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A Filosofia da Ciência e a Sua Extensão à Engenharia

Oliveira, E. R. Arantes e
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /10/2001 POR
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A Escola de Viena da Filosofia da Ciência, que se desenvolveu nas primeiras décadas do século XX, tinha uma visão ambiciosa da Ciência. Acreditava, nomeadamente, que seria possível formular normas gerais para o processo científico, analisar a estrutura lógica dos conhecimentos científicos, e mostrar que a Ciência serve o objectivo racional de adquirir um conhecimento global e fiável do Universo. Os filósofos da Escola de Viena, que representaram em grande parte a corrente neo-positivista da Filosofia da Ciência, defendiam o chamado verificacionismo, segundo o qual as proposições das ciências empíricas só têm sentido se forem verificáveis por observações de carácter experimental. De acordo com os neo-positivistas, as construções teóricas susceptíveis de tornar possível explicar e prever, só seriam válidas se fossem apoiadas num procedimento hipotético-dedutivo resultante de uma combinação de indução e dedução.

Mecânica e epistemologia em Henri Poincaré

Paz, María de
Fonte: Universidade de Lisboa Publicador: Universidade de Lisboa
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2014 SPA
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Tese de doutoramento (co-tutela), História e Filosofia das Ciências (Filosofia), Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Facultad de Filosofia da Universidad Complutence de Madrid, 2014; El adjetivo ‘convencionalista’ constituye un calificativo común para la filosofía de Henri Poincaré. Sin embargo, pese a que la denominación es clara y frecuentemente aceptada, no resulta obvio cuáles son sus implicaciones epistemológicas, en especial, cuando se refiere a la ciencia natural. Por lo general, el convencionalismo se asocia con una comprensión particular del conocimiento que propugna la sustitución del concepto epistemológico de ‘verdad’ por el de ‘acuerdo’ o ‘libre creación’. Cuando dicha comprensión se aplica a la ciencia, da como resultado la idea de que las teorías no expresan un conocimiento acerca de la naturaleza, sino que son instrumentos que el investigador impone para manejarse en ella de manera cómoda. En efecto, esta descripción encaja con el denominado ‘convencionalismo radical’ o con lo que a finales del siglo XIX se entendía por ‘nominalismo’. No obstante, esa posición está lejos de corresponder a la de Poincaré. Si bien su convencionalismo geométrico es célebre por su oposición a concepciones empiristas respecto de la ciencia del espacio...

Quine y el intento neopositivista de superación de la metafísica

Peña, Lorenzo
Fonte: Sociedad Castellano-Leonesa de Filosofía Publicador: Sociedad Castellano-Leonesa de Filosofía
Tipo: Capítulo de libro Formato: 116411 bytes; application/pdf
SPA
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En: Reexamen del neopositivismo. Salamanca: Sociedad Castellano-Leonesa de Filosofía, 1992, pp. 39-64.; La particularidad del ataque neopositivista contra la metafísica estribó en que lo que se iba a reprochar ahora a la metafísica no sería la inconocibilidad de la verdad o falsedad de las tesis de una u otra teoría metafísica, sino la falta de sentido. De hecho el plan destructivo del neopositivismo no se limitó únicamente a la metafísica propiamente dicha, sino que se extendió también a la teoría del conocimiento. Los neopositivistas y empiristas lógicos pusieron empeño en sostener que carecían de sentido las grandes opciones gnoseológicas, realismo o idealismo, con lo cual debatir sobre ellas sería una pura logomaquia. Sin embargo no parece nada implausible la sospecha de que, por debajo de la neutralidad superficial que conllevaría esa denegación de sentido tanto a una tesis gnoseológica cuanto a la negación de la misma, los neopositivistas en el fondo estaban defendiendo una de las dos posturas, el idealismo. Porque si, como aserto «metafísico», carecía de significado decir que no existe mundo exterior al cúmulo de datos sensoriales u otras representaciones mentales que se quiera aceptar...

