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Caracterização de argila usada em massa de cerâmica vermelha

Reis, A. S.; Della-Sagrillo, V. P.; Oliveira, J. N.; Diaz, Francisco Rolando Valenzuela
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica; Bento Gonçalves, RS Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica; Bento Gonçalves, RS
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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A qualidade dos produtos de cerâmica vermelha está relacionanda em especial à qualidade das argilas. Este trabalho, visa caracterizar a argila denominada Batinga utilizada em indústrai de cerâmica vermelha no Município de Colatina-ES, que figura como pólo de cerâmica vermelha da região contando com cerca de vinte empresas.

Propriedades de massas para cerâmica vermelha contendo resíduos de blocos cerâmicos queimados

Oliveira, O. M.; Pazin, R.; Surmani, M; Munhoz Junior, A. H.; Diaz, Francisco Rolando Valenzuela
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica; Bento Gonçalves, RS Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica; Bento Gonçalves, RS
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
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Nas industrias Cerâmicas há um considerável desperdício de material quando as mesmas descartam produtos que por algum motivo não passam pelo controle de qualidade ou não são bem aceitos por seus clientes, o objeto deste trabalho foi o estudo das propriedades de uma massa para Cerâmica Vermelha que contenha percentuais destes rejeitos de blocos cerâmicos queimados e ou outros produtos que venham a ser descartados por estas Industrias.

Características de plasticidade de argilas para uso em cerâmica vermelha ou estrutural

Campos,L. F. A.; Macedo,R. S. de; Kiyohara,P. K.; Ferreira,H. C.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/1999 PT
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Nos estudos de caracterização de argilas plásticas para uso em cerâmica vermelha é usual a determinação das características mineralógicas por ATD e de plasticidade através dos índices de Atterberg. Os métodos convencionais utilizados para determinação do LL, LP e IP merecem muita atenção por apresentarem alguns inconvenientes. No caso específico da tecnologia cerâmica para moldagem de tijolos furados por extrusão poucos dados são encontrados, relativos à faixa de plasticidade adequada. Pretende-se neste trabalho estudar a mineralogia de 15 amostras de argilas plásticas usadas na indústria de cerâmica vermelha do estado da Paraíba, pelo método de ATD, bem como sua faixa de plasticidade por meio dos índices de Atterberg determinados pelo método de Casagrande e cone de penetração. Os resultados obtidos indicam tratarem-se de argilas quaternárias recentes cauliníticas com matéria orgânica e com LP variando de 15,42% a 36,72%, LL variando de 24,70% a 71,00% e IP variando de 6,82% a 34,28% pelo método de Casagrande e LP variando de 6,60% a 47,70%, LL variando de 26,50% a 71,60% e IP variando de 4,00% a 47,70% pelo cone de penetração, que são faixas de plasticidade recomendadas para argilas plásticas para utilização na indústria de cerâmica vermelha.

Caracterização de massas argilosas contendo resíduo proveniente do setor petrolífero e sua utilização em cerâmica estrutural

Santos,R. S.; Souza,G. P.; Holanda,J. N. F.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2002 PT
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A região Norte do Estado do Rio de Janeiro é responsável pela produção de cerca de 75% do petróleo nacional (Bacia de Campos-RJ). Na etapa de extração/separação do óleo bruto é gerada considerável quantidade de resíduo oleoso, normalmente denominado borra de petróleo. O aproveitamento deste resíduo em massas argilosas é de alto interesse tecnológico, econômico e ambiental. O objetivo deste trabalho é caracterizar e avaliar o comportamento de massas argilosas contendo borra de petróleo visando sua aplicação em cerâmica estrutural. Foram estudadas massas com os seguintes percentuais de borra de petróleo: 0, 5, 10, 15 e 20% em peso. São apresentados os resultados das análises de difração de raios X, granulometria e limites de Atterberg, bem como a determinação de propriedades físico-mecânicas em função da temperatura de queima e percentual de borra adicionada. Os resultados revelaram que a adição do resíduo altera as características físico-química-mineralógicas e propriedades da massa argilosa pura. As massas contendo borra têm uso provável em cerâmica estrutural.

