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Verificação da morfologia verbal em pré-escolares falantes do Português Brasileiro; Verification of verbal morphology in Brazilian Portuguese-speaking preschoolers

BEFI-LOPES, Debora Maria; CÁCERES, Ana Manhani
Fonte: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia Publicador: Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
POR
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46.27%
OBJETIVO: Este estudo buscou analisar quantitativamente o uso do tempo (presente, passado ou futuro), modo (indicativo, subjuntivo ou imperativo), número (singular ou plural) e pessoa (1ª, 2ª ou 3ª) dos verbos enunciados em situação de fala espontânea por pré-escolares falantes do Português Brasileiro, na cidade de São Paulo, em desenvolvimento normal de linguagem. MÉTODOS: Coleta de amostras de fala de 60 pré-escolares divididos em três grupos pareados por gênero e faixa etária: GI (entre 2:0 e 2:11 anos), GII (entre 3:0 e 3:11 anos) e GIII (entre 4:0 e 4:11 anos). RESULTADOS: A análise intragrupos demonstrou haver predominância do modo indicativo, do tempo presente, do número singular e da 3ª pessoa. A análise intergrupos indicou que o uso do modo indicativo é crescente, enquanto o imperativo é decrescente e o subjuntivo quase não ocorreu nesta amostra. O tempo presente não difere entre os grupos enquanto o passado e o futuro aumentam. Quanto ao número, o singular predomina, mas tanto singular como plural aumentam. Finalmente, a 3ª pessoa predominou, a 2ª decresceu e a 1ª cresceu de GI para GIII. CONCLUSÃO: Os resultados demonstraram que os pré-escolares estudados aprimoraram o emprego da morfologia verbal ao longo de seu desenvolvimento...

Morfologia do verbo português em obras de referência; Morphology of Portuguese verb in reference books

Salum, Maria Elizabeth Leuba
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 16/04/2007 PT
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36.45%
Neste estudo, analisou-se o tratamento dado à morfologia verbal do português em três tipos de obras de referência - um estudo de lingüística teórica; nove gramáticas de português, e os verbetes de terminações verbais de um dicionário -, na tentativa de: tornar a descrição mattosiana mais clara para a manipulação didática; verificar em que medida as gramáticas se beneficiam dessa análise; estabelecer possíveis razões para a defectividade em português, e atribuir uma classificação para os verbos com alternância vocálica, baseada no levantamento quantitativo desses verbos. Assim, a morfologia verbal foi examinada em três textos de Câmara Jr. (1975; 1972; 1970); duas gramáticas de português voltadas para falantes de português como língua materna (Bechara, 1999; Cunha; Cintra, 1985) e em sete gramáticas voltadas para falantes de português como língua estrangeira (Hutchinson; Lloyd, 2002; Perini, 2002; Masip, 2000; Abreu; Murteira, 1998; Gärtner 1998; Teyssier, 1984; Vázquez Cuesta; Mendes da Luz, 1980). Os resultados da pesquisa mostram que a descrição mattosiana está no bojo de exposição da morfologia das duas primeiras gramáticas, mas poderia ser mais explorada na exposição didática. O levantamento dos verbos defectivos em Bechara (1999); Cunha; Cintra (1985) permitiu verificar relação entre a defectividade verbal e uma possível alternância vocálica nos verbos de terceira conjugação. Apesar da descrição pouco econômica...

O sistema verbal do balanta: um estudo dos morfemas de tempo; The balanta verbal system: a study of time indicators

