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Avalia??o cl?nica de doadores de sangue portadores do v?rus linfotr?pico de c?lulas T humanas (HTLV - I/II)

CARDOSO, Maria do Socorro de Oliveira
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Os v?rus linfotr?picos de c?lulas T humanas do tipo I e II (HTLV-I/II) s?o retrov?rus que podem ser transmitidos por transfus?o de sangue. Estes v?rus est?o associados com paraparesia esp?stica tropical (PET), leucemia/linfoma de c?lulas T do adulto (L/LTA) e outras doen?as sist?micas imunomediadas. O presente estudo teve como objetivo investigar sinais cl?nicos de patologias associadas a esses v?rus para utilizar na triagem clinica de candidatos ? doa??o de sangue. Usou procedimentos padronizados para avalia??o clinica de 30 doadores de sangue soropositivos para HTLV-I/II confirmados pela t?cnica de rea??o em cadeia da polimerase (PCR) matriculados no ambulat?rio do N?cleo de Medicina Tropical da UFPA. Paralelamente, atrav?s de interrogat?rio cl?nico complementar, estudou grupo controle com 40 candidatos ? doa??o de sangue escolhidos aleatoriamente, que tiveram resultados sorol?gicos negativos. Dos 30 pacientes examinados, verificou-se que 23 eram portadores de HTLV-I e 07 HTLV-II. Na avalia??o cl?nica, 15 pacientes (50%) n?o referiram queixas, sendo que 12 pacientes com queixas exclusivamente neurol?gicas. Observou 05 pacientes com formigamentos; 05 com diminui??o da for?a muscular; 04 com constipa??o intestinal; 02 com parestesia; 02 com n?dulos subcut?neos; 01 com incontin?ncia urin?ria; 01 com vis?o borrada; 01 com diminui??o do libido. No grupo controle...

Investiga??o da presen?a do v?rus linfotr?pico de c?lulas T humanas em leucemia linf?ide aguda na inf?ncia

BERG, Ana Virg?nia Soares Van Den
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Os v?rus linfotr?picos de c?lulas T humanas do tipo I e II (HLTV-I/II) apresentam genoma de ?cido ribonucl?ico (RNA) e infectam geralmente c?lulas CD4+, com rela??o end?mica em determinadas ?reas como Jap?o e Caribe com predom?nio maior ou menor em outras regi?es; na Amaz?nia brasileira as pesquisas est?o correlacionadas principalmente ? popula??o ind?gena. Estes v?rus est?o associados a doen?as mal?gnas, desordens neurol?gicas e imunodefici?ncias, ocasionando viremia por longo per?odo, sem manifesta??es cl?nicas. O HTLV ? considerado agente eti?gico da Leucemia/ linfoma de c?lula T do adulto (L/LTA) e Parapasemia esp?tica tropical/Mielopatia associada ao HTLV-I (PET/HAM) dentre outras. Este estudo tem como objetivo investigar a presen?a de HTLV e determinar o tipo mais freq?ente (HTLV-I ou HTLV-II) em crian?as com Leucemia Linf?ide Aguda, matriculadas no servi?o de refer?ncia para C?ncer em Bel?m, observando a via de transmiss?o pelo aleitamento materno, os sintomas neurol?gcas relacionados com a infec??o a revis?o bibliogr?fica pertinente. A pesquisa dos v?rus foi realizada pela t?cnica de PCR (Rea??o em Cadeia da Polimerase), que permite a distin??o entre HTLV-I e HTLV-II. Foram observados os par?metros de idade, sexo, les?es cut?neas...

Caracteriza??o morfol?gica e antig?nica do v?rus Jurua??, isolado de morcego no estado do Par?

ARA?JO, Tais Pinheiro de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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O v?rus Jurua?? (AN 401933) foi isolado a partir de um lote de v?sceras de um morcego capturado na regi?o de Porto Trombetas, munic?pio de Oriximin?, Estado do Par?, em 1982, sendo considerado um v?rus n?o grupado/ n?o classificado. O objetivo deste trabalho foi classificar o v?rus Jurua?? em um t?xon viral, baseando-se nas suas propriedades morfol?gicas, f?sico-qu?micas, antig?nicas e moleculares, bem como descrever as altera??es anatomo-patol?gicas associadas ? infec??o experimental. Camundongos rec?m-nascidos mostraram suscetibilidade ? infec??o pelo v?rus Jurua?? por inocula??o i.c., iniciando os sintomas com quatro dias p.i. e culminando com morte dos animais oito dias p.i.. O v?rus n?o ? sens?vel ? a??o do DCA e consegue aglutinar hem?cias de ganso em pH 5,75. Pelos testes de IH e FC, o v?rus n?o se relaciona com nenhum arbov?rus ou outros v?rus de vertebrados conhecidos testados, reagindo apenas com o seu soro hom?logo. O v?rus n?o causa ECP em linhagens de c?lulas Vero e C6/36, e IFI destas c?lulas tamb?m foi negativa. Entretanto, o v?rus Jurua?? replica em cultivo prim?rio de c?lulas do SNC de camundongo (astr?citos e microglias), confirmada por IFI com dupla marca??o. Cultivos de neur?nios n?o se mostraram suscept?veis ? infec??o pelo v?rus Jurua??...

