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Alergia látex-fruta

MARIN, Flávia Andréia; PERES, Suely Prieto de Barros Almeida; ZULIANI, Antônio
Fonte: Pontifícia Universidade Católica de Campinas Publicador: Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 95-103
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36.25%
O látex está sendo considerado o alergênico do ano 2000, tendo em vista que inúmeros indivíduos, principalmente profissionais da área de saúde e pacientes submetidos a várias intervenções diagnósticas e terapêuticas, estão freqüentemente expostos aos alérgenos do látex, presentes em produtos de borracha natural. As manifestações clínicas conseqüentes às reações alérgicas de hipersensibilidade imediata vão desde rinite, urticária, conjuntivite, angioedema, asma, até anafilaxia. Estudos recentes estão demonstrando que pacientes alérgicos ao látex desenvolvem concomitantemente sensibilização a certos alimentos de origem vegetal, especialmente frutas como papaia, figo, banana, abacate, kiwi, pêssego, abacaxi, melão e castanha, acreditando-se numa provável ocorrência de reações cruzadas entre os alérgenos do látex e destas frutas. Faz-se, então, uma revisão sobre a alergia ao látex, em particular sobre os grupos de risco, incluindo a presença de reatividade cruzada entre o látex e as frutas.; The latex is being considered the allergenic agent of the year 2000, taking into account that several individuals, mainly health care professionals, and patients who had undergone many diagnostic and therapeutic interventions...

Prevalência e Factores de Risco para Síndrome Látex-Frutos em Doentes com Alergia ao Látex

Gaspar, A; Pires, G; Matos, V; Loureiro, V; Morais-Almeida, M; Rosado-Pinto, J
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2004 POR
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46.5%
A associação de alergia ao látex e alergia alimentar a frutos e outros vegetais com reactividade cruzada com látex é denominada síndrome látex-frutos (SLF). Não existem estudos que avaliem factores de risco para SLF em doentes alérgicos ao látex, nomeadamente incluindo diferentes grupos populacionais de risco. Objectivo: Investigar a prevalência e factores de risco para SLF. Material e Métodos: Foram estudados 61 doentes alérgicos ao látex, com média etária de 25.9 (±16.6) anos e relação sexo M/F de 0.3/1, pertencendo a diferentes grupos de risco: 15 com espinha bífida (EB), 13 submetidos a múltiplas cirurgias sem EB e 33 profissionais de saúde (PS). A todos os doentes foram efectuados questionário, testes cutâneos por prick (TC) com aeroalergénios comuns e látex(extractos comerciais) e alimentos com reactividade cruzada descrita com látex (extractos comerciais e alimentos em natureza), IgE total sérica (AlaSTAT®, DPC) e IgE específica para látex (UniCAP®, Pharmacia Diagnostics). Definiu-se SLF se história clínica e TC para o alimento positivos. Resultados: A prevalência de SLF nos doentes alérgicos ao látex foi 28% (17). Os alimentos implicados foram castanha-71% (12), banana-47% (8), pêssego-29% (5)...

Prevalência e Factores de Risco para Síndrome Látex-Frutos em Doentes com Alergia ao Látex

Gaspar, A; Pires, G; Matos, V; Loureiro, V; Morais-Almeida, M; Rosado-Pinto, J
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2004 POR
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46.5%
A associação de alergia ao látex e alergia alimentar a frutos e outros vegetais com reactividade cruzada com látex é denominada síndrome látex-frutos (SLF). Não existem estudos que avaliem factores de risco para SLF em doentes alérgicos ao látex, nomeadamente incluindo diferentes grupos populacionais de risco. Objectivo: Investigar a prevalência e factores de risco para SLF. Material e Métodos: Foram estudados 61 doentes alérgicos ao látex, com média etária de 25.9 (±16.6) anos e relação sexo M/F de 0.3/1, pertencendo a diferentes grupos de risco: 15 com espinha bífida (EB), 13 submetidos a múltiplas cirurgias sem EB e 33 profissionais de saúde (PS). A todos os doentes foram efectuados questionário, testes cutâneos por prick (TC) com aeroalergénios comuns e látex(extractos comerciais) e alimentos com reactividade cruzada descrita com látex (extractos comerciais e alimentos em natureza), IgE total sérica (AlaSTAT®, DPC) e IgE específica para látex (UniCAP®, Pharmacia Diagnostics). Definiu-se SLF se história clínica e TC para o alimento positivos. Resultados: A prevalência de SLF nos doentes alérgicos ao látex foi 28% (17). Os alimentos implicados foram castanha-71% (12), banana-47% (8), pêssego-29% (5)...