O centro de pesquisa e documentação de filosofia austríaca: parte II

Neto, Norberto Abreu e Silva
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Psicologia Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Psicologia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1992 POR
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Conforme foi anunciado em número anterior desta Revista (vol. I, nº 2, 1990, p. 177-90), o presente escrito tem por objetivo dar conta de alguns dos projetos de pesquisa desenvolvidos no Forschungsstelle und Dokumentationszentrum für österreichische Philosophie, dirigido pelo Professor Rudolf Haller na cidade de Graz. O que será apresentado é um sumário de quatro projetos, dois conduzidos por Johannes Brandi e dois por Hans Georg Zilian, ambos professores da Universidade de Graz. Os dois projetos de Johannes Brandi já estão concluídos. Um deles trata da doutrina dos julgamentos de Brentano e o outro volta-se para o verificacionismo de Wittgenstein. Já os projetos de Hans Georg Zilian estão em andamento. Um trata especificamente da metodologia da psicanálise de Freud e o outro coloca em discussão a relação entre Wittgenstein e Karl Kraus.

Referência e juízo em Kant

Pereira, Roberto Horácio de Sá; Universidade Federal do Rio de Janeiro
Fonte: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem Publicador: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2013 POR
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Neste trabalho discuto a conexão entre os dois principais conceitos da filosofia teórica de Kant: intuições e juízos. Enquanto o primeiro é definido ora como representação singular ora como representação imediata, o segundo é apresentado como uma representação mediata, ou seja, uma representação que se refere a objetos apenas mediante outras representações. Nestes termos, o máximo que podemos afirmar é que juízos se conectam a intuições na medida em que se referem a objetos imediatamente referidos por intuições. A partir do Bounds of Sense de Strawson, surge uma interpretação precisa da conexão entre intuições e juízos, segundo a qual a noção kantiana de intuição passa a ser compreendida como o correlato epistêmico da função subsentencial desempenhada pelas expressões dêiticas como termos singulares em proposições atômicas. Essa interpretação possibilitou uma reconstrução sistemática da filosofia teórica de Kant a partir de teses semânticas e epistemológicas bem conhecidas, dentre as mais importantes seriam: uma forma elementar de verificacionismo e uma forma de fundacionismo epistêmico. Neste trabalho, defenderei as seguintes teses. Em primeiro lugar, tentarei mostrar que intuições não podem ser entendidas como o correlato epistêmico dos termos singulares. Proponho interpretá-las como uma forma prélingüística de consciências através da qual objetos são discriminados no espaço e no tempo. Buscarei assinalar que não há base textual tampouco para a interpretação de Strawson do juízo singular em Kant como uma proposição semanticamente atômica. Uma vez que concebe todo juízo categórico (inclusive os singulares) como uma relação entre conceitos...

Verificacionismo e “Mito do Dado” no Contexto das Observações Filosóficas

Engelmann, Mauro Luiz; UFMG
Fonte: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem Publicador: SFL – Seminário Filosofia da Linguagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 22/12/2015 POR
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Primeiro, procuro esclarecer que uma das ideias que guiam Wittgenstein nas Observações Filosóficas é o princípio (critério) de verificação aplicado ao princípio do contexto. o verificacionismo “amplia” o princípio do contexto. sua função não é meramente eliminar “pseudoproblemas”, pois seu propósito é tornar explícito o sentido das sentenças e o significado das palavras. A partir disso, argumento que, apesar de aceitar que palavras precisam se referir aos fenômenos, Wittgenstein usa o princípio para evitar a versão de russell e moore do “mito do dado” (dados sensoriais são o significado de palavras e ‘particulares’ não podem ser completamente conceitualizados). Abstract First, I aim at making clear that in the Philosophical Remarks one of Wittgenstein’s guiding ideas is the verification principle (criterion) applied to the context principle (verificationism “broadens” the context principle). its function is not merely to eliminate “pseudo-problems”, for it is meant to make explicit the sense of sentences and the meaning of words. With this on hand, i argue that Wittgenstein, in spite of accepting the view according to which words ultimately must refer to phenomena...