Doen?a neurol?gica pelo v?rus linfotr?pico de c?lula T humana - HTLV: achados cl?nico-funcionais e virol?gicos de pacientes do N?cleo de Medicina Tropical

NUNES, Ana Fl?via Endres
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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66.55%
Os v?rus linfotr?picos de c?lulas T humano do tipo 1 e 2 (HTLV-1 e 2) s?o retrov?rus que causam o Leucemia / Linfoma de c?lulas T do adulto (LLTA) e a Paraparesia Esp?stica Tropical ou Mielopatia associada ao HTLV-1(PET/MAH). Outras manifesta??es neurol?gicas tamb?m t?m sido atribu?das ao v?rus, tais como dist?rbios sensoriais e reflexos hiperativos. A preval?ncia da infec??o pelo HTLV-1 no Brasil ? alta (0,8% a 1,8%); os HTLV 1 e 2 s?o end?micos na regi?o Amaz?nica. A infec??o pelo HTLV e suas doen?as associadas ainda s?o pouco conhecidas dos profissionais de sa?de. Trata-se de um estudo descritivo transversal, tipo caso-controle com uma amostra de 76 pacientes portadores do HTLV-1/2 assistidos no N?cleo de Medicina Tropical, em Bel?m-Par?. Foram submetidos a avalia??es cl?nico-funcional (OMDS), neurol?gica, laboratoriais (contagem de linf?citos T CD4+, quantifica??o da carga proviral) e exame de imagem de resson?ncia magn?tica (RNM). Os pacientes com HTLV-1com avalia??o neurol?gica foram considerados casos (n=19) e os pacientes assintom?ticos sem altera??o neurol?gica foram os controles (n=40). O sexo feminino foi mais prevalente (66,1%), a m?dia de idade foi de 50.7 anos. A distribui??o m?dia da contagem de linf?citos T CD4+ nos dois grupos esteve dentro da faixa da normalidade...

Estudo epidemiol?gico da raiva, caracteriza??o antig?nica de cepas do v?rus da raiva isoladas na Amaz?nia brasileira

CASSEB, L?via Medeiros Neves
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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Com o objetivo de avaliar a epidemiologia da raiva, procedimentos complementares ao diagn?stico - caracteriza??o antig?nica e gen?tica - foram inclu?dos neste estudo para investigar o perfil epidemiol?gico da raiva animal na Amaz?nia brasileira, entre janeiro de 2000 e julho de 2009. Foi realizada uma revis?o cuidadosa das informa??es de amostras do sistema nervoso central (SNC) recebidas e analisadas no Laborat?rio de Raiva do Instituto Evandro Chagas. Um total de 265 cepas de v?rus r?bico isoladas de amostras do SNC de seres humanos (n=33) e animais dom?sticos/silvestres (n=232) foram caracterizadas antigenicamente por imunofluoresc?ncia indireta (IFI), utilizando um painel de oito anticorpos monoclonais preparados pelo CDC contra a nucleoprote?na do v?rus da raiva; Al?m disso, 21 delas tiveram a nucleoprote?na (gene N) caracterizada geneticamente por sequenciamento nucleot?dico parcial seguida de an?lise filogen?tica. As sequ?ncias obtidas foram comparadas entre si e com outras sequ?ncias de v?rus da raiva do Brasil e outros pa?ses das Am?ricas, utilizando os m?todos de m?xima verossimilhan?a e bayesiano. Foi observada uma menor transmiss?o do v?rus da raiva em ?reas urbanas; detec??o do ciclo rural da raiva em quase todos os estados da Amaz?nia; ocorr?ncia do ciclo a?reo nos estados do Par? e Amap?; identifica??o da variante antig?nica 2 (AgV2) do v?rus da raiva...

