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Se fosse tudo bem, a velhice era boa de enfrentar! : racionalidades leigas sobre envelhecimento e velhice : um estudo no norte de Portugal

Silva, Maria Ester Vaz da
Fonte: Universidade Aberta de Portugal Publicador: Universidade Aberta de Portugal
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em //2006 POR
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Tese de Doutoramento em Sociologia apresentada à Universidade Aberta; A velhice é um conceito que na sociedade moderna do início do século XXI se configura, no discurso dominante, como problema social. É uma desconstrução desse conceito que se propõe neste trabalho, designadamente com apoio nos resultados de um estudo qualitativo por entrevista de 24 pessoas, homens e mulheres com idades superiores a 50 anos no norte de Portugal, sobre a representação social de velhice e de envelhecimento. A associação que as racionalidades leigas fazem entre velhice e idade exclui a noção de idade cronológica como marco de fronteira entre o estado de adulto e o de ‘velho’, o que concorda com a crítica sociológica à institucionalização da velhice. Ser ou não ser velho/a não depende da idade pois que essa concepção se refere ao essencial do sujeito, à sua identidade como indivíduo, e não ao seu aspecto exterior ou às suas capacidades bio-fisiológicas. A visão leiga da velhice encara-a na sua dimensão de construção da sociedade, construção associada à problemática da inclusão social pelo trabalho. Ser reformado/a não é ser velho/a. É o olhar dos outros que ‘faz’ as pessoas velhas. A interpretação do material recolhido pelas entrevistas permite concluir que a velhice...

A representação de velhice entre os profissionais que atuam nos Núcleos de Saúde da Família; The representation of old among the professionals who actuate in the Nucleus of Health of Family

Bimbato, Angélica Maria Jabur
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 28/11/2008 PT
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BIMBATO, A. M. J. A representação de velhice entre os profissionais que atuam nos Núcleos de Saúde da Família. 2008. 91 f. Dissertação (Mestrado) Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2008. Diversas mudanças têm ocorrido no perfil demográfico do Brasil, passando o envelhecimento populacional a ser uma realidade e não mais uma expectativa. Muitos são os mitos, conceitos e concepções sobre idoso, velhice e envelhecimento existentes em nossa sociedade, assim como meios legais que regem sobre os direitos e deveres da pessoa idosa (Programa Nacional de Saúde do Idoso, Estatuto do Idoso e Pacto pela Vida 2006). Objetivando analisar as representações de velhice presentes entre os profissionais que atuam nos Núcleos de Saúde da Família I, III, IV e V do Centro de Saúde Escola da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo (CSE FMRP/USP) e as possíveis implicações para o serviço de saúde, realizamos este estudo, utilizando-se da abordagem qualitativa por meio de entrevistas semi-estruturadas, com dezenove profissionais que atuam nesses Núcleos (agentes comunitários de saúde, auxiliares de enfermagem, enfermeiras, médicos e dentistas). As concepções de velhice variaram em função da formação...

Dispositivo de Velhice

Sais, Almir Pedro
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado
POR
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Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Florianópolis, 2011; A velhice é um Dispositivo. É dessa afirmação, dessa hipo-tese que parto para realizar minha pesquisa e escrever minha tese. Embora pessoas em idade avançada possam ser encontradas em diferentes períodos da história humana, a velhice só pode se realizar como objeto e sujeito de interesse científico e práticas em período recente: segunda metade do século XX. Foi preciso que a luta pelas liberdades, igualdades e a boa arte de governar os homens, mais que os territórios, ganhasse a dimensão de #natureza# e universalidade atravessadas pelas novas técnicas de governamentalização: o biopoder. Neste sentido afirmo que a velhice, mais que um fenômeno do curso de vida (life-span), é uma tecnologia centrada na vida. Uma tecnologia centrada na regulação de hábitos, normatização de comportamentos e normalização de sujeitos com vistas a gestão da população visando a conduta dos homens. O referencial teórico metodológico desta pesquisa se ancorou na (des)construção foucaultiana sustentada na problematização do pensamento. Trata-se de um método histórico no sentido do pensamento crítico de Nietzsche em termos da desconstrução de valores...

