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Prevalência de anticorpos contra agentes virais e bacterianos em eqüídeos do Município de Monte Negro, Rondônia, Amazônia Ocidental Brasileira; Seroprevalence of viral and bacterial agents in equids from Monte Negro Municipality, State of Rondônia. Brazilian Western Amazon

AGUIAR, Daniel Moura de; CAVALCANTE, Guacyara Tenório; LARA, Maria do Carmo Custódio de Souza Hunold; VILLALOBOS, Eliana Monteforte Cassaro; CUNHA, Elenice Maria Sequetin; OKUDA, Liria Hiromi; STÉFANO, Eliana de; NASSAR, Alessandra Figueiredo de Castro
Fonte: São Paulo Publicador: São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
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35.97%
Foram examinados 176 eqüídeos (15 muares e 161 eqüinos) do município de Monte Negro, Rondônia, Amazônia Ocidental Brasileira, frente a agentes virais e bacterianos. A amostra correspondeu ao total de eqüídeos no município, considerando um nível de confiança de 99%, prevalência esperada de 50% e erro padrão de 10%. As infecções virais foram investigadas pelas provas de Imunodifusão em gel de Agar (Anemia Infecciosa Eqüina - AIE), Inibição da hemaglutinação (Influenza eqüina tipos 1 e 2 - IE-1 e 2) e Soroneutralização em cultura celular (Arterite Viral Eqüina - AVE, Herpesvírus Eqüino tipo 1 - HVE1, Estomatite Vesicular - EV e Encefalomielite Eqüina do Leste - EEE, do Oeste - WEE e Venezuela - VEE). Para o diagnóstico da leptospirose, foi utilizada a prova de Soroaglutinação Microscópica (SAM); para o diagnóstico da brucelose, o teste do Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) foi utilizado como teste de triagem e as provas de Soroaglutinação Lenta em Tubos (SLT) e 2-mercaptoetanol como testes diagnósticos. Foram constatados 9,6% dos eqüídeos reativos para AIE, 22,7% para HVE1, 19,9% para IE- 1, 42,0% para IE-2, 21,0% para EEE, 11,3% para VEE, 3,4% para Brucella spp. e 91,4% para Leptospira spp. Os sorovares de leptospira mais freqüentes foram Bratislava (10...

Estomatite Vesicular Alagoas: estudo da transmissão entre tilápias nilóticas (Oreochromis niloticus) experimentalmente inoculadas e cobaios (Cavia porcellus) através da água e desenvolvimento de um método diagnóstico; Vesicular Stomatitis Alagoas: study of the transmission between experimentally inoculated nile tilapia (Oreochromis niloticus) and guinea pigs (Cavia porcellus) through water and the development of a diagnosis method

Lima, Carlos Henrique de Azeredo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/09/2003 PT
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96.56%
Diante da necessidade de responder algumas indagações relacionadas a epidemiologia da Estomatite Vesicular, principalmente aquelas que dizem respeito a ocorrência de surtos em locais onde existem coleções d'água, foi desenvolvido um modelo de transmissão do VSA utilizando a água como via de transmissão, a tilápia nilótica, inoculada intraperitonealmente, como fonte de infecção e o cobaio como hospedeiro susceptível. O objetivo da utilização deste modelo biológico de transmissão do Vírus da Estomatite Vesicular foi de avaliar o papel desempenhado pelos peixes no ciclo epidemiológico, propor um modelo de ciclo epidemiológico do VSA, destacando o papel da água como via de transmissão e padronizar uma técnica de RT-PCR para a detecção do VSA, em amostra de tecidos. Através do modelo desenvolvido, fica demonstrado que estes peixes eliminaram partículas virais na água, decorridos 13 dias pós-inoculação e que esta última se caracteriza como via de transmissão, possibilitando a infecção dos hospedeiros susceptíveis (cobaios) através de inoculações experimentais em coxim plantar. A tilápia nilótica pode ser considerada como uma fonte de infecção, por ser capaz de eliminar um agente infeccioso no meio ambiente e através de uma via de transmissão este agente alcançou o hospedeiro susceptível; os peixes podem ser inseridos no ciclo epidemiológico da Estomatite Vesicular como fonte de infecção...