Diagn?stico sorol?gico e caracteriza??o molecular do v?rus da hepatite E em su?nos no estado do Par?, Brasil

SOUZA, Alex Junior Souza de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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O v?rus da Hepatite E (HEV) ? um RNA-v?rus entericamente transmiss?vel do g?nero Hepevirus causador de hepatite aguda em humanos que apresenta ampla distribui??o em diversas regi?es do mundo. Su?nos s?o relatados como a principal fonte de infec??o para humanos relacionadas aos gen?tipos 3 e 4 em regi?es consideradas n?o-end?micas. Neste sentido, o presente estudo teve como objetivo demonstrar a infec??o pelo HEV em su?nos no Estado do Par? atrav?s de m?todos sorol?gicos e moleculares aplicados a amostras de soro, fezes e f?gado de 151 su?nos abatidos na regi?o Metropolitana de Bel?m. A investiga??o sorol?gica abrangeu a pesquisa de anticorpos anti-HEV das classes IgM e IgG e o diagn?stico molecular inclui a detec??o do HEV-RNA, sequenciamento nucleot?dico e an?lise filogen?tica das sequ?ncias obtidas. Como resultado, n?o foram detectados anticorpos anti- HEV IgM e a preval?ncia de animais sororeativos para IgG foi de 8,6% (13/151). A detec??o molecular amplificou fragmentos do HEV genoma em 4,8% (22/453) das amostras testadas e a preval?ncia de animais positivos a pelo menos uma amostra foi de 9,9% (15/151). A an?lise filogen?tica concluiu que todas as sequ?ncias analisadas pertencem ao gen?tipo 3 do v?rus, descrito como zoon?tico. Foram identificados os subtipos 3c e 3f ocorrendo simultaneamente estre as amostras...

Associa??o entre marcadores da resposta inflamat?ria e a imunopatog?nese de agentes infecciosos de natureza viral (V?rus da dengue, HTLV-1 e HTLV-2) e bacteriana (Chlamydia trachomatis e Chlamydia pneumoniae)

FEITOSA, Rosimar Neris Martins
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Tese de Doutorado
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A base gen?tica das doen?as ? frequentemente estudada a partir dos polimorfismos dos genes de citocinas. O presente estudo investigou marcadores da resposta inflamat?ria associados a infec??es virais e bacterianas que possam influenciar o curso da infec??o. Foram medidos os n?veis s?ricos (por ensaio imunoenzim?tico) e os polimorfismos de TNF-? (-308), TNF-? (+252), IFN-? (+874) e da prote?na C reativa, por meio de PCR e RFLP ou PCR alelo espec?fico, em grupos de pessoas infectadas pelo v?rus da dengue (n=80), com doen?a febril, n?o infectados (100), um grupo de infectados pelo HTLV (30 sintom?ticos e 47 assintom?ticos), um grupo com doen?a coronariana (58 com sororreatividade para Chlamydia e 31 com sorologia negativa) e um grupo controle (99 pessoas com sorologia negativa para dengue, HTLV e Chlamydia). Nenhum grupo mostrou associa??o com informa??es demogr?ficas. O V?rus da dengue 3 (66,2%) e o HTLV-1 (90% em sintom?ticos e 76,6% em assintom?ticos) foram os agentes mais frequentes dentre os grupos respectivos. A maioria com doen?a coronariana (65,1%) apresentou anticorpos para Chlamydia (39,6% para C. trachomatis e C. pneumoniae, 58,6% apenas para C. trachomatis e 1,7% somente para C. pneumoniae). Foram significantes as diferen?as encontradas entre: (i) os n?veis s?ricos de TNF-?...

Caracteriza??o molecular dos v?rus do grupo Gamboa (Bunyaviridae, Orthobunyavirus) isolados nas am?ricas e infec??o experimental em pintos (Gallus gallus domesticus) com o v?rus Gamboa cepa Be AN 439546