Gomes, Cleonice Candida
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 15/09/2008 PT
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36.24%
Este trabalho analisa os valores dos morfemas de tempo e de modalidade da língua balanta. O balanta é uma língua falada entre Casamansa, sul do Senegal, e o rio Geba, norte de Guiné-Bissau. A língua balanta pertence à família Atlântica do tronco Nigero-Congolês, que possui como línguas mais faladas: fula, uolofe (wolof), diola, serer, temne. A língua balanta se encontra no braço do norte, no grupo denominado Bak, juntamente com o diola, o manjaco, o mancanha e o papel. O paradigma verbal do balanta apresenta os seguintes morfemas de tempo e de modalidade: {-Æ} presente, passado remoto, futuro, mudança de estado, dêitico, concluso, e inconcluso, os quatro últimos são usados para a expressar a atitude do falante em relação ao conteúdo proposicional ou ao valor de verdade do enunciado, ou em relação ao ouvinte a quem o enunciado se destina. O morfema {-Æ} presente, de acordo com o paradigma verbal e o tipo de verbo, apresenta valores como presente e passado no acabado; presente ou futuro no inacabado; os morfemas de modalidade, de acordo com o paradigma verbal e o tipo de verbo, apresentam valores como mudança de estado e interrupção da ação, fechamento da ação no tempo e certeza ou não fechamento da ação e incerteza.; The focus on this paper is to show the values of the tenses and the modality morphemes in the Balanta language. The Balanta is a language spoken between Casamance...

Morfologia verbal do Lembaama; Morphology of lembaama verbal system

Okoudowa, Bruno
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 17/08/2010 PT
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56.52%
Este trabalho propõe a análise da morfologia verbal do lembaama, que é uma língua do subgrupo banto (da floresta), B.62 (Guthrie, 1971), do grupo Benuê-Congo, do tronco Nigero-congolês. Como esta língua não apresenta nenhum estudo deste gênero, espera-se que esta primeira análise possibilite estudos posteriores neste e em outros campos linguísticos. A análise morfológica dos verbos revelou, primeiramente, que a estrutura verbal dessa língua é composta dos seguintes elementos: sujeito, índice do sujeito, negação1, marca de Tempo, raiz do verbo, extensão, vogal final ou marca de Aspecto, objeto(s) ou índice do objeto, negação2 que se seguem numa ordem fixa na oração. Constatamos que o índice do objeto, que é geralmente anteposto à raiz do verbo na maioria das línguas bantas, é posposto ao verbo em lembaama. A negação, por sua vez, é representada pelo morfema descontínuo composto por dois elementos: ka- (negação1) e -ní (negação2). Sendo que na estrutura verbal, ka- aparece depois do índice do sujeito (à esquerda da raiz do verbo) e -ni aparece depois do índice do objeto (à direita da raiz do verbo), é o último elemento da estrutura do verbo. Ao estudar a derivação verbal em lembaama, constatamos que a estrutura das extensões desta língua difere daquela encontrada nas outras línguas bantas pelo fato do lembaama ter acrescentado à estrutura -VC- preexistente no protobanto...

Wayoro êmêto: fonologia segmental e morfossintaxe verbal; Wayoro êmêto: segmental phonology and verbal morpho-syntax

Nogueira, Antônia Fernanda de Souza
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 12/08/2011 PT
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36.32%
Investigamos, nesta dissertação, a fonologia segmental e a morfossintaxe verbal Wayoro, especialmente, a estrutura argumental e a valência verbal. Nosso objetivo é oferecer um estudo destas áreas da gramática da língua, com base em dados originais e em modelos teóricos úteis para a explicação dos mesmos. No âmbito da fonologia, os pares contrastivos identificados evidenciam o seguinte inventário consonantal: oclusivas /p t tS k g kw gw/, nasais /m n N Nw/, fricativa /B/ e tepe /|/. As consoantes nasais realizam-se como nasais pósoralizadas, quando seguidas por vogal oral. Os fonemas vocálicos /i È o E a/ contrastam quanto à nasalidade e ao prolongamento. Descrevemos os processos fonológicos e morfofonológicos presentes nos dados, a saber, lenição e sonorização, neutralização e assimilação de nasalidade. Quanto à morfossintaxe verbal, inicialmente, apresentamos os morfemas característicos ou exclusivos da categoria verbal. A distribuição dos morfemas pessoais, em Wayoro, está relacionada à valência verbal: prefixos pessoais absolutivos funcionam como objeto e como sujeito do verbo intransitivo, ao passo que morfemas pessoais livres (ergativos) têm função de sujeito do verbo transitivo. O radical verbal é formado por uma raiz à qual se une o verbalizador e a vogal temática . Após a vogal temática...