Análise do impacto ambiental causado pela utilização de resíduo sólido do setor siderúrgico em cerâmica vermelha

Oliveira,G. E. de; Holanda,J. N. F. de
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2004 PT
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O objetivo principal deste trabalho é o de avaliar do ponto de vista ambiental a possibilidade da incorporação de resíduo sólido proveniente do setor siderúrgico em massas argilosas para fabricação de cerâmica estrutural. A indústria cerâmica apresenta enorme potencial para absorver resíduos industriais poluentes. Até 3% em peso de resíduo foi adicionado em proporções graduais a uma massa argilosa. Os corpos cerâmicos foram conformados por extrusão, secados a 110 °C e queimados em forno industrial a 950 °C. Os corpos cerâmicos incorporados foram submetidos a ensaios ambientais de lixiviação e solubilidade. Além disso, foi feita a análise preliminar dos gases evoluídos durante o processo de queima. Os resultados revelaram que a utilização de massas cerâmicas contendo até 3% em peso de resíduo sólido de siderurgia, para fabricação de produtos de cerâmica vermelha, não oferece nenhum risco direto ao meio ambiente.

Cinza da lenha para aplicação em cerâmica vermelha. parte I: características da cinza

Borlini,M. C.; Sales,H. F.; Vieira,C. M. F.; Conte,R. A.; Pinatti,D. G.; Monteiro,S. N.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 PT
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A lenha de eucalipto constitui-se no principal combustível utilizado pelas indústrias de cerâmica vermelha do município de Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro. Em princípio, esta lenha tem características promissoras para adição em cerâmica. Assim, esse trabalho tem por objetivo caracterizar a cinza proveniente da combustão de lenha predominantemente de eucalipto visando a incorporação na massa de cerâmica vermelha processada em indústrias de Campos dos Goytacazes. Foram realizados ensaios de fluorescência de raios X, difração de raios X, distribuição de tamanho de partícula, análise térmica (ATD/TG), porosimetria de mercúrio e microscopia eletrônica de varredura. Os resultados mostraram que a cinza da lenha se apresenta como aglomerados de partículas, sendo constituída principalmente por Ca, Si, Mg, K e S.

Efeito da incorporação de lodo de ETA contendo alto teor de ferro em cerâmica argilosa

Paixão,L. C. C.; Yoshimura,H. N.; Espinosa,D. C. R.; Tenorio,J. A. S.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 PT
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Foram investigados os efeitos da adição de um lodo de estação de tratamento de água nas características físicas e mecânicas de uma cerâmica preparada com massa argilosa (cerâmica vermelha). O lodo "bruto" apresentou partículas grossas e angulares (tamanho médio ~200 µm), elevado teor de ferro (73,0% Fe2O3 para 12,6% SiO2, 8,6% Al2O3, 5,2% CaO) e predominância de composto com estrutura amorfa. O lodo calcinado a 1000 °C transformou-se principalmente nas fases hematita e magnetita e as partículas mantiveram a forma original. O lodo bruto foi adicionado em uma massa cerâmica industrial em frações de 0 (controle), 2, 5 e 10% em peso. Os corpos prensados foram sinterizados a 950, 1000 e 1050 °C em forno elétrico. A adição de lodo causou diminuição da resistência à flexão do corpo seco, devido à redução da retração linear de secagem. A temperatura máxima de sinterização da cerâmica com lodo, para a não ocorrência de retração linear excessiva, foi diminuída para ~1000 °C. Até esta temperatura, a incorporação do lodo pouco afetou a retração linear da cerâmica, mas aumentou a absorção de água e diminuiu a resistência à flexão. Os efeitos deletérios da incorporação do lodo foram associados à formação de microtrincas ao redor das partículas do lodo...

Influência da adição de resíduo (lodo) de estação de tratamento de águas nas propriedades e microestrutura de cerâmica vermelha

Oliveira,E. M. S.; Holanda,J. N. F.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 PT
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As estações de tratamento de águas (ETA) geram grandes quantidades de resíduo (lama). Este resíduo quando descartado nos sistemas hídricos provoca impacto ambiental negativo. No presente trabalho foi feito um estudo sobre a influência de um resíduo de estação de tratamento de águas nas propriedades e microestrutura de cerâmica vermelha. Foi preparada uma série de misturas argila/resíduo contendo até 15% em peso de resíduo de estação de tratamento de águas. Peças cerâmicas foram preparadas por prensagem uniaxial e sinterizadas entre 850 e 1050 ºC. As seguintes propriedades físico-mecânicas foram determinadas: retração linear, absorção de água, massa específica aparente e tensão de ruptura a flexão. A evolução da microestrutura e a análise de fases foram acompanhadas por microscopia eletrônica de varredura e difração de raios X. Os resultados experimentais mostraram que adição de até 15% em peso de resíduo de ETA não causa variações significativas na generalidade das propriedades tecnológicas da massa cerâmica padrão. A microestrutura das peças de cerâmica vermelha também não foi influenciada com a incorporação do resíduo estudado.