CHIANG, Jannifer Oliveira
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Tese de Doutorado
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Poucas informa??es est?o dispon?veis at? o momento sobre os v?rus do sorogrupo Gamboa (Bunyaviridae, Orthobunyavirus), desta forma, foi realizado, neste trabalho, estudo filogen?tico dos membros do sorogrupo Gamboa entre si e com outros orthobunyav?rus ao n?vel gene Gn (M-RNA), al?m de infec??o experimental em pintos rec?m nascidos da esp?cie Gallus gallus domesticus com a cepa Be AN 439546 do V?rus Gamboa (VGAM), e estudo sorol?gico em aves, outros animais silvestres e humanos de Tucuru? ? Par?. A an?lise filogen?tica dos v?rus do sorogrupo Gamboa demonstrou que esses v?rus s?o geneticamente mais relacionados com membros do grupo Turlock e menos com os do grupo Simbu, e foram distribu?dos em dois clados distintos (I e II), que est?o de acordo com a atual classifica??o sorol?gica, de modo que o clado I inclui o complexo Gamboa e o clado II o complexo Alajuela. A cepa Be AN 439546 do VGAM apresentou tropismo pelo pulm?o e f?gado de pintos rec?m nascidos experimentalmente infectados, sendo a replica??o viral nesses ?rg?os confirmada por imunohistoqu?mica, o que demonstra que o VGAM replica-se nessa ave. A detec??o de anticorpos inibidores da hemaglutina??o contra o VGAM e a confirma??o por teste de neutraliza??o em plasma de aves silvestres refor?a a hip?tese de que esses animais constituem o principal hospedeiro de amplifica??o no ciclo de manuten??o do VGAM. Estudos moleculares do genoma completo dos v?rus do sorogrupo Gamboa...

Caracteriza??o molecular de cepas do V?rus dengue 1 isoladas no Brasil entre os anos de 1994 a 2008

CARNEIRO, Adriana Ribeiro
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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A febre do dengue ? uma das mais importantes arboviroses distribu?da por todas as ?reas tropicais do mundo. O v?rus dengue (VDEN) ? transmitido principalmente pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado. A dispers?o do vetor e o aumento do fluxo migrat?rio entre pa?ses possibilitaram a ocorr?ncia de grandes epidemias e manifesta??es cl?nicas severas, como febre hemorr?gica do dengue (FHD) e S?ndrome do choque do dengue (SCD). O objetivo deste trabalho foi realizar a caracteriza??o molecular de isolados do VDEN sorotipo 1 (VDEN-1) no Brasil ao n?vel dos genes estruturais C/prM/M/E de 29 cepas isoladas durante epidemias ocorridas no Brasil no per?odo de 1994 a 2008. A identidade nucleot?dica entre as cepas de VDEN-1 do estudo em rela??o ?s outras isoladas no Brasil variou de 96,1% a 100%, enquanto o percentual de identidade de amino?cidos foi determinado entre 98,4% a 100%. As diferen?as de amino?cidos entre as cepas do estudo, quando comparadas com a cepa FGA/89 (Guiana Francesa), mostraram a presen?a de importantes substitui??es n?o-sin?nimas com mudan?a de car?ter bioqu?mico, tais como os res?duos E297 (Met Tre) e E338 (Ser Leu), sendo necess?rio estudos para verificar se essas altera??es podem ou n?o estar relacionadas ? virul?ncia. A an?lise filogen?tica para a prote?na E...

Epidemiologia molecular do V?rus linfotr?pico de c?lulas T humanas - HTLV 1/2 no Estado do Amap?-Brasil

SILVA, Ivanete do Socorro Pinheiro da
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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A distribui??o geogr?fica da infec??o pelo V?rus Linfotr?pico de C?lulas T HTLV 1/2 humanas 1 e 2 ? ampla, por?m existem ?reas de maior endemicidade e tamb?m particularidades de acordo com o tipo de HTLV. O HTLV-1 apresenta maior soropreval?ncia no sudoeste do Jap?o, no Caribe, na Am?rica Central, nas diferentes regi?es da Am?rica do Sul e nas por??es centrais e ocidentais da ?frica e Melan?sia. Enquanto o HTLV-2 parece acometer grupos populacionais distintos, como as popula??es nativas de ind?genas das Am?ricas do Norte, Central e Sul, pigmeus da ?frica Central, mong?is na ?sia e tamb?m usu?rios de drogas injet?veis. O trabalho realizado teve como objetivo descrever a epidemiologia molecular do HTLV em tr?s popula??es distintas do estado do Amap?, que foram: pacientes HIV/AIDS infectado, popula??o afro-descendente e finalmente indiv?duos atendidos no Laborat?rio Central de Sa?de P?blica do Amap? (LACEN-AP), encaminhados para diagn?stico de HTLV. As amostras foram avaliadas para a presen?a do v?rus por m?todos sorol?gicos (ELISA e Western blot) e moleculares (amplifica??o g?nica e caracteriza??o de segmentos das regi?es pX e env pela an?lise de polimorfismo de fragmentos de restri??o por a??o de endonuclease. Os resultados obtidos nas diferentes popula??es foram na popula??o de indiv?duos infectados pelo HIV/AIDS...