Os sabores do nome: um estudo sobre a seleção de argumentos e as nominalizações do hebraico; The flavors of the noun: a study of Hebrew argument selection and nominalizations

Minussi, Rafael Dias
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 22/08/2012 PT
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36.58%
O objetivo maior deste trabalho é argumentar em favor de que a informação sobre a estrutura argumental das nominalizações está codificada em núcleos funcionais, os quais podem possuir sabores diferentes, isto é, propriedades diversas como causatividade, eventividade, reflexividade etc., em vez de tal informação estar codificada nas raízes abstratas como assumem autores como: Marantz (1997), Embick (2004), Harley (2008), entre outros. O objetivo específico deste trabalho, por sua vez, é analisar como é formado um grupo de padrões do hebraico, o qual forma nomes de ações (cf. GLINERT, 1989), e mostrar que nem todas as nominalizações são formadas por uma camada verbal, contra Hazout (1995) e Shlonsky (2004). Utilizamos como arcabouço teórico do presente trabalho a Morfologia Distribuída (cf. HALLE; MARANTZ, 1993; MARANTZ, 1997; SIDDIQI, 2009), uma teoria não-lexicalista, a qual propõe que tanto palavras, quanto sentenças são formadas pelas mesmas operações durante a derivação sintática. De modo especial, utilizamos a noção de fase dentro de palavras (cf. MARANTZ, 2001 e ARAD, 2003), para explicar que alguns nominais possuem padrões vocálicos que não são atômicos (contra ARAD, 2005), mas são formados em duas fases: uma fase verbal e outra nominal...

Uma abordagem localista para morfologia e estrutura argumental dos verbos complexos (parassintéticos) do português brasileiro; A localist approch to morphology and argument structure of complex verbs (parasynthetic) of Brazilian Portuguese

Bassani, Indaiá de Santana
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 06/12/2013 PT
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46.33%
O objeto empírico desta tese é um subgrupo de verbos complexos do português brasileiro. Os dados estudados são formações sincronicamente transparentes e composicionais com prefixos a-, eN- e eS- e sufixos -ec-, -iz-, -e- e -ej-, incluindo os chamados verbos parassintéticos, e formações originalmente complexas, porém duvidosas quanto à complexidade atualmente. O corpus contém 380 verbos selecionados a partir de dicionário e organizados por critérios de frequência. O objetivo geral descritivo enfoca questões relativas às propriedades e ao comportamento dos afixos, das raízes e das vogais temáticas. A discussão é organizada em torno dos níveis de estrutura morfológica, morfofonológica, argumental e eventual. O objetivo geral teórico do trabalho consiste em discutir as propostas da Semântica Lexical, da Sintaxe Lexical e da Morfologia Distribuída. Como resultados, o estudo oferece uma primeira classificação em verbos parcialmente transparentes e totalmente transparentes. Aqueles são analisados como fruto de um processo de reanálise histórica comparado ao desaparecimento de preverbos. O estudo mostra que existe um continuum entre formações completamente fossilizadas, reanalisadas como simples, em processo de mudança e completamente transparentes e composicionais. Uma segunda classificação se refere a formações com significado composicional e não-composicional. Os dados não-composicionais são estruturalmente analisados através de uma releitura da restrição de localidade na interpretação das raízes e do uso da noção de polissemia das raízes. Os verbos totalmente transparentes e composicionais são descritivamente classificados em verbos de mudança de estado...

A aquisição da morfologia verbal por crianças falantes de português brasileiro e o uso de formas variantes; The acquisition of verbal morphology by children speakers of Brazilian Portuguese and the use of variant forms

