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Comunicação e sociedade : esfera pública digital – fragilidades e desafios [23, 2014]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2013 ENG
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Apesar de todas as críticas e limitações que lhe têm sido apontadas, a concepção de esfera pública apresentada por Jürgen Habermas tem permanecido como um conceito seminal no seio das reflexões científicas sobre as condições de funcionamento democrático das sociedades, assim como o papel dos media na promoção da deliberação e do confronto de alternativas. A transformação do paradigma dos meios de comunicação de massas acarreta mudanças assinaláveis em termos das práticas mediáticas e do papel de cidadão / consumidor / produtor. Os novos media, em particular a internet, colocam novos desafios teóricos, metodológicos e práticos à constituição de uma esfera pública digital. Os espaços públicos convencionais de discussão são confrontados com diversas formas de socialização, com organizações em rede e com novos canais de disseminação e troca de informação que colocam ‘velhas’ questões em termos de poder, regulação, cidadania, participação, auto-expressão e identidade. O facto de a internet colocar à disposição dos utilizadores uma série de novas ferramentas não significa que estas estejam a ser utilizadas para uma cidadania mais participada ou para uma capacitação dos novos produtores de conteúdos na rede. Formas organizacionais estruturais da sociedade...

Comunicação e sociedade : modernidade e pós-modernidade [18, 2010]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /12/2010 ENG
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Opostos e complementares, os conceitos de modernidade e de pós-modernidade sobressaem na caracterização dos últimos séculos. O conceito de pós-modernidade dado, por sinal, azo a interpretações plurais, contraditórias e, por vezes, esfíngicas das sociedades contemporâneas. Para muitos autores, a pós-modernidade rompe com os desígnios e os símbolos da modernidade, mormente com o seu princípio de acção, a racionalidade instrumental, tomada como motor de um progresso ilimitado. Alguns dos traços típicos da pós-modernidade remetem, assim, para uma contestação dos princípios fundadores da modernidade: a fé na razão, nas virtudes do trabalho e no aperfeiçoamento ilimitado da humanidade. O declínio das metanarrativas, dos discursos filosóficos, religiosos, políticos e económicos que pautaram a modernidade, acompanha a erosão do princípio de emancipação (Lyotard). Dilui-se a perspectiva de uma história linear e redentora. O mesmo sucede com a crença na possibilidade de uma fundamentação da verdade (Vattimo) e com a tendência para delinear o projecto colectivo em termos de transformação social (Jameson, Sloterdijk). Assiste-se ao declínio da visão do indivíduo como ser autónomo, voluntário e consciente...

Comunicação e sociedade : os 50 anos do telejornal [15, 2009]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /12/2009 ENG
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O Telejornal completa em 2009 exactamente 50 anos de vida, grande parte dos quais actuando sozinho como fornecedor quotidiano de uma perspectiva do país e do mundo a boa parte da população. Este facto merece, de per si, uma evocação que apele a uma maior atenção sobre o que foi o seu papel, para que se reforce o positivo, se descubram novos caminhos e se aprenda com os erros cometidos. Reflectir sobre o papel do Telejornal é ter em conta pelo menos três dimensões, a saber: i) como vemos esse programa diário, no seu modo de se conceber e apresentar; ii) que mundo é que o Telejornal nos dá a ver; iii) como é que o Telejornal nos vê a nós espectadores e à sociedade em que opera e que serve ou deve servir. Olhar para cada uma destas direcções de um ponto de vista diacrónico, tendo presentes os desafios e encruzilhadas do nosso hoje, corresponde a abrir outras tantas frentes de análise e de debate. Com a especificidade – que é também uma responsabilidade acrescida – de estarmos perante um programa que se inscreve e se destaca num serviço público de televisão. O que para alguns equivale a ser porta-voz e correia de transmissão de quem o sistema democrático colocou, em cada momento, a dirigir os assuntos do Estado...