Estudo da soropreval?ncia da co-infec??o pelo V?rus da hepatite C (VHC) em pacientes portadores do V?rus da imunodefici?ncia humana 1 (HIV-1) e/ou com SIDA/AIDS no Estado do Amap?

PEREIRA, Francis Christian da Silva
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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No presente estudo a soropreval?ncia da infec??o pelo V?rus da hepatite C (VHC) foi investigada em indiv?duos portadores da infec??o pelo V?rus da imunodefici?ncia humana 1 (HIV-1) da cidade de Macap?, Estado do Amap?, Brasil. Um total de 120 indiv?duos infectados pelo HIV-1 foi testado para a presen?a de anti-VHC usando um ensaio imunoabsorvente ligado a enzima. Todos os pacientes envolvidos no presente estudo foram testados para a carga viral plasm?tica do HIV-1 e para os n?veis de c?lulas T CD4+ no momento do consentimento em fazer parte do estudo. Os pacientes responderam a um question?rio epidemiol?gico no momento da coleta de sangue. Do total de 120 amostras testadas apenas sete (5,83%) foram soropositivas para anti-VHC. Quanto ao g?nero, quatro (57,2%) e tr?s (42,8%) eram homens e mulheres, respectivamente. A idade dos indiv?duos soropositivos para anti-VHC variou de 21 a 40 anos entre os homens e de 21 a 60 entre as mulheres. Considerando o impacto da coinfec??o nos valores de carga viral plasm?tica do HIV-1 e na cont?gem de c?lulas T CD4+ n?o foram observadas diferen?as significativas (Odds Ratio=2,7368, p=0,3624; Odds Ratio=1,7803, p=0,7764). O uso de drogas injet?veis e de piercing mostrou ser um importante fator de risco para a co-infec??o (p<0...

Preval?ncia da infec??o pelos V?rus da hepatite B e C entre indiv?duos portadores do HIV-1 e/ou com SIDA/AIDS na cidade de Bel?m-PA

CHAVES, Maria Helena Pessoa
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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A Organiza??o Mundial de Sa?de (OMS) calcula que existam mais de 350 milh?es de pessoas no mundo infectadas de forma cr?nica pelo V?rus da hepatite B (VHB) e cerca de 180 milh?es de pessoas com o V?rus da hepatite C (VHC), al?m de, aproximadamente, 40 milh?es de pessoas vivendo com o HIV-1. Estima-se que entre dois e quatro milh?es s?o co-infectados pelo VHB e que entre quatro e cinco milh?es s?o co-infectados pelo VHC. A partir dessas informa??es, o presente estudo teve como objetivo avaliar a soropreval?ncia da co-infec??o pelo VHB e pelo VHC em pessoas portadoras do HIV-1 e/ou com SIDA/AIDS da cidade de Bel?m, entre os usu?rios da URE-DIPE. As amostras foram testadas para a presen?a de marcadores da infec??o pelo VHB (HBsAg, HBeAg, anti-HBs, anti-HBc, anti-HBc/IgM e anti-HBe) e VHC (anti-VHC) por meio de ensaios imunoenzim?ticos. O grupo estudado foi composto por 170 homens (56,7%) e 130 mulheres (43,3%), sendo que 30% n?o chegaram a cursar o primeiro grau completo e apresentam renda familiar de at? 3 sal?rios m?nimos. A co-infec??o HIV-1/VHB foi detectada em 91 (30,3%), cinco (1,7%) apresentaram co-infec??o HIV-1/VHC, e seis (2%) mostraram-se infectados pelo VHB e VHC. Em sete (2,7%), foi poss?vel mostrar evid?ncia de vacina??o pr?via ao VHB. N?o foi poss?vel mostrar diferen?a estat?stica entre os valores de carga viral e de contagem de linf?citos T CD4+ e linf?citos T CD8+ com a presen?a de anticorpos na duplo (HIV-1/VHC) e na triplo infec??o (HIV-1/VHB/VHC)...