Prevalência da língua azul em ovinos da região de Araçatuba – São Paulo, Brasil

Nogueira, Adriana Hellmeister de Campos
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 60 f. : il.
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36.11%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Pós-graduação em Ciência Animal - FMVA; A língua azul é uma doença viral, cujo agente etiológico pertence à família Reoviridae, gênero Orbivírus, transmitida por um vetor (artrópode) hematófago, do gênero Culicoides. Por se tratar de doença confundível com Febre Aftosa está incluída na lista de diagnóstico diferencial juntamente com Estomatite Vesicular, Varíola Ovina, Ectima Contagioso. O estudo teve como objetivo detectar a presença de anticorpos para língua azul em ovinos da região de Araçatuba, por ser esta uma região com rebanho expressivo e condições climáticas favoráveis à multiplicação de insetos. As amostras foram colhidas ao longo do ano de 2006, de ovinos adultos, em fase reprodutiva, (acima de 12 meses e com pelo menos uma parição, ou em caso de machos sexualmente maduros) e sem sintomas característicos da doença, de ambos os sexos, cadastrados no Núcleo de Produtores de Ovinos da Região de Araçatuba, distribuídas nos municípios da Região administrativa de Araçatuba. O tamanho da amostras foi calculado, considerando-se distribuição normal, prevalência de 50%, nível de confiança de 95% e precisão absoluta de 3%. Foram analisadas 1002 amostras de soros ovinos adultos...

Participação da glia nas alterações morfológicas do cérebro e na produção de beta-quimiocinas na encefalite experimental pelo vírus da estomatite vesicular em camundongos

Vasconcelos, Rosemeri de Oliveira
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: xxiii, 92 f. : il.
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126.42%
Pós-graduação em Medicina Veterinária - FCAV; A compreensão do comportamento da microglia frente a uma injúria viral contribui para o entendimento da dimensão da rede de comunicação celular, durante um processo degenerativo ou inflamatório no SNC. Pesquisas que utilizam modelos experimentais com o vírus da estomatite vesicular (VEV) têm colaborado com informações importantes sobre o comportamento e distribuição do agente no encéfalo, e também sobre o papel da resposta imune na resolução ou no agravamento das lesões nervosas. Neste estudo, foi comparada a evolução do quadro neurológico induzido pelo VEV, por meio de técnicas de imunoistoquímca, em cérebros de camundongos. Foi possível observar que o VEV causa severa degeneração e necrose do neurópilo, com lesão direta em neurônios, pois estes mostraram-se claramente positivos para o vírus, por meio da reação de imunoistoquímica no cérebro. A reação astrocitária foi intensa nos animais infectados, porém a densidade destas células reduziu com o aumento da gravidade das lesões. As células residentes (neurônios, astrócitos e microglia) e as células inflamatórias expressaram MIP-1a e, em menor proporção, MIP-1b. A microgliose reativa foi significativa nos animais com sintomatologia clínica. A diversidade morfológica da microglia foi grande...

Caracterização funcional da proteína MxA: estudo do seu envolvimento com a mauinaria de SUMOilação

Carvalho, Carlos Eduardo Brantis de
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 295 f. : il.
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65.99%
Pós-graduação em Biotecnologia - IQ; The human MxA protein is a member of the superfamily of GTPases dynamins. The so called Mx proteins are present in the majority of the vertebrate organisms investigated so far and contain two structural domains, named GTPase and CID-GED (stalk), besides the capabilities of homo-oligomerization and association with intracellular membranes. Moreover, the Mx proteins are strictly produced upon cell sensibilization with type I and III interferons. The vast antiviral activity against RNA and DNA viruses, including the Influenza virus and members of the bunyaviridae family, is among the functional properties of MxA. Moreover, MX1 epigenetic silencing is associated with cellular immortalization in neoplasias. Therefore, the study of MxA is of great interest as it is a key component of the Interferon-mediated pathways and cell proliferation control. Recentely, in a two-hybrid screen using a fetal brain cDNA library, it was possible to reveal that MxA interacts with proteins related to the post-translational modification process named SUMOylation and to the assemble of the nuclear bodies named PML-NBs and with proteins implicated in the control of transcription and apoptose. In this study, it was investigated the interaction between MxA and the components of the protein SUMOylation pathway. It was possible to confirm the physical interaction between MxA and Ubc9 and SUMO1...

Produção e caracterização do biossurfatante de Bacillus subtilis utilizando manipueira como substrato.; Production and characterization of subtilis biossurfatante of manipueira Bacillus using as substratum.

