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Violência contra a mulher: uma análise do caso brasileiro; Violence against women: an analysis of the Brazilian experience

Borges, Bruna Pugialli da Silva
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/09/2014 PT
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A violência contra a mulher constitui um grave problema nacional, apesar do esforço feito pelo governo brasileiro na última década no enfrentamento a esse tipo de violência. A introdução da Lei Maria da Penha, em 2006, representou uma grande mudança na proteção legal nos casos de violência doméstica. Todavia, o cumprimento pleno da referida lei está condicionado à existência dos Serviços Especializados de Atendimento à Mulher, tais como juizados especializados, delegacias de mulheres, casas - abrigo, etc., e a abrangência desses serviços nos municípios brasileiros ainda é limitada. Utilizando um painel de municípios, o objetivo da dissertação é avaliar se os municípios onde há Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher apresentaram uma queda nos casos de violência contra a mulher, supondo que essas cidades tiveram melhor aplicação da Lei Maria da Penha. A distribuição municipal dos juizados especializados é obtida através da Pesquisa de Informações Básicas Municipais de 2009, do IBGE. A medida de violência contra a mulher utilizada é o número de internações femininas cuja causa é a agressão, cuja base de dados é Sistema de Informações Hospitalares do Ministério da Saúde. A metodologia utilizada na investigação dos efeitos causais da Lei Maria da Penha é o estimador de diferenças - em - diferenças com Propensity Score Matching. Os resultados sugerem uma queda na violência contra a mulher em municípios onde os juizados foram implementados. Além disso...

A intersetorialidade no enfrentamento a violência contra a mulher: uma análise da experiência do município de Santo André-SP

Denúbila, Laís Atanaka
Fonte: Fundação Getúlio Vargas Publicador: Fundação Getúlio Vargas
Tipo: Dissertação
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126.06%
Nos últimos anos os estudos sobre intersetorialidade na área de administração pública vêm apresentando um significativo crescimento, no entanto ainda é escassa a literatura sobre essa temática no campo de políticas publicas em formatação, principalmente na área de enfrentamento a violência contra a mulher. Esse estudo tem como objetivo principal contribuir para a temática da intersetorialidade em campos de política pública em formatação e especificamente provocar reflexões e problematizações para o fortalecimento das ações na área de enfrentamento a violência contra a mulher. De forma a contextualizar a análise, foi feito um breve histórico do movimento feminista e um resgate do histórico recente das políticas públicas de enfrentamento a violência contra à mulher no âmbito federal no Brasil. A revisão de literatura demonstrou que a intersetorialidade tem sido utilizada na prática da administração pública e em aportes teóricos, como o modelo ideal para solução de problemas complexos, considerando a conjunção de apenas de diversas áreas no interior da estrutura governamental. Assim se problematizou tal perspectiva, apresentando autores que possuíam uma visão mais ampla desse conceito, concebendo este como a conjunção de diversos atores...

A intersetorialidade no enfrentamento a violência contra a mulher: uma análise da experiência do município de Santo André-SP

Denúbila, Laís Atanaka
Fonte: Fundação Getúlio Vargas Publicador: Fundação Getúlio Vargas
Tipo: Dissertação
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Nos últimos anos os estudos sobre intersetorialidade na área de administração pública vêm apresentando um significativo crescimento, no entanto ainda é escassa a literatura sobre essa temática no campo de políticas publicas em formatação, principalmente na área de enfrentamento a violência contra a mulher. Esse estudo tem como objetivo principal contribuir para a temática da intersetorialidade em campos de política pública em formatação e especificamente provocar reflexões e problematizações para o fortalecimento das ações na área de enfrentamento a violência contra a mulher. De forma a contextualizar a análise, foi feito um breve histórico do movimento feminista e um resgate do histórico recente das políticas públicas de enfrentamento a violência contra à mulher no âmbito federal no Brasil. A revisão de literatura demonstrou que a intersetorialidade tem sido utilizada na prática da administração pública e em aportes teóricos, como o modelo ideal para solução de problemas complexos, considerando a conjunção de apenas de diversas áreas no interior da estrutura governamental. Assim se problematizou tal perspectiva, apresentando autores que possuíam uma visão mais ampla desse conceito, concebendo este como a conjunção de diversos atores...