Soropreval?ncia da infec??o pelo V?rus da hepatite B e V?rus da hepatite C em mulheres profissionais do sexo em Augusto Corr?a, Barcarena, Bel?m e Bragan?a - Par?, Brasil

MIRANDA, Nelba Tania Gomes Pinheiro
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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66.51%
Segundo a Organiza??o Mundial de Sa?de (OMS), existem no mundo, aproximadamente, 350 milh?es de pessoas infectadas cronicamente pelo VHB e outras 170 milh?es com infec??o cr?nica pelo VHC. Assim, o presente trabalho teve como objetivo verificar a incid?ncia da infec??o pelos VHB e VHC e analisar poss?veis fatores de risco entre 365 mulheres profissionais do sexo no Estado do Par?, sendo 32 participantes em Augusto Corr?a, 99 em Barcarena, 175 em Bel?m e 59 em Bragan?a. Destas participantes foram colhidas amostras de sangue , sendo os plasmas analisados por meio de um ensaio imunoenzim?tico e caracter?sticas epidemiol?gicas foram coletadas por meio de um question?rio epidemiol?gico. Os resultados revelaram uma preval?ncia da infec??o pelo VHB de 63,6%, sendo que para o HBsAg foi de 1,1% e para o anti-HBc de 61,9%. A soropreval?ncia do anti-VHC foi de 7,7% e, no que se refere ? sororreatividade ao VHB e VHC simultaneamente foi de 4,4%. Entre as participantes, a imuniza??o ao VHB foi observada em apenas 4,7% e 29,0% demonstraram suscetibilidade ? infec??o pelo VHB e VHC. Houve uma correla??o significativa entre a soropositividade para os marcadores virais do VHB com a baixa renda familiar, o desconhecimento de doen?a hep?tica sob forma de hepatite e o uso ocasional do preservativo nas rela??es sexuais. Entretanto...

Soroepidemiologia da infec??o pelo V?rus da hepatite B (VHB) e pelo V?rus da hepatite C (VHC) em cirurgi?es-dentistas da cidade de Bel?m, Par?

COSTA, Ana C?ssia Reis da
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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66.56%
As hepatites virais representam um importante problema de sa?de p?blica no Brasil e no mundo. A hepatite B e a hepatite C s?o as de principal interesse para os profissionais da ?rea de sa?de em fun??o do modo de transmiss?o e da possibilidade de aquisi??o ocupacional. O presente trabalho teve por principal objetivo verificar a soropreval?ncia da infec??o pelo V?rus da Hepatite B (VHB) e pelo V?rus da Hepatite C (VHC) em cirurgi?es-dentistas e relacion?-la com os fatores de risco. Participaram do estudo 97 cirurgi?es-dentistas, sendo 39 do g?nero masculino e 58 do g?nero feminino, no per?odo de junho a dezembro de 2005, que atuam no munic?pio de Bel?m, Par?, Brasil. Os dados epidemiol?gicos foram obtidos por meio de inqu?ritos e os sorol?gicos por um ensaio imunoenzim?tico para a pesquisa de ant?geno e anticorpo tanto para o VHB quanto para o VHC. O teste de Tend?ncia foi utilizado para a an?lise estat?stica dos resultados. A preval?ncia do VHB foi de 6,2%, enquanto do VHC foi de 3,1% entre a popula??o estudada. Das amostras sororreativas para os marcadores da hepatite B, a preval?ncia foi de 1,03% (1/97) para o anti-HBc total, 5,16% (5/97) para a presen?a simult?nea do anti-HBc total e anti-HBs e 54,61% (53/97) para o anti-HBs. Quando comparado ao encontrado na popula??o de doadores de sangue no Estado do Par? a preval?ncia do VHC na popula??o estudada foi significativamente maior...

Estudo da neuropatologia induzida pelo v?rus Marab? em modelo murino

FARIAS, Alexandre Maia de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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66.64%
O v?rus Marab? (Be AR 411459) ? um Vesiculov?rus (VSV), membro da fam?lia Rhabdoviridae, isolado em 1983, de um pool de flebotom?neos capturado em Marab?-PA pela Se??o de Arbov?rus do Instituto Evandro Chagas. Na literatura pouco se tem sobre neuropatologia experimental induzida pelo v?rus Marab?, apesar dos 30 anos de isolamento. Um ?nico estudo, por?m, revelou que a infec??o viral em camundongos rec?m-nascidos provoca necrose e picnose em neur?nios em v?rias regi?es do sistema nervoso central (SNC) O objetivo do presente trabalho foi investigar a distribui??o do v?rus Marab? no SNC, a ativa??o microglial e astrocit?ria, aspectos histopatol?gicos; e a express?o de citocinas e ?xido n?trico (NO), na encefalite induzida pelo v?rus Marab? em camundongo BALB/c adultos. Para tanto, foram realizados processamentos de amostras para an?lise histopatologica; immunohistoqu?mica para marca??o de microglia, astr?citos e ant?geno viral; testes de quantifica??o de citocinas e NO; e an?lises estat?sticas. Os resultados demonstraram que os animais infectados (Ai) 3 dias ap?s a inocula??o (d.p.i.) apresentam discreta marca??o do ant?geno viral, bem como quanto a ativa??o de microglia e astr?citos no SNC. Por outro lado, nos Ai 6 d.p.i. a marca??o do ant?geno viral foi observada em quase todas regi?es encef?licas...