Título: Estudantes de enfermagem e idosos face à velhice

Fonseca, Ana; Batanete, Ermelinda; Lopes, M. J.; Marques, Maria do Céu; Casas-Novas, Maria Vitória
Fonte: Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem Publicador: Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Título: Estudantes de enfermagem e idosos face à velhice Autores: Ana Maria Leitão Pinto da Fonseca, Ermelinda do Carmo Valente Caldeira Batanete, Manuel José Lopes, Maria do Céu Mendes Pinto Marques, Maria Vitória Glórias Almeida Casas-Novas Introdução: - máximo de 80 palavras O conceito de velhice tem sofrido alterações ao longo dos tempos, fruto da sua construção social assente em conceitos e estereótipos de idoso. As representações reconstroem-se, espelhando o mundo e operando sobre o mundo em que se constroem, constituindo-se como leituras de uma realidade e, em simultâneo, instrumentos fundamentadores da ação. A utilidade do estudo das representações sociais da velhice radica na melhor compreensão do objeto, na perspetiva dos sujeitos, e na forma como estes lidam com a velhice. Objetivos: máximo de 70 palavras Conhecer as representações sociais de velhice, construídas por estudantes e idosos. Compreender a relação entre os componentes da estrutura das representações sociais na perspectiva de estudantes e de idosos. Metodologia: máximo de 90 palavras Tendo a Teoria das Representações Sociais como referencial teórico-metodológico, realizou-se estudo exploratório. A amostra foi constituída por 3 grupos: 24 estudantes 1º ano Enfermagem; 35 estudantes 4º ano Enfermagem e 24 idosos que frequentam universidade sénior. Recolheram-se dados através de questionário...

Nova Velhice e Terceira Idade

Durao, Joao; Durao, Manuela
Fonte: Congresso Internacional do Envelhecimento Publicador: Congresso Internacional do Envelhecimento
Tipo: Artigo de Revista Científica
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NOVA VELHICE E TERCEIRA IDADE RESUMO Autores: João Durão¹; Manuela Durão² ¹Professor Escola Superior de Enfermagem S. João de Deus /Universidade de Évora ² Enfermeira Hospital do Espírito Santo Évora Introdução: As mudanças sociais de proteção à velhice contribuíram, entre outras, para fazer emergir a categoria social autónoma de terceira idade, conceito que pretende romper com a imagem de velhice, associada à decadência, à dependência e às doenças. Pretende-se que esta nova velhice, “terceira idade”, seja mais autónoma e criativa, adquira um estilo de vida saudável, dinâmico, participativo e que previna o envelhecimento intelectual, físico e psíquico, adquirindo estilos de vida saudáveis, nomeadamente alimentação, exercício físico e participação ativa na comunidade (Veloso, 2011). Palavras-chave: Envelhecimento, Terceira idade, Velhice Objetivo: Refletir sobre a relatividade dos conceitos “velhice e terceira idade”. Metodologia: Pesquisa bibliográfica Enquadramento conceptual: O termo “idade” surge com a necessidade de delimitar o envelhecimento. Qualquer limite cronológico para definir a pessoa idosa é impreciso e difícil de englobar as várias dimensões da evolução da vida humana (Monteiro e Neto...

Velhice: Representações Sociais construídas por Estudantes de Enfermagem e Idosos

Fonseca, Ana; Batanete, Ermelinda Caldeira; Lopes, M. J.; Casas-Novas, Maria Vitória; Marques, Maria do Céu
Fonte: Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem Publicador: Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica
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VELHICE-Resumo CIRS2012 Título: Velhice: Representações Sociais construídas por Estudantes de Enfermagem e Idosos Autores: Ana Maria Leitão Pinto da Fonseca, Ermelinda do Carmo Valente Caldeira Batanete, Manuel José Lopes, Maria do Céu Mendes Pinto Marques, Maria Vitória Glórias Almeida Casas-Novas Introdução: A velhice é hoje um fenómeno socialmente construído derivando dos conceitos sociais e dos estereótipos de idoso. É prática comum considerar as pessoas idosas com idade igual ou superior a 65 anos, constituindo a idade da reforma uma referência para a velhice (Spar e La Rue, 2005). Como as representações sociais precisam de tempo para se adequarem às transformações que vão ocorrendo nas sociedades, ao continuarmos a utilizar conceitos como, actividade, reforma, velhice, podemos não nos aperceber que o seu conteúdo pode ter mudado. Objetivos: Identificar as representações sociais de velhice, construídas por estudantes e idosos. Analisar a relação entre os componentes da estrutura das representações sociais na perspectiva de estudantes e de idosos. Metodologia: Estudo exploratório, no qual se usou a Teoria das Representações Sociais como referencial teórico-metodológico. A foi amostra constituída por três grupos: 24 estudantes 1º ano do 1º ciclo de Enfermagem; 35 estudantes 4º ano do 1º ciclo de Enfermagem e 24 idosos que frequentam universidade sénior. A recolha dos dados foi realizada através de questionário...

