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O Dicionário para escolas primárias de Ludwig Wittgenstein e a virada linguística; Ludwig Wittgensteins dictionary for primary school and the linguistic turn

Reis, Maria Fernanda de Moura
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 03/05/2010 PT
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Esta pesquisa trata de questões de natureza teórica e tem como objetivo conhecer o trabalho do filósofo Ludwig Wittgenstein (1889-1951), como professor primário, realizado de 1920 a 1926 junto a crianças em idade de alfabetização. Esta atividade no magistério ocorreu em escolas primárias da zona rural austríaca e resultou na publicação, em 1926, da obra Dicionário para Escolas Primárias (Wörterbuch für Volksschulen). Nossa hipótese, ao longo desta investigação, é de que este período como docente de crianças contribuiu significativamente para a mudança do pensamento de Wittgenstein, colocando em questão as afirmativas referentes às relações entre linguagem, pensamento, mundo e a forma lógica existentes no Tractatus, sua grande primeira obra filosófica, o que levou o filósofo a formular posteriormente as noções de uso e formas de vida, presentes nas obras da segunda fase do seu pensamento. Consideramos pertinente levantar aspectos históricos da vida do filósofo e compreender o que o levou a atividade do ensino escolar. Além disso, buscamos compreender as diretrizes da Reforma Escolar austríaca dirigida por Otto Glöckel, movimento de transformação escolar no qual Wittgenstein esteve envolvido e que julgamos ter influenciado sua antiga forma de pensar.; This research analyses theoretical matters and aims at understanding the work of the philosopher Ludwig Wittgenstein (1889-1951)...

Wittgenstein e a questão da harmonia entre linguagem, pensamento e realidade; Wittgenstein and the question of harmony between language, thought and reality

Segatto, Antonio Ianni
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/05/2011 PT
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O propósito deste trabalho é examinar a recolocação e a transformação da questão da harmonia entre linguagem, pensamento e realidade na segunda fase da produção filosófica de Wittgenstein. A fim de cumprir esse propósito, discutem-se, no primeiro capítulo, a formulação dessa questão na fase inicial de sua reflexão, que culmina no Tractatus logico-philosophicus, e sua vinculação com as concepções de filosofia e método apresentadas nesse livro. Em seguida, discutem-se as modificações de tais concepções a partir do início da década de 1930 e a necessidade de reformulação da questão examinada. No segundo e terceiro capítulos, comentam-se as duas principais facetas que ela assume na segunda fase da produção de Wittgenstein: 1. o exame de alguns trechos dos manuscritos do chamado período intermediário e das seções 428-465 das Investigações filosóficas revelam sua vinculação com a noção de intencionalidade e noções correlatas; 2. o exame dos textos dedicados à noção de seguir regras, sobretudo as seções 185-242 das Investigações, permite reconsiderar as relações entre as regras e a prática de sua aplicação. Esse percurso visa mostrar, por um lado, que, mesmo depois do abandono do projeto do Tractatus...

Impossibilidade da dúvida radical: uma resposta ao ceticismo no livro Da Certeza de Wittgenstein; Impossibility of radical doubt: an answer to skepticism in Wittgenstein´s On Certainty

Costa, Maira de Cinque Pereira da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 09/12/2011 PT
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Trata-se de mostrar alguns argumentos, desenvolvidos por Ludwig Wittgenstein nos seus últimos escritos, contra uma espécie de investida cética que pretende colocar em suspensão a certeza que temos a respeito da existência do mundo. Para tanto, procuramos, primeiramente, a partir da exegese do parágrafo 308 de Da Certeza, explorar a relação estabelecida entre os conceitos de dúvida, saber e certeza a fim de esclarecer a concepção de que a dúvida apenas pode ser aplicada sobre proposições empíricas e jamais sobre proposições gramaticais. Em segundo lugar, mostramos que, ao entender que a dúvida ( o ato de duvidar) sobre qualquer coisa faz sentido apenas quando aceitamos um sistema de proposições, Wittgenstein a (o) coloca como dependente da estabilidade da gramática de nossa linguagem. Nesse sentido, buscamos elucidar a maneira como o filósofo caracteriza a lógica demonstrando-a, de um lado, como algo constante um quadro de referência que possibilita o curso das proposições relacionadas à experiência e, de outro, como algo inconstante que comporta fissuras, quebras e até desmoronamento. Por fim, desenvolvemos a ideia de que essa precária condição de nossa gramática não impede que confiemos nela e que...

