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Conhecimento e atitudes dos profissionais de saúde em relação à violência de gênero; Knowledge and attitudes of healthcare workers towards gender based violence

VIEIRA, Elisabeth Meloni; PERDONA, Gleici de Castro Silva; ALMEIDA, Ana Maria de; NAKANO, Ana Márcia Spano; SANTOS, Manoel Antônio dos; DALTOSO, Daniela; FERRANTE, Fernanda Garbelini De
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica
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126.06%
OBJETIVOS: Várias são as políticas públicas no Brasil para o enfrentamento da violência contra a mulher. Registra-se na literatura que os profissionais de saúde acham o tema de difícil abordagem. Para melhorar o atendimento no SUS em Ribeirão Preto, realizou-se um estudo para avaliar o conhecimento e a atitude dos profissionais de saúde em relação à violência de gênero. MÉTODOS: Contataram-se 278 profissionais de saúde, dos quais 221 foram entrevistados utilizando-se um questionário estruturado. RESULTADOS: 51 (23,0%) eram enfermeiras e 170 (77,0%) médicos; 119 (53,8%) homens e 102 (46,2%) mulheres, com idade média de 38,6 anos; 200 (90,5%) consideravam-se brancos ou asiáticos e 21 (9,5%) pretos e pardos. Tinham em média 12,5 anos de vida profissional e 158 (68,8%) eram oriundos de universidade pública. Apenas pouco mais da metade (58,7%) mostrou conhecimento geral adequado (bom e alto) sobre a violência de gênero, o que indica a necessidade de capacitar os profissionais para este atendimento. Em relação às barreiras para averiguar a violência, os profissionais citaram a falta de uma política institucional e o silêncio da mulher que não revela a violência. Os entrevistados, em particular as mulheres jovens...

Violência de gênero e necessidades em saúde: limites e possibilidades da estratégia saúde da família; Gender violence and health needs: limitations and possibilities of the Family Health Strategy

Oliveira, Rebeca Nunes Guedes de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 12/12/2011 PT
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116.13%
Estudo exploratório, com abordagem qualitativa, que teve como objetivo geral compreender os limites e as possibilidades avaliativas no que tange ao reconhecimento e enfrentamento de necessidades em saúde de mulheres que vivenciam violência no espaço de concretização das práticas da Estratégia Saúde da Família (ESF). Foi realizado em uma Unidade Básica de Saúde que opera sob a ESF em São Paulo (SP). Os dados foram coletados por meio de entrevistas em profundidade com vinte e dois profissionais de saúde que compõem as equipes multiprofissionais e com treze mulheres usuárias do serviço que vivenciaram situações de violência de gênero. As entrevistas foram gravadas, transcritas e submetidas à análise de discurso. Os resultados foram analisados segundo as categorias analíticas gênero, violência de gênero e necessidades em saúde. Os resultados revelaram a violência enquanto problema que tem interfaces com o processo saúde doença das mulheres. Entretanto, o fenômeno raramente aparece enquanto uma demanda imediata sendo expressiva como demanda implícita e submersa em outras queixas. Houve o reconhecimento de necessidades relacionadas às condições de vida e o contexto de exclusão social do território; necessidades que remetem à autonomia; medicalização das necessidades em saúde revelando a dicotomia mente-corpo no trabalho em saúde; e necessidades relacionadas à escuta e à criação de vínculos enquanto possibilidade de fortalecimento das mulheres que vivenciam violência. A prática biologicista...

Desenvolvimento humano e violência de gênero: uma integração bioecológica

Carvalho-Barreto,André de; Bucher-Maluschke,Júlia Sursis Nobre Ferro; Almeida,Paulo César de; DeSouza,Eros
Fonte: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Curso de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 PT
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116.03%
O objetivo da presente pesquisa foi compreender a etiologia da violência de gênero usando a Teoria Bioecológica do Desenvolvimento Humano. A abordagem bioecológica concebe a violência de gênero como um fenômeno multidimensional embasado em uma interação de diversos fatores. Assim, neste artigo emprega-se o modelo bioecológico como uma ferramenta heurística para organizar esses fatores em quatro níveis: pessoal, que compreende as características biológicas e psicológicas da pessoa; processual, que envolve as interações interpessoais; contextual, que inclui os aspectos da rede de apoio social, da comunidade, da cultura da pessoa; e temporal, que corresponde à intrageracionalidade, intergeracionalidade e transgeracionalidade. Os autores sugerem que o modelo proposto é um instrumento útil para guiar futuras investigações científicas e intervenções.

