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Aplicação de práticas ágeis na construção de data warehouse evolutivo; Application of agile practices in the traditional method of data warehouse engineering

Carvalho, Guilherme Tozo de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/04/2009 PT
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46.15%
Um Data Warehouse (DW) é um banco de dados centralizado, orientado por assunto, integrado, não volátil e histórico, criado com o objetivo de dar apoio ao processo de tomada de decisão e que estrutura os dados em uma arquitetura analítica bastante distinta da arquitetura relacional utilizada nos bancos de dados transacionais. Construir um DW é um projeto de engenharia bastante complexo pois envolve muitas tecnologias e muitas pessoas, de diferentes equipes, em um grande esforço conjunto para construir esta base central de informações corporativas. O processo tradicional de construção de um DW não utiliza conceitos ágeis e, pelo escopo de desenvolvimento ser grande, pode levar muito tempo até que funcionalidades sejam entregues aos clientes. Os métodos ágeis de engenharia de software são muito usados como uma alternativa aos métodos tradicionais de desenvolvimento e têm diferenciais que trazem muito valor a projetos grandes pois, além de buscar desenvolver versões funcionais em prazos curtos, defendem que todos os sistemas têm a constante necessidade de se adaptar a mudanças. Neste trabalho são aplicadas práticas ágeis no processo tradicional de engenharia de DW para que o desenvolvimento seja realizado em ciclos iterativos curtos...

Suporte a consultas no ambiente temporal de versões

Zaupa, Aglaê Pereira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.55%
O Modelo Temporal de Versões (TVM Vesions Model) foi proposto com base na união de um modelo de versões com informações temporais. Esse modelo permite o armazenamento de alternativas de projeto, o armazenamento da história dos dados em evolução, bem cmoo a reconstrução do estado da base em qualquer data passada, sem o uso de operações complexas de backup e recovery. Para realizar consultas nesse modelo foi definida uma linguagem de consulta, a TVQL (Temporal Versioned Query Language). Além das consultas básicas realizadas pela linguagem padrão AQL, a TVQL permite novas consultas que retornam valores específicos das características de tempo e versões, estabelecendo um comportamento o mais homogêneo possível para elementos normais e temporais vesionados. O objetivo principal deste trabalho e possibilitar a realização de consultas TVQL em um banco de dados convencional. Nesse contexto, o mapeamento da TVQL é implementando através da tradução de todas as propriedades e funções definidas na TVQL para SQL. Para que isso seja possível é necessário queos dados também estejam nesse banco de dados. Então, faz-se necessário o mapeamento das classes da hierarquia do TVM, bem como das classes da aplciação, para o banco de dados. Adicionalmente...

Modelo temporal de versões

Moro, Mirella Moura
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.55%
O objetivo principal desse trabalho é apresentar uma alternativa para a união de um modelo de versões e dados temporais. O resultado, o Modelo Temporal de Versões – TVM (Temporal Versions Model), é capaz de armazenar as versões do objeto e, para cada versão, o histórico dos valores das propriedades e dos relacionamentos dinâmicos. Esse modelo difere de outros modelos de dados temporais por apresentar duas diferentes ordens de tempo, ramificado para o objeto e linear para cada versão. O usuário pode também especificar, durante a modelagem, classes normais sem tempo e versionamento, o que permite a integração deste modelo com outros modelos existentes. A utilização de um modelo de dados temporal semanticamente rico não requer necessariamente a existência de um SGBD próprio para este modelo. A tendência é implementar o modelo sobre banco de dados convencionais, através do mapeamento das informações temporais para atributos explícitos. Como objetivo complementar, é apresenta do um ambiente para o suporte do TVM e de todas suas características. Especificamente, são detalhados o mapeamento da hierarquia base do modelo para um banco de dados objeto-relacional e sua implementação em um banco de dados comercial. Desse ambiente...