Wuerges, Talita Ewald
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 19/03/2014 PT
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56.52%
Este trabalho se dedica à aquisição de morfologia verbal (flexão verbal) porcrianças monolíngues adquirindo português brasileiro. O objetivo desta pesquisa é investigar o comportamento de crianças e para isso analisamos a produção verbal espontânea de cinco crianças entre 1;6 e 4;0 anos de idade, falantes nativas de português brasileiro, analisando especialmente o papel da frequência na aquisição dos verbos. No que diz respeito à influência da frequência na aquisição, adotaremos o modelo Rules and Competition(YANG, 2002), elaborado para prever o comportamento de crianças adquirindo o sistema verbal do inglês através da frequência das classes no inputda criança. As classes são determinadas por suas regras de formação e quanto maior a classe e o uso da regra regular ou irregular, maior será a taxa de uso correto. O corpus da pesquisa corresponde a 156 sessões de fala espontânea de crianças, gerando um total de 16490 formas verbais produzidas. As formas verbais foram classificadas entre regulares e irregulares e entre formas produzidas de acordo com a norma padrão e formas morfologicamente variantes. A partir dessa classificação, analisamos os dados, destacando os padrões que emergem e a frequência com que as formas verbais são produzidas. Encontramos em nossos dados um baixo número de produções inesperadas: apenas 0...

Imperfectividade e morfologia verbal

Gonçalves, Cláudio Corrêa e Castro
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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36.08%
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-graduação em Linguística; O objetivo desta dissertação é contribuir para a compreensão teórica de alguns fenômenos relacionados à expressão de temporalidade (Tempo e Aspecto) nas línguas naturais. No geral, defende-se uma abordagem para esses fenômenos onde a informação semântica é subespecificada e princípios pragmáticos desempenham um papel na atribuição de propriedades temporais de proferimentos, especialmente com respeito à distinção entre perfectividade e imperfectividade. Um dos pontos de partida é a presunção de que há importantes semelhanças entre as estruturas lingüísticas que expressam valores tempoaspectuais nas línguas européias. Essas semelhanças são tomadas como pistas cruciais sobre um núcleo semântico comum subjacente a essas formas. Defendese que um dos principais obstáculos para se chagar a um tratamento comum que sirva às línguas européias em geral é a compreensão da noção de imperfectividade e sua oposição com a noção de perfectividade. Devido, em parte, à sua herança lógica, a semântica formal se concentrou em dar conta de valores perfectivos como valores default. Para dar conta de valores imperfectivos a partir desses defaults postula-se...

The Effects of age and proficiency on verbal morphological processing in english as L1 and L2

Perrino, Mariana Beatríz
Fonte: Florianópolis Publicador: Florianópolis
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: xviii, 99 p.| tabs.
ENG
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46.43%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão. Programa de Pós-Graduação em Letras/Inglês e Literatura Correspondente; The linguistic focus of the present study is English verbal morphology. More specifically, regular and irregular verbs in English are the items under investigation. For the last 25 years, in the context of the past tense debate, dual-mechanism models and single-mechanism models of verbal morphological processing have presented evidence for the storage vs. composition theory and connectionist theory, respectively (Marslen-Wilson & Tyler, 1998). On the one hand, dual-mechanism models, such as the Declarative/Procedural Model, suggest that in English as L1, regular verbs are processed in procedural memory with the application of a rule, the addition of the -ed suffix, while irregular verbs are stored in declarative memory (Ullman, 2001, 2004, 2005). In English as L2, the D/P Model suggests that, at high proficiency levels, regular verbs are also processed in procedural memory whereas irregular verbs are stored in declarative memory (Ullman, 2001, 2004, 2005). In contrast, at beginning stages of L2 learning, regular and irregular verbs are stored in declarative memory (Ullman...

Judgment of functional morphology in agrammatic aphasia

Dickey, Michael Walsh; Milman, Lisa H.; Thompson, Cynthia K.
Fonte: PubMed Publicador: PubMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /01/2008 EN
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36.02%
Individuals with agrammatic Broca’s aphasia show deficits in production of functional morphemes like complementizers (e.g., that and if) and tense and agreement markers (e.g., –ed and –s), with complementizers often being more impaired than verbal morphology. However, there has been comparatively little work examining patients’ ability to comprehend or judge the grammaticality of these morphemes. This paper investigates comprehension of complementizers and verb inflections in two timed grammaticality-judgment experiments. In Experiment 1, participants with agrammatic Broca’s aphasia and grammatical-morphology production deficits (n=10) and unimpaired controls (n=10) heard complement clause sentences, subject relative clause sentences, and conjoined sentences. In Experiment 2, the same participants heard sentences with finite auxiliaries, sentences with finite main verbs, and sentences with uninflected verbs. Results showed above-chance accuracy in aphasic participants’ judgments for complementizer sentences in Experiment 1, but chance performance for verb inflections in Experiment 2. This pattern held regardless of whether the verb inflections were affixes or free-standing auxiliaries. Implications of these results for theories of agrammatic morphological impairments...