Conhecimento e atitudes dos profissionais de saúde em relação à violência de gênero

Vieira,Elisabeth Meloni; Perdona,Gleici de Castro Silva; Almeida,Ana Maria de; Nakano,Ana Márcia Spano; Santos,Manoel Antônio dos; Daltoso,Daniela; Ferrante,Fernanda Garbelini De
Fonte: Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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116.06%
OBJETIVOS: Várias são as políticas públicas no Brasil para o enfrentamento da violência contra a mulher. Registra-se na literatura que os profissionais de saúde acham o tema de difícil abordagem. Para melhorar o atendimento no SUS em Ribeirão Preto, realizou-se um estudo para avaliar o conhecimento e a atitude dos profissionais de saúde em relação à violência de gênero. MÉTODOS: Contataram-se 278 profissionais de saúde, dos quais 221 foram entrevistados utilizando-se um questionário estruturado. RESULTADOS: 51 (23,0%) eram enfermeiras e 170 (77,0%) médicos; 119 (53,8%) homens e 102 (46,2%) mulheres, com idade média de 38,6 anos; 200 (90,5%) consideravam-se brancos ou asiáticos e 21 (9,5%) pretos e pardos. Tinham em média 12,5 anos de vida profissional e 158 (68,8%) eram oriundos de universidade pública. Apenas pouco mais da metade (58,7%) mostrou conhecimento geral adequado (bom e alto) sobre a violência de gênero, o que indica a necessidade de capacitar os profissionais para este atendimento. Em relação às barreiras para averiguar a violência, os profissionais citaram a falta de uma política institucional e o silêncio da mulher que não revela a violência. Os entrevistados, em particular as mulheres jovens...

Lei Maria da Penha em Natal / RN: limites e possibilidades no combate à violência de gênero contra a mulher

Lima, Marwyla Gomes de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Serviço Social; Serviço Social, Formação Profissional, Trabalho e Proteção Social; Serviço Social, Cultura e Relaçõe Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Serviço Social; Serviço Social, Formação Profissional, Trabalho e Proteção Social; Serviço Social, Cultura e Relaçõe
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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126.12%
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior; Cotidianamente, as mulheres são vítimas de uma violência específica perpetrada pelos companheiros. Esses, tomados pelo sentimento de posse, superioridade e dominação, a praticam contra a mulher, na esfera de uma relação íntima de afeto, no âmbito doméstico onde se dão as relações de familiaridade. Esse tipo específico de crime foi, no dia 06 de outubro de 2006, contemplado com o advento da Lei 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha, que é a primeira Lei específica de combate a violência de gênero praticada as mulheres. Essa violência foi por muitos anos invisibilizada, sendo somente na década de 70, após o acontecimento de vários crimes passionais que ocorreram nesse período, que o movimento feminista conseguiu, por intermédio de vários atos públicos, publicizar a violência de gênero perpetrada as mulheres. A partir da década de 80, as feministas começaram a lutar pelas primeiras políticas públicas de combate a essa violência, o que proporcionou a criação da primeira DEAM que, apesar de representar uma grande conquista para as mulheres por criminalizar os atos de violência, sem uma lei específica para lhe dar suporte, e tendo em vista que os profissionais que nela atuavam não eram sensibilizados(as) para compreender o comportamento ambíguo das mulheres - de saída e retorno da relação-...