Neopositivismo e teoria pura do direito: notas sobre a influência do verificacionismo lógico no pensamento de Hans Kelsen; Neo-positivism and pure theory of law

Luz, Vladimir de Carvalho; UNESC
Fonte: Fundação José Arthur Boiteux Publicador: Fundação José Arthur Boiteux
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2003 POR
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O projeto de Ciência Jurídica de Hans Kelsen sofre nítidas influências do ambiente epistemológico inserto no período entre guerras do século XX. Um ponto relevante de contato entre o ideário neopositivista e a Teoria Pura do Direito de Kelsen está na questão do verificacionismo lógico. Dentro desta ótica, o critério de verificação da falsidade ou verdade de proposições, defendido por Carnap e Schlick como elemento central do discurso científico, é também utilizado por Kelsen para sustentar a atividade específica de sua Ciência do Direito. Essa nítida influência do Círculo de Viena no pensamento kelseniano, contudo, não eliminou alguns paradoxos relevantes, notadamente quanto à questão da fundamentação racional de valores e a validade da Norma Fundamental.; The project of a Juridical Science by Hans Kelsen is clearly influenced by the epistemological environment present in the period between World War I and II. A relevant contact point between the neopositivist ideals and Kelsen´s Pure Theory of Right can be found in the issue of logical verificationism. Within this framework...

Medicina basada en la evidencia: una crítica filosófica sobre su aplicación en atención primaria

Ortega Calvo,Manuel; Cayuela Domínguez,Aurelio
Fonte: Revista Española de Salud Pública Publicador: Revista Española de Salud Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/03/2002 SPA
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Realizamos una crítica de la medicina basada en la evidencia (MBE) a partir de los escritos de la Escuela de Francfort y de las debilidades del método de verificación. A pesar de estas anomalías la MBE creemos que se mantiene en la actualidad como paradigma científico en atención primaria, ayudando a perseguir el ideal utópico tanto en las áreas rurales como en los países no desarrollados.

Verificacionismo y autorrefutación

Melogno,Pablo
Fonte: UAM, Unidad Iztapalapa, División de Ciencias Sociales y Humanidades Publicador: UAM, Unidad Iztapalapa, División de Ciencias Sociales y Humanidades
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 ES
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Frecuentemente se atribuye al empirismo apelar a principios no empíricos para defender el conocimiento empírico, por ello se le ha acusado de incurrir en cierta clase de autorrefutación. Con el advenimiento del empirismo lógico, esta objeción tomó la forma de cuestionamiento al criterio empirista de significado, señalando que, al no tratarse de una proposición lógica ni empírica, no cumple con sus propias condiciones de significatividad. En este artículo pretendo mostrar que dentro del empirismo lógico se desarrollaron respuestas a estas críticas, lo suficientemente consistentes como para resistir la objeción de autorrefutación. Asimismo, defiendo que la afirmación de autorrefutación del criterio empirista de significado parte de comprensión inadecuada de los niveles lingüísticos involucrados en su formulación, así como de algunos supuestos no explícitos respecto de su estatus.

Medicina basada en la evidencia: una crítica filosófica sobre su aplicación en atención primaria

Ortega Calvo,Manuel; Cayuela Domínguez,Aurelio
Fonte: Ministerio de Sanidad y Consumo Publicador: Ministerio de Sanidad y Consumo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2002 ES
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Realizamos una crítica de la medicina basada en la evidencia (MBE) a partir de los escritos de la Escuela de Francfort y de las debilidades del método de verificación. A pesar de estas anomalías la MBE creemos que se mantiene en la actualidad como paradigma científico en atención primaria, ayudando a perseguir el ideal utópico tanto en las áreas rurales como en los países no desarrollados.