A significação de representações químicas e a filosofia de Wittgenstein; The meaning of chemical representations and the philosophy of Wittgenstein.

Silva, Jackson Gois da
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/06/2012 PT
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Nesta tese fazemos um estudo da significação de representações químicas a partir da filosofia de Wittgenstein. Na comparação dessa filosofia com as propostas mais importantes do Ensino de Ciências, que são os paradigmas de Mudança Conceitual, Modelos Mentais e Perfis Conceituais, percebemos que essas propostas têm em comum o pressuposto representacional do significado. Isso quer dizer que o significado ocorre, nessas propostas, porque há uma relação de representação com objetos mentais, além de uma dependência lógica entre essas representações. Procuramos mostrar, a partir daí, os aspectos da filosofia de Wittgenstein que possibilitam a compreensão do significado como uso, e não como dependente de representações, objetos mentais ou da lógica. Com nossa proposta, o significado está integralmente na aprendizagem das formas de uso da nossa linguagem, não em entidades exteriores a ela. Isso resulta em consequências práticas para o ensino, uma vez que atividades que envolvem a fala e as ações a ela ligadas estão ao alcance de professores e pesquisadores, mas entidades mentais com dependência lógica não estão. Encontramos em nossa revisão da literatura a contribuição de um grupo de pesquisadores que tem produzido conhecimentos há uma década...

Sobre o problema do mundo exterior em Wittgenstein; Wittgenstein on the problem of the external world

Krempel, Raquel Albieri
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/06/2013 PT
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A presente dissertação visa avaliar o tratamento que Ludwig Wittgenstein oferece ao tradicional problema cético da existência do mundo exterior. É sobretudo em Sobre a Certeza que encontramos reflexões relevantes sobre o tema, como discussões sobre o sentido da dúvida cética e de alegações de conhecimento. Wittgenstein basicamente rejeita o problema. Contra o ceticismo, Wittgenstein defende que nossas certezas básicas estão fora do âmbito da dúvida e funcionam como condição de possibilidade de qualquer jogo de linguagem (inclusive o da própria dúvida). Contra Moore e a tradição filosófica em geral, denuncia a ausência de sentido não só da própria apresentação de uma resposta ao falso problema do mundo exterior, como da vinculação de nossas certezas básicas a um vocabulário epistêmico. Meu objetivo é o de apontar problemas às críticas de Wittgenstein. Começarei apresentando uma versão forte do ceticismo sobre o mundo exterior, para então mostrar que suas críticas só funcionam contra um ceticismo fraco, que não está em questão. Quanto aos seus ataques contra Moore, defendo que eles só funcionam pagando o preço caro de inconsistência com suas concepções metafilosóficas. A conclusão a que pretendo chegar é a de que o problema do mundo exterior permanece vivo...

Significado corporeado e significado como uso: uma investigação das relações entre a linguística cognitiva e a filosofia de Wittgenstein; Embodied meaning and meaning as use: an investigation on the relations between cognitive linguistics and Wittgenstein's phylosophy

Franco, Joana Bortolini
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/12/2014 PT
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Esta dissertação de mestrado apresenta os principais resultados de uma pesquisa que se dedicou a comparar e confrontar as concepções de linguagem e significado da linguística cognitiva com as formulações da segunda fase da filosofia de Ludwig Wittgenstein. A partir da leitura e interpretação de textos fundamentais da linguística cognitiva e de importantes publicações de Wittgenstein, e do cotejo das ideias extraídas daí, esta dissertação pretende salientar as semelhanças e colocar em evidência as diferenças dessas linhas de pensamento, para indicar caminhos promissores de diálogo. Além disso, esta dissertação pretende comunicar-se com um domínio mais amplo de pensamento, incluindo no debate outras correntes e disciplinas das ciências cognitivas, o que respeita a vocação interdisciplinar dessas concepções de linguagem e que orientou esta pesquisa. Embora as discussões desta dissertação se deem, principalmente, em torno da noção de significado e linguagem, elas dizem respeito a concepções de racionalidade e cognição que tocam em temas largamente presentes no pensamento ocidental. Por isso, elas são apresentadas, nos primeiros capítulos, em um contexto mais amplo de pensamento, posicionadas no mesmo lado de um debate entre amplos paradigmas de pensamento...