Marcia Nitschke
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 20/02/2004 PT
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66.09%
Este trabalho teve como objetivo estudar a potencialidade do uso da manipueira (resíduo líquido da fabricação de farinha de mandioca) como substrato alternativo para a produção de biossurfatantes por bactérias do gênero Bacillus. Os isolados LB2a, LB2b, LB5a, LB262 e LBB que apresentaram tensão superficial inferior a 30mN/m em meio de manipueira foram inicialmente selecionados; o isolado LB5a que apresentou tensão superficial de 26,95mN/m, CMD-1 de 27,24mN/m e CMD-2 de 33,23mN/m em manipueira F (sem sólidos) e 29,02mN/m , 29,84mN/m e 36,75mN/m respectivamente em manipueira I (contendo sólidos) e o maior diâmetro de crescimento em ágar manipueira foi selecionado como produtor potencial de biossurfatante no substrato proposto. Dentre os diferentes tipos de preparações de manipueira avaliadas para a produção de biossurfatante por Bacillus LB5a, a manipueira F gerou os melhores resultados de atividade tensoativa, concentração de surfatante bruto e CMC-1. Os estudos cinéticos revelaram que B. subtilis LB5a produziu 3,0 g/L de surfatante com CMC-1 máxima de 90; enquanto que a cepa 21332 produziu 2,2 g/L de surfatante com CMC-1 máxima de 63. A cepa B. subtilis 21332 apresentou uma queda acentuada na concentração de surfatante após 48 horas de cultivo em manipueira F...

Análise de alterações na expressão de genes relacionados com a imunidade inata em células humanas infectadas com Apeu virus

Ferreira, Jorge Gomes Goulart
Fonte: s.n. Publicador: s.n.
Tipo: Dissertação
PT_BR
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56.02%
A família Bunyaviridae consiste em uma das maiores e mais diversificadas famílias de vírus de RNA, contendo cerca de 350 vírus sorologicamente distintos. O Apeu virus (APEUV) é um vírus da família Bunyaviridae que se destaca por seu grande potencial emergente. Isolado pela primeira no Brasil, este vírus pode causar uma doença que apresenta sintomas semelhantes aos da gripe, como febre alta, dor de cabeça e mialgia, associadas geralmente a náuseas, vômitos, fraqueza e fotofobia. Entretanto, apesar de seu potencial patogênico, pouco se sabe sobre a sua interação com o sistema imunológico humano. Com o objetivo de estudar alguns aspectos da resposta imune, principalmente a reposta inata desencadeada pela infecção do APEUV, a expressão de 19 genes (TLR3, TLR7, TLR8, TLR9, MyD88, IRF3, IRF5, IRF7, IRF9, IRAK4, TRAF3, TRAF6, TICAM1, JUN, ROBO-3(RIG-1), IFIH1(MDA-5), IFNα, IFNβ, IFNy) foi analisada. Para tal, foram feitos ensaios de qPCR baseados na metodologia TaqMan®, utilizando cDNA obtido a partir de RNA total extraído de células mononucleares do sangue periférico (PBMC) e de células A549 (linhagem derivada de carcinoma pulmonar humano), infectadas ou não com APEUV por períodos de 4 ou 8 horas. Como controles...

Shedding light on enveloped viruses entry and its inhibition using optical techniques

Matos, Pedro, 1985-
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2013 ENG
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56.21%
Tese de doutoramento, Ciências Biomédicas (Bioquímica Médica), Universidade de Lisboa, Faculdade de Medicina, 2013; Enveloped virus attachment and fusion into the host cells constitutes the first and crucial step for the life cycle of a virus and is mediated by the envelope glycoproteins. This Thesis aimed to clarify some important factors that influence this process and the mechanism of action at the molecular level of drugs that inhibit it. First, the mode of action of HIV-1 fusion inhibitor peptides at the membrane level was studied using fluorescence spectroscopy. Interaction of these peptides with human cell membranes was assessed by dipole potential sensitive probes. C34-cholesterol, one of the latest generation fusion inhibitors had the highest cell membrane affinity, followed by T-1249, enfuvirtide and sifuvirtide. Sifuvirtide however showed strong preference for rigid membrane domains, mimicked by dipalmitoylphosphatidylcholine (DPPC), while C34-cholesterol strongly partitioned to cholesterol and sphingomyelin-rich model membranes. The overall results establish a relationship between these drugs antiviral activity and their membranotropism towards raft-like membrane compositions, following the trend C34-cholesterol > T-1249 > enfuvirtide. The capacity of the peptides to concentrate on lipid rafts microdomains...

