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Xukuru : memorias e historia dos indios da Serra do Ororuba (Pesqueira/PE), 1950-1988; Xukuru : memories and history of the Serra do Ororuba Indians (Pesqueira/PE), 1950-1988

Edson Hely Silva
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/03/2008 PT
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Este estudo procurou, a partir das memórias orais dos índios Xukuru e da pesquisa em registros escritos, discutir as conexões temporais entre as mobilizações indígenas pelas terras, nos anos 1980, e as ocorridas na década de 1950, quando os Xukuru conquistaram o reconhecimento oficial com a implantação de um Posto do Serviço de Proteção aos Índios (SPI) na Serra do Ororubá, em Pesqueira/PE. Em ambos os períodos, os índios afirmaram seus direitos baseados nas memórias de seus antepassados que receberam as terras como recompensa pela participação na Guerra do Paraguai, em um contexto de disputas pelas terras do oficialmente extinto Aldeamento de Cimbres/Ororubá em fins do século XIX. A pesquisa das memórias possibilitou perceber os elos de uma história coletiva, de um pertencimento em um conjunto de situações e experiências históricas que conferem uma identidade baseada em um espaço ancestral comum. Nos relatos das memórias orais dos Xukuru do Ororubá, é possível perceber outros acontecimentos que expressaram o cotidiano, os espaços e momentos de sociabilidades vivenciados na Serra do Ororubá, o significado de Cimbres como um espaço de referência da memória mítico-religiosa para a afirmação da identidade do grupo...

Ciborgues indígen@s .br : a presença nativa no ciberespaço

Pereira, Eliete da Silva
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
PT_BR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Sociais, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas, 2007.; Esta dissertação trata-se de uma pesquisa exploratória sobre a presença indígena ‘brasileira’ no ciberespaço, evocada na imagem dos “ciborgues indígenas”, entendendo por esta expressão, uma nova condição nativa contemporânea atravessada por softwares e hardwares, sistemas informativos e fluxos comunicativos. Com a apropriação das novas tecnologias comunicativas, organizações e sujeitos indígenas inauguram no novo contexto de uma sociabilidade tecnológica, distintas formas de atuação e auto-representação, delineadas pela visibilidade e pela tomada da palavra eletrônica. Elementos estes constituintes de um protagonismo indígena adquirido nas tramas hipertextuais do ciberespaço. Portanto, por meio do mapeamento dos sites indígenas e da reflexão “no diálogo” com os interlocutores, Guarani, Potiguara, Tupinambá, Tumbalalá e Xucuru- Kariri, esta pesquisa buscou repensar as “aberturas e cruzamentos” dos significados da presença indígena no ciberespaço. No intuito de sugerir temas de estudos acerca dos significados da interação nativa com as novas tecnologias comunicativas em contextos digitais. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT; This thesis presents a explorers research on ‘brazilian’ indian presence in to cyberspace...

Etnobotânica Xucuru: espécies místicas; .

Silva, Valdeline Atanazio da; Laboratório de Etnobotânica e Botânica aplicada. Departamento de Botânica - Universidade Federal de Pernambuco; Andrade, Laise de Holanda Cavalcanti; Laboratório de Etnobotânica e Botânica aplicada. Departamento de Bot
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2002 POR
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A tribo Xucuru, grupo indígena pernambucano, é um dos sete remanescentes do estado de Pernambuco, nordeste do Brasil. O toré é o principal ritual místico da tribo, cuja prática representa atualmente um resgate do "ser Xucuru". Ao dançarem o toré, os Xucuru frequentemente usam vestimentas, ornamntos, instrumentos musicais e bebida. A bebida que compõe  o ritual, chamada jurema, tem como base a Mimosa tenuiflora (Wild.) Poir. Esta bebida é característica dos rituais de vários grupos indígenas nordestinos e permite, segundo os Xucuru, uma maior integração entre o índio (indivíduo) e os "encantados" (espíritos de antepassados), funcionando, ainda, como estimulante para os participantes do ritual. Quinze espécies (75% do total levantado) vegetais (nativas e introduzidas) são utilizadas pelos Xucuru em banhos mediúnicos (contato/limpeza contra os espíritos), uma como amuleto (castanha de caju, como proteção contra picada de cobra), três como defumador (folhas secas e queimadas, usadas, para afastar maus espíritos e aromatizar o ambiente) e duas na produção de cigarro (apesar de ser hábito comum entre os Xucuru, a planta utilizada em geral, tem origem no mercado e é chamada "fumo brabo"). As espécies místicas estão distribuídas nas seguintes famílias: Anacardiaceae (1 espécie)...