A concepção de filosofia de Wittgenstein

Cavassane, Ricardo Peraça
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 102 f.
POR
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Pós-graduação em Filosofia - FFC; Os objetos desta dissertação são a concepção de filosofia de Ludwig Wittgenstein no Tractatus Logico-Philosophicus e nas Investigações Filosóficas, bem como a transformação que a concepção de filosofia de Wittgenstein sofreu do Tractatus às Investigações. Interpretaremos todos os trechos das referidas obras relevantes para os temas a serem tratados, e justificaremos nossa interpretação em dois níveis. No primeiro nível de justificação, recorreremos à interpretação de Oskari Kuusela a fim de mostrar que nossa interpretação se justifica por sua concordância com a de Kuusela, pois entendemos que Wittgenstein procura elaborar uma concepção de filosofia desprovida de teorias e, portanto, livre de dogmatismo, tendo falhado em sua primeira tentativa, no Tractatus, mas sendo bem sucedido em sua segunda tentativa, nas Investigações. No segundo nível de justificação, recorreremos às interpretações dos principais comentadores da filosofia de Wittgenstein a fim de mostrar que a interpretação de Kuusela se justifica por solucionar os problemas que as interpretações dos principais comentadores da filosofia de Wittgenstein não solucionam, uma vez que tais interpretações não são capazes de explicar como Wittgenstein falha no Tractatus e tem sucesso nas Investigações em sua empresa de conceber uma filosofia livre de dogmatismo; The objects of this dissertation are Wittgenstein’s conception of philosophy in the Tractatus Logico-Philosophicus and in the Philosophical Investigations...

Wittgenstein : vertentes pragmáticas e hermenêuticas do pensamento tardio

Sombra, Laurenio Leite
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
PT_BR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Humanidades, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Gradução, 2008.; Este trabalho visa compreender o pensamento do Wittgenstein tardio, a partir de um diálogo com duas correntes da filosofia: o pragmatismo americano e a hermenêutica filosófica alemã. A partir de uma reflexão fronteiriça, busca aspectos dessas correntes de pensamento que permitam revelar um pouco mais da obra do filósofo austríaco, particularmente da sua fase tardia, especialmente representada pelas Investigações Filosóficas e o Da Certeza. Esse método de reflexão foi especialmente inspirado no livro Margens das Filosofias da Linguagem, de Julio Cabrera, em que diversas contraposições, especialmente em torno de Wittgenstein, são realizadas. No diálogo com o pragmatismo, representado por John Dewey e Richard Rorty, é explicitada uma aproximação do Wittgenstein que reconhece a importância do uso da linguagem para sua atribuição de significado, com a corrente americana. Também é aspecto importante certa conseqüência dessa visão, que de ambos os lados rejeita as tradicionais leituras dualistas da filosofia. Por outro lado, é analisada a grande distância que há entre a visão otimista de futuro e de progresso nos pragmatistas com a filosofia de Wittgenstein...

Porque não se deve interpretar as investigações de Wittgenstein : reflexões metafilosóficas contra a exegese acadêmica

Seabra, Murilo Rocha
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertação (mestrado)-Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Humanas, Departamento de Filosofia, 2011.; O trabalho que se segue não é o trabalho que eu gostaria de ter escrito. Ele é um trabalho que visa satisfazer exigências acadêmicas. Entretanto, utilizo Wittgenstein para expor meus próprios pensamentos (que aparecem mais claramente no apêndice). Espero mostrar aqui que as Investigações não trazem apenas os resultados de Wittgenstein, mas também os seus métodos. Espero mostrar também que Wittgenstein pretendia que eles pudessem ser usados para resolver problemas filosóficos diferentes dos problemas através dos quais ele apresentou-os. De fato, ele apresentou-os através dos problemas que o circundavam. Filosofar é identificar e atacar os problemas do seu próprio tempo e do seu próprio meio (cujos limites, entretanto, são difusos). Darei assim uma atenção especial ao começo das Investigações, tentando entender a referência que Wittgenstein faz no §48 ao método do §2 e tentando em seguida individuá-lo, para depois fazer o mesmo com os métodos dos §8, §9, §10 e §14, intimamente relacionados ao §2. A idéia é isolá-los dos problemas através dos quais foram apresentados justamente para mostrar que a afirmação de Wittgenstein no prefácio das Investigações de que ele queria “estimular alguém a pensamentos próprios” está em perfeita sintonia com o corpo do texto propriamente dito. Por fim...