Violência de gênero: um estudo de processos criminais de estupro em Uberlândia - 1940/1960; Violence of a gender: a study about criminal rape trials in Uberlândia - 1940/1960

Coelho, César Castro e
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
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116.05%
A proposta deste trabalho é pensar a violência de gênero, em particular os crimes de estupro na cidade de Uberlândia entre as décadas de 1940 a 1960. Esta discussão abarcando a temática da violência de gênero tem demonstrado sua importância e atualidade no campo da história nos últimos anos. Decompondo o paradigma da mulher como sendo um ser inferior ao homem, e proporcionando novos olhares sobre as relações sociais destes sujeitos. Este trabalho de pesquisa teve início a partir de vários processos criminais que seriam incinerados pelo Fórum Abelardo Penna por falta de espaço físico. São aproximadamente 20.000 processos criminais de 1890 a 1984 que se encontram hoje no CDHIS (Centro de Documentação e Pesquisa em História) da Universidade Federal de Uberlândia. Nesta documentação encontramos informações sobre os sujeitos sociais envolvidos, como por exemplo: nome, profissão, grau de instrução, idade, cor, estado civil, endereço, nacionalidade e posição social. Evidenciamos ainda os discursos das vítimas, réus, juizes, promotores, delegados de polícia, médicos, advogados e testemunhas em relação ao crime ocorrido, e que é o fio condutor deste trabalho. Percebendo as diversas possibilidades de análise desta documentação...

El fenómeno de la violencia de género en la mujer a partir de la producción científica de enfermería; O fenômeno da violência de gênero à mulher a patir da produçao científica da enfermagem

Rangel da Silva, L.; Domingues Bernardes Silva, M.; Mota Xavier de Meneses, T.; Rodríguez Borrego, Mª Aurora; Meneses dos Santos, IM.; Lemos, A.
Fonte: Murcia : Servicio de Publicaciones de la Universidad de Murcia Publicador: Murcia : Servicio de Publicaciones de la Universidad de Murcia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
SPA
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116.13%
Con el objetivo de identificar y analizar la producción científica de Enfermería sobre la violencia contra la mujer en el período 2000 a 2009, se realizó una revisión de la literatura científica en el portal de revistas de enfermería de la Biblioteca Virtual en Salud de Brasil. A partir de los criterios de inclusión, fueron identificadas 10 publicaciones que describían explícitamente la relación de la violencia de género y sus implicaciones en el cuidado de la mujer. A partir del análisis temático de los artículos se obtuvieron cuatro categorías: intentar cuantificar y explicar el fenómeno de la violencia; el fenómeno relacionado con el profesional de la salud; el aprendizaje de la violencia, y la relación con el compañero. El conocimiento obtenido sobre el tema en estudio da una visión desde la perspectiva de la enfermera, sin embargo, no aborda de lleno la perspectiva del cuidado, lo que estimula a la producción de otros estudios sobre este tema.; Com o objetivo de identificar e analisar a produção científica na área da enfermagem sobre violência contra a mulher no período de 2000 a 2009, realizou-se uma revisão bibliográfica da produção científica consultando o portal de revistas de enfermagem da Biblioteca Virtual em Saúde do Brasil. A partir dos critérios de inclusão...

Monografía sobre violencia de género

García Méndez, Noelia
Fonte: Universidade de Cantabria Publicador: Universidade de Cantabria
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
SPA
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116.09%
Se define violencia de género como aquella violencia física, psíquica o sexual que se ejerce contra las mujeres por parte de su pareja o ex-­pareja, con unas características propias que la diferencian de otros tipos de violencia y con graves consecuencias para la salud integral de las mujeres, por lo que actualmente se considera la violencia de género como un problema de salud pública. Es un fenómeno muy complejo en el que influyen varios factores. Las Naciones Unidas, reconocen desde 1979 la violencia de género como una violación de los derechos humanos. Constituye un problema social de gran importancia y elevada prevalencia, invisible para la sociedad durante años y motivado por la histórica desigualdad entre hombres y mujeres, que tiene lugar en todos los niveles sociales. El papel de los profesionales sanitarios frente a este problema es de vital importancia, representan un primer paso para detectarla e intervenir con las mujeres que la padecen.; Grado en Enfermería

Comunicación del personal sanitario ante la gestante victima de violencia de género