Caracterização dos casos de violência contra a mulher atendidos em três serviços na cidade de Uberlândia, Minas Gerais, Brasil

Garcia,Marilúcia Vieira; Ribeiro,Lindioneza Adriano; Jorge,Miguel Tanús; Pereira,Gustavo Resende; Resende,Alexandra Pires
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2008 PT
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Este estudo apresenta aspectos epidemiológicos e clínicos da violência contra a mulher, utilizando três fontes de dados: prontuários médicos do Hospital de Clínicas de Uberlândia, Minas Gerais, Brasil, (HCU); fichas de atendimento da ONG SOS Ação Mulher Família (ONG SOS Mulher); laudos de perícia de lesões corporais e de necropsias do Posto Médico Legal (PML). No HCU e no PML, os atendimentos foram decorrentes principalmente por agressão física, não havendo alusão à violência psicológica nos prontuários médicos e nos laudos, revelando que em serviços de atenção primária à saúde esta violência é evidenciada somente em pesquisas pós-entrevistas com as vítimas. Na ONG SOS Mulher foram observadas principalmente as violências psicológica e física. Nas três fontes pesquisadas houve baixa ocorrência da violência sexual, corroborando dados da literatura que retrata a invisibilidade desta questão, principalmente da violência sexual conjugal sofrida pelas mulheres que buscam ajuda nesses serviços. Os dados da presente pesquisa permitem concluir que os tipos de violência contra a mulher nesses três diferentes serviços públicos de saúde e social, em Uberlândia, diferenciam-se conforme as características específicas dos serviços oferecidos nessas instituições.

Lei Maria da Penha : novos institutos penais e processuais penais para o combate à violência contra a mulher

Vellasco, Edson Durães de
Fonte: Superior Tribunal de Justiça do Brasil Publicador: Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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Trabalho de conclusão de curso, apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de especialista em Direito Penal e Processual Penal pelo Centro Universitário do Distrito Federal, Instituto de Cooperação e Assistência Técnica. Orientador: Denival Francisco da Silva; Trata da necessidade de proteção às vítimas de violência doméstica. A violência de gênero originou-se na ideologia patriarcal e na discriminação histórica contra a mulher. A ofensa aos direitos humanos inerentes à mulher exige uma ação afirmativa por parte do Estado, para neutralizar a violência doméstica. A relevância do bem jurídico protegido legitima a atuação estatal; Superior Tribunal de Justiça (STJ)

Reflexões sobre a atuação do Ministério Público no enfrentamento da violência doméstica familiar contra a mulher

Pereira, Sumaya Saady Morhy
Fonte: Superior Tribunal de Justiça do Brasil Publicador: Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Palestra apresentada no Seminário de Violência Doméstica, em Belo Horizonte, 13 abr. 2007.; Trata da Lei nº 11.340 (Lei Maria da Penha), de 7 de agosto de 2006, discorrendo acerca de seu histórico e trazendo reflexões acerca da posição do Ministério Público frente às questões de violência doméstica e familiar contra a mulher. Discute a evolução que se deu no âmbito dos direitos da mulher, desde as Ordenações Filipinas até a Constituição, de 1988. Aborda e comenta questões práticas quanto à ação penal nesses crimes e as conseqüências da criação de órgãos, como por exemplo, os Juizados de violência doméstica familiar contra a mulher, dentre outras.

Violência doméstica e familiar contra a mulher

Uyeda, Massami
Fonte: Superior Tribunal de Justiça do Brasil Publicador: Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Comenta que a violência doméstica contra a mulher extravasa os limites nacionais e é objeto de preocupação mundial. Declara que as questões envolvendo marido e mulher, caracterizadas por violência física, psicológica e de natureza sexual contra a mulher, frequentemente foram e ainda são rotuladas como assuntos que devem ser tratados e resolvidos na intimidade entre os personagens envolvidos, não se admitindo interferência de terceiros. Aborda a Lei 11.340, de 07.08.2006, que é a resultante não só de regular processo legislativo, expressando a vontade popular, mas, sem dúvida, é o resultado da força e eficácia de convenções internacionais, ratificadas pelo Brasil. Esta lei foi gerada pelo inconformismo e pela dor, física e moral, de uma vítima de violência doméstica que buscava a aplicação da lei e sua efetiva execução, sendo batizada como "Lei Maria da Penha". Ressalta que a lei 11.340, de 07.08.2006, tem o escopo de criar mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8º do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher.