Passive without passive morphology? Evidence from Manggarai

Arka, I Wayan; Kosmas, Jeladu
Fonte: Universidade Nacional da Austrália Publicador: Universidade Nacional da Austrália
Tipo: Conference paper Formato: 165113 bytes; 362 bytes; application/pdf; application/octet-stream
EN_AU
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36.07%
Introduction: This paper deals with a passive like construction in Manggarai2 which appears to be typologically unusual because it has no specific verbal passive morphology on the verb. Rather than marking on the verb, the passive in Manggarai is marked on the Agent argument analytically, i.e. by means of the preposition le, which can get shortened as l=.3 This is illustrated by sentences in (1): sentence (1a) is a canonical sentence with the Agent coming before the verb and sentence (1b) is a pragmatically marked structure with the Agent being backgrounded coming after the verb and gets marked by l=.4 (1)a. Aku cero latung=k 1s fry corn-1s ‘I fry/am frying corn’ b. Latung hitu cero l=aku=i corn that fry by-1s=3s ‘The corn is (being) fried by me’ In this paper we argue that sentence (1b) is indeed syntactically passive. That is, (i) the patient latung, which was Object in (1a), is Subject in (1b);5 and (ii) the Agent aku marked by prepositional clitic l= in (1b) is syntactically a non-core argument.6 We will present the evidence shortly to prove the idea that sentence (1b) is an instance of passive despite the fact that the verb has the same form as that in (active) sentence (1a). We argue that the non-typical characteristics of the le passive in Manggarai are independently motivated by Manggarai’s language specific property as an isolating language. The paper is organised as follows. First...

A grammar of Yuwaalaraay and Gamilaraay: a description of two New South Wales languages based on 160 years of records

Giacon, John
Fonte: Universidade Nacional da Austrália Publicador: Universidade Nacional da Austrália
Tipo: Thesis (PhD); Doctor of Philosophy (PhD)
EN_AU
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46.24%
Yuwaalaraay and Gamilaraay are closely related languages from the North of New South Wales which had dramatically declined in use and are now being reused by many Yuwaalaraay Gamilaraay people in a variety of ways. This thesis expands the grammatical description of the languages, building in particular on Williams (1980). A wide range of sources from the mid-19th century to the tapes made in the 1970s are examined. Light is shed on them by the growing body of typology of Pama-Nyungan languages and in particular by Donaldson’s (1980) Grammar of Wangaaybuwan, which along with Gamilaraay, Yuwaalaraay, Wayilwan and Wiradjuri form the Central New South Wales language sub-group. The main topics covered are nominal morphology (Chapters 2-6), verbal morphology (Chapters 7-9) and syntax (Chapters 10-11). Chapter 8 covers interrogatives, negatives, indefinites and ignoratives. Notable features of nominals include the complex, and not yet fully described, set of demonstratives. YG verbs have a wide range of stem forming suffixes, including distinctive Time of Day suffixes (morning, afternoon and night), and Distance in Time suffixes which subdivide the past and future. Included is the first description of the middle verb forms, which have a range of case frames. Where possible the grammar of the languages is described...

Reconstructing Proto Austronesian verb classes

Ross, Malcolm
Fonte: SAGE Publications Publicador: SAGE Publications
Tipo: Artigo de Revista Científica
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46.13%
Although morphological innovations are usually regarded as important in reconstructing the histories of language families, relatively little attention has been paid to the reconstruction of Proto Austronesian (PAn) verbal morphology, and this paper aims to take a step in this direction. Morphological classes of verbs have been reconstructed for several Formosan languages, and this paper offers a preliminary reconstruction of PAn verb classes, examines the challenges inherent in that reconstruction and offers tentative responses to them. The final section takes a brief look at how the reconstruction of PAn verb classes permits the establishment of morphological innovations and casts light on the subgrouping of Austronesian languages.