Comunicação e sociedade : a regulação dos media em Portugal [11, 2007]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2007 ENG
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[Nota introdutória] Este número temático da revista Comunicação e Sociedade resulta do trabalho desenvolvido no âmbito da Conferência “A nova entidade reguladora no quadro das políticas de comunicação em Portugal”, que teve lugar na Universidade do Minho no dia 10 de Abril de 2006. Pensada para debater as políticas de comunicação e a regulação dos media no nosso país, esta conferência foi uma iniciativa do projecto Mediascópio, do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, que procura acompanhar, com as ferramentas teóricas e metodológicas das Ciências da Comunicação, o panorama mediático português num quadro global. A entrada em funcionamento da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) serviu de mote a uma necessária reflexão crítica sobre os mecanismos de regulação mediática no nosso país.; Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)

Comunicação e sociedade : comunicação da ciência [6, 2004]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /12/2004 ENG
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[Nota de abertura] O presente número da revista Comunicação e Sociedade é dedicado à temática da comunicação da ciência. Importa começar por reflectir sobre o perfil desta área de estudos e sobre a sua inserção no campo das ciências da comunicação e noutras disciplinas. ‘Comunicação da ciência’ é uma expressão com múltiplos sentidos. Frequentemente associada à divulgação pública do conhecimento científico, a comunicação da ciência tem várias outras facetas, da comunicação entre cientistas à ficção científica no cinema. O próprio conceito de ciência, na expressão ‘comunicação da ciência’, pode ser problematizado: falamos de investigação científica, apenas, ou também das aplicações da pesquisa, alargando então o conceito à tecnologia? Uma das formas de mapeamento deste campo é a identificação de arenas e actores relevantes. Assim, poderemos apontar como principais – mas não exclusivos – os seguintes: governo e organismos estatais, comunidade científica, escolas e todo o sistema educativo, museus de ciência, meios de comunicação social e indústria. A estas arenas e actores liga-se uma grande variedade de papéis sociais, de lógicas e modos de funcionamento, de discursos e de tecnologias de comunicação. Não é...

Comunicação e sociedade : o ensino do jornalismo [5, 2004]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2004 ENG
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[Nota introdutória] O presente número de Comunicação e Sociedade tem o jornalismo como temática central. Tomamos o jornalismo como um campo de estudo não apenas das praticas profissionais ou da investigação sobre essas práticas, mas igualmente como discurso que enuncia e faz acontecer a vida social. Dentro do projecto programático desta revista, queremos romper com uma tendência "mediocentrica" de estudo dos media e do jornalismo, situando as problemáticas deste campo no jogo e no confronto com os restantes campos sociais. E nesse jogo e nessa aposta que o investimento das instituições de investigação e ensino nos estudos jornalísticos, meios comunicacionais assume, ele mesmo, um papel de serviço a sociedade e, dessa forma, adquire sentido. Damos destaque a um campo dos estudos jornalísticos que começa agora a ganhar mais visibilidade e pertinência entre nos: a formação dos jornalistas e, de modo mais largo, a formação em jornalismo. Quando a instituição de referenda neste âmbito - a Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos da América - assinala os cem anos de vida, e em dialogo com uma vastíssima experiência internacional corporizada por essa e muitas outras instituições de formação que o nosso recente percurso deve ser situado. Daí o termos inserido neste número trabalhos de docentes e investigadores de realidades que...

Comunicação e sociedade : comunicação e imaginário [4, 2002]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: NECS/CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: NECS/CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em //2002 ENG
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Com este volume sobre o imaginário social, a revista Comunicação e Sociedade define-se como revista temática nas Ciências da Comunicação. Grande parte dos artigos decorre de comunicações apresentadas ao Seminário «Comunicação e Imaginário», que o Núcleo de Estudos de Comunicação e Sociedade (NECS), unidade de investigação do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, realizou em Abril de 2002. Michel Maffesoli, José Bragança de Miranda, José Augusto Mourão, João Mário Grilo, Albertino Gonçalves e Moisés de Lemos Martins, colocando-se sob o signo da crise do moderno, interrogam, de diferentes maneiras, as figurações do humano projectadas pela articulação das novas tecnologias da imagem com os média e o imaginário, e interrogam também as consequências da confluência da técnica e da estética, que estetiza a experiência e realiza a cultura como controle. André Berten, Eduardo Prado Coelho, Carolina Leite, Luís Carmelo, Luís Filipe Teixeira e Alberto Filipe Araújo, por sua vez, figurando igualmente o humano, confrontam-nos com aquilo que nos é dado ainda esperar, pelo sonho da utopia do corpo e das ligações livres.; Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)