Um Mecanismo de notificação e propagação de mudanças para um modelo de versões

Fonseca, Ana Clara Gottfried da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.6%
Um dos requisitos naturais na modelagem de diversas aplicações na área de banco de dados é a utilização de um mecanismo para controle de versões. Esse mecanismo fornece suporte a um processo evolutivo. Tal suporte permite armazenar os diferentes estágios de uma entidade em tempos distintos, ou sob diferentes pontos de vista. Estudos recentes nessa área mostram a importância de incorporar ao modelo conceitual de banco de dados, um mecanismo para auxiliar no controle da evolução de versões. A evolução de versões apresenta problemas principalmente quando ocorre em uma hierarquia de composição. Por exemplo, se existem objetos compostos fazendo referência à objetos componentes que representam versões, então modificações nos componentes podem causar alterações nos objetos que os referenciam. Normalmente as ações relativas a essas modificações são a notificação ou a propagação de mudanças. Algumas propostas adicionam mecanismos de notificação e propagação ao modelo conceitual utilizado por aplicações não convencionais. Isso é importante porque mecanismos deste tipo auxiliam no controle da integridade de dados e na divulgação de informações sobre as mudanças realizadas no banco de dados. O objetivo do trabalho aqui descrito é apresentar um mecanismo de notificação e propagação...

Implementação de bancos de dados temporais com versionamento de esquemas: um estudo comparativo

Santos, Constância da Silva
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.43%
Nas aplicações do mundo real, os dados mudam com o passar do tempo. Devido à característica dinâmica das aplicações, o esquema conceitual também pode mudar para se adaptar às mudanças que freqüentemente ocorrem na realidade. Para representar esta evolução, uma nova versão do esquema é definida e os dados armazenados são adaptados à nova versão. Entretanto, existem aplicações que precisam acessar também o esquema sob os diversos aspectos de suas mudanças, requerendo o uso de versionamento de esquemas. Durante a evolução do esquema, o versionamento preserva todas as versões deste esquema e seus dados associados, possibilitando a recuperação dos dados através da versão com a qual foram definidos. Ultimamente muitas pesquisas têm sido realizadas envolvendo as áreas de versionamento de esquemas e bancos de dados temporais. Estes bancos de dados provêm suporte ao versionamento de esquemas, pois permitem armazenar e recuperar todos os estados dos dados, registrando sua evolução ao longo do tempo. Apesar de muitos esforços, ainda não existem SGBDs temporais comercialmente disponíveis. A utilização de um modelo de dados temporal para a especificação de uma aplicação não implica, necessariamente, na utilização de um SGBD específico para o modelo. Bancos de dados convencionais podem ser utilizados desde que exista um mapeamento adequado entre o modelo temporal e o SGBD utilizado. Este trabalho apresenta uma abordagem para a implementação de um banco de dados temporal permitindo o versionamento de esquemas...

TVMSE : uma implementação do versionamento de esquemas segundo o modelo TVM

Jantsch, Anelise
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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36.55%
Um esquema de banco de dados certamente sofrerá alguma alteração com o passar do tempo. Algumas das causas destas modificações são ocorrência de um aumento no domínio do sistema, erros ocorridos na fase de projeto, mudanças na realidade representada pelo sistema, ou a necessidade de melhoria no seu desempenho. O uso de bancos de dados temporais é uma alternativa para o armazenamento das informações da evolução, pois permite sua recuperação por meio do histórico de suas mudanças. O presente trabalho propõe um ambiente para implementar evolução de esquemas sobre um BDOO, utilizando o Modelo Temporal de Versões (TVM). Deste modo, características de versões e de tempo são utilizadas tanto no nível dos esquemas como nos dados armazenados. Estados são associados às versões de esquema para representar seus estágios de desenvolvimento durante a evolução. O gerenciamento das versões de esquema é realizado por intermédio de uma camada denominada meta-esquema. Em um outro nível, o gerenciamento das instâncias é realizado por meio de uma camada denominada metadados, inserida para cada versão de esquema definida. Por intermédio destes controles é possível analisar a evolução dos esquemas como um todo e...