Estudo morfol?gico e imunol?gico da encefalite induzida pelo v?rus jurua?? em modelo murino

FERREIRA, Natalie Chaves
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
POR
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Muitos estudos t?m sido realizados para o entendimento da neuropatog?nese das encefalites virais a partir de trabalhos experimentais, por?m, nenhum estudo experimental foi dedicado ? compreens?o da neuropatog?nese de membros da fam?lia Picornaviridae isolados de morcegos na regi?o amaz?nica. O v?rus Jurua??, um desses agentes, parcialmente caracterizado como membro da fam?lia Picornaviridae por Ara?jo e colaboradores (2006), causou les?es no enc?falo de camundongos neonatos com presen?a de gliose reativa, apesar de n?o provocar efeito citop?tico (ECP) em cultivos prim?rios de c?lulas do sistema nervoso central (SNC), sugerindo que este agente viral seja respons?vel pela morte dos animais devido a uma intensa resposta imune. O objetivo desse trabalho foi investigar a resposta imune no SNC e altera??es celulares causadas pelo v?rus Jurua?? em camundongos albinos da linhagem BALB/c neonatos a partir de an?lises histopatol?gicas, de ativa??o microglial e da express?o de citocinas, ?xido n?trico (NO) e esp?cies reativas de oxig?nio (ROS). Para tanto, foram realizados processamento de amostras para histopatologia, ensaios imunoenzim?ticos, imunohistoqu?micos e de imunofluoresc?ncia, al?m de testes para quantifica??o de NO e ROS e an?lises estat?sticas. Nossos resultados demonstraram que o v?rus Jurua?? induz les?es por todo o enc?falo...

Inqu?rito soroepidemiol?gico para os v?rus influenza em Bel?m, Par?, Brasil, 1992-1993

SANTOS, Domingos Ezenildo Matos dos; CARDIAS, Cl?udia Alessandra da Silva; MELLO, Wyller Alencar de
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Artigo de Revista Científica
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Um estudo soroepidemiol?gico foi realizado para determinar a preval?ncia de anticorpos IH para os sorotipos de influenza circulantes entre pacientes atendidos no Laborat?rio de Virologia do IEC, em Bel?m, PA, Brasil, em 1992 e 1993. Um total de 179 (11%) amostras de sangue foi coletado durante per?odo p?s-epid?mico e processado pelo teste da Inibi??o da Hemaglutina??o para os v?rus da influenza A/Taiwan/1/86 (H1N1), A/Beijing/353/89 (H3N2) e B/Yamagata/16/88. Os resultados indicaram a circula??o de v?rus antigenicamente relacionados aos tr?s sorotipos pesquisados. Em 1992, altas taxas de soropositividade foram observadas para as cepas H1N1 (84%) e H3N2 (56%), bem como anticorpos IH foram detectados em todas as faixas de idade, sugerindo intensa circula??o desses v?rus. No mesmo ano, a atividade da influenza B revelou-se em n?veis moderados. A preval?ncia de anticorpos IH para os v?rus H1N1, em 1993, foi similar ? observada em 1992, indicando a circula??o desses v?rus em ambos os anos. Um aumento na preval?ncia dos v?rus H3N2, em 1993, sugere que a cepa A/Beijing/353/89 (ou uma antigenicamente relacionada) tamb?m circulou intensamente naquele ano. Do mesmo modo, a atividade dos v?rus da influenza B aumentou em 1993, como apontam as infec??es em todas as idades...

Clonagem e express??o do gene da nucleoprote??na e de um gene sint??tico da glicoprote??na do v??rus da raiva em Pichia pastoris; Cloning and expression of the nucleoprotein gene and a synthetic gene of the glycoprotein of rabies virus in Pichia pastoris