Velhice: Representações Sociais construídas por estudantes de enfermagem e idosos

Fonseca, Ana; Caldeira, Ermelinda; Lopes, Manuel José; Marques, Céu; Casas-Novas, Vitória
Fonte: Martinari Publicador: Martinari
Tipo: Parte de Livro
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A velhice enquanto fenómeno socialmente construído, deriva, entre outros, dos conceitos socioculturais vigentes e dos estereótipos do velho. Nos países ditos desenvolvidos consideram-se pessoas idosas as que têm idade igual ou superior a 65 anos, constituindo, em regra, a idade da reforma uma referência para a velhice (Spar e La Rue, 2005). Todavia, nestes países a idade da reforma tem vindo, nos tempos mais recentes, a ser aumentada. Como as representações sociais precisam de tempo para se adequarem às transformações que vão ocorrendo nas sociedades, ao continuarmos a utilizar conceitos como, atividade, reforma, velhice, podemos não nos aperceber que o seu conteúdo pode ter mudado. A Teoria das Representações Sociais é uma teoria científica sobre os processos através dos quais os indivíduos em interação social constroem explicações sobre objetos sociais (Vala, 1996). O uso desta teoria para o estudo de um objeto complexo, como o é a velhice, pode ser proveitoso, uma vez que permite apreender os sentidos que lhe são atribuídos pelos sujeitos que privam com o objeto e sobre o qual fazem recair ações e decisões (Tura, Silva, 2012). Partindo do pressuposto que a velhice poderá ser perspetivada de modo diferente por quem a vive e por quem a olha à distância...

Solidariedades intergeracionais e instituições de velhice

Gil, Ana Paula Martins
Fonte: Universidad de Évora Publicador: Universidad de Évora
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Introdução - A escolha da temática Velhice e Solidariedades intergeracionais tem subjacente algumas preocupações que são alvo de atenção particular na actualidade e que dizem respeito ao papel das solidariedades sociais no cuidado dos mais velhos. As sociedades modernas encontram-se profundamente marcadas pela valorização da produtividade onde a oposição jovem/velho constitui uma das mais fortes representações sociais em desfavor da velhice. Ao invés de uma concepção integrada de ciclo de vida verifica-se uma ruptura entre dois momentos da vida: a activa, com que são identificados todos aqueles que têm uma actividade, um valor de mercado e a pós-activa, como uma fase da vida sem actividade. 0 velho é, assim, visto como um custo colectivo, não produtivo, integrado numa rede de trocas sociais não recíprocas. Por consequência, é-lhe atribuída, como contrapartida, a dependência social e económica, constituindo, nessa medida, um factor de desvalorização social nas sociedades industriais urbanas. A cessação da actividade profissional, a entrada na idade da reforma (b5 anos), a ausência de uma participação efectiva na vida social, a alteração das relações sociais, bem como a perda de papéis sociais anteriormente desempenhados...

Representações sociais de estudantes de gerontologia social acerca da sexualidade na velhice