Efeito da temperatura de queima nas propriedades e microestrutura de cerâmica vermelha contendo chamote

Vieira,C. M. F.; Teixeira,S. S.; Monteiro,S. N.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 PT
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Este trabalho tem por objetivo avaliar o efeito da temperatura de queima nas propriedades de uma cerâmica constituída por argila caulinítica e incorporada com até 20% em peso de chamote. Foram preparados corpos de prova cilíndricos por prensagem uniaxial a 20 MPa para queima em forno de laboratório de 500 a 1100 ºC. As propriedades avaliadas foram densidade aparente, retração diametral, absorção de água e resistência mecânica. A microestrutura das cerâmicas foi avaliada por microscopia eletrônica de varredura e porosimetria de mercúrio. Os resultados indicaram que não houve variação significativa nas propriedades avaliadas entre 500 e 900 ºC. A partir daí, ocorreu uma redução brusca da porosidade que ocasionou um decréscimo da absorção de água e melhoria da resistência mecânica. A incorporação de 5% de chamote praticamente não alterou as propriedades da cerâmica. Entretanto, foi observado que a adição de maiores quantidades de chamote reduziu a resistência mecânica de queima da cerâmica.

Variação microestrutural de cerâmica vermelha incorporada com resíduo de rocha ornamental

Manhães,J. P. V. T.; Moreira,J. M. S.; Holanda,J. N. F.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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O setor de rochas ornamentais gera enormes quantidades de resíduos sólidos que necessitam ser descartados. Estes resíduos são geralmente descartados em rios, lagos e lixões, resultando em problemas econômicos e ambientais. Uma alternativa tecnológica viável tem sido a incorporação destes resíduos em massas argilosas para fabricação de cerâmica vermelha. No presente trabalho foi feito um estudo com o objetivo de avaliar a variação microestrutural durante o processo de queima de cerâmica vermelha contendo resíduo de rocha ornamental. Foi preparada uma série de peças cerâmicas contendo até 20% em peso de resíduo por prensagem uniaxial e queimadas em temperaturas entre 850 ºC e 1150 ºC. A variação microestrutural foi analisada usando microscopia óptica, microscopia eletrônica de varredura e difração de raios X. Os resultados mostraram que a microestrutura sinterizada de cerâmica vermelha é modificada tanto pela temperatura de queima, quanto pela incorporação do resíduo de rocha ornamental.

Desempenho de concretos com agregados reciclados de cerâmica vermelha

Cabral,A. E. B.; Schalch,V.; Dal Molin,D. C. C.; Ribeiro,J. L. D.; Ravindrarajah,Rasiah Sri
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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Os resíduos de construção e demolição (RCD) constituem uma importante parcela dos resíduos sólidos produzidos nas cidades brasileiras, correspondendo em torno de 50% dos resíduos sólidos urbanos. Dentre os diversos constituintes do RCD, a cerâmica vermelha, proveniente de restos de tijolos e telhas cerâmicas utilizados nas construções, equivale a uma considerável parcela destes resíduos. A reciclagem do RCD para a produção de agregados reciclados tem se tornado uma prática cada vez mais comum, particularmente em cidades onde há uma inacessibilidade ou escassez de agregados naturais, proporcionando altos custos para adquiri-los. Com o intuito de se determinar o comportamento do agregado reciclado de cerâmica vermelha na produção de concretos, desenvolveu-se um programa experimental baseado em um projeto de experimentos onde se substituiu os agregados miúdos e graúdos naturais pelos seus respectivos reciclados, além de se variar a relação água/cimento. Os concretos produzidos foram analisados com relação a três propriedades: resistência à compressão, módulo de deformação e volume de poros permeáveis (VPP). Os resultados obtidos foram analisados utilizando-se ferramentas estatísticas, desenvolvendo-se modelos matemáticos que descrevem o comportamento das propriedades estudadas ao se substituir o agregado natural pelos reciclados de cerâmica vermelha. Todos os modelos obtiveram excelentes coeficientes de determinação...