O paradoxo do cético de Wittgenstein enunciado por Kripke

Ribeiro, Maysa Maria Massimo
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
POR
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Gradução em Filosofia, 2012.; Na presente dissertação, apresenta-se, no primeiro capítulo, o paradoxo do cético de Wittgenstein que, segundo Kripke, seria o problema fundamental das Investigações Filosóficas, e estabelece que nenhum curso de ação pode ser determinado por uma regra, pois não se pode garantir que o aprendizado de uma regra no passado pode determinar o comportamento consoante a mesma regra no futuro. Posteriormente, apresenta-se o que seria, para Kripke, a solução ao paradoxo, que reside no argumento contrário à linguagem privada, passando pela mudança no pensamento de Wittgenstein, a partir da comparação entre suas obras Tractatus e Investigações Filosóficas. Nas Investigações, Wittgenstein teria rejeitado a visão realista do Tractatus de que a forma de explicação da significação advém da declaração das condições de verdade de uma frase, substituindo-a por uma visão que salienta mais o papel normativo da linguagem. Nesse sentido, destaca-se o conceito de condição de justificação, introduzido por Kripke em substituição às condições de verdade na declaração da veracidade ou falsidade de uma frase. Sob esse cenário...

Emissão e omissão no Wittgenstein de Rorty

Erlich, David
Fonte: Universidade Nova de Lisboa Publicador: Universidade Nova de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 POR
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O trabalho de Ludwig Wittgenstein é uma das mais constantes referências no percurso de Richard Rorty, cujos escritos, por sua vez, assumem um papel de relevo no âmbito do comentário wittgensteiniano. Apesar de abundarem os textos que contestam a leitura que Rorty faz de Wittgenstein, não há nenhum que, de forma global, vise analisar o modo como se desenrola tal leitura. Na parte I, faremos, pois, o retrato da leitura que Rorty faz de Wittgenstein, recorrendo aos três artigos que o norte-americano escreveu sobre o pensador austríaco: “Keeping Philosophy Pure: an Essay on Wittgenstein”, publicado em 1982, no livro Consequences of Pragmatism – Essays 1972-1980; “Wittgenstein, Heidegger, and the reification of language”, publicado, em 1991, no segundo volume dos Philosophical Papers de Rorty; e “Wittgenstein and the Linguistic Turn”, publicado em 2007, no quarto e último volume dos Philosophical Papers. Na parte II, procuraremos pôr em relevo três implicações democráticas do pensamento de Ludwig Wittgenstein, as quais, apesar de não mencionadas por Rorty, não só são compatíveis com o seu pragmatismo como, sobretudo, estabelecem uma conexão que Rorty não fez: aquela que liga o Rorty leitor de Wittgenstein ao Rorty que reflecte sobre os fundamentos da democracia. A defesa da democracia e a leitura de Wittgenstein surgem separadas no pensamento de Rorty; a sugestão que permeia a parte II é que teria sido mais frutífero...

Wittgenstein e Bourdieu: diálogos para uma sociologia prática

Oliveira, Flaubert Mesquita de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais; Desenvolvimento Regional; Cultura e Representações Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais; Desenvolvimento Regional; Cultura e Representações
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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The dialogue between philosopher Ludwig Wittgenstein s notions and Pierre Bourdieu s sociological concepts related to social practice of language shows that the philosophy of language has an important influence on contemporary social theory. When we compare the ideas of these authors we discover that beyond the direct influences from the philosopher that the sociologist recognizes there are great parallelisms of thought. That is, Wittgenstein s pragmatic thought of the use of language does not concern only language, but also every socially built behavior. When we notice that the social and linguistic behavior are borne by the individual in a tacit way, that leads us to theorize about the prereflective dimension that builds human actions and even the habits of thought. The same processes allow the uses of language to build wider social practices. Besides, John Austin, one of Wittgenstein s disciples, and his speech acts theory, contribute with a way to reflecting on how language ressembles a concrete action. Finally, the linguistc therapy that Wittgenstein means to be his philosophical proposal is assimilated by Bourdieu, who takes it as one of the necessary topics of the sociological work; Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; O diálogo entre as noções do filósofo Ludwig Wittgenstein e os conceitos sociológicos relacionados à prática social da linguagem de Pierre Bourdieu mostra que a influência da filosofia da linguagem deixou marcas importantes na teoria social contemporânea. Do confronto entre as idéias dos autores descobre-se que...