Um meta esquema para especificação do Modelo Temporal de versões em XML

Rossetti, Lialda Lúcia Fernandes
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.52%
As aplicações que lidam com dados temporais e versionados podem ser modeladas através do Modelo Temporal de Versões. No entanto, para que se possa utilizar esse modelo,é necessário que bases de dados tradicionais sejam estendidas para bases temporais versionadas, habilitando dessa forma, a manipulação desses dados. O padrão XML tem sido amplamente utilizado para publicar e trocar dados pela internet. Porém, pode ser utilizado também para a formalização de conceitos, dados, esquemas, entre outros. Com a especificação do Modelo Temporal de Versões em XML,é possível gerar automaticamente um script SQL com as características do modelo, de forma a ser aplicado a um banco de dados, tornando-o apto a trabalhar com os conceitos de tempo e de versão. Para isso,é necessário criar regras de transformação (XSLT), que serão aplicadas às especificações definidas para o modelo. O resultado final (script SQL) será executado em uma base de dados que implemente os conceitos de orientação a objetos, transformando essa base em uma base temporal versionada. Cada banco de dados possui sua própria linguagem de definição de dados. Para gerar o script em SQL com as características do Modelo Temporal de Versões, regras de transformação deverão ser definidas para os bancos que utilizarão o modelo...

Evolução de documentos XML com tempo e versões

Santos, Rodrigo Gasparoni
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.35%
A utilização de conceitos de representação temporal tem sido essencial em diversas aplicações de banco de dados, por permitir o armazenamento e a manipulação dos diferentes estados assumidos pela base de dados ao longo do tempo. Durante a evolução da base de dados, através do conceito de bitemporalidade, obtém-se acesso a informações presentes, passadas e futuras. Já o conceito de versionamento permite a existência de diversas alternativas para a evolução da base de dados, possibilitando um processo de evolução ramificada, em oposição ao usual mecanismo de evolução linear do conteúdo da base. Com a migração de tais aplicações para um ambiente Web, estas passam cada vez mais a utilizar a linguagem XML como formato de representação e intercâmbio de seus dados. Tornam-se necessários, dessa forma, mecanismos para a representação e manipulação da história do conteúdo de um documento XML que sofre modificações com o passar do tempo. Apesar da existência de propostas de extensão temporal de modelos de dados convencionais e de estratégias para o armazenamento de documentos XML em modelos convencionais, a natureza semi-estruturada dos documentos XML faz com que seja necessário definir um novo modelo de dados temporal...

Classificação e especificação de restrições de integridade em bancos de dados temporais de versões

Cordeiro, Robson Leonardo Ferreira
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.56%
Um Sistema gerenciador de Bancos de Dados (SGBD) possui como principal característica a capacidade de gerenciar bases de dados que representam parte do mundo real. Para que essa representação seja fiel, os dados presentes em uma base de dados devem obedecer a diversas regras conhecidas como restrições de integridade. Estas podem ser provenientes da realidade modelada, da implementação ou do modelo de dados utilizado. O suporte oferecido por sistemas gerenciadores de bancos de dados tradicionais não é suficientemente adequado a certas aplicações com necessidades que vão além das convencionais. Diversas aplicações necessitam armazenar dados históricos em conjunto com seus períodos de validade. Outras precisam armazenar versões de conjuntos de dados, gerenciando suas agregações e formas de representação. Através do suporte aos conceitos de tempo e de versão, provido por um SGBD, grande parte dessas necessidades é suprida. Este tipo de banco de dados usa o conceito de tempo para armazenar e controlar dados históricos enquanto o conceito de versão permite a gerência de alternativas de projeto. Existem atualmente diversos trabalhos e implementações relacionados à manutenção de restrições de integridade sobre bancos de dados tradicionais. Entretanto...

Um modelo de evolução de esquemas conceituais para bancos de dados orientados a objetos com o emprego de versões; A schema evolution model for object-oriented databases with versions

Galante, Renata de Matos
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.53%
Aplicações ditas não convencionais, como, por exemplo, CAD, CASE, Automação de Escritórios, entre outras, freqüentemente exigem a manutenção de diversos estados da base de dados, retendo o histórico das modificações realizadas. Como resposta a tal requisito, é empregado o conceito de Versão. Neste trabalho o Modelo de Versões proposto por Golendziner é empregado no contexto da evolução de esquemas. Versões são utilizadas para armazenar os diferentes estados do esquema, de suas classes e métodos e, ainda, para posterior adaptação das instancias vigentes no banco de dados, mantendo um histórico da evolução do esquema do banco de dados. É proposto um modelo flexível de suporte a evolução de esquemas em bancos de dados orientados a objetos, bem como estratégias de propagação das instancias vigentes na base de dados. O histórico das modificações é representado pela derivação de versões do esquema e de seus elementos. Os estados anteriores as transformações são preservados, permitindo aos usuários a navegação retroativa e proativa entre versões, para realização de operações consistentes de modificação e consulta.; Non-conventional applications such as CAD, CASE, office automation often require the maintenance of various database states...