Pérez Espinosa, Ana Belén; Fajardo Hervás, Beatriz
Fonte: Universidade Carlos III de Madrid Publicador: Universidade Carlos III de Madrid
Tipo: info:eu-repo/semantics/publishedVersion; info:eu-repo/semantics/conferenceObject
Publicado em 23/10/2015 SPA
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116.02%
Introducción: la violencia de género sigue siendo un problema importante a nivel mundial. Se define como "todo acto de violencia basado en la pertenencia al sexo femenino que tenga o pueda tener como resultado un daño o sufrimiento físico, sexual o psicológico para la mujer, así como las amenazas de tales actos, la coacción o la privación arbitraria de la libertad, tanto si se producen en la vida pública como en la vida privada (Resolución de la Asamblea General de Naciones Unidas de 1993). Los sanitarios constituyen uno de los primeros contactos cuando las victimas solicitan ayuda, por lo tanto deben estar formados en las habilidades que le capaciten dicha labor. Objetivos: con la presente comunicación se pretende actualizar, ampliar, e informar del tema a los profesionales de la salud que atiendan a mujeres gestantes que puedan encontrarse en dicha situación de riesgo, además de dar a conocer unas habilidades de comunicación así como pautas de actuación para detectar precozmente los casos y actuar de forma adecuada ante los mismos para prevenir complicaciones en la salud tanto de la madre como del bebé. Metodología: se han realizado búsquedas sistemáticas de estudios relacionados con el tema (Pubmed, La Biblioteca Cochrane Plus...

Problemas psicológicos en niños y niñas víctimas de la violencia de género en la pareja estudio de casos en madres y sus hijos e hijas que asisten a programas de ayuda especializada

Lizana Zamudio, Raúl
Fonte: [Barcelona] : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: [Barcelona] : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //2015 SPA
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116.05%
La investigación con respecto a los niños y niñas que padecen la violencia de género en la pareja (VGP) ha aumentado en los últimos años. No obstante, aún quedan muchas interrogantes con respecto al impacto de este tipo de maltrato en la infancia. En este contexto, el presente estudio se centra en conocer los diversos problemas psicológicos que presenta un grupo de menores en Catalunya que ha sufrido VGP. En específico, valora la relación existente entre dichos daños y el tipo de manifestaciones de violencia sufrida, a la vez que intenta dimensionar la importancia del rol de la madre como factor protector para los niños y niñas. Por último, la investigación estudia los tipos de violencia a que son sometidos los hijos e hijas en el contacto actual con el padre. El diseño metodológico usado corresponde a un estudio transversal analítico en el que participaron 13 mujeres que habían vivido VGP y 15 menores, hijos e hijas de estas mujeres. Se utilizaron los siguientes instrumentos para medir psicopatología y otras dificultades tanto en las madres como en los niños y niñas: Entrevista clínica Kiddie-SADS-PL , el Cuestionario de Capacidades y Dificultades (SDQ), el Cuestionario de Salud General de Goldberg (GHQ-28) y una ficha de información general creada para esta investigación. En el análisis de datos se consideraron elementos descriptivos y también el uso de medidas del efecto (d de Cohen y Riesgo Relativo). Los resultados del estudio mostraron que los niños y niñas víctimas de VGP presentaban altos niveles de problemas psicopatológicos y dificultades en otras áreas de funcionamiento tales como la social y valórica. También se encontró que la presencia de problemas de salud psico-emocional en las madres...

La violencia de género desde la perspectiva de las políticas públicas de salud y la experiencia de los profesionales de la salud. estudio comparativo entre cataluña y costa rica

Rojas Loría, Kattia
Fonte: [Barcelona] : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: [Barcelona] : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //2014 SPA
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116.12%
La Violencia de Género (VG) hacia las mujeres es un fenómeno universal que ha sido incluida en las políticas públicas y planes de salud de diferentes países, consecuentemente, forma parte del quehacer de los/as profesionales de salud. En este estudio, se analiza comparativamente el abordaje de la Violencia de Género hacia las mujeres desde la perspectiva de las políticas públicas de salud y la experiencia de los/as profesionales de la salud entre dos contextos, Cataluña y Costa Rica. Es un estudio exploratorio-descriptivo comparativo a nivel de dos países con varias formas de evidencia que combina métodos cualitativos y cuantitativos. En un primer estudio se analizaron las políticas públicas de ambos países que se refieren al papel de los/as profesionales de la salud en el abordaje de la violencia de género. Seguidamente, se realizó un estudio cualitativo, basado en entrevistas en profundidad con expertas y expertos en este tema, donde se identifican los factores que facilitaban o dificultaban el abordaje de la VG hacia las mujeres. Por último, se desarrolló un estudio mediante la aplicación de un cuestionario auto informado para conocer la asociación de la actitud hacia la VG en profesionales de la salud de atención primaria con variables como experiencia...