Influência da incorporação de resíduo de escória de fluxo de soldagem nas propriedades tecnológicas de argamassa de múltiplo uso e cerâmica vermelha para construção civil

Viana,C. E; Dias,D. P; Paranhos,R. P. R; Holanda,J. N. F
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 PT
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O processo de soldagem a arco submerso é empregado em grande escala na indústria metal-mecânica. No entanto, este processo gera enorme quantidade de resíduo de escória. Em geral, este resíduo vem sendo disposto em lixões. Nos últimos anos, a área de cerâmica tem atraído grande atenção para reciclagem de resíduos industriais. Neste trabalho foi feito um estudo objetivando avaliar a influência do resíduo de escória de fluxo de soldagem sobre as propriedades tecnológicas de argamassa de múltiplo uso e cerâmica vermelha para uso na construção civil. O resíduo de escória de fluxo de soldagem foi caracterizado em relação à composição química, difração de raios X, análise do tamanho de partículas e massa específica real. A argamassa foi preparada com a incorporação de resíduo de escória de soldagem em substituição total de areia natural (agregado miúdo tradicional). As argamassas foram caracterizadas em termos de consistência, densidade de massa no estado fresco, teor de ar incorporado e resistência à compressão. Análise microestrutural das argamassas foi feita via MEV. Foi preparada também uma série de misturas argila/resíduo contendo até 10% em peso de resíduo de escória de fluxo de soldagem. As peças cerâmicas foram preparadas por prensagem uniaxial e queimadas entre 850 ºC e 950 ºC. As peças queimadas foram caracterizadas quanto à retração linear...

Avaliação das fases cristalinas de dióxido de titânio suportado em cerâmica vermelha

Saleiro,G. T; Cardoso,S. L; Toledo,R; Holanda,J. N. F
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 PT
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O dióxido de titânio apresenta boas propriedades como um material fotocatalisador para aplicação em processos de degradação fotocatalítica. No entanto, o dióxido de titânio deve ser usado ancorado num suporte adequado. O uso de cerâmica vermelha como suporte de fotocatalisadores pode ser uma boa alternativa devido ao seu baixo custo e facilidade de fabricação. Neste trabalho foi estudado, via difração de raios X, o dióxido de titânio suportado em cerâmica vermelha produzida com argilas cauliníticas da região de Campos dos Goytacazes, RJ. Os resultados mostram que o dióxido de titânio apresenta mudança estrutural da fase mais fotoativa (anatásio) para a fase menos fotoativa (rutilo) com o aumento da temperatura de sinterização. Em 700 ºC cerca de 50% da fase anatásio é retida para o dióxido de titânio suportado em cerâmica vermelha, independentemente do tipo de argila usada.

Influência da expansão por umidade no comportamento mecânico de argilas para uso em blocos de cerâmica vermelha - revisão

Andrade,R. A.; Medeiros,R. R.; Campos,L. F. A.; Ferreira,H. S.; Menezes,R. R.; Neves,G. A.; Ferreira,H. C.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2011 PT
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O fenômeno da expansão por umidade (EPU) resulta da ação da água e seus vapores causando a expansão dos materiais cerâmicos, podendo provocar danos no material e prejudicar sua vida útil. Na literatura existe muita ênfase nos problemas gerados pela EPU e nas tensões resultantes dessa expansão, porém até o presente não há dados relativos ao comportamento mecânico dos materiais cerâmicos após ação da EPU. Trabalhos recentemente desenvolvidos na UFCG tratam especificamente desse problema em blocos cerâmicos de vedação. Inicialmente verificou-se que, no caso de massas cerâmicas para uso em cerâmica vermelha queimadas em diversas temperaturas na faixa de 700 a 1100 ºC, e com a EPU induzida por imersão, fervura e autoclavagem, a EPU tem correlação com o comportamento mecânico dos corpos queimados, observando-se redução no módulo de ruptura à flexão à medida que a EPU aumenta. Trabalhos desenvolvidos com massas para uso em cerâmica vermelha aditivadas com carbonato de cálcio e carbonato de magnésio e queimadas entre 850 e 1000 ºC, evidenciaram o efeito benéfico do carbonato de cálcio na redução da EPU e aumento da resistência à flexão, sendo observada correlação entre EPU e módulo de ruptura à flexão...

Lodo gerado na estação de tratamento de água Tamanduá, Foz do Iguaçu, PR, como aditivo em argilas para cerâmica vermelha: Parte II: incorporação do lodo em mistura de argilas para produção de cerâmica vermelha

Tartari,R.; Módenes,A. N.; Pianaro,S. A.; Díaz-Mora,N.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
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A pesquisa contempla nesta segunda etapa, misturas binárias entre as argilas da Cerâmica Santa Rita e da Cooperativa de Artesões de Foz do Iguaçu, PR, em diferentes porcentagens peso, para confecção de corpos de prova por prensagem uniaxial, sinterizados nas temperaturas de 950 e 1050 ºC, e analisados pelos ensaios tecnológicos de cerâmica vermelha. Nas composições entre as argilas que apresentaram melhores desempenhos no processamento, incorporaram-se proporções de 4, 8, 12 e 16% de lodo visando agregar o resíduo a massa. Identificou-se nos resultados da produção de blocos estruturais de 6 furos pelo processo de extrusão que, 8% é o máximo de lodo a ser adicionado na massa cerâmica, onde não foi identificado trincas e deformações, com contração linear na ordem de 8,6%, absorção de água de 24,6% e resistência à compressão de 42,6 kgf/cm², em conformidade com as normas para produção de cerâmica vermelha para revestimento (tijolos).

Estudo da adição de resíduo (lodo) de gemas na massa cerâmica vermelha

Bruxel,F. R.; Oliveira,E. C.; Stulp,S.; Muller,C. S.; Etchepare,H. D.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 PT
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Este trabalho tem como objetivo incorporar resíduo de gemas (lodo da serra de corte das gemas), produzido em uma empresa de lapidação de ametistas e ágatas, à massa cerâmica vermelha utilizada para a produção de tijolos maciços. As matérias-primas foram submetidas a ensaios de fluorescência de raios X, difração de raios X e análise granulométrica, para caracterização mineralógica e físico-química. Foram preparados corpos de prova com 0%, 5%, 9%, 13% e 17% de resíduo adicionado à massa cerâmica, em massa. As propriedades físicas estudadas foram a resistência à compressão, a retração linear, a absorção de água e a massa específica, de acordo com norma técnica vigente. Os resultados mostraram que é possível incorporar até 5% de resíduo na massa cerâmica.

Avaliação das propriedades tecnológicas de cerâmica vermelha incorporada com resíduo de rocha ornamental proveniente do tear de fio diamantado

Taguchi,S. P.; Santos,J. C.; Gomes,T. M.; Cunha,N. A.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 PT
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O aumento expressivo na produção e consumo de rochas ornamentais tem causado impactos ambientais indesejáveis. No processo de serragem dos blocos são gerados resíduos na forma de lama, que quando seca torna-se um resíduo sólido não biodegradável. Estes resíduos apresentam alguns constituintes em sua composição similares aos normalmente apresentados na massa argilosa utilizada na fabricação de produtos de cerâmica vermelha. O presente trabalho pretende avaliar as propriedades tecnológicas da cerâmica vermelha incorporada com resíduo de rochas ornamentais proveniente do tear de fio diamantado. Foram preparadas cinco composições argilosas contendo 0, 20, 40, 60 e 80% de resíduo de rocha ornamental. Os corpos de prova foram conformados por prensagem uniaxial com dimensões aproximadamente de 110 x 25 x 10 mm³. Foram investigadas as seguintes condições de sinterização: 900 ºC/1 h e 2 h, 1000 ºC/1 h e 2 h e 1100 ºC/1 h e 2 h. As amostras de cerâmica vermelha sinterizadas foram submetidas a ensaios de absorção de água, densidade aparente e tensão de ruptura à flexão. A estatística de Weibull foi usada para analisar a reprodutibilidade e confiabilidade do ensaio de resistência mecânica. Os resultados mostraram que a condição de sinterização mais favorável foi de 1100 ºC/1 h e a fração de 60% (m/m) de resíduo de rocha ornamental na argila pura é a maior sem prejudicar a qualidade técnica do produto final. Ainda...

Avaliação da adição de dolomita em massa de cerâmica de revestimento de queima vermelha

Soares,R. A. L.; Nascimento,R. M. do; Paskocimas,C. A.; Castro,R. J. S.
Fonte: Associação Brasileira de Cerâmica Publicador: Associação Brasileira de Cerâmica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 PT
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A dolomita é um mineral encontrado em abundância no estado do Piauí, ao mesmo tempo é desconsiderada pela indústria cerâmica. A sua formação química-mineralógica aponta para uma potencialidade de aplicação em massa cerâmica de revestimento, devido à presença de óxidos fundentes e outros capazes de formar novas fases cristalinas que contribuem na melhoria da estabilidade dimensional e resistência mecânica dos corpos cerâmicos. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo avaliar a potencialidade do uso de um carbonato dolomítico na produção de cerâmica de revestimento de base vermelha. Para isso foram caracterizadas uma massa cerâmica usada na produção de revestimento semiporoso e dolomita oriunda de uma jazida piauiense. O carbonato foi adicionado à massa industrial em diferentes teores e as formulações foram queimadas em três temperaturas: 1080 ºC, 1120 ºC e 1160 ºC. Foram realizados nos corpos de prova queimados ensaios tecnológicos de retração linear, absorção de água, massa específica aparente e resistência mecânica. A microestrutura foi avaliada através de análise por difração de raios X e microscopia eletrônica de varredura. Os resultados mostraram potencialidade da aplicação da dolomita piauiense em massa de revestimento cerâmico.

Identificación de la comunidad científica y técnica iberoamericana en el área de cerámica y vidrio; Identification of iberoamerican scientific and technical community in glass and ceramic fields

Criado Herrero, Emilio; Sancho, Rosa
Fonte: Sociedad Española de Cerámica y Vidrio Publicador: Sociedad Española de Cerámica y Vidrio
Tipo: Artículo Formato: 223061 bytes; application/pdf
SPA
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[ES] La Sociedad Española de Cerámica y Vidrio en colaboración con el Centro Nacional de Documentación Científica (CINDOC) se plantea la realización de un proyecto de documentación que permita localizar los grupos de investigación iberoamericanos mas activos , sus campos de especialización y su adscripción nacional e institucional. La investigación se efectuará en base a las publicaciones científicas procedentes de países iberoaméricanos y recogidas en las Bases de Datos SCI y Chemical Abstracts en el período 1995-1999. La SECV plantea este proyecto en base a su actividad editorial ininterrumpida de cuarenta años de su Revista “Boletín de la Sociedad Española de Cerámica y Vidrio”, incorporada en 1999 a la Base de Datos SCI, y órgano difusor de las Redes CYTED, Vidrio y Electrocerámica, así como por sus contactos con las sociedades nacionales de cerámica y vidrio y otras asociaciones profesionales de ámbito regional. En el presente informe se exponen los objetivos y metodología de trabajo previstos, así como los primeros resultados globales. Los autores esperan que la colaboración con las distintas instituciones y grupos de investigación mencionados permitan completar este trabajo.; [EN] The Spanish Glass and Ceramic Society in collaboration with the Spanish National Center for Scientific Information are involved in a collaborative research project focused to the identification of iberoamericans research groups actives in ceramic and glass fields. The aims of the project combines both...

Reflexiones sobre el futuro de la Industria Europea de la Cerámica; Reflections on the future of the European Ceramics Industry

Criado Herrero, Emilio
Fonte: Sociedad Española de Cerámica y Vidrio Publicador: Sociedad Española de Cerámica y Vidrio
Tipo: Artículo Formato: 242335 bytes; application/pdf
SPA
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[ES] La Unión Europea, a través de la asociación europea de fabricantes de cerámica CERAME-UNIE, lleva elaborando desde 2004 un diagnostico del sector, cuyo borrador (26-0/9-2006) se publica en el número 1 del año 2007 del Boletín de la Sociedad Española de Cerámica y Vidrio. Este borrador es un documento muy preliminar, pero en todo caso va a permitir disponer de un instrumento para un debate necesario, que afrontará las perspectivas del sector ante la conferencia que tendrá lugar en el 2008, organizada por el Parlamento y la Comisión Europea. Dado el elevado peso de la industria cerámica española en el contexto europeo, 6.000 M€ sobre un total de 27. 000 M€, y la importancia de su aportación al Producto Interior Bruto nacional, sería conveniente que el entorno productivo aproveche la oportunidad para analizar la estrategia de futuro.; [EN] The European Union thorough the European Ceramic Industries association, CERAME-UNIE, elaborate since 2004 a sectorial diagnostic and the published draft (9-09-2006) was transcribed in the Boletin Sociedad Española Ceramica y Vidrio issue 1 of 2007. This draft is a preliminary document that consisted in an instrument to initiate the mandatory debate in order to confront the sector expectation in the conference of the Parliament an the European Union that will be held in 2008. On behalf of the importance of the Spain Ceramic industry with a turnover of 6.000 M€ in the context of 27.000 M€ of the total of the European Ceramic industries...