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Morpho-anatomical features of underground systems in six Asteraceae species from the Brazilian Cerrado

APPEZZATO-DA-GLÓRIA, Beatriz; CURY, Graziela
Fonte: Academia Brasileira de Ciências Publicador: Academia Brasileira de Ciências
Tipo: Artigo de Revista Científica
ENG
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27.43%
In the Brazilian Cerrado (neotropical savanna), the development of bud-bearing underground systems as adaptive structures to fire and dry periods can comprise an important source of buds for this ecosystem, as already demonstrated in the Brazilian Campos grasslands and North American prairies. Asteraceae species from both woody and herbaceous strata have subterranean organs that accumulate carbohydrates, reinforcing the adaptive strategy of these plants to different environmental conditions. This study aims to analyse the morpho-anatomy of underground systems of six species of Asteraceae (Mikania cordifolia L.f. Willd., Mikania sessilifolia DC, Trixis nobilis (Vell.) Katinas, Pterocaulon alopecuroides (Lam.) DC., Vernonia elegans Gardner and Vernonia megapotamica Spreng.), to describe these structures and to verify the occurrence and origin of shoot buds, and to analyse the presence of reserve substances. Individuals sampled in Cerrado areas in São Paulo State showed thick underground bud-bearing organs, with adventitious or lateral roots and presence of fructans. Xylopodium was found in all studied species, except for Trixis nobilis, which had stem tuber. The presence of fructans as reserve, and the capacity of structures in the formation of buds indicate the potential of herbaceous species of Asteraceae in forming a viable bud bank for vegetation regeneration in the Brazilian Cerrado.; No Cerrado brasileiro (savana neotropical)...

Anatomia e análise do óleo essencial dos órgãos vegetativos de Aldama tenuifolia (Gardner) E.E.Schill. & Panero e A. kunthiana (Gardner) E.E.Schill. & Panero (Asteraceae - Heliantheae); Anatomy and essential oil analyses of the vegetative organs of Aldama tenuifolia (Gardner) E.E.Schill. & Panero and A. kunthiana (Gardner) E.E.Schill. & Panero (Asteraceae - Heliantheae)

Silva, Edilmara Michelly Souza da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/08/2013 PT
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As espécies sul-americanas do gênero Viguiera Kunth foram transferidas para o gênero Aldama La Llave com base em estudos moleculares. Porém, a circunscrição de Aldama tenuifolia (Gardner) E.E.Schill. & Panero e A. kunthiana (Gardner) E.E.Schill. & Panero, pertencentes à Seção Paradosa, série Tenuifolieae ainda não está bem estabelecida, pois as espécies são morfologicamente muito próximas. O objetivo deste trabalho foi analisar a anatomia e o rendimento e a composição química do óleo essencial dos órgãos vegetativos das referidas espécies, visando fornecer dados que auxiliem na delimitação das mesmas. Para as análises anatômicas, as amostras de folhas, caules aéreos, xilopódios e raízes de três indivíduos de cada espécie foram fixadas em FAA 50 ou em solução de Karnovsky, infiltradas em hidroxi-etil-metacrilato, seccionadas em micrótomo rotativo, coradas e montadas em resina sintética. Também foram realizados testes histoquímicos em materiais frescos ou fixados incluídos ou não em hidroxi-etil-metacrilato Para a análise da superfície foliar utilizou-se a técnica de dissociação de epiderme e microscopia de luz e microscopia eletrônica de varredura, utilizando os procedimentos usuais de preparação. A extração do óleo essencial (OE) foi realizada por hidrodestilação em sistema do tipo Clevenger...

Nodulação e micorrização em Anadenanthera peregrina var. falcata em solo de cerrado autoclavado e não autoclavado