Persistência de dados no modelo temporal de versões utilizando o sistema de gerência de banco de dados DB2

Peixoto, Carlos Eduardo Lima; Gaspary, Daniel Ferrão; Moro, Mirella Moura
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência Formato: application/pdf
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Desenvolvimento de um banco de dados genético brasileiro para marcadores STR do cromossomo x

Kawamura, Bárbara
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: 55 f
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66.24%
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Os marcadores STR (Short Tandem Repeat) são os mais utilizados para a identificação humana e se classificam em STRs autossômicos e dos cromossomos sexuais, Y e X. Este último tem sido utilizado recentemente, complementando de forma muito eficiente a análise autossômica em casos complexos de vínculo biológico – quando suposto pai não está disponível, quando os supostos pais são relacionados, etc. Assim, muitos estudos têm sido publicados com dados de STR do cromossomo X (X-STR) para a população brasileira. Com a finalidade de compilar tais dados e auxiliar na prática forense, gerando mais uma ferramenta útil para a Polícia Técnico-Científica e os Laboratórios de DNA, este trabalho desenvolveu o Banco Genético Brasileiro do Cromossomo X – BGBX. O banco de dados BGBX foi elaborado nas versões português e inglês e compila dados de marcadores X-STR publicados para a população brasileira e disponíveis na base de dados PubMed. Até o momento, 11 trabalhos foram cadastrados, compreendendo 24 populações e 25 marcadores X-STR. Além disso, o banco de dados apresenta uma revisão científica de cada marcador, com informações sobre a distância física e genética...

Controle de acesso para bancos de dados geograficos multiversão; Access control in multiversion geographic databases

Mateus Silva Pierre
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 11/12/2007 PT
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46.01%
Aplicações geográficas estão cada vez mais influenciando todas nossas atividades diárias. Seu desenvolvimento exige, via de regra, trabalho em equipe de múltiplos perfis de especialistas, com diferentes visões e direitos de acesso aos dados. Em conseqüência, vários mecanismos vêm sendo propostos para controlar autorização a bancos de dados geográficos ou disponibilizar o uso de versões. Estes mecanismos, no entanto, trabalham de forma isolada, priorizando apenas o direito de acesso ou o versionamento flexível. A dissertação aborda esta questão, propondo um modelo unificado de autorização em bancos de dados que ataque os dois problemas em conjunto. O modelo trata da questão de controle de acesso em bancos de dados geográficos, levando-se em consideração a existência de mecanismos de versionamento dos dados armazenados. Este modelo pode, assim, servir como base para trabalho cooperativo e seguro em aplicações que usem Sistemas de Informação Geográficos (SIGs); Geographic applications are increasingly influencing our daily activities. Their development requires efforts from multiple teams of experts with different views and authorizations to access data. As a result, several mechanisms have been proposed to control authorization in geographic databases or to provide the use of versions. These mechanisms...

Utilização de um banco de dados orientado a objetos em um ambiente de desenvolvimento de software