Comunicação e sociedade : economia política da comunicação e dos media [7, 2005]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2005 ENG
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[Nota de abertura] O presente número da revista Comunicação Sociedade é dedicado à Economia Política da Comunicação e dos Media. Ainda que no nosso país esta área esteja a dar os seus primeiros passos no contexto mais amplo das Ciências da Comunicação, há muito que a Economia Política deixou de ser marginal no estudo da comunicação e dos media, tanto nos Estados Unidos como na Europa. O desenvolvimento dos mercados associados às indústrias culturais e a crescente internacionalização das industriais mediáticas e das tecnologias da informação têm demonstrado a relevância teórica da Economia Política e têm apresentado igualmente um conjunto de novos desafios que importa equacionar. O estudo das comunicações e dos media não é, de facto, mais pensável sem a tentativa de compreensão das estruturas de mercado e das suas articulações com a esfera política, sem a interrogação da propriedade das empresas e dos actores que dominam os mercados nas chamadas sociedades livres, sem a análise cuidada das tendências e das contratendências, das forças e das tensões que sistematicamente reorganizam o poder comunicacional de que as esferas públicas estão dependentes. A Economia Política da Comunicação e dos Media é uma porta de entrada no campo que pode contribuir fortemente para a contextualização de outros saberes e de outras narrativas. Com este volume da Revista Comunicação e Sociedade...

Comunicação e sociedade : comunicação e sociedade [1, 1999]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: NECS/CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: NECS/CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em //1999 ENG
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[Introdução] Desprovida de representações credíveis, a grande urgência do presente encontra-se hoje seriamente comprometida. Vivemos um tempo em que as convicções se tornam moles e perdem os seus contornos. Os grandes dramas humanos são por nós mais teatralizados que pensados. Os nossos gestos são mais uma confissão de culpa e de impotência que a expressão de uma atitude solidária. A comunidade humana aproxima-se da ficção: nela cada vez mais se diz o que já se não faz. Ao iniciarmos Comunicação e Sociedade (uma série de Comunicação nos Cadernos do Noroeste) não queremos reduzir a comunicação a uma arte de bem comunicar», sem memória, sem compromisso, sem consciência. É nosso intuito favorecer o debate científico e democrático, com um espírito de rigor e de exigência, numa área das ciências sociais e humanas, de constituição relativamente recente, que compreende o estudo dos actos de comunicação socialmente elaborados, as significações neles inscritas, as relações e os fenómenos cognitivos que eles exigem, as representações socialmente partilhadas que lhes estão associadas e os efeitos destas representações nas relações sociais.; Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)

Análise: indicadores de pesquisa do XX Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos

Freitas,Renato João Sossela de; Silva,Rui Sérgio dos Santos Ferreira da; Stertz,Sônia Cachoeira; Ida,Elza Iouko; Cançado,Rupérsio Alvares
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2007 PT
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Em outubro de 2006, a Regional do Paraná sediou em Curitiba o XX Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos (XX CBCTA) com o tema Alimentos e Agroindústrias Brasileiras no Contexto Internacional. O objetivo deste Congresso foi discutir o desenvolvimento científico e tecnológico e a inovação na indústria de alimentos no cenário nacional e internacional. O programa científico foi abrangente e diversificado, com Conferências, Palestras, Mesas-Redondas, Curso de Atualização, Clínicas Tecnológicas, Visitas Técnicas e Apresentações de Trabalhos Científicos em oito áreas definidas pelo Congresso. Como resultado da realização do XX CBCTA, esta análise visa uma apresentação e discussão dos indicadores da pesquisa da área de Ciência e Tecnologia de Alimentos do País e contribuição ao desenvolvimento científico e tecnológico da área, bem como subsídios para órgãos de fomento para decisão de investimentos na pesquisa e na formação de recursos humanos. No XX CBCTA, foi apresentado um total de 2066 trabalhos científicos de todo o Brasil, com exceção do Estado de Rondônia. Os trabalhos foram registrados no banco de dados e utilizados para esta análise. As inscrições foram escolhidas de acordo com a área da pesquisa de cada trabalho...