Alergia látex-fruta

MARIN,Flávia Andréia; PERES,Suely Prieto de Barros Almeida; ZULIANI,Antônio
Fonte: Pontifícia Universidade Católica de Campinas Publicador: Pontifícia Universidade Católica de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 PT
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36.25%
O látex está sendo considerado o alergênico do ano 2000, tendo em vista que inúmeros indivíduos, principalmente profissionais da área de saúde e pacientes submetidos a várias intervenções diagnósticas e terapêuticas, estão freqüentemente expostos aos alérgenos do látex, presentes em produtos de borracha natural. As manifestações clínicas conseqüentes às reações alérgicas de hipersensibilidade imediata vão desde rinite, urticária, conjuntivite, angioedema, asma, até anafilaxia. Estudos recentes estão demonstrando que pacientes alérgicos ao látex desenvolvem concomitantemente sensibilização a certos alimentos de origem vegetal, especialmente frutas como papaia, figo, banana, abacate, kiwi, pêssego, abacaxi, melão e castanha, acreditando-se numa provável ocorrência de reações cruzadas entre os alérgenos do látex e destas frutas. Faz-se, então, uma revisão sobre a alergia ao látex, em particular sobre os grupos de risco, incluindo a presença de reatividade cruzada entre o látex e as frutas.

Alergia ao látex e à banana em crianças com mielomeningocele na cidade do Rio de Janeiro

Machado,Marta; Sant'Anna,Clemax; Aires,Vera; Rodrigues,Pedro Paulo; Pinheiro,Maria Fernanda; Teixeira,Marisa
Fonte: Associação Médica Brasileira Publicador: Associação Médica Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2004 PT
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46.46%
Recentemente, reações de hipersensibilidade do tipo I ao látex foram relatadas com freqüência, principalmente nos indivíduos cujo contato com produtos de látex é íntimo e freqüente. Crianças com mielomeningocele (MMC) são as que mais se sensibilizam ao látex, pelo contato freqüente e precoce com este material. Reações alérgicas cruzadas entre alimentos são conhecidas há anos. Atualmente, a alergia ao látex é freqüentemente associada à alergia a frutas como abacate, banana, kiwi, grapefruit, pêssego, papaia e castanha. OBJETIVOS: O objetivo deste trabalho consistiu em identificar o número de pacientes com MMC e sensibilização clínico-laboratorial à banana e ao látex. MÉTODOS: Questionários foram aplicados a 33 crianças com MMC, e sangue foi colhido de 30 para ser efetuada a dosagem de imunoglobulina E (IgE) específica (RAST Pharmacia) para látex, e de 29 para banana. Foi considerada positiva a IgE específica igual ou superior à classe I. RESULTADOS: Quatro crianças relataram histórias de urticária com látex, e uma criança descreveu urticária e diarréia com banana. 14/30 (46,6%) apresentavam IgE específica para látex positiva, e 4/29 (13,7%) para banana. Nenhum cruzamento de variáveis foi estatisticamente significativo com a sensibilização clínico laboratorial ao látex e à banana. CONCLUSÕES: Identificou-se elevada prevalência de alergia ao látex e à banana no grupo de pacientes com MMC. No Brasil necessitamos de mais estudos para analisar a prevalência de reações alérgicas cruzadas entre alimentos e látex em crianças com MMC.

Eficácia e tolerância de Imunoterapia sublingual com Pru p 3 em doentes com alergia grave ao pêssego: evolução clínica e imunológica ao longo de 12 meses

Costa,Ana Célia; Melo,Alcinda; Duarte,Fátima; Pereira-Barbosa,Manuel; Santos,M Conceição Pereira
Fonte: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica Publicador: Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2015 PT
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86.99%
Introdução: A alergia ao pêssego é prevalente, persistente e potencialmente grave, sendo as proteínas de transferência lipídica (LTPs) - Pru p 3 e as profilinas - Pru p 4, os principais alergénios envolvidos.A presença oculta de Pru p 3 em produtos alimentares pode desencadear reacções acidentais graves, incluindo anafilaxia e os doentes podem reagir a outros alimentos que contêm LTPs (síndrome LTP). Este tipo de alergia pode ser considerado um alvo importante para imunoterapia (IT) a alergénios. Objectivo: Demonstrar a eficácia e segurança da IT sublingual (SLIT) com Pru p 3 (SLIT-Pru p 3) em doentes com reacções sistémicas (RS) associadas à ingestão de pêssego, através da avaliação de parâmetros clínicos e imunológicos, ao longo de 12 meses. Material e métodos: Oito doentes (7F,1M; média de idades -25,6;19-41 anos) com história de alergia ao pêssego, confirmada por Prova de Provocação Oral (excepto se anafilaxia e evidência de sensibilização) submetidos a SLIT -Pru p 3 (Alk -Abelló) durante 1 ano. Todos os doentes tiveram RS (75% anafilaxia) associadas à ingestão de pêssego (62,5% referiam sintomas com outros alimentos com LTP). Realizaram testes cutâneos por picada (TCP) com bateria de aeroalergénios...