 10 a 20 ha. A mandioca, presente em todos as glebas, ocupa uma área em torno de 3,0 ha, com produtividades entre 12 a 15 t ha-1. Cultivam a mandioca consorciada com milho e feijão e, em menor freqüência, com amendoim e quiabo. O milho e o feijão são cultivados visando ao consumo próprio e à venda do excedente, são semeadas nas entrelinhas das plantas de mandioca, em até duas épocas no ano (abril e setembro), utilizando-se apenas a adubação de plantio. Preferencialmente, esses plantios ocorrem no mês de abril, início das chuvas, de forma que o milho é colhido verde e comercializado no período das festas juninas. Em visitas técnicas in loco, foi observado sintomas de doenças fúngicas de parte aérea, como a antracnose e a ferrugem. A variedade Caravela, utilizada pela maioria dos agricultores...

Resistência parcial e fungicidas no controle da ferrugem asiática da soja; Partial resistance and fungicides on soybean asian rust control

Silva, Valdirene Aparecida Stabile
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
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A ferrugem asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, constitui-se em um dos principais problemas fitossanitários da cultura. O controle da doença tem exigido uma combinação de práticas culturais a fim de se minimizar os danos e perdas. Entre os métodos de controle, o químico, por meio de fungicidas, tem sido o único disponível no momento. Estratégias de controle, como a utilização de cultivares com resistência parcial ao fungo, são desejáveis para o manejo eficiente da doença. Na tentativa de buscar novas cultivares de soja com resistência parcial para auxiliar no controle da ferrugem, o presente trabalho teve como o objetivo estudar a interação da resistência parcial de diferentes cultivares com fungicidas, em duas épocas de semeadura no controle da ferrugem asiática da soja, no campo. O experimento foi realizado em Uberlândia-MG, em condições de campo, durante o período de setembro de 2005 a maio de 2006 e constituiu de duas épocas de semeadura. Foram avaliadas as seguintes variáveis: incidência, severidade - porcentagem de área foliar infectada, severidade - nota visual da parcela, nº de pústulas por cm2, peso de mil sementes e produtividade. Com base nas variáveis: incidência...

Intensidade de poda verde em pessegueiro para controle da ferrugem Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel e Litvinov; Rust Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel and Litvinov control by green pruning in peach

RODRIGUES, Alessandro; SCARPARE FILHO, João Alexio; ARAÚJO, João Paulo Campos de; GIRARDI, Eduardo Augusto; SCARPARE, Fábio Vale
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Com o objetivo de se avaliar o controle da ferrugem [Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel e Litvinov] em pessegueiro 'Flordaprince' [Prunus persica (L.) Batsch], duas intensidades de poda verde foram realizadas aos 45 dias após a colheita: poda leve e poda de renovação. O experimento foi realizado em condições de campo, no Departamento de Produção Vegetal da ESALQ-USP, em Piracicaba-SP, entre novembro de 2004 e janeiro de 2005. O delineamento experimental adotado foi inteiramente ao acaso, com dois tratamentos e doze réplicas. A parcela experimental correspondeu a duas plantas em espaçamento 3,0 x 1,2 m e conduzidas sob sistema de líder central. A avaliação de incidência e severidade de ferrugem foi realizada em folhas de quatro brotações por parcela, sendo duas por planta. As avaliações foram conduzidas de 33 a 81 dias após a poda verde, em intervalos de sete dias, utilizando-se de escala diagramática adaptada para a ferrugem. Os dados referentes à incidência e severidade de ferrugem foram submetidos, respectivamente, ao teste exato de Fisher e ao teste de Wilcoxon. A incidência e a severidade de ferrugem aumentaram com a idade das folhas, independentemente do tipo de poda verde empregada, atingindo, respectivamente...

Influência da poda de renovação e controle da ferrugem nas reservas de carboidratos e produção de pessegueiro precoce; Influence of the renewal pruning and control of the rust in the carbohydrate reserves and production of precocious peach tree