The syllable structure of Bangla in Optimality Theory and its application to the analysis of verbal inflectional paradigms in Distributed Morphology; Die Silbenstruktur des Bengali in der Optimalitätstheorie und ihre Anwendung auf die Analyse von Verbflektions-Paradigmen in der Distributed Morphology

Kar, Somdev
Fonte: Universidade de Tubinga Publicador: Universidade de Tubinga
Tipo: Dissertação
EN
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36.38%
In the first part of this thesis, an extensive corpus study is used in order to determine the frequency of occurrences of different consonant clusters. It turns out that the clusters are best described with the help of a division of the Bangla lexicon into three strata: Sanskrit borrowings (SB), Native Bangla words (NB), and the other borrowings (OB). The NB stratum does not allow complex onsets while SB and OB allows complex onsets. Further, SB and NB do not allow complex codas, while these are found in OB. A range of other restrictions are discussed. Special attention is paid to voicing and to aspiration. An agreement analysis of voicing at the word medial position is argued for. A positional faithfulness analysis is presented for syllable final deaspiration. The analysis is presented in Optimality Theory (OT), following the stratification of the lexicon by Ito and Mester (in Japanese). In the second part of the thesis, a morphological analysis in the Distributed Morphology framework (Halle and Marantz) is provided for standard verbal inflectional paradigms of Bangla. The inflectional categories that are covered by the analysis are ten categories of tense/mood (perfect, conditional etc), three levels of politeness (Formal, Polite and Intimate) in three persons. The Bangla analysis is compared with a similar analysis of the much simpler case of English verbal inflectional morphology. The analysis of Bangla in this second part compares a consonant-final stem with a vowel-final stem for all forms. Differences between the two Bangla cases show the existence of a number of phonologically motivated changes...

A computational model of modern standard arabic verbal morphology based on generation

González Martínez, Alicia
Fonte: Universidade Autônoma de Madrid Publicador: Universidade Autônoma de Madrid
Tipo: Tese de Doutorado
ENG
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46.58%
Tesis doctoral inédita leída en la Universidad Autónoma de Madrid, Facultad de Filosofía y Letras, Departamento de Lingüística, Lenguas Modernas, Lógica y Fª de la Ciencia y Tª de la Literatura y Literataura Comparada. Fecha de lectura: 29-01-2013; The computational handling of non-concatenative morphologies is still a challenge in the field of natural language processing. Amongst the various areas of research, Arabic morphology stands out due to its highly complex structure. We propose a model for Arabic verbal morphology based on a root-and-pattern approach, which satisfies both computational consistency and an elegant formalization. Our model defines an abstract representation of prosodic templates and a set of intertwined morphemes that operate at different phonological levels, as well as a separate module of rewrite rules to deal with morphophonological and orthographic alterations. Our verbal system model asserts that Arabic exhibits two conjugational classes. The computational system, named Jabalín, is focused on generation—the program generates a full annotated lexicon of verbal forms, which is subsequently used to develop a morphological analyzer and generator. The input of the system consists of a lexicon of 15...

Frequency effects and the processing of verbal morphology by L1 and L2 speakers of english

Baltazar, Laura Mesquita
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: xviii, 91 p.| tabs.
ENG
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46.67%
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Letras/Inglês e Literatura Correspondente, Florianópolis, 2012; O foco desta pesquisa é o processamento da morfologia verbal por falantes de inglês como L1 e L2. A literatura teórica e empírica sobre o processamento da morfologia verbal do inglês apresenta diferentes propostas para o processamento e representação dos verbos regulares e irregulares em inglês. Os modelos de via dual argumentam que existem dois mecanismos mentais distintos para a representação e processamento da morfologia verbal. Um dos mecanismos é um sistema computacional baseado em regras e utilizado no processamento dos verbos regulares e, o outro mecanismo, é um sistema computacional baseado na memória e utilizado no armazenamento de verbos irregulares (Ullman, Corkin, Coppola, Hickok, Growdon, Koroshetz & Pinker, 1997; Pinker, 1999; Van der Lely & Ullman, 2001; Pinker & Ullman, 2002; Ullman, 2004; Ullman, 2005). Em contraste, o modelo conexionista de via simples propõe que ambas, as regras e as palavras, são representadas em um único sistema computacional, e que todas as formas (regulares ou irregulares) são representadas em uma memória associativa distribuída (Rumelhart & McClelland...