La réflexion phénoménologique au crible de la grammaire : la question de l’expression de la vie intérieure de la conscience chez Husserl et Wittgenstein

Grondin, Vincent
Fonte: Université de Montréal Publicador: Université de Montréal
Tipo: Thèse ou Mémoire numérique / Electronic Thesis or Dissertation
FR
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Bien que Wittgenstein ait toujours douté de l’intérêt philosophique de ce genre de constat historique, il est généralement admis que l’auteur des Recherches philosophiques est l’inventeur d’une critique dévastatrice du «mythe de l’intériorité », qui représente l’une des tentations les plus constantes de la philosophie moderne. À l’encontre des pensées de la réflexion qui assignent pour tâche à la philosophie de clarifier la signification des concepts obscurs de notre langage (vérité, signification, pensée, etc.) en portant une attention réflexive à nos états mentaux (Locke et James sont de bons exemples de ce paradigme), Wittgenstein a montré qu’une telle entreprise philosophique repose sur une profonde incompréhension du fonctionnement du langage ordinaire et de sa grammaire. Wittgenstein n’est pas le premier à se lancer dans une initiative du genre, mais les moyens utilisés pour s’en acquitter expliquent la place qu’il a occupée dans les débats que n’a cessé de susciter la question de l’intériorité tout au long du vingtième siècle : on ne peut croire à la valeur d’un recours à l’introspection en philosophie qu’en se méprenant profondément sur la nature et le fonctionnement du langage nous permettant d’exprimer notre vie mentale. Étant donné que la phénoménologie husserlienne se propose de résoudre les problèmes philosophiques en adoptant pour méthode la réflexion et la description de l’expérience vécue...

Wittgenstein and the use of language as a calculus; Wittgenstein e o uso da linguagem como um cálculo

Le Du, Michel; université de Strasbourg
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 27/01/2010 POR
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Le but de cet article est d'examiner le rôle de l'analogie du calcul dans la philosophie du langage de Wittgenstein pendant les périodes intermédiaires et finales. Ce rôle a changé parce que Wittgenstein est passé d'une interprétation stricte à une interprétation large de cette analogie. L'analogie revêt un sens large dès lors que l'on admet que le langage peut être comparé à un calcul d'une multitude de manières et pour une multitude de raisons différentes. Le trait commun aux deux interprétations consiste en leur ambition d'éradiquer un mentalisme conduisant à prendre la pensée et la compréhension pour des processus et des états se produisant dans l'esprit du locuteur, mais Wittgenstein a progressivement découvert qu'une lecture stricte de l'analogie induisait une représentation fausse du rôle des règles dans le langage.; The aim of the paper is to examine the role of the calculus analogy inWittgenstein’s philosophy of language during his middle and late periods. This rolehas changed because Wittgenstein has moved from a strict to a loose interpretationof this analogy. The analogy becomes a loose one as soon as one admits thatlanguage use and calculus can be compared in various ways and for many differentreasons. The common concern of the two interpretations is the eradication of amentalism mistaking thought and understanding for processes and states going onin the speaker’s mind but Wittgenstein has progressively discovered that a strictreading of the analogy suggest a false picture of the place of rules in language.; Este artigo examina o papel da analogia do cálculo na filosofia da linguagem deWittgenstein...