Leite, Ana Paula Matias
Fonte: Repositório Comum de Portugal Publicador: Repositório Comum de Portugal
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /04/2014 POR
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Compreender a representação social dos/as estudantes do 3º Ano de Gerontologia Social do 1º ciclo de estudos do Instituto Superior de Serviço Social do Porto, acerca da sexualidade dos idosos é o objetivo deste trabalho. Para atingir este objetivo, elegemos como referencial metodológico e teórico a Teoria das Representações Sociais. As representações sociais relacionadas com a velhice tendencialmente conduzem a atitudes discriminatórias que estão particularmente ligadas a ideias preconcebidas, a mitos e a estereótipos. Pretende-se com este trabalho contribuir para alterar a visão da sociedade ocidental que classifica a sexualidade na velhice como um período de assexualidade e como sendo uma prerrogativa dos jovens. Pretende-se também contribuir para a construção de propostas sobre a sexualidade na velhice que possam futuramente integrar na formação dos/as Gerontólogos/as Sociais. E por isso, é importante desmitificar e esclarecer que a sexualidade, o desejo sexual, a intimidade, o amor, os afectos, não desaparecem com o envelhecimento. O idoso ama e precisa de viver a sua vida e a sua sexualidade de uma forma digna e livre. Admitindo a necessidade de melhor compreender a sexualidade na velhice, desenvolvemos uma investigação de cariz exploratório...

Imaginários sobre aposentadoria, trabalho, velhice: estudo de caso com professores universitários

Moreira,Jacqueline de Oliveira
Fonte: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá Publicador: Departamento de Psicologia - Universidade Estadual de Maringá
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 PT
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O presente texto apresenta os primeiros resultados da pesquisa "Aposentadoria e velhice bem-sucedida: estudo de caso com professores universitários". O objetivo principal da pesquisa é desvelar os conceitos e imaginários relativos à velhice, ao trabalho e à aposentadoria entre professores universitários com mais de 60 anos que continuam trabalhando. Neste artigo pretendemos refletir sobre os imaginários desses professores em relação à velhice e aos sentidos do trabalho, e sobre como estes dois elementos podem influenciar sua relação com a aposentadoria. Acreditamos que o imaginário negativo em relação à velhice leva os entrevistados a desvincular velhice e aposentadoria e que o trabalho, devido à sua valorização em nossa cultura, é tido como central na vida. Assim, manter o vínculo empregatício oferece diversos ganhos, como manter a valorizada condição de trabalhador e afastar os fantasmas de perdas e limitações da velhice; e, por fim, permite articular aposentadoria e continuidade do vínculo empregatício.

O cuidado e a velhice-dependente : considerações antropológicas sobre a doença de Alzheimer

Scott, Russel Parry (Orientador); Silva, Demócrito José da
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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Apresento neste trabalho os resultados de uma pesquisa realizada sobre o cuidado com a velhice-dependente, especificamente com as pessoas que convivem com a doença de Alzheimer que frequentam grupos de apoio na região metropolitana do Recife/PE. As mudanças sociais, culturais, econômicas do século XXI requerem abordagens interdisciplinares nas pesquisas sociais que envolvem saúde e doença. Constata-se que a redução da natalidade juntamente com o aumento de expectativa de vida realçam as novas configurações familiares, por isso emerge-se estudar as experiências objetiva/subjetiva da velhice e da velhice-dependente, e como está sendo configurada a construção do cuidado para as famílias. O envelhecimento humano como fenômeno social, inserido no atual contexto sociocultural, é uma das preocupações das ciências sociais. Procuro desenvolver neste trabalho um olhar antropológico sobre o cuidado com a velhice-dependente, que conceituo como pós-velhice. É nessa perspectiva que proponho apresentar as configurações resultantes do convívio com a doença de Alzheimer no contexto familiar: significados, relações sociais, relações intergeracionais e conflitos. A pesquisa foi realizada com familiares de idosos que participam de grupos de apoio aos cuidadores da doença de Alzheimer na região metropolitana do Recife/PE...

Representações sociais de velhice por diferentes grupos etários: analisando estruturas e processos

Andrade, Danyelle Almeida de; Santos, Maria de Fátima de Souza (Orientadora)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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O fenômeno mundial de envelhecimento populacional, que altera a forma da pirâmide etária de uma população, motiva o interesse científico para a temática do envelhecimento. As consequências desse fenômeno repercutem em todos os segmentos da sociedade, que se depara com um desafio, frente às necessidades desse grupo etário emergente. Diante desta nova realidade, um dos desafios diz respeito às práticas sociais decorrentes de modos de conceber a velhice. As representações sociais podem ser consideradas como um modo de pensamento de sociedades ou grupos. Essa perspectiva teórica debruça-se sobre a construção de teorias do senso comum ou os saberes socialmente compartilhados. Esta pesquisa teve o objetivo de analisar as representações sociais de velhice por diferentes faixas etárias. Para isto dois estudos foram realizados. O primeiro buscou analisar a estrutura da representação de velhice para três grupos etários (crianças, jovens/adultos e idosos). Participaram deste estudo 145 sujeitos, que responderam um questionário de caracterização e associação livre de palavras. Os dados do questionário foram analisados através da estatística descritiva e as evocações foram analisadas com o auxilio do software EVOC. A velhice...