Gross, E.; Cordeiro, L.; Caetano, Flávio Henrique
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 95-101
POR
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Anadenanthera peregrina var. falcata (angico-do-cerrado), uma leguminosa arbórea, forma associações simbióticas com bactérias fixadoras de nitrogênio (rizóbios) e com fungos micorrízicos arbusculares. Com o objetivo de avaliar a eficiência da inoculação de fungos micorrízicos e rizóbios no crescimento inicial de plantas de angico-do-cerrado, crescidas em solo autoclavado e em solo não autoclavado com e sem inoculação, foi desenvolvido um experimento em casa de vegetação, utilizando raízes micorrizadas de milho e uma mistura de isolados de rizóbios como inoculantes. O crescimento das plantas foi influenciado positivamente pela concomitante inoculação do fungo micorrízico e do rizóbio, tendo as plantas desse tratamento apresentado biomassa cerca de 60 % maior do que o controle no décimo mês. A inoculação de apenas um dos microssimbiontes, entretanto, não provocou diferença na produção de biomassa das plantas. A percentagem de colonização micorrízica foi significativamente mais alta e o número de nódulos maior nas raízes das plantas crescidas no solo não autoclavado, ocasionados pela população de fungos e rizóbios nativos. Nesse tratamento, houve pequeno acúmulo de matéria no xilopódio, provavelmente em virtude do dreno fotossintético por parte dos microssimbiontes...

Autoecologia de Bauhinia holophylla Steud. (Leguminosae-Caesalpiniolideae), na Reserva Biologica e Estação Experimental de Moji Guaçu, SP

Josimara Nolasco Rondon
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/02/2006 PT
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Uma população de Bauhinia holophylla Steud. localizada no cerrado sensu stricto da Reserva Biológica e Estação Experimental de Moji Guaçu (RBEE de Moji Guaçu) foi estudada quanto a sua fenologia reprodutiva, expectativa de vida foliar, predação de sementes, germinação, fotoperíodo e regeneração natural. O padrão de distribuição da população adulta e jovem de B. holophylla, na área estudada é do tipo agregado. A população jovem e adulta de B. holophylla na RBEE de Moji Guaçu pode ser considerada juvenil, concentrando a maioria dos indivíduos nas primeiras classes de crescimento em altura e diâmetro. A expectativa média de vida da folha no primeiro ano de estudo foi de 8,2 meses, enquanto no segundo ano foi de 7,6 meses. A produtividade primária da fração folhas de 21 plantas de B. holophylla amostradas foi mais intensa nos meses de julho a agosto, durante o período de estudo (dois anos), portanto, durante a estação seca. A fração flores e botões esteve associada ao período da estação chuvosa, com produção maior nos meses de novembro a janeiro. A mortalidade foliar coincidiu com o período de menor precipitação na estação seca. A queda total das coortes foliares ocorreu ao mesmo tempo, na estação seca...

Efeito de fatores ambientais na dormencia do xilopodio de gomphrena prostrata mart

Paulo Sergio de Figueiredo
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 17/02/1993 PT
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16.76%
Fora das regiões equatorias ocorrem variações sazonais nas condições climáticas. A suspensão e reativação do crescimento em sincronia com as estações sugerem que sinais do ambiente podem ser Interpretados e usados para controlar o desenvolvimento.Períodos de suspensão do crescimento sáo comuns à maioria das plantas sendo denominados de dormência e podem ser definidos como a habilidade de reter a viabilidade, mantendo baixa atividade metabólica, sem nenhum crescimento observável. Nos cerrados, dorméncia ocorre durante a estação seca,epoca em que os dias sáo mais curtos e as temperaturas mais baixas. Em plantas jovens de G. prostrata desenvolvendo-se no cerrado durante a primeira estação de crescImento, a entrada em dorméncia parece ocorrer como resultado de uma interaçáo entre encurtameno dos dias e a queda da temperatura no início do outono. Plantas adultas de GDmphrena prostra ta exibem um padrão fenológico marcadamente sazonal. Durante a primavera/verão, floração e brotação ocorrem de maneira sincronizada, apresentam uma periodicidade definida e são eventos aparentemente relacionados. Durante o outono/inverno, as plantas náo florescem nem brotam, embora não ocorra senescência da parte aérea. Durante a estação seca a dormência caracteriza-se como ausência de floração e brotação periódicas. As gemas nos xilopódios sào mantidas em dormência relativa...