O polietilenoglicol aumenta a penetração do vírus da diarréia viral bovina, do vírus da estomatite vesicular e do vírus sincicial respiratório bovino em células de cultivo

Dezengrini,Renata; Cargnelutti,Juliana Felipetto; Weiblen,Rudi; Flores,Eduardo Furtado
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 PT
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86.26%
A baixa eficiência de penetração de alguns vírus em células de cultivo pode representar uma dificuldade para o isolamento e a multiplicação viral in vitro. No presente estudo investigou-se o efeito do polietilenoglicol (PEG) na replicação de sete vírus bovinos em células de linhagem de rim bovino (MDBK). A eficiência de penetração e replicação foi mensurada pela contagem do número de placas virais produzidas em tapetes celulares, após adsorção do inóculo viral (100 DICC50 mL-1) com ou sem a adição de PEG a 5% (peso molecular 6.000). A adição de PEG ao inóculo resultou em aumentos significativos do número de placas para o vírus da diarréia viral bovina (BVDV) (aumento de 3,4 vezes), vírus da estomatite vesicular (VSV) (2,2 vezes) e vírus respiratório sincicial bovino (BRSV) (1,5 vezes). A adição de PEG não produziu aumento significativo no número de placas dos herpesvírus bovinos 1, 2 e 5 (BoHV-1, BoHV-2 e BoHV-5). Por outro lado, o PEG produziu uma redução do número de placas (1,4 vezes) produzidas pelo vírus da parainfluenza bovina (bPI-3V). A adição de PEG a 5% também aumentou a sensibilidade de detecção (entre 10 e 100 vezes) do BVDV no soro de três bezerros persistentemente infectados. Para o BRSV...

Pseudovaríola e estomatite papular em bovinos no Estado de Rondônia, Brasil

Cargnelutti,Juliana Felipetto; Santos,Bethânia Silva; Lebre,Sabrina das Neves; Sodré,Débora Naihane Alves; Silva,Rogério Mandu da; Weiblen,Rudi; Flores,Eduardo Furtado
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 PT
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66.38%
Casos de doença vesicular, suspeitos de febre aftosa ou estomatite vesicular, foram acompanhados em rebanhos de cria e recria de bovinos no município de Nova Brasilândia do Oeste, região centro-sul do Estado de Rondônia, nos meses de outubro e novembro de 2012. Os casos ocorreram em 13 rebanhos próximos, sendo que amostras de nove rebanhos foram submetidas ao diagnóstico laboratorial. O surto afetou 25 do total de 482 animais, a maioria com idade inferior a seis meses. Os animais apresentaram lesões papulares e vesiculares, principalmente na cavidade oral, mas também no focinho e na pele, com curso aproximado de 7 a 10 dias. Após diagnóstico negativo para febre aftosa, suabes e fragmentos de tecidos das lesões e crostas foram submetidos à pesquisa de outros vírus associados com doença vesicular: parapoxvírus bovinos, vírus da vaccínia e herpesvírus bovino tipo 2 por isolamento em cultivo celular e PCR. Amostras de animais de quatro propriedades foram positivas no PCR para o gene B2L dos parapoxvírus. Sequenciamento e análise filogenética dos produtos de PCR revelaram similaridade de nucleotídeos de 97-99% com o vírus da pseudovaríola (PCPV) em material de animais de três propriedades, e amostras de um rebanho apresentaram a mesma similaridade com o vírus da estomatite papular (BSPV). As demais amostras foram negativas para os vírus pesquisados. Esses resultados demonstram a circulação desses parapoxvírus em bovinos de Rondônia e alertam para a necessidade de diagnóstico etiológico rápido e correto para evitar e/ou abreviar as consequências de medidas restritivas em relação à febre aftosa...