Serviço Social e envelhecimento: estudo dos fundamentos teórico-políticos sobre velhice na produção de conhecimento do Serviço Social no Brasil

Alves, Suéllen Bezerra; Peruzzo, Juliane Feix (Orientadora)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Dissertação
BR
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Esta dissertação tem como objetivo analisar o trato teórico dado ao fenômeno do envelhecimento humano pelo Serviço Social, ao desvendar as perspectivas teóricas e políticas da produção acadêmica sobre esta temática. Trata-se de um estudo explicativo de cunho teórico-bibliográfico, cujas fontes de pesquisa foram teses e dissertações dos programas de pós-graduação vinculados a departamentos de Serviço Social no Brasil, no último triênio (2010 – 2012). Após caracterizar os fundamentos da questão da velhice, nas diferentes concepções teórico-metodológicas (Geriatria, Gerontologia Social e Gerontologia Social Crítica), estudamos a aproximação do Serviço Social com esse debate, traçando um percurso que passa pelo significado sócio-histórico da profissão e as demandas dos trabalhadores velhos que chegam ao Serviço Social (ao menos de modo aparente, são demandas que aparecem como próprias da situação de velhice). Compreendendo que a produção de conhecimento reflete as contradições postas na realidade, apresentamos de que modo a temática da velhice tem comparecido no debate profissional, evidenciando o crescimento da participação do Serviço Social na problematização do que é considerado uma das preocupações sociais do momento. Na última parte do trabalho expomos o conteúdo discutido em parte dessas produções...

Histórias de vida de mulheres idosas :um estudo sobre o bem-estar subjetivo na velhice

Pereira, Thelma Maria Franco Rabelo Araújo
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Psicologia; Psicologia, Sociedade e Qualidade de Vida Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Norte; BR; UFRN; Programa de Pós-Graduação em Psicologia; Psicologia, Sociedade e Qualidade de Vida
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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The elderly population growth in Brazil and in the world is an incontestable reality, arising from a significant declining rate in mortality and fertility, resulting from the remarkable improvements in the quality of life of the people. Associated with the introduction of new technologies in the medical area, these issues have been highly contributing for the increase of the population longevity. The numbers of the elderly in Brazil and in the world show female population predominance within the aging segment, a phenomenon known as the feminisation of the old-age . Aging, therefore, is nowadays one of the primary issues and that has been mobilizing the Brazilian s society, since the development raised from this new reality brought with it enormous challenges and complex social implications which are already felt in the daily lives of the societies. My work experience among some age groups has shown that aging is a much differentiated process which has instigated my interest in understanding why aging has to face an overwhelming and painful experience for some people and enriched and full of signification for others. Overviewing, this research aimed to understand the aging development through the analysis of the processes of signification and production of meaning that permeate the aging and the subjective well-being of three aged women participants of the Project Health and Citizenship on Third Age /CEFET-RN...

Representações sociais da velhice

Daniel, Fernanda; Antunes, Anna; Amaral, Inês do
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2015 POR
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O estudo analisa as representações da velhice a partir de uma amostra de pessoas idosas e de cuidadores/as formais. Os instrumentos utilizados na recolha dos dados foram o Inquérito por Questionário e o Teste de Associação Livre de Palavras. A hipótese de trabalho que formulámos é a de que a representação da velhice, sendo uma construção social, traduz uma conceptualização negativa induzida pela consciência coletiva da sociedade marcadamente caracterizada por uma ideia negativa da velhice enquanto figuração do fim da vida ativa. Em concordância com a nossa hipótese de trabalho, os resultados revelam a prevalência de estereotipia idadista associando-se a velhice, em ambos os grupos investigados, a atributos de cariz negativo nomeadamente solidão, doença e dependência. As representações aferidas não serão alheias ao modelo societário que é maléfico para a velhice, onde se rejeita o que é velho (Bosi, 1983). É, contudo, nossa convicção que as melhorias verificadas na qualidade de vida, a par da nova narrativa discursiva do envelhecimento (produtivo, saudável, bem-sucedido, positivo e ativo), poderão vir a metamorfosear o campo representacional da “velhice” aligeirando a sua carga negativa.; This study analyses the representations of old age from a sample of elderly and formal caregivers. The instruments used in the collection of data were the Survey Questionnaire and the Free Association Test words. The working hypothesis formulated is that the representation of elderly...