Estudo morfofisiologico do desenvolvimento das especies Galianthe grandifolia E. L. Cabral (Rubiaceae) e Campulocliniun chlorolepis Baker (Asteraceae) submetidas a diferentes concentrações de cadmio; Morphophysiological development of Galianthe grandifolia E. L. Cabral (Rubiaceae) and Campulocliniun chlorolepis Baker (Asteraceae) subjected to different cadmium concentrations

Divina Aparecida Anunciação Vilhalva
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/08/2008 PT
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16.76%
O acúmulo de metais pesados no solo provoca grandes danos ambientais, em especial o do cádmio, devido ao seu alto nível de toxicidade e efeitos acumulativos nos organismos em geral. Poucas pesquisas envolvendo a resposta de diferentes vegetais a metais pesados foram realizadas com espécies nativas de cerrado. O objetivo deste trabalho foi avaliar, em casa de vegetação, o comportamento de duas espécies do cerrado: Campulocliniumchlorolepis (Asteraceae) e Galianthe grandifolia (Rubiaceae) em relação ao excesso de cádmio (Cd) no solo. Ambas foram irrigadas com soluções aquosas contendo 0, 0,3 e 3 mmol L-1 de cádmio. Os resultados demonstraram que as espécies são diferentemente tolerantes às concentrações de cádmio a que foram submetidas. Campuloclinium chlorolepis suportou por 14 dias as concentrações de 0,3 e 3 mmol L-1 de Cádmio e, para estas mesmas concentrações, as plantas de Galianthe grandifolia, toleraram até 28 dias. Os principais sintomas de toxicidade do Cd foram: clorose, mancha e murchamento das folhas e inibição do crescimento em Campuloclinium chlorolepis; epinastia e manchas nas folhas em Galianthe grandifolia. O Cd não inibiu o crescimento de Galianthe grandifolia, havendo estímulo no crescimento das plantas até mesmo na maior concentração (3 mmol L-1 de Cd). A análise do teor de Cd mostrou que Galianthe grandifolia é mais tolerante e hiperacumuladora desse metal...

Nodulação e micorrização em Anadenanthera peregrina var. falcata em solo de cerrado autoclavado e não autoclavado

Gross,E.; Cordeiro,L.; Caetano,F. H.
Fonte: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo Publicador: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 PT
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17.43%
Anadenanthera peregrina var. falcata (angico-do-cerrado), uma leguminosa arbórea, forma associações simbióticas com bactérias fixadoras de nitrogênio (rizóbios) e com fungos micorrízicos arbusculares. Com o objetivo de avaliar a eficiência da inoculação de fungos micorrízicos e rizóbios no crescimento inicial de plantas de angico-do-cerrado, crescidas em solo autoclavado e em solo não autoclavado com e sem inoculação, foi desenvolvido um experimento em casa de vegetação, utilizando raízes micorrizadas de milho e uma mistura de isolados de rizóbios como inoculantes. O crescimento das plantas foi influenciado positivamente pela concomitante inoculação do fungo micorrízico e do rizóbio, tendo as plantas desse tratamento apresentado biomassa cerca de 60 % maior do que o controle no décimo mês. A inoculação de apenas um dos microssimbiontes, entretanto, não provocou diferença na produção de biomassa das plantas. A percentagem de colonização micorrízica foi significativamente mais alta e o número de nódulos maior nas raízes das plantas crescidas no solo não autoclavado, ocasionados pela população de fungos e rizóbios nativos. Nesse tratamento, houve pequeno acúmulo de matéria no xilopódio, provavelmente em virtude do dreno fotossintético por parte dos microssimbiontes...

Ontogênese do sistema subterrâneo de Pachyrhizus ahipa (Wedd.) Parodi (Fabaceae)

Milanez,Camilla R.D.; Moraes-Dallaqua,Marina A.
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2003 PT
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27.99%
Realizou-se o estudo da ontogênese do sistema subterrâneo de P. ahipa com o objetivo de contribuir para o conhecimento da morfologia, bem como do processo de tuberização dos órgãos subterrâneos desta espécie. Amostras das regiões do hipocótilo e da raiz primária foram retiradas em diferentes fases de desenvolvimento da planta e processadas segundo técnica usual. Verificou-se que o sistema subterrâneo de P. ahipa compreende um xilopódio e uma raiz tuberosa. O xilopódio corresponde a uma porção cilíndrica, lenhosa e lignificada, próxima ao solo, da qual surgem novos brotos. Logo abaixo, encontra-se a raiz primária tuberosa, de formato predominantemente fusiforme. O processo de tuberização da raiz resulta da atividade de um câmbio vascular típico, juntamente com câmbios acessórios que surgem a partir da retomada de divisão celular do parênquima do xilema secundário, após a primeira fase do crescimento secundário usual. A ontogênese do xilopódio mostra que este apresenta natureza mista, formando-se a partir do crescimento secundário tanto do hipocótilo quanto da região basal da raiz primária tuberosa.