Carmen Satie Hara
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/10/1990 PT
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66.16%
Muito tem se pesquisado sobre banco de dados orientados a objetos (DDOO). Alguns protótipos de sistemas de gerenciamento para estes bancos de dados foram recentemente desenvolvidos, porém há uma carência de experiências práticas nesta área. Esta tese procurou justamente experimentar com um destes protótipos utilizando uma aplicação apropriada à orientação a objetos, com o objetivo de identificar problemas na modelagem e implementação, bem como verificar se as facilidades oferecidas pelo protótipo são adequadas à solução do problema. Damokles é um protótipo de BDOO desenvolvido na Universidade de Karlsruhe com o propósito de dar suporte a ambientes de projeto. Seu modelo de dados estende o modelo entidade-relacionamento com os conceitos de composição de objetos e versões, além-de possuir um tipo de dado destinado ao armazenamento de campos longos. Ele foi utilizado na implementação do ADS A_HAND (Ambiente de desenvolvimento de software baseado em Hierarquias de Abstração em Níveis Diferenciados), que está atualmente sendo desenvolvido" pelo;Departamento de Ciência da Computação da Unicamp. Para o projeto conceitual do ambiente, criou-se um modelo de diagramação baseado no modelo de dados Damokles. Representações de alguns conceitos não suportados pelo mesmo foram incorporados a este sistema a fim de tornar a experiência mais rica no sentido de testar como se comporta o mapeamento de um modelo mais poderoso para o do Damokles; Object oriented database systems (OODBS) have been researched in a great deal. Recently...

Tratamento de versões em bancos de dados para sistema de informações geograficas

Luis Mariano del Val Cura
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/03/1997 PT
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56.25%
Sistemas de Informação têm introduzido modelos e mecanismos de versões para a manutenção de múltiplos estados ou variações das entidades modeladas. As aplicações fundamentais de versões estão associadas à manutenção de alternativas de projetos em sistemas CAD / CASE e na representação histórica de entidades em sistemas temporais. Esta dissertação apresenta um estudo sobre as aplicações de versões em SIG enfatizando aspectos relativos a aplicações temporais, manipulação de múltiplas representações para as entidades espaciais modeladas e facilidades para manutenção de alternativas de projeto espacial. Os principais resultados são: a proposta de um modelo e mecanismo de versões com recursos básicos para dar apoio a estas aplicações; e uma proposta de extensão a um SGBDOO padrão para permitir a inclusão dos recursos do modelo; Information systems contemplate version models and mechanisms for the management of multiple states of modeled entities. Versions are associated, mainly, to the management of alternatives in CAD /CASE systems and the representation of historical evolution of entities in temporal systems. This dissertation studies the use of versions in Geographic 1nformation Systems (GIS). The focus of this work is on temporal applications...

Recuperação de dados em hard disk

Machado, Divailton Teixeira
Fonte: Superior Tribunal de Justiça do Brasil Publicador: Superior Tribunal de Justiça do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica
PT_BR
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Artigo apresentado ao Curso de Pós-Graduação lato sensu especialização em Crimes e Perícias Eletrônicas, como requisito parcial à obtenção do grau de especialista.; Este artigo demonstra o funcionamento de um hard disk, propõe um teste para recuperação de dados apagados em um sistema de arquivos NTFS. Avaliação algumas técnicas utilizadas para impedir a recuperação de dados. Foram utilizados alguns softwares comerciais em suas versões trial, utilizados para recuperação de dados apagados em hard disk e ao final foi realizado um comparativo entre eles.; Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Desenvolvimento web com PrimeFaces: uso no projeto Banco de Dados Pragas Quarentenárias.

SANTOS, A. C. B. dos; VISOLI, M. C.; VACARI, I.; MEIRA, C. A. A.; PIMENTA, T. A.; MAZZOTTI, B. F.
Fonte: In: MOSTRA DE ESTAGIÁRIOS E BOLSISTAS DA EMBRAPA INFORMÁTICA AGROPECUÁRIA, 6., 2010, Campinas. Resumos... Campinas : Embrapa Informática Agropecuária, 2010. Publicador: In: MOSTRA DE ESTAGIÁRIOS E BOLSISTAS DA EMBRAPA INFORMÁTICA AGROPECUÁRIA, 6., 2010, Campinas. Resumos... Campinas : Embrapa Informática Agropecuária, 2010.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 179-182.
PT_BR
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66.12%
O PrimeFaces (PRIMEFACES, 2010) é uma das várias bibliotecas de componentes disponíveis para construção de sistemas web. Ele oferece um bom conjunto de componentes, com versões estáveis e referências de uso. Considerando essas características e os resultados de alguns experimentos realizados, o projeto Banco de Dados de Pragas Quarentenárias ? BD-Pragas ? o PrimeFaces foi escolhido como tecnologia para construção de interfaces.; 2010