Pesquisa de anticorpos contra o vírus da Estomatite Vesicular em bovinos de corte criados na região de Araçatuba, Estado de São Paulo, Brasil em 2000

De Stefano,Eliana; Araújo,Wanderley Pereira de; Passos,Estevão de Camargo; Pituco,Edviges Maristela
Fonte: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia / Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia / Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 PT
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106.5%
No ano de 2000 foram pesquisadas 1099 amostras de soro de bovinos de corte, adultos, pertencentes à seis rebanhos situados nos municípios de Auriflama, Gastão Vidigal,, Magda, Santo Antônio do Aracanguá, Sebastianópolis do Sul e Turiúba, região de Araçatuba. A técnica empregada para a dosagem de anticorpos para o vírus da Estomatite Vesicular foi a soroneutralização em microplacas, utilizando a cepa Indiana 1 Costa Rica/72 com título de 10(6,0) DICT50/50mL. As células utilizadas foram as da linhagem de Rim de Macaco Verde Africano (VERO-CCL 81), provenientes do American Type Cell Colection (ATCC). O título de anticorpos de cada amostra de soro, foi calculado como a recíproca da maior diluição do soro expresso em log10, que protegeu 100,00% da monocamada celular. Foram consideradas positivas as amostras com título superior a 1,6 log10 (1/40). Das 1099 amostras de soro analisadas, 28 (2,50%) foram positivas ao vírus da Estomatite Vesicular tipo Indiana 1, com títulos de anticorpos variando de 1,9 à 2,8. Com exceção do rebanho situado no município de Turiúba, nos outros cinco foram encontrados animais reagentes ao vírus. Esta avaliação mostrou que houve circulação do vírus da Estomatite Vesicular nestes rebanhos provocando resposta humoral. Sendo assim é necessário a realização de estudos para se determinar o sítio de permanência do vírus.

Vírus da estomatite vesicular (sorotipo indiana 2) como modelo experimental para o estudo de encefalite aguda – aspectos morfológicos; Vesicular stomatitis virus (indiana 2 serotype) as experimental model to study acute encephalitis – morphological features

Cavalcanti Neto, Florêncio Figueiredo; Chimelli, Leila Maria Cardao; Machado, Gisele Fabrino
Fonte: Universidade Católica de Brasília Publicador: Universidade Católica de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: Texto
PT_BR
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126.46%
O vírus da estomatite vesicular (VEV) é um Vesiculovírus da família Rhabdoviridae que infecta mamíferos e causa lesões vesiculares semelhantes às observadas na febre aftosa. A encefalite experimental pode ser induzida em roedores e os sintomas são semelhantes aos observados na raiva; entretanto, as lesões observadas no encéfalo dos animais são diferentes. Corpúsculos de inclusão não são observados, há necrose especialmente da região do bulbo olfatório e em alguns casos, ventriculite. Observamos que o padrão temporal de disseminação do VEV e os aspectos morfológicos das lesões são similares aos descritos na literatura. O vírus parece se disseminar através dos ventrículos cerebrais, multiplicando-se em células do epêndima e em neurônios, além de utilizar o transporte retrógado e anterógrado. Constatamos que devido à facilidade de manipulação do vírus, este modelo experimental tem sido utilizado em inúmeros trabalhos de pesquisa em diversas áreas. Se por um lado, os relatos sobre a patogenia da infecção são numerosos, por outro lado, ainda existem muitas lacunas que envolvem, por exemplo, aspectos sobre a transmissão do vírus, a recuperação dos animais infectados e a participação de células gliais durante a fase aguda e a fase de recuperação dos animais.; The Vesicular Stomatitis Virus (VSV) is a Vesiculovirus of the Rhabdoviridae family that infects mammals and causes vesicular lesions similar to those of foot-and-mouth disease. VSV experimental encephalitis can be induced in rodents and the symptoms are similar to those observed in rabies. However...

Pesquisa de anticorpos contra o vírus da Estomatite Vesicular em bovinos de corte criados na região de Araçatuba, Estado de São Paulo, Brasil em 2000; Vesicular Stomatitis: Serological Survey in beef cattle from region of Araçatuba, São Paulo State, Brazil in 2000;