Influência da densidade de plantio e da cama de frango na produção da carobinha (Jacaranda decurrens Cham. ssp. symmetrifoliolata Farias & Proença)

Gouvea,A.B.; Vieira,M.C.; Heredia Z.,N.A.; Pinto,J.V.C.
Fonte: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais Publicador: Sociedade Brasileira de Plantas Medicinais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2014 PT
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Carobinha (Jacaranda decurrens Cham. ssp. symmetrifoliolata Farias & Proença) é uma planta medicinal que ocorre no Cerrado de Mato Grosso do Sul. A espécie vem sendo amplamente utilizada pela medicina popular como depurativa do sangue e cicatrizante de feridas uterinas e dos ovários, resultando na sua exploração predatória. Por ser uma espécie identificada recentemente, os estudos sobre adaptação ex situ são ainda escassos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento, o desenvolvimento, e a produção da carobinha cultivada ex situ em cinco espaçamentos entre plantas dentro das fileiras, em parcelas adubadas com e sem cama semidecomposta de frango de corte. O experimento foi desenvolvido no Horto de Plantas Medicinais (HPM) da Universidade Federal da Grande Dourados - UFGD, em Dourados-MS, de abril de 2006 a outubro de 2007. Os espaçamentos entre plantas foram: 0,30; 0,35; 0,40; 0,45 e 0,50 m, sendo a cama de frango aplicada na dose de 10 t ha-1 nas parcelas com este tratamento. O ensaio fatorial 5x2, foi conduzido no delineamento experimental de blocos casualizados, sendo a parcela constituída de 4,5 m², com quatro repetições. As mudas foram obtidas a partir de sementes coletadas de uma população de 40 plantas nativas...

Processamento de pícles com xilopódio do umbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda).

CAVALCANTI, N. de B.; SANTOS, C. A. F.; ANJOS, J. B. dos; RESENDE, G. M. de; BRITO, L. T. de L.
Fonte: In: SEMANA INTERNACIONAL DA FRUTICULTURA, FLORICULTURA E AGROINDÚSTRIA. 9.,; SIMPÓSIO DE INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS E GERENCIAIS, 2., 2002, Fortaleza. Frutal 2002. Fortaleza : Embrapa Agroindústria Tropical; Instituto Frutal; SINDIFRUTA, 2002. CD-ROM. Publicador: In: SEMANA INTERNACIONAL DA FRUTICULTURA, FLORICULTURA E AGROINDÚSTRIA. 9.,; SIMPÓSIO DE INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS E GERENCIAIS, 2., 2002, Fortaleza. Frutal 2002. Fortaleza : Embrapa Agroindústria Tropical; Instituto Frutal; SINDIFRUTA, 2002. CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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27.43%
2002

Aproveitamento de sementes de umbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) para a produção de pícles do xilopódio das plântulas.

CAVALCANTI, N. de B.; RESENDE, G. M.; SANTOS, C. A. F.; BRITO, L. T. de L.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO SISTEMAS AGROFLORESTAIS, 4., 2002, Ilhéus. Anais... Ilhéus : CEPLAC-CEPEC, 2002. 1 CD-ROM. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO SISTEMAS AGROFLORESTAIS, 4., 2002, Ilhéus. Anais... Ilhéus : CEPLAC-CEPEC, 2002. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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27.43%
2002

Produção de pícles com tuberculos a partir de mudas de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda).