SOUZA, Lorena Leonardo
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Biotecnologia; Programa de P??s-Gradua????o em Biotecnologia; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Biotecnologia; Programa de P??s-Gradua????o em Biotecnologia; UFPel; BR
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
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The rabies virus has two major antigens: the nucleoprotein, a conserved internal protein antigenically and genetically and glycoprotein, a protein responsible for the external adsorption of virus two the host cell and induction of neutralizing antibodies. The development of recombinant DNA technology has opened a new perspective on the control of rabies, since recombinant vaccines have residual pathogenicity and are produced with the antigenic proteins of the virus, without their presence. Furthermore, recombinant proteins can be expressed in order to be used in diagnosis. The objective of this study was to review the literature about rabies, cloning and express the nucleoprotein and glycoprotein of rabies virus using the system Pichia pastoris and evaluate the antigenicity and the immunogenicity of these proteins by Dot blotting, SDS page, Western blotting and ELISA. Glycoprotein synthetic antigen proved to be recognized by anti-rabies from animals experimentally infected with rabies virus strain CVS. And recombinant nucleoprotein expression was confirmed by the techniques of Dot blotting and Western blotting to be recognized by monoclonal anti-histidine. Thus, we conclude that the cloning and expression of synthetic glycoprotein and cloinig and expression nucleoprotein rabies virus by the yeast P. pastoris has been effective...

Estudo epidemiol??gico da infec????o pelo v??rus da imunodefici??ncia felina em gatos dom??sticos da regi??o sul do Rio Grande do Sul; Epidemiological study of the feline immunodeficiency virus infection in domestic cats of the south region of Rio Grande do Sul State

SILVA, F??bio da Silva e
Fonte: Universidade Federal de Pelotas; Veterin??ria; Programa de P??s-Gradua????o em Veterin??ria; UFPel; BR Publicador: Universidade Federal de Pelotas; Veterin??ria; Programa de P??s-Gradua????o em Veterin??ria; UFPel; BR
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
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The feline immunodeficiency virus belongs to the Retroviridae family, Lentivirus gennus and presents molecular structure and pathogenicity similar to the human immunodeficiency virus (HIV), therefore it is not transmissible to humans, being susceptible only the domestic and feral cats. FIV is classified in five phylogenetically different subtypes from A to E spread worldwide, apart from recombinant strains among the subtypes. Recently, two new subtypes were described, the subtype F identified in the United States and Portugal, and the subtype U-NZenv in New Zealand. Considering that the retroviruses have the ability to integrate the cell genome, under double stranded DNA form, it is possible to detect the provirus in infected leucocytes through the polymerase chain reaction (PCR) technique. The present report investigated the occurrence of the feline immunodeficiency virus infection between 2010 and 2011 in domestic cats submitted to medical treatment at the Hospital of Veterinary Clinics of the Federal University of Pelotas and private clinics from Pelotas, RS. Blood samples of seventy animals, healthy or sick, were collected and subjected to the nested-PCR technique. The tested cats were classified in two groups taking into account their clinical condition: the group 1 represented 28 FIV suspect cats with lymphadenomegaly...

Caracteriza??o molecular de cepas do v?rus respirat?rio sincicial isoladas de casos de infec??o respirat?ria aguda na cidade de Bel?m, Par?, Brasil nos anos de 2000 a 2006

SANTOS, Mirleide Cordeiro dos
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Dissertação de Mestrado
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As doen?as do trato respirat?rio s?o as principais queixas nos servi?os de atendimento m?dico, sendo as infec??es respirat?rias agudas (IRA) as manifesta??es mais comuns, principalmente em crian?as menores de cinco anos de idade. Em pa?ses em desenvolvimento as IRA constituem um s?rio problema de sa?de p?blica. Em todo mundo estima-se que ocorram cerca de dois milh?es de mortes devido as IRA a cada ano. Dentre os agentes causais das mesmas, destaca-se o V?rus Respirat?rio Sincicial (VRS), especialmente por causar doen?a grave em crian?as menores de dois anos. Com o objetivo de gerar dados sobre a epidemiologia molecular deste v?rus, foram analisadas amostras colhidas de pacientes com IRA no per?odo de 2000 a 2006 na cidade de Bel?m, Par?. Foram utilizados testes de imunofluoresc?ncia indireta (IFI) para caracteriza??o antig?nica dos v?rus isolados e RT-PCR para os genes codificadores das prote?nas G e F, que foram em seguida parcialmente seq?enciados. Dentro do per?odo estudado, 153 amostras positivas para VRS foram detectadas. A faixa et?ria de 0-4 anos foi a que concentrou maior n?mero de casos (n=138; 90,19%). Em rela??o ao perfil sazonal, o pico de atividade do VRS ocorreu nos primeiros seis meses do ano, estando associado principalmente ao per?odo de troca da esta??o chuvosa para um per?odo de menor pluviosidade. Houve co-circula??o dos subgrupos A e B nos anos de 2001 e 2003. Em 2000...