Políticas públicas no combate à violência contra a mulher

Planalto, Fátima Cristina dos Santos Silva do
Fonte: Superior Tribunal de Justiça do Brasil Publicador: Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
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Monografia apresentada ao Programa de Pós-Graduação Lato-Sensu em Gestão Pública, da Faculdade Montes Belos, como requisito parcial para obtenção do título de especialista.; Apresenta como tema central o estudo das políticas públicas brasileiras de combate à violência contra a mulher, relacionando elementos para uma reflexão sobre o conceito e tipos de violência praticada contra as mulheres, além de analisar as dificuldades de se estabelecer uma política capaz de combater a violência contra a mulher no Brasil.; Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Entre punição, prevenção e assistência : repertórios e jogos de posicionamento de profissionais sobre homens na rede de atenção à violência contra a mulher em Recife-PE

Renata Pinto de Lemos Cordeiro, Anna; Medrado-Dantas, Benedito (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
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A violência doméstica e familiar contra a mulher no Brasil, a partir das reflexões de gênero e da permanente mobilização feminista, vem adquirindo visibilidade pública, passando a ser pauta na agenda das políticas públicas, gerando a institucionalização de uma rede pública de prevenção, assistência e enfrentamento. Em linhas gerais, esta rede tem como objetivo a proteção à vítima e a punição aos agressores. Contudo, algumas reflexões têm emergido no que se refere aos diferentes atores envolvidos nesta dinâmica da violência. Uma das questões recorrentes diz respeito à ausência de intervenções voltadas também para o homem autor da violência, entendendo que para uma atuação integral no contexto da violência doméstica e familiar contra a mulher, faz-se necessária intervenção que possa ir além do binômio vítima-agressor e proteção-punição, remetendo à dimensão relacional do conceito de gênero. O objetivo deste trabalho foi identificar como profissionais que atuam em instituições de prevenção, assistência e enfrentamento à violência contra a mulher na cidade do Recife se posicionam em relação à atenção aos assim considerados agressores , a partir da análise de repertórios sobre violência doméstica e familiar contra a mulher produzidos por eles. Inicialmente...

Violência contra a mulher: conferências e leis

Coelho, Elza Berger Salema; Lindner, Sheila Rubia; Cardoso, Monich Melo; Rebello, Kátia de Macedo
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // PT_BR
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No início do objeto é enfatizado que a violência contra a mulher é um problema que compromete e destrói a vida de mulheres no Brasil e no mundo, mostra então as duas conferências, a de direitos humanos e a da mulher, e questiona o que ela representam. Parte então para a explicação do que estes espaços constituíram e cita a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher como a maior conquista na América Latina e Caribe. Identifica o que é a violência contra a mulher e detalha a Lei Maria da Penha. Discorre ainda sobre como o espaço doméstico é onde ocorre a maioria das situações de violência contra a mulher e sua relação com a ordem patriarcal e conclui com uma série de imagens com textos que identificam os determinantes desta violência. Unidade 2 do módulo 11 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

Lei Maria da Penha : Lei nº 11.340, de 07 de agosto de 2006, que dispõe sobre mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher

Brasil. [Lei Maria da Penha (2006)]
Fonte: Brasília : Edições Câmara Publicador: Brasília : Edições Câmara
Tipo: livro Formato: 22 p.
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Analisa a lei que cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8º do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências.; Atualizada até 7/4/2015.; Disponíveis também os arquivos de outras edições.

Vivência de homens autores de violência contra a mulher em Grupo Reflexivo: memórias e significados presentes; Experience of women violence perpetrators in a Reflexive Group: memory and present meaning.