CAVALCANTI, N. de B.; RESENDE, G. M. de; SANTOS, C. A. F. dos; BRITO, L. T. de L.
Fonte: Horticultura Brasileira, Brasília, DF, v. 22, n. 2, jul. 2004. Suplemento 2. 1 CD-ROM. Publicador: Horticultura Brasileira, Brasília, DF, v. 22, n. 2, jul. 2004. Suplemento 2. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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Este trabalho teve como objetivo a utilização de sementes de imbuzeiro para produção de mudas visando a obtenção de tubérculos aos 120 dias de crescimento e testar à aceitação de pícles processados com os mesmos, no período de janeiro a dezembro de 2003, em uma área sob tela sombrite com redução de luz de 50%, em temperatura ambiente na Embrapa Semi-Árido, em Petrolina - PE. Utilizou-se o delineamento experimental em blocos ao acaso, com três tratamentos e quatro repetições. As plantas de imbuzeiro aos 120 dias de crescimento apresentam as seguintes características: altura média de 83,66 cm; com um diâmetro basal do caule de 0,89 cm. Os xilopódios apresentaram um tamanho médio de 17,28 cm, com diâmetro variando entre 2,83 a 3,67 cm. O peso médio dos xilopódios foi de 47,54 g. O picles de xilopódio, processado com salmoura de 2,5% de sal comum e 0,5% de ácido ascórbico foi o mais preferido pelos provadores, seguido do pícles processado com a salmoura de 2,5% de sal e 0.5% de ácido cítrico. O xilopódio in natura não obteve boa aceitação quanto à textura, o que dificultou sua mastigabilidade pelos degustadores, dos quais, 55% indicaram o atributo "desgostei muitíssimo". Os pícles do xilopódio processados com ácido ascórbico obtiveram a maior pontuação para a textura...

Como os pequenos agricultores do semi-árido do Nordeste podem aproveitar integralmente o fruto do imbuzeiro.

CAVALCANTI, N. de B.; RESENDE, G. M. de; ANJOS, J. B. dos; BRITO, L. T. de L.
Fonte: In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 43.; INTERNATIONAL PENSA CONFERENCE ON AGRI-FOOD CHAIN/NETWORKS ECONOMICS AND MANAGEMENT, 5., 2005, Ribeirão Preto. Anais... Ribeirão Preto: FEARP; USP; PENSA;. FUNDECE; SOBER, 2005. 1 CD-ROM. Publicador: In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ECONOMIA E SOCIOLOGIA RURAL, 43.; INTERNATIONAL PENSA CONFERENCE ON AGRI-FOOD CHAIN/NETWORKS ECONOMICS AND MANAGEMENT, 5., 2005, Ribeirão Preto. Anais... Ribeirão Preto: FEARP; USP; PENSA;. FUNDECE; SOBER, 2005. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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O imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) é uma fruteira nativa do Nordeste semi-árido que se destaca quanto à possibilidade de ser explorada pelos pequenos agricultores com o processamento de doces, geléias e outros derivados. Esta planta apresenta um potencial elevado para contribuir com o desenvolvimento da região, de forma especial, com a sua industrialização caseira. Todavia, parte da produção é desperdiçada ainda no campo, visto que, são poucas as alternativas de processamento conhecidas pelos agricultores. O objetivo deste estudo foi desenvolver alternativas tecnológicas para o aproveitamento integral do fruto d imbuzeiro pelos agricultores que fazem seu extrativismo em comunidades da região semi-árida do Nordeste. O trabalho foi realizado de janeiro a dezembro de 2003 na Embrapa Semi-Árida, em Petrolina, PE. Foram selecionadas três plantas de imbuzeiro e colhidos os frutos em diferentes estádios de maturação. Após a colheita foi retirada a polpa de cada tipo de fruto e processado os diferentes tipos de doce em massa. Para a produção de picles, foram colhidas sementes de imbu regurgitadas pelos caprinos em apriscos da região. As sementes foram semeadas em canteiros com areia lavada e aos 120 dias após o plantio...

Uso sustentável do xilopódio de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda) para produção de doce.