Investigación sobre violencia de género en la pareja : recomendaciones prácticas

Alencar Rodrigues, Roberta de; Cantera Espinosa, Leonor M.; Ojeda Ocampo Moré, Carmen Leontina
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2014 SPA
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116.13%
El objetivo de este trabajo es relatar la experiencia de búsqueda de participantes de una investigación cualitativa sobre violencia de género en la pareja contra mujeres inmigrantes latinoamericanas. Se discuten cuestiones como dificultades de la inserción en el campo, estrategias para lograr el muestro, aspectos éticos a tener en cuenta en estudios sobre violencia. Esas dificultades encontradas en el recurrido metodológico pueden ser un reflejo de los obstáculos que impiden que las mujeres busquen apoyo institucional. Ello lleva a entender que hay barreras comunes en el campo de investigación e intervención en violencia de género que merecen ser identificadas y superadas. Por último, se advierte sobre el impacto de las entrevistas sobre violencia en la vida de los(as) investigadores(as) y se sugiere que ellos(as) adopten estrategias para equilibrar su vida personal y profesional a través de actividades que puedan descargar la carga emocional producida a partir del trabajo con violencia; This paper aims to describe the experience of finding participants for a qualitative research on gender violence against Latin American immigrant women. The challenges in reaching the research sample, strategies to achieve the aimed number of participants...

Las mujeres presas como delincuentes y víctimas : necesidad de implementación de programas penitenciarios dirigidos a mujeres víctimas de violencia de género.

Martín Ferres, Alba
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Treball de recerca; info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; Text Formato: application/pdf
Publicado em //2015 SPA
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116.02%
En las prisiones españolas y europeas se observa una inexistencia de programas de tratamiento dirigidos a mujeres víctimas de violencia de género en momentos anteriores a su ingreso en prisión, a pesar haber sido esta violencia experimentada por una gran proporción de la población reclusa femenina, por lo que se realizó el taller “Parlem d’amor” en la prisión de Wad Ras para tratar de forma grupal dicho fenómeno, habiéndose desprendido numerosos resultados positivos en las internas participantes en él como son la concienciación y reflexión sobre este tipo de violencia, así como la adquisición de herramientas para identificar situaciones abusivas en una relación sentimental, a fin de evitar una revictimización tras su puesta en libertad, considerando oportuno así, la implementación de este tipo de programas en las prisiones femeninas.; In the Spanish and European prisons an inexistence of treatment programs for women victims of domestic violence at a time before their imprisonment is observed, despite being this violence experienced by a large proportion of the female prison population, reason why the "Parlem d'amor" workshop was held in Wad Ras prison with the objective of treating this pehomenon as a group...

Violencia de género en la pareja : una revisión teórica

Alencar Rodrigues, Roberta de; Cantera Espinosa, Leonor M.
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2012 SPA
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116.15%
El presente texto discute las diferentes perspectivas teóricas que explican la violencia de género en la pareja. Se propone que el modelo ecológico y la perspectiva de género son dos teorías importantes y complementares a la hora de investigar este fenómeno. A través del modelo ecológico, el maltrato es entendido como producto de la interacción de múltiplos factores relacionados con la historia individual de la víctima y del maltratador, con el macrosistema (mitos sobre la violencia, cultura machista), con el exosistema (estrés, respuesta de las instituciones ante la solicitud de la víctima, redes sociales) y con el microsistema (conflictos conyugales). La perspectiva de género ayuda a entender que la sociedad está estructurada por el género, pues este atraviesa los sistemas del modelo ecológico a través, por ejemplo, de la socialización en género a nivel individual y de las normas culturales a nivel macrosistemico. Así se pone el acento que la combinación del enfoque del modelo ecológico sumado a la perspectiva de género brinda un mejor entendimiento sobre la violencia de género en la pareja; Este artigo discute as diferentes perspectivas teóricas que explicam a violência doméstica em casais. Propõe-se que o modelo ecológico e a perspectiva do gênero são duas teorias importantes e complementares no momento que se pretende estudar esse fenômeno. Através do modelo ecológico...