Mistura, Tales Furtado
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 27/04/2015 PT
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Introdução: A violência contra a mulher tem se apresentado como relevante problema social e de saúde pública, ganhando expressão global na sociedade contemporânea que aponta para sua complexidade e desafios. No Brasil, a promulgação da Lei Maria da Penha (11.340/2006) representa conquista do movimento das mulheres e avanço na busca de tratamento da questão. Dentre os desafios à implementação da Lei a participação em Grupos Reflexivos tem se apresentado, a título de experiência, como estratégia de encaminhamento jurídico aos homens denunciados como autores de violência, que optam voluntariamente pela participação nos mesmos como indicativo de possível atenuação da pena caso, como réu, seja condenado. Objetivo: Em termos gerais, o presente trabalho se propõe a refletir sobre as contribuições relatadas pelos sujeitos da pesquisa à participação dos mesmos em um Grupo Reflexivo e os significados atribuídos pelos mesmos à essa vivência para suas relações afetivo-conjugais e desconstrução de estereótipos de gênero. Método: A pesquisa foi de natureza qualitativa, na perspectiva da historia oral do tipo temática. Foram realizadas entrevistas em profundidade, mediante roteiro temático, com sete homens denunciados pela Lei Maria da Penha...

Notificação de violência contra a mulher na rede pública de saúde de Goiânia- Goiás; Notification of violence against women in the network public health of Goiânia-Goiás-Brazil

Nogueira, Elza Gomes Finotti
Fonte: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva (PRPG); Pró-Reitoria de Pós-graduação (PRPG) Publicador: Universidade Federal de Goiás; Brasil; UFG; Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva (PRPG); Pró-Reitoria de Pós-graduação (PRPG)
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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Violence is a phenomenon that has always been part of human experience and has been emphasizing between the main causes of morbidity and mortality worldwide. Since 1993 the World Health Organization recognizes in violence a public health problem. In 2010, the Ministry of Health of Brazil recorded 27,176 notifications of cases of domestic violence, sexual and/or other violence. According to the data, the characteristics of victims of violence against women are: young adult, married or in a consensual union, resident of urban zone, higher education and white color. In relation to the likely perpetrator of the assault, mostly committed by a male person and that have closed relationship with the victim, provided that spouse or ex-spouse. Therefore, it should be noted the importance of the Brazilian public policies to combat violence against women and the institution of compulsory notification within the Health System in Brazil. The present study aimed to analyze the knowledge of professionals about the notification of cases of violence against women in the Municipal Health Secretariat of Goiânia-Goiás/Brazil. A qualitative study of exploratory type, whose study population consisted of professionals involved with attention to women in situation of violence and/or epidemiological surveillance of violence in three hierarchical levels of the Secretariat. It was used for data collection the interview and documentary research in written records and fingerprints of trainings addressing the subject of notification of violence against women. Considering the manifestations of the professionals interviewed in relation to the understanding of the role of the professional in the attention to women in situation of violence...

Violência contra a mulher: percepção dos médicos das unidades básicas de saúde da cidade de Ribeirão Preto, São Paulo; Violence against women: perceptions of medical doctors from primary healthcare units in the city of Ribeirão Preto, São Paulo; Violencia contra la mujer: percepción de los médicos de las unidades básicas de salud de la ciudad de Ribeirão Preto, estado de São Paulo, Brasil

DE FERRANTE, Fernanda Garbelini; SANTOS, Manoel Antônio dos; VIEIRA, Elisabeth Meloni
Fonte: Revista Interface - Comunicação, Saúde, Educação Publicador: Revista Interface - Comunicação, Saúde, Educação
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Violência contra a mulher é um fenômeno complexo e altamente prevalente, considerado problema de saúde pública. Comumente, as mulheres afetadas buscam serviços de saúde para tratar sintomas associados. Este estudo, de abordagem qualitativa, teve por objetivo verificar a percepção dos médicos das unidades básicas de saúde de Ribeirão Preto-SP sobre violência contra a mulher perpetrada por parceiro íntimo. Os dados foram levantados por meio de entrevistas com 14 médicos ginecologistas-obstetras e clínicos gerais. A análise de conteúdo permitiu definir os seguintes temas: conhecimento sobre tipos e gravidade de violência, percepções acerca de quem é a mulher acometida, prática médica frente à situação de violência, possibilidades de intervenções e barreiras de acesso ao serviço. Os médicos, por se sentirem despreparados para abordar o tema, o enfrentam com muitos preconceitos de classe social e gênero, transferindo a responsabilidade, por eventuais falhas no atendimento, aos "outros": os serviços, a rede e as mulheres.; Violence against women is a complex and highly prevalent phenomenon that is considered a public health problem. The affected women generally search for healthcare services in order to treat associated symptoms. This qualitative study aimed to verify the perception of doctors working at primary healthcare units of Ribeirão Preto...