CAVALCANTI, N. de B.; ANJOS, J. B. dos; RESENDE, G. M. de.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA, 3.; SEMINÁRIO ESTADUAL DE AGROECOLOGIA, 3., 2005, Florianópolis. Anais... Florianópolis: ABA, 2005. 1 CD-ROM. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA, 3.; SEMINÁRIO ESTADUAL DE AGROECOLOGIA, 3., 2005, Florianópolis. Anais... Florianópolis: ABA, 2005. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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38.32%
A retirada de xilopódio de plantas adultas de imbuzeiro para produção de doce pelos agricultores, tem sido apontado como causa de degradação desta espécie. O objetivo deste trabalho foi desenvolver uma alternativa para produção de doce do xilopódio, sem causar danos ao meio ambiente. O trabalho foi realizado no período de janeiro a dezembro de 2004 na Embrapa Semi-Árido em Petrolina - PE. Foram plantados dementes de imbu em canteiro com substrato de areia lavada e aos 180 dias de crescimento foram colhidas as mudas para retirada dos xilopódios. Para o processamento do doce, utilizaram-se 1000 g da massa do xilopódio, 500 g de açúcar e 5 g de ácido cítrico. A an´´alise sensorial foi realizada com 24 provadores não treinados para avaliação da cor, sabor e textura. Os resultados demonstraram que o doce do xilopódio de plantas aos 180 dias apresenta características semelhantes ao produzido com xilopódios de plantas adultas. Na aceitação pelos provadores o doce obteve atributo "gostei muito" para o sabor e a textura. O xilopódio de mudas de imbuzeiro pode ser uma estratégia sustentável para produção de doce em massa sem causar danos ao meio ambiente.; 2005

Diferentes formas de processamento para picles de xilopódio de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda).

CAVALCANTI, N. de B.; RESENDE, G. M. de.
Fonte: In: SIMPÓSIO LATINO AMERICANO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS, 6., 2005, Campinas. Resumos... Campinas: SBCTA : UNICAMP, 2005. 1 CD-ROM. Publicador: In: SIMPÓSIO LATINO AMERICANO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS, 6., 2005, Campinas. Resumos... Campinas: SBCTA : UNICAMP, 2005. 1 CD-ROM.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE)
PT_BR
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2005

Ocorrência e formação de xilopódio em plantas de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda).

CAVALCANTI, N. de B.; RESENDE, G. M. de; BRITO, L. T. de L.
Fonte: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO SOBRE UMBU, CAJÁ E ESPÉCIES AFINS, 2008, Recife. Anais... Recife: IPA; Embrapa Agroindústria Tropical; UFRPE, 2008. Publicador: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO SOBRE UMBU, CAJÁ E ESPÉCIES AFINS, 2008, Recife. Anais... Recife: IPA; Embrapa Agroindústria Tropical; UFRPE, 2008.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
PT_BR
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2008

Uso e aplicações de Spondias tuberosa (Arr. Câma.): processamento e industrialização.

CAVALCANTI, N. de B.
Fonte: In: LEDERMAN, I. E.; LIRA JÚNIOR, J. S. de; SILVA JÚNIOR, J. F. da (Ed.). Spondias no Brasil: umbu, cajá e espécies afins. Recife: IPA; Embrapa Agroindústria Tropical; UFRPE, 2008. Publicador: In: LEDERMAN, I. E.; LIRA JÚNIOR, J. S. de; SILVA JÚNIOR, J. F. da (Ed.). Spondias no Brasil: umbu, cajá e espécies afins. Recife: IPA; Embrapa Agroindústria Tropical; UFRPE, 2008.
Tipo: Capítulo em livro técnico-científico (ALICE) Formato: p. 159-166.
PT_BR
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Imbuzeiro (S. tuberosa Arr. Câm.); Processamento de doce de imbu; Obtenção da polpa; Preparo do doce; Rendimento do doce; A geléia de imbu; Obtenção dos frutos; Cozimento dos frutos; Processamebnto da geléia de imbu; As fabriquetas de doce do fruto do imbuzeiro; Picles de xilopódio do imbuzeiro; Imbu-cajá (Spondias spp.).; 2008

Ocorrência de xilopódio em plantas nativas de imbuzeiro.

CAVALCANTI, N. de B.; RESENDE, G. M. de
Fonte: Caatinga, Mossoró, v. 19, n. 3, p. 287-293, jul./set. 2006. Publicador: Caatinga, Mossoró, v. 19, n. 3, p. 287-293, jul./set. 2006.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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37.78%
Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento da ocorrência de xilopódios em plantas nativas de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arruda). O trabalho foi realizado com 36 plantas nativas encontradas na área de caatinga das comunidades de Sítio Papagaio (Juazeiro, BA), Fazenda Saco )Jaguarari, BA) e Alto do Angico )Petrolina, PE), no período de agosto de 2000 a novembro 2002. Em cada comunidade foram selecionadas ao acaso 12 plantas para remoção dos xilopódios. As variáveis analisadas foram as seguintes: altura da planta, diâmetro do caule ao nível do solo, diâmetro da copa, quantidade e peso total dos xilopódios por planta. Na comunidade de Sítio Papagaio, foram coletados, em média, 978,42 xilopódios por planta com peso médio de 1731,2 kg. Na comunidade de Fazenda Saco, foram coletados, em média, 1011,58 xilopódios por planta com peso médio de 1820,13 kg. Na comunidade de Alto do Angico, foram coletados, em média, 731,58 xilopódios por planta com peso médio de 1370,09 kg. A ocorrência de xilopódio por planta nas comunidades foi, em média, de 907,19 com um peso médio de 1352,12 kg por planta.; 2006