ARAUJO, João Paulo Campos de; RODRIGUES, Alessandro; SCARPARE FILHO, João Alexio; PIO, Rafael
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Este trabalho objetivou verificar a influência da poda de renovação e controle da ferrugem nas reservas de carboidratos não-estruturados em ramos e raízes do pessegueiro cultivar Flordaprince, bem como o possível efeito na produção e qualidade dos frutos. O trabalho foi conduzido no Departamento de Produção Vegetal da ESALQ-USP, em Piracicaba. O delineamento experimental utilizado foi em sete blocos ao acaso, constando de três tratamentos, sendo cada parcela constituída de quatro plantas. O tratamento 1 consistiu na realização da poda de renovação que foi executada 45 dias após a colheita, no mês de outubro de 2003. No tratamento 2, não se realizou a poda de renovação, e foi feito o controle da ferrugem. No tratamento 3, não foi realizada a poda de renovação, tampouco o controle da ferrugem, ocasionando desfolha antecipada. Os dados foram submetidos às análises de variância e à comparação das médias, pelo teste de Tukey. O espaçamento utilizado foi de 3,0 por 1,2 m, correspondendo a 2.777 plantas ha-1. As plantas foram conduzidas em sistema de líder central e receberam as práticas culturais normalmente utilizadas. Foram coletadas amostras de raízes e ramos que foram secos, moídos e submetidos à análise de laboratório para verificação dos teores de carboidratos não-estruturados. Ocorre flutuação na concentração de carboidratos solúveis nas raízes e nos ramos de acordo com a época da coleta...

Intensidade de poda verde em pessegueiro para controle da ferrugem Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel e Litvinov

Rodrigues,Alessandro; Scarpare Filho,João Alexio; Araújo,João Paulo Campos de; Girardi,Eduardo Augusto; Scarpare,Fábio Vale
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 PT
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Com o objetivo de se avaliar o controle da ferrugem [Tranzschelia discolor (Fuckel) Tranzschel e Litvinov] em pessegueiro 'Flordaprince' [Prunus persica (L.) Batsch], duas intensidades de poda verde foram realizadas aos 45 dias após a colheita: poda leve e poda de renovação. O experimento foi realizado em condições de campo, no Departamento de Produção Vegetal da ESALQ-USP, em Piracicaba-SP, entre novembro de 2004 e janeiro de 2005. O delineamento experimental adotado foi inteiramente ao acaso, com dois tratamentos e doze réplicas. A parcela experimental correspondeu a duas plantas em espaçamento 3,0 x 1,2 m e conduzidas sob sistema de líder central. A avaliação de incidência e severidade de ferrugem foi realizada em folhas de quatro brotações por parcela, sendo duas por planta. As avaliações foram conduzidas de 33 a 81 dias após a poda verde, em intervalos de sete dias, utilizando-se de escala diagramática adaptada para a ferrugem. Os dados referentes à incidência e severidade de ferrugem foram submetidos, respectivamente, ao teste exato de Fisher e ao teste de Wilcoxon. A incidência e a severidade de ferrugem aumentaram com a idade das folhas, independentemente do tipo de poda verde empregada, atingindo, respectivamente...

Crescimento e produtividade de soja em diferentes épocas de semeadura com e sem controle químico da ferrugem asiática no Oeste da Bahia.

Cruz, Thyane Viana da
Fonte: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Publicador: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Tipo: Tese de Doutorado
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Objetivou-se foi avaliar o desempenho vegetativo e produtivo de cultivares de soja, em diferentes épocas de semeadura, com e sem controle químico da ferrugem asiática, no Oeste da Bahia. Os experimentos foram instalados no campo Experimental da Fundação Bahia, município de São Desidério – BA, nas safras 2007/2008 e 2008/2009. Na safra 2007/2008, as épocas foram representadas pelas semeaduras realizadas em 29/11/2007 (EP1), 20/12/2007 (EP2) e 12/01/08 (EP3). Na safra 2008/2009 as semeaduras foram realizadas em 04/12/08 (EP1), 22/12/08 (EP2) e 14/01/09 (EP3). Para cada época de semeadura foi instalado um experimento no delineamento em blocos casualizados, com quatro repetições, no esquema de parcelas subdivididas no espaço. A parcela foi representada pelos tratamentos de controle da ferrugem (com ou sem aplicação de fungicida), e as subparcelas foram representadas pelos cultivares MONSOY 8411, BRS Corisco e BRS Barreiras. Para a determinação da severidade foram realizadas coletas semanais de folhas, na área útil de cada subparcela, realizadas até o período de senescência das mesmas. Os valores de severidade média de cada parcela foram utilizados para o cálculo da área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD). Durante todo ciclo da cultura foi realizado o acompanhamento fenológico. Realizaram-se coletas de cinco plantas aleatórias iniciadas trinta dias após emergência das plantas (DAE) até a maturação plena planta-1...