Violência contra a mulher: a visibilidade do problema para um grupo de profissionais de saúde; Violence against women: visibility of the problem according to the health team; Violencia contra la mujer: la visibilidad del problema para un grupo de profesionales de salud

LETTIERE, Angelina; NAKANO, Ana Márcia Spanó; RODRIGUES, Daniela Taysa
Fonte: Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem Publicador: Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica
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125.99%
A identificação de mulheres em situação de violência é de extrema importância. Entretanto, o setor saúde nem sempre vem oferecendo uma resposta satisfatória para o problema. Buscamos identificar como os profissionais de saúde de uma maternidade percebem e atuam frente situação de violência. Constitui-se uma pesquisa qualitativa, sendo os dados coletados através de entrevistas semi-estruturadas e analisados pela modalidade temática. O grupo de estudo foi composto por 12 profissionais de saúde de uma maternidade filantrópica de Ribeirão Preto. Observou-se que os profissionais de saúde caracterizaram a violência contra a mulher como um problema sério e importante na sociedade, tendo como causa e conseqüência à desigualdade de gênero. No entanto, na prática profissional há uma abordagem reducionista e biologicista com fragmentação da atenção à saúde da mulher, justificado pela falta de formação profissional, suporte institucional e de uma equipe multidisciplinar.; It is extremely important to identify women living in a violent situation. However, the health sector has not always offered a satisfactory response for the issue. We sought to identify how the health professionals of a maternity perceive and act in view of a violent situation. This is a qualitative research...

Violência contra a mulher no Brasil e em Cabo Verde

Sanches De Pina, Neusa Suzana
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
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O presente trabalho de conclusão de curso é uma reflexão sobre a violência contra a mulher no Brasil e em Cabo Verde. Considerada como um crime contra os direitos humanos, que afeta não só as mulheres como também todos que estão em sua volta. Este trabalho esta dividido em três capitulo. No primeiro capitulo será feito uma contextualização da história da violência contra a mulher, analizando a violencia doméstica no Brasil, as formas da violência doméstica, fará um breve apanhado histórico de Cabo Verde e por ultimo tratará sobre a violência doméstica em Cabo Verde. No segundo capitulo irá tratar do papel da mulher na sociedade, discriminação e preconceito, a Convênção para a eliminação de todas as formas de discriminação contra as mulheres, no Brasil e em Cabo Verde finalizando analisa‐se o sistema penal brasileiro. No seu ultimo capitulo, será analisada, a lei Maria da Penha, sua origem, seu objetivo, sua constitucionalidade, perfil do agressor, perfil da vitima e a sua competência. Ao final analisará a legislação Caboverdeana que protege as mulheres.; This conclusion of course work is a reflection on violence against women in Brazil and Cape Verde. As a crime against human rights, affecting not only women but also all those around you. This work is divided into three chapters. In the first chapter will be an overview of the history of violence against women...

Violência contra a mulher: conferências e leis

Coelho, Elza Berger Salema; Lindner, Sheila Rubia; Cardoso, Monich Melo; Rebello, Kátia de Macedo
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Formato: Unidade 2 do módulo 11 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família. Arquivo .zip contendo página html com recursos de texto, imagens e animações em flash.
PT_BR
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No início do objeto é enfatizado que a violência contra a mulher é um problema que compromete e destrói a vida de mulheres no Brasil e no mundo, mostra então as duas conferências, a de direitos humanos e a da mulher, e questiona o que ela representam. Parte então para a explicação do que estes espaços constituíram e cita a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher como a maior conquista na América Latina e Caribe. Identifica o que é a violência contra a mulher e detalha a Lei Maria da Penha. Discorre ainda sobre como o espaço doméstico é onde ocorre a maioria das situações de violência contra a mulher e sua relação com a ordem patriarcal e conclui com uma série de imagens com textos que identificam os determinantes desta violência. Unidade 2 do módulo 11 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.; 1.0; Ministério da Saúdes/OPAS/OMS

O agente comunitário de saúde e a violência contra a mulher DOI:10.5007/1807-0221.2011v8n12p69