Levantamento da produção de xilopódio e os efeitos de sua retirada sobre a frutificação e persistência de plantas nativas de imbuzeiro (Spondias tuberosa Arr. Cam.).

CAVALCANTI, N. de B.; RESENDE, G. M. de; BRITO, L. T. de L.
Fonte: Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 26, n. 5, p. 927-942, 2002. Publicador: Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 26, n. 5, p. 927-942, 2002.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
PT_BR
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37.78%
Conduziu-se este trabalho com o objetivo de fazer um levantamento da produção de xilopódios no imbuzeiro (Spondias tuberosa Arr. Cam.) e avaliar as conseqüências da retirada dos mesmos para a produção de frutos e sobrevivência da planta. O trabalho foi realizado com 16 plantas nativas encontradas na área de caatinga da Estação Experimental da Caatinga, Embrapa Semi-Árido, em Petrolina - PE, no período de novembro de 1994 a abril de 1999. Em 12 planas, foram demarcados quatro quadrantes medindo 2 m x 4 m, com 1 m de profundidade,afastados 1 m do tronco. Em cada ano, foram retirados os xilopódios de cada quadrante. As variáveis analisadas foram as seguintes: quantidade e peso total dos xilopódios por planta; período de ocorrência da brotação; floração e frutificação, e produção de frutos. A produção de xilopódio por planta foi, em média, de 367,25 com um peso médio de 683,52 kg por planta. A média de xilopódios encontrados por quadrante foi de 91,81, com peso médio de 1,92 kg. nâo houve diferença significativa no período de ocorrência da brotação, floração e frutificação entre as plantas avaliadas. No entanto, a produção de frutos sofreu uma redução média de 40,24% durante o período de observação.; 2002

Morfoanatomia de órgãos vegetativos aéreos e sistemas subterrâneos de Ichthyothere mollis Baker. e Jungia floribunda less. (asteraceae) ocorrentes no cerrado rupestre do estado de Goiás; Morpho-anatomy of the aerial vegetative organs and underground systems of Ichthyothere mollis Baker. e Jungia floribunda less. (asteraceae) from the cerrado rupestre of Goiás

Souza, Vinicius Pina
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Biodiversidade Vegetal (ICB); Instituto de Ciências Biológicas - ICB (RG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Biodiversidade Vegetal (ICB); Instituto de Ciências Biológicas - ICB (RG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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The Cerrado is a biome characterized by climatic seasonality and by the diversity of species and physiognomies, including them, the cerrado rupestre with herbaceous-subshrubs strata and water deficit. Among the families of wide distribution in Cerrado Asteraceae stands out as an important representative of the cerrado rupestre. The present study aimed to analyze the anatomy, histochemistry and phytochemistry of the aerial vegetative and underground systems organs of Ichthyothere mollis Baker. and Jungia floribunda Less. (Asteraceae) as well as evaluate quantitatively anatomical variations in due to the seasonality of the environment where the species occur. The collections were made in the Reserva Biológica Prof. José Ângelo Rizzo of Universidade Federal de Goiás, inside Parque Estadual da Serra Dourada (PESD) located in the municipalities of Mossâmedes, Goiás and Buriti de Goiás, during the dry and rainy seasons, and subjected to the usual techniques in plant anatomy. Features common to both species were identified, such as thin cuticle, epicuticular striations, tector and glandular trichomes, anisocytic and anomocytic stomata, dorsiventral mesophyll, collateral vascular bundles, secretory ducts and hydathodes. Otherwise, I. mollis has amphistomatic leaves and J. floribunda hypostomatic leaves and druses. In both species flavonoids...