Notas de leitura da obra de Lucie Tanguy: a pesquisa como atividade social e a relação entre ciência e política

Segnini,Liliana Rolfsen Petrilli
Fonte: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes Publicador: Centro de Estudos Educação e Sociedade - Cedes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2012 PT
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Destacar duas dimensões analíticas a partir da leitura do último livro de Lucie Tanguy, que nos estimula a refletir sobre nossa sociedade e a sociologia brasileira - da educação e do trabalho -, mesmo considerando as dessemelhanças e diferenças de nossas trajetórias históricas. Refiro-me à pesquisa como atividade social e às relações entre ciência e política. Recuperar as formas de poluição e domesticação da sociologia (Florestan Fernandes), especialmente do trabalho e da educação, é uma das tarefas que nos é imposta por meio da leitura do livro de Lucie Tanguy. Para nós, a história da sociologia permanece, ainda muito frequentemente, como uma história dos autores, temas e teorias gerais. Lucie Tanguy foi além, buscou compreender as fontes nos arquivos que informavam as relações de poder - econômicas e sociais - na constituição de uma disciplina e as trajetórias acadêmicas de seus pesquisadores. Ela "levantou o véu" da produção do conhecimento, procurando sua importância na relação entre educação (formação) e trabalho (produtividade).

Comunicação e sociedade : esfera pública digital – fragilidades e desafios [23, 2014]

Universidade do Minho. Instituto de Ciências Sociais. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade
Fonte: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho Publicador: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho
Tipo: Outros
Publicado em /06/2013 ENG
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95.66%
Apesar de todas as críticas e limitações que lhe têm sido apontadas, a concepção de esfera pública apresentada por Jürgen Habermas tem permanecido como um conceito seminal no seio das reflexões científicas sobre as condições de funcionamento democrático das sociedades, assim como o papel dos media na promoção da deliberação e do confronto de alternativas. A transformação do paradigma dos meios de comunicação de massas acarreta mudanças assinaláveis em termos das práticas mediáticas e do papel de cidadão / consumidor / produtor. Os novos media, em particular a internet, colocam novos desafios teóricos, metodológicos e práticos à constituição de uma esfera pública digital. Os espaços públicos convencionais de discussão são confrontados com diversas formas de socialização, com organizações em rede e com novos canais de disseminação e troca de informação que colocam ‘velhas’ questões em termos de poder, regulação, cidadania, participação, auto-expressão e identidade. O facto de a internet colocar à disposição dos utilizadores uma série de novas ferramentas não significa que estas estejam a ser utilizadas para uma cidadania mais participada ou para uma capacitação dos novos produtores de conteúdos na rede. Formas organizacionais estruturais da sociedade...

Livro branco: ciência, tecnologia e inovação

Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) Publicador: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)
Tipo: Documento de política
POT
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78 p.; Este documento traça rumos para os anos vindouros da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) brasileiras, num quadro de transformações mundiais. Traz uma síntese do que os inúmeros interlocutores da Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizada em setembro de 2001 acordaram entre si para formar e consolidar, em um ambiente estimulante e indutor da inovação, um Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação cuja base científica e tecnológica seja internacionalmente competitiva, ampla, diversificada e nacionalmente distribuída.

Sociedade da informação: ciência e tecnologia para a construção da Sociedade da Informação no Brasil

Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
Fonte: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT); Instituto Uniemp Publicador: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT); Instituto Uniemp
Tipo: Livro
POT
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160 p.; Contextualiza a indústria e serviços de conteúdo na sociedade da informação e revisa os projetos existentes em diferentes países e organizações internacionais. Recomenda medidas que poderão ser tomadas para definição de estratégia de ação para o setor.