Ogasawara, Leide Sayuri; Universidade Federal de Santa Catarina; de Souza, Patrícia Alves; Universidade Federal de Santa Catarina; Philippi, Jane Maria de Souza; Universidade Federal de Santa Catarina
Fonte: Pró-Reitoria de Extensão Publicador: Pró-Reitoria de Extensão
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Capacitação sobre violência contra a mulher com discussão e aplicação de questionário. Formato: application/pdf
Publicado em 05/03/2012 POR
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A violência é o uso intencional de força física ou do poder, real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa ou contra um grupo ou uma comunidade e que resulte ou tenha possibilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação. A violência, nos seus vários tipos (doméstica, sexual, física e psicológica), já é considerada uma endemia que afeta a saúde individual e coletiva. A Casa da Mulher Catarina, projeto de extensão do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina, atuou em 2010 na disseminação do conhecimento sobre a violência contra a mulher. Realizou capacitação para 174 agentes comunitários de saúde (ACSs) das Unidades de Saúde de São José/SC, com o objetivo de sensibilizá-los sobre a violência. Ao final, avaliaram-se as atividades com perguntas sobre a violência, as quais foram aprovadas pelo Comitê de Ética da UFSC/CEPSH, sob o número 790/2010. A maioria, 72%, respondeu que às vezes a mulher é tratada com respeito no Brasil; 22% responderam que a mulher não é respeitada, 4% responderam que a mulher é tratada com respeito; e 2% não responderam. O ambiente apontado como sendo o de maior desrespeito foi a sociedade (38%)...

Violência contra a mulher: descrição das denúncias em um Centro de Referência de Atendimento à Mulher de Cajazeiras, Paraíba, 2010 a 2012

Costa,Milena Silva; Serafim,Márcia Luana Firmino; Nascimento,Aissa Romina Silva do
Fonte: Ministério da Saúde do Brasil Publicador: Ministério da Saúde do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2015 PT
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OBJETIVO: descrever as denúncias de violência contra a mulher registradas em um Centro de Referência de Atendimento à Mulher no município de Cajazeiras, estado da Paraíba, Brasil. MÉTODOS: estudo descritivo, com dados dos formulários sobre informações de mulheres vítimas de violência entre julho de 2010 e outubro de 2012. RESULTADOS: encontraram-se 80 denúncias, a maioria das vítimas com até 40 anos de idade (n=52) e baixa escolaridade, casadas (n=47), com filhos (n=69) e 9 a 18 anos de convivência com o cônjuge (n=23), este o principal agressor (n=33); o local de agressão mais frequente foi o próprio lar (n=50) e o tipo mais comum, a agressão psicológica (n=64); as vítimas foram encaminhadas ao Centro de Referência Especializado da Assistência Social, Delegacia de Atendimento à Mulher e Conselho Tutelar. CCONCLUSÃO: a maior parte das denúncias foi realizada por mulheres casadas, com filhos, e expressivo tempo de convivência com o agressor.

Caracterização dos casos de violência contra a mulher atendidos em três serviços na cidade de Uberlândia, Minas Gerais, Brasil

Garcia,Marilúcia Vieira; Ribeiro,Lindioneza Adriano; Jorge,Miguel Tanús; Pereira,Gustavo Resende; Resende,Alexandra Pires
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2008 PT
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Este estudo apresenta aspectos epidemiológicos e clínicos da violência contra a mulher, utilizando três fontes de dados: prontuários médicos do Hospital de Clínicas de Uberlândia, Minas Gerais, Brasil, (HCU); fichas de atendimento da ONG SOS Ação Mulher Família (ONG SOS Mulher); laudos de perícia de lesões corporais e de necropsias do Posto Médico Legal (PML). No HCU e no PML, os atendimentos foram decorrentes principalmente por agressão física, não havendo alusão à violência psicológica nos prontuários médicos e nos laudos, revelando que em serviços de atenção primária à saúde esta violência é evidenciada somente em pesquisas pós-entrevistas com as vítimas. Na ONG SOS Mulher foram observadas principalmente as violências psicológica e física. Nas três fontes pesquisadas houve baixa ocorrência da violência sexual, corroborando dados da literatura que retrata a invisibilidade desta questão, principalmente da violência sexual conjugal sofrida pelas mulheres que buscam ajuda nesses serviços. Os dados da presente pesquisa permitem concluir que os tipos de violência contra a mulher nesses três diferentes serviços públicos de saúde e social, em Uberlândia, diferenciam-se conforme as características específicas dos serviços oferecidos nessas instituições.