Representações Sociais da Velhice

Daniel, Fernanda; Centro de Estudos e Investigação em Saúde da Universidade de Coimbra / Instituto Superior Miguel Torga; Antunes, Anna; Instituto Superior Miguel Torga; Amaral, Inês; Universidade Autónoma de Lisboa / Centro de Estudos de Comunica
Fonte: ISPA - Instituto Universitário Publicador: ISPA - Instituto Universitário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 23/09/2015 POR
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O estudo analisa as representações da velhice a partir de uma amostra de idosos/as e de cuidadores formais. Os instrumentos utilizados na recolha dos dados foram o Inquérito por Questionário e o Teste de Associação Livre de Palavras. A hipótese de trabalho que formulámos é a de que a representação da velhice, sendo uma construção social, traduz uma conceptualização negativa induzida pela consciência coletiva da sociedade marcadamente caracterizada por uma ideia negativa da velhice enquanto figuração do fim da vida ativa. Em concordância com a nossa hipótese de trabalho, os resultados revelam a prevalência de estereotipia idadista negativa associando-se a velhice, em ambos os grupos investigados, a atributos de cariz avaliativo negativo nomeadamente solidão, doença e dependência. As representações aferidas não serão alheias ao modelo societário que é maléfico para a velhice, onde se rejeita o que é velho (Bosi, 1983). É, contudo, nossa convicção que as melhorias verificadas na qualidade de vida, a par da nova narrativa discursiva do envelhecimento (produtivo, saudável, bem-sucedido, positivo e ativo), poderão vir a metamorfosear o campo representacional da “velhice” aligeirando a sua carga negativa.

Uma visão do fenómeno da velhice: Ser idoso versus ser velho

Almeida, Maria de Lurdes Ferreira de
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra
Tipo: Outros
Publicado em 09/06/2012 POR
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Uma visão do fenómeno da velhice: Ser idoso versus ser velho Este estudo, através da análise do termo velhice e das expressões ser velho e ser idoso, procura compreender como são percebidos e representados pelos próprios idosos. Definimos como objectivo Identificar e analisar o significado que os idosos atribuem a velhice, ser velho, ser idoso. A opção metodológica tem por base pressuposta qualitativa. O método de colheita de dados foi a entrevista semiestruturada. Os dados foram analisados com recurso ao programa de software Nvivo8. Participaram 49 idosos de 3 centros de dia da cidade de Coimbra. Resultados A velhice é pois analisada pelos idosos num contexto heterogéneo, em que cada pessoa tem uma história e uma experiência individual, construídas durante toda a vida, o que faz com que cada um envelheça e vivencie experiências diferentes durante esse período. A vantagem de ser idoso é viver muitos anos e ser válido para os que o rodeiam. Já ser velho é associar a muita idade à sabedoria e experiência. No que toca a desvantagens, para os primeiros a idade torna-os menos aptos, mais dependentes e desligados das coisas; para os segundos, não ter préstimo, estarem mais susceptíveis à dependência e mais perto da morte. Conclusão A velhice está associada às perdas e medos. Ser velho e ser idoso para uns são expressões sinónimas...

Da velhice da praça a velhice da roça : revisitando mitos e certezas sobre velhos e familias na cidade e no rural; The age of the age the square country : revisiting certainties on myths and old families in the city and country