De Stefano, Eliana; Araújo, Wanderley Pereira de; Passos, Estevão de Camargo; Pituco, Edviges Maristela
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2003 POR
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106.58%
No ano de 2000 foram pesquisadas 1099 amostras de soro de bovinos de corte, adultos, pertencentes à seis rebanhos situados nos municípios de Auriflama, Gastão Vidigal,, Magda, Santo Antônio do Aracanguá, Sebastianópolis do Sul e Turiúba, região de Araçatuba. A técnica empregada para a dosagem de anticorpos para o vírus da Estomatite Vesicular foi a soroneutralização em microplacas, utilizando a cepa Indiana 1 Costa Rica/72 com título de 10(6,0) DICT50/50mL. As células utilizadas foram as da linhagem de Rim de Macaco Verde Africano (VERO-CCL 81), provenientes do American Type Cell Colection (ATCC). O título de anticorpos de cada amostra de soro, foi calculado como a recíproca da maior diluição do soro expresso em log10, que protegeu 100,00% da monocamada celular. Foram consideradas positivas as amostras com título superior a 1,6 log10 (1/40). Das 1099 amostras de soro analisadas, 28 (2,50%) foram positivas ao vírus da Estomatite Vesicular tipo Indiana 1, com títulos de anticorpos variando de 1,9 à 2,8. Com exceção do rebanho situado no município de Turiúba, nos outros cinco foram encontrados animais reagentes ao vírus. Esta avaliação mostrou que houve circulação do vírus da Estomatite Vesicular nestes rebanhos provocando resposta humoral. Sendo assim é necessário a realização de estudos para se determinar o sítio de permanência do vírus.; In 2000 a total of 1099 serum samples were obtained of adult beef cattle...

Echovirus 4 associado à doença de mão, pé e boca; Echovirus 4 associated to hand, foot and mouth disease

Russo, Denise Hage; Luchs, Adriana; Machado, Bráulio Caetano; Carmona, Rita de Cássia; Timenetsky, Maria do Carmo Sampaio
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2006 ENG
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15.84%
A Doença de Mão, Pé e Boca (DMPB) é uma infecção enteroviral contagiosa que ocorre principalmente em crianças sendo caracterizada por erupções palmoplantares vesiculares e estomatite. Echovirus 4 (EV-4) é comumente associado a meningite asséptica. A associação de DMPB por EV-4 não foi descrita anteriormente. Duas amostras provenientes de uma criança de 14 meses apresentando febre, secreções na garganta e exantemas nas palmas das mãos e dos pés, foram enviadas para o Laboratório de Vírus Entéricos do Instituto Adolfo Lutz. As amostras foram inoculadas em três diferentes linhagens celulares; aquelas que apresentaram efeito citopático (ECP), foram submetidas a ensaio de imunofluorescência indireta (IFI) e "one step" RT-PCR. A eletroforese em gel de agarose realizada com o produto de PCR apresentou um produto de 437pb, característico de grupo Enterovirus. O sorotipo EV-4 foi identificado por IFI. Apesar da DMPB ser uma infecção viral associada principalmente com Enterovirus 71 (HEV-71) e Coxsackievirus A16 (CV-A16), nossos resultados enfatizam a necessidade de estudos epidemiológicos e laboratoriais direcionados ao EV-4 como agente causador de DMPB.; Hand, foot and mouth disease (HFMD) is a contagious enteroviral infection occurring primarily in children and characterized by vesicular palmoplantar eruptions and erosive stomatitis. Echovirus 4 (EV-4) has been commonly associated with aseptic meningitis. The association of HFMD with EV-4 has not been reported previously. Two samples of a 14-month child who presented mild fever...

Estomatite Vesicular Alagoas (VSA) em tilápia nilótica ( Oreochromis niloticus). Possível implicação epidemiológica

Lima, Carlos Henrique Azeredo; Andrade, Claudio Moraes; Rangel Filho, Francisco Benedito; Araújo, Francisco Gerson
Fonte: Universidade Federal Fluminense Publicador: Universidade Federal Fluminense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; MVP; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 29/04/2015 POR
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66.28%
Foram realizadas inoculações experimentais do vírus da Estomatite Vesicular Alagoas (VSA) em tilápia nilótica(Oreochromis niloticus), pela via intraperitoneal e por imersão em suspensão viral, com o objetivo de verificar' se omesmo se replicava neste sistema hospedeiro e se o vírus era eliminado na água, o que poderia representar umimportante papel no ciclo epidemiológico da virose. Os peixes foram dispostos em grupos testemunhos e inoculadoscom suspensão de vírus VSA, tanto pela via intraperitoneal quanto por imersão. Foram observadas alteraçõesanatomopatológicas em órgãos da cavidade abdominal e cérebro. Esses órgãos e a água do aquário foram inoculadosem células BHK21 e observados a presença de efeito citopático característico dos vírus pertencentes a este gênero. Asegunda passagem do vírus em peixes confirmou as lesões encontradas anteriormente e o isolamento em novasinoculações em cultivo celular. Os resultados sugerem que a tilápia é sensível ao VSA nas duas vias de inoculação,elimina formas infectantes do· vírus na água, podendo representar um importante elo na cadeia epidemiológica daestomatite vesicular.