Wittgenstein’s Philosophies of Mathematics: Systemic Intentionalism and the Employment of a New Method (Regarding Wittgenstein’s Philosophy of Mathematics Development); As Filosofias da Matemática de Wittgenstein: Intensionalismo Sistêmico e a Aplicação de um Novo Método (Sobre o Desenvolvimento da Filosofia da Matemática de Wittgenstein)

Engelmann, Mauro; UFMG
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 20/04/2010 POR
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This essay intends to identify intentionalism (infinity given by rules, notby extensions) and the idea of multiple complete mathematical systems (several“mathematics”) as the central characteristics of Wittgenstein’s philosophy ofmathematics. We intend to roughly show how these ideas come up, interact toeach other, how they develop and, in the end, how they are abandoned in the lateperiod. According to the Tractatus Logico-Philosophicus, infinities can only begiven by rules and there is a single numerical system (the number’s essence is thegeneral idea of ordering). Intentionalism is up to at least 1933, but the idea of asingle system is abandoned in 1929-30 (already in the Philosophische Bemerkungen).In its place one finds the idea of multiple, independent and completenumerical systems. This idea will engender some key moves in Wittgenstein’sphilosophy of Mathematics. The notion of “seeing an aspect” from the Big Typescript,of instance, comes up so as to explain such systems. From 1934 onwards,Wittgenstein gradually abandons intentionalism and the idea of multiple, independentand complete systems. In his late philosophy, both ideas are used onlyas instruments to dissolve philosophical prose regarding mathematics.; Este ensaio visa estabelecer o intensionalismo (infinitos são dados por regras...

Wittgenstein et les théories sémantiques de l'a priori visuel. Remarques philosophiques, chap. XVI & XX; Wittgenstein and the semantic theories of the visual a priori: Philosophical Remarks, chap. XVI & XX; Wittgenstein e as teorias semânticas do a priori visual: Observações Filosóficas, cap. XVI & XX

Soutif, Ludovic; Universidade de Sao Paulo (USP)/FAPESP
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 27/01/2010 POR
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Dans cet article, nous nous proposons de montrer qu'un problème commun aux chapitres XVI et XX des Remarques philosophiques est celui de l'applicabilité des concepts et "propositions" de la géométrie à la réalité physique et perceptive (visuelle, en particulier), et que la manière qu'a Wittgenstein d'aborder ce problème dans cet ouvrage diffère radicalement, en dépit d'apparentes similitudes, de celle qui caractérise les théories sémantiques de l'a priori visuel en termes de stipulations (notamment, celle de Carnap en 1922). La clarification du statut des énoncés sur les objets de l'espace visuel comme règles de syntaxe et l'approche du problème de l'application de nos concepts géométriques à la réalité perceptive en termes de conditions pratiques d'utilisation permet notamment à Wittgenstein de dissoudre, non sans une certaine ambiguité dans le vocabulaire employé, les fausses apparences ontologiques suscitées par les théories postulant l'existence d'un univers de discours intermédiaire entre les corps physiques et les nombres.; In this article we intend to show that a problem shared by chapters XVIand XX of the Philosophical Remarks is the applicability of geometrical conceptsand ‘propositions’ to physical and perceptual (especially visual) reality...

Husserl e Wittgenstein leitores de James: a questão do tempo

Perrin, Denis
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 18/03/2005 POR
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Este artigo parte da constatação de que a análise jamesiana da consciência do tempo (The Principles of Psychology, XV-XVI) constituiu uma fonte comum fundamental das meditações husserlianas e wittgensteinianas relativas ao tempo, o specious present engendrando tanto o ursprüngliche Zeitfeld de Husserl quanto o fliehende Gegenwart do Wittgenstein de 1929. Em seguida, examino a possibilidade de apreender a articulação entre as concepções do tempo de Husserl e de Wittgenstein no nível de suas respectivas apropriações da análise de James. Respondendo de modo afirmativo, sustento de início que essas apropriações se cruzam na crítica do presentismo jamesiano ("Apenas o presente é real") e da idéia segundo a qual a lembrança é uma imagem-cópia presente. Sustento, em seguida, que o anti-psicologismo dá lugar, no entanto, a desenvolvimentos muito diferentes em Husserl e em Wittgenstein. Aquele, com efeito, visa purificar o "núcleo fenomenológico" contido na análise jamesiana de seus resíduos psicológicos para revelar o que ele nos ensina acerca dos modos de aparecer temporais essenciais. De modo inteiramente diferente...