Más allá de la visibilización: problematizando discursos sobre violencia de género en la pareja contra mujeres inmigradas en España

Cea Merino, Pastor; Montenegro Martinez, Marisela
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2014 SPA
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116.01%
El presente trabajo explora y problematiza los discursos que construyen la situación actual de la violencia de género en la pareja contra mujeres inmigradas en España. Se contextuali-zará la denominada ?feminización? de las migraciones, revisaremos algunos discursos sobre la violencia de género ejercida contra mujeres inmigradas y reflexionaremos en torno a có-mo estas construcciones discursivas pueden funcionar como un mecanismo invisibilizador de la agencia y prácticas de resistencia del colectivo de mujeres inmigradas.; In this paper we explore and problematize the discourses on gender violence in couples against immigrant women in Spain. It will contextualize the called feminization of migra-tion and review some discourses about the gender violence exerted against immigrant women. The paper will reflect about how these discourses may obscure the agency and re-sistance practices of the collective of immigrant women.

Infancia y violencia de género: cuantificación y percepciones

Espinar-Ruiz, Eva; UFSC; López-Monsalve, Begoña; Universidad de Alicante - España
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 26/05/2015 SPA
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116.01%
Cada vez más autores destacan la necesaria incorporación de la infancia en elestudio de la violencia de género y, en concreto, de la violencia contra la mujer por parte delcompañero íntimo (VCI). Tal incorporación puede facilitar no sólo una menor invisibilidad ydesprotección de niños y niñas, sino también una mejor comprensión de la propia violencia, suscaracterísticas y dinámicas. Partiendo de estas consideraciones, en este artículo se presentanlos resultados de un análisis secundario de los datos obtenidos en la última macroencuestasobre violencia contra las mujeres en España. La información disponible permite analizar: 1) lapresencia de menores expuestos a VCI; 2) la posible relación entre esta presencia y la formulaciónde denuncias; y 3) la percepciónde los agresores.

La Violencia de Género como causa de Maltrato Infantil

Sepúlveda García de la Torre,A.
Fonte: Cuadernos de Medicina Forense Publicador: Cuadernos de Medicina Forense
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/04/2006 SPA
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116.08%
La violencia contra las mujeres o violencia de género está recibiendo una mayor atención social e institucional en nuestro país culminando con la Ley Orgánica 1/2004, de 28 de diciembre, de Medidas de Protección Integral contra la Violencia de Género. La exposición a la violencia de género en el ámbito doméstico se ha demostrado que es también causante de efectos negativos para los hijos e hijas de las mujeres víctimas, cualquiera que sea la edad de los menores, quienes pueden sufrir la violencia de forma directa, en forma de malos tratos físicos o emocionales, o de forma indirecta, siendo testigos de los actos violentos que padecen sus madres. En el presente trabajo se exponen las repercusiones que tiene para el desarrollo evolutivo, emocional, cognitivo y social de los menores, el ser testigos de la violencia hacia sus madres, así como el problema de la transmisión transgeneracional de los comportamientos violentos.