Gerenciador de objetos para o ambiente de Concepção de aplicações em banco de dados

Aurelio de Carvalho Macedo, Marcus; Fonseca, Décio (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
PT_BR
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66.17%
Existe hoje na evolutiva Ciência da Computação a intenção de tornar a relação homem-máquina mais flexível do ponto de vista de utilização dos recursos, desmistificando a idéia do "Cérebro Eletrônico" inacessível ao usuário. Novos softwares estão surgindo com esta filosofia, incorporando técnicas que facilitam o diálogo homem-computador, auxiliandoo no desenvolvimento de suas aplicações. Com esta visão, foi idealizado o Ambiente Interativo para Concepção de Aplicações em Banco de Dados, denominado POESIS, cuja finalidade é permitir que usuário, com diferentes níveis de conhecimento, possa criar interativamente suas aplicações em Banco de Dados. Este trabalho descreve o GOLGO, parte do Ambiente POESIS responsável pelo gerenciamento dos objetos, gerenciamento de memória e de dispositivos. Constituído por uma estrutura flexível e apropriada à representação dos objetos componentes do sistema, o GOLGO visa prover o suporte a uma Interface orientada a objetos, mantendo um mecanismo para controle de acesso (sistema de segurança), além de um sistema para controle de versões das aplicações geradas no Ambiente Poesis. Foi criado com base na filosofia de Sistemas de Hipertexto e no Enfoque Orientado a Objetos

Evolução de esquemas em bancos de dados orientados a objetos utilizando versões; Schema evolution in object oriented data bases using versions

Fornari, Miguel Rodrigues
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.55%
Este trabalho apresenta um mecanismo para evolução de esquemas para bancos de dados orientados a objetos. A necessidade de alteração do esquema conceitual de dados pode surgir em qualquer momento da vida de um sistema, por motivos como incorporar novas especificações e necessidades do usuário, reaproveitamento de classes em outros sistemas a correção de falhas de modelagem. Uma ferramenta deste tipo deve permitir ao usuário a maior variedade possível de alterações e, ao mesmo tempo, possibilitar um alto grau de independência lógica de dados, para reduzir ao máximo possível a necessidade de alteração dos programas de aplicação que utilizam o esquema. O modelo de dados utilizado está baseado nos modelos de outros sistemas orientados a objetos, como Orion é O2. Ele permite a definição de classes, atributos simples e construídos pelo usuário, métodos, como forma de encapsular os objetos e herança múltipla de atributos e métodos para subclasses. Além disso, para manter o histórico de modificações realizadas, versões de instâncias, classes e métodos são utilizadas. Versões de um objeto formam um grafo acíclico, sendo a versão mais recente a "default". Como forma de manter a coerência no uso de versões de diferentes objetos...

Um modelo de dados para ambientes de projeto

Machado, Javam de Castro
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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46.42%
A aplicação de projeto é comumente classificada como uma aplicação não-convencional. Como tal, apresenta requerimentos no tratamento dos dados que os bancos de dados comercialmente disponíveis não conseguem satisfazer /SID 80/. A estruturação dos dados dos sistemas que apóiam o projeto de sistemas digitais tem muito em comum com a organização dos dados nos modernos ambientes de desenvolvimento de software /MAC 89/. Este trabalho tem por objetivo propor um modelo de dados capaz de suprir as necessidades de modelagem dos dados dos ambientes de projeto de software e de hardware. O modelo proposto, chamado de BD_PAC, é uma extensão do modelo de dados do Sistema DAMOKLES. Ele apresenta os conceitos de objetos e relacionamentos organizados em tipos. Um tipo define a estrutura dos seus objetos. Os relacionamentos possibilitam ligações genéricas entre objetos, ou seja, ligações sem significado semantico preciso para o modelo de dados. O BD_PAC suporta uma coleção de conceitos de abstração /BRO 84/ que organiza e associa os objetos. O conceito de agregação corresponde a noção de propriedade no sentido de composição /MAT 88/. Objetos agregados podem compartilhar objetos componentes. O conceito de generalização suporta a formação de hierarquias de supertipos e subtipos. Nestas hierarquias...