Deficits on irregular verbal morphology in Italian-speaking Alzheimer's disease patients

Walenski, Matthew; Sosta, Katiuscia; Cappa, Stefano; Ullman, Michael T.
Fonte: PubMed Publicador: PubMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
EN
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46.2%
Studies of English have shown that temporal-lobe patients, including those with Alzheimer's disease, are spared at processing real and novel regular inflected forms (e.g., blick → blicked; walk → walked), but impaired at real and novel irregular forms (e.g., spling → splang; dig → dug). Here we extend the investigation cross-linguistically to the more complex system of Italian verbal morphology, allowing us to probe the generality of the previous findings in English, as well as to test different explanatory accounts of inflectional morphology. We examined the production of real and novel regular and irregular past-participle and present-tense forms by native Italian-speaking healthy control subjects and patients with probable Alzheimer's disease. Compared to the controls, the patients were impaired at inflecting real irregular verbs but not real regular verbs both for past-participle and present-tense forms, but were not impaired at real regular verbs either for past-participle or present-tense forms. For novel past participles, the patients exhibited this same pattern of impaired production of class II (irregular) forms but spared class I (regular) production. In the present tense, patients were impaired at the production of class II forms (which are regular in the present tense)...

Aktionsart in Word Formation : verbal Prefixation

Martín García, Josefa
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Article; info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //1996 ENG
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36.08%
This paper deals with the restrictions that operate on prefixation with iterative prefix re-in Spanish. These restrictions are based on aspectual information carried by verbs. We argue that the prefix re- is attached to telic bases, i.e., Accomplishment and Achievement verbs in the aspectual clasification of Vendler (1967) and Dowty (1979). Besides the feature "telic" we actually need two new conditions related to verbal telicity in order to fully characterize this process: object affectedness (Tenny (1987)) and object initiation delimitness. These restrictions allow to explain the contrasts among some verbs of movement, possession and origin. In this paper, we take into account only complex words which maintain a compositional meaning, in the sense that the complex word inherits at the same time the prefix meaning and that of the base.; Aquest article tracta de les restriccions que actuen sobre la prefixació amb el prefix iteratiu re- en espanyol. Aquestes restriccions es basen en informació aspectual que porten els verbs. Aquí sostenim que el prefix re- s'adjunta a bases tèliques, és a dir, a verbs del tipus accomplishrnent i achievement en la classificació aspectual de Vendler (1967) i Dowty (1979). A més del tret "tèlic"...

Dificultades en el aprendizaje de la morfologia verbal del português por hispanohablantes: el presente de indicativo; Difficulties in Portuguese Verbal Morphology Learning by Spanish Speakers: Present Indicative Tense

Alonso Rey, Rocío
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 30/06/2014 SPA
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46.27%
En la especialidad de Portugués para Hablantes de Español se considera que la mayor dificultad en el aprendizaje es la influencia negativa de la L1. Esta influencia se manifiesta en la producción como un gran número de errores o desvíos relacionados formalmente con la L1. En este trabajo se presentan los resultados obtenidos en el análisis de errores de las formas verbales flexionadas del presente de indicativo en aprendices de nivel inicial en una actividad de transformación. El análisis revela que la cuantificación de la transferencia L1 puede variar según el criterio que se utilice para determinar qué es un error de transferencia L1 y la importancia de los fenómenos intralingüísticos en el proceso de aprendizaje y uso.; In Portuguese for Spanish Speakers the negative L1 influence is seen as the main problem in language learning. This influence is reflected by several production errors formally related to L1.This paper presents the results of an error analysis of the inflected forms of present indicative tense produced by beginning level learners in a transformation activity. The analysis shows that quantification may vary depending on the transfer identification judgment used and the importance of intralinguistic phenomena in the learning process and use.