Violencia de género: actitud y conocimiento del personal de salud de Nicaragua

Rodríguez-Bolaños,Rosibel de los Angeles; Márquez-Serrano,Margarita; Kageyama-Escobar,María de la Luz
Fonte: Instituto Nacional de Salud Pública Publicador: Instituto Nacional de Salud Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 ES
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116.06%
OBJETIVO: Determinar la actitud del personal de salud en la identificación y la referencia de las víctimas de violencia de género (VG), así como los factores relacionados con dicha actitud. Asimismo, conocer las barreras para tal identificación y referencia, y evaluar el nivel de conocimiento sobre las Normas y Procedimientos para la Atención de la Violencia Intrafamiliar entre el personal de salud del Ministerio de Salud de Nicaragua (MINSA). MATERIAL Y MÉTODOS: Se realizó un estudio transversal entre el personal de salud de 5 de los 17 Sistemas Locales de Atención Integral en Salud (SILAIS) de Nicaragua: médicos, enfermeras y auxiliares de enfermería (n=213) del Programa de Atención Integral a la Mujer, Niñez y Adolescencia en el primer nivel de atención del MINSA, durante los meses de abril a junio de 2003. La actitud se midió de acuerdo con una escala tipo Likert y se construyó un índice de conocimiento sobre las normas de atención. La información se obtuvo por medio de un instrumento de autoaplicación, basado en el cuestionario de un estudio que se realizó entre el personal del Instituto Mexicano de Seguro Social (IMSS) de Morelos, México. Se utilizó un modelo de regresión logística para evaluar la asociación de la actitud con diversos factores...

Violencia de género: actitud y conocimiento del personal de salud de Nicaragua

Rodríguez-Bolaños,Rosibel de los Angeles; Márquez-Serrano,Margarita; Kageyama-Escobar,María de la Luz
Fonte: Instituto Nacional de Salud Pública Publicador: Instituto Nacional de Salud Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2005 ES
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OBJETIVO: Determinar la actitud del personal de salud en la identificación y la referencia de las víctimas de violencia de género (VG), así como los factores relacionados con dicha actitud. Asimismo, conocer las barreras para tal identificación y referencia, y evaluar el nivel de conocimiento sobre las Normas y Procedimientos para la Atención de la Violencia Intrafamiliar entre el personal de salud del Ministerio de Salud de Nicaragua (MINSA). MATERIAL Y MÉTODOS: Se realizó un estudio transversal entre el personal de salud de 5 de los 17 Sistemas Locales de Atención Integral en Salud (SILAIS) de Nicaragua: médicos, enfermeras y auxiliares de enfermería (n=213) del Programa de Atención Integral a la Mujer, Niñez y Adolescencia en el primer nivel de atención del MINSA, durante los meses de abril a junio de 2003. La actitud se midió de acuerdo con una escala tipo Likert y se construyó un índice de conocimiento sobre las normas de atención. La información se obtuvo por medio de un instrumento de autoaplicación, basado en el cuestionario de un estudio que se realizó entre el personal del Instituto Mexicano de Seguro Social (IMSS) de Morelos, México. Se utilizó un modelo de regresión logística para evaluar la asociación de la actitud con diversos factores...

Conhecimento e atitudes dos profissionais de saúde em relação à violência de gênero

Vieira,Elisabeth Meloni; Perdona,Gleici de Castro Silva; Almeida,Ana Maria de; Nakano,Ana Márcia Spano; Santos,Manoel Antônio dos; Daltoso,Daniela; Ferrante,Fernanda Garbelini De
Fonte: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós -Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 PT
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OBJETIVOS: Várias são as políticas públicas no Brasil para o enfrentamento da violência contra a mulher. Registra-se na literatura que os profissionais de saúde acham o tema de difícil abordagem. Para melhorar o atendimento no SUS em Ribeirão Preto, realizou-se um estudo para avaliar o conhecimento e a atitude dos profissionais de saúde em relação à violência de gênero. MÉTODOS: Contataram-se 278 profissionais de saúde, dos quais 221 foram entrevistados utilizando-se um questionário estruturado. RESULTADOS: 51 (23,0%) eram enfermeiras e 170 (77,0%) médicos; 119 (53,8%) homens e 102 (46,2%) mulheres, com idade média de 38,6 anos; 200 (90,5%) consideravam-se brancos ou asiáticos e 21 (9,5%) pretos e pardos. Tinham em média 12,5 anos de vida profissional e 158 (68,8%) eram oriundos de universidade pública. Apenas pouco mais da metade (58,7%) mostrou conhecimento geral adequado (bom e alto) sobre a violência de gênero, o que indica a necessidade de capacitar os profissionais para este atendimento. Em relação às barreiras para averiguar a violência, os profissionais citaram a falta de uma política institucional e o silêncio da mulher que não revela a violência. Os entrevistados, em particular as mulheres jovens...