Jogando o bebê junto com a água do banho: Wittgenstein, Goodstein e o cálculo equacional; Throwing Away the Baby with the Bath Water: Wittgenstein, Goodstein and the Equation Calculus

Marion, Mathieu; Université du Québec à Montréal
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 02/11/2012 POR
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Reuben Louis Goodstein (1912-1985) foi aluno de Wittgenstein em Cambridge de1931 a 1934. Neste artigo, faço uma breve descrição de seu trabalho na lógica matemática,no qual se percebe a influência das idéias de Wittgenstein, inclusive a substituição,em seu cálculo equacional, da indução matemática por uma regra de unicidade de umafunção definida por uma função recursiva. Esse último aspecto se encontra no Big Typescriptde Wittgenstein. Também mostro que as idéias fundamentais do cálculo equacionalpodem ser encontradas não apenas no período intermediário, mas, in nuce, nas observaçõessobre matemática do Tractatus Logico-philosophicus. A partir disso, procuro desenvolverum argumento contra uma leitura corrente daquele livro, o assim chamado “NovoWittgenstein”. Outra conexão entre Goodstein e Wittgenstein se encontra na rejeição dateoria da quantificação; na parte final do artigo, recorro às observações críticas de Goodsteinsobre a Lei do Terceiro Excluído (que também incluem uma crítica a Brouwer e à suarejeição “pela metade” dessa lei) para lançar luz sobre as observações do próprioWittgenstein a esse respeito.; Reuben Louis Goodstein (1912-1985) was a student of Wittgenstein atCambridge in 1931-1934. In this paper...

Tempo e intencionalidade temporal no Wittgenstein do período intermediário; Time and temporal intentionality in the middle Wittgenstein

Perrin, Denis; Université de Grenoble II
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 02/11/2012 POR
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Este artigo enfoca a questão da temporalidade no período intermediário deWittgenstein. Primeiro, ele estabelece a evolução do tratamento que o filósofo dispensa àidéia “fenomenológica”, de origem empirista, de um presente da consciência incessantementefluente: de início simplesmente adotada (em 1929) como uma descrição da experiênciaimediata, essa idéia é, em seguida, criticada em 1930-32 como a expressão de umadas tentações mais características do espírito filosófico. Depois, o artigo examina, numcaso particular (o da lembrança), o modo pelo qual Wittgenstein lida com os efeitos dessemito na reflexão filosófica. Endereçada sobretudo à concepção russelliana de 1921 daintencionalidade mnemônica, a crítica wittgensteiniana consiste em trazer à luz asconfusões que levam a crer que a lembrança só pode manter uma relação externa com seuobjeto. Ao restabelecer assim o papel das relações internas, Wittgenstein pretende rompero feitiço do mito do presente sobre a filosofia da memória.; This article focuses on the question of temporality in Wittgenstein’sintermediary period. First...

(Wittgenstein & Paraconsistência); (Wittgenstein & Paraconsistência)

Marcos, João; LoLITA & DIMAp, UFRN
Fonte: Federal University of Santa Catarina – UFSC Publicador: Federal University of Santa Catarina – UFSC
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2010 POR
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Uma teoria é trivial se a partir dela podemos deduzir qualquer fórmula da linguagem a ela subjacente, é inconsistente se a partir dela podemos deduzir uma contradição, e é paraconsistente se é inconsistente porém não-trivial. É claro que toda teoria trivial é inconsistente; sabemos ainda que para uma teoria clássica a recíproca é igualmente válida. Daí a nossa surpresa ao encontrarmos Wittgenstein, já na década de 30, em comentários e palestras acerca dos fundamentos da matemática, bem como em outros escritos, pregando uma certa tolerância com relação à presença de contradições em um sistema matemático. “Contradição. Por que justo este fantasma? Isso é realmente muito suspeito.” (Remarks III–56) Investigamos aqui as hipóteses de queWittgenstein teria formulado a ideia de uma lógica paraconsistente, ou de que possamos licitamente fazê-lo a partir de sua obra. Verificamos ainda se a lógica paraconsistente poderia ser acolhida como justificação de certas ideias wittgensteinianas sobre o caráter relativamente inofensivo das contradições, e quais os pontos em comum entre estas ideias e aquelas expressas no projeto da lógica paraconsistente. Além disso, compreendemos ainda melhor a postura de Wittgenstein frente à contradição e à inconsistência ao perquirirmos suas origens...