Monitoramento internacional da produção científica em ciência da informação. volume 2

Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
Fonte: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) Publicador: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
Tipo: Livro
POT
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85.72%
230 p.; Objetivo – Proposição de números temáticos para a revista Ciência da Informação editada pelo IBICT. Concepção/ metodologia/ abordagem – Para fi ns de comparabilidade com os resultados do primeiro produto, revisão de números temáticos, o monitoramento de tendências de publicação em ciência da informação, em sua versão congressos internacionais, ocorre em sessões de painéis – um grupo de especialistas reunidos para discutir um tema/questão – das reuniões anuais promovidas pela American Society for Information Science and Technology (ASIS&T), em 2008 e 2009. O levantamento da programação desses dois eventos deu origem à listagem para seleção de referências de propostas de sessão de painéis e decorrentes procedimentos de classifi cação, derivação de dados estatísticos e análises comparativas com o resultado do levantamento dos números temáticos. Para fi ns de comparabilidade dos resultados, a classifi cação utilizada é a mesma do primeiro produto, a Information Science Taxonomy (Donald T. Hawkins e colaboradores, 2003). A proposição dos números temáticos para a revista Ciência da Informação decorre de comparações quantitativas entre as subcategorias de dois conjuntos de resultados: números temáticos e sessões de painéis. Resultados – Foram selecionados para exame...

Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional: Plano de ação 2007-2010

Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) Publicador: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)
Tipo: Livro
POT
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73 p. Plano de ação.; O Ministério da Ciência e Tecnologia apresenta à comunidade científica, tecnológica e empresarial e à sociedade brasileira o seu Plano de Ação para o período 2007-2010. O principal objetivo do plano é definir um amplo leque de iniciativas, ações e programas que possibilitem tornar mais decisivo o papel da ciência, tecnologia e inovação (C,T&I) no desenvolvimento sustentável do País.

Bases de um programa brasileiro para a sociedade da informação

Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) Publicador: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)
Tipo: Documento de política
POT
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20 p.; Este documento apresenta os fundamentos do Programa Brasileiro para a Sociedade da Informação. A Economia da Informação no Brasil, hoje, corresponde a cerca de dez por cento do Produto Interno Bruto, incluindo-se nesta estimativa as indústrias de computação, comunicação e mídia. Assim, a missão de um programa desta natureza deve ser a de: articular e coordenar o desenvolvimento e utilização de serviços avançados de computação comunicação e informação e suas aplicações na Sociedade, de forma a garantir vantagem competitiva para a pesquisa, desenvolvimento e ensino brasileiros, acelerando a oferta de novos serviços e aplicações na Internet, em prol da inserção internacional dos produtos, serviços e empreendimentos brasileiros.

Ciência e tecnologia: desenvolvimento e inclusão Social

Amaral, Roberto
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) Publicador: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)
Tipo: Documento de governo
POT
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127 p.; Tem-se falado constantemente – a ponto de tornar-se consensual – que o complexo ciência - tecnologia desempenha função estratégica no desenvolvimento dos países e da sociedade. É preciso, no entanto, explicitar que essa função estratégica deriva do fato de que, no decorrer da história – e de modo mais evidente a partir da Revolução Mercantil, e sobretudo a partir da Revolução Industrial – , a tecnologia e o conhecimento científicos, entranhados estão no cerne dos processos por meio dos quais os povos são continuamente reordenados em arranjos hierárquicos: em suma, a ciência e a tecnologia, isto é, o conhecimento, usado politicamente, comanda a hierarquização dos povos.

Ciência, tecnologia e inovação: desafio para a sociedade brasileira - livro verde

Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia; Silva, Cylon Gonçalves da; Melo, Lúcia Carvalho Pinto de; Academia Brasileira de Ciências
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Academia Brasileira de Ciências (ABC) Publicador: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Academia Brasileira de Ciências (ABC)
Tipo: Documento de governo
POT
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26 p.; O Livro Verde da Ciência, Tecnologia e Inovação, que apresento, resulta de amplo debate, coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, acerca do papel do conhecimento e da inovação, na aceleração do desenvolvimento social e econômico do País.

Livro Azul da 4ª Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável.

Brasil. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; Brasil. Centro de Gestão e Estudos Estratégicos
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) Publicador: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE)
Tipo: Livro
POT
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85.68%
101 p. Documento de congresso.; A ciência, a tecnologia e a inovação são importantes motores da transformação econômica e social dos países. A busca por novas possibilidades de transformar o conhecimento em inovação – e em riqueza, por conseqüência – envolve hoje inúmeros atores. Não é tarefa apenas de governos, mas do conjunto da sociedade, representada pela academia, setor empresarial, entidades de categorias profi ssionais, entidades do terceiro setor, entre outros.