Adriana de Oliveira Alcantara
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
PT
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A questão central desta pesquisa foi saber como as trocas intergeracionais de apoio familiar se configuravam em unidades domésticas, compostas de, pelo menos, três gerações, no meio rural e urbano, levando em conta a oposição cunhada por Camarano entre "família de idosos", em que o chefe da unidade doméstica é o idoso, e "família com idosos", em que o idoso é parente do chefe. Com base em etnografias realizadas em Fortaleza (CE) e no Distrito de Jordão (Sobral-CE), o trabalho aponta as singularidades do processo de envelhecimento nesses dois contextos. A descrição do cotidiano de tais famílias, dos significados atribuídos às relações entre gerações e do impacto das transformações acarretadas pelo direito à aposentadoria exige uma revisão de determinadas convenções, pois as experiências aqui trazidas revelam-se de tal modo heterogêneas, que bloqueiam a tentativa de padronizar seja a família, seja a velhice; The central question of this research was how the Intergeneration relations of family support is configured in households composed of at least three generations in country and urban areas, taking into account the opposition coined by Camarano and "family nursing" in which the head of household is elderly and "elderly family" in which the elderly is related to the head. Based on ethnographic studies conducted in Fortaleza (CE) and the District of Jordan (Sobral-CE)...

Envelhecer num pais de jovens : significados de velho e velhice segundo brasileiros não idosos

Anita Liberalesso Neri
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Livre Docência Formato: application/pdf
Publicado em //1988 PT
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Foi desenvolvido um estudo de levantamento com 4.300 brasileiros - 1.550 homens e 2.750 mulheres (de 13 a 18; 19 a 24; 25 a 34 e 35 a 45 anos de idade). Os objetivos foram: a) ava¬liar dimensões de significado associadas aos conceitos "O Ve¬lho É" e "Quando Eu For Velho Eu Serei", bem como atitudes frente a velhice; b) avaliar a qualidade e a intensidade des¬ses eventos mediadores; c) avaliar relações entre os signifi¬cados e atitudes, e com as variáveis sexo, idade, nível de escolaridade e região geográfica de residência dos sujeitos; d) avaliar o critério de categorização etária utilizado pelos informantes em relação a velhos, bem como suas relações com os significados e atitudes encontrados e as variáveis dos sujei¬tos. Os dados foram coletados por intermédio de uma Escala Diferencial Semântica (Neri, 1986) avaliando os conceitos "0 Velho É" e "Quando Eu Ficar Velho Eu Serei"; o Inventário Sheppard de Atitudes de Pessoas Não-Idosas, Em Relação à Velhice (Sheppard, 1980), e uma pergunta sobre categorização etária. Os resultados foram: a) A analise fatorial sobre os dados de "O Velho É" resultou numa estrutura de 5 fatores: 1. Instrumentalidade-Ineficácia; 2. Autonomia – Dependência; 3. Valorização-Desvalorização; 4. Desejabilidade-Rejeição e 5. Adaptação-Desadaptação; b) Os dois primeiros fatores explicaram a variância dos significados de "Quando Eu Ficar Velho Eu Serei"; c) Os sujeitos foram significantemente mais positivos ao avaliar este conceito do que o primeiro; d) A analise fatorial das atitudes frente à Velhice revelou 4 fatores: 1. É possível ser feliz na velhice; 2. A velhice prenuncia dependência...

As representações sociais sobre a velhice e os reflexos nos processos de gestão de pessoas de uma instituição de longa permanência de Porto Alegre

Locatelli, Patrícia Augusta Pospichil Chaves
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
POR
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Nas últimas décadas, o envelhecimento da população brasileira tem demandado atenção, principalmente, no que tange ao cuidado para com o público idoso. Apesar de a legislação brasileira estabelecer que o principal responsável pelo cuidado ao idoso é a família, a dinamicidade do contexto social e a atual fluidez dos relacionamentos familiares tem reconfigurado essa prerrogativa. Neste contexto, com a finalidade de suprir essa demanda oferecendo ao público longevo serviços de assistência social e à saúde, principalmente, em casos em que o idoso não possui família ou esta não apresenta condições para assumir a responsabilidade pelo seu cuidado, surgem as denominadas Instituições de Longa Permanência para Idosos – ILPIs, objeto deste estudo. Partindo-se do entendimento de que a forma como os funcionários de uma ILPI são geridos e a prestação de serviços conduzida está diretamente relacionada às representações sociais de gestores, funcionários e dos próprios idosos sobre a velhice, este estudo objetivou identificar e analisar como as representações sociais sobre a velhice na ótica dos usuários e daqueles que trabalham em uma instituição de longa permanência para idosos se refletem nos processos de movimentação e desenvolvimento de pessoas dessa instituição. Para isso...