Página 1 dos resultados de 2 itens digitais encontrados em 0.079 segundos

Vulnerabilidade socioambiental no município de São Paulo: análise das capacidades e liberdades humanas; Social and environmental vulnerability in São Paulo: Analysis of human capacities and freedoms

Jacob, Amanda Martins
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/09/2013 PT
Relevância na Pesquisa
96.33%
Com o objetivo de identificar e discutir as inter-relações que aproximam os problemas de restrição de capacidades e liberdades humanas da questão da vulnerabilidade socioambiental, esta pesquisa buscou analisar indicadores de desenvolvimento, previamente selecionados, que refletissem as desigualdades sociais, econômicas e ambientais relativas aos noventa e seis distritos do município de São Paulo. Para discorrer sobre a questão das capacidades e liberdades humanas, a pesquisa bibliográfica levou em conta principalmente, os trabalhos do economista indiano Amartya Sen, em especial seus escritos sobre a abordagem das capacidades na teoria da justiça e do desenvolvimento como liberdade. O estudo de caso utilizou indicadores secundários separados em duas grandes dimensões: vulnerabilidade que corresponde aos indicadores de: condição de... e desenvolvimento que corresponde aos indicadores de: acesso a.... As categorias segundo as quais os indicadores foram classificados são: demografia, habitação, violência, condições de saúde e assistência social, educação, renda e susceptibilidade ao risco ambiental, na dimensão vulnerabilidade; e transportes, infraestrutura em saúde e assistência social, cultura e lazer, infraestrutura em educação...

Gender at Work : A Companion to the World Development Report on Jobs

World Bank
Fonte: Washington, DC Publicador: Washington, DC
Tipo: Publications & Research :: Working Paper; Publications & Research
EN_US
Relevância na Pesquisa
25.75%
Today, many more girls are going to school and living longer, healthier lives than 30 or even 10 years ago. That was the good news in our flagship 2012 World Development Report on gender. But this has not translated into broader gains. Too many women still lack basic freedoms and opportunities and face huge inequalities in the world of work. Globally, fewer than half of women have jobs, compared with almost four-fifths of men. Girls and women still learn less, earn less, and have far fewer assets and opportunities. They farm smaller plots, work in less profitable sectors, and face discriminatory laws and norms that constrain their time and choices, as well as their ability to own or inherit property, open a bank account, or take out a loan—to buy fertilizer, for example, that would boost food production for whole communities. Gender at Work looks closely at existing constraints as well as policies and practices that show promise in closing the gaps. A companion to the 2013 World Development Report on jobs, the report advocates investing more in women’s capabilities and eliminating structural barriers such as laws that bar women from owning property, accessing financing